.....................................................
Que bom que você entrou Convidado
Últimos assuntos
» Noticiário Escatológico
Hoje à(s) 2:38 pm por Jarbas

» Mulher de piloto do voo da Chapecoense pede desculpas: "Ele não é bandido"
Hoje à(s) 2:08 pm por gusto

» Onde congregar?
Hoje à(s) 1:39 pm por gusto

» A religião e o ateísmo - tópico oficial
Hoje à(s) 12:50 pm por gusto

» Palavras são palavras, nada mais do que palavras. Será?
Hoje à(s) 10:44 am por gusto

» Um conselho aos debatedores de internet
Hoje à(s) 10:23 am por gusto

» A Verdadeira Liberdade
Hoje à(s) 10:02 am por gusto

» Frases
Hoje à(s) 9:54 am por gusto

» Livre arbítrio, auto idolatria
Ontem à(s) 10:47 pm por Lit San Ares

Quem está conectado
62 usuários online :: 3 usuários cadastrados, Nenhum Invisível e 59 Visitantes :: 2 Motores de busca

irmão, Jarbas, Khwey

O recorde de usuários online foi de 2364 em Seg 19 Dez 2011, 5:49 pm
Consulta Bíblica
Ex: fé - Ex: Gn 1:1-10

Os sistemas regulatórios do RNA são um sistema computacional avançado

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Ir em baixo

Os sistemas regulatórios do RNA são um sistema computacional avançado

Mensagem por Eduardo em Sab 25 Set 2010, 11:14 pm

Notas do blogger Enézio E. de Almeida Filho na cor azul.

Em entrevista concedida à Agência Fapesp, Mattick destacou que o RNA não-codificador de proteínas [até há pouco tempo conhecido como “DNA lixo] tem um papel regulatório tão importante que pode ser comparado a um software que controla todo o sistema dos organismos complexos. [Na década de 1990 os teóricos do Design Inteligente foram contra esta posição da Nomenklatura científica e afirmaram que o "DNA lixo" não era lixo e teria função, mas não deram ouvidos aos hereges do DI.]
O senhor compara os sistemas regulatórios do RNA a um sistema computacional avançado.

Sim. Podemos fazer uma analogia com um sistema sofisticado que é o Boeing 777. Seus componentes mecânicos já eram conhecidos há 50 anos: motores, jatos, aerofólios, bombas hidráulicas e assim por diante. Mas há um mundo de diferenças entre um avião feito em 2010 e outro de 1960, quando os computadores ainda não eram populares e não se usavam fibras ópticas. Os objetos mais sofisticados na nossa sociedade se tornam cada vez mais ricos em informação. E essa informação que está codificada em computadores é transmitida por fibras e fios, que não são precisamente componentes mecânicos, mas sim aparatos de transmissão. Portanto, ir de um objeto simples para outro mais complexo não é apenas uma questão de fazer novos componentes, mas de expandir os sistemas de controle e a arquitetura, no caso dos aviões, para que os componentes funcionem de modos cada vez mais sofisticados.
...
Agência FAPESP – Esse era o dogma central?

Mattick – Sim, o DNA é transcrito pelo RNA e copiado na proteína. Esse é o dogma e ele está certo [NOTA DESTE BLOGGER: Alguns dogmas são mais certos do que outros dogmas...]: o DNA faz RNA e alguns RNAs fazem proteína. Esse é o fluxo de informação. O erro é que se pensava que a maior parte da informação do RNA fluía pela proteína. Mas parece que, nos humanos, apenas uma quantidade muito pequena das informações vai para a proteína. A maior parte vai ao RNA. E, agora, estamos conseguindo evidências de que esse RNA está envolvido em regulações muito mais sofisticadas do sistema. Então, para entender [NOTA DESTE BLOGGER: Programação é linguagem teleológica. Deve ter sido lapso do Mattick... ou é isso que detectamos realmente (não é ilusão como afirma Dawkins) nas formas bióticas?], temos que pensar não apenas em termos de proteínas, que são componentes mecânicos do sistema. Por trás, há uma arquitetura altamente sofisticada que permite decidir quais componentes devem ser expressos e as mais diversas funções [NOTA DESTE BLOGGER: Traduzindo em graúdos -- design inteligente reconhecido na linguagem teleológica empregada por Mattick -- arquitetura altamente sofisticada que permite decidir. Pelo paradogma darwinista, não há nenhuma finalidade nas formas bióticas, muito menos dispor uma forma biótica inteligente que decida].

Agência FAPESP – O senhor compara os sistemas regulatórios do RNA a um sistema computacional avançado.

Mattick – Sim. Podemos fazer uma analogia com um sistema sofisticado que é o Boeing 777. Seus componentes mecânicos já eram conhecidos há 50 anos: motores, jatos, aerofólios, bombas hidráulicas e assim por diante. Mas há um mundo de diferenças entre um avião feito em 2010 e outro de 1960, quando os computadores ainda não eram populares e não se usavam fibras ópticas. Os objetos mais sofisticados na nossa sociedade se tornam cada vez mais ricos em informação. E essa informação que está codificada em computadores é transmitida por fibras e fios, que não são precisamente componentes mecânicos, mas sim aparatos de transmissão. Portanto, ir de um objeto simples para outro mais complexo não é apenas uma questão de fazer novos componentes, mas de expandir os sistemas de controle e a arquitetura, no caso dos aviões, para que os componentes funcionem de modos cada vez mais sofisticados. [NOTA DESTE BLOGGER: Será que a Nomenklatura científica não vai cair de pau em cima do Mattick por ele ter usado esta analogia do Boeing 777. Afinal de contas, isso pode remeter à comparação feita por Fred Hoyle que, para detonar com a evolução darwiniana, usou da analogia de um monte de ferro velho ter sido levado por um furacão e se transformado por ACASO num Boeing. O que Mattick tinha em mente com esta analogia???]
...
Qual a consequência dessa mudança de rumo? O que muda na ciência?

[i]Acho que o que muda realmente é a ideia simplista de como a genética funciona. Ficamos muito mais sofisticados. É um pouco como ter mudado da física newtoniana para a física relativista – embora essa não seja uma analogia muito boa. Mas, de certo modo, é como se o mundo da programação genética ficasse muito mais sofisticado, complexo e diferente do que pensávamos. Ainda trabalhamos com moléculas, com DNA e com proteínas. Mas o RNA é o grande personagem hoje. Todo mundo pensava que ele era só um intermediário temporário entre o “disco rígido” e a proteína. Mas as pessoas vão começar a considerar que o RNA não é apenas um intermediário e entender que ele é o motor computacional da célula e do desenvolvimento. É também o motor computacional do cérebro. Assim, uma vez que entendermos esse princípio, poderemos começar a explorá-lo.

Agência FAPESP – Como estudar uma genética que assume tamanha complexidade?

Mattick – Algumas pessoas dizem que, com essas descobertas, a genética está ficando complicada demais. Acho que nunca vamos conseguir entender um sistema a menos que entendamos sua complexidade, pelo menos no plano conceitual. Assumindo a complexidade dos princípios, poderemos começar a fazer perguntas que vão mais adiante e trabalhar sobre o que está de fato ocorrendo. Então, é realmente mais complicado, mas o primeiro passo é entender que de fato é mais complicado. E o segundo passo é buscar um meio para explorar esse novo espaço. [NOTA DESTE BLOGGER: Que tal incorporar as teses de complexidade irredutível de sistemas biológicos e a informação complexa especificada? Fazem parte do arcabouço teórico do Design Inteligente. E daí? Daí que a TDI é um desses meios para explorar o novo espaço de um genética extremamente complexa.]
+++++
NOTA CAUSTICANTE DE ENÉZIO:

Se "a programação genética dos organismos multicelulares foi essencialmente mal compreendida durante os últimos 50 anos" o que isso significa em termos de robustez epistêmica para a teoria da evolução através da seleção natural e/ou n mecanismos evolutivos de A a Z? Ou esta teoria foi imune à mal compreensão da programação genética dos organismos multicelulares? Perguntas assim não podem ser feitas, senão o jornalista científico perde o emprego.

E ainda dizem que a Teoria do Design Inteligente é pseudociência e que impede o avanço da ciência. Quem impediu o avanço da ciência, cara-pálida, se não o paradogma darwinista que considerou o DNA lixo como lixo e entulho evolutivo? Por que não ouviram e nem ouvem os teóricos da TDI???

Nota de Michelson: É bom viver para ver caírem paradigmas teimosamente defendidos por ultradarwinistas empedernidos. Em discussões, tive que ouvir muitas vezes que o tal “DNA lixo” não tinha função alguma e que era tão-somente subproduto de milhões de anos de evolução. Mais ou menos como o velho argumento dos “órgãos vestigiais” dos quais hoje se conhece a função (frequentemente vital). Mattick faz comparações muito felizes (software avançado, Boeing 777, fibra ótica) para ilustrar a complexidade da vida, mas o paradigma naturalista parece tão entranhado em sua mente que ele atribui essa complexidade toda à biologia e à evolução! Duvido que ele atribua a origem do avião ou dos softwares a causas naturais... Outra coisa: se o RNA é tão mais complexo do que se supunha, a ponto de ser chamado de “motor computacional da célula”, como a vida pode ter existido sem esse “motor”? Afinal, não nos dizem que foi o RNA autocatalítico (seja lá o que for) que “surgiu” primeiro? Mistérios de complexidade...[MB]

Leia a mesma entrevista com os comentários de Enézio de Almeida Filho.


Visite-me no Fórum Adventista:

http://adventista.forumbrasil.net/

Eduardo
‎Moderador Adventista
‎Moderador Adventista

Número de Mensagens : 8396
Idade : 40
flag : Brasil
Data de inscrição : 17/10/2008

http://adventista.forumbrasil.net/

Voltar ao Topo Ir em baixo

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Voltar ao Topo

- Tópicos similares

 
Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum