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Afinal de contas, o Rock é do Homem, de Deus ou do Diabo?

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som Afinal de contas, o Rock é do Homem, de Deus ou do Diabo?

Mensagem por Ed em Dom 12 Set 2010, 8:48 am

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som Re: Afinal de contas, o Rock é do Homem, de Deus ou do Diabo?

Mensagem por eleito_17 em Dom 12 Set 2010, 11:25 am

Bom tópico esse.Minha opinião:

Música é uma arte.Toda a arte,como tudo o que é deste mundo,provém de Deus (salm 24.1).

Música é uma arte que combina tons com diferentes ritmos,compassos e pausas.

O Rock é um tipo de música que usa instrumentos e compassos caracteristicos.O Rock enquanto isso não tem nada de errado.É música.

O problema do Rock é que geralmente,sublinho o geralmente, é tocado por bandas que fazem apologias em suas letras a temas como o sexo promiscuo,drogas e ao próprio diabo.Rock em si não é mau ,entretanto,o rumo que as bandas de rock seguiram é que é satânico mas isso é um problema das próprias bandas.Usam de um estilo musical,deturpando-o e transmitirem valores nocivos...

No entanto,se aparecesse uma banda de rock que em suas letras,fizesse apologia a Cristo e aos valores bíblicos seria isso errado?

É minha opinião.. :sim:

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som Re: Afinal de contas, o Rock é do Homem, de Deus ou do Diabo?

Mensagem por Eduardo em Dom 12 Set 2010, 11:47 am

Eu sei que a maioria aqui é moderninha, por isso sei que sou voto vencido. Sendo assim não vou perder meu tempo nesse que seria um debate eterno. Já fui católico, rocheiro, maconheiro, ateu e pentecostal, depois de adquirir toda essa experiencia cheguei a conclusão que a posição que a IASD adotou é muito coerente. A seguir deixo a linha adotada por mim e pela IASD:

http://www.musicaeadoracao.com.br/

Revista Adventista- Dezembro/2009


(PDF)




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som Re: Afinal de contas, o Rock é do Homem, de Deus ou do Diabo?

Mensagem por Eduardo em Dom 12 Set 2010, 4:57 pm

eleito_17 escreveu:Toda a arte, como tudo o que é deste mundo, provém de Deus (salm 24.1).
Sei, sei: Nu na arte ocidental
Esse exemplo é o mais discreto que pude achar.

Se acharem inapropriado podem deletar.


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som Re: Afinal de contas, o Rock é do Homem, de Deus ou do Diabo?

Mensagem por Ed em Dom 12 Set 2010, 5:15 pm

Eduardo escreveu:Eu sei que a maioria aqui é moderninha, por isso sei que sou voto vencido.
Acho que aqui ninguém é voto vencido...



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som Re: Afinal de contas, o Rock é do Homem, de Deus ou do Diabo?

Mensagem por oliveira leite em Dom 12 Set 2010, 5:17 pm

Não é o rock

mas a mensagem de qualquer musica

ninguém é obrigado a gostar de estilo musical

entre um rock evangelico
e uma musica sacra que invoca a Maria

existem diferenças que vão além dos gostos

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som Re: Afinal de contas, o Rock é do Homem, de Deus ou do Diabo?

Mensagem por Ed em Dom 12 Set 2010, 5:28 pm

A música toca fundo...



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som Re: Afinal de contas, o Rock é do Homem, de Deus ou do Diabo?

Mensagem por Eduardo em Dom 12 Set 2010, 5:39 pm

links úteis:

http://blogdofavre.ig.com.br/2007/09/musica-domina-o-cerebro-humano-diz-neurologista/

http://criacionista.blogspot.com/2008/09/o-poder-da-msica-sobre-o-crebro.html


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som Re: Afinal de contas, o Rock é do Homem, de Deus ou do Diabo?

Mensagem por Josoco em Seg 13 Set 2010, 2:30 am

Roque é dos homens e das mulheres gargalhada gargalhada gargalhada gargalhada gargalhada




Não atribuas Deus e aos demônios a coisas que são dos homens

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som Re: Afinal de contas, o Rock é do Homem, de Deus ou do Diabo?

Mensagem por Eduardo em Seg 13 Set 2010, 1:18 pm

kkkkkkkk

engraçado

kkkkkkk


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som Re: Afinal de contas, o Rock é do Homem, de Deus ou do Diabo?

Mensagem por silvamelo em Seg 13 Set 2010, 1:31 pm



Meus Próprios Meios
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Quantas vezes os meus próprios meios
Me levaram a lugar nenhum
Cada passo dado era um erro
Que me afastava do objetivo

Buscar as coisas certas da maneira errada
É o mesmo que nadar contra a maré
Lutando pela nossa própria força
Já entramos na batalha derrotados

Mas é tempo de abrir os olhos
Não temos pra onde correr
E entender que sem o Pai não somos nada
É o primeiro passo rumo à vitoria

Eu ando pela força do Senhor
Eu vivo pelas Suas promessas
A cada dia mato um leão
A unção de Deus está em mim

silvamelo
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som Re: Afinal de contas, o Rock é do Homem, de Deus ou do Diabo?

Mensagem por lucas oliveira em Seg 13 Set 2010, 4:18 pm

Acho que a questão esta na letra da musica.

O ritmo não significa nada.

Conheço rock que fala explicitamente coisas satânicas(poderia citar centenas aqui),mas também conheço rock com letras que motivam as pessoas a fazerem o bem,sem ser necessariamente gospel.

Realmente gosto muito do som distorcido da guitarra caracteristico do rock,tanto que isso me incentivou a aprender mais sobre musica,ou seja,arte. :chapeu:

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som Re: Afinal de contas, o Rock é do Homem, de Deus ou do Diabo?

Mensagem por eleito_17 em Seg 13 Set 2010, 5:04 pm

Eduardo,

Eu falei que a arte vem de Deus,se os homens a distorcem é a outra história!

Acontece o mesmo com o sexo(adultérios,fornicações),com a comida(glutonarias,bebedices) e com tudo um pouco..

Deus dá,o homem abusa.

Mas a arte e a criatividade é um dom de Deus,agora como os homens a usam já é outra história!


Honestamente,voce vê algo nocivo na música em si (quando usada para propósitos corretos)?

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som Re: Afinal de contas, o Rock é do Homem, de Deus ou do Diabo?

Mensagem por eleito_17 em Seg 13 Set 2010, 5:26 pm

Eduardo já agora: sabia que Rock e Gospel são estilos irmãos?

É verdade...

Rock foi um estilo de música que resultou de uma série de fusões musicais entre elas: jazz,folk,blues,country.R&B,...e Gospel.Daí,nasceu o estilo Rock.Era um estilo de música popular da altura (década de 50).

Do rock,e penso que aí sim está sua aparente "discórdia" com o rock,nasceram sub-estilos e esses de fato,apesar de serem um estilo musical definido e se ficasse por aí,tudo ok..mas eles definem-se geralmente por passarem mensagens nocivas.

o sub-estilo "heavy metal"é quase sempre ligado em suas mensagens a satanás e afins..

Mas quanto ao rock em si..dependendo das mensagens que os seus autores passem,nada contra...

É um simples estilo musical..como voce pode gostar de Dali e não gostar de Picasso..

Agora voce encontra distorções em tudo o que vemos hoje em dia,pois o homem está sem Deus (ef 2.11).

Creio que nossa tarefa,enquanto filhos de Deus e embaixadores neste mundo,é levar tanto música como qualquer outro tipo de arte cativa ao Dominio do Senhor Jesus.


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som Re: Afinal de contas, o Rock é do Homem, de Deus ou do Diabo?

Mensagem por eleito_17 em Seg 13 Set 2010, 5:33 pm

Conheço rock que fala explicitamente coisas satânicas(poderia citar centenas aqui),mas também conheço rock com letras que motivam as pessoas a fazerem o bem,sem ser necessariamente gospel.

Amén..até muitos que quando se convertem a Cristo continuam numa carreira secular,como qualquer outro trabalho digno e honesto na sociedade,mas mudam o cerne das suas mensagens,falando de valores cristãos a opondo-se aquilo que antes defendiam em suas letras e músicas.


Pessoalmente penso que tem de haver uma distinção entre o que é rock e entre o que algumas bandas de rock fazem com o estilo.


Última edição por eleito_17 em Seg 13 Set 2010, 11:13 pm, editado 1 vez(es)

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som Re: Afinal de contas, o Rock é do Homem, de Deus ou do Diabo?

Mensagem por Eduardo em Seg 13 Set 2010, 7:48 pm

lucas oliveira escreveu:O ritmo não significa nada.
Engano seu, o ritmo tem um poder muito grande em nosso cérebro, pelo visto vc não leu nenhum dos artigos que indiquei.


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som Re: Afinal de contas, o Rock é do Homem, de Deus ou do Diabo?

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Seg 13 Set 2010, 9:17 pm

Eduardo escreveu:
lucas oliveira escreveu:O ritmo não significa nada.
Engano seu, o ritmo tem um poder muito grande em nosso cérebro, pelo visto vc não leu nenhum dos artigos que indiquei.

todo ritmo tem um grande poder no cerebro humano, vai variar de pessoa para pessoa, esse negocio de rock influencia mais do que os outros é papo de leigo.

sou musico ha quase 20 anos ja tenho conhecimento de tudo quanto tipo de ritmo, o problema nao é o ritmo e sim a letra que está embutida.

até pq vc ha de convir que o rock nao é um ritmo que é usado em todos os continentes, para vc pode influenciar, mas para mim nao, é apenas um ritmo de batida.

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som Re: Afinal de contas, o Rock é do Homem, de Deus ou do Diabo?

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Seg 13 Set 2010, 9:20 pm

este trecho é um trecho da musica Espelhos Magicos, tocada no Canta Brasil 500, em abril de 2000, no Maracanã

solta ae dj...kkkkkkkkkkkkkk


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som Re: Afinal de contas, o Rock é do Homem, de Deus ou do Diabo?

Mensagem por Eduardo em Seg 13 Set 2010, 9:36 pm

Já perdi meu tempo demais neste tópico.

Música Sacra e AdoraçãoUm site exclusivamente sobre a Música Sacra ea Adoração, no contexto da Igreja Adventista do Sétimo Dia.
www.musicaeadoracao.com.br/
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som Re: Afinal de contas, o Rock é do Homem, de Deus ou do Diabo?

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Seg 13 Set 2010, 10:00 pm

Eduardo escreveu:Já perdi meu tempo demais neste tópico.

Música Sacra e AdoraçãoUm site exclusivamente sobre a Música Sacra ea Adoração, no contexto da Igreja Adventista do Sétimo Dia.
www.musicaeadoracao.com.br/
Hinos CifradosTeoria MusicalSonorizaçãoTécnica Vocal e Fisiologia da VozCoral e Regência
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Eduardo eu tambem gosto de musica sacra, de hinos, e tambem de outros ritmos...

o que adora ao Senhor nao é o ritmo e sim o coração sincero demonstrada no canto da letra...

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som Re: Afinal de contas, o Rock é do Homem, de Deus ou do Diabo?

Mensagem por Eduardo em Seg 13 Set 2010, 10:31 pm

EVANGELISTA/RJ/MSN escreveu:sou musico ha quase 20 anos ja tenho conhecimento de tudo quanto tipo de ritmo, o problema nao é o ritmo e sim a letra que está embutida.
Argumento de autoridade como esse ai pode ser usado por mim também:

A Influência da Música Sobre o Comportamento
Entrevista ao programa The Science Show – Radio National - EUA
(uma rádio da rede ABC)

Apresentado por Robyn Williams


Robyn Williams: Antes de perguntarmos o que a música significa, que efeito ela está exercendo em nosso estado de espírito? Ela te faria trabalhar melhor ou mais rápido? Poderia ser usada em lojas para te fazer comprar mais? – provavelmente não. Adrian North, um psicólogo em Leicester, fez um estudo sobre todas essas questões, com resultados interessantes.
Adrian North: O que descobrimos, particularmente, é um ponto bastante óbvio, é que é absolutamente crucial que as pessoas ouçam a música que gostam enquanto trabalham. Se você toca para as pessoas uma música que elas não gostam ou simplesmente impõe a elas uma música em particular, então é possível causar muitos problemas. De forma semelhante, se as pessoas estão acostumadas a ouvir música e você simplesmente tira esta música, isto também causa problemas. Mas se você faz isso de uma forma realmente democrática, os trabalhadores respondem de forma muito favorável.
Agora, também descobrimos que a música pode influenciar a produtividade no local de trabalho. Isto quer dizer que, se você está fazendo um trabalho repetitivo simples, descobrimos que a música rápida pode melhorar a moral da força de trabalho e realmente aumentar a produtividade em até, em alguns casos, 20%.
Robyn Williams: E se você estiver tocando em meu escritório uma música que eu realmente goste, eu não iria me deixar levar por ela e não ser capaz de me concentrar em meu trabalho?
Adrian North: Se você está fazendo algo que exige concentração, você sabe, a última coisa que precisamos neste trabalho é de distração. Mas se você está fazendo alguma coisa que é muito, muito mecânica, como empacotar caixas ou algo assim, então a música pode ser uma ajuda muito real.
Robyn Williams: Antigamente, algumas empresas costumavam proibir a música.
Adrian North: Você está certo, o que acontece é que diferentes empresas têm, cada uma, a sua própria política em relação a isto. Algumas, como você disse, simplesmente proíbem completamente a música, principalmente porque ela pode ser muito polêmica. Outras, contudo, fazem propositalmente uma pesquisa com os funcionários sobre qual música deveria ser tocada. Como, por exemplo, em uma empresa que estive, na qual é feita mensalmente uma pesquisa entre os empregados a respeito de qual estação de rádio seria a melhor para ser ouvida neste mês, e eles fazem isso e os trabalhadores parecem apreciar.
Robyn Williams: Quando se trata de aumentar a velocidade de trabalho dos empregados, existe um limite razoável ou você pode fazer com eles como Charles Chaplin, até ficar fora de controle?
Adrian North: Certamente que não. Como você disse, existem restrições bastante limitadas. Quero dizer que é importante termos em mente que é extremamente improvável que esta técnica funcione se as pessoas estão sendo pagas por peça; se você está recebendo uma quantia de dinheiro por X unidades de produção, a música provavelmente não te afetará de forma alguma, porque você já estará trabalhando o mais rápido possível
Robyn Williams: Chega de local de trabalho. E as lojas – como a coisa é feita nestes locais?
Adrian North: Bem, a música pode ter uma ampla gama de influências em ambientes comerciais como lojas ou restaurantes. Ela pode influenciar a velocidade com a qual as pessoas fazem as coisas; Por exemplo, música rápida fará com que as pessoas comam mais rápido em um restaurante. Ela pode influenciar os produtos que as pessoas irão comprar. Se você tocar, por exemplo, música francesa em um supermercado, as pessoas comprarão vinho francês; toque música alemã e as pessoas comprarão vinho alemão.
Robyn Williams: Oh, realmente?
Adrian North: Com certeza. Sim, você pode influenciar diretamente a escolha do produto – somente que, novamente, dentro de certos limites. A música vai funcionar quando as pessoas estão em um estado de indecisão; ela dá um empurrão em uma ou em outra direção.
Robyn Williams: Eles têm consciência disto se você lhes perguntar?
Adrian North: Se você perguntar para as pessoas da forma como foi dito, “você tem consciência deste tipo de efeito”, as pessoas, genericamente falando, dirão que não. Agora, existem duas conclusões que você pode tirar deste fato. Uma, é que talvez estes efeitos são, de alguma forma, subliminares. Porém, o que eu acho, mais provavelmente, é o caso de que as pessoas não querem se arriscar a parecerem estúpidas. Se eu me aproximasse de alguém na rua e perguntasse, “Você foi influenciado pela música que tocava naquela loja?”, todos vão dizer que “Não, é claro que não, é claro que eu não sou conduzido pela música que está sendo tocada.”
As pessoas, contudo, estão perfeitamente conscientes de que a razão pela qual as lojas tocam música é porque alguém, em algum lugar naquela organização, pensa que isto vai fazer com que eles ganhem mais dinheiro e as pessoas estão bem conscientes disso. Eu só acho que as pessoas se sentem pouco à vontade para falar sobre isso com pesquisadores acadêmicos, o que é compreensível.
Robyn Williams: Eu ouvi falar que eles estão até usando a música de várias maneiras, de forma que você tem uma seção com uma música e outra seção com outro tipo de música, de forma que se pode criar seções temáticas na loja.
Adrian North: Certamente. Quer dizer, uma coisa que é importante lembrar é que as compras, de forma particular, estão se tornando cada vez mais uma atividade de lazer, e as pessoas não querem mais, necessariamente, apenas entrar em uma loja, comprar as suas coisas e ir para casa. Elas querem aproveitar o momento. Uma forma que você pode fazer isso é através da música e se as pessoas estão felizes com isso, então que seja assim.
Robyn Williams: Acho que isso é chamado de “terapia de compras”, não é isso?
Agora, voltando à questão de se as pessoas estão conscientes disso, você realizou estudos sobre as letras, para descobrir se as pessoas estão realmente entendendo o que está sendo dito pela música, sendo que esta letra, supostamente, deveria transmitir uma mensagem em particular.
Adrian North: É muito interessante. Como eu digo, todos tem essa idéia de que isso é quase como o efeito de um tipo de agulha hipodérmica. Você sabe, as letras são produzidas pelo compositor, são gravadas, são tocadas no rádio e elas entram direto na cabeça das pessoas exatamente como se pretendia. O estudo que foi realmente feito sobre isso, o qual foi realizado em shows na América, demonstra que este não é realmente o caso. O que foi feito é que o pesquisador procurava em antigas edições de revistas que creio que eram da Rolling Stone Magazine, entrevistas com pessoas como Bob Dylan, e procurava por evidências diretas daquilo que, por exemplo, Bob Dylan estava querendo dizer com aquela música sobre determinado assunto. O que o pesquisador fazia então era que ele dava às pessoas um questionário de múltipla escolha. Eles tinham quatro opções. Então tocavam a música e as pessoas podiam dizer que esta música era sobre A, B C ou D, e uma delas era a resposta correta. De fato, o que foi encontrado é que as pessoas tinham a tendência de acertar em apenas 25% das ocasiões. Em outras palavras, é perfeitamente um nível de acerto por probabilidade, e nada mais do que isso.
Robyn Williams: Sim, mas por outro lado, Bob Dylan pode ser um pouco tendente a erro, um pouco obscuro – quem pensaria que a música "Tambourine Man" fosse algo a respeito de um traficante de drogas ou algo assim?
Adrian North: Certamente, como você disse, existem vários graus de abstrações e metáforas e, como você disse, o que se pode esperar de uma canção se torna mais obvio em termos de letra, e então é mais provável que ela seja entendida. Mas este não é sempre o caso. As pessoas, muito freqüentemente, ouvem música por uma razão. Você sabe, podemos ouvir música para se alegrar, para se acalmar, ou qualquer outro objetivo. A assim, as pessoas sempre irão interpretar a música. Não é como uma agulha hipodérmica. Você sabe, as pessoas acrescentam seu próprio ponto de vista a isso.
Robyn Williams: E a respeito do lado manipulador da música? Obviamente a Musak está crescendo [*]. As pessoas estão ficando mais espertas neste tipo de coisa?
Adrian North: Elas estão ficando muito mais profissionais acerca da maneira pela qual a música é escolhida. Por exemplo, existem muitos supermercados e lojas de discos que efetivamente operam a sua política interna de música como uma estação de rádio, uma estação de rádio comercial. O que também está acontecendo é que a conscientização disto está crescendo, e a razão para esta crescente sofisticação, é que as pessoas sabem perfeitamente bem, ou estas empresas sabem, que se as pessoas não gostarem, elas vão parar de vir e se elas pararem de vir, você não poderá ganhar o dinheiro delas. Então, é freqüente existir este estereótipo de que a música comercial é horrível, e em alguns aspectos isso está certo, mas isso é porque ela é feita de maneira horrível e esse é o tipo de empresa que irá desaparecer. Aqueles que fazem isso de forma correta são os que permanecerão e penso que as pessoas vão se opor muito menos a isso.
Robyn Williams: Eles também se opõe com firmeza a estarem sendo manipulados?
Adrian North: Eu não acho que é o caso de manipulação. O Flautista de Hamelin é um conto de fadas e é precisamente isso. E você não pode fazer com que alguém faça alguma coisa contra a sua vontade, somente por causa da música que está sendo tocada. A música tende a funcionar bem quando estamos lidando com situações do tipo 49 versus 51. Ela pode determinar qual lado tem alguma predominância, de uma forma ou de outra. Mas, como eu disse, você não vai levar as pessoas a fazerem coisas que elas não querem fazer. Você não vai fazer as pessoas comprar uma coisa que não querem simplesmente tocando uma música para elas – isso não acontece.


Convidado neste programa:
Adrian North
Grupo de Pesquisa de Psicologia da Música
Escola de Psicologia
Universidade de Leicester
A Música e o Cérebro
Oliver Sacks

De todos os animais, o homem é o único dotado de ritmo, capaz de responder à música com movimentos. É também o único a apresentar um cérebro adaptado para compreender complexas estruturas musicais e ainda se emocionar com elas. Músicos apresentam alterações em regiões cerebrais jamais vistas em outros profissionais. Para o neurologista britânico Oliver Sacks, a musicalidade é tão primordial à espécie quanto a linguagem e entender a relação entre música e cérebro é crucial para a compreensão do homem.
Em seu mais novo livro, “Alucinações musicais” (Editora Companhia das Letras), o especialista relata casos de pessoas que reagem à música de formas incomuns. Há os que simplesmente não conseguem ouvi-la. E há os que a ouvem o tempo todo, mesmo quando nenhuma melodia está tocando.
Há gente que passou a ouvir os sons de forma diferente após ser submetido a uma cirurgia cerebral. E mesmo os que desenvolveram um incomum talento musical. Nesta entrevista, Sacks conta que há um vasto caminho ainda a percorrer para que se possa entender completamente esses fenômenos. Mas uma coisa, diz, é fato: “A música se apossou de muitas partes do cérebro humano.”
O GLOBO (Roberta Jansen): O senhor concorda com Charles Darwin quando ele diz que a música teve um papel importante na evolução? Especificamente na seleção sexual, como um atrativo a mais para o sexo oposto? (ver nota dos editores)
OLIVER SACKS: Como o comportamento e as suscetibilidades não deixam registros fósseis, é difícil saber como nossos ancestrais se comportavam. Mas estou inclinado a pensar que a música surgiu muito cedo na espécie humana, tão cedo quanto a linguagem. Linguagem e música são fontes de comunicação primordiais.
GLOBO: O senhor discorda, portanto, de Steven Pinker e de outros especialistas que sustentam que a música é um subproduto do aparato sensorial, prazerosa mas dispensável?
SACKS: Sim, discordo de Pinker. Não vejo a música como algo acidental e trivial, como um subproduto da linguagem.A música está presente em todas as culturas e apresenta, nos seres humanos, aspectos únicos que não têm paralelo na linguagem. Falo do ritmo, do fato de respondermos à música com movimentos. Nenhum outro animal faz isso. É preciso ver o ritmo como algo primordial na evolução humana.Porque todos os seres humanos respondem a ele. A música une as pessoas. E há conexões específicas no cérebro para isso.
GLOBO: Unir as pessoas poderia ser uma vantagem evolutiva?
SACKS: Não posso dizer que a musicalidade humana se desenvolveu para unir as pessoas.Mas algo surgiu, se mostrou vantajoso e houve a seleção dessa característica. É claro que a musicalidade é uma vantagem evolutiva. Nenhum outro animal dança com ritmo, mas qualquer criança o faz. Isso pode ter sido um fenômeno quando surgiu, todos esses pequenos seres dançando.
GLOBO: De que forma isso é marcado no cérebro humano?
SACKS: Muitas partes do cérebro se desenvolvem com a percepção, o aprendizado e a imaginação do ritmo. De novo, nenhum outro animal tem a capacidade de ouvir e analisar sons complexos, com tons, semitons, ritmos, palavras.Essa habilidade é especificamente humana. Mesmo pessoas que sofrem de mal de Alzheimer ou tiveram um derrame respondem à música.Várias estruturas do cérebro se relacionam a isso.
GLOBO: De que forma?
SACKS: A música se apossou de muitas partes do cérebro humano. É possível ver como o cérebro se modifica em resposta à música. Estudos com imagens do cérebro já comprovaram a ampliação de determinadas regiões no cérebro de músicos. Vendo imagens de cérebros, não dá para dizer quem é matemático ou escritor. Mas dá para dizer facilmente quem é músico quando essas estruturas ampliadas aparecem.
GLOBO: Há alguma parte do cérebro especialmente voltada para música?
SACKS: Não há uma só parte do cérebro. A música está em todo mundo, por todo o cérebro, envolve várias partes desse órgão e não necessariamente as mesmas. Isso é que é o mais incrível.
GLOBO: Mas há também os que não respondem de forma alguma à música, não é?
SACKS: Sim, há algumas pessoas que não percebem musica e ficam muito impressionados com os relatos. Há outros que não ouvem determinados tons ou semitons. Essas amusias ocorrem em razão de danos no cérebro. Parte da rede que está faltando.
GLOBO: E as alucinações musicais? Até que ponto elas poderiam ser interpretadas como um problema psicológico?
SACKS: Quando uma pessoa tem alucinação musical (ouve música que ninguém mais está ouvindo), a primeira coisa que pensa é que ficou louco, que está ouvindo coisas. Mas é um processo completamente diferente de ouvir vozes como os esquizofrênicos. Eles recebem ordens, é bem diferente e as pessoas enfatizam isso. Alucinações musicais são bem comuns, são como velhas memórias que tocam na mente. Não é uma doença mental.
GLOBO: Por que a música muitas vezes provoca uma reação emocional? Como o cérebro é capaz de diferenciar uma melodia triste de uma alegre?
SACKS: Um dos maiores poderes da música é controlar emoção, desenvolver, provocar respostas emocionais. Anatomicamente, podemos dizer que algumas regiões do cérebro afetadas pela música estão perto daquelas ligadas às emoções, envolvidas nas percepções dos cheiros que despertam memórias. Mas ainda não está claro como essas respostas emocionais ocorrem. Não se sabe ainda o quanto depende da cultura.


Fonte: http://oglobo.globo.com/ciencia/mat/2007/09/29/297941924.asp
A Música e Seus Efeitos no Indivíduo
Ana Maria N. Gorski Damaceno
[*]


“Existem músicas e músicas, suaves e harmoniosas, estridentes e sincopadas. Comprovadamente, qualquer delas exerce profunda influência na formação da personalidade humana” - Gerson Gorski Damaceno
Um dos meus compositores prediletos, o prodigioso pianista Franz Liszt disse: “Considerai a arte, não como um meio de satisfazer ambições egoístas, ou de alcançar uma celebridade estéril, mas como uma forma que une e sustenta a humanidade”.
Acompanhando o progresso da humanidade sempre esteve presente a ciência da arte musical.
Um dos fatores de grande importância na formação da personalidade do individuo é a sua cultura musical.
Não apenas porque desperta a criatividade, mas, porque enriquece e desenvolve as faculdades humanas de um modo geral. A música contribui e apela para o desenvolvimento da sensibilidade, inteligência, perseverança, amor, criatividade, memorização, vontade, auto-estima, autodisciplina, improvisação e muito mais...Proporcionando alegria ao compositor, ao executante e ao ouvinte. Sentimos que, por todas essas razões, a música é um fator cultural extremamente necessário para o ser humano.
Os gregos, árabes, hebreus, hindus, chineses e outros povos da antiguidade possuem inúmeros documentos referindo-se ao poder terapêutico da música. O mais típico exemplo desse fenômeno mencionado na Bíblia é o de Davi tocando harpa para acalmar o rei Saul, restaurando-lhe a paz. O declínio espiritual da música bem como a transformação da natureza e da mentalidade humana, são responsáveis pelos raros efeitos terapêuticos da música atual.
Certas músicas contemporâneas, não só como o Jazz e Rock podem provocar sério desequilíbrio no sistema nervoso. O uso extensivo de síncopes, ostinatos, polirítimos, dissonâncias, bem como o volume do som extremamente alto, concorrem gradualmente para o aparecimento de enfermidades graves no individuo, principalmente a perda da audição que é irrecuperável. O filosofo romano Boethius (480-524) disse: “A saúde é tão musical que a doença não é outra coisa senão uma dissonância, e essa dissonância pode ser resolvida pela música”.
Inúmeras são as pessoas que têm experimentado os efeitos terapêuticos ouvindo música erudita, executando-a, simplesmente improvisando-a, ou compondo-a descontraidamente. A prática pessoal de algum instrumento ou canto contribuem para o equilíbrio físico, emocional, e mental do individuo.
Às vezes certos alunos adultos após terminada a aula nos confessam: “Professora, a senhora curou-me de minha forte dor de cabeça”. Simples exercícios rítmicos, de relaxamento, canções bem melodiosas e execução descontraída das peças musicais exercem efeitos saudáveis sobre o sistema nervoso fazendo desaparecer no estudante as tensões acumuladas durante o dia.
Por outro lado podemos constatar que, certos alunos, muitas vezes, usando um esforço demasiado na pratica instrumental ou vocal errônea, apresentam um alto desequilíbrio nervoso.
Quando certos alunos desejam praticar e apresentar peças que ainda não estão tecnicamente preparados, perdem muitas horas treinando, ficando frustrados com os resultados satisfatórios que deixam de preencher suas necessidades estéticas e psíquicas.
Toda essa problemática resulta num certo desequilíbrio físico e emocional, muitas vezes agravado por uma postura inadequada, respiração incorreta, tensão nervosa causando problema de coluna, cansaço, irritabilidade, distensão muscular, dores de cabeça, depressão, e profunda desmotivação no estudo musical. Uma boa sugestão para evitar alguns desses problemas é de incentivar o aluno a dividir o seu treino musical diário intercalando com outras atividades.
O professor deve estar sempre alerta a tais situações motivando o aluno a escolher um repertorio adequado, respeitando as condições físicas, emocionais, e a personalidade de cada individuo. Relembrando o pensamento de um amigo: “Pela música encontramos a maneira mais emocionante de recordar um passado triste ou alegre”. Diante disso necessitamos adaptar diferentes estratégias de ensino e repertório de acordo com as situações emocionais do executante. Deve-se evitar forçar ou causar tensões desnecessárias ao aluno, pois, a música tem como objetivo trazer saúde, paz e harmonia para nossa vida, no ambiente em que vivemos e ao nosso mundo. Ao contrario, muita ruidosa música atual, prejudica a saúde e causa desequilíbrio total na vida do individuo e do seu mundo.
Pense e reflita, antes de escolher e ouvir o seu repertório musical...


Fonte: http://www.folhadafamilia.com/musica_adoracao009.asp



[*]
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som Re: Afinal de contas, o Rock é do Homem, de Deus ou do Diabo?

Mensagem por eleito_17 em Seg 13 Set 2010, 11:08 pm

Engano seu, o ritmo tem um poder muito grande em nosso cérebro, pelo visto vc não leu nenhum dos artigos que indiquei.

Amado,tente ser menos imparcial nos seus conceitos..

Os textos que vc postou(os ultimos dois,pelo menos..) não apontam senão o que temos dito:o ritmo e a tonalidade da música não é má em si,mas sim a mensagem embutida atras dela...sobre ouvir música alta não é no jazz e no rock que acontece e isso é nocivo,é em qualquer tipo de música!O que dizer do trance,musica de discoteca??

Tudo o que voce ouve tem influencia cerebral..existe ate um novo metodo cientifico chamado de sons binaurais que usa uma tecnica com dois sons sobrepostos para fazer terapia.Isso que rock é pior que os outros,carece de provas diretas e concisas.

Como já expliquei,o rock tem elementos de um grande numero de generos,portanto se rock é nocivo,aqueles que lhe deram origem tambem o são...e entre eles está o Gospel!

Voce tem o conceito que o estilo "rock"é só barulheira e guitarra elétrica,mas a história não é bem assim..grande parte da musica que vende hoje,por exemplo,tem uma vertente pop-rock..quase toda!Mesmo um grande numero de baladas romanticas, que,penso quase toda a gente aprecia (pelo menos uma ou duas)são um claro pop-rock!

Alias,se voce considera o rock satanico,tem de considerar toda a música que fica fora da esfera do gospel..pois quase todos os estilos usam elementos que se afastam da música sacra.

(note que estamos falando apenas de música e não necessariamente de letras)

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som Re: Afinal de contas, o Rock é do Homem, de Deus ou do Diabo?

Mensagem por wagner antonio rangel em Seg 13 Set 2010, 11:37 pm

a palavra de Deus diz "tudo que tem folego louve ao Senhor", então o ritimo do rock, com certeza existe para louvar o Senhor, e deve ser usado para louvar a Deus, assim como tudo que Ha nesta terra, mas cmo tudo as vezes pra não dizer na maioria das vezes, não é usado para louvar o Senhor.

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som Re: Afinal de contas, o Rock é do Homem, de Deus ou do Diabo?

Mensagem por eleito_17 em Seg 13 Set 2010, 11:53 pm


a palavra de Deus diz "tudo que tem folego louve ao Senhor", então o ritimo do rock, com certeza existe para louvar o Senhor, e deve ser usado para louvar a Deus, assim como tudo que Ha nesta terra, mas cmo tudo as vezes pra não dizer na maioria das vezes, não é usado para louvar o Senhor.
Boa noite

Falou e disse...desde o Eden que isso acontece meu amado :risadinha:

No entanto,creio que com este novo avivamento veremos muitas bandas de todos os estilos a converterem-se e a louvarem ao Senhor usando os mais diversos ritmos e instrumentos..

E todos os moradores da terra são reputados em nada, e segundo a sua vontade ele opera com o exército do céu e os moradores da terra; não há quem possa estorvar a sua mão, e lhe diga: Que fazes?
Daniel 4 vv. 35




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som Re: Afinal de contas, o Rock é do Homem, de Deus ou do Diabo?

Mensagem por silvamelo em Ter 14 Set 2010, 12:01 am

Certas músicas contemporâneas, não só como o Jazz e Rock podem provocar sério desequilíbrio no sistema nervoso.
Para mim é terapêutico! :risadinha:

Agora, se tocar samba e forró; aí sim, concordo que vai causar danos!
hahahaha

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som Re: Afinal de contas, o Rock é do Homem, de Deus ou do Diabo?

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