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O sistema giratório da Terra

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roll Re: O sistema giratório da Terra

Mensagem por Josoco em Qui 15 Jul 2010, 9:29 pm

A Terra tem dois nortes: o geográfico e o magnético.

Uma força vinda de fora, atrái a terra em direção ao norte magnético. Dependendo da época do ano, o sol está a direita (nordeste) ou à esquerda (noroeste) deste norte espacial. Em certos dias do ano está bem no centro deste norte magnético exterior. Fica do lado do nascente do sol. Pegue uma bússola e veja o eixo-norte sul e saberá o que estou tentando dizer.

minha pulga: porque sempre, todos os dias do ano, o sol está sempre desse lado norte? (com a variação nordeste/noroeste) Sempre o sul às minhas costas e o norte à minha frente? O que isso quer dizer? Para mim faz um certo sentido alguma coisa que não sei bem explicar. Mas acho que a Terra pode sim não girar em torno do sol. Pode girar em torno de si mesma e navegar por uma órbita num trecho do universo. Nos desenhos que vemos do sistema solar girando em torno do sol, a cada três meses a terra está num local diferente do espaço. A terra gira no sentido oeste leste. Não era para a cada três meses o sol aparecerem um ponto cardeal diferente? Qual o motivo de sempre aparecer o ano todo, do lado norte, com a variação que vai do nordeste ao noroeste?

Só estou colocando meus questionamentos:

A terra gira na sua rota de translação no sentido oeste/leste há uma velocidade de 108 km/h, fazendo um total de aproximadamente 965 milhões de km em um ano. Em seis meses ela está distante do norte aproximadamente 482,5 milhões de km.

No sentido de rotação a Terra gira norte/sul, sendo do ponto nordeste ao noroeste um ângulo (na rosa dos ventos se ver isso) de 90º. No começo do ano ela está a nordeste, no fim do ano vai até noroeste e volta novamente para o nordeste. Este é todo o espaço que se verifica da trajetória da terra no sentido de translação. Assim que da Terra se vê o sol no seu percurso. Hoje (10/06/2010) a Terra está do lado noroeste, próximo ao centro do norte, em direção ao nordeste.

Minha questão 1:

Uma rota de translação do tamanho citado acima só pode ser notada em um ângulo de 90º ? Não seria uma rota mais curta e independe do sol mais fácil para explicar este fenômemo?

Porque não vemos da Terra um movimento de translação mais longo, de 180º que seria o mais sensato ver? Um movimento de 180º explicaria uma volta em torno do sol, quando ela estivesse a 6 meses distante do norte ou há uma distância de 482,5 milhões de km.

Se a Terra dá uma volta de 360º em torno do Sol, porque só se vê da Terra 90º dessa volta?

=======================================

Sempre, sempre, a ano inteiro, a Terra está próximo do norte magnético que vem do espaço. Pessoalmente acredito ser este norte magnético extraterrestre que atrái a a terra, em um percurso tão longo a Terra era para se afastar pelo menos uns graus do norte. Por que isso nunca acontece?

Obrigado pela resposta, assisti os vídeos, são motagens interessantes, porém não respondem meus questionamentos.

Josoco
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roll Re: O sistema giratório da Terra

Mensagem por Eduardo em Qui 15 Jul 2010, 9:37 pm

Eduardo escreveu:
Ed escreveu:
Eduardo escreveu:
Eduardo escreveu:
Ed escreveu:Deixe-me perguntar para você em particular, os fósseis encontrados até então são de quanto tempo, menos de 6000 anos?::
Depende do fóssil, por exemplo, foi encontrado 'carne' em um dinossauro, quanto tempo dura uma carne ? Milhões de anos ?

Outras fontes:

http://www.agencia.fapesp.br/materia/10434/divulgacao-cientifica/colageno-de-dinossauro.htm

http://abuscapelaverdade.blogspot.com/2009/05/colageno-de-dinossauro-de-80-milhoes-de.html
Normalmente quando um animal morre, todos os seus tecidos moles se decompõem e o material ósseo afunda cada vez mais na terra e, esmagado e sob a ação do calor, acabada se transformando em minerais. Como essa amostra de colágeno sobreviveu ?

Alem do Geofisico Dr Baumgardner e sua equipe realizarem pesquisas datacionais em rochas carbonaticas, em diamentes (para refutar a objeção da contaminação) a propria logica é importante para se pressupor algo, pois é muita alienação anacrônica acreditar por exemplo, entre tantos, que um tecido mole com elasticidade em condições nada especiais de um t-rex, "osso mais que fossil" com borras de hemoglobina, e vasos sanguinos constatados ao ser submetido a tecnica que se utiliza em esqueletos recentes ao descalcificar por colocação em acido fraco, possa ter mesmo 70 milhões de anos pela datação relativa ao local achado. Vejam o que os cientistas disseram:

"... No T. rex de Montana, ao contrário, não houve aparentemente nenhuma substituição: a matéria orgânica original (ou pelo menos parte dela) está preservada, o que é confirmado pela sua elasticidade. E isto é surpreendente, quando imaginamos que estamos diante de um animal extinto há dezenas de milhões de anos. "

Somente a fé substituta evolucionista e a tradição radiométrica que impedem a comunidade cientifica de se datar muitas vezes objetos assim

Alguns exemplos de anacronismos :

1.Tecido Mole com elasticidade, borras amarronzadas de hemoglobina e maior parte do osso (Femur de um Tiranossauro rex) ainda estar sem sofrer diageneses sendo datado em 68-70 milhoes de anos pela dataçao relativa.

Link do trabalho original na revista Science

http://sciencenow.sciencemag.org/cgi/content/full/2005/324/2

http://www.sciencemag.org/cgi/content/full/307/5717/1952?maxtoshow=&HITS=10&hits=10&RESULTFORMAT=&fulltext=T.+rex&searchid=1122084038953_8041&stored_search=&FIRSTINDEX

Outros links

http://cienciahoje.uol.com.br/controlPanel/materia/view/3298

http://www.estadao.com.br/rss/ciencia/2005/mar/24/147.htm

http://cienciahoje.uol.com.br/controlPanel/materia/view/3298http://media.eurekalert.org/scipub/images/schweitzer2LR.jpghttp://www.calacademy.org/science_now/headline_science/images/T-rex_tissue_fragments.jpg

http://www.earthfiles.com/Images/news/T/TRexBoneCellsAF.jpeg

http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=14251159&tid=2539815102186455492&na=4&nst=47&nid=14251159-2539815102186455492-2548156834913386948

MEASURABLE 14C IN FOSSILIZED ORGANIC MATERIALS

http://www.globalflood.org/papers/2003ICCc14.html

Então vá lá, se os bichanossauros são contemporâneos bíblicos, porque que não é mencionado tais dinossaurinhos de 6 0 40 toneladas na Bíblia?::
Pelo mesmo motivo que não é mencionado os demais animais gigantes antigos. O tamanho dos animais era muito maior do que é hoje. Então era irrelevante falar só de uma espécie já que todos eram de tamanhos similares.
Veja alguns exemplos de animais antigos gigantes:

http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI3638546-EI238,00-Monstro+marinho+gigante+era+vezes+mais+forte+que+Trex.html
http://www.scb.org.br/htdocs/periodicos/licoes/RCA-Origem.html
http://eoqha.net/criacionismo/115-os-gigantes-estao-chegando-roberto-azevedo/
http://www.scb.org.br/fc/FC61_05.htm
http://www.canalkids.com.br/central/arquivo/cie_fosseis.htm
http://www.biomania.com.br/bio/conteudo.asp?cod=1746
http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI1097024-EI238,00.html
http://criacionista.blogspot.com/2008/05/fssil-de-rptil-marinho-o-maior-j.html
http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2008/01/080116_roedoruruguai.shtml
http://criacionista.blogspot.com/2008/05/encontrada-garra-fssil-de-escorpio.html
http://oglobo.globo.com/ciencia/mat/2008/02/19/descoberto_fossil_de_sapo_gigante_que_viveu_com_dinossauros_na_africa-425719944.asp
http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u467222.shtml
http://criacionista.blogspot.com/2008/11/urubu-pr-histrico-gigante-habitou-minas.html
http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u499175.shtml
http://oglobo.globo.com/ciencia/mat/2007/04/23/295469666.asp
http://paleontografia.blogspot.com/2008/11/urubu-fssil-gigante-descoberto-em-minas.html
http://g1.globo.com/jornalhoje/0,,MUL988368-16022,00-CIENTISTAS+DESCOBREM+FOSSIL+DE+COBRA+GIGANTE.html
http://oglobo.globo.com/ciencia/mat/2009/02/27/achado-no-peru-fossil-de-ave-gigante-de-10-milhoes-de-anos-754618238.asp
http://www.hephesto.com/agrega/?p=3629
http://veja.abril.com.br/noticia/variedade/encontrado-fossil-ave-gigante-dentes-424271.shtml
http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u373735.shtml
http://colunistas.ig.com.br/area51/2007/04/28/cientistas-descobrem-fossil-gigante-de-floresta/
http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI3603848-EI238,00.html
http://noticias.pt.msn.com/article.aspx?cp-documentID=13740077
http://www.estadao.com.br/vidae/not_vid25364,0.htm
http://ultimosegundo.ig.com.br/bbc/2007/04/23/cientistas_encontram_floresta_fossil_gigante_em_mina_nos_eua_761647.html


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roll Re: O sistema giratório da Terra

Mensagem por lordakner em Qui 15 Jul 2010, 9:43 pm

Josoco escreveu:
Obrigado pela resposta, assisti os vídeos, são motagens interessantes, porém não respondem meus questionamentos.
Vou pedir à NASA para que filme cada instante da TRANSLAÇÃO e postar.
Deve ser um filme meio longo (Um ano +ou-), mas talvez te satisfaça. oh my

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roll Re: O sistema giratório da Terra

Mensagem por lordakner em Qui 15 Jul 2010, 10:07 pm

Eduardo escreveu:Veja alguns exemplos de animais antigos gigantes:

http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI3638546-EI238,00-Monstro+marinho+gigante+era+vezes+mais+forte+que+Trex.html

O fóssil de um monstro marinho gigante, que habitava os mares há 147 milhões de anos (período Jurássico) e foi encontrado recentemente no Ártico, era capaz de alcançar uma potência no ataque que faria o temido Tiranossauro rex parecer pequeno, disseram cientistas noruegueses nesta segunda-feira. O recém-batizado "Predador X" - uma espécie de pliossauro com 15m de comprimento e peso de 45t - foi descoberto no arquipélago norueguês de Svalbard


É muita DESONESTIDADE.
Para corroborar a sandice de que "Os Homens Conviviam com Dinossauros, mas não se importavam com eles, pois haviam muitos animais grandes", Eduardo posta a NOTÍCIA da descoberta de um fóssil de 147 Milhões de ANOS.
Presumimos então que ele ache que o HOMEM HABITA A TERRA FAZ 147 MILHÕES DE ANOS TAMBÉM!!

Nem sei por que o Ed perde o tempo dele. oh my

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roll Re: O sistema giratório da Terra

Mensagem por APODman em Qui 15 Jul 2010, 10:34 pm

Ed escreveu:
O Pêndulo de Foucault
O experimento do pêndulo de Foucault consiste em uma das maneiras mais simples e elegantes de se provar a rotação da terra, e isso sem precisar de nenhuma observação astronômica, mesmo dentro de uma sala fechada o experimento é possível. O aparato experimental consiste em nada mais que um pêndulo simples, onde o seu ponto de apoio é livre para girar.



Leon Foucault fez suas primeiras observações do pêndulo em 1848, quando observou que o plano de oscilação do pêndulo parecia girar com o tempo. Em 1850 realizou uma grande exibição no Pantheon (França). Veja figura ao lado. Onde demonstrou em público esse fenômeno.

Mas o que um pêndulo simples tem haver com a rotação da terra? Vamos analisar as forças que atuam na esfera do pêndulo: temos a força de atração gravitacional (peso), a tração do fio e a forças de resistência (ar).

Todas essas forças estão contidas em um mesmo plano,elas fariam apenas o pêndulo oscilar e com o passar do tempo diminuir a amplitude de oscilação devido a resistência do ar, mas nenhuma dessas forças explica a observação experimental que o pêndulo gira com o passar do tempo!!! (Em Paris, essa rotação é de cerca de 10 graus por hora, no sentido horário).

Chegamos, então, em um grande mistério: Por que o pêndulo gira?
A resposta é simples: O pêndulo NÃO gira, é o chão em baixo dele que está girando! Em outras palavras... O plano de oscilação do pêndulo permanece constante, nós temos a impressão que ele está girando porque a terra está girando!
Um pêndulo situado no pólo norte, por exemplo, daria uma volta completa no sentido horário por dia, enquanto um situado no pólo sul o faria no sentido anti-horário. Você consegue perceber porque um pêndulo situado no equador não gira nada?

Atualmente nós não precisamos mais de pêndulos para provar a rotação da terra, mas ainda assim várias universidades do mundo mantêm enormes pêndulos de Foucault em seus laboratórios.


Esse experimento aparentemente simples está ligado a aspectos fundamentais da física, como a idéia de referenciais inerciais. Embora a idéia qualitativa do seu funcionamento seja bastante simples, as contas exatas para o cálculo da sua rotação exigem uma certa sofisticação matemática que não é o objetivo desse texto.

http://www.wendelsantos.com/novo/cotidiano.php?pag=pendulo_foucault


Cuidado para não voltar á idade das trevas exercida pela hereje ICAR...



::


Realmente o Pêndulo de Foucault é melhor experimento que demonstra a rotação terrestre. Gostaria que o colega que questiona a rotação da Terra apresentasse refutações ao resultado do experimento.

Quanto a translação da Terra ( movimento da Terra em torno do Sol ) o Paralaxe Estelar demonstra sua realidade, de forma resumida:

A Paralaxe é a mudança aparente da posição
de um objecto observado, causada por uma mudança da posição do
observador. Por exemplo, coloque a sua mão à sua frente ao longo do
comprimento do seu braço, e observe um objecto do outro lado da sala por
detrás da sua mão. Agora abane a sua cabeça para o seu ombro direito,
ficando a sua mão do lado esquerdo do objecto distante. Mude a sua
cabeça para o seu ombro esquerdo, para que a sua mão apareça do lado
direito do objecto.

Dado que a Terra está em órbita à volta do
Sol, o céu é observado a partir de uma posição em movimento constante no
espaço. Como tal, será de esperar ver um efeito de paralaxe anual, no qual as posições dos objectos
próximos parecem “agitar-se” para trás e para
a frente em resposta ao nosso movimento à volta do Sol. Isto acontece
de facto, mas as distâncias até mesmo às estrelas mais próximas são tão
grandes que você precisa de fazer observações cuidadosas com um
telescópio para detectar o efeito

Abaixo um exemplo gráfico da Paralaxe Estelar, a Terra, ao movimentar-se ao longo de sua órbita, ocasiona um movimento aparente de uma estrela ( ponto azul) em relação as estrelas de fundo, mais distantes, com paralaxe menor e portanto parecessem fixas ):
Não há outra explicação para a Paralaxe Estelar melhor do que o movimento de Translação da Terra, caso questione esta afirmação por favor nos apresente uma refutação a explicação bem como uma melhor explicação ao efeito.

Para saber mais sobre a Paralaxe Estelar leia aqui:
- http://astro.if.ufrgs.br/dist/dist.htm

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roll Re: O sistema giratório da Terra

Mensagem por Eduardo em Qui 15 Jul 2010, 10:48 pm

lordakner escreveu:
Eduardo escreveu:Veja alguns exemplos de animais antigos gigantes:

http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI3638546-EI238,00-Monstro+marinho+gigante+era+vezes+mais+forte+que+Trex.html

... 147 milhões de anos ... 147 MILHÕES DE ANOS TAMBÉM!!
Já demonstrei que esses metodos são questionáveis.
Para validar essa tese os geólogos assumem:

1) Que a taxa de decaimento dos isótopos radioactivos foi sempre constante;
2) Que não houve contaminação externa (isto é, que nenhuma quantidade de isótopos-pai ou isótopos-filho entrou ou saiu da amostra);
3) Que as condições iniciais da amostra são conhecidas (isto é, que não havia isótopos-filho na amostra).

Uma coisa é medir a quantidade de isótopos-pai e isótopos-filho presentes em determinada amostra. Isso é possível fazer com grande precisão. Outra coisa totalmente diferente é extrapolar essa observação para determinar uma "idade". Isso depende de fatores não observados e não conhecidos que simplesmente se têm de assumir. Não dá para voltar atrás no tempo até à altura em que tudo começou a formar e acompanhar o seu desenvolvimento. É exatamente disto que trata o tópico "Halos radioativos de Polônio", tese publicada nos melhores periódicos científicos peer-reviewed. Aproveite que meu amigo Gladston está participando dele. Já foi encontrado 'carne' em um dinossauro, quanto tempo dura uma carne ? Milhões de anos ?

Outras fontes:

http://www.agencia.fapesp.br/materia/10434/divulgacao-cientifica/colageno-de-dinossauro.htm

http://abuscapelaverdade.blogspot.com/2009/05/colageno-de-dinossauro-de-80-milhoes-de.html


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roll Re: O sistema giratório da Terra

Mensagem por APODman em Qui 15 Jul 2010, 10:59 pm

Uma coisa é medir a quantidade de isótopos-pai e isótopos-filho
presentes em determinada amostra. Isso é possível fazer com grande
precisão. Outra coisa totalmente diferente é extrapolar essa observação
para determinar uma "idade". Isso depende de fatores não observados e
não conhecidos que simplesmente se têm de assumir.

Curiosamente quando os testes de Carbono-14 são utilizados para confirmação de eventos bíblicos os Criacionistas não se intimidam em usa-los como "provas" da autenticidade da Bíblia.

Um exemplo clássico é o Tanque de Siloé, ou Aqueduto de Ezequias confirmado como tal através de datação por radiocarbono de materias orgânciso deixados em sue interior pelos seus construtores.

No site da Sociedade Criacionista Brasileira encontramos a imagem do tanque como maravilhosa prova da autenticidade da Bíblia:



Este é o tanque de Siloé, no qual o cego devia lavar os seus olhos para recuperar a visão.

Como nos tempos de Jesus, a água vem para o tanque por um túnel cavado em 700 A.C. pelo rei Ezequias para abastecer de água Jerusalém durante os cercos dos assírios (II Reis 20:20 - "Quanto aos mais atos de Ezequias, todo o seu poder, como fêz o açude e o aqueduto e trouxe água para dentro da cidade, porventura não está escrito no livro da história dos reis de Judá?" e II Crônicas 32:30 - "Também o mesmo Ezequias tapou o manancial superior das águas de Giom, e as canalizou para o ocidente da cidade de Davi. Ezequias prosperou em toda a sua obra".

fonte: http://www.scb.org.br/inspiracao/naturezaviva/2k20326.asp

Mais em:

"Hezekiah's Siloam Tunnel Confirmed Through C-14 Dating"
- http://www.godandscience.org/apologetics/hezekiah.html

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Última edição por APODman em Qui 15 Jul 2010, 11:06 pm, editado 1 vez(es)

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roll Re: O sistema giratório da Terra

Mensagem por Eduardo em Qui 15 Jul 2010, 11:04 pm

APODman escreveu:
Uma coisa é medir a quantidade de isótopos-pai e isótopos-filho
presentes em determinada amostra. Isso é possível fazer com grande
precisão. Outra coisa totalmente diferente é extrapolar essa observação
para determinar uma "idade". Isso depende de fatores não observados e
não conhecidos que simplesmente se têm de assumir.

Curiosamente quando os testes de Carbono-14 são utilizados para confirmação de eventos bíblicos os Criacionistas não se intimidam em usa-los como "provas" da autenticidade da Bíblia.

Um exemplo clássico é o Tanque de Siloé, ou Aqueduto de Ezequias confirmado como tal através de datação por radiocarbono de materias orgânciso deixados em sue interior pelos seus construtores.

No site da Sociedade Criacionista Brasileira encontramos a imagem do tanque como maravilhosa prova da autenticidade da Bíblia:



Este é o tanque de Siloé, no qual o cego devia lavar os seus olhos para recuperar a visão.

Como nos tempos de Jesus, a água vem para o tanque por um túnel cavado em 700 A.C. pelo rei Ezequias para abastecer de água Jerusalém durante os cercos dos assírios (II Reis 20:20 - "Quanto aos mais atos de Ezequias, todo o seu poder, como fêz o açude e o aqueduto e trouxe água para dentro da cidade, porventura não está escrito no livro da história dos reis de Judá?" e II Crônicas 32:30 - "Também o mesmo Ezequias tapou o manancial superior das águas de Giom, e as canalizou para o ocidente da cidade de Davi. Ezequias prosperou em toda a sua obra".

fonte: http://www.scb.org.br/inspiracao/naturezaviva/2k20326.asp

[ ]´s
Eu questiono os métodos que tentam cobrir longos periodos, superiores a 50.000 anos. A partir da morte do ser vivo, a quantidade de C-14 existente em um tecido orgânico se dividirá pela metade a cada 5.730 anos. Cerca de 50 mil anos depois, esta quantidade começa a ser pequena demais para uma datação precisa. O pouco que se sabe de um suposto periodo posterior não passa de hipóteses subjetivas. Se submetessem o colágeno encontrado deste dinossauro ao teste do C14 encontrariam uma idade inferior a 50.000 anos.


Última edição por Eduardo em Qui 15 Jul 2010, 11:10 pm, editado 1 vez(es)


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roll Re: O sistema giratório da Terra

Mensagem por APODman em Qui 15 Jul 2010, 11:08 pm

Eduardo escreveu:Eu questiono os métodos que tentam cobrir longos periodos, superiores a 50.000 anos. Sendo que o pouco que se sabe desse suposto pediodo não passam de hipóteses subjetivas.

Os mesmos problemas que vc cita para outros tipos de datações por decaimento radioativo valeriam tb para o Carbono-14 já que o princípio é exatamente igual.

O fato é que o Carbono-14 tornou-se agora "agradável" já que confirmou uma narrativa bíblica, LOGO ele é verdadeiro, funciona !


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roll Re: O sistema giratório da Terra

Mensagem por lordakner em Qui 15 Jul 2010, 11:09 pm

APODman escreveu:
Curiosamente quando os testes de Carbono-14 são utilizados para confirmação de eventos bíblicos os Criacionistas não se intimidam em usa-los como "provas" da autenticidade da Bíblia.
Salve Apodman.:chapeu:
Quando utilizado para Fins Santificados, o Carbono-14 torna-se Carbono-14-Celestial?
É isso? :risadinha: :risadinha: :risadinha:

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roll Re: O sistema giratório da Terra

Mensagem por APODman em Qui 15 Jul 2010, 11:12 pm

lordakner escreveu:
APODman escreveu:
Curiosamente quando os testes de Carbono-14 são utilizados para confirmação de eventos bíblicos os Criacionistas não se intimidam em usa-los como "provas" da autenticidade da Bíblia.
Salve Apodman.:chapeu:
Quando utilizado para Fins Santificados, o Carbono-14 torna-se Carbono-14-Celestial?
É isso? :risadinha: :risadinha: :risadinha:

Salve Lord !

Exatamente Lord, é o "Princípio Rubens Ricúpero" que tanto utiliziam para interpretação bíblica: "Quando é ruim a gente esconde, quando é bom a gente fatura !"

Quando é ruim para a causa Apologética a datação por radioisótopos é coisa dos demônios evolucionistas, quando é bom é santificado !


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roll Re: O sistema giratório da Terra

Mensagem por Eduardo em Qui 15 Jul 2010, 11:13 pm

APODman escreveu:
Eduardo escreveu:Eu questiono os métodos que tentam cobrir longos periodos, superiores a 50.000 anos. Sendo que o pouco que se sabe desse suposto pediodo não passam de hipóteses subjetivas.

Os mesmos problemas que vc cita para outros tipos de datações por decaimento radioativo valeriam tb para o Carbono-14 já que o princípio é exatamente igual.

O fato é que o Carbono-14 tornou-se agora "agradável" já que confirmou uma narrativa bíblica, LOGO ele é verdadeiro, funciona ![ ]´s
Você não entendeu o que eu disse. Questiono os demais métodos pois o tempo medido é de um periodo tão distante que os indices pertenceriam a uma era desconhecida e sem registro para se fazer uma calibragem. O C14 dá para calibrar. Muitas das idades obtidas por técnicas de datação radiométrica são altamente divulgadas. No entanto, as suposições fundamentais que fazem parte desse mecanismo não são. Aqui estão as três suposições principais para sua consideração:

  • A taxa de decaimento permanece constante.
  • Não houve contaminação (ou seja, nenhum isótopo-filho ou elementos intermediários foram misturados ou introduzidos à amostra de rocha).
  • Podemos determinar a quantidade inicial do isótopo-filho (se assumirmos que inicialmente não havia nenhum isótopo-filho, mas mesmo assim ele estava presente na formação da rocha, a rocha teria uma aparência superficial de idade).

São estas suposições fundamentais razoáveis? Descobertas recentes aparentam indicar que, apesar de nós mesmos não termos sido capazes de variar por muito a taxa de decaimento no laboratório, essas taxas podem ter sido aceleradas no passado não observável [1].

Se este fosse o caso, a primeira suposição seria considerada razoável. Isso completamente viraria de cabeça para baixo a nossa atual visão padrão da história da Terra. Dr. Carl Wieland resume as descobertas recentes: "Quando o urânio decai ao chumbo, um subproduto desse processo é a formação de hélio, um gás muito leve e inerte que facilmente escapa da rocha. Certos cristais chamados de zircões, obtidos pela perfuração de granitos muito profundos, contêm urânio que tem parcialmente deteriorado em chumbo. Ao medir a quantidade de urânio e 'chumbo radiogênico' nestes cristais, pode-se calcular que, se a taxa de decomposição foi constante, cerca de 1,5 bilhões ano devem ter passado. (Isso é consistente com a ‘idade’ geológica atribuída ao granitos nos quais estes zircões são encontrados.)

Existe uma quantidade significativa de hélio desses '1,5 bilhões de anos de decadência' ainda dentro dos zircões. Isto é à primeira vista surpreendente, devido à facilidade com que se esperaria que o hélio (com seus minúsculos e leves átomos incapazes de reagir) escapasse dos espaços dentro da estrutura cristalina. Mal deveria existir qualquer sobra porque, com um acúmulo tão lento, essa substância deveria estar escorrendo constantemente e nunca acumulando. Tirar conclusões baseadas no que acabamos de discutir acima depende, naturalmente, da medida da velocidade com que o hélio vaza dos zircões. Isto é o que uma dissertação recente do projeto RATE [2] estuda. As amostras foram enviadas ... para um especialista a nível mundial de como medir essas taxas. A resposta consistente: o hélio de fato vaza rapidamente em uma ampla variação de temperaturas. Na verdade, os resultados mostram que, devido à quantidade de hélio ainda presente nos zircões, esses cristais (e já que esta é uma caverna de granito pré-cambriano, o significado implícito é toda a terra) não podiam ser mais velhos do que entre 4.000 e 14.000 anos. Em outras palavras, em apenas alguns milhares de anos, o equivalente a 1,5 bilhões de anos (nas taxas atuais) de decaimento radioativo teria acontecido. Curiosamente, os dados desde então têm sido aperfeiçoados e atualizados para dar uma data de 5680 (+ / - 2000) anos."[3]



Notas de Rodapé:


  1. D. Russel Humphreys, Steven A. Austin, John R. Baumgardner, Andrew A. Snelling, Helium Diffusion Rates Support Accelerated Nuclear Decay; Artigo disponível online: http://www.icr.org/research/icc03/pdf/helium_ICC_7-22-03.pdf.
  2. O projeto "RATE" significa "Radioisótopos e a Idade da Terra" em inglês: "Radioisotopes and the Age of The Earth"
  3. Carl Wieland, RATE Group Reveal Exciting Breakthroughs, 2003


Última edição por Eduardo em Qui 15 Jul 2010, 11:39 pm, editado 3 vez(es)


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roll Re: O sistema giratório da Terra

Mensagem por Eduardo em Qui 15 Jul 2010, 11:20 pm

Saiu na Science que Gregory Brennecka e colegas “mediram as quantidades relativas de Urânio 238 a Urânio 235 de várias amostras do meteorito Allende, e detectaram pequenas diferenças nas proporções de isótopos de diferentes inclusões dentro do mesmo meteorito.” De acordo com o próprio Brennecka, “essa variação implica incertezas substanciais nas idades determinadas anteriormente pela datação por Pb-Pb (chumbo-chumbo) de inclusões ricas em cálcio-alumínio (CAIs).”

THOMAS, Brian. It’s official: radioactive isotope dating is fallible. Institute for Creation Research, publicado em 21 jan 2010. Disponível em: . Acesso em 28 jan 2010.

It's Official: Radioactive Isotope Dating Is Fallible
by Brian Thomas, M.S. *

New data collected by secular researchers has confirmed what creation scientists discovered decades ago—geologists’ assumptions about radioactive decay are not always correct.
For a century, the radioactive decay of unstable elements into more stable ones has been used as a natural clock to estimate the age of earth materials. Even the solar system has been dated using one of these systems, by measuring the amount of a decaying element and comparing it to the amount of its stable (decayed) daughter material in meteorites. However, a recent analysis using state-of-the-art equipment found that a basic assumption underlying one of these clock systems needs to be re-evaluated.
Gregory Brennecka of Arizona State University and colleagues measured the relative amounts of Uranium 238 to Uranium 235 from several samples taken from the large Allende meteorite, named for the village in Mexico near where it landed in 1969. With the more sensitive instrument, they detected small differences in isotope ratios from different inclusions within the same meteorite.1 Isotopes are versions of an element with differing nuclear components. The full technical report appeared in the January 22, 2010, issue of the journal Science.
The differing amounts of material that were found in separate samplings of the same meteorite were unexpected. The current standard age assigned to the solar system of 4.6 billion years was determined by studying the Uranium-to-Lead decay systems in meteorites, which are assumed to have formed before the planets did. This age was based on the belief that the rate of decay has been constant, and that Uranium 238 will be present in a known ratio to Uranium 235. The varying quantities of these isotopes call into question the calculated age of the solar system, since “one of the equation’s assumptions — that certain kinds of uranium always appear in the same relative quantities in meteorites — is wrong.”2
“This variation implies substantial uncertainties in the ages previously determined by Pb-Pb [lead-lead] dating of CAIs,” Brennecka stated in an ASU press release.3 CAIs are “calcium-aluminum-rich inclusions” found in the meteorite. Though the measurements of these elements are very precise, the assumptions upon which their usefulness as a clock rests are questionable at best. In a Wired Science article on Brennecka’s findings, Gerald Wasserburg, emeritus professor of geology at Caltech, commented, “Everybody was sitting on this two-legged stool claiming it was very stable, but it turns out it’s not.”2
To be fair, however, it wasn’t “everybody” who claimed this. For years, creation researchers have published ample data to refute the assumed reliability of nuclear decay clocks in general, as well as specifically for Lead. For example, in 1979, John Woodmorappe catalogued scores of discordant dates “determined” by isotope decay systems, all published in secular literature.4 In 2003, Andrew Snelling published more discordant “ages,” taken from isotope measurements at Australia’s Somerset Dam.5 Another study tested the reliability of ages based on radioisotope systems from Grand Canyon and other formations. It found disagreeing “ages” from different isotope systems for the same rock.6 These discordant dates should not be evident if the assumption of rate constancy—which underlies radioisotope dating of igneous materials and is used to support the “billions of years” age for the solar system—is accurate.
In 2005, sedimentologist Steve Austin performed a test of the lead-lead isotope clock assumptions in earth material, and found data that nullified the idea that the decay rate has been constant.7 So, it is not surprising that Brennecka’s team has now found a need to tweak the age formulas used for dating meteoritic material.
Although it is apparent that millions of years worth of decay—at today’s slow rates—has occurred in isotope decay systems, it is clear that that the decay occurred rapidly, during a period of extreme acceleration. Only in this way could Helium have become trapped in granites,8 Polonium radiohalos have left their signatures,9 and other microscopic scars called “fission tracks” have formed.10
Although Brennecka and his colleagues detected only a small difference in the Uranium isotopes within the same rock, this was enough to cast a measure of doubt on a procedure that has been deemed nearly infallible for many decades. And this dovetails with other valid research which has unearthed enough other data to call into question the assumed reliability of isotope clock dating systems.

References

  1. Brennecka, G. A. et al. 238U/235U Variations in Meteorites: Extant 247Cm and Implications for Pb-Pb Dating. Science Express. Published online December 31, 2009.
  2. Grossman, L. Age of Solar System Needs to Be Recalculated. Wired Science. Posted on wired.com January 4, 2010, accessed January 12, 2010.
  3. Staab, N. ASU researchers recalculate age of Solar System. Arizona State University press release, December 31, 2009.
  4. Woodmorappe, J. 1979. Radiometric Geochronology Reappraised. Creation Research Society Quarterly. 16 (2): 102-129.
  5. Snelling, A. A. 2003. Whole-Rock K-Ar Model and Isochron, and Rb-Sr, Sm-Nd, and Pb-Pb Isochron, “Dating” of the Somerset Dam Layered Mafic Intrusion, Australia. In Ivey, R. L., ed. Proceedings of the Fifth International Conference on Creationism. Pittsburgh, PA: Creation Science Fellowship, 305-324.
  6. Snelling, A. A. 2005. Isochron Discordances and the Role of Inheritance and Mixing of Radioisotopes in the Mantle and Crust. Vardiman, L., A. A. Snelling and E. F Chaffin, eds., Radioisotopes and the Age of the Earth: Results of a Young-Earth Creationist Research Initiative. El Cajon, CA: Institute for Creation Research and Chino Valley, AZ: Creation Research Society.
  7. Austin, S. A. 2005. Do Radioisotope Clocks Need Repair? Testing the Assumptions of Isochron Dating Using K-Ar, Rb-Sr, Sm-Nd, and Pb-Pb Isotopes. In Vardiman, L., A. A. Snelling and E. F Chaffin, eds., Radioisotopes and the Age of the Earth: Results of a Young-Earth Creationist Research Initiative. El Cajon, CA: Institute for Creation Research, and Chino Valley, AZ: Creation Research Society.
  8. Humphreys, D. R. 2003. New RATE Data Support a Young World. Acts & Facts. 32(12).
  9. Snelling, A. A. 2002. Radiohalos—Significant and Exciting Research Results. Acts & Facts. 31 (11).
  10. Snelling, A. A. 2005. Fission Track in Zircons: Evidence for Abundant Nuclear Decay. In Vardiman, L., A. A. Snelling and E. F. Chaffin, eds., Radioisotopes and the Age of the Earth: Results of a Young-Earth Creationist Research Initiative. El Cajon, CA: Institute for Creation Research, and Chino Valley, AZ: Creation Research Society.
* Mr. Thomas is Science Writer at the Institute for Creation Research.


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roll Re: O sistema giratório da Terra

Mensagem por silvamelo em Sex 16 Jul 2010, 2:02 am

Na verdade, os resultados mostram que, devido à quantidade de hélio ainda presente nos zircões, esses cristais (e já que esta é uma caverna de granito pré-cambriano, o significado implícito é toda a terra) não podiam ser mais velhos do que entre 4.000 e 14.000 anos. Em outras palavras, em apenas alguns milhares de anos, o equivalente a 1,5 bilhões de anos (nas taxas atuais) de decaimento radioativo teria acontecido. Curiosamente, os dados desde então têm sido aperfeiçoados e atualizados para dar uma data de 5680 (+ / - 2000) anos."[3]
E o que você me diz do cálculo de idade das estrelas, galáxias e universo em geral, baseado no estudo do diagrama H-R, das estelas do tipo cefeidas e do desvio espectral para o vermelho?

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roll Re: O sistema giratório da Terra

Mensagem por Ed em Sex 16 Jul 2010, 7:48 am

Eduardo escreveu:
Ed escreveu:
Eduardo escreveu:
Eduardo escreveu:
Ed escreveu:Deixe-me perguntar para você em particular, os fósseis encontrados até então são de quanto tempo, menos de 6000 anos?::
Depende do fóssil, por exemplo, foi encontrado 'carne' em um dinossauro, quanto tempo dura uma carne ? Milhões de anos ?

Outras fontes:

http://www.agencia.fapesp.br/materia/10434/divulgacao-cientifica/colageno-de-dinossauro.htm

http://abuscapelaverdade.blogspot.com/2009/05/colageno-de-dinossauro-de-80-milhoes-de.html
Normalmente quando um animal morre, todos os seus tecidos moles se decompõem e o material ósseo afunda cada vez mais na terra e, esmagado e sob a ação do calor, acabada se transformando em minerais. Como essa amostra de colágeno sobreviveu ?

Alem do Geofisico Dr Baumgardner e sua equipe realizarem pesquisas datacionais em rochas carbonaticas, em diamentes (para refutar a objeção da contaminação) a propria logica é importante para se pressupor algo, pois é muita alienação anacrônica acreditar por exemplo, entre tantos, que um tecido mole com elasticidade em condições nada especiais de um t-rex, "osso mais que fossil" com borras de hemoglobina, e vasos sanguinos constatados ao ser submetido a tecnica que se utiliza em esqueletos recentes ao descalcificar por colocação em acido fraco, possa ter mesmo 70 milhões de anos pela datação relativa ao local achado. Vejam o que os cientistas disseram:

"... No T. rex de Montana, ao contrário, não houve aparentemente nenhuma substituição: a matéria orgânica original (ou pelo menos parte dela) está preservada, o que é confirmado pela sua elasticidade. E isto é surpreendente, quando imaginamos que estamos diante de um animal extinto há dezenas de milhões de anos. "

Somente a fé substituta evolucionista e a tradição radiométrica que impedem a comunidade cientifica de se datar muitas vezes objetos assim

Alguns exemplos de anacronismos :

1.Tecido Mole com elasticidade, borras amarronzadas de hemoglobina e maior parte do osso (Femur de um Tiranossauro rex) ainda estar sem sofrer diageneses sendo datado em 68-70 milhoes de anos pela dataçao relativa.

Link do trabalho original na revista Science

http://sciencenow.sciencemag.org/cgi/content/full/2005/324/2

[url=http://www.sciencemag.org/cgi/content/full/307/5717/1952?maxtoshow=&HITS=10&hits=10&RESULTFORMAT=&fulltext=T. rex&searchid=1122084038953_8041&stored_search=&FIRSTINDEX]http://www.sciencemag.org/cgi/content/full/307/5717/1952?maxtoshow=&HITS=10&hits=10&RESULTFORMAT=&fulltext=T. rex&searchid=1122084038953_8041&stored_search=&FIRSTINDEX[/url]

Outros links

http://cienciahoje.uol.com.br/controlPanel/materia/view/3298

http://www.estadao.com.br/rss/ciencia/2005/mar/24/147.htm

http://cienciahoje.uol.com.br/controlPanel/materia/view/3298http://media.eurekalert.org/scipub/images/schweitzer2LR.jpghttp://www.calacademy.org/science_now/headline_science/images/T-rex_tissue_fragments.jpg

http://www.earthfiles.com/Images/news/T/TRexBoneCellsAF.jpeg

http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=14251159&tid=2539815102186455492&na=4&nst=47&nid=14251159-2539815102186455492-2548156834913386948

MEASURABLE 14C IN FOSSILIZED ORGANIC MATERIALS

http://www.globalflood.org/papers/2003ICCc14.html

Então vá lá, se os bichanossauros são contemporâneos bíblicos, porque que não é mencionado tais dinossaurinhos de 6 0 40 toneladas na Bíblia?::
Pelo mesmo motivo que não é mencionado os demais animais gigantes antigos. O tamanho dos animais era muito maior do que é hoje. Então era irrelevante falar só de uma espécie já que todos eram de tamanhos similares.
com certeza não me convenceu, mas vá lá...

Segundo sua visão de criação do mundo em 7 dias de 24 horas (como se Deus tivesse um relógio humano ) com certeza não se data o tempo terrestre atravéz de fósseis, o fósseis foram animais de uma determinada era, provavelmente a mesozóica.
Muito bem, vamos partir então para o chão, ou seja, vamos datar o nosso solo. A pergunta é: Observando a figura seguinte, o Grand Cannyon, me diga quanto tempo o Rio Colorado demorou para esculpir este grandioso vale, em menos de 6000 anos?



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roll Re: O sistema giratório da Terra

Mensagem por Eduardo em Sex 16 Jul 2010, 10:16 am

Ed, dois texto sobre a formação de canyons:

http://cve.acordem.com/blog/15048//

http://www.ielp.eu/index.php?option=com_content&view=article&id=195:estarao-os-geologos-seculares-dispostos-a-considerar-um-diluvio-global&catid=39:blog&Itemid=62

Agora é miinha vez de perguntar. Em Gênesis 1:1 e 2 está escrito:

"No princípio criou Deus os céus e a terra. A terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo, mas o Espírito de Deus pairava sobre a face das águas."

1. Que principio é esse ? Big Bang ?

2. Ao se citar cada "dia" em Gênesis diz-se também que houve tarde e manhã. Sendo esses dias no tempo de Deus, o que dizer das tardes e manhãs? Seriam simbólicos ou grandes períodos de claridade e escuridão?

3. Por que a luz só foi aparecer no verso 3 se o Big Bang já tinha acontecido ?


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roll Re: O sistema giratório da Terra

Mensagem por silvamelo em Sex 16 Jul 2010, 12:31 pm

Eduardo escreveu:Ed, dois texto sobre a formação de canyons:

http://cve.acordem.com/blog/15048//

http://www.ielp.eu/index.php?option=com_content&view=article&id=195:estarao-os-geologos-seculares-dispostos-a-considerar-um-diluvio-global&catid=39:blog&Itemid=62

Agora é miinha vez de perguntar. Em Gênesis 1:1 e 2 está escrito:

"No princípio criou Deus os céus e a terra. A terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo, mas o Espírito de Deus pairava sobre a face das águas."

1. Que principio é esse ? Big Bang ?

2. Ao se citar cada "dia" em Gênesis diz-se também que houve tarde e manhã. Sendo esses dias no tempo de Deus, o que dizer das tardes e manhãs? Seriam simbólicos ou grandes períodos de claridade e escuridão?

3. Por que a luz só foi aparecer no verso 3 se o Big Bang já tinha acontecido ?
Esses textos não devem ser interpetados de forma literal. Não foi a intenção de Deus transmitir informações científicas com eles, mas sim demonstrar o seu poder em toda a criação. A ciência é um instrumento para compreendermos como tudo isso aconteceu, não a Bíblia!

É a própria Palavra de Deus que demonstra que os dias da criação não são dias terrestres, mas sim longos períodos de tempo. Vejamos o que ela diz em Hebreus:

"Porque em certo lugar disse assim do dia sétimo (Em Gênesis): E repousou Deus de todas as suas obras no sétimo dia. E outra vez neste lugar (muito tempo depois, em Salmos): Não entrarão no meu repouso. Visto, pois, que resta que alguns entrem nele (logo, para os que restam, o dia sétimo ainda não veio), e que aqueles a quem primeiro foram pregadas as boas novas não entraram por causa da desobediência, determina outra vez um certo dia, Hoje, dizendo por Davi, muito tempo depois, como está dito: Hoje, se ouvirdes a sua voz, Não endureçais os vossos corações. Porque, se Josué lhes houvesse dado repouso, não falaria depois disso de outro dia. Portanto, resta ainda um repouso para o povo de Deus. Porque aquele que entrou no seu repouso, ele próprio repousou de suas obras, como Deus das suas. Procuremos, pois, entrar naquele repouso, para que ninguém caia no mesmo exemplo de desobediência" (Hb 4.4-11).

O dia sexto é o dia da criação do homem e ainda estamos nele, como podemos perceber claramente na passagem acima. O dia sétimo é o dia de repouso, que ainda virá. por isso disse Jesus:

"Meu Pai trabalha até agora, e eu trabalho também" (Jo 5.17).

Ora, se o Pai ainda está trabalhando com Jesus, então ainda não veio o dia de repouso, pelo menos da nossa perspectiva, que era a mesma de Jesus!

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roll Re: O sistema giratório da Terra

Mensagem por Eduardo em Sex 16 Jul 2010, 1:16 pm

Não compartilho de sua interpretação. Crieio na literalidade do Gênesis, no milagre da criação ex nihilo, assim como acredito que no milagre da ressurreição dos mortos.
silvamelo escreveu:É a própria Palavra de Deus que demonstra que os dias da criação não são dias terrestres, mas sim longos períodos de tempo.
A grande maioria dos léxicos e dicionários da língua hebraica amplamente aceitos, publicados no século vinte, traz a afirmação de que a designação “dia” em Gênesis 1 significa um dia de 24 horas, a saber, um dia solar.

Um prestigioso léxico recentemente publicado refere-se a Gênesis 1:5 como a primeira entrada escriturística para a definição de “dia de 24 horas” para o vocábulo hebraico yôm (“dia”) (87). O Léxico Hebraico-Inglês de Holladay segue o exemplo do “dia de 24 horas” (88). Brown-Driver-Briggs, léxico clássico Hebraico-Inglês, também define o “dia” da criação em Gênesis 1 como “um dia regular, definido por uma tarde e uma manhã” (89).

Lexicógrafos da língua hebraica colocam-se entre os mais qualificados eruditos hebraicos. Espera-se que eles tenham o maior cuidado em suas definições, e que também usualmente indiquem significados alternativos, se houver segurança para assim procederem em certas instâncias. Nenhum lexicógrafo afastou-se do significado da palavra “dia” como um dia literal de 24 horas em Gênesis 1.

Considerações feitas a partir de Dicionários

Magne Saeboe escreve no elogiado “Theological Dictionary of the Old Testament” que a palavra “dia” (yôm) em Gênesis 1 tem significado literal no sentido de “um dia completo” (90). Ele não entrevê qualquer outro significado ou alternativa.
Ernst Jenni, aplaudido erudito hebreu deste século, afirma no mais amplamente utilizado dicionário teológico da língua hebraica que o significado de “dia” no relato da criação deve ser entendido na acepção literal, como “dia de 24 horas, no sentido de uma unidade de tempo astronômica ou calendarial” (91).

Considerações baseadas na Semântica

O campo da semântica nos estudos lingüísticos refere-se àquilo que é chamado de significação (92). Isso cobre os problemas da “avaliação acurada do significado das expressões (palavras, frases, cláusulas, sentenças, etc.), que realmente têm sido usadas” (93).

A semântica chama atenção para a questão crucial do significado exato da palavra hebraica yôm. Poderia a designação “dia” em Gênesis 1 ter um significado figurativo nesse capítulo? Deve ela ser entendida, com base nas normas da semântica, como um “dia” literal? Essa questão de semântica é particularmente importante devido ao fato de que o vocábulo hebraico yôm, tanto no singular como no plural, apresenta uma grande variedade de significados, incluindo significados extensivos como “tempo”, “tempo de vida”, etc. É possível transpor para Gênesis 1 um significado extensivo qualquer encontrado no Velho Testamento? Não poderia isso resolver o problema do conflito entre o curto período de uma semana da criação e as longas eras necessárias para a evolução natural?

O termo hebraico yôm, na sua variedade de formas, pode significar, além de um “dia” literal, também um tempo ou período de tempo (Juízes 14:4), e em um sentido mais geral “o tempo de um mês” (Gênesis 29:14), o “tempo de dois anos” (II Samuel 13:23 e 14:28; Jeremias 28:3 e 11), o “tempo de três semanas” (Daniel 11:2 e 3). No plural pode significar “ano” (I Samuel 27:7), um “tempo de vida” (Gênesis 47:8), etc. Qualquer bom léxico poderá prover uma lista abrangente das várias possibilidades (94).

É importante ter em mente que “o conteúdo semântico das palavras pode ser visto mais claramente em suas várias combinações com outras palavras e seu campo semântico extensivo” (95).

Quais são as normas semântico-sintáticas para o sentido não literal, extensivo, do termo hebraico yôm? Os significados extensivos, não literais, do termo yôm são sempre encontrados em conexão com preposições (96), frases preposicionais com um verbo, construções compostas, fórmulas, expressões técnicas, combinações genitivas, frases construtivas, etc. (97). Em outras palavras, os significados extensivos, não literais, deste vocábulo hebraico apresentam conexões lingüísticas e contextuais especiais que indicam claramente a intenção de um sentido não literal. Se tais conexões lingüísticas especiais estiverem ausentes, o termo yôm não terá significado extensivo não literal; terá seu sentido normal de dia literal de 24 horas.

Em vista da riqueza de usos deste termo hebraico, impõe-se o estudo do uso de yôm em Gênesis 1 para a comparação com seus outros usos. Conteria este capítulo de Gênesis os indicadores necessários pelos quais yôm pudesse ser claramente reconhecido como tendo um sentido literal ou não? Como é este vocábulo usado em Gênesis 1? É ele usado juntamente com combinações de outras palavras, preposições, relações genitivas, estados construtivos, etc. como mencionado no parágrafo anterior, o que poderia indicar um sentido não literal? São exatamente essas espécies de combinações semântico-sintáticas que nos podem informar sobre a intenção do significado do termo.

Apresentemos os fatos a respeito do uso do termo yôm, “dia”, em Gênesis 1, como qualquer estudioso do Hebraico poderia fazer:

1) O termo yôm é sempre usado no singular.
2) O termo yôm está sempre justaposto a um numeral. Em Gênesis 1:5 tem-se um cardinal, e nos demais versículos, de Gênesis 1:1 a 2:3, sempre um ordinal. Isto será considerado mais abaixo.
3) O termo yôm nunca está combinado com uma preposição, combinação genitiva, estado construtivo, construção composta, ou algo semelhante. Ele sempre aparece como um simples substantivo.
4) O termo yôm é definido de forma consistente por uma frase temporal na sentença precedente - “e houve tarde e manhã”. Esta cláusula serve como função definidora para a palavra “dia”.
5) O relato complementar da criação, de Gênesis 2:4-25, contém um significado figurativo, não literal, do termo yôm, “dia”. Quando é pretendido um sentido não literal, são empregadas as convenções semântico-sintáticas observadas no restante do Velho Testamento para tal significado, e isto é exatamente o que acontece para o uso não literal em Gênesis 2:4.

Observemos como esses critérios aplicam-se a Gênesis 2:4. O substantivo yôm se justapõe à preposição be para formar beyôm. Ainda mais, ele é usado em uma relação construtiva com a forma infinitiva de ‘asah, “fazer”, lendo-se então literalmente “no dia do ... fazer”. Essa combinação do singular com uma preposição em uma construção com o infinitivo (98) faz dessa combinação uma “conjunção temporal” (99), que serve como uma “introdução geral do tempo” (100).

Gênesis 2:4, segunda parte, reza literalmente “em (o) dia do Senhor Deus fazer a terra e o céu”. A boa linguagem requer que a tradução literal “em (o) dia de”, que sintaticamente é uma conjunção temporal que serve para a introdução geral do tempo, seja substituida por “quando”. Esta sentença passa a rezar então: “Quando o Senhor Deus os criou ...”. Este claro exemplo de um uso extensivo não literal de yôm no relato da criação, em Gênesis 2:4-25, indica que o uso de yôm em Gênesis 1, sem qualquer qualificativo que possa marcar o seu uso não literal, em contraposição tem um sentido literal. O termo yôm em Gênesis 1 não se liga a qualquer preposição; não é usado em uma relação construtiva; e não tem nenhum indicador sintático que seria de esperar para um uso extensivo não literal. Assim, em Gênesis 1 yôm só pode significar um “dia” literal de 24 horas.

Em resumo, os usos semântico-sintáticos de yôm, “dia”, em Gênesis 1, quando comparados com os correspondentes usos e conexões lingüísticas do mesmo termo em outras passagens do Velho Testamento nas quais ele tem um sentido extensivo, não permitem que o seu significado seja o de um longo período de tempo, uma época, ou algo semelhante. A língua hebraica, sua gramática, sua sintaxe, suas estruturas lingüísticas, bem como o seu uso semântico, permite somente o significado literal para “dia” nos “dias” da criação de Gênesis 1.

Considerações baseadas no uso do singular

O termo hebraico yôm aparece no Velho Testamento em Hebraico 2304 vezes, das quais 1452 no singular (102).

Nos cinco livros de Moisés (o Pentateuco), este termo é usado 668 vezes, e no livro de Gênesis é empregado 152 vezes (103). Em Gênesis o uso do singular aparece 83 vezes.

Na enumeração dos seis “dias” da criação o termo “dia” é usado de forma consistente no singular. Há um uso do plural na frase “para dias e anos” no versículo 14, que evidentemente não se refere a um “dia” da criação. Esse uso do plural no versículo 14 dificilmente influi na discussão sobre os “dias” da criação serem longos períodos de tempo, pois o uso de “dias e anos” com relação ao calendário por si só estabelece o seu sentido literal. Não há qualquer dúvida quanto a ser literal o sentido de “dias”, com 24 horas, no versículo 14, da mesma forma que o sentido de “anos”.

Os usos adicionais de “dia”, no singular, em Gênesis 1 encontram-se nos versículos 5 e 16. “Chamou Deus à luz “Dia” (yôm)” (versículo 5) e Deus fez os luzeiros, “o maior para governar o dia” (versículo 16). O termo no versículo 5 é empregado no sentido literal de período diurno, parte clara do período de 24 horas, em contraste com o período noturno, a parte escura, a “noite” (versículo 16), do mesmo período de 24 horas (104). “Dia”, juntamente com “noite”, perfazem um “dia completo” (105).

Temos de reconhecer o fato de que o termo yôm em cada um dos seis dias apresenta as mesmas conexões:

a) Ele é usado no singular;
b) Ele se associa a um numeral; e
c) Ele é precedido pela frase “houve tarde e manhã”.
Esta tripla conexão entre o uso do singular e de um numeral, e a definição temporal de “tarde e manhã”, mantém a homogeneidade do “dia” da criação ao longo do relato todo da criação. Isto revela também que o “tempo é concebido como linear, os eventos ocorrendo dentro dele sucessivamente” (106). Afastar-se da ligação numérica consecutiva, e das fronteiras estabelecidas pela expressão “tarde e manhã” em linguagem tão direta, seria assumir extrema liberdade com o significado claro e direto da língua hebraica (107).

Considerações baseadas no uso dos numerais

Os seis “dias” da criação associam-se em todas as instâncias com um numeral, na seqüência de 1 a 6 (Gênesis 1:5, 8, 13, 19, 23, 31). O dia seguinte ao “sexto dia”, o “dia” em que Deus repousou, é designado como o “sétimo dia” [Gênesis 2 (duas vezes), e v.3].

O que parece ser significativo é a ênfase dada à seqüência dos numerais de 1 a 7, sem qualquer hiato ou interrupção temporal. Este esquema de sete dias, o esquema da semana de seis dias de trabalho seguidos por um “sétimo dia” como dia de repouso, interliga os “dias” da criação como dias normais em uma seqüência consecutiva e ininterrupta.

Quando a palavra yôm, “dia”, é empregada juntamente com um numeral, o que acontece 150 vezes no Velho Testamento, refere-se invariavelmente a um dia literal de 24 horas.

A única exceção, em números de 1 a 1000, encontra-se em um texto escatológico em Zacarias 14:7. A expressão hebraica yôm ‘echad empregada em Zacarias 14:7 tem sido traduzida de várias maneiras: “Mas será um dia singular” (Almeida revista e atualizada); “e haverá dia contínuo” (New Revised Standard Version); “será dia contínuo” (Revised English Bible); ou “o dia será um” (108). O “dia contínuo” ou o “um dia” do futuro escatológico será um dia no qual o ritmo normal de tarde e manhã, dia e noite, como conhecido hoje, será alterado de tal forma que naquele dia escatológico haverá “luz à tarde” (versículo 7). É geralmente aceito que este é um texto difícil da língua hebraica, mas que dificilmente pode ser usado para alterar o uso direto do vocábulo em Gênesis 1 (109).

Considerações baseadas no uso do artigo

O termo “dia” é usado em Hebraico sem o artigo, em cada passagem referente aos dias da criação, exceto nos casos do “sexto dia” (Gênesis 1:31, em Hebraico yôm hashshishî) e do “sétimo dia” (Gênesis 2:2) (110).

De tempos em tempos é destacada a observação de que o primeiro “dia” de Gênesis 1:5 em Hebraico é literalmente “um dia” (111), porque temos o numeral cardinal “um” usado com o termo “dia”.

A falta do artigo definido tem sido interpretada como significando que todos os “dias” da criação (exceto o sexto, que tem o artigo) permitem “a possibilidade tanto de ordem cronológica quanto de ordem literária ou aleatória” (112). Esta é, entretanto, uma interpretação muito duvidosa, que não pode ser apoiada mediante pontos de vista semântico-sintáticos.

Precisamos compreender a sintaxe do texto hebraico e interpretar o texto coerentemente, sem violar a estrutura interna da língua. A recente gramática para pesquisa elaborada por Bruce K. Waltke e M. O’Connor destaca que o substantivo indefinido yôm, com o numeral cardinal indefinido “um” (em Hebraico ‘echad) em Gênesis 1:5 tem “uma força enfática de contagem”, e um “sentido definido”, além de ter a força de um número ordinal que deve ser compreendido como “o primeiro dia” (113).

Com base nessa observação sintática a respeito da língua hebraica, “o primeiro dia” e “o sexto dia” da semana da criação devem ter significado definido, no sentido de terem recebido o artigo em função de regra sintática ou de ortografia (para não falar do “sétimo dia”, o qual será considerado em seguida). O primeiro e o último “dia” da criação são definidos pela sintaxe ou pela ortografia, o primeiro pela função sintática, e o último pelo uso do artigo. Cabe uma observação - esse uso definido do primeiro e do último dia da criação constitui um dispositivo literário, uma inclusão, que enquadra os seis “dias” da criação como dias definidos ou articulados. Uma das intenções desse uso parece ser levar à conclusão de que os “dias” de Gênesis 1 não permitem concluir que a ordem aleatória ou a ordem cronológica sejam assuntos encerrados (114).

Na realidade acontece o contrário. Como o primeiro e o sexto dia são definidos, estabelecendo fronteiras claras, isso significa que os dias têm sentido cronológico e seqüencial, formando um período ininterrupto de seis dias literais de 24 horas na criação. Assim, o uso definido do primeiro e do sexto dia, respectivamente, marca e enquadra a seqüência dos seis dias dentro de uma unidade de tempo coerente, seqüencial e cronológica, que será repetida em cada semana sucessiva.

“O sétimo dia” também recebe o artigo em Hebraico. Como “o primeiro dia” (versículo 5) é definido, da mesma forma que “o sexto dia” (versículo 31), forma-se uma unidade de tempo mais ampla. É a unidade de seis dias de trabalho seguidos pelo “sétimo dia” (Gênesis 2:2-3), o dia de repouso. Desta forma a seqüência de seis dias de trabalho encontra o seu fim e clímax cronologicamente e seqüencialmente no sétimo dia”, constituindo em seu conjunto o ciclo semanal, com o dia de repouso sendo o “sétimo dia” da semana.

A maior unidade de tempo literal, conseqüentemente, consiste da unidade divinamente planejada do esquema “seis mais um”, composto de “seis” dias de trabalho em seqüência ininterrupta, seguidos pelo “sétimo dia” de repouso. Esta seqüência ininterrupta é divinamente planejada e ordenada para marcar o ritmo do tempo para cada semana sucessiva.

Considerações baseadas na fronteira “tarde-manhã”

O relato da criação em Gênesis não somente liga cada dia a um numeral seqüencial, como também estabelece as fronteiras do tempo mediante “tarde e manhã” (versículos 5, 8, 13, 19, 23, 31). A frase rítmica “e houve tarde e manhã” provê uma definição para o “dia” da criação: o “dia” da criação define-se como consistindo de “tarde” e de “manhã”. É ele portanto um dia literal.

O termo para “tarde” (em Hebraico ‘ereb) (115) abrange a parte escura do dia, numa representação pars pro toto (significando que uma parte, neste caso a “tarde”, representa toda a parte escura do dia) (cf. “dia-noite” em Gênesis 1:14). O termo correspondente, “manhã” (em Hebraico bqer) representa, pars pro toto (significando que uma parte, neste caso a “manhã”, representa a parte clara do dia), todo o período de claridade do dia (116). Deve-se observar que a expressão “tarde-manhã” deve ser compreendida como tendo o mesmo significado em cada um dos seus seis usos no texto de Gênesis 1 (117).

“Tarde e manhã” é uma expressão temporal que define cada “dia” da criação como um dia literal. Ela não pode significar nada mais.

Considerações baseadas em passagens sobre o sábado no Pentateuco

Outra espécie de evidência interna provida no Velho Testamento para o significado dos dias resulta de duas passagens sobre o sábado no Pentateuco, que se referem aos “dias” da criação. Elas informam ao leitor quanto a como os “dias” da criação foram compreendidos por Deus.

A primeira passagem faz parte do quarto mandamento expresso por Deus no Monte Sinai e registrado em Êxodo 20:9-11 - “Seis dias trabalharás ... mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus ... porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra ... e ao sétimo dia descansou; por isso o Senhor abençoou o dia de sábado e o santificou”.

Estas palavras são proferidas pelo próprio Jeová (versículo 1). As ligações com a criação transparecem do vocabulário (“sétimo dia”, “os céus e a terra”, “descansou”, “abençoou”, “santificou”) e no esquema “seis mais um” (ver também Deuteronômio 5:13-14), apenas para mencionar algumas (118). Evidentemente as palavras usadas nos Dez Mandamentos consideram o “dia” da criação como um “dia regular” (119) de 24 horas e demonstram que o ciclo semanal é uma ordenança temporal da criação.

Estas palavras do Senhor fornecem um balisamento interno no Pentateuco e no Velho Testamento sobre a questão de como Deus, o doador das “Dez Palavras”, compreende o “dia” na criação. A palavra divina que promulga o mandamento do sábado toma os “seis dias” da criação como seqüenciais, cronológicos e literais (120).

O argumento de que as palavras do quarto mandamento nada mais são do que uma “analogia” ou “arquétipo”, no sentido de que o repouso do ser humano no sétimo dia deveria ser semelhante ao repouso de Deus na criação (121) baseia-se num reducionismo e numa impermissível alteração de imagem literária. Terence Frotheim observou de forma incisiva que o mandamento não usa analogia nem pensamento arquetípico, mas que a sua ênfase “firma-se em termos da imitação de Deus ou em um precedente divino que deve ser seguido: Deus trabalhou durante seis dias e descansou no sétimo, e portanto nós temos que fazer o mesmo” (122).

A segunda passagem sobre o sábado no Pentateuco é Êxodo 31:15-17, que novamente são palavras do próprio Deus. Ela mantém várias ligações terminológicas com Gênesis 1, com cujo texto se relaciona conceitual e tematicamente. Esta passagem deve ser entendida como significando que o “dia” da criação foi um dia literal, e que a seqüência dos dias foi cronológica. O sábado semanal para o povo de Deus baseia-se na imitação do exemplo, pois “em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, e ao sétimo dia descansou e tomou alento” (versículo 17, versão Almeida revista e atualizada;

“... descansou e achou refrigério”, versão Brasileira).
Deus achou refrigério porque teve prazer em sua obra recém-completada. A humanidade também achará refrigério e terá prazer quando observar o sábado do sétimo dia (versículo 15).

A natureza do sábado como “sinal” no versículo 15 revela que o observador do sábado segue o exemplo divino. Deus mesmo guardou o “sétimo dia” que os seres humanos que Lhe pertencem deverão imitar. Eles assim procederão no mesmo ritmo do ciclo semanal de seis dias literais de trabalho seguidos cronológica e seqüencialmente pelo “sétimo dia” como dia de repouso e refrigério, como fez o seu Criador na semana da criação.

Considerações baseadas na seqüência de eventos

A criação da vegetação com plantas produzindo semente, e árvores frutíferas, ocorreu no terceiro dia (Gênesis 1:11-12). Grande parte dessa vegetação parece ter necessitado de insetos para a polinização. Os insetos, entretanto, foram criados no quinto dia (versículo 20). Se a sobrevivência desses tipos de plantas que necessitam de insetos para a polinização dependesse deles para a produção de sementes e a sua perpetuação, então haveria um sério problema se o “dia” da criação significasse “época” ou “eons”. Ainda mais, “a consistência da interpretação na “teoria do dia-época” exigiria um longo período de iluminação e outro de escuridão para cada uma das épocas supostas. Isto seria imediatamente fatal tanto para as plantas quanto para os animais” (123).

Parece que o “dia” da criação deve ser entendido como um dia literal e não como um longo período de tempo, sejam eras, épocas ou eons.

Embora esses argumentos possam não ser decisivos, entretanto eles apontam na mesma direção que os argumentos lingüísticos e semânticos decisivos encontrados no próprio texto hebraico.

CONCLUSÕES

Este artigo investigou o significado dos “dias” da criação. Ele considerou argumentos-chave a favor de um significado figurativo, não literal, dos “dias” da criação, e achou-os carentes de base quanto à pesquisa do gênero literário, considerações literárias outras, estudo gramatical, usos sintáticos e conexões semânticas. As evidências cumulativas baseadas em considerações comparativas, literárias, lingüísticas e outras, convergem em todos os níveis, levando à conclusão única de que a designação yôm, “dia”, em Gênesis 1 significa consistentemente um dia literal de 24 horas.

O autor de Gênesis 1 não poderia ter usado meios mais abrangentes e todo-inclusivos para exprimir a idéia de um “dia” literal, do que aqueles que escolheu. Há uma completa falta de indicadores como preposições, expressões qualificativas, frases construtivas, conexões semântico-sintáticas, etc., com base nos quais a designação “dia” na semana da criação pudesse ser tomada como sendo algo diferente de um dia regular de 24 horas. As combinações de fatores como o uso de artigos, do número singular, das construções semântico-sintáticas, das fronteiras do tempo, etc., corroboradas pelas promulgações divinas como em Êxodo 20:8-11 e Êxodo 31:12-17, sugerem de maneira única e consistente que o “dia” da criação tem significado literal, seqüencial e cronológico.

--------------

89. Brown, Driver and Briggs, 398.

90. Magne Saeboe, “yôm”, in Theological Dictionary of the Old Testament, eds. G. Johannes Botterweck and Helmer Ringgren (Grand Rapids, MI: Wm. B. Eerdmans Publishing Co., 1990), 6:23.

91. Ernst Jenni, “jom Tag”, Theologisches Handwörterbuch zum Alten Testament, eds. Ernst Jenni and Claus Westermann (Zurich/Munich: Theologischer Verlag, 1971) 1:709.

92. James Barr, The Semantics of Biblical Language, 3rd ed. (London: SCM Press, 1991), 1.

93. Ibidem

94. HAL, 382-384; Brown, Driver and Briggs, 398-401.

95. Saeboe, 14.

96. Ibidem, 15 : “... no Hebraico do Velho Testamento , 1057 (45,9%) envolve uma preposição (especialmente com o singular)”.

97. Ibidem, 14-20.

98. E. Kautzsch and A. E. Cowley, eds., Gesenius’ Hebrew Grammar, 2º ed. (Oxford: Clarendon Press, 1910), 347 #114e: “Este uso da construção infinitiva é especialmente freqüente em conexão com be ou ke para exprimir determinações temporais (em Inglês resumido a uma cláusula temporal...)...”

99. Westermann, 198.

100. Saeboe, 15.

101. Ibid., 13; Jenni, 708.

102. Jenni, 707, notes that there are only four nouns used more often in the Old Testament.

103. Ibid., 708.

104. Stek, 237, está certo em observar que cada “dia” da criação tem de ser o mesmo, pois a expressão temporal “tarde e manhã” e o numeral respectivo são idênticos em todos os casos. Em outras palavras, cada “dia” da criação tem igual duração. A partir disto, mostra ele que não é defensável argumentar que os primeiros três “dias” foram longos períodos de tempo, enquanto que os restantes “dias” foram de 24 horas. Esta última posição foi discutida por Edward J. Young, Studies in Genesis One (Philadelphia: Presbyterian and Reformed Publishing House, 1964), 104, e encontrou um recente defensor em R. Clyde McCone, “Were the Days of Creation Twenty-four Hours Long?” The Genesis Debate, 24. Young e adeptos inclinam-se a separar a duração dos dias da criação alegando que o sol e a lua não tinham sido criados ainda até o quarto dia. A questão realmente é quanto a ser realmente este o caso. Parece provável que no quarto dia Deus designou o sol e a lua para governar respectivamente o dia e a noite. Esta designação das funções não se contrapõe à existência anterior do sol e da lua. É possível que eles não estivessem visíveis à vista humana antes do quarto dia. Por esta razão muitos sugerem que poderia ter existido uma cobertura de núvens ou de vapor anterormente ao quarto dia.


105. Saeboe, 22-23.

106. Bruce K. Waltke, “yôm, day, time, year”, Theological Wordbook of the Old Testament, ed. R. Laird Harris (Chicago: Moody Press, 1980), 371.

107. Hamilton, 54.

108. Ralph L. Smith, Micah-Malachi, Word Biblical Commentary (Waco, TX: Word Books, 1984), 277.

109. A outra exceção é com números acima de 1000 no texto apocalíptico de Daniel 12:11-12 com referência aos 1290 “dias” e aos 1335 “dias”. Existem algumas diferenças com relação a Gênesis 1. Nas duas passagens de Daniel 12 a forma plural de “dias” é empregada em contraste com Gênesis 1. Em Gênesis 1 o “dia” refere-se ao que aconteceu no passado; em Daniel 12 “dias” referem-se a um tempo profético no futuro. O contexto de todas as outras predições proféticas no livro de Daniel torna claro que na perspectiva profética cada elemento de tempo, sejam “tempos” (4:16, 23, 25, 32), “tempo, tempos e metade de um tempo” (7:25), “tardes e manhãs” (8:14), “semanas” (9:24), e “dias” (12:11-12), representa uma outra realidade no tempo histórico real. Em outras palavras, em Daniel o princípio do dia/ano está presente todas as vezes que se apresenta uma profecia temporal. O contexto apocalíptico de Daniel é diferente do contexto da criação de Gênesis 1. O tempo no início, na criação, não é idêntico ao tempo preditivo que encontra o seu cumprimento no futuro histórico. Em Gênesis 1 nada há de preditivo. Este texto é um registro em prosa do passado, e não profecia apocalíptica do futuro. Essas perspectivas de conteúdo e de contexto não garantem o afastamento do significado direto no relato da criação em Gênesis.

110. Em Gênesis 1:31 o Hebraico tem um artigo tanto antes de yôm quanto do numeral. Em Gênesis 2:3 o artigo está somente antes do numeral que segue o substantivo yôm. De acordo com a sintaxe hebraica, o artigo no último caso torna articular a palavra que o numeral qualifica.

111. Ronald F. Youngblood, The Book of Genesis, 2ª ed. (Grand Rapids, MI: Baker Book House, 1991), 26. Westermann, 76, de fato traduz “um dia”.

112. Youngblood, Genesis, 26.

113. Bruce. K. Waltke and M. O’Connor, An Introduction to Biblical Hebrew Syntax (Winona Lake, IN: Eisenbrauns, 1990), 274. A tradução “dia um” não está sintaticamente correta, mesmo que seja usado aqui o cardinal. Em cláusulas do tipo de Gênesis 1:5 o cardinal serve efetivamente como um número ordinal (Nahum M. Sarna, Genesis, The JPS Torah Commentary [Philadelphia: Jewish Publication Society, 1989], 8, 353).

114. Youngblood, Genesis, 26.

115. Ver Herbert Niehr, “‘ereb”, Theologisches Wörterbuch zum Alten Testament, 6:359-366.

116. M. Barth, “boqer”, Theological Dictionary of the Old Testament, 2:225.

117. Werner H. Schmidt, Die Schöpfungsgeschichte der Priesterschrift, 2d ed. (Neukirchen-Vluyn: Neukirchener Verlag, 1967), 68.

118. Ver Niels-Erik A. Andreasen, The Old Testament Sabbath: A Tradition-Historical Interpretation, SBL Dissertation Series Nº 7 (Missoula, MT: Society of Biblical Literature, 1972), 174-202; Gerhard F. Hasel, “The Sabbath in the Pentateuch”, The Sabbath in Scripture and History, ed. Kenneth A. Strand (Washington, DC: Review and Herald Publishing Association, 1982), 21-43; idem, “Sabbath”, The Anchor Bible Dictionary, 849-856; Gnana Robinson. The Origin and Development of the Old Testament Sabbath: A Comprehensive Exegetical Approach (Frankfurt: Peter Lang, 1988), 139-142, 296-301.

119. Schmidt, 68 nº 5.

120. Ver também Weeks, 18: “O mandamento perde completamente sua força convincente se eles (os “dias”) não forem tomados literalmente.

121. Blocher, 48; ver também Henricus Renckens, Israel’s Concept of the Beginning: The Theology of Genesis 1-3 (New York: Herder & Herder, 1964), 98-100.

122. Fretheim, 20.

123. Bailey, 126.


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roll Re: O sistema giratório da Terra

Mensagem por oliveira leite em Sex 16 Jul 2010, 2:45 pm

Meu amigo os grandes animais pre historico foram criados no 5º dia
o homem foi no 6º dia
o homem nunca viu um tiranossauro rex vivo

o dia de Deus só tem tarde e manhã
não existem trevas
Ele não habita em trevas

portanto um dia diferente

tudo isso que voce citou
só serve para embaraçar o homem com vãs palavras

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roll Re: O sistema giratório da Terra

Mensagem por APODman em Sex 16 Jul 2010, 3:08 pm

As combinações de fatores como o uso de artigos, do número singular, das
construções semântico-sintáticas, das fronteiras do tempo, etc.,
corroboradas pelas promulgações divinas como em Êxodo 20:8-11 e Êxodo
31:12-17, sugerem de maneira única e consistente que o “dia” da criação
tem significado literal, seqüencial e cronológico

Finalmente assumiram isto !

Mas então temos ( mais ) um sério complicador para a literalidade do Genesis:

Genesis 1:1-2
"No princípio, criou Deus os céus e a terra.
E a terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a
face do abismo; e o Espírito de Deus se movia sobre a face das águas.
"

Porém tal situação impossível:

Primeiro pq se a Terra não possuia forma isto significa que sua massa não era suficiente para dar forma esférica ao corpo inicial, sendo assim sua gravidade seria pequena demais para manter águaem sua superfície ou atmosfera sobre ela.

Segundo pq na mitologia hebraica a atmosfera foi criada posteriomente ( no "segundo dia" ) por uma "divisão das águas" que já existiam, porém a água, sem pressão atmosférica, simplesmente já teria se vaporizado, não existira nada a se dividir ou onde o "espírito de deus" sobrevoar em seus vôos de rotina.

----------------------------//-------------------------------

Notas:

1) Lembro que a palavra utilizada para água em Genesis 1:2 é a referente a água em seu estado líquido:

4325
; mayim {mah'-yim}

Meaning: 1) water, waters 1a) water 1b)
water of the feet, urine 1c) of danger, violence, transitory things,
refreshment (fig.)

Origin: dual of a primitive noun (but used
in a singular sense); TWOT - 1188; n m

Usage: AV - water 571,
piss 2, waters + 06440 2, watersprings 2, washing 1, watercourse + 04161
1, waterflood 1, watering 1, variant 1; 582


Ainda esta palavra aparece em diversas outras partes da bíblia:

1. lit. Mt 3:11; Mk 9:41; 14:13; J 5:3f v.l., 7; Hb
10:22; 2 Pt 3:5; Rv 1:15.—2. fig. J 4:10f, 14; 7:38; Rv 7:17; 21:6;
22:1, 17. [hydrant] [pg 204]


Fonte: Bibleworks 8 ( http://www.bibleworks.com/ )

Todas elas em referência a água líquida.

Ainda na Septuaginta a palavra é "tehom" empregada para designar grandes massas de água.

A palavra utilizada para gelo é:

7140 ,
qerach {keh'-rakh} or xr'qo qorach {ko'-rakh}

Meaning: 1)
frost, ice, ice crystal 1a) frost (of night) 1b) ice
Origin: from
07139; TWOT - 2070a; n m
Usage: AV - frost 3, ice 3, crystal 1; 7

Fonte: Bibleworks 8 ( http://www.bibleworks.com/ )


2) No espaço um corpo se torna esférico (como um planeta ) apenas e tão somente quando atinge massa tal que a ação da gravidade se torna equipotencial levando a um ajustemanto isostático.

Em corpos menores do que 500km a força gravitacional é muito pequena para vencer a
força mecânica do asteróide tornando-o esférico.


[ ]´s

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roll Re: O sistema giratório da Terra

Mensagem por silvamelo em Sex 16 Jul 2010, 3:41 pm

APODman escreveu:
As combinações de fatores como o uso de artigos, do número singular, das
construções semântico-sintáticas, das fronteiras do tempo, etc.,
corroboradas pelas promulgações divinas como em Êxodo 20:8-11 e Êxodo
31:12-17, sugerem de maneira única e consistente que o “dia” da criação
tem significado literal, seqüencial e cronológico

Finalmente assumiram isto !

Mas então temos ( mais ) um sério complicador para a literalidade do Genesis:

Genesis 1:1-2
"No princípio, criou Deus os céus e a terra.
E a terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a
face do abismo; e o Espírito de Deus se movia sobre a face das águas.
"

Porém tal situação impossível:

Primeiro pq se a Terra não possuia forma isto significa que sua massa não era suficiente para dar forma esférica ao corpo inicial, sendo assim sua gravidade seria pequena demais para manter águaem sua superfície ou atmosfera sobre ela.

Segundo pq na mitologia hebraica a atmosfera foi criada posteriomente ( no "segundo dia" ) por uma "divisão das águas" que já existiam, porém a água, sem pressão atmosférica, simplesmente já teria se vaporizado, não existira nada a se dividir ou onde o "espírito de deus" sobrevoar em seus vôos de rotina.

----------------------------//-------------------------------

Notas:

1) Lembro que a palavra utilizada para água em Genesis 1:2 é a referente a água em seu estado líquido:

4325
; mayim {mah'-yim}

Meaning: 1) water, waters 1a) water 1b)
water of the feet, urine 1c) of danger, violence, transitory things,
refreshment (fig.)

Origin: dual of a primitive noun (but used
in a singular sense); TWOT - 1188; n m

Usage: AV - water 571,
piss 2, waters + 06440 2, watersprings 2, washing 1, watercourse + 04161
1, waterflood 1, watering 1, variant 1; 582


Ainda esta palavra aparece em diversas outras partes da bíblia:

1. lit. Mt 3:11; Mk 9:41; 14:13; J 5:3f v.l., 7; Hb
10:22; 2 Pt 3:5; Rv 1:15.—2. fig. J 4:10f, 14; 7:38; Rv 7:17; 21:6;
22:1, 17. [hydrant] [pg 204]


Fonte: Bibleworks 8 ( http://www.bibleworks.com/ )

Todas elas em referência a água líquida.

Ainda na Septuaginta a palavra é "tehom" empregada para designar grandes massas de água.

A palavra utilizada para gelo é:

7140 ,
qerach {keh'-rakh} or xr'qo qorach {ko'-rakh}

Meaning: 1)
frost, ice, ice crystal 1a) frost (of night) 1b) ice
Origin: from
07139; TWOT - 2070a; n m
Usage: AV - frost 3, ice 3, crystal 1; 7

Fonte: Bibleworks 8 ( http://www.bibleworks.com/ )


2) No espaço um corpo se torna esférico (como um planeta ) apenas e tão somente quando atinge massa tal que a ação da gravidade se torna equipotencial levando a um ajustemanto isostático.

Em corpos menores do que 500km a força gravitacional é muito pequena para vencer a
força mecânica do asteróide tornando-o esférico.


[ ]´s
É por isso que está escrito:

"O qual nos fez também capazes de ser ministros de um novo testamento, não da letra, mas do espírito; porque a letra mata e o espírito vivifica" (2 Co 3.6).

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roll Re: O sistema giratório da Terra

Mensagem por lordakner em Sex 16 Jul 2010, 3:48 pm

APODman escreveu:
As combinações de fatores como o uso de artigos, do número singular, das
construções semântico-sintáticas, das fronteiras do tempo, etc.,
corroboradas pelas promulgações divinas como em Êxodo 20:8-11 e Êxodo
31:12-17, sugerem de maneira única e consistente que o “dia” da criação
tem significado literal, seqüencial e cronológico

Finalmente assumiram isto !

Mas daí a assumirem que é pura Mitologia Judaica da Idade do Bronze, vai uma enorme distãncia. oh my

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roll Re: O sistema giratório da Terra

Mensagem por APODman em Sex 16 Jul 2010, 4:46 pm

silvamelo escreveu:
"O qual nos fez também capazes de ser ministros de um novo testamento, não da letra, mas do espírito; porque a letra mata e o espírito vivifica" (2 Co 3.6).

Mas de qualquer maneira, seja intepretando os dias de forma literal e cronológica ou em eras, o problema permanece.

Isto pq a Terra sendo sem forma, ou seja, baixa massa, não poderia reter uma atmosfera e portanto sem pressão atmosférica a água jamais poderia existir nela em estado líquido !

Para piorar o Genesis afirma que a atmosfera foi criada apenas depois, no segundo dia, a partir da divisão das águas primordiais ( que não poderiam existir pelos motivos apresentados por mim ) !

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roll Re: O sistema giratório da Terra

Mensagem por oliveira leite em Sex 16 Jul 2010, 5:56 pm

Genesis 1:1-2
"No princípio, criou Deus os céus e a terra.
E a terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a
face do abismo; e o Espírito de Deus se movia sobre a face das águas."


Tal situação não é impossivel
pois nada disso se refere a um dia de 24 horas

Veja:

A Terra era sem forma e vazia = uma nebulosa = teoria do Big Bang
a ciência comprovou que a Biblia esta certa

E havia trevas sobre a face do abismo = primeiros blocos de silica se solidificando na Terra, antes da PANGEA

e o Espirito de Deus se movia sobre a face das aguas= Apos a solidificação da Terra ouve o aparecimento da água, a terra por total esfriada

infelizmente muitos não assimilam isso, é demais para mente dos ignorantes
tanto espirituais como materiais

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roll Re: O sistema giratório da Terra

Mensagem por silvamelo em Sex 16 Jul 2010, 6:00 pm

APODman escreveu:
silvamelo escreveu:
"O qual nos fez também capazes de ser ministros de um novo testamento, não da letra, mas do espírito; porque a letra mata e o espírito vivifica" (2 Co 3.6).

Mas de qualquer maneira, seja intepretando os dias de forma literal e cronológica ou em eras, o problema permanece.

Isto pq a Terra sendo sem forma, ou seja, baixa massa, não poderia reter uma atmosfera e portanto sem pressão atmosférica a água jamais poderia existir nela em estado líquido !

Para piorar o Genesis afirma que a atmosfera foi criada apenas depois, no segundo dia, a partir da divisão das águas primordiais ( que não poderiam existir pelos motivos apresentados por mim ) !

[ ]´s
Calma aí! Vejamos o que está escrito:

"No princípio criou Deus os céus e a terra. E a terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo; e o Espírito de Deus se movia sobre a face das águas. E disse Deus: Haja luz; e houve luz. E viu Deus que era boa a luz; e fez Deus separação entre a luz e as trevas. E Deus chamou à luz Dia; e às trevas chamou Noite. E foi a tarde e a manhã, o dia primeiro. E disse Deus: Haja uma expansão no meio das águas, e haja separação entre águas e águas. E fez Deus a expansão, e fez separação entre as águas que estavam debaixo da expansão e as águas que estavam sobre a expansão; e assim foi. E chamou Deus à expansão Céus, e foi a tarde e a manhã, o dia segundo" (Gn 1.18).

1) "No princípio Deus criou os céus e a terra". Veja que fala primeiro da criação dos céus, ou seja, tudo o que vemos acima de nós, e depois a terra. Deus fala da criação do universo, mas não detalha sobre isso.

2) "A terra era sem forma e vazia". A terra não tinha forma ainda. Eram pedaços de rocha, gás e poeira girando em órbita em torno da proto-estrela que viria a ser o sol.

3) "Disse Deus: Haja luz; e houve luz". O sol acendeu!

4) "E disse Deus: Haja uma expansão no meio das águas, e haja separação entre águas e águas". Aqui a terra já formada, é separada do meio em que estava, pela ação da gravidade e passa a existir como planeta.

5) "E fez Deus a expansão, e fez separação entre as águas que estavam debaixo da expansão e as águas que estavam sobre a expansão; e assim foi. E chamou Deus à expansão Céus, e foi a tarde e a manhã, o dia segundo". Agora, com a terra já formada, e resfriando, os gases começam a assentar e os mares começam a se formar... Céus aqui podem ser entendidos como o restante do sistema solar, que surgiu do mesmo meio que a terra, do qual foi separada...

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