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Mais um dogma científico jaz na sepultura

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Mais um dogma científico jaz na sepultura

Mensagem por Eduardo em Seg 22 Fev 2010, 8:16 pm

Veja: "O dogma derrete antes das geleiras"

Nos últimos anos, a discussão sobre o aquecimento global e suas consequências se tornou onipresente entre governos, empresas e cidadãos. É louvável que todos queiram salvar o planeta, mas o debate sobre como fazê-lo chegou ao patamar da irracionalidade. Entre cientistas e ambientalistas, estabeleceu-se uma espécie de fervor fanático e doutrinário pelas conclusões pessimistas do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), órgão da ONU. Segundo elas, ou se tomam providências radicais para cortar as emissões de gases do efeito estufa decorrentes da atividade humana, ou o mundo chegará ao fim do século XXI à beira de uma catástrofe. Nos últimos três meses, numa reviravolta espetacular, a doutrina do aquecimento global vem se desmanchando na esteira de uma série de escândalos. Descobriu-se que muitas das pesquisas que dão sustentação aos relatórios emitidos pelo IPCC não passam de especulação sem base científica. Pior que isso: os cientistas que conduzem esses estudos manipularam dados para amparar suas conclusões.

O primeiro abalo na doutrina do aquecimento global se deu no fim do ano passado, quando um grupo de hackers capturou e divulgou mais de 1.000 e-mails trocados entre cientistas ligados à Universidade de East Anglia, na Inglaterra, o principal centro mundial de climatologia. As mensagens revelam que cientistas distorceram gráficos para provar que o planeta nunca esteve tão quente nos últimos 1.000 anos. As trocas de e-mails também mostraram que os climatologistas defensores da tese do aquecimento global boicotam os colegas que divergem de suas opiniões, recusando-se a repassar dados das pesquisas que realizam. Os e-mails deixam claro, ainda, que o grupo dos catastrofistas age para tentar impedir que os céticos (como são chamados os cientistas que divergem das teses do IPCC) publiquem seus trabalhos nas revistas científicas mais prestigiadas.

O climatologista inglês Phil Jones, diretor do Centro de Pesquisas Climáticas da Universidade de East Anglia, sumo sacerdote do dogma da mudança climática e responsável pelos e-mails mais comprometedores, protagonizou o episódio mais dramático de reconhecimento de que muito do que divulga o IPCC não passa de má ciência. Em entrevista concedida depois de se tornar público que ele próprio tinha manipulado dados, Jones admitiu que, em dois períodos (1860-1880 e 1910-1940), o mundo viveu um aquecimento global semelhante ao que ocorre agora, sem que se possa culpar a atividade humana por isso. O climatologista reconheceu também que desde 1995 o mundo não experimenta aquecimento algum.

A reputação do IPCC sofreu um abalo tectônico no início do ano, quando se descobriu um erro grosseiro numa das pesquisas que compõem seu último relatório, divulgado em 2007. O texto afirma que as geleiras do Himalaia podem desaparecer até 2035, por causa do aquecimento global. O derretimento teria consequências devastadoras para bilhões de pessoas na Ásia que dependem da água produzida pelo degelo nas montanhas. Os próprios cientistas que compõem o IPCC reconheceram que a previsão não tem o menor fundamento científico e foi elaborada com base em uma especulação. O mais espantoso é que essa bobagem foi tratada como verdade incontestável por três anos, desde a publicação do documento.

Não demorou para que a fraude fosse creditada a interesses pessoais do presidente do IPCC, o climatologista indiano Rajendra Pachauri, cuja renúncia vem sendo pedida com veemência por muitos cientistas. Pachauri é diretor do instituto de pesquisas Teri, de Nova Délhi, agraciado pela Fundação Carnegie, dos Estados Unidos, com um fundo de meio milhão de dólares destinado a realizar pesquisas... nas geleiras do Himalaia. A mentira sobre o Himalaia já havia sido denunciada por um estudo encomendado pelo Ministério do Ambiente da Índia, mas o documento foi desqualificado por Pachauri como sendo “ciência de vodu”. Os relatórios do IPCC são elaborados por 3.000 cientistas de todo o mundo e, por enquanto, formam o melhor conjunto de informações disponível para estudar os fenômenos climáticos. O erro está em considerá-lo infalível e, o que é pior, transformar suas conclusões em dogmas.

(Veja)

Nota: Interessante agora a revista Veja chamar a tese do aquecimento global de “doutrina”, justo ela que nos últimos anos publicou capas bastante alarmistas sobre o assunto. Bem, essa reportagem (que, para ser justo, deveria ser capa) só vem corroborar o que este e outros blogs (como o Minuto Profético) vêm denunciando há alguns anos: a bandeira do aquecimento antropogenicamente provocado está nas mãos dos espiritualistas e de políticos e religiosos que estão se aproveitando desse medo artificialmente criado (engenharia social) para promover o ECOmenismo.[MB]

Em tempo: Essa confusão toda também mostra como uma ideia tida como científica e aparentemente embasada em “fatos”, divulgada pela mídia e crida por muitos cientistas pode se transformar também um dogma. O bom entendedor sabe do que estou falando...

Anarquistas da ciência: está faltando um Bakunin em biologia evolutiva


JC e-mail 3953, de 22 de Fevereiro de 2010.

28. "Ciência Hoje On-line": Anarquistas da ciência, coluna de Adilson de Oliveira

Da teoria da relatividade à mecânica quântica, Adilson de Oliveira discute os avanços no conhecimento sobre o mundo físico, que muitas vezes surgem do rompimento com os modelos preestabelecidos

A física é uma ciência que vem sendo construída ao longo de centenas de anos por diversos cientistas e pesquisadores. Alguns se destacam mais nessa empreitada, mas a grande maioria é formada apenas por pequenos coadjuvantes.

Por exemplo, milhares de artigos científicos na área da física são publicados por mês em todo o mundo, sendo que quase todos relatam apenas resultados e teorias incrementais, ou seja, que se tornam pequenos avanços - embora essenciais - para a compreensão do mundo físico. As grandes descobertas são raras e as que revolucionam profundamente a física são ainda mais difíceis de acontecer.

Leia a coluna completa na CH On-line, que tem conteúdo exclusivo atualizado diariamente.

+++++

NOTA CAUSTICANTE DESTE BLOGGER:

Por que o Adilson de Oliveira, professor de Física da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), tem coragem de abordar esta questão científica - ruptura paradigmática, e os biólogos não? Gente, a física é uma ciência dura porque tem leis, e é muito mais ciência do que a biologia, que não tem leis, tem somente um princípio -- a seleção natural, que anda meia de pernas cambaleantes epistemicamente no contexto de justificação teórica, e não temos nenhum anarquista em biologia evolutiva?

Durma-se com um barulho desses -- logo virá a nova teoria da evolução, a SÍNTESE EVOLUTIVA AMPLIADA, e ainda não temos nenhum Bakunin em biologia no Brasil???


Última edição por Eduardo em Ter 23 Fev 2010, 1:43 pm, editado 1 vez(es)


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Re: Mais um dogma científico jaz na sepultura

Mensagem por dedo-duro em Seg 22 Fev 2010, 10:51 pm

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