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Relatórios acusam a OMS de exagerar a ameaça do vírus H1N1 e interesses $$$.$$$.$$$ da indústria farmacêutica

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Relatórios acusam a OMS de exagerar a ameaça do vírus H1N1 e interesses $$$.$$$.$$$ da indústria farmacêutica

Mensagem por Eduardo em Sab 05 Jun 2010, 10:49 am

Relatórios acusam a OMS de exagerar a ameaça do vírus H1N1 e interesses $$$.$$$.$$$ da indústria farmacêutica


Reports accuse WHO of exaggerating H1N1 threat, possible ties to drug makers

By Rob SteinWashington Post Staff Writer
Friday, June 4, 2010; 3:52 PM

European criticism of the World Health Organization's handling of the H1N1 pandemic intensified Friday with the release of two reports that accused the agency of exaggerating the threat posed by the virus and failing to disclose possible influence by the pharmaceutical industry on its recommendations for how countries should respond.

The WHO's response caused widespread, unnecessary fear and prompted countries around the world to waste millions of dollars, according to one report. At the same time, the Geneva-based arm of the United Nations relied on advice from experts with ties to drug makers in developing the guidelines it used to encourage countries to stockpile millions of doses of antiviral medications, according to the second report.

The reports outlined the drumbeat of criticism that has arisen, primarily in Europe, of how the world's leading health organization responded to the first influenza pandemic in more than four decades.

"For WHO, its credibility has been badly damaged," wrote Fiona Godlee, the editor of the BMJ, a prominent British medical journal, that published one of the reports. "WHO must act now to restore its credibility."







A spokesman for the WHO, along with several independent experts, however, strongly disputed the reports, saying they misrepresented the seriousness of the pandemic and the WHO's response, which was carefully formulated and necessary given the potential threat.

"The idea that we declared a pandemic when there wasn't a pandemic is both historically inaccurate and downright irresponsible," said WHO spokesman Gregory Hartl in a telephone interview. "There is no doubt that this was a pandemic. To insinuate that this was not a pandemic is very disrespectful to the people who died from it."

The first report, released in Paris, came from the Social, Health and Family Affairs Committee of the Parliamentary Assembly of the Council of Europe, which launched an investigation in response to allegations that the WHO's response to the pandemic was influenced by drug companies that make antiviral drugs and vaccines.


...


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Re: Relatórios acusam a OMS de exagerar a ameaça do vírus H1N1 e interesses $$$.$$$.$$$ da indústria farmacêutica

Mensagem por dedo-duro em Sab 05 Jun 2010, 11:03 am

Se não tivessem vacinado ninguém, com um monte de mortes, os crentes iriam afirmar que os cientistas são relapsos. oh my

Ainda bem que agiram cedo, "cortando o mal pela raiz".

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Re: Relatórios acusam a OMS de exagerar a ameaça do vírus H1N1 e interesses $$$.$$$.$$$ da indústria farmacêutica

Mensagem por oliveira leite em Sab 05 Jun 2010, 12:33 pm

Após a vacinação o INCOR divulgou pesquisa em que o numero de morte subita por ataques cardiaco foi alterado para uma taxa menor (fonte jornal da globo)
isso aumentou a procura pela vacina na expectativa que ela service para outros males desconhecidos

concordo com dedinho em parte e descordo dele pois fala o nome crente com desprezo
pois nunca falei o nome incredulo com desprezo mas com tristeza

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Re: Relatórios acusam a OMS de exagerar a ameaça do vírus H1N1 e interesses $$$.$$$.$$$ da indústria farmacêutica

Mensagem por lordakner em Sab 05 Jun 2010, 2:12 pm

dedo-duro escreveu:Se não tivessem vacinado ninguém, com um monte de mortes, os crentes iriam afirmar que os cientistas são relapsos. oh my

Ainda bem que agiram cedo, "cortando o mal pela raiz".
Fácil ficar falando, para quem acha que demônios causam doenças e quando estão doentes basta gritar:
- Me cura Jesus!!!
- Te repreendo doença!!!
oh my oh my oh my

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Re: Relatórios acusam a OMS de exagerar a ameaça do vírus H1N1 e interesses $$$.$$$.$$$ da indústria farmacêutica

Mensagem por dedo-duro em Sab 05 Jun 2010, 5:10 pm

Quem disse que eu não fico triste pelos crentes, OL? Sad

Amargar toda uma existência em falsas crenças e vãs esperanças é muito triste, sim.

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Re: Relatórios acusam a OMS de exagerar a ameaça do vírus H1N1 e interesses $$$.$$$.$$$ da indústria farmacêutica

Mensagem por Sales em Sab 05 Jun 2010, 8:04 pm

dedo-duro escreveu:Se não tivessem vacinado ninguém, com um monte de mortes, os crentes iriam afirmar que os cientistas são relapsos. oh my

Ainda bem que agiram cedo, "cortando o mal pela raiz".

Que monte de mortes??? Aquelas que a mídia manipulada te passou???

Sabia que qualquer morte por complicações causadas pela gripe comum era identificada como gripe suína??? Talvez porque a gripe suína estava em alta... ou melhor, na moda...

Não se faziam exames para dizer o que era gripe suína ou comum... Na verdade, pelo que parece, não tem nenhum exame específico pra detectar a gripe suína.


Complicado...


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Re: Relatórios acusam a OMS de exagerar a ameaça do vírus H1N1 e interesses $$$.$$$.$$$ da indústria farmacêutica

Mensagem por dedo-duro em Seg 07 Jun 2010, 8:24 pm

Vai num psícologo e veja se essas teorias conspiratórias saem de sua mente, Sales.

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Re: Relatórios acusam a OMS de exagerar a ameaça do vírus H1N1 e interesses $$$.$$$.$$$ da indústria farmacêutica

Mensagem por oliveira leite em Seg 07 Jun 2010, 10:37 pm

Quem disse que eu não fico triste pelos crentes, OL?

Que darei eu ao SENHOR, por todos os benefícios que me tem feito?
Salmos 116:12

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Re: Relatórios acusam a OMS de exagerar a ameaça do vírus H1N1 e interesses $$$.$$$.$$$ da indústria farmacêutica

Mensagem por dedo-duro em Sex 11 Jun 2010, 8:10 pm

Qual o benefício de se acreditar, com força, numa absurdidade?

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Re: Relatórios acusam a OMS de exagerar a ameaça do vírus H1N1 e interesses $$$.$$$.$$$ da indústria farmacêutica

Mensagem por Eduardo em Sex 11 Jun 2010, 9:39 pm

Folha de São Paulo escreveu:O conto da vacina suína

O Congresso Nacional anda muito ocupado em representar os interesses da bancada ruralista. Não fosse isso, bem que poderia investigar a atuação do Ministério da Saúde no combate à gripe pandêmica, ou suína, causada pelo vírus influenza A (H1N1).

É o que está fazendo o Conselho da Europa (não confundir com o Parlamento Europeu) com a OMS (Organização Mundial da Saúde) e as autoridades de saúde de seus 47 Estados-membros. Um relatório devastador as acusa de favorecer a indústria farmacêutica no enfrentamento da nova gripe.

A investigação parece necessária, no Brasil, não tanto para desencavar corrupção, preferência nacional, mas o possível desperdício de ao menos parte do R$ 1,3 bilhão na compra de 113 milhões de doses da vacina antigripe. Foram imunizados até a semana passada 73,2 milhões de brasileiros, 37% da população.

Até 8 de maio, 2.115 mortes haviam sido atribuídas no país ao H1N1. Muito menos que as 140 mil vítimas (0,4% de 35 milhões de infectados) que chegaram a ser aventadas na imprensa, depois que a declaração de pandemia pela OMS --exatamente um ano atrás-- lançou o mundo numa espiral de previsões alarmistas.

Para comparação: os Estados Unidos vacinaram 24% da população e estimam as mortes em 12.470. A França imunizou 8% e teve meros 312 óbitos. No mundo todo houve cerca de 18 mil vítimas do H1N1, uma cifra baixa, de ordem comparável ao número de mortes causadas pelas gripes sazonais.

O Ministério da Saúde apresenta os números brasileiros como indicadores do sucesso de sua estratégia. Mas eles também sugerem outras hipóteses: 1) Não parece haver relação direta entre cobertura vacinal e proporção de mortes pelo H1N1; 2) Nações desenvolvidas podem ter reagido de modo tecnicamente mais adequado à real gravidade da pandemia.

França X Polônia

Não é fácil tomar decisões no calor da hora. Sobretudo quando entra em cena o espectro da gripe espanhola de 1918, com dezenas de milhões de mortos. O instinto de sobrevivência do político sempre fala mais alto.

O governo francês chegou a contratar a compra de 94 milhões de doses da vacina. Diante da progressão lenta da doença e da letalidade similar à da gripe sazonal, conseguiu cancelar a compra de 50 milhões de doses, que terão sido destinadas a outros países. O Brasil, quem sabe?

Mais sangue frio teve a ministra da Saúde da Polônia, destaca o documento do Conselho da Europa. Médica, Ewa Kopacz chegou a identificar um grupo de risco com 2 milhões de pessoas e reservou fundos para comprar o número correspondente de vacinas. Logo recuou, contudo, diante das condições leoninas dos fabricantes.

Em primeiro lugar, só o governo poderia adquirir as vacinas. Em segundo, ele teria de se responsabilizar sozinho por possíveis efeitos colaterais. Por fim, o preço seria duas a três vezes maior que o de vacinas para a gripe sazonal.

A França micou com uma conta de R$ 800 milhões pelas vacinas. Imunizou só 5,7 milhões de pessoas. Tem 25 milhões de doses em estoque cujo prazo de validade vai só até o final do ano.

O papelão da OMS

Na mira do Conselho da Europa e de publicações médicas como o "British Medical Journal" está o papel desempenhado pela OMS na propagação do alarmismo. São duas as suspeitas contra o órgão: 1) mudar a definição de "pandemia" para facilitar a declaração; 2) ocultar conflitos de interesse de especialistas aos quais recorreu.

No primeiro caso, incluir a gripe suína na condição pandêmica era de interesse óbvio para a indústria farmacêutica. Fabricantes de vacinas tinham contratos "dormentes" com vários governos, prevendo garantia de compra e venda caso a pandemia fosse declarada pela OMS.

Isso ocorreu no dia 11 de junho de 2009, quando o H1N1 estava presente em 74 países (chegaria ao total de 214). Acontece que, até 4 maio de 2009, a disseminação geográfica não era a única condição para se declarar uma pandemia.

A definição antiga rezava: "Uma influenza [gripe] pandêmica ocorre quando surge um novo vírus influenza contra o qual a população humana não tem imunidade, resultando numa epidemia mundial com números enormes de mortes e doentes"

A nova definição, adotada no texto "Prontidão e Resposta à Influenza Pandêmica: Um Documento de Orientação da OMS", passou a dizer: "Uma pandemia é uma epidemia mundial da doença. Uma pandemia de influenza pode ocorrer quando surge um novo vírus influenza contra o qual a população humana não tem imunidade... Pandemias podem ser suaves ou graves, e a gravidade da pandemia pode mudar no curso dessa pandemia".

Especialistas ouvidos pelo periódico médico "BMJ" disseram que a gripe suína só pode ser declarada pandemia graças a essa nova definição. Os números modestos de mortos, à luz da categoria antiga, não autorizariam o passo dado, que desencadeou o tsunami de notícias alarmistas.

"O problema não está tanto no fato de que divulgar incertezas é difícil, mas sim que a incerteza não foi divulgada", ponderou Gerd Gigerenzer ao "BMJ". "Não havia base para a estimativa da OMS de 2 bilhões de casos prováveis de H1N1, e sabíamos pouco sobre os benefícios e danos da vacinação. A OMS manteve a estimativa de 2 bilhões mesmo depois de a estação de inverno na Austrália e na Nova Zelândia ter mostrado que só 1 ou 2 pessoas em mil eram infectadas."

US$ 10 bilhões de lucro

Segundo projeções do banco J.P. Morgan citados no relatório do Conselho da Europa, a indústria farmacêutica pode ter lucrado entre US$ 7 bilhões em US$ 10 bilhões adicionais, em 2009, com as vendas de vacinas contra o H1N1. Havia muita coisa em jogo, além da saúde da população mundial, na decisão de declarar a pandemia.

A declaração foi feita pela diretora da OMS, Margaret Chan, com a ajuda de um Comitê de Emergência de 16 membros cujos nomes permanecem até hoje em segredo. Com exceção de um: Arnold Monto.

O "BMJ" confirmou que Monto tinha integrado o comitê da pandemia por meio de uma biografia sua na página de internet da Sociedade Norte-Americana de Doenças Infecciosas. O especialista já declarou no passado ter recebido honorários por palestras da empresa GlaxoSmithKline, fabricante do antiviral zanamivir (Relenza), um dos que os governos passaram a estocar às dezenas e centenas de milhões de comprimidos.

A OMS vem se negando, porém, a tornar públicos os documentos de admissão de conflito de interesses que seus especialistas são obrigados a preencher, de acordo com diretrizes da organização. Afirma que a definição de pandemia nada tem a ver com quantidade de mortes, defende a necessidade de interagir com a indústria e atribui todas as suspeitas a "teorias de conspiração".

Uma reação "decepcionante", vaticinou o "BMJ" num editorial. Como seria a reação do Ministério da Saúde brasileiro, se o Congresso se dignasse investigar sua conduta?

Fonte: Folha de São Paulo


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Re: Relatórios acusam a OMS de exagerar a ameaça do vírus H1N1 e interesses $$$.$$$.$$$ da indústria farmacêutica

Mensagem por Sales em Sab 12 Jun 2010, 1:12 am

Eduardo escreveu:
Folha de São Paulo escreveu:O conto da vacina suína

O Congresso Nacional anda muito ocupado em representar os interesses da bancada ruralista. Não fosse isso, bem que poderia investigar a atuação do Ministério da Saúde no combate à gripe pandêmica, ou suína, causada pelo vírus influenza A (H1N1).

É o que está fazendo o Conselho da Europa (não confundir com o Parlamento Europeu) com a OMS (Organização Mundial da Saúde) e as autoridades de saúde de seus 47 Estados-membros. Um relatório devastador as acusa de favorecer a indústria farmacêutica no enfrentamento da nova gripe.

A investigação parece necessária, no Brasil, não tanto para desencavar corrupção, preferência nacional, mas o possível desperdício de ao menos parte do R$ 1,3 bilhão na compra de 113 milhões de doses da vacina antigripe. Foram imunizados até a semana passada 73,2 milhões de brasileiros, 37% da população.

Até 8 de maio, 2.115 mortes haviam sido atribuídas no país ao H1N1. Muito menos que as 140 mil vítimas (0,4% de 35 milhões de infectados) que chegaram a ser aventadas na imprensa, depois que a declaração de pandemia pela OMS --exatamente um ano atrás-- lançou o mundo numa espiral de previsões alarmistas.

Para comparação: os Estados Unidos vacinaram 24% da população e estimam as mortes em 12.470. A França imunizou 8% e teve meros 312 óbitos. No mundo todo houve cerca de 18 mil vítimas do H1N1, uma cifra baixa, de ordem comparável ao número de mortes causadas pelas gripes sazonais.

O Ministério da Saúde apresenta os números brasileiros como indicadores do sucesso de sua estratégia. Mas eles também sugerem outras hipóteses: 1) Não parece haver relação direta entre cobertura vacinal e proporção de mortes pelo H1N1; 2) Nações desenvolvidas podem ter reagido de modo tecnicamente mais adequado à real gravidade da pandemia.

França X Polônia

Não é fácil tomar decisões no calor da hora. Sobretudo quando entra em cena o espectro da gripe espanhola de 1918, com dezenas de milhões de mortos. O instinto de sobrevivência do político sempre fala mais alto.

O governo francês chegou a contratar a compra de 94 milhões de doses da vacina. Diante da progressão lenta da doença e da letalidade similar à da gripe sazonal, conseguiu cancelar a compra de 50 milhões de doses, que terão sido destinadas a outros países. O Brasil, quem sabe?

Mais sangue frio teve a ministra da Saúde da Polônia, destaca o documento do Conselho da Europa. Médica, Ewa Kopacz chegou a identificar um grupo de risco com 2 milhões de pessoas e reservou fundos para comprar o número correspondente de vacinas. Logo recuou, contudo, diante das condições leoninas dos fabricantes.

Em primeiro lugar, só o governo poderia adquirir as vacinas. Em segundo, ele teria de se responsabilizar sozinho por possíveis efeitos colaterais. Por fim, o preço seria duas a três vezes maior que o de vacinas para a gripe sazonal.

A França micou com uma conta de R$ 800 milhões pelas vacinas. Imunizou só 5,7 milhões de pessoas. Tem 25 milhões de doses em estoque cujo prazo de validade vai só até o final do ano.

O papelão da OMS

Na mira do Conselho da Europa e de publicações médicas como o "British Medical Journal" está o papel desempenhado pela OMS na propagação do alarmismo. São duas as suspeitas contra o órgão: 1) mudar a definição de "pandemia" para facilitar a declaração; 2) ocultar conflitos de interesse de especialistas aos quais recorreu.

No primeiro caso, incluir a gripe suína na condição pandêmica era de interesse óbvio para a indústria farmacêutica. Fabricantes de vacinas tinham contratos "dormentes" com vários governos, prevendo garantia de compra e venda caso a pandemia fosse declarada pela OMS.

Isso ocorreu no dia 11 de junho de 2009, quando o H1N1 estava presente em 74 países (chegaria ao total de 214). Acontece que, até 4 maio de 2009, a disseminação geográfica não era a única condição para se declarar uma pandemia.

A definição antiga rezava: "Uma influenza [gripe] pandêmica ocorre quando surge um novo vírus influenza contra o qual a população humana não tem imunidade, resultando numa epidemia mundial com números enormes de mortes e doentes"

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A OMS vem se negando, porém, a tornar públicos os documentos de admissão de conflito de interesses que seus especialistas são obrigados a preencher, de acordo com diretrizes da organização. Afirma que a definição de pandemia nada tem a ver com quantidade de mortes, defende a necessidade de interagir com a indústria e atribui todas as suspeitas a "teorias de conspiração".

Uma reação "decepcionante", vaticinou o "BMJ" num editorial. Como seria a reação do Ministério da Saúde brasileiro, se o Congresso se dignasse investigar sua conduta?

Fonte: Folha de São Paulo


MESMO DEPOIS DISSO TUDO... ainda vão dizer que é "absudidade", "triste pelos crentes", "procure um psicólogo", etc...

Creio que a fonte é mais que confiável... Só cego que não ver!!!

Não tomei a vacina, ninguém na minha enorme família tomou, desde os pequenos aos adultos, e estão TODOS MUITO BEM.

Já não posso dizer o mesmo de alguns amigos meus que tomaram e parece que só vivem gripados desde que foram vacinados ... Alguns deles teve que ir a urgência ... um teve até que tirar raio X da cabeça ...


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Re: Relatórios acusam a OMS de exagerar a ameaça do vírus H1N1 e interesses $$$.$$$.$$$ da indústria farmacêutica

Mensagem por Eduardo em Sab 12 Jun 2010, 9:45 am

É a currupção científica "amoral", a mesma que defende a TE.


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Mensagem por dedo-duro em Sab 12 Jun 2010, 9:27 pm

A moral cristã consiste em incutir culpa e arrancar dinheiro dos fiéis. Até que os cientistas "amorais" não se saíram tão mal, fazendo coisas como melhorar a produtividade agrícola. oh my

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Re: Relatórios acusam a OMS de exagerar a ameaça do vírus H1N1 e interesses $$$.$$$.$$$ da indústria farmacêutica

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