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O Enigma das Pirâmides

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Leitura O Enigma das Pirâmides

Mensagem por Fish em Qui 22 Jul 2010, 8:10 pm

O Enigma das Pirâmides



As três pirâmides mais importantes do Egito, Khufu (Queóps), Krafe (Quéfren) e Menkaura (Miquerinos), são consideradas por alguns um verdadeiro enigma. Dentre as teorias mais mirabolantes para explicar suas origens e os seus mistérios, a mais polêmica é a Teoria Órion.

Em 1994 o livro "O Mistério Oríon" de Robert Bauval e Adrian Gilbert causou um grande tumulto no mundo da Egiptologia como nenhum outro livro antes. Sem menos, ele apresenta em sua capa algo como “Após mais de 4000 anos os segredos das pirâmides foram resolvidos" (na edição alemã). A tese, que propunha ter resolvido isto, é agora chamada como a Teoria da Correlação Oríon ou, em sigla, a OCT (Orion Correlation Theory).
Embora publicado por dois autores a tese é essencialmente o trabalho de Robert Bauval. Ele afirma ter encontrado a resposta para questões as quais têm sido debatidas fortemente por décadas:
É a colocação das pirâmides uma coincidência? Ou há um outro plano? Por muitas décadas isto tem sido discutido. A maioria centra-se em torno - oh maravilha - das pirâmides de Giza (numa abreviação Gizamides). Alguns cientistas dizem que a distribuição é pura coincidência, outros dizem que se deveu em função da disponibilidade do terreno, outros pensam que eles descobriram um padrão geométrico subjacente para explicar os locais. Quase todas as teorias apresentam uma falta substancial: para explica-las é necessário assumir que os Egípcios precisavam de um conhecimento de matemática e geometria que, teoricamente, ainda não existia.
Bauval e Gilbert seguem usando uma distribuição de mitologia-derivada. Como resultado de suas investigações eles concluíram que o Mundo Egípcio da Morte (traduzido literalmente, mas que implica em dois outros conceitos, a saber, o do Vale dos Mortos dos Egípcios e o do Livro dos Mortos) estava localizado no céu e que o local das pirâmides representava as mais importantes estrelas para eles.
Os reis mortos, e pessoas comuns também, iriam ao deus Osiris após suas mortes. Este deus tinha uma representação estelar, a constelação de Sah que é, de acordo com Bauval, idêntica à nossa moderna Oríon. Desde que cada pessoa tinha uma alma estelar, cada rei morto poderia tornar-se uma estrela de Oríon, onde as pirâmides foram colacadas de modo que representassem a específica estrela que o rei viria a ser.
Em tempos tardios um novo culto solar substituiu a antiga religião estelar, as pirâmides do final da quinta e sexta dinastia não mais faziam coincidir qualquer estrela no céu.

A melhor evidência do culto a Oríon é a comparação entre as três maiores pirâmides de Giza com o chamado cinturão de estrelas de Oríon.



Há uma semelhança notável: três estrelas no centro da constelação de Oríon, diagonalmente mas com uma estrela desviando, e três pirâmides, também com um desvio da diagonal. E a posição relativa das estrelas e pirâmides faz coincidir cada uma delas perfeitamente.

Mas os autores encontraram mais algumas similaridades que não podem ser explicados pela mera coincidência:
* O brilho da estrela e o tamanho da pirâmide: Giza consiste em duas pirâmides quase igualmente altas e uma menor que tem só 53% da altura das outras duas. O Cinturão de Oríon consiste de duas estrelas cujo brilho é quase similar, e uma com apenas 50% do brilho de outras duas. A menor pirâmide é um dos desvios da diagonal, assim como a mais escura estrela!
* Outras pirâmides: Mais outras pirâmides no Egito ajustam o quadro do céu: as duas maiores pirâmides em Dahsur são coincidentes com as duas mais brilhantes estrelas no Feixe Aberto de “Hyades”, duas outras pirâmides próximas a Giza são estrelas brilhantes de Oríon, e as pirâmides de Abusi estão exatamente onde a cabeça de Oríon deveria estar.



Notem ainda que as três estrelas do cinturão(Mintaka, Alnilan e Alnitaka), também chamadas de “Três Marias”, se alinham com uma quarta estrela, que não pertence a constelação de Órion, o Caçador, essa estrela é Sírius, e aponta para o Oriente, onde o sol nasce. Esse alinhamento das estrelas com Sírius e o Sol só ocorre em meados dos dias 23~25 de dezembro, quando os pagãos, incluindo os egípcios, comemoravam o nascimento do Sol Invicto, o Solis Invictus Hórus/Tamuz.



Ao contrário do que a maioria dos cristãos pensa, o natal não tem como ser a data comemorativa do nascimento de Jesus, ele é uma data tradicionalmente pagã, por isso a tradição de decorar um pinheiro, símbolo do renascimento de Ninrode/Tamuz. Jesus provavelmente não nasceu no dia 25 de dezembro, embora a Bíblia não especifique dia ou mês. O problema com o mês de dezembro é que seria fora do comum que pastores estivessem “pastoreando nos campos” nesse frio período do ano, quando os campos ficavam improdutivos, tal como se vê pela narrativa bíblico, em Lucas 2. A prática normal era manter os rebanhos nos campos da Primavera ao Outono. Além disso, o inverno seria um tempo especialmente difícil para Maria viajar grávida pelo longo caminho de Nazaré a Belém (70 milhas). A data comemorativa de 25 de dezembro foi apontada pela paganizada Igreja de Roma para atrair os praticantes do culto a Mitra, uma espécie de deus solar, cujo nascimento era no dia 25 de dezembro, o que facilitou a assimilação daqueles povos pagãos ao Cristianismo.

Já o misterioso e preciso alinhamento das pirâmides com as três estrelas da constelação de Órion só é conseguido quando levamos em consideração o céu noturno de 10.500 a.C, não o atual. Isso ocorre porque a posição das estrelas no céu não é fixa, ela varia de ano para ano, sendo extremamente significativa quando se consideram centenas ou até milhares de ano, se devendo ao movimento de Precessão realizado pelo planeta, pelo qual o eixo da Terra, que é naturalmente inclinado em 23º em relação ao plano de translação, oscila lentamente. Será que essa data de 10.500 a.C é algum indício da real data de construção dessas estruturas? Detalhe, os egiptólogos consideram a construção das pirâmides em meados de 4.000 a.C, dizem também que as pirâmides foram construídas para servir como tumbas para os faraós, embora nunca tenham sido encontradas múmias em nenhuma dessas três pirâmides do complexo de Giza.



Fonte:
http://www.filosofix.com.br/blogramiro/?p=89

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