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Ortografia e Gramática

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Ortografia e Gramática

Mensagem por James Carrey em Sex 03 Set 2010, 2:51 am

O pessoal parece estar bem ativo no forum, escrevendo demais e, conseqüentemente errando muito – inclusive eu, que não tenho motivo para não fazê-lo.

Por isso, resolvi abrir este tópico onde vou adicionando aos poucos, dicas práticas de como escrever corretamente [E coisas semelhantes].

Adicionando aos poucos, porque parece que as pessoas têm certo receio de ler tópicos muito grandes. E também porque, assim, o pessoal pode ir acrescentando algo que já não esteja listado no post.

As dicas não são minhas, mas retiradas de outros sites, os quais citarei como referência quando o tópico estiver mais extenso.



Por que, porque, por quê ou porquê?


O uso correto segundo a gramática

Por que (separado, sem acento)
Utiliza-se nas interrogativas, sejam diretas ou indiretas. É um advérbio interrogativo. Exemplos:

Por que ele foi embora? (interrogativa direta)
Queremos saber por que ele foi embora. (interrogativa indireta)

Dica: Coloque a palavra "motivo" ou "razão" depois de "por que". Se der certo, escreva separado, sem acento.
Queremos saber por que motivo ele foi embora.

Por que
pode também equivaler a pelo qual, pela qual pelos quais, pelas quais, sendo o que, nesse caso, um pronome relativo. Exemplo:

Aquele é o quadro por que ela se apaixonou.

Dica: Substitua por que por "pelo qual, pelos quais, pela qual ou pelas quais":
Aquele é o quadro pelo qual ela se apaixonou.


Porque (junto, sem acento)
Estabelece uma causa. É uma conjunção subordinativa causal, ou coordenativa explicativa. Exemplos:

Ele foi embora porque cansou daqui.
Não vá porque você é útil aqui.

Dica: Substitua porque por "pois".
Ele foi embora pois se cansou daqui.

Também utiliza-se porque com o sentido de "para que", introduzindo uma finalidade:
Ele mentiu porque o deixassem sossegado.

Por quê (separado, com acento)
Sempre que a palavra que estiver em final de frase, deverá receber acento, não importando qual seja o elemento que surja antes dela. Exemplos:

Ela não me ligou e nem disse por quê.
Você está rindo de quê?
Você veio aqui para quê?



Porquê (junto, com acento)
Equivalendo a causa, motivo, razão, porquê é um substantivo. Neste caso ele é precedido pelo artigo o. Exemplo:

Não quero saber o porquê de sua recusa.


Dica: Substitua "porquê" por "motivo".
Não quero saber o motivo de sua recusa.

positivinho


Última edição por James Carrey em Sex 03 Set 2010, 11:05 pm, editado 1 vez(es)


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Re: Ortografia e Gramática

Mensagem por Cal em Sex 03 Set 2010, 11:36 am

Excelente tópico James, eu errei muito nos ¨¨por quês¨¨... :risadinha:


A verdade, somente a verdade, nada mais que a verdade.

Cal
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Re: Ortografia e Gramática

Mensagem por James Carrey em Sex 03 Set 2010, 10:18 pm





O uso da crase



A crase indica a fusão da preposição a com artigo
a: João voltou à (a preposição a
artigo) cidade natal. / Os documentos foram apresentados
às
(a prep. as art.) autoridades.
Dessa forma, não existe crase antes de palavra
masculina:
Vou a pé. / Andou a cavalo. Existe uma
única exceção, explicada mais adiante.


Regras práticas



Primeira - Substitua a palavra antes da qual
aparece o a ou as por um termo masculino. Se o
a ou as se transformar em ao ou
aos, existe crase; do contrário, não. Nos exemplos já
citados: João voltou ao país natal. / Os documentos foram
apresentados aos juízes
. Outros exemplos: Atentas às
modificações, as moças... (Atentos aos processos, os moços...)
/ Junto à parede (junto ao muro).




No caso de nome geográfico ou de lugar, substitua o
a ou as por para. Se o certo for para
a
, use a crase: Foi à França (foi para a França). /
Irão à Colômbia (irão para a Colômbia). / Voltou a Curitiba
(voltou para Curitiba
, sem crase). Pode-se igualmente usar
a forma voltar de: se o de se transformar em
da, há crase, inexistente se o de não se
alterar: Retornou à Argentina (voltou da Argentina). / Foi
a Roma (voltou de Roma).




Segunda - A combinação de outras preposições com
a (para a, na, da, pela e com a, principalmente) indica
se o a ou as deve levar crase. Não é necessário
que a frase alternativa tenha o mesmo sentido da original nem
que a regência seja correta. Exemplos: Emprestou o livro à
amiga (para a amiga). / Chegou à Espanha (da Espanha). / As
visitas virão às 6 horas (pelas 6 horas). / Estava às portas
da morte (nas portas). / À saída (na saída). / À falta de (na
falta de, com a falta de).



Usa-se a crase ainda


1 - Nas formas àquela, àquele, àquelas, àqueles,
àquilo, àqueloutro
(e derivados): Cheguei àquele
(a aquele) lugar. / Vou àquelas cidades. /
Referiu-se àqueles livros. / Não deu importância
àquilo.




2 - Nas indicações de horas, desde que determinadas:
Chegou às 8 horas, às 10 horas, à 1 hora. Zero e meia
incluem-se na regra: O aumento entra em vigor à zero hora.
/ Veio à meia-noite em ponto.
A indeterminação afasta a
crase: Irá a uma hora qualquer.


3 - Nas locuções adverbiais, prepositivas e conjuntivas
como às pressas, às vezes, à risca, à noite, à direita, à
esquerda, à frente, à maneira de, à moda de, à procura de, à
mercê de, à custa de, à medida que, à proporção que, à força
de, à espera de: Saiu às pressas. / Vive à custa do pai. /
Estava à espera do irmão. / Sua tristeza aumentava à medida
que os amigos partiam. / Serviu o filé à moda da
casa.



4 - Nas locuções que indicam meio ou instrumento e em
outras nas quais a tradição lingüística o exija, como à bala,
à faca, à máquina, à chave, à vista, à venda, à toa, à tinta,
à mão, à navalha, à espada, à baioneta calada, à queima-roupa,
à fome (matar à fome): Morto à bala, à faca, à navalha. /
Escrito à tinta, à mão, à máquina. / Pagamento à vista. /
Produto à venda. / Andava à toa.
Observação: Neste
caso não se pode usar a regra prática de substituir a
por ao.



5 - Antes dos relativos que, qual e quais,
quando o a ou as puderem ser substituídos por
ao ou aos: Eis a moça à qual você se
referiu
(equivalente: eis o rapaz ao qual você se
referiu). / Fez alusão às pesquisas às quais nos dedicamos
(fez alusão aos trabalhos aos quais...). / É uma situação
semelhante à que enfrentamos ontem (é um problema semelhante
ao que...).


Não se usa a crase antes de



1 - Palavra masculina: andar a pé, pagamento a prazo,
caminhadas a esmo, cheirar a suor, viajar a cavalo, vestir-se
a caráter.
Exceção. Existe a crase quando se pode
subentender uma palavra feminina, especialmente moda e
maneira, ou qualquer outra que determine um nome de
empresa ou coisa: Salto à Luís XV (à moda de Luís XV).
/ Estilo à Machado de Assis (à maneira de). /
Referiu-se à Apollo
(à nave Apollo). / Dirigiu-se à
(fragata) Gustavo Barroso. / Vou à (editora)
Melhoramentos. / Fez alusão à (revista) Projeto.




2 - Nome de cidade: Chegou a Brasília. / Irão a Roma
este ano.
Exceção. Há crase quando se atribui uma
qualidade à cidade: Iremos à Roma dos Césares. / Referiu-se
à bela Lisboa, à Brasília das mordomias, à Londres do século
19.



3 - Verbo: Passou a ver. / Começou a fazer. / Pôs-se a
falar.



4 - Substantivos repetidos: Cara a cara, frente a
frente, gota a gota, de ponta a ponta.



5 - Ela, esta e essa: Pediram a ela que
saísse. / Cheguei a esta conclusão. / Dedicou o livro a essa
moça.




6 - Outros pronomes que não admitem artigo, como ninguém,
alguém, toda, cada, tudo, você, alguma, qual, etc.


7 - Formas de tratamento: Escreverei a Vossa
Excelência. / Recomendamos a Vossa Senhoria... / Pediram a
Vossa Majestade...



8 - Uma: Foi a uma festa. Exceções. Na
locução à uma (ao mesmo tempo) e no caso em que
uma designa hora (Sairá à uma hora).



9 - Palavra feminina tomada em sentido genérico: Não
damos ouvidos a reclamações. / Em respeito a morte em família,
faltou ao serviço.
Repare: Em respeito a
falecimento,
e não ao falecimento. / Não me
refiro a mulheres, mas a meninas.



Alguns casos são fáceis de identificar: se couber o
indefinido uma antes da palavra feminina, não existirá
crase. Assim: A pena pode ir de (uma) advertência
a (uma) multa. / Igreja reage a (uma) ofensa de
candidato em Guarulhos. / As reportagens não estão
necessariamente ligadas a
(uma) agenda. / Fraude leva a
(uma) sonegação recorde. / Empresa atribui goteira a
(uma) falha no sistema de refrigeração. / Partido se
rende a
(uma) política de alianças.



Havendo determinação, porém, a crase é indispensável:
Morte de bebês leva à punição (ao castigo) de
médico. / Superintendente admite ter cedido à pressão
(ao
desejo) dos superiores.


10 - Substantivos no plural que fazem parte de locuções de
modo: Pegaram-se a dentadas. / Agrediram-se a bofetadas. /
Progrediram a duras penas.



11 - Nomes de mulheres célebres: Ele a comparou a Ana
Néri. / Preferia Ingrid Bergman a Greta Garbo.



12 - Dona e madame: Deu o dinheiro a dona
Maria . / Já se acostumou a madame Angélica.

Exceção. Há crase se o dona ou o madame estiverem
particularizados: Referia-se à Dona Flor dos dois
maridos.




13 - Numerais considerados de forma indeterminada: O
número de mortos chegou a dez. / Nasceu a 8 de janeiro. / Fez
uma visita a cinco empresas.



14 - Distância, desde que não determinada: A
polícia ficou a distância. / O navio estava a distância.

Quando se define a distância, existe crase: O navio estava
à distância de 500 metros do cais. / A polícia ficou à
distância de seis metros dos manifestantes.



15 - Terra, quando a palavra significa terra firme:
O navio estava chegando a terra. / O marinheiro foi a
terra.
(Não há artigo com outras preposições: Viajou
por terrra. / Esteve em terra.)
Nos demais significados da
palavra, usa-se a crase: Voltou à terra natal. / Os
astronautas regressaram à Terra.




16 - Casa, considerada como o lugar onde se mora:
Voltou a casa. / Chegou cedo a casa. (Veio de casa, voltou
para casa,
sem artigo.) Se a palavra estiver determinada,
existe crase: Voltou à casa dos pais. / Iremos à Casa da
Moeda. / Fez uma visita à Casa Branca.



Uso facultativo

1 - Antes do possessivo: Levou a encomenda a sua
(ou à sua) tia. / Não fez menção a nossa empresa
(ou à nossa empresa). Na maior parte dos casos, a
crase dá clareza a este tipo de oração.



2 - Antes de nomes de mulheres: Declarou-se a Joana
(ou à Joana). Em geral, se a pessoa for íntima de
quem fala, usa-se a crase; caso contrário, não.


3 - Com até: Foi até a porta (ou até à).
/ Até a volta
(ou até à). No Estado, porém,
escreva até a, sem crase.

Fonte: http://www.ceismael.com.br/oratoria/uso-da-crase.htm

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Re: Ortografia e Gramática

Mensagem por James Carrey em Sex 03 Set 2010, 10:57 pm

Alguns navegadores possuem complementos para verificação ortográfica; o que pode ser de grande utilidade pra quem escreve muito nos forums de internet.

Se você errar na grafia, o corretor ortográfico sublinha as palavras com uma linha vermelha, como acontece no Word.

Pra quem usa o Firefox é só clicar onde estiver escrito Add to Firefox aqui neste link, instalar e reiniciar o navegador.
------------------------------------------------------------------------------
O Google Chrome já vem com um verificador embutido.

Ajustar as configurações do corretor ortográfico no Google Chrome



  1. Clique no ícone de chave inglesa na barra de ferramentas do navegador.
  2. Selecione Opções.
  3. Clique na guia Configurações avançadas.
  4. Clique em Alterar as configurações de fonte e idioma.
  5. Clique na guia Idiomas.

    • Marque a caixa de seleção "Verificar ortografia" se quiser que o Google Chrome verifique automaticamente a sua ortografia.
    • Selecione o idioma que deseja usar no menu "Idioma do corretor ortográfico".


  • Clique em OK quando terminar.

  • Adicionar uma nova palavra ao dicionário


    Se o corretor ortográfico continua sublinhando uma palavra que você utiliza com frequência, clique nela com o botão direito e selecione Adicionar ao dicionário. No momento, não é possível remover uma palavra do dicionário.
    Desativar temporariamente o corretor ortográfico


    Você pode desativar temporariamente o corretor ortográfico para o campo em que está digitando. Siga estas etapas:

    1. Clique com o botão direito no campo de texto.
    2. Selecione Opções do corretor ortográfico.
    3. Desmarque "Verificar a ortografia deste campo".

      fonte: http://www.google.com/support/chrome/bin/answer.py?hl=br&answer=95604


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    Re: Ortografia e Gramática

    Mensagem por pastorgentil em Sab 04 Set 2010, 12:32 am

    nossa carey, não sabia que eras tão sabido. excelente tópico. parabes!!! positivinho

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    Re: Ortografia e Gramática

    Mensagem por James Carrey em Dom 05 Set 2010, 11:37 am

    Quando usar "PARA MIM" e "PARA EU"...



    Observe, amigo leitor, estes dois exemplos :


    O professor entregou um embrulho PARA MIM.
    e
    O professor entregou um embrulho PARA EU guardar.


    Sem precisar aprofundarmos em regras grama-
    ticais, a justificativa que podemos tirar a respeito do emprego dessas
    duas formas (PARA MIM e PARA EU) é que :

    DEVEREMOS SEMPRE EMPREGAR A PALAVRA
    "EU" (formando a expressão PARA EU) quando imediatamente após ela
    VIER UM VERBO NO INFINITIVO (é aquela forma que representa o
    NOME DO VERBO, sempre terminada em "r". Exs.: falaR, sorriR, pensaR, etc )

    Assim sendo, além do segundo exemplo acima,
    também deveremos usar PARA EU nestes outros exemplos :

    - Para EU amar alguém, é preciso que também seja amado.
    - Você está sempre insistindo para EU tentar o vestibular...

    (Confirme que, em mais estes dois exemplos,
    a expressão PARA EU vem antes de um verbo no infinitivo).

    Por dedução, USAREMOS A FORMA "PARA
    MIM
    " quando depois dela não vier um verbo no infinitivo.

    Por isso, deveremos dizer :

    - Você pode fazer um favor PARA MIM?
    - PARA MIM, a maior felicidade é a harmonia no lar.

    .............................................

    ATENÇÃO PARA ESTA SITUAÇÃO QUE,
    ÁS VEZES, PODE VIR A CONFUNDIR-NOS :

    Veja este exemplo :

    PARA MIM, viajar à noite é arriscado.

    Sobre esta frase, caberiam as seguintes perguntas :

    1) Está corretamente formulada?

    2) Se está corretamente formulada, COMO JUSTIFICAR O EMPREGO
    DA EXPRESSÃO "PARA MIM", se logo depois dela vem um verbo (via-
    jar) que está no infinitivo?


    Eis aqui as explicações :

    1) A frase ESTÁ CORRETA.

    2) A expressão PARA MIM, antes de "viajar" está corretamente empre-
    gada pelos seguintes motivos :

    a) Esta expressão está deslocada (fora do lugar normal) . Nesta
    frase, ela deveria estar NO FINAL ("Viajar à noite é arriscado
    PARA MIM) ou, até, NO MEIO da frase ("Viajar à noite, PARA
    MIM, é arriscado).

    b) E, agora, o detalhe mais importante que justifica o emprego
    de PARA MIM nessa frase :

    A expressão "para mim" (em PARA MIM, viajar....) está separa-
    da do verbo viajar POR UMA VÍRGULA - O QUE DEVE SER ENTEN-
    DIDO QUE ESSA EXPRESSÃO NÃO ESTÁ EM SEU LUGAR CORRETO,
    lugar correto esse que, conforme já citado, DEVE SER OU NO
    MEIO OU NO FIM DESTA FRASE.



    Fonte: Recanto das Letras

    Autor: pedralis


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    Re: Ortografia e Gramática

    Mensagem por pastorgentil em Dom 05 Set 2010, 4:48 pm

    mim não conjuga verbo e sim eu.

    para eu fazer
    para eu viajar
    para eu comer

    e não

    para mim fazer
    para mim viajar
    para mim comer

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    Re: Ortografia e Gramática

    Mensagem por James Carrey em Dom 05 Set 2010, 6:10 pm

    Essas minudências da lingua portuguesa não são muito relevantes. Contanto que não saiam dizendo: mim quer comer, mim quer aprender, tá beleza. A linguagem coloquial não exige tanto.

    Hoje em dia até os internetês passam desapercebidos e sem incomodarem a ninguém.


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    Re: Ortografia e Gramática

    Mensagem por pastorgentil em Dom 05 Set 2010, 11:43 pm

    James Carrey escreveu:Essas minudências da lingua portuguesa não são muito relevantes. Contanto que não saiam dizendo: mim quer comer, mim quer aprender, tá beleza. A linguagem coloquial não exige tanto.

    Hoje em dia até os internetês passam desapercebidos e sem incomodarem a ninguém.

    ahhh amigo. esses dias aprendi mais uma na forma escrita e faLada. É quando se fala o homem como uma forma genérica. homem e mulher. Tanto ao escrever como ao falar devemos nos referir SER HUMANO. Em um mundo machista, as mulheres agradecem positivinho

    e outra coisa que está mudando é quando o reporter se refere ao acidentado.

    - " ele não corre risco de vida " ERRADO
    "- ele não corre mais risco de morte" CERTO

    Um abraço

    tá mandando bem. positivinho hummm

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    Re: Ortografia e Gramática

    Mensagem por James Carrey em Seg 06 Set 2010, 9:01 am

    ahhh amigo. esses dias aprendi mais uma na forma escrita e faLada. É quando se fala o homem como uma forma genérica. homem e mulher. Tanto ao escrever como ao falar devemos nos referir SER HUMANO. Em um mundo machista, as mulheres agradecem

    Certamente os pronomes de gênero incomodam muito as mulheres. Porém, o uso destes pronomes sexistas é uma questão de costumes e cultura.

    Pequenas alterações certamente devem ser adotadas: dizer "humanidade" ao invés de "homem" não custa nada. É uma questão de bom senso, não de regra gramatical.

    Se seguirmos à risca, temos também que modificar todo o contexto a qual estamos acostumados: Ele ou ela deve perguntar a si
    mesmo ou a si mesma se o senso de estilo dele ou dela vai um dia permitir
    que ele ou ela escrevam desse jeito.

    O texto se torna completamente reduntante;mas algumas feministas radicais fazem um banzé se por acaso ouvem coisas do tipo: "o homem" ao invés de "ser humano".


    e outra coisa que está mudando é quando o reporter se refere ao acidentado.

    - " ele não corre risco de vida " ERRADO
    "- ele não corre mais risco de morte" CERTO


    O uso legitimo fica por conta do "risco de vida". Mas hoje em dia a mídia popularizou tanto o "risco de morte" que acho conveniente o uso de ambas as expressões.


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    Re: Ortografia e Gramática

    Mensagem por pastorgentil em Seg 06 Set 2010, 12:41 pm

    olá meu amigo, já de ante mão lhe dou um abraço.

    a mudança de ao falar genericamente ou na escrita "Ser humano" se deu a um pedido da Academia Brasileira de letras. Perceba que todos os escritores antenados nas mudanças tem escrito assim.

    Mas vamos em frente.

    Explique-nos o Bem e o mau e é só. abraços.

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    Re: Ortografia e Gramática

    Mensagem por Cal em Seg 06 Set 2010, 6:31 pm

    Deve-se escrever mal com l quando for o contrário de bem e deve-se escrever mau com u quando for o contrário de bom, se estiver em dúvida de qual forma empregar é só pensar por qual você substituiria se quisesse dizer o contrário.

    Mal-estar - Bem-estar.

    Mau sinal - Bom sinal.


    A verdade, somente a verdade, nada mais que a verdade.

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    Re: Ortografia e Gramática

    Mensagem por pastorgentil em Seg 06 Set 2010, 8:33 pm

    o mau é bom
    o bem é mal

    no singular fica mais fácil de guardar.

    Males e bens
    maus e bons

    Não há males que não venham para o bem.
    há maus e bons.

    Mas há uma forma mais fácil de guardar isso?

    Alguns erram ao escrever; "mais eu te disse." Está serto Pasquale? :risadinha:

    um abraço

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    Re: Ortografia e Gramática

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