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A Ciência

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Re: A Ciência

Mensagem por Marilyn Manson em Qui 22 Jul 2010, 4:50 am

O "amado irmão" acima está de piada?

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Re: A Ciência

Mensagem por Ed em Qui 22 Jul 2010, 6:43 am

Vocês estão de piada...

sempre estiveram!




::


Porque nós não somos, como muitos, falsificadores da palavra de Deus, antes falamos de Cristo com sinceridade, como de Deus na presença de Deus 2Co 2:17

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Re: A Ciência

Mensagem por Marilyn Manson em Qui 22 Jul 2010, 7:02 am

Ed escreveu:Vocês estão de piada...

sempre estiveram!


Já pra mim a piada vem da sua parte, mas eu compreendo, direitos de escolha, tu é livre, blá blá blá...
Cada um acredita no que quiser, mas ninguém vai me fazer acreditar num boneco de barro com um sopro divino como forma da criação humana.

Marilyn Manson
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Re: A Ciência

Mensagem por dedo-duro em Qui 22 Jul 2010, 9:15 am

.
Há milhares de fósseis transicionais. Nos pontos 4 e 5 o texto se limita a negação geral.

Aqueles que acreditam que os fósseis são armadilhas de Satã, pelo menos não negam evidências. oh my

dedo-duro
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Re: A Ciência

Mensagem por Daiverson Silva em Qui 22 Jul 2010, 12:13 pm

dedo-duro escreveu:.
Há milhares de fósseis transicionais. Nos pontos 4 e 5 o texto se limita a negação geral.

Aqueles que acreditam que os fósseis são armadilhas de Satã, pelo menos não negam evidências. oh my

Faltam argumentos pra sua resposta amigo...
"Há milhares" Cite-os? Favor anexar a base da informação.
Além de cita-los, gostaria de uma prova acordando a evolução com as leis da CIÊNCIA que a mesma transgride como fora citado no "texto de piada" que eu postei (segundo Merilyn Manson).

Agora Marilyn
Manson,
ironia não vence debate, se não há inteligência e honestidade cientifca suficiente para debater, preste mais atenção no texto e procure os fundamentos e as teorias cidadas, e reveja seus conceitos sobre existência de um criador.
Não fique ironizando coisa séria.

Daiverson Silva
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Re: A Ciência

Mensagem por silvamelo em Qui 22 Jul 2010, 1:19 pm

Daiverson Silva escreveu:A Bíblia ensina que Deus criou o
universo e tudo o que nele há. A teoria da evolução ensina que o homem é
produto do desenvolvimento das formas mais simples de vida em formas mais
complexas e tudo se deu ao acaso. Tal como uma máquina que por si mesma se constrói.
A teoria da evolução descarta a necessidade de um Criador inteligente ou de um
Designer Mestre.



Pode parecer algo bastante atraente a
teoria de que aquelas formas de vida mais simples se tornaram formas mais
complexas, entretanto ela não se sustenta. O que se segue abaixo exemplifica as
grandes falhas da teoria da evolução:



1. Crer na evolução viola a Primeira Lei da
Termodinâmica, a lei da conservação da energia, que estabelece que a energia
pode ser convertida de uma forma a outra, mas não pode ser criada ou destruída.
Nada na organização atual da lei natural pode dar conta de sua própria origem.
A energia necessária para uma evolução inovadora, por exemplo, um peixe que
desenvolva pernas para se arrastar para fora de uma lagoa, transgride esta lei
inviolável da física. A estrutura atual do universo é de conservação. O modelo
criacionista está de acordo com a perspectiva bíblica de mundo de que Deus
criou o universo. Uma vez que Deus cessou suas obras de criação (Gên.2:3), a
energia não é mais criada. A liberação de energia em uma reação de divisão do
núcleo atômico não é uma criação de energia, mas uma mudança da matéria em
energia.



2. Crer na evolução viola a Segunda Lei da
Termodinâmica, a lei da dissipação da energia. A energia disponível para
trabalho útil em um sistema funcional tende a dissipar-se, embora a energia
total permaneça constante. Sistemas estruturados progridem de um estado mais
ordenado e complexo para um menos ordenado, desorganizado e aleatório. Este
processo é conhecido como "entropia". Teoricamente em uma situação
rara, limitada e temporária poderia acontecer no final um estado mais ordenado.
Mas, de acordo com esta lei, todos os sistemas se movem rumo à deterioração. A
evolução viola diretamente a segunda lei da termodinâmica. Os evolucionistas
estão conscientes disso e por esta razão precisam de bilhões de anos de
violações freqüentes da segunda lei da termodinâmica. Estatisticamente a
evolução não é apenas altamente improvável, mas virtualmente impossível.



3. A evolução viola a Lei da Biogênese de
que a vida vem apenas de uma vida pré-existente e apenas perpetua sua própria
espécie. Crer na evolução é essencialmente uma crença na "geração
espontânea" onde em um cenário a vida apareceu quando um raio golpeou algo
denso e de alguma maneira uma célula viva se formou. Pasteur (1860),
Spallanzani (1780), e Redi (1688) refutaram que as larvas podem vir de carne em
decomposição, moscas de cascas de banana, abelhas de bezerros mortos (etc...).
Quando a matéria deteriorada foi selada e pré-esterilizada nenhuma vida surgiu
já que não houve contaminação biológica.



4. Não existe prova alguma no registro
fóssil que confirme a evolução. De acordo com a teoria geral da evolução a
progressão básica da vida culminando no homem era: matéria inerte, protozoários,
metazoários invertebrados, peixes vertebrados, anfíbios, répteis, pássaros,
quadrúpedes com pêlo, símios e homem. Se a teoria da evolução fosse precisa
esperaríamos encontrar uma vasta quantidade de formas de transição
objetivamente preservadas em registros fósseis. As formas transitórias são
totalmente ausentes dos registros fósseis existentes. Acreditou-se certa vez
que o Archaeopteryx era uma forma transitória de vida, mas desde que foi
conhecido pelos paleontólogos verificou-se que na verdade tratava-se de uma ave
real. Os evolucionistas, cientes desta falha evidente em seu sistema de crença,
agora argumentam que os fósseis não estão presentes porque houve breves
"explosões evolutivas" durante bilhões de anos as quais, por causa da
rapidez e brevidade, não deixaram marcas (como impressões digitais) no tempo.
Apesar da crença na "explosão evolutiva", ela ainda não encontra
suporte nem na Primeira, nem na Segunda Lei da Termodinâmica e, tampouco, na
Lei da Biogênese.



5. Os registros fósseis falharam ao documentar
um simples e verificável "elo perdido" entre o símio e o homem. São
inúmeras as compilações sobre evidências superficiais, e imprecisas,
construções altamente especulativas e interpretações de artistas, entretanto
não existe uma prova científica sequer documentando um elo perdido.
"Achados positivos" de um elo perdido são periodicamente anunciados
apenas para serem subseqüentemente confundidos em controvérsias revistas ou
desmentidas. O homem de Nebraska foi reconstruído baseado na descoberta em 1922
de um simples dente que pertencia a uma espécie extinta de porco.

Em 1891 o homem macaco de Java ou Pithecanthropus erectus (homem macaco ereto)
foi reconstruído baseado num pequeno pedaço do topo de um crânio, um fragmento
de um osso da coxa esquerda e três dentes molares. Os vestígios foram coletados
num raio de extensão de 21.3
metros dentro de um velho leito de rio misturado com
ossos de animais extintos. Sem provas suficientes de que todos os ossos
encontrados pertenciam ao mesmo animal um suposto elo perdido foi encontrado
com evidências insuficientes. Dr. Eugene Dubois, um evolucionista fervoroso,
mais tarde chegou à conclusão de que os ossos eram os resquícios de algum tipo
de gibão (macaco grande da Malásia, do gênero Hylobates).

Em 1912 Charles Dawson, um fossiologista amador produziu alguns ossos, dentes e
instrumentos primitivos os quais ele supostamente encontrara em uma jazida de
cascalho em Piltdown, Sussex, Inglaterra. Em outubro de 1956 a revista Reader’s
Digest
publicou um artigo, retirado da revista Popular Science Monthly,
intitulado “O Grande Engano de Piltdown” (The Great Piltdown Hoax). Um novo
método de absorção de fluoreto para datar os ossos revelou que os ossos de
Piltdown eram fraudulentos. Os dentes tinham sido limados e tanto eles quanto
os ossos tinham sido descorados com bicromato de potássio para ocultar a
verdadeira identidade. Todos os "experts" haviam sido enganados por
mais de quarenta anos.

Por muitos anos o Homem de Neanderthal foi considerado um elo perdido. Ele foi
retratado como uma criatura peluda, semi-ereta, contorno alterado do tórax,
mais freqüentemente com um porrete nas mãos. Outros esqueletos de Neanderthal
revelaram que o Homem de Neanderthal era completamente ereto, totalmente
humano, com uma capacidade cerebral superior a do homem moderno em até 13%.
Concluiu-se que a espécie inicial tinha sido mutilada pela ósteo-artrite
(afecção inflamatória das articulações) e raquitismo. Hoje o Homem de
Neanderthal é considerado Homosapiens.

Henry Morris em seu livro "A Criação e o Cristão Moderno" (Creation
And The Modern Christian
-Master Book Publishers, El Cajon, California,
1985) chama atenção para:

"Se a evolução fosse algo verdadeiro, então os vários estágios da evolução
humana deveriam ser os mais bem documentados de todos, já que o homem é
supostamente a mais recente chegada evolutiva e porque existem muito mais
pessoas investigando neste campo e procurando por evidências de fósseis do que
em qualquer outro. Apesar disso, como foi destacado acima, a evidência atual é
ainda extremamente fragmentária e bastante duvidosa. Contudo, é um assunto de
fortes disputas entre os antropólogos evolutivos exatamente quais fósseis
hominídeos podem ser ancestrais do homem, como também quando e em que
ordem."

Ele aponta que o tão ansiado ancestral comum do homem e dos macacos,
especialmente o "Australopithecus" incluindo o famoso
"Lucy", agora parece que, todavia vive na forma de um chimpanzé
pigmeu conhecido como "bonono". O "bonono" é um habitante
das florestas do Zaire e é "quase idêntico em tamanho de corpo, estatura e
tamanho do cérebro" à Lucy, supostamente o fóssil hominídeo mais antigo ( Science
News
, February 5, 1983, p.89).




6. A evolução falha ao explicar a existência
de uma "célula simples". Os organismos unicelulares mais simples têm
em seus genes e cromossomos tantos dados quanto existem documentos escritos nas
maiores bibliotecas do mundo – um trilhão de documentos. Existem centenas de
milhares de genes em cada célula. A maioria das formas de vida tem bilhões de
células de grande complexidade em perfeita ordem. Não há razão em se dizer que
o acaso pode organizar dados tão sólidos. A possibilidade matemática de um
corpo humano ser formado acidentalmente é a mesma de uma explosão em uma
gráfica formar um dicionário.



Sir Fred Hoyle, um homem ateu e que deu
origem à teoria do "universo infinito e em constante expansão", crê
que as probabilidades de que o acaso tenha formado a vida na terra são tão
pequenas que podem ser comparadas à possibilidade que "um tornado
atravessando um depósito de ferro velho tem de montar um Boeing 747 com as
peças em seu interior" ("Hoyle on Evolution," Nature ,
Vol. 294, Nov. 12, 1981, p.105). Hoyle e Chandra Wickramasinghe, uma astrônoma
matemática, calcularam a probabilidade de que a vida surgisse espontaneamente
em qualquer lugar do universo num raio de 15 bilhões de anos luzes e pelo menos
10 bilhões de anos de idade. Eles descobriram que a chance de que esta
probabilidade ocorra é menos de uma em 1 com trinta zeros. Sir Fred Hoyle e a
Dra. Wickramasinghe chegaram relutantemente à conclusão de que a vida deve ter
sido criada por uma Inteligência Superior (um tipo de inteligência panteísta
que criou os esporos por alguma razão em outras partes do universo os quais
foram arrastados para a terra) já que é de extrema complexidade terem surgido
pelo processo natural.



Sir Fred Hoyle faz outra comparação
pitoresca usando uma criatura peluda apreciada pelos evolucionistas: "Não
importa quão grande seja o meio ambiente que alguém considere, a vida não pode
ter tido um começo ao acaso. Um bando de macacos trovejando sobre as teclas de
uma máquina de escrever não conseguiria produzir as obras de Shakespeare, pela
prática razão de que todo o universo observável não é grande o suficiente para
conter as hordas de macacos necessários, bem como as máquinas e certamente nem
os cestos de papel para o lixo produzido pelas tentativas equivocadas. O mesmo
se aplica aos materiais vivos (p.148).



Os homens percorrerão grandes distâncias
para organizarem em bases eficientes que não há um Designer pessoal do Universo
que inteligentemente formou toda a vida. Só para os dados gerais e superficiais
fornecidos por este site na web, se requer muito mais fé para acreditar na
evolução do que para se crer num Criador Inteligente. A evolução é uma teoria
sem evidência científica que a fundamente. É uma fé vazia para aqueles que não
querem crer em Deus e deveria ser ensinada como religião. Uma religião que
inspirou Karl Marx a desenvolver sua teoria de luta de classes e influenciou
Adolf Hitler com sua raça ariana evoluída e superior. Muitos foram sacrificados
por causa de suas visões utópicas, cruéis e amorais. A evolução é um sistema de
crença que olha para um feto como um embrião de animal sem o direito à vida e
não o vê como criação de Deus. Como Davi escreveu no Salmo 139:13:



"Pois possuíste os meus rins;
cobriste-me no ventre de minha mãe.
Eu te louvarei, porque de um modo assombroso, e tão maravilhoso fui feito;
maravilhosas são as tuas obras, e a minha alma o sabe muito bem".






A terra foi criada por um Mestre
Designer inteligente para manutenção da vida.



1. A terra está posicionada à exata
distância do sol de forma que nós recebemos a quantidade suficiente de calor
para manutenção da vida. Os outros planetas de nosso sistema solar ou estão
muito próximos do sol (muito calor) ou muito distantes (muito frio) para
sustentar a vida.



2. Qualquer mudança no ritmo da rotação da
terra tornaria a vida impossível. Por exemplo, se a terra girasse a um décimo de
sua rotação atual, toda a vida vegetal seria queimada durante o dia ou seria
congelada durante a noite.



3. As variações de temperatura mantêm-se
dentro de um limite aceitável em virtude da órbita quase circular da terra em
torno do sol.



4. As temperaturas extremas se tornam
moderadas em virtude do vapor de água e do dióxido de carbono na atmosfera.



5. A lua gira ao redor da terra a uma
distância de mais ou menos 384.000 mil quilômetros ocasionando as marés em
nosso planeta. Se a lua fosse localizada a um quinto desta distância, os
continentes seriam completamente submersos duas vezes por dia.



6. A espessura da crosta da terra e a
profundidade dos oceanos parecem ter sido cuidadosamente projetados. Um aumento
na espessura da crosta terrestre ou na profundidade dos mares de apenas alguns
metros alteraria tão drasticamente a absorção do oxigênio livre e dióxido de
carbono que a vida vegetal e animal não poderiam existir.



7. O eixo da terra está posicionado a 23.5
graus perpendicular ao plano de sua órbita. Este posicionamento, associado ao
movimento da terra em torno do sol, provoca nossas estações, que são
absolutamente essenciais para o cultivo dos alimentos.



8. A atmosfera da terra (camada de ozônio)
serve como um escudo protetor da radiação letal dos raios ultravioletas, que
poderiam de outra maneira destruir todo tipo de vida.



9. A atmosfera da terra também serve para
protegê-la de aproximadamente 20 milhões de meteoros que entram em sua órbita
cada dia com uma velocidade de mais ou menos de 48 km por segundo! Sem esta
proteção crucial o perigo à vida seria imensurável.



10. A terra tem o tamanho físico perfeito e a
massa exata para sustentar a vida, permitindo um equilíbrio cuidadoso entre as
forças de gravitação (essenciais para controlar a água e a atmosfera) e a
pressão atmosférica.



11. Os dois constituintes primários da
atmosfera terrestre são o nitrogênio (78 por cento) e o oxigênio (20 por
cento). Esta proporção delicada é essencial para todas as formas de vida.



12. O campo magnético da terra fornece uma
proteção importante da nociva radiação cósmica.



13. A terra é singularmente abençoada com uma
abundante provisão de água, que é uma substância chave de vida em virtude de
suas propriedades físicas essenciais e extraordinárias.



"Tão numerosas combinações
perfeitas e complexas de condições inter-relacionadas e fatores essenciais às
delicadas formas de vida, sem sombra de dúvida apontam para um projeto
inteligente e significativo. Crer que um sistema de suporte à vida tão
intrinsecamente planejado é o resultado de uma mudança é algo absolutamente sem
sentido. Certamente, um observador sincero e objetivo não terá outro recurso
senão concluir que o sistema terra-sol foi cuidadosamente e sabiamente
desenhado por Deus para o homem" - Huse, Scott M., O Colapso da
evolução
(Huse, Scott M., The Collapse of Evolution ).



"Porque as suas coisas invisíveis,
desde a criação do mundo, tanto o seu eterno poder, como a sua divindade, se
entendem, e claramente se vêem pelas coisas que estão criadas, para que eles
fiquem inescusáveis," (Romanos 1:20).



Riegle,
D.D., Criação ou Evolução – Creation or Evolution , Zondervan Publishing
House, Grand Rapids, Michigan, 1971, pp.18-20.



Huse,
Scott M. O Colapso da Evolução -The Collapse of Evolution.
Grand Rapids: Baker Books, 1997, third edition.





Argumento Cosmológico – Uma
Primeira Causa






A. Se alguma coisa existe,
deve haver o que se requer para que essa coisa exista.






B. O universo existe.





C. Deve haver o que se
requer para que o universo exista.






D. O que se requer para que
o Universo exista não pode estar limitado dentro do espaço e do tempo.






E. Por isso, o que se requer
para que o Universo exista deve transcender tanto o espaço quanto o tempo.






Immanuel Kant, o famoso
filósofo da Prússia (1724-1804), justificava seu agnosticismo com o que ele via
como as seguintes contradições quanto ao tempo (A) e a causalidade (B):






A. Tempo:


Tese: O universo deve ter
tido um começo, senão um infinito número de momentos transcorreram. Mas isto é
impossível, já que o infinito não pode ser atravessado.



Contraposição: Mas o universo
não pode ter começado no tempo, senão houve um tempo anterior, o que é
impossível.






B. Causalidade:


Tese: Nem toda causa tem uma
causa, senão as séries nunca começariam o que acontece. Então deve haver uma
primeira causa.






Contraposição: Mas as séries
não podem ter um começo, já que tudo tem uma causa. Então não deve haver uma
primeira causa.






Análise:


No que diz respeito à
antinomia (contradição real ou aparente entre dois princípios ou leis,
paradoxo) da causalidade de Kant, nem tudo precisa de uma causa, apenas casuais
ou seres finitos. O Necessário ou primeiro ou Ser eterno não precisa de uma
causa.






Kant raciocinava que um Ser
Infinito podia se refletir apenas em um universo infinito. Como o universo que
veio a ser é imaterial já que não pode ser conhecido através de nossos sentidos
(sensibilidade). Para Kant as propriedades universais que formam cada aparência
das coisas diante de nossa mente são as condições transcendentais de aparência
a priori, as quais aparecem análogas às formas de Platão (Eidos) ou universais
com subjacentes aparências físicas.






Ainda de acordo com Kant,
existem duas condições que se aplicam a cada percepção: espaço e tempo. Nem
espaço, nem tempo podem ser considerados como uma realidade existente
completamente fora de nós. Não observamos o espaço ou o tempo simplesmente como
espectadores. Eles são de alguma maneira uma parte de nossa programada
consciência interna.






Para Kant o espaço deve ser
pressuposto. Não podemos conceber o espaço como algo que existe fora de nós
mesmos sem pressupormos a própria coisa que estamos tentando conceber. A
representação original de espaço é uma intuição a priori. Espaço é um conceito
que existe em nossas mentes antes da experiência. Tempo não é um conceito
empírico que deriva de qualquer experiência. Do mesmo modo o tempo é um
conceito que existe em nossa mente a priori antes da experiência. Só porque
experimentamos espaço e tempo em um nível empírico não significa que eles são
objetivamente reais. Eles são parte de uma estrutura de nossa consciência, não
coisas que a consciência descobre originalmente fora de si mesma. Kant expressa
isto ao dizer que espaço e tempo são transcendentalmente ideais.






O conceito de Kant de um
universo infinito (adotado por Aquinas que sustentava que não havia razão para
Deus preceder sua própria criação no tempo) está basicamente de acordo com o
modelo do Estado Contínuo, o qual sugere um universo infinito. Um universo onde
a criação da matéria é um ato natural, mesmo uma lei da natureza, não um
milagre absoluto de uma natureza exterior. Há uma autocriação contínua e
espontânea da nova matéria. Para Fred Hoyle, um dos três britânicos
astrofísicos que inventaram o modelo do Estado Contínuo, "o Universo é o
todo". Nada pode transcender o reino da natureza.






Nas últimas três décadas
passadas a Ciência usando a teoria da relatividade geral de Einstein tem
refutado a visão de espaço e tempo de Kant, de um universo infinito, mostrando
que espaço e tempo são propriedades físicas e desta maneira são finitas. Estas
propriedades irreconhecíveis ou "noumena" como Kant as rotulou
tornaram-se empíricas (observáveis e como tal mensuráveis)






O Universo Não é Infinito:





Achados do Satélite de
Exploração do Plano Cósmico (a sigla em Inglês é COBE – Cosmic Background
Explorer de onde se origina) forneceram poderosas evidências de que toda a
matéria, energia, espaço e tempo romperam repentinamente de um estado infinito,
ou quase infinito, densidade, temperatura e pressão. O universo inteiro pode
ser analisado sob uma particularidade, trata-se de um espaço infinitamente
contraído representando o limite onde ele cessa ou começa a existir.






A teoria do Big Bang
(Bigbang) sustenta que todo o potencial do cosmos, alguns quarenta bilhões de
galáxias, deriva de um pequeno ponto menor que um próton, uma estrutura vazia
de probabilidades da mecânica quântica chamada de campo escalar. Além desse
ponto vazio, um "falso vácuo", contendo não apenas o universo em
potencial, mas 100 milhões de universos. Como foi tão bem descrito poeticamente
por Gregg Easterbrook, se você crer no Big Bang, "você acreditará que,
quando o Big Bang soou, o universo expandiu de um ponto minúsculo a um tamanho
cosmológico em menos de um segundo – o próprio espaço atirando-se violentamente
rumo a uma torrente se pura Física, o arco da onda do novo cosmo movendo-se a
trilhões de vezes mais que a velocidade da luz. Você crê que este processo
desencadeou distorções tão poderosas que, por um instante, o universo nascente
se curvou em uma proporção surrealista. A extrema curvatura fez com que
‘partículas virtuais’ se materializassem de um mundo quântico inferior a
números abundantes, a matéria da existência sendo ‘criada virtualmente do
nada,’ tal qual uma vez se expressou a Scientific American” (Gregg Easterbrook,
"A Ciência vê a luz"(Science Sees The Light) the New Republic,
October 12, 1998).






Evidência Para o Big Bang:





A. A expansão Huble do
universo. Hubble descobriu uma relação linear entre a distância para uma
galáxia remota e seu ‘redshift’ (desvio vermelho). No início dos anos de 1900
os astrônomos observaram que a luz de galáxias distantes se movia rumo ao
comprimento de ondas mais largas ou vermelhas do espectro interpretado como um
movimento rápido das galáxias distanciando-se umas das outras. Um campo azul
indicaria que as galáxias estavam se aproximando entre si.






B. Em 1965, rádio astrônomos
detectaram ondas fracas de rádio qualquer que fosse o lugar para onde eles
apontassem seus rádio telescópios. Isto confirmava a previsão de George Gamow,
Ralph Alpher, e Robert Herman nos anos de 1940, de que se a vida do universo se
expandia de uma singularidade, então tinha que existir em todas as partes do
céu um fundo tênue desse evento de alguns graus sobre o zero absoluto. Esta
concepção para o modelo Big Bang mais tarde foi confirmada em 1922 e 1993 pelo
satélite COBE. Este satélite demonstrou que a radiação do plano cósmico fixa o
perfil do espectro de um irradiador perfeito a uma precisão melhor que 0.03 por
cento sobre toda a extensão da onda e como tal tem um bilhão de vezes mais
entropia (eficiente ao distribuir energia) do que uma vela incandescente que
tem uma entropia específica por volta de 2. Somente um Big Bang bastante quente
pode explicar a enorme e específica entropia do universo. Isto coloca
permanentemente em repouso o conceito de um universo se expandindo e se
contraindo ciclicamente. Isto prova que o universo está apenas se expandindo.






C. As previsões comprovadas
da síntese do elemento luz nos primeiros minutos do Big Bang. A abundância
universal do hélio, extraordinariamente constante de galáxia em galáxia,
testifica de uma origem cosmólogica comum. O deutério é destruído nas estrelas,
mas não é produzido, ainda assim vestígios de deutério são observados em toda
parte do médio interestelar, bem como uma abundância de lítio, que é também um
indicativo de um denominador de criação comum.






O Tempo É Uma Propriedade
Física Com Um Começo:






Em sua teoria especial da
relatividade Einstein propõe que a medida intervalo entre dois eventos depende
de como o observador está se movendo. Sempre que dois observadores se moverem
um em relação ao outro uma dilatação do tempo irá ocorrer. Os relógios atômicos
podem gravar o movimento da dilatação do tempo a uma velocidade de aeronave, o
que equivale a apenas alguns nanosegundos de sua jornada típica. Se um
astronauta viajasse para uma estrela vizinha a uma velocidade próxima à da luz
e sua viagem durasse apenas um ano, quando retornasse teriam transcorrido dez
anos na terra dependendo da velocidade de sua viagem.






A velocidade é uma forma de
adiantarmos o tempo e a gravidade é uma outra. Em sua teoria geral da
relatividade, Einstein previu que a gravidade retarda o tempo. A teoria de
Einstein foi provada durante o teste feito por Arthur Eddington quando durante
a Primeira Guerra Mundial (29 de maio de 1929) ele enviou uma expedição ao
norte do Brasil para medir o desvio da luz pelo sol do grupo de estrelas
“Hyades” durante um eclipse solar (Davis Bodanis, “E=mc2”). Os relógios andam
mais rapidamente no ático ou num espaço próximo do que no chão. O efeito é
minúsculo, mas pode ser medido por relógios precisos (Paul Davies, "Como
Construir Uma Maquina do tempo" ‘How To Build A Time Machine’, Scientific
American, September 2002, page 52).






Quanto mais pesada for a
estrela mais se retarda o tempo. Na superfície de uma estrela nêutron, o tempo
se retarda mais ou menos 30 por cento em relação ao tempo da Terra. Na
superfície de um buraco negro o tempo ainda permanece relativo ao da terra. Se
você caísse dentro de um ‘buraco negro’ das proximidades, no rápido intervalo
de tempo necessário para que você chegasse à superfície, desde o evento
"horizonte" até a superfície da singularidade, toda a eternidade
teria passado no universo. As estórias de ficção científica normalmente descrevem
as naves espaciais subindo bruscamente próximas a um buraco negro e sendo
projetadas para dentro de um futuro distante.






Einstein confessou que
ficava intrigado com o pensamento de que sua teoria da relatividade poderia
permitir viajar ao passado sob algumas circunstâncias. Os efeitos quânticos
dominariam em situações de viagens de tempo segundo argumentos de David Deutsch
("A Fábrica da Realidade"-‘The Fabric of Reality’, página 312).
"As versões típicas candidatas à teoria quântica da gravidade não apenas permitem
que as conecções dirigidas ao passado existam no multiverso, elas predizem que
tais conecções estão se formando e se rompendo continuamente. Isto se sucede
através do tempo e do espaço, mas apenas em uma escala sub-microscópica. O
trajeto típico formado por estes efeitos é de aproximadamente 1035 metros,
permanecendo aberto para um tempo Plank (cerca de 1043 segundos), e por isso só
um tempo Plank seria alcançado."






Talvez a próxima geração de
aceleradores de partículas será capaz de criar buracos de bichos subatômicos
que sobrevivam o tempo suficiente para que as partículas próximas executem
voltas casuais rápidas, mas isto é duvidoso em vista da tremenda energia
necessária. Por enquanto, deixemos os buracos subatômicos desses bichos para a
ficção científica.






Baseados na teoria da
relatividade, Hawking, Penrose, e Ellis apresentam uma proposta espaço-tempo
que postula que as dimensões de comprimento, largura, altura e tempo existem
apenas na medida que o universo esteja se expandindo. O tempo realmente não tem
um começo de acordo com este teorema.






Apesar disso, na obra
"Uma Breve história do tempo" – ‘A Brief History of Time’ Steven
Hawking não está totalmente seguro se o tempo tem um começo e pode ser como tal
um "noumena" Kantiano. Ele afirma: "Com o sucesso das teorias
científicas em descrever eventos, a maioria das pessoas acredita que Deus
permite ao universo evoluir de acordo com uma série de leis e nele não intervém
para que estas leis não se rompam. Entretanto, as leis não nos dizem como o universo
deveria ser quando ele começou – ainda diria respeito a Deus acertar o
mecanismo do relógio e selecionar como tudo se iniciou. Assim se o universo
teve um início, poderíamos supor que ele teve um criador."






"Tempo" pela
definição é aquele campo ou dimensão na qual o fenômeno causa e efeito ocorre
(Hugh Ross, "A Criação e o Cosmos"- ‘The Creation and the Cosmos’).
"Se o começo do tempo for simultâneo ao começo do universo, como o teorema
do espaço tempo diz, então a causa do universo deve ser alguma entidade
operando numa dimensão de tempo completamente independente e preexistente à
dimensão de tempo do cosmos. A conclusão é poderosamente importante para nosso
entendimento de quem é Deus e quem ou o que Ele não é. O que nos dizem é que o
Criador é transcendente, operando além dos limites dimensionais do universo. E
ainda, Deus não é o próprio universo, nem está contido dentro do dele. O
panteísmo e o ateísmo não concordam com os fatos."









Proposta Quântica à Origem
do Universo:






Hawking e Penrose provaram
que as equações clássicas da Teoria Geral da Relatividade, "requerem
absolutamente que existisse uma singularidade no nascimento do Universo, um
ponto no qual o tempo começou. Não existe outra alternativa quanto ao problema
da singularidade dentro da estrutura da clássica teoria Geral da Relatividade.
Se as singularidades forem evitadas no Universo real, a única esperança é
melhorar a teoria da relatividade trazendo os efeitos da teoria quântica e
desenvolvendo uma teoria quântica da gravidade" (John Gribbin, "À
Procura do Big Bang" –‘In Search of The Big Bang’ – " Física Quântica
e Cosmologia", capítulo "Um Investigador de
Singularidades"–‘Quantum Physics and Cosmology’, chapter on "A Seeker
of Singularities").






Usando unicamente a
aproximação quântica para explicar a origem do universo é impossível obter
provas convincentes e pode se dizer que seja meramente um outro teorema
filosófico em vez de ciência. A matemática quântica pode servir para calcular
como os átomos e subátomos se comportam, mas a aplicação da matéria quântica no
universo inteiro é quase impossível porque a teoria quântica não explica como
uma partícula, ou um sistema, se move de um estado A para o B. De acordo com a
interpretação de Copenhagen de Física Quântica quando não estamos olhando para
um sistema ele existe em uma superposição de todos os estados possíveis que
pudesse estar. Entretanto, quando medimos esse sistema ele não é reduzido a
apenas um de seus vários estados possíveis. Só ao examinarmos um sistema ele
perde a capacidade do exercício da onda e passa para um estado simples
unicamente no princípio fundamental da probabilidade. Assim, quando paramos de
examiná-lo ele novamente se expande numa superposição de todos os seus estados
possíveis. Quando reexaminamos o sistema, sem dúvida alguma, estamos examinando
um sistema diferente e as chances de que o sistema inicialmente medido se
repita são incrivelmente pequenas.






De acordo com a teoria
quântica, se tivéssemos a capacidade de escrever as equações que descrevem as
funções da onda sub microscópica de nosso universo (uma tarefa impossível), não
haveria observador, exceto Deus é claro, fora do nosso universo que ocasionaria
um colapso dentro de um possível estado quântico pelo simples ato de
observá-lo.






Na medida em que a pesquisa
científica se torna mais metafísica em sua tentativa de explicar o universo
através de uma proposta quântica, alguns têm abraçado o "multiverso".
Esta noção examina a possibilidade de que se o nosso universo surgiu do nada,
universos adicionais podem fazê-lo também. Novos universos podem irromper em
outras dimensões um bilhão de vezes por segundo. A teoria do ‘multiverso’
mantém que todos os resultados são possíveis se as condições são
"embaralhadas" o bastante incluindo um sistema ocasional de suporte à
vida como o nosso. Esta teoria está voltada para a explicação de um cosmos
autônomo e natural, onde Deus não é necessário como uma primeira Causa.






O problema com a teoria do
"multiverso" é que já que existimos em um universo definido em um
envoltório específico de tempo e espaço, qualquer outro universo é estritamente
especulação intelectual e impossível de ser provado sob os parâmetros
estabelecidos de nosso universo, assim como um ponto não pode provar a
existência de uma linha reta ou de um cubo. O ponto unidimensional pode
especular sobre a existência de uma linha reta, mas para o ponto a linha é um
"noumena", um desconhecido.






Reconciliando a Relatividade
com a Teoria Quântica Através da Extra-Dimensionalidade.






Buracos negros são objetos
massivos cuja gravidade atrai qualquer coisa que estiver por perto para dentro
deles, são como poderosos aspiradores de pó no espaço. Certos buracos negros
pequenos conhecidos como buracos negros "extremos" tornam-se sem
massa em momentos críticos. Como isto é possível em vista da extrema densidade
e como eles exercem gravidade sem massa?






Andrew Strominger lançou a
hipótese de que a resposta da falta de massa desses buracos está na
extradimensionalidade que possuem. "Strominger descobriu que em seis
dimensões espaciais, a massa de um buraco negro "extremo" é
proporcional à sua área de superfície. Na medida que a superfície se retrai, a
massa eventualmente se torna zero. A resolução funciona dada à existência de
exatamente seis dimensões espaciais” (Hugh Ross, "Porque Acredito No
Milagre Da Criação Divina" da Antologia Apologética "Porque Eu Sou Um
Cristão" de Norman L. Geisler e Paul K. Hoffman - ‘Why I Believe In the
Miracle of Divine Creation’ from the apologetics anthology ‘Why I Am A
Christian’ by Norman L. Geisler and Paul K. Hoffman). "Uma teoria resolve
os dois grandes dilemas. Isto é o que nos diz a teoria: O universo foi criado
com dez dimensões espaço-tempo expandindo-se rapidamente. Quando o universo
tinha apenas 10-43 segundos de idade, no movimento quando a gravidade
separou-se da forte força eletro diluída, seis dessas dez dimensões pararam de
se expandir. Hoje, estas seis dimensões ainda permanecem como um componente do
universo, mas estão tão compactamente torcidas como quando o cosmo tinha apenas
10-43 segundos de idade (nota do editor: "espaço torcido" é também
chamado de "espaço Calabi-Yau"). Suas partes que se cruzam são de
apenas 10-33
centímetros, tão pequenas que não são detectáveis por
medição direta.1"






"Seis grupos de
evidências indicam que esta teoria está correta. Talvez a mais convincente seja
o que a teoria em cadeia produz, como um bônus pelo produto, todas as equações
da relatividade geral e especial" e se funde com a mecânica quântica.









Conclusão:





A Bíblia só pode ser
entendida numa aceitação de um Deus sobrenatural e transcendente, fora dos
limites das dimensões que somos capazes de visualizar e experimentar
(comprimento, largura, altura, tempo). De que outro modo podemos imaginar uma
vida espiritual após a morte física, a capacidade de Jesus caminhar sobre a
água, curar as enfermidades humanas, andar através das paredes com seu corpo
ressuscitado e centenas de profecias precisas e cumpridas? De que outra maneira
podemos explicar o livre arbítrio e a predeterminação divina, a menos que o
Deus do universo estivesse fora da dimensão do tempo e pudesse ver o começo e
fim de nosso existir incluindo nossas decisões de vida no momento exato. Um
Deus transcendendo a dimensionalidade é a única explicação para o sobrenatural.






O Big Bang nos diz que
alguns bilhões de anos atrás a matéria, a energia, o espaço e o tempo começaram
de uma singularidade. Teologicamente isto significa que a causa do universo
tinha que estar fora e independente do universo, por essa razão um Criador.









Não houve lugar para que o
Big Bang ocorresse porque antes dele o espaço não existia. A ciência é capaz de
afirmar quando isto aconteceu a partir do redshift (desvio vermelho) das
galáxias mais distantes. Aquelas galáxias são registros observáveis das
condições na época do Big Bang. Agora vemos que as imagens destas galáxias
foram transmitidas 13.7 bilhões de anos atrás no início da criação. Por causa
de sua distância e a velocidade da luz apenas agora estamos recebendo estas
imagens. Um "redshift" indica que elas estão se distanciando do
observador e um "blueshift" que estão se aproximando.






Gênesis1:1 afirma: "No
princípio criou Deus os céus e a terra". Observe que a duração do ato de
criação não é dada e um universo de 13.7 bilhões de anos não contradiz Gênesis
1:1.






Não podemos escapar da
necessidade de uma Primeira Causa, se atribuirmos nosso universo a uma
singularidade ou à existência de multiversos. Talvez realmente existam
multiversos, mas apesar disso uma pergunta deve ser feita, "Como eles
vieram a existir? " Talvez uma pergunta mais apropriada seja "Quão
grande é o Deus?" "Ele é o Deus do potencial infinito ou apenas um
ídolo tridimensional limitado a uma estrutura celular de pedra e madeira?"
"Ele é um Deus que pode revelar-Se a nós tomando a forma de um homem para
morrer numa cruz de madeira, apesar de ter sido Ele mesmo quem criou o monte
onde ela foi erguida?"






Aceitar a existência de um
Deus pessoal é uma decisão que devemos fazer usando tanto nosso coração quanto
nossa mente já que a mente por si só não consegue encontrar uma razão, contudo
injustificada, para não aceitar a existência de um Criador, uma Primeira Causa,
um Deus Onipotente e Onipresente. Em nossa presunção intelectual sempre podemos
encontrar uma razão que ingenuamente acreditamos excluir a existência de Deus
só para O encontrarmos esperando por nós bem além dos limites de nosso
entendimento, pacientemente esperando por nosso coração e consciência para
conhecê-Lo. Quando o homem da Renascença descobriu que a terra era redonda em
vez de plana muitos deixaram de acreditar em Deus apesar do Livro de Isaías
escrito mais ou menos em 700 A.C
claramente nos dizer que a terra é um "círculo":






"Ele é o que está
assentado sobre o círculo da terra, cujos moradores são para ele como
gafanhotos; é ele o que estende os céus como cortina, e os desenrola como
tenda, para neles habitar" (Isaías 40:22).






Um pouco mais abaixo em
Isaías 40:26-28 ele continua:






"Levantai ao alto os
vossos olhos, e vede quem criou estas coisas; foi aquele que faz sair o
exército delas segundo o seu número; ele as chama a todas pelos seus nomes; por
causa da grandeza das suas forças, e porquanto é forte em poder, nenhuma delas
faltará.






Por que dizes, ó Jacó, e tu
falas, ó Israel: O meu caminho está encoberto ao SENHOR, e o meu juízo passa
despercebido ao meu Deus? Não sabes, não ouviste que o eterno Deus, o SENHOR, o
Criador dos fins da terra, nem se cansa nem se fatiga? É inescrutável o seu
entendimento."






Em nosso orgulho adquirimos
um pequeno conhecimento e nos julgamos sábios o bastante para refutarmos a
existência de Deus só para achá-Lo esperando por nós além de nosso limitado
horizonte intelectual.






Como o Salmista no Salmo 139
tão bem expressa:






"Para onde me irei do
teu espírito, ou para onde fugirei da tua face? Se subir ao céu, lá tu estás;
se fizer no inferno a minha cama, eis que tu ali estás também. Se tomar as asas
da alva, se habitar nas extremidades do mar."






A Bíblia não está limitada em entendimento. Entretanto,
nossas mentes o estão. A ciência apenas descobre novos panoramas de aumentar a
complexidade, tudo adornado com as impressões digitais de Deus. A verdadeira
ciência atesta para a existência de uma Mente Infinitamente Sobre-humana, a de
um Designer Mestre.









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Os Sinais de Deus na Criação
do Universo



O sol é de suma importância
para a vida na terra. E ainda, a existência do sol e das estrelas, que não são
senão átomos de hidrogênio perdendo a força, em geral é um milagre. As
probabilidades de que as estrelas e as forças que as governam ocorram
acidentalmente é virtualmente impossível. Para estrelas existirem as seguintes
forças também devem existir:






1) Uma Força Gravitacional
Fraca é necessária para que o universo exista tal como é:






A força pela qual qualquer
partícula é afetada pela gravidade é proporcional à sua massa. A força atual
entre dois corpos é dada pela multiplicação das duas massas juntas, e
multiplicando o resultado por uma constante universal cuja fantástica pequenez
é um dos mistérios associados com os parâmetros das propriedades físicas das
partículas. Esta constante gravitacional tem uma massa de aproximadamente de
dez elevado à potência menos trinta (10-38) e representa a força gravitacional
entre dois prótons.






A gravidade é uma força
fraca embora desempenhe um papel importante na terra e no espaço. Os corpos
estelares são compostos de enormes números de partículas e a minúscula atração
gravitacional de cada partícula tem um efeito cumulativo muito importante. As
estrelas não podem existir sem esta fraca força gravitacional. Quanto mais
fraca a gravidade, mais os prótons podem se empilhar uns aos outros de tal
forma que a pressão no centro pode desencadear uma reação nuclear. Em virtude
do tamanho reduzido da constante gravitacional, as estrelas precisam ser
enormes e porque elas são tão grandes podem queimar por "bilhões" de
anos.






Se a força gravitacional
fosse mais forte do que é, as estrelas seriam menores e "queimariam"
bem mais rapidamente.






2) Os nêutrons, prótons e
elétrons são do tamanho exato para a física nuclear e atômica (quântica):






O nêutron é apenas um pouco
mais pesado do que o próton por aproximadamente duas partes em mil. O elétron é mil e
oitocentas vezes mais leve do que o próton, mas misteriosamente a massa do
elétron é aproximadamente a diferença pela qual um nêutron é maior que um
próton. Sem esta diferença nas massas seria impossível para o núcleo manter-se
unido para formar um núcleo estável. Sem o núcleo estável o mundo como nós o
conhecemos não existiria.






3) A intrínseca densidade de
massa e energia do espaço vazio:






Um volume de espaço vazio
tem massa permitida segunda a teoria de relatividade geral de Einstein. Esta
massa é uma constante cosmológica que mede uma intrínseca densidade de massa e
energia. Se esta constante fosse de tamanho considerável o universo se
contrairia e entraria em colapso gravitacional similar ao buraco negro ou a uma
estrela morta implodindo. Para isto não acontecer a constante cosmológica não
deve ser maior em massa de próton do que aproximadamente 10-40. Uma constante
mais alta resultaria em uma vida mais curta do universo onde não se formariam
as estrelas.






4) Alfa:





A luz que irradia da
estrelas faz com que elas se livrem da energia que produzem evitando que entrem
em explosão. A
luz é um aspecto do eletromagnetismo. A força elétrica entre duas partículas
fundamentais é muito maior que sua atração gravitacional. A força da interação
elétrica é medida por um número chamado alfa, que é a medida da força elétrica
entre dois prótons ou elétrons e tem o valor aproximado de 1/37. Esta é uma
constante que permite às estrelas irradiarem luz. Os cientistas durante a maior
parte do século XX tentaram entender, sem explicação, por que alfa está fixada
nesta constante necessária, a menos que seja por uma engenharia inteligente.






5) Força Nuclear Forte:





As cargas se repelem. Os
prótons são de carga similar e a maioria dos átomos contém numerosos prótons
empacotados de forma bem próxima. Por isso os átomos provavelmente se
separariam, a não ser que outra força os mantenha juntos, uma força mais
poderosa do que a gravidade ou a eletricidade. Esta força deve ser forte o
bastante para manter o núcleo atômico junto, mas não tão forte a ponto de
inibir as reações nucleares em cadeia de uma estrela. Esta força também deve
ser de curto prazo para não unir os elétrons, prótons e nêutrons dentro de um
grande núcleo e tornar impossível qualquer reação química. Tal força existe.
Ela é chamada força nuclear forte e exerce sua influência em aproximadamente
uma extensão de um núcleo atômico.






6) Força Nuclear Fraca:





Uma outra força necessária é
chamada de interação nuclear fraca. Esta força é muito fraca para se unir, mas
governa a reação básica nuclear na física das estrelas pela qual um elétron e
um próton são transformados em um nêutron e um neutrino.






Os dados acima foram
retirados da obra "A Vida do Cosmos" de Lee Smolin - Oxford
University Press,1997 – "The Life of Cosmos" by Lee Smolin - Oxford
University Press, 1997). Lee Smolin afirma na discussão que ele chama de “O
Milagre das Estrelas” – ‘The Miracle of Stars’:






"Se quisermos
genuinamente entender nosso universo, estas relações entre as estruturas em
largas escalas e as partículas elementares devem ser compreendidas como alguma
coisa mais que uma coincidência. Devemos entender como se deu que os parâmetros
que governam as partículas elementares e suas interações estejam em sintonia e
perfeitamente equilibrados de tal maneira que se ergue um universo com
assombrosa variedade e complexidade".






É Claro, é possível que isto
seja apenas uma coincidência. Talvez antes de ir mais além devêssemos perguntar
apenas quão provável é que um universo criado ao selecionar aleatoriamente os
parâmetros contenha estrelas? Dado ao que acabamos de dizer é simples estimar
esta probabilidade... A resposta, em números redondos, uma chance em
10-229."
Ou seja, se a evolução realmente aconteceu ela foi um Grande Milagre de Deus!!! :risadinha:

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Re: A Ciência

Mensagem por Marilyn Manson em Qui 22 Jul 2010, 1:39 pm

Milagre de deus é alguém ler esse post inteiro....

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Re: A Ciência

Mensagem por lordakner em Qui 22 Jul 2010, 6:55 pm

Marilyn Manson escreveu:Milagre de deus é alguém ler esse post inteiro....
O que NÃO aconteceu comigo...

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Re: A Ciência

Mensagem por dedo-duro em Qui 22 Jul 2010, 8:55 pm

Daiverson Silva escreveu:Faltam argumentos pra sua resposta amigo...
"Há milhares" Cite-os? Favor anexar a base da informação.
Além de cita-los, gostaria de uma prova acordando a evolução com as leis da CIÊNCIA que a mesma transgride como fora citado no "texto de piada" que eu postei (segundo Merilyn Manson).

Taí amigão. Só sentar e ler.

http://www.talkorigins.org/faqs/faq-transitional.html

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Re: A Ciência

Mensagem por oliveira leite em Sex 23 Jul 2010, 12:00 am

A Ciência é uma grande ferramenta
as vezes erra mas não seria essa a intenção
não devemos despreza=la
ela poderá salvar nossa vida
o que não se entende
é que ela é presencial
e a fé é eterna
mas como vai começar tudo de novo
vou poupar letras
em nome da ciência
vos torno ciente

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Re: A Ciência

Mensagem por lordakner em Sex 23 Jul 2010, 12:00 pm

"A terra foi criada por um Mestre
Designer inteligente para manutenção da vida.

1. A terra está posicionada à exata
distância do sol de forma que nós recebemos a quantidade suficiente de calor
para manutenção da vida. Os outros planetas de nosso sistema solar ou estão
muito próximos do sol (muito calor) ou muito distantes (muito frio) para
sustentar a vida."


Duhhhh....
Mas existem outros planetas que NÃO apresentam condições de suporte à VIDA.
E daí?
O "desenhista Inteligente Retardado" precisou fazer, só em nosso Sistema Solar, UM MONTE DE PLANETAS para que UM desse "Certo"?

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Re: A Ciência

Mensagem por dedo-duro em Sex 23 Jul 2010, 7:55 pm

Deus é eterno e gravata.

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Re: A Ciência

Mensagem por Khwey em Sex 23 Jul 2010, 10:36 pm

dedo-duro escreveu:
Daiverson Silva escreveu:Faltam argumentos pra sua resposta amigo...
"Há milhares" Cite-os? Favor anexar a base da informação.
Além de cita-los, gostaria de uma prova acordando a evolução com as leis da CIÊNCIA que a mesma transgride como fora citado no "texto de piada" que eu postei (segundo Merilyn Manson).

Taí amigão. Só sentar e ler.

http://www.talkorigins.org/faqs/faq-transitional.html
Isto daí só tem letras, mas em falando-se contra isto daí, para comprovar, além de apenas letras temos fotos, fósseis, e ainda criaturas vivas!!!

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Re: A Ciência

Mensagem por dedo-duro em Sab 24 Jul 2010, 11:28 am

Reformule seu último post, Kiwi. Não se entende nada.

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Re: A Ciência

Mensagem por Khwey em Sab 24 Jul 2010, 1:39 pm

dedo-duro escreveu:Reformule seu último post, Kiwi. Não se entende nada.
Neste site, indicado como "argumento" sobre fósseis transicionais, só contém letras em outras línguas e letras são como palavras. Não provam nada!

Em falando-se contra estes "argumentos", além das palavras(ou letras) temos também fósseis, fotos e criaturas vivas!

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Re: A Ciência

Mensagem por dedo-duro em Sab 24 Jul 2010, 4:37 pm

coloca o nome da espécie desejada no google images.

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Re: A Ciência

Mensagem por Khwey em Dom 25 Jul 2010, 7:16 pm

dedo-duro escreveu:coloca o nome da espécie desejada no google images.
Se eu colocar o nome "crocodilo" certamente vão aparecer imagens de crocodilo!
De outra forma, se existisse alguma imagem transicional daquilo que evoluiu para o crocodilo, você mesmo seria capaz de demonstrar isto, ao invés de mandar alguém fazer uma besteira dessas!


Quando faltam os argumentos já era comum a indicação de sites em outras línguas, e agora temos mais esta novidade relativa a fósseis de transição.

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Re: A Ciência

Mensagem por lordakner em Dom 25 Jul 2010, 8:10 pm

Khwey escreveu:
dedo-duro escreveu:Reformule seu último post, Kiwi. Não se entende nada.
Neste site, indicado como "argumento" sobre fósseis transicionais, só contém letras em outras línguas e letras são como palavras. Não provam nada!

Em falando-se contra estes "argumentos", além das palavras(ou letras) temos também fósseis, fotos e criaturas vivas!


Preste atenção quando o vídeo chegar à 1min e 18 sec. oh my

- Fóssil!

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Re: A Ciência

Mensagem por Khwey em Dom 25 Jul 2010, 8:31 pm

Adianto que não perderei meu tempo se isto for um vídeo tipo palestra demostrativa somente com palavras, pois se fosse capaz de trazer algum argumento válido, não seria este tipo de vídeo.

No site, indicado como "argumento" sobre fósseis
transicionais, só contém letras em outras línguas e letras são como
palavras. Não provam nada!

Assim também acontece com vídeos demonstrativos somente com palavras.

Em falando-se contra estes "argumentos", além das palavras(letras e vídeos) temos também fósseis, fotos e criaturas vivas!

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Re: A Ciência

Mensagem por Khwey em Dom 25 Jul 2010, 8:34 pm

Um ovo, ou pedra, prova alguma transição evolutiva?

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Re: A Ciência

Mensagem por lordakner em Dom 25 Jul 2010, 8:36 pm

- Fóssil!

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Re: A Ciência

Mensagem por Khwey em Dom 25 Jul 2010, 10:56 pm

Um ovo, ou pedra, prova alguma transição evolutiva?

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Re: A Ciência

Mensagem por lordakner em Dom 25 Jul 2010, 11:07 pm

Uma mitologia retardada, da Idade do Bronze, prova alguma teoria criacionista? oh my

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Re: A Ciência

Mensagem por Khwey em Dom 25 Jul 2010, 11:32 pm

O tópico é "A Ciência" e estamos tentando provar a evolução.

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Re: A Ciência

Mensagem por lordakner em Dom 25 Jul 2010, 11:38 pm

Khwey escreveu:O tópico é "A Ciência" e estamos tentando provar a evolução.
Você não está.
Está defendendo a "opção" (Se é que se pode chamar esse retardamento de opção) criacionista. oh my

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Re: A Ciência

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