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Ciência baseada no design inteligente

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Ciência baseada no design inteligente

Mensagem por Eduardo em Dom 21 Fev 2010, 12:49 pm

O design inteligente 'ilusório' do cérebro motiva pesquisadores a projetar uma nova geração de neurocomputadores
Learning from the Brain: Computer Scientists Develop New Generation of Neuro-Computer

ScienceDaily (Feb. 19, 2010) — Intelligent machines that not only think for themselves but also actively learn are the vision of researchers of the Institute for Theoretical Science (IGI) at Graz University of Technology.


Nerve cells are joined together by independent connections called synapses. (Credit: Copyright TU Graz/IGI)

They have been co-ordinating the European Union research project "Brain-i-Nets" (Novel Brain Inspired Learning Paradigms for Large-Scale Neuronal Networks) for three years, and are launching a three-day meeting of the participating researchers in Graz. The scientists want to design a new generation of neuro-computers based on the principles of calculation and learning mechanisms found in the brain, and at the same time gain new knowledge about the brain's learning mechanisms.

The human brain consists of a network of several billion nerve cells. These are joined together by independent connections called synapses. Synapses are changing all the time -- something scientists name synaptic plasticity. This highly complex system represents a basis for independent thinking and learning. But even today there are still many open questions for researchers.

"In contrast to today's computers, the brain doesn't carry out a set programme but rather is always adapting functions and reprogramming them anew. Many of these effects have not been explained," comments IGI head Wolfgang Maass together with project co-ordinator Robert Legenstein. In co-operation with neuroscientists and physicists, and with the help of new experimental methods, they want to research the mechanisms of synaptic plasticity in the organism.
...
Read more here/Leia mais aqui: Science Daily
+++++
For more information, visit/Para mais informação, visite: http://www.brain-i-nets.eu
+++++
NOTA IMPERTINENTE DESTE BLOGGER:

Dawkins disse que o design que vemos em coisas bióticas é 'ilusão'. A Nomenklatura científica endossa esta tese: não existem sinais de inteligência empiricamente detectados na natureza. Aí, vai o cientista boboca fazer suas pesquisas e depara com o que geralmente é noticiado: 'Nós não esperávamos encontrar isso, nem aquilo', 'Isso vai de encontro com a teoria aceita consensualmente pela comunidade científica', y otras cositas mais.

O que o cientista não tem como negar é que, ao detectar o design 'ilusório', ele parte imediatamente para pesquisas visando avançar o conhecimento científico e trazer melhoras para a humanidade. É ilusão, e daí? que se dane a ilusão, o que vale é a sua aplicação pragmática, oops, prática. Gente, o design é 'ilusão', mas é prático, capice???

O verdadeiro cientista segue as evidências aonde elas forem dar!!! Sinais de inteligência existem na natureza e são empiricamente detectados: esta pesquisa é uma prova disso -- a teoria do design Inteligente, longe de ser pseudociência ou de impedir o avanço da ciência, pelo contrário, é científica e ajuda no avanço da ciência.

A biomimética é uma área da ciência que tem por objetivo o estudo das estruturas biológicas e das suas funções, procurando aprender com a Natureza (e não sobre ela) e utilizar esse conhecimento em diferentes domínios da ciência. A designação desta recente e promissora área de estudo científico provém da combinação das palavras gregas bíos, que significa vida e mímesis que significa imitação. Dito de modo simples, a biomimética é a imitação da vida.

Índice

Área multidisciplinar

Trata-se de uma área multidisciplinar que pode envolver diversos ramos da ciência, tais como a Biologia, a Química, a Física, a Informática, a Matemática e a Electrónica. Na Natureza existem vários milhões de espécies das quais menos de dois milhões estão catalogadas até agora. Isto representa uma gigantesca base de dados de soluções inspiradas em sistemas biológicos para a resolução de problemas de engenharia e de outros campos da tecnologia.

Exemplos

Na crescente lista de modelos biomiméticos desenvolvidos atualmente, alguns podem ser citados como destaque:

Velcro

Desenvolvido a partir de 1941 pelo engenheiro George de Mestral a partir da observação de sementes de grama dotadas de espinhos e ganchos que se prendiam nos pelos de seu cão.[1]

Superfícies de baixo atrito

Inspirada na forma como a pele dos peixes reage ao contato com a água, essa tecnologia, aplicada ao seu traje de natação, aujdou o nadador Michael Phelps em suas conquistas nas piscinas. A mesma tecnologia tem sido aplicada também em cascos de navios, submarinos e mesmo aviões.[2]

Telas "asa-de-borboleta"

São superfícies de visualização de baixíssimo consumo de energia, baseadas na forma como as asas de borboletas refletem a luz.[3]

Turbina "WhalePower"

Inspirada na forma das nadadeiras da baleia jubarte, as lâminas nervuradas desse tipo de turbina eólica produzem 32% menos atrito e 8% de deslocamento de ar que as lâminas lisas convencionais.[4]

Carro biônico

Desenvolvido pela Mercedes-Benz a partir da forma do peixe caixa, esse carro atinge um coeficiente de aerodinâmica de 0,19 e consome 20% menos combustível que um veículo convencional de potência equivalente.[5]

Efeito lótus

Baseado na forma como as folhas do lótus repele a água e a sujeira, diversas soluções estão sendo desenvolvidas pela indústria para aplicação em tecidos, metais, para-brisas de aviões e faróis de automóveis.[6]

Comentários de especialistas

A biomimética observa a Natureza e procura estimular novas idéias para finalmente produzir sistemas sintéticos similares aos encontrados nos sistemas biológicos. Este estudo permite desenvolver ou aperfeiçoar novas soluções de engenharia, sendo que os biomimeticistas encontram na Natureza um modelo perfeito de inspiração e de imitação.

O cientista Stephen Wainwright afirmou que a "biomimética ultrapassará a biologia molecular e a substituirá como a mais desafiadora e importante ciência biológica do Século XXI". O professor Mehmet Sarikaya afirmou: "Estamos no limiar de uma revolução de materiais equivalente à que houve na Idade do Ferro e na Revolução Industrial. Estamos a entrar rapidamente numa nova era de materiais. Penso que, dentro de um século, a biomimética modificará significativamente o nosso modo de vida." Segundo a citação de Phil Gates, em Wild Technology: "Muitas das nossas melhores invenções foram copiadas de outros seres vivos ou já são utilizadas por eles."

Referências

  1. Who is Velcro USA Inc.?
  2. Exploring Energy Conservation Through Shark Research
  3. How mirasol™ Displays Work: Micro-electro-mechanical Systems (MEMS) Drive IMOD Reflective Technology
  4. Whalepower Tubercle Technology
  5. Design of new Mercedes-Benz bionic car inspired by fish body shape
  6. Water-Repelling Metals


Última edição por Eduardo em Dom 21 Fev 2010, 1:07 pm, editado 6 vez(es)


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Re: Ciência baseada no design inteligente

Mensagem por Eduardo em Dom 21 Fev 2010, 12:52 pm

Biomimética: uma nova abordagem na conquista do espaço

Artigo no âmbito da colaboração Ciência Hoje/ Visionarium

Por Por Oriana Geada *

A biomimética visa o estudo da Natureza no sentido de aprender com ela (e não sobre ela) e utilizar esse conhecimento em diferentes domínios da ciência. Proveniente do grego “bios”, que significa vida, e “mimesis”, que significa imitação, a biomimética baseia-se no estudo de sistemas biológicos para desenvolver ou aperfeiçoar novas soluções de engenharia, já que os problemas por eles enfrentados são similares, em muitos aspectos, aos encontrados em sistemas de engenharia. Os biomimeticistas encontram na Natureza um modelo perfeito de imitação, de inspiração, pois ela tem muito para nos ensinar, tem muitas respostas às nossas questões. É neste âmbito, da imitação/inspiração nos modelos/processos da Natureza, que os biomimeticistas procuram respostas com vista a solucionar os seus problemas.

Trata-se de uma área multidisciplinar que abarca diversas áreas da ciência – tais como a Biologia, a Química, a Física, a Informática, a Matemática e a Electrónica. Os sistemas biológicos representam milhões de anos de aprendizagem por ensaio e erro através da selecção natural. Após 550 milhões de anos de evolução multicelular, a Natureza originou qualquer coisa como 5 a 10 milhões de espécies, das quais até agora apenas 1,7 milhões estão catalogados. Isto representa uma imensa base de dados de soluções inspiradas em sistemas biológicos para a resolução de problemas de engenharia e de outros campos da tecnologia.

A biomimética, cujos primeiros passos foram dados na ciência dos materiais, encontra agora aplicações diversas, nomeadamente na conquista do espaço. A ACT (Advanced Concepts Team) da Agência Espacial Europeia (ESA) vê a biomimética como um meio para a descoberta de novas tecnologias com aplicações em futuras missões espaciais. O termo biomimética significa, literalmente, “imitar a vida”; todavia para a ACT este conceito não se limita, apenas, à adopção e imitação de soluções exibidas pelos sistemas biológicos; antes porém visa a compreensão de processos e mecanismos fundamentais usados na Natureza, tendo em vista o desenvolvimento de metodologias e estratégias alternativas para a resolução de problemas relacionados com a Engenharia Espacial. Os campos de investigação incluem estruturas e materiais, mecanismos e processos, comportamento e controlo, sensores e comunicações e sobrevivência e adaptabilidade. São exploradas determinadas características desenvolvidas pelos sistemas biológicos, que lhes conferiram uma perfeita adaptabilidade ao meio ambiente. A locomoção, os mecanismos de escavação, as estruturas de armazenamento de energia e a capacidade de hibernação, com o objectivo de criar estruturas e mecanismos inovadores adaptados às condições adversas encontradas no espaço cósmico, são disso exemplos.

Numa altura em que a Humanidade se debate com vários problemas ambientais, que ameaçam o destino do nosso Planeta e a sobrevivência das espécies devido à destruição dos seus habitats, não deixa de ser curioso que a “sobrevivência” e a evolução da espécie humana dependa dos segredos que a Natureza encerra. Convém sempre recordar o que, sabiamente, afirmava Niels Bohr: "as Ciências da Natureza pressupõem sempre o Homem e não devemos esquecer que, no espectáculo da vida, nunca somos apenas espectadores, mas também, constantemente actores”.

http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=2896&op=all
Insetos servem de inspiração para robôs que poderão andar no teto

Redação do Site Inovação Tecnológica - 12/04/2006

Pequenos robôs que andem pelas paredes ou pelo teto podem ter inúmeras utilidades - desde verificações de segurança, levando consigo sensores para avaliação de estruturas, por exemplo, até a busca por vítimas em prédios destruídos por desastres naturais.

Ainda estamos há anos de pesquisas que permitam que esses robôs possam ser eficazes. Mas os cientistas experimentalistas estão de olho nas pesquisas feitas por seus colegas da área da ciência básica e teórica.

A idéia fundamental é: se a natureza levou milhões de anos para aprimorar seus próprios mecanismos, por que não copiá-los? Afinal, insetos andam pelas paredes e pelo teto o tempo todo.

O Dr. Stanislav Gorb, do Instituto Max Planck, Alemanha, é um dos pioneiros desses campos ainda emergentes de pesquisas, a biomimética ou a biônica. Ele acaba se apresentar os resultados mais recentes de suas pesquisas com insetos, em uma reunião anual de biologia experimental.

"Andar no teto é muito diferente do andar normal, porque a gravidade tende a puxar o inseto que está na posição invertida, ao invés de pressioná-lo sobre a superfície. Nossos resultados, em combinação com o conhecimento da microestrutura das patas, oferecem uma importante inspiração para a criação de máquinas que andem nas paredes e no teto, utilizando pés de polímeros feitos com microestruturas para gerar a adesão," explicou o cientista.

A equipe do Dr. Gorb utilizou sensores ópticos para medir as forças aplicadas pelas pernas de insetos que caminhavam livremente por um teto de superfície lisa. Eles descobriram que o inseto fica mais firme no teto quando ao menos uma perna de cada lado está em contato com a superfície.

Para testar os resultados, eles desenvolveram uma fita de polímero que imita o efeito adesivo existente nas patas dos insetos. Além de poder ser utilizado nas patas de microrobôs alpinistas, o polímero microestruturado também poderá ter utilidade como adesivo em outras aplicações.

http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=010180060412
UNIVERSO E PLANETA TERRA


  • Especial… ou nem por isso?Ver AQUI
  • “Os céus proclamam a glória de Deus”. Ver AQUI
  • Maravilhas do Criador – Lua. Ver AQUI
  • Maravilhas do Criador – Fotossíntese. Ver AQUI
  • O milagre da Vida. Ver AQUI

    SERES VIVOS
  • Imitando a criação de Deus – Biomimética. Ver AQUI
  • Maravilhas do Criador – o Picapau. Ver AQUI
  • Maravilhas do Criador – Protecção auditiva – Cera. Ver AQUI
  • Bactérias possuem relógios precisos. Ver AQUI
  • Há design na Natureza? – Esponjas. Ver AQUI
  • A influência do Design Inteligente na investigação médica. Ver AQUI
  • Câmaras de vigilância aprendem com olhos dos insectos. Ver AQUI
  • Quem instalou um sistema GPS nos cílios? Ver AQUI
  • Quem inventou primeiro? Ver AQUI
  • Qual a relação entre uma mosca e a Força Aérea? Ver AQUI
  • As incríveis catapultas da língua do camaleão. Ver AQUI
  • O Design Inteligente na publicação dos evolucionistas. Ver AQUI
  • Asas das borboletas ajudam a fornecer energia para as nossas casas. Ver AQUI
  • Besouro tem a chave para computadores ópticos do futuro. Ver AQUI
  • Flor de lótus inspira material que não fica molhado. Ver AQUI
  • Nada em Biologia faz sentido a não ser à luz da Evolução? Conta outra. Ver AQUI
  • Por falar em design… Ver AQUI
  • Âncora inspirada no design dos moluscos. Ver AQUI
  • Fazer câmaras com os olhos das osgas. Ver AQUI
  • Medalha de ouro para o humilde beija-flor. Ver AQUI
  • Quem é o lutador mais temível? Ver AQUI
  • Insectos usam infravermelhos para encontrar comida. Ver AQUI
  • O mais sofisticado engenho voador do planeta. Ver AQUI
  • Design das asas dos pássaros dá uma ajuda à Aerodinâmica. Ver AQUI
  • Cérebro supera computadores. Ver AQUI
  • Plantas possuem termóstatos. Ver AQUI
  • Moléculas macacas de imitação revelam mão criadora. Ver AQUI
  • Design de olho de camarão inspira nova geração de DVD’s. Ver AQUI

    DESIGN E A NECESSIDADE DE UM DESIGNER:
  • Um ninho de madeira e uma árvore – O seu a seu dono. Ver AQUI
  • Cientistas ganham prémio Nobel da Química ao desvendarem coisas que Deus criou. Ver AQUI
  • Design e as pegadas na areia. Ver AQUI

    OUTROS ASSUNTOS RELACIONADOS:
  • Design Inteligente vs. Evolução. Ver AQUI
  • Primeiro-ministro australiano reconhece design no Universo. Ver AQUI
  • Design Inteligente vs. Naturalismo. Ver AQUI
  • O designer Nuno e o designer Deus. Ver AQUI


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Re: Ciência baseada no design inteligente

Mensagem por dedo-duro em Dom 21 Fev 2010, 5:41 pm

.
A computação quântica é baseada na bíblia também... oh my

dedo-duro
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Re: Ciência baseada no design inteligente

Mensagem por Eduardo em Sex 26 Fev 2010, 7:18 pm

Sexta-feira, Fevereiro 26, 2010


Engenheiros esforçam-se para imitar o não-existente design do mundo animal


Isaías 37:16
Ó Senhor dos Exércitos, Deus de Israel, que habitas entre os querubins; Tu és o Deus, Tu somente, de todos os reinos da terra; Tu fizeste os céus e a terra.


Os engenheiros sentem grande satisfação quando as suas criações conseguem imitar algumas das capacidades dos animais. O que é que isto nos diz acerca do design presente nos ditos animais?

  • O primeiro beija flor robô foi revelado pelo pesquisador japonês Hiroshi Liu (Universidade Chiba) num boletim de imprensa publicado na PhysOrg. O engenho, do tamanho duma mão, bate as asas 30 vezes por segundo e pode manobrar-se para cima, baixo, esquerda ou direita.
    Os seus pesquisadores, que investiram o equivalente a $2.1 milhões de dólares no seu desenvolvimento, esperam poder usá-lo na localização de vítimas retidas em edifícios ou na localização de criminosos.
    É manifesto que ele consideram a natureza inspiradora. O Dr Liu afirmou:

    Primeiramente nós temos que aprender acerca do eficiente mecanismo presente nas formas de vida naturais; para além disso, nós queremos eventualmente construir algo que vá para além daquilo que se encontra na natureza.
    A ave verdadeira possui capacidades superiores, como por exemplo, a capacidade de planar e o seu sistema de visão. Os engenheiros do robô esperam poder imitar as habilidades voadoras e adicionar uma câmara nos próximos 15 meses. Se eles conseguirem que o pequeno robô ponha ovos e dê à luz pequenos robôs, então eles estarão no bom caminho.
  • Nojo é o que muitos sentem em relação às baratas, mas os criadores de robôs admiram-nas. De acordo com a Science Daily, numa tentativa de imitar as suas habilidades, pesquisadores na Oregon State University estão a retirar "bioinspiração" a partir das baratas. John Schmitt, professor de engenharia mecânica na OSU, afirmou:
    A barata é impressionante. Ela pode correr aceleradamente, curvar num curto espaço, movimentar-se facilmente sobre terrenos ásperos e reagir a perturbações mais rapidamente do que o tempo de reacção dos impulsos nervosos. (...) As baratas nem precisam que pensar em correr - usando acção muscular que é instintiva, e não dependente de controlo reflexivo, elas apenas fazem-no.
    No entanto, alguma coisa deve estar a controlar a coordenação das suas seis pernas. O que quer que seja, os engenheiros robóticos gostariam de imitar esse seu "truque".
    Ainda relativo às capacidades motoras da barata, Schmitt acrescentou:
    A barata não pensa muito em como correr; ela apenas corre. Durante a sua corrida, ela apenas perde 20% da sua velocidade quando passa por cima de blocos 3 vezes mais altas que a sua cintura. Não só isto é impressionante, como também um indicador de que a sua estabilidade tem a ver com a forma como eles estão construídas e não com a forma como elas reagem.


Qual é a importância disto?

Robôs construídos com estes princípios de design podem ser usados para se aventurarem em lugares perigosos, explorar o planeta Marte, executar reconhecimento aéreo e muitas outras coisas. Estas tecnologias de controlo podem também ser usadas com sucesso em dispositivos prostéticos e outros materiais.

A imitação não será uma forma de homenagem?

Ao financiarem empreendimentos que visam imitar as capacidades dos animais (e ao criarem departamentos baseados na "bioinspiração") os cientistas e os engenheiros estão tacitamente a admitir que as técnicas de design presentes no mundo vivo são de tal superior qualidade que merecem ser "homenageados" com uma imitação.


Em todas as notícias em torno da biomimética que são reportadas pelos órgãos científicos, os pesquisadores geralmente expressam admiração por aquilo que as plantas e os animais são capazes de fazer. Quantas vezes vemos os cientistas a dizer "Que design tão descuidado. Nós humanos podemos fazer melhor!"? Tirando "cientistas" que aparentemente não percebem muito de mecânica e engenharia (Richard Dawkins e os seus discípulos), os cientistas normalmente estão com um humilde espírito de reverência em relação a forma "fácil" como a "natureza" executa funções difíceis.

As referências à teoria da evolução são geralmente curtas e idióticas do tipo "soluções inteligentes que emergiram durante o curso da evolução". Estas declarações nada acrescentam em relação ao conhecimento do dito animal, mas servem o propósito fulcral da teoria da evolução: negar a Deus a Glória que Lhe pertence.
Conclusão:

Nada como a imitação para nos ensinar a dificuldade de uma tarefa. Um crítico de música pode não gostar de uma certa performance musical, mas se for desafiado a fazer uma semelhante, ele vai-se aperceber da dificuldade. Um treinador de bancada pode criticar este ou aquele jogador por ter falhado um golo quando se encontrava completamente isolado (atenção Nuno Gomes!), mas provavelmente o dito "treinador" não aguentaria 5 minutos de um jogo de futebol. É mais fácil criticar a comida do que cozinhá-la.


A Biomimética proporciona o aparecimento de uma nova legião de proponentes do Design Inteligente ao colocá-los num laboratório e a desafiá-los a construir sistemas remotamente semelhantes.

Vendo bem as coisas, isto pode ser uma excelente terapia para os crentes ateus: colocá-los num laboratório e desafiá-los a construir vida biológica a partir do barro.

Boa sorte, ateus!


Salmo 77:14
Tu és o Deus que fazes maravilhas: Tu fizeste notória a Tua força entre os povos


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Re: Ciência baseada no design inteligente

Mensagem por Luís em Sex 26 Fev 2010, 7:53 pm

.
Já demonstrei que o Cosmos não teve nem pode ter tido nenhum início; portanto, não pode ter tido nenhum "criador"(sic). Também já demonstrei que este é mais um 'mito de criação' bobo, como muitos outros. Já demonstrei que se houve "design"(sic) ele não foi nada "inteligente", mas uma obra grotesca e sem sentido.

Que falta?


"A razão de eu jamais haver visto teu deus é que ele está na tua imaginação."

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Re: Ciência baseada no design inteligente

Mensagem por dedo-duro em Sex 26 Fev 2010, 8:05 pm

Deus criou a cadeia alimentar, de modo que a vaca só existe para ser imolada por humanos.

E é interessante que você aceite deus como bom, senão ele te tortura eternamente.

É... faz sentido.

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Re: Ciência baseada no design inteligente

Mensagem por Eduardo em Dom 28 Fev 2010, 10:59 am

Eletrônica inspirada na célula humana: a 'ilusão' de design inteligente para uma solução prática


Sábado, Fevereiro 27, 2010


Cell-inspired electronics


February 25, 2010 by Anne Trafton




Graphic: Christine Daniloff


(PhysOrg.com) -- A single cell in the human body is approximately 10,000 times more energy-efficient than any nanoscale digital transistor, the fundamental building block of electronic chips. In one second, a cell performs about 10 million energy-consuming chemical reactions, which altogether require about one picowatt (one millionth millionth of a watt) of power.

[NOTA BENE NOTA BENE NOTA BENE!!!]

MIT's Rahul Sarpeshkar is now applying architectural principles from these ultra-energy-efficient cells to the design of low-power, highly parallel, hybrid analog-digital electronic circuits. Such circuits could one day be used to create ultra-fast supercomputers that predict complex cell responses to drugs. They may also help researchers to design synthetic genetic circuits in cells.

In his new book, Ultra Low Power Bioelectronics (Cambridge University Press, 2010), Sarpeshkar outlines the deep underlying similarities between chemical reactions that occur in a cell and the flow of current through an analog electronic circuit. He discusses how biological cells perform reliable computation with unreliable components and noise (which refers to random variations in signals — whether electronic or genetic). Circuits built with similar design principles in the future can be made robust to electronic noise and unreliable electronic components while remaining highly energy efficient. Promising applications include image processors in cell phones or brain implants for the blind.

"Circuits are a language for representing and trying to understand almost anything, whether it be networks in biology or cars," says Sarpeshkar, an associate professor of electrical engineering and computer science. "There's a unified way of looking at the biological world through circuits that is very powerful."

Circuit designers already know hundreds of strategies to run analog circuits at low power, amplify signals, and reduce noise, which have helped them design low-power electronics such as mobile phones, mp3 players and laptop computers.

"Here's a field that has devoted 50 years to studying the design of complex systems," says Sarpeshkar, referring to electrical engineering. "We can now start to think of biology in the same way." He hopes that physicists, engineers, biologists and biological engineers will work together to pioneer this new field, which he has dubbed "cytomorphic" (cell-inspired or cell-transforming) electronics.


...


Read more here/Leia mais aqui: PhysOrg


+++++


NOTA CAUSTICANTE DESTE BLOGGER:


Dizem os críticos e oponentes do Design Inteligente que o design que vemos e detectamos na natureza não é real, é ILUSÃO, e que as proposições teóricas do DI impedem o avanço da ciência. Ué, os caras estão aqui há 50 anos trabalhando com ideias de design inteligente antes da teoria do Design Inteligente??? São os nossos precursores? E nós do DI não sabíamos???


Quem impede o avanço da ciência, cara-pálida?


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Re: Ciência baseada no design inteligente

Mensagem por Luís em Dom 28 Fev 2010, 11:32 am

.
Eduardo:

"Quem impede o avanço da ciência, cara-pálida?"


Pessoas como tu, que foram treinadas desde o nascimenteo para ver "divindades"(sic) para todo lado que olham.


"A razão de eu jamais haver visto teu deus é que ele está na tua imaginação."

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Re: Ciência baseada no design inteligente

Mensagem por Fabris em Seg 08 Mar 2010, 9:35 am

Luís escreveu:.
Eduardo:

"Quem impede o avanço da ciência, cara-pálida?"


Pessoas como tu, que foram treinadas desde o nascimenteo para ver "divindades"(sic) para todo lado que olham.
Esqueça, Luis!

O Ronaldo não quer nenhuma discussão científica, já que sabe que seria devidamente massacrado (o mesmo acontece com o Enézio, Michelson e outros asseclas). O que ele quer é apenas pregar e continuar veiculando as mentiras desenhadas (estas sim) no Discovery Institute.


"Amigo, me gustas mucho, pero tu madre me gusta más" (Hino nacional de Marisales)

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Re: Ciência baseada no design inteligente

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