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Por que os proponentes do ID se borram de medo do peer review

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Por que os proponentes do ID se borram de medo do peer review

Mensagem por Fabris em Sex 12 Mar 2010, 11:26 am

Como todos sabem, não existe um único artigo científico em que o ID tenha sido proposto como teoria científica. A principal causa disso é o fato de que ID é apenas mera religião e não uma teoria científica (como ficou demonstrado no julgamento de Dover).

No final de 2004, Stephem Meyer, um dos mais ativos militantes do ID tentou dar um golpe na comunidade científica, publicando um artigo de revisão em uma conceituada revista de biologia, Proceedings of the Biological Society of Washington.
Assim que foi publicado, a revista foi inundada de cartas de protesto dos cientistas sérios, que apontavam claramente o embuste.
O que ocorreu é que Meyer se utilizou de um fato: um dos editores, Richard von Sternberg, era um ativo membro de uma sociedade criacionista, a Baraminology Study Group, da Bryan College no Tennessee.

No volume seguinte, a Sociedade publicou o seguinte anúncio:

O artigo de Stephen C. Meyer, "A origem da informação biológica e as categorias taxonômicas superiores," no vol. 117, no. 2, pp. 213-239 dos Proceedings of the Biological Society of Washington, foi publicada, a critério do ex-editor, Richard v. Sternberg.
Contrariamente às práticas típicas editorial, o jornal foi publicado sem revisão por qualquer editor de associado; Sternberg cuidou sozinho de todo o processo de revisão.
O Conselho, que inclui funcionários, conselheiros eleitos, ex-presidentes e os editores associados teriam considerado inadequado para o papel as páginas da Proceedings ,porque o assunto representa um afastamento significativo em relação ao conteúdo quase meramente sistemática para que este jornal tem foi conhecido em todo os seus 122 anos de história.
Pela mesma razão, o jornal não vai publicar uma refutação à tese do artigo, a superioridade do design inteligente (DI) sobre a evolução como uma explicação para o surgimento diversidade da vida no preríodo pós Cambriano.
O Conselho apoia a resolução sobre o ID publicado pela American Association for the Advancement of Science (http://www.aaas.org/news/releases/2002/1106id2.shtml), que observa que não há nenhuma evidência científica credível qie apoie o ID como uma hipótese testável para explicar a origem da diversidade biológica. Assim, o papel de Meyer não cumpre as normas científicas da Proceedings.

Revisamos as políticas editoriais para assegurar que os objectivos da sociedade, que se reflectem em seu jornal, sejam claramente compreendidas por todos. Através de uma presença na web (http://www.biolsocwash.org) e melhorias na revista, a sociedade espera que não só continuar, mas aumentar o seu serviço para a comunidade internacional de biólogia sistemática.

http://debunkcreationscience.hostse.com/meyer.htm

O artigo foi, portanto, retirado dos anais da revista e repudiado. Não obstante, o Discovery Institute c ontinua mencionando o artigo como sendo um exemplo de sua base "científica"

Como sabem que sua teoria é apenas pura religião, os proponentes do ID se ocupam, agora, em tentar descaracterizar o sistema de revisão por pares.
Na verdade, eles nem sabem o que venha a ser isso.


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Re: Por que os proponentes do ID se borram de medo do peer review

Mensagem por Luís em Sex 12 Mar 2010, 1:42 pm

:)

As evidências de que o Cosmos foi "criado" (sic) são tantas quanto a de que existe um pássaro negro, de puro diamante, girando ao redor de Andrômeda, enquanto bate as asas incessantemente.

:)


"A razão de eu jamais haver visto teu deus é que ele está na tua imaginação."

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Re: Por que os proponentes do ID se borram de medo do peer review

Mensagem por dedo-duro em Sex 12 Mar 2010, 8:24 pm

Os cristão querem uma apropriação indébita do prestígio das revistas atéias.

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Re: Por que os proponentes do ID se borram de medo do peer review

Mensagem por Eduardo em Sab 13 Mar 2010, 2:09 pm

Alguns exemplos de publicações com revisão por pares pró DI:

http://marksmannet.com/RobertMarks/REPRINTS/2010-EfficientPerQueryInformationExtraction.pdf

http://designinteligente.blogspot.com/2009/11/publicacoes-cientificas-revistas-por.html

Para explicar o que realmente aconteceu com Richard von Sternberg foi produzido filme “Expelled: No Intelligence Allowed” (“Expulso: Não se permite inteligência"). É uma crítica ao posicionamento da ciência de hoje que dentro da chamada “liberdade acadêmica” suprime toda e qualquer idéia científica que não seja naturalista.

http://designinteligente.blogspot.com/2007/09/evolucionismo-e-discriminao.html

Qualquer pressuposto de design deve ser eliminado ou no mínimo chamado de pseudo-ciência. Quem paga o preço por desafiar o “status quo” são os cientistas, professores e alunos que ousam desafiar essa “liberdade acadêmica” que cremos possuir:

Quando o professor Rubens Pazza, da Universidade Federal de Viçosa, leu a reportagem “Descoberto fóssil que altera teorias sobre dinossauros”, de Ligia Hougland, publicada no site Terra, ficou tão indignado que escreveu um artigo intitulado “Desonestidade na divulgação científica”. Mas por que ele chama Ligia de desonesta? Qual o motivo de tanto ódio? Simplesmente porque a jornalista se utiliza de termos proibidos para os darwinistas, como: “perfeitamente criado” e “design belamente criado”. Onde já se viu! Falar de dinossauros e sugerir design inteligente? Não pode, menina!

Puzzo escreveu outro texto, publicado nesta semana no Observatório da Imprensa, intitulado “Corrigindo um equívoco”. Numa ligação telefônica, Ligia disse que não é criacionista e que escreveu a matéria com base em entrevistas com cientistas e em um press release. Puzzo se deu por satisfeito (afinal, ufa!, ela não é criacionista). Pediu desculpas públicas, mas insistiu: o jornalismo científico deve ser “extremamente cuidadoso” para não dar margem a interpretações criacionistas. É mais ou menos como a frase hipnótica de Richard Dawkins: “A biologia é o estudo de coisas complexas que dão aparência de terem sido projetadas.”

E para deixar claro que exagerou na dose, na semana anterior, Puzzo repete: “mais uma vez peço desculpas a Ligia Hougland, que foi injustamente taxada de criacionista por mim no outro texto.” Opa! De repente, ser taxada de criacionista é ainda pior do que ser chamada de desonesta! É lamentável ver tamanha manifestação de preconceito vinda de um professor universitário.

Ligia escapou da fogueira de Puzzo. Mas os outros “desonestos” que insistem em ver evidências de design na criação, esses, sim, merecem as chamas.[MB]

http://www.criacionista.blogspot.com/



Esse filme é uma resposta a perseguição cientifica em que uma das primeiras vitimas foi biólogo Richard Sternberg do Museu Smithsonian de História Natural por ter publicado o artigo peer-reviewed “The Origin of Biological Information and the Higher Taxonomic Categories”, Proceedings of the Biological Society of Washington, 117(2004): 213-239.

Isso provocou a expulsão de Richard Sternberg do Smithsonian Institute porque Meyer é um dos proponentes do Design Inteligente. A KGB da Nomenklatura científica diz que o DI não é ciência porque não publica. Quando nós publicamos, editores são expulsos da comunidade científica. “1984”, o Big Brother, e a Novilíngua de Orwell são demasiadamente nossos contemporâneos. Stálin tinha em Lavrenti Béria a sua “mão de ferro” contra os críticos e opositores. Darwin nos guarda-cancelas, oops “peer-reviewers” é mais chique.

Cientistas confrontam teoria que contradiz Darwin

A comunidade científica americana está confrontada com a polêmica teoria do "desenho inteligente" que, na contramão do evolucionismo darwiniano, defende que a vida na Terra é obra de uma inteligência superior.

Desde que "A Origem das Espécies", obra-prima do naturalista britânico Charles Darwin, revolucionou a biologia 145 anos atrás, o evolucionismo tem sido a teoria científica dominante.

Mas o apoio de um punhado de biólogos e pessoas alheias à comunidade científica ao "desenho inteligente" pôs os darwinistas na defensiva, enquanto fortalece grupos cristãos conservadores que consideram a teoria evolutiva contrária à Bíblia.

Para seus críticos, o "desenho inteligente" é uma mistura nada científica de política e religião. "No fundo, trata-se de um movimento religioso cristão", afirma Barbara Forrest, professora de filosofia da Universidade do Sudeste da Louisiana.

O grupo contrário afirma que o evolucionismo não responde a todas as perguntas sobre a origem de algumas formas de vida. "A ciência não avança ignorando algo que está à vista", defende Michael Behe, professor de bioquímica da Universidade de Leigh e defensor do "desenho inteligente".

Basicamente, esta teoria sustenta que algumas estruturas encontradas em organismos vivos, como os flagelos das bactérias ou as asas extra em algumas moscas não podem ser explicadas segundo conceitos darwinianos de seleção natural e variação ao acaso. É evidente que foram desenhadas, afirma Behe, embora seja reticente em dizer por quem.

Os darwinistas, que ainda são a imensa maioria dos cientistas, afirmam que Behe e outros partidários do "desenho inteligente" se valem dos mistérios que a ciência ainda não solucionou para concluir que são obra de uma inteligência superior.

Nos últimos meses, o debate se incendiou. O biólogo Richard Sternberg processou o Museu Smithsonian de História Natural, em Washington, por tê-lo qualificado de fundamentalista religioso e impedi-lo de entrar em suas instalações por sua atuação na publicação, em 2003, de um artigo de Stephen Mayer, defensor do "desenho inteligente".

Embora Sternberg não avalize ou repudie a teoria, os defensores do "desenho inteligente" o comparam a Galileu Galilei, perseguido pela Inquisição no século XVI por suas descobertas astronômicas.

Jonathan Wells, membro do conservador Instituto Discovery americano, doutorado em biologia e estudos religiosos, afirma que a evidência empírica permite concluir que o "desenho inteligente" existe, rejeitando as críticas que qualificam a teoria de "novo criacionismo", uma corrente que explica a criação com base na Bíblia.

No entanto, os "criacionistas" de vários estados do país têm se valido do "desenho inteligente" para tentar inserir suas idéias nas salas de aula, como ocorreu em novembro passado em Dover, Pensilvânia (nordeste), onde os professores de biologia receberam a ordem de incluir esta teoria em suas aulas.

Wells condena a medida. "Não estamos tentando inserir o desenho inteligente à força nas salas de aula", garante. Apesar da crescente animosidade, os dois grupos concordam que demonstrar a existência do desenho inteligente, segundo os parâmetros científicos tradicionais, é quase impossível.

"Pode a ciência provar se Deus existe? Não", explica Wells. "É difícil conciliar a ciência com as questões filosóficas cristãs", afirma, por sua vez Vittorio Maestro, da revista de História Natural americana. "Nós não os convenceremos e eles não nos convencerão", resume.

http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI532453-EI238,00.html


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Re: Por que os proponentes do ID se borram de medo do peer review

Mensagem por Luís em Sab 13 Mar 2010, 2:55 pm

Eduardo escreveu:É uma crítica ao posicionamento da ciência de hoje que dentro da chamada “liberdade acadêmica” suprime toda e qualquer idéia científica que não seja naturalista.

Não queremos 'idéias', adivindas de mitos judaicos, queremos EVIDÊNCIAS!

By the way, master of obscure sciences: Existe qualquer ciência que não seja 'naturalista'? Que seja demonstrada e evidenciada, e todos passaremos não a 'crer' (sic), mas a SABER!

"O que é não depende de fé!"


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Re: Por que os proponentes do ID se borram de medo do peer review

Mensagem por dedo-duro em Sab 13 Mar 2010, 9:14 pm

O que o Eduardo quer dizer com "nomenklatura cientifica"?

O restante eu já disse: tenham suas próprias revistas, criacionistas.O prestígio e a reputação das publicações ateístas não será usurpado.

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Re: Por que os proponentes do ID se borram de medo do peer review

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