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Existem outros livros

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Re: Existem outros livros

Mensagem por oliveira leite em Qua 22 Dez 2010, 11:34 pm

Tenho em minha casa uma biblioteca Dedo
com livros que poucos possuem
livros antigos de poucas tiragens verdadeiras reliquias
herdadas de meu avô
mas lá entre os livros
existe o LIVRO
esse é indispensável
e quando peço para a minha secretaria buscar o LIVRO
ela já sabe qual é

oliveira leite
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Re: Existem outros livros

Mensagem por dedo-duro em Qui 23 Dez 2010, 8:14 am

Como esperado, NENHUM comentário sobre NENHUM livro.

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Re: Existem outros livros

Mensagem por lucas oliveira em Qui 23 Dez 2010, 10:31 am

Ok dedo, fazendo uma comparação entre o alcorão e a Bíblia:

O alcorão afirma que Jesus foi levado a cruz e morto, mas que isso foi só uma simulação:
4.157 . "E por dizerem: Matamos o Messias, Jesus, filho de Maria, o Mensageiro de Deus, embora não sendo, na realidade, certo que o mataram, nem o crucificaram, senão que isso lhes foi simulado. E aqueles que discordam, quanto a isso, estão na dúvida, porque não possuem conhecimento algum, abstraindo-se tão-somente em conjecturas; porém, o fato é que não o mataram."

Agora vejamos se realmente existe a chance de alguém sobreviver à cruz e, como os próprios muçulmanos afirmam, ainda ter fugido para a Índia:

Esse é um trecho da entrevista de Alexander Methrell (diploma de médico pela Universidade de Miami, na Flórida e de doutorado em engenharia pela Universidade de Bristol, na Inglaterra, foi cientista pesquisador e professor na Universidade da Califórnia, é editor de cinco livros científicos e escreve para publicações que vão desde Aerospace Medicine até Scientific American, entre outras publicações) dada a Lee Strobel em seu livro Em defesa de Cristo:



A tortura anterior à cruz
Para começar, eu queria de Metherell uma descrição básica dos eventos que levaram à morte de Jesus. Por isso, depois de um pouco de conversa social, pus de lado meu chá gelado e ajeitei a cadeira para poder olhá-lo de frente.
— O senhor poderia traçar um quadro do que aconteceu com Jesus? — pedi.
Ele limpou a garganta.
— Tudo começou logo depois da última ceia — ele disse. — Jesus foi com seus discípulos para o monte das Oliveiras, especificamente ao jardim de Getsêmani. Ali, você deve lembrar, ele orou a noite inteira. Nesse processo, ele estava antevendo os eventos que ocorreriam no dia seguinte. Como sabia quanto sofrimento teria de suportar, foi bastante natural que experimentasse muito estresse psicológico.
Levantei a mão para interrompê-lo.
— Espere. É aí que os céticos têm espaço aberto hoje em dia. Os evangelhos nos contam que ele começou a suar sangue durante esse tempo. Diga-me, isso não é um mero produto da imaginação frutífera de alguém? Isso não põe em xeque a exatidão dos escritores dos evangelhos?
Imperturbável, Metherell balançou a cabeça.
— De jeito nenhum — replicou. — Essa é uma condição médica conhecida, chamada hematidrose. Não é comum, mas está ligada ao alto grau de estresse psicológico. O que acontece é que a ansiedade extrema ocasiona a liberação de produtos químicos que rompem os vasos capilares nas glândulas sudoríparas. Em conseqüência, essas glândulas sangram um pouco, e o suor brota misturado com sangue. Não estamos falando de muito sangue, só uma quantidade bem pequena.
Já um tanto satisfeito, ampliei a pergunta.
— Isso tem algum outro efeito sobre o corpo?
— O efeito disso é que a pele fica muito frágil, de modo que, quando Jesus foi açoitado pelo soldado romano no dia seguinte, sua pele devia estar muito, muito sensível.
Muito bem, pensei, lá vamos nós. Preparei-me para as imagens assustadoras que eu sabia que surgiriam na minha mente. Eu tinha visto muitos corpos de pessoas mortas como jornalista: vítimas de acidentes de trânsito, de crimes, de tiroteios entre gangues. Contudo, é especialmente horrível ouvir sobre alguém que foi intencionalmente brutalizado por executores decididos a causar o máximo de sofrimento.
— Diga-me — retomei a conversa —, como foi esse açoitamento?
Metherell não tirou os olhos de mim enquanto falava.
— Os açoitamentos romanos eram famosos por serem terrivelmente brutais. O comum é que consistissem em 39 chicotadas, mas com freqüência esse número era ultrapassado, dependendo do humor do soldado que as aplicava. O soldado usava um chicote de tiras de couro trançadas, com bolinhas de metal amarradas. Quando o açoite atingia a carne, essas bolinhas causavam hematomas ou contusões profundas, que se abriam nas chicotadas seguintes. Havia também, presos ao açoite, pedaços afiados de ossos, que cortavam a carne profundamente. As costas ficavam tão maltratadas que às vezes os cortes profundos chegavam a deixar a espinha exposta. As chicotadas cobriam toda a extensão do dorso, desde a nuca até o traseiro e as pernas. Era terrível.
Metherell fez uma pausa.
— Continue — eu o incentivei.
— Um médico que estudou os castigos infligidos pelos romanos disse: "À medida que o açoitamento continuava, as lacerações atingiam os músculos inferiores que seguram o esqueleto, deixando penduradas tiras de carne ensangüentada". Um historiador do século m de nome Eusébio descreveu um açoitamento nestes termos: 'As veias do sofredor ficavam abertas, e os músculos, tendões e órgãos internos da vítima ficavam expostos". Sabemos que algumas pessoas morriam desse tipo de suplício antes de chegar a ser crucificadas. No mínimo, a vítima sofria dores terríveis e entrava em choque hipovolêmico.
Metherell usara um termo médico que eu não conhecia.
— O que quer dizer choque hipovolêmico? — perguntei.
— Hipo significa "baixo", vol refere-se a "volume" e êmico significa "sangue"; portanto, choque hipovolêmico quer dizer que a pessoa está sofrendo os efeitos de perder grande quantidade de sangue — explicou o médico. — Isso ocasiona quatro coisas. Em primeiro lugar, o coração se esforça para bombear mais sangue, mas não tem de onde; em segundo lugar, a pressão sangüínea cai, causando desmaio ou colapso; em terceiro lugar, os rins param de produzir urina, para conservar o volume que sobrou; e em quarto lugar a pessoa fica com muita sede, pois o corpo pede por líquidos para repor o sangue que perdeu.
— O senhor vê evidências nos evangelhos de que isso ocorreu?
— Sim, certamente — ele respondeu. — Jesus estava em choque hipovolêmico quando se arrastou pela rua que subia para o lugar de execução no Calvário, carregando a viga horizontal da cruz. Ele acabou caindo, e o soldado romano ordenou a Simão que carregasse a cruz. Mais tarde lemos que Jesus disse: "Tenho sede", e uma esponja com vinagre foi estendida a ele. Por causa dos efeitos terríveis do açoitamento, não há dúvida de que Jesus já se encontrava em condição crítica mesmo antes de os pregos atravessarem suas mãos e pés.


A agonia da cruz
Por mais desagradável que fosse a descrição do açoitamento, eu sabia que um testemunho ainda mais repugnante estava por vir. Os historiadores são unânimes em dizer que Jesus sobreviveu à flagelação daquele dia e foi até a cruz — onde o processo era fatal.
Em nossos dias, quando criminosos são imobilizados e executados com injeções de veneno, ou por meio de choque elétrico, ou com um tiro na nuca, as circunstâncias estão todas sob controle. A morte vem de modo rápido e previsível. Médicos acompanham e certificam cuidadosamente a morte da vítima. Bem próximas, testemunhas avaliam tudo do começo ao fim.
No entanto, que certeza se tinha da morte por essa forma cruel, lenta e bastante inexata de execução chamada crucificação? Na verdade, a maioria das pessoas não sabe como a cruz mata suas vítimas. E sem um médico preparado para atestar oficialmente que Jesus morrera, poderia ele ter passado pela experiência, brutalizado e ensangüentado, mas ainda vivo?
Comecei a desembrulhar esses assuntos.
— O que aconteceu quando Jesus chegou no lugar da crucificação? — perguntei.
— Ele deve ter sido deitado de costas, para que suas mãos pudessem ser pregadas em posição estendida na viga horizontal. Essa viga era chamada patibulum, até então separada da viga vertical, que estava fixada no chão de modo permanente.
Eu tinha dificuldades para visualizar isso; precisava de mais detalhes.
— Pregado com quê? — perguntei. — Pregado onde?
— Os romanos usavam pregos grandes, com cerca de 15 centímetros, bem afiados. Com eles, atravessavam os pulsos — Metherell disse, indicando uns dois dedos abaixo do seu pulso.
— Espere aí — interrompi. — Eu pensava que os pregos haviam furado suas mãos. Isso é o que mostram todas as pinturas. Na verdade, essa se tornou uma maneira padrão de representar a crucificação.
— Não, eles atravessavam os pulsos — Metherell repetiu. Essa era uma posição firme que prendia a mão. Se os pregos furassem apenas a palma da mão, o peso do corpo a rasgaria e ele teria caído da cruz. Por isso perfuravam os pulsos, que eram considerados parte da mão, na linguagem da época. E é importante entender que o prego atravessava o lugar por onde passa o nervo central. Esse é o maior nervo que vai até a mão, e era esmagado pelo prego.
Como eu só tenho um conhecimento rudimentar da anatomia humana, não tinha certeza se havia entendido.
— Que tipo de dor isso teria causado?
— Deixe-me dizê-lo da seguinte maneira. Você conhece o tipo de dor que sente quando bate o cotovelo e leva um "choque"? Na verdade, você acertou um nervo, chamado ulna. A dor é muito grande quando você o acerta em cheio. Bem, imagine este nervo sendo apertado e esmagado por um alicate — ele disse, enfatizando a palavra apertado enquanto girava na mão um alicate imaginário. — A sensação seria semelhante à que Jesus experimentou.
Estremeci diante da idéia e me encolhi na cadeira.
— A dor era totalmente insuportável — Metherell continuou. — Na verdade, ela está além da descrição por palavras. Foi necessário inventar uma nova palavra: dor excruciante. Essa palavra significa literalmente "da cruz". Veja só: foi necessário criar uma nova palavra, porque não havia nenhuma na língua que pudesse descrever a angústia terrível provocada pela crucificação. Depois de ter as mãos pregadas na viga transversal, Jesus foi erguido para que esta pudesse ser colocada sobre a viga vertical, e seus pés foram pregados nesta. Também os nervos dos pés foram esmagados, e a dor era semelhante à das mãos.
Nervos esmagados e cortados certamente causavam dor suficiente, mas eu precisava saber que efeito o fato de estar pendurado teria sobre Jesus.
— O que essa posição causa ao corpo? Metherell respondeu:
— Em primeiro lugar, os braços ficam imediatamente esticados, os ombros saem do lugar, as juntas se distendem 15 centímetros. Dá para calcular isso com equações matemáticas simples.
— Isso cumpriu a profecia do Antigo Testamento, Salmos no salmo 22, que predisse a crucificação de Jesus séculos antes de ela ocorrer: "Todos os meus ossos estão desconjuntados".


A causa da morte
Metherell conseguira mostrar — quase visivelmente — o grande sofrimento suportado até o início do processo de crucificação. Mas eu precisava saber o que tira a vida de uma vítima desse modo de execução, porque essa é a questão crucial para determinar se uma morte pode ser encenada ou falsificada. Por isso coloquei a questão da causa da morte de modo direto para Metherell.
— Uma vez que a pessoa está pendurada em posição vertical — esclareceu ele —, a crucificação é, em essência, uma lenta agonia até a morte por asfixia. A razão para isso é que a tensão dos músculos e do diafragma deixa o peito na posição de inalar. Para exalar, a pessoa tem de firmar-se sobre os pés, para aliviar por um pouco a tensão dos músculos. Ao fazer isso, o prego rasga o pé, até se prender contra os ossos do tarso. Depois de conseguir exalar, a pessoa pode relaxar e inalar novamente. Depois tem de empurrar-se novamente para cima, para exalar, esfregando suas costas esfoladas contra a madeira áspera da cruz. Isso se repete até que a exaustão total toma conta, e a pessoa não consegue mais se erguer para respirar. Ao diminuir a respiração, ela entra no que é chamado acidose respiratória: o dióxido de carbono no sangue é dissolvido em ácido carbônico, fazendo a acidez do sangue aumentar. Isso faz o coração bater de modo irregular. Quando seu coração começou a bater irregularmente, Jesus deve ter entendido que estava chegando a hora da morte, e disse: "Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito". Depois morreu de ataque cardíaco.
Essa foi a explanação mais clara que eu já ouvira da morte por crucificação; Metherell, porém, ainda não tinha terminado.
— Um pouco antes de morrer, e isso também é importante, o choque hipovolêmico deve ter feito o coração bater rapidamente por algum tempo, o que teria contribuído para fazê-lo falhar, resultando no acúmulo de líquido na membrana em torno do coração, chamado efusão pericardial, bem como em torno dos pulmões, chamado efusão pleural.
— Por que isso é importante? — eu quis saber.
— Por causa do que aconteceu quando o soldado romano se aproximou e, tendo quase certeza de que Jesus estava morto, confirmou a morte enfiando uma lança em seu lado. Provavelmente foi o lado direito; não temos certeza, mas pela descrição deve ter sido, entre as costelas. Ao que parece, a lança atravessou o pulmão direito e o coração, e, quando foi tirada, saiu um líquido — a efusão que mencionei. Esse líquido tem aparência transparente, como água, e é seguido de um grande volume de sangue, como João, testemunha ocular, descreveu em seu evangelho.
João provavelmente não fazia nenhuma idéia da razão por que vira sangue e esse líquido transparente fluir. Certamente não era o que uma pessoa sem formação como ele poderia esperar. Mas sua descrição é coerente com o que a medicina moderna esperaria que acontecesse. A princípio, isso parecia dar credibilidade a João como testemunha ocular; todavia, podia haver uma grande fraude em tudo isso.
Abri minha Bíblia e virei as páginas até achar João 19.34.
— Espere um minuto, doutor — protestei. — Lendo com atenção o que João disse, vemos que ele viu sair "sangue e água": ele pôs as palavras intencionalmente nessa ordem. Porém, segundo o que o senhor disse, o líquido transparente teria saído primeiro. Portanto, temos uma discrepância importante aqui.
Metherell sorriu levemente.
— Não sou um estudioso do grego — ele respondeu —, porém, de acordo com pessoas que são, a ordem das palavras no grego antigo não era determinada necessariamente pela seqüência dos fatos, mas por sua importância. Isso quer dizer que, como houve bem mais sangue do que água, para João faria sentido mencionar o sangue primeiro.
Tive de concordar, mas anotei mentalmente o lembrete de verificar isso mais tarde.
— A essa altura, qual deveria ser a condição de Jesus?
O olhar de Metherell cruzou com o meu. Ele respondeu com firmeza e autoridade:
Não havia absolutamente dúvida de que Jesus estava morto.


Resposta aos céticos
A declaração do dr. Metherell pareceu-me bem comprovada pelas evidências. Mas havia mais alguns detalhes dos quais eu queria falar — bem como de um ponto fraco no relato dele que poderia minar a credibilidade da narrativa bíblica.
— O evangelho diz que os soldados quebraram as pernas dos dois criminosos que foram crucificados com Jesus — eu disse. — Por que eles teriam feito isso?
— Se quisessem apressar a morte, e, com o sábado e a Páscoa se aproximando, os líderes judeus com certeza queriam acabar com tudo antes do pôr-do-sol os romanos usariam o cabo de aço de uma lança romana curta para partir os ossos inferiores das pernas das vítimas. Isso as impediria de empurrar-se para cima com as pernas para respirar, e a morte por asfixia ocorreria em questão de minutos. É claro, o Novo Testamento nos diz que as pernas de Jesus não foram quebradas, porque os soldados já tinham verificado que ele estava morto e apenas usaram a lança para confirmá-lo. Isso cumpriu outra profecia do Antigo Testamento sobre o Messias, de que seus ossos não seriam quebrados.
Interrompi mais uma vez.
— Algumas pessoas tentaram lançar dúvidas sobre os relatos dos evangelhos atacando a história da crucificação. Por exemplo, um artigo do Harvard Theological Review concluiu muitos anos atrás que há "surpreendentemente poucas evidências de que os pés de alguém que era crucificado fossem perfurados". Em vez disso, dizia o artigo, as mãos e pés da vítima eram amarrados à cruz com cordas. O senhor não concorda que isso cria problemas de credibilidade para o relato do Novo Testamento?
O dr. Metherell veio para a frente até ficar sentado bem na ponta da poltrona.
— Não, não acho — ele replicou — porque a arqueologia agora comprovou que o uso de pregos era comum naquela época apesar de admitir que às vezes se usavam cordas.
— O que foi descoberto? — continuei.
— Em 1968, os arqueólogos encontraram em Jerusalém os restos mortais de cerca de 36 judeus que tinham morrido durante a revolta contra Roma por volta do ano 70 d.C. Uma das vítimas, cujo nome parece ter sido Yohanan, fora crucificada. Veja que encontraram um prego de 17 centímetros ainda enfiado em seu pé, com pedaços de madeira de oliveira da cruz ainda presos na ponta. Isso foi uma confirmação arqueológica excelente de um detalhe-chave na descrição da crucificação dos evangelhos.
Um a zero, pensei.
— Ainda outro ponto de discussão gira em torno da capacidade dos romanos em determinar se Jesus estava morto — acrescentei. —Era um tempo de conhecimentos médicos e anatômicos muito rudimentares; como podemos estar certos de que eles não se enganaram ao declarar que Jesus não vivia mais?
— Posso lhe garantir que esses soldados não freqüentaram uma faculdade de medicina. Mas lembre-se de que eles eram especialistas em matar pessoas — esse era o trabalho deles, e o faziam muito bem. Eles sabiam sem sombra de dúvida quando alguém estava morto, e isso de fato não é tão difícil de determinar.
Além disso, se de algum modo um prisioneiro escapasse, o soldado responsável era morto no lugar dele, o que lhe servia de grande incentivo para certificar-se com segurança de que cada vítima estava morta antes de ser retirada da cruz.


O último argumento
Recorrendo à história e à medicina, à arqueologia e até às regras militares romanas, Metherell tinha fechado todas as saídas: Jesus não poderia ter descido vivo da cruz. Contudo, eu o levei ainda um pouco mais longe.
— Existe alguma mínima possibilidade, uma mínima possibilidade, de Jesus ter sobrevivido a isso?
Metherell balançou a cabeça e apontou o dedo para mim enfaticamente.
— De jeito nenhum — ele disse. — Lembre que ele já estava em choque hipovolêmico da grande perda de sangue mesmo antes de a crucificação começar. Ele não poderia ter fraudado a morte, porque você não pode representar que não está respirando por muito tempo. Além disso, a lança enfiada em seu coração teria resolvido a questão de uma vez por todas. Os romanos também não estavam a fim de arriscar a própria vida deixando Jesus sair vivo dali.
— Então — arrematei — quando alguém lhe diz que o que aconteceu com Jesus não passou de um desmaio na cruz ...
— Eu lhe digo que isso é impossível. É uma teoria fantasiosa sem nenhuma base factual possível.
Eu ainda não estava pronto para encerrar a questão. Correndo o risco de deixar frustrado o doutor, disse:
— Vamos especular que o impossível tenha acontecido e que Jesus de algum jeito conseguiu sobreviver à crucificação. Digamos que ele conseguiu livrar-se dos panos em que estava enrolado, empurrar a grande pedra que foi colocada na entrada do seu túmulo e passar pelos soldados romanos que montavam guarda. Do ponto de vista médico, em que condição ele estaria quando foi encontrar seus discípulos?
Metherell não estava muito disposto a entrar na brincadeira.
— Repito — enfatizou — que não há nenhuma possibilidade de ele ter sobrevivido à cruz. Mas, se tivesse, como poderia andar se seus pés foram perfurados daquele jeito? Como poderia aparecer na estrada para Emaús, pouco depois, e andar uma longa distância? Como poderia usar seus braços depois que eles foram distendidos e deslocados nas juntas? Lembre-se de que ele também tinha grandes ferimentos nas costas e o peito furado pela lança.
Ele fez uma pausa. Algo estalou em sua mente, e agora ele estava pronto para fazer uma afirmação final que cravaria uma estaca definitiva na teoria do desmaio. Era um argumento que ninguém conseguiu refutar, desde que foi levantado pelo teólogo alemão David Strauss, em 1835.
— Ouça. Alguém de aparência tão destruída jamais teria inspirado seus discípulos a sair e proclamar que ele é o Senhor da vida, que triunfou sobre o túmulo. Você entende o que estou dizendo? Depois de sofrer maus-tratos tão terríveis, com a perda de sangue catastrófica e o trauma, sua aparência seria tão deplorável que os discípulos jamais o teriam proclamado como o vencedor da morte; teriam ficado com pena dele e tentado cuidar dele até que recuperasse a saúde. Por isso, é um despropósito pensar que, se Jesus lhes apareceu nesse estado horrível, seus seguidores teriam se sentido motivados a começar um movimento mundial baseado na esperança de que um dia teriam um corpo ressuscitado como o dele. Não há hipótese.


Então, numa comparação entre as afirmações "Jesus morreu na cruz" e "Jesus sobreviveu à cruz", logo se conclui que a primeira é mais confiável, ou seja, a Bíblia.

lucas oliveira
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Re: Existem outros livros

Mensagem por dedo-duro em Qui 23 Dez 2010, 7:19 pm

copiar e colar não é comentário.

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Re: Existem outros livros

Mensagem por abençoado em Sex 24 Dez 2010, 6:39 pm

Como esperado, NENHUM comentário sobre NENHUM livro.

Como esperado,você só lê nos tópicos aquilo que lhe interessa.

Vale tudo em nome da ideologia Wink

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Re: Existem outros livros

Mensagem por dedo-duro em Sex 24 Dez 2010, 7:02 pm

O que não se faz por alguns trocados...

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Re: Existem outros livros

Mensagem por oliveira leite em Sex 24 Dez 2010, 7:08 pm

Vale ler Tio patinhas dindin japa

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Re: Existem outros livros

Mensagem por abençoado em Sex 24 Dez 2010, 7:26 pm

O que não se faz por alguns trocados...

positivinho

Mesmo assim convém ler os tópicos e mensagens até ao fim.

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Re: Existem outros livros

Mensagem por DEMAR em Sab 25 Dez 2010, 1:49 am

West escreveu:Isso é proíbido e perigoso para a fé. Crente não pode ler outros livros não. Somente a bíblia que pra eles não é bem um livro. Livro mesmo, pode não.


"Porque a sabedoria deste mundo é loucura diante de Deus; pois está escrito: Ele apanha os sábios na sua própria astúcia. 1 Coríntios 3:19 "

"Onde está o sábio? Onde está o escriba? Onde está o inquiridor deste século? Porventura não tornou Deus louca a sabedoria deste mundo? 1 Coríntios 1:20"

"Com sabedoria se constrói uma casa, e com o entendimento ela se firma; com o conhecimento enchem-se os celeiros de tudo tipo de bens preciosos e desejáveis" (Provérbios, 24:3-4);

"Feliz é o homem que encontrou a sabedoria, o homem que alcançou o entendimento! Ganhá-la vale mais que a prata, e o seu lucro, mais que o ouro. É mais valioso do que as pérolas; nada que desejas a iguala" (Provérbios, 3:13-15)

"O ímpio arruina o próximo com a boca, os justos se salvam pelo conheciomento" (Provérbios 11:9).


Estou lendo o livro "AGONIA DAS RELIGIÕES".

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Re: Existem outros livros

Mensagem por oliveira leite em Sab 25 Dez 2010, 2:12 am

sempre gostei de ler o livro
o povo mais feliz da terra, de DEMOS SHAKARIAN

quando ele resolve ofertar aos irmãos uma novilha cega
e um irmão vai dentro do mato e traz a cabeça da novilha num garrancho

e pergunta " voce não podia ter oferecido uma novilha sadia para os seus irmãos"

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Re: Existem outros livros

Mensagem por dedo-duro em Sab 25 Dez 2010, 11:18 am

Já temos relatos sobre a leitura de livros. Mais um pouco, conseguem fazer o comentários.

Para fazer relatos basta ler uma parte ou outra. Para comentar é necessário ler o livro todo. Um bom comentário exige a leitura de pelo menos dois livros do mesmo gênero, a fim de comparação.

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Re: Existem outros livros

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