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Existem Homo-Sexuais?

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Interroga??o Existem Homo-Sexuais?

Mensagem por Luís em Dom 14 Fev 2010, 7:44 pm

Homo-Sexuais?

A sexualidade adulta é altamente reprodutiva, pois esta é sua função precípua. O adulto de fato está disposto, mesmo que inconscientemente, a arcar com os “custos” de sua ‘atividade sexual’. Dispõe-se à cuidar dos seres que gera, mantendo a espécie. O mesmo não se dá com o chamado homossexual que, em sua prática, abandona a possibilidade de reprodução, desistindo desta. E porque o faz? Por não estar ou sentir-se “ferramentado” para tal. É imaturo e sua imaturidade revela-se em sua prática sensual, ao invés de sexual.

Se maduro, praticaria instintivamente uma atividade sensual capaz de proporcionar reprodução, essencial para a manutenção da vida. A atividade ‘homossexual’ é, assim, uma atividade altamente disfuncional, anti-vida: se estendida a todos os indivíduos, causaria a extinção da espécie em apenas uma geração!

Vejo a sexualidade como uma gradação de maturidade e capacidade. Seres mais maduros e capazes fisicamente estão no topo da escala (e onde poderiam estar?). Abaixo estão os indivíduos menos maduros e capazes – os de sexualidade “fraca”. Mais para baixo estão os “assexuais”, criaturas menos propensas a procriação, por estarem menos capacitadas para tal (incapacidade emocional e/ou física).

No meio da escala, ficam os “fracamente sexuais”, pessoas que chegam a casar-se e gerar prole, mas logo abandonam a prática sexual. Não cuidam da aparência, tratando de tornar-se NÃO objetos de desejo; como vemos em mulheres relativamente jovens que ficam gordas, cortam o cabelo bem curto, não se maquiam e se vestem de forma precária. Cedo expulsam o marido do leito conjugal e passam a viver em camas separadas. Mais abaixo, estão os chamado “bissexuais”,

No grupo dos "assexuais" estão – primeiro - os ‘homossexuais’, que, embora desistindo de atividade realmente ‘sexual’ (reprodutiva), dedicam-se à alguma atividade sensual, pelo menos na juventude; antecedendo os ‘plenamente assexuais’ ou assexuados; pequeno grupo de pessoas que, mesmo na juventude, não entrega-se a nenhum jogo erótico com outras pessoas, nem hetero nem homo (se entregam-se o fazem aramente e sem prazer). È um grupo constituído basicamente de mulheres e nele se encontram as freiras e parte dos padres da ICAR.
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Coloco agora a questão principal: pode existir tal coisa como “homo-sexualidade”? Sendo a sexualidade uma função exclusivamente reprodutiva (embora impregnada de sensualidade), como podem dois seres do mesmo sexo – incapazes de reproduzir-se – ter uma atividade “sexual” (reprodutiva)? Tal é impossível e, por isto, o termo é mal aplicado. O máximo que pode haver entre dois seres do mesmo sexo é sensualidade, erotismo; nunca ‘sexualidade’ (sinônimo de reprodução).

Penso que o melhor termo para a atividade que chamamos de ‘homossexual’ é assexual, ou seja, uma atividade não reprodutiva, embora sensual (busca de prazer - o termo ‘homoerótico’ é bem aplicado, também).

Concluindo, pessoas de mesmo sexo não podem ser homo-sexuais, pois sua atividade NÃO pode ser ‘sexual’ (outra palavra para reprodutiva). Aquilo que a cultura chama de ‘homossexual’ é, na verdade, assexual; o seja, NÃO reprodutivo. Sua atividade erótica representa uma DESISTÊNCIA da sexualidade (outra palavra para reprodutividade). Representa uma descida na ‘escala sexual’, baixando para a não-sexualidade; neste caso, uma sensualidade não reprodutiva. Algo menos grave, em termos de prazer, do que a assexualidade total, uma quase morte em vida.

Wilton Alano


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Interroga??o Re: Existem Homo-Sexuais?

Mensagem por Eduardo em Dom 14 Fev 2010, 8:14 pm

Psiquiatra ateu diz que Homosexuais Podem Mudar

Este cientista ateu confirma aquilo que a Bíblia afirma: não há nenhum pecado que o Senhor não possa curar em nós. Desde mentiras, violência, passando por adultério, pornografia, homosexualidade, o nosso Criador, o Senhor Jesus Cristo, pode e QUER mudar a nossa vida de forma que tenha repercussões para a eternidade.

Pelo Poder do Senhor Jesus Cristo, milhões de pessoas têm deixado a nostalgia (que era o meu caso), as drogas, a prostituição, a solidão, a pornografia e muitas coisas mais.

O mundo, no seu engano, diz que é impossível alguém deixar a práctica homosexual. As evidências médicas e a Palavra do Criador dizem exactamente o contrário.

Só Deus sabe a quantidade de pessoas estão hoje presas na mentira da homosexualidade apenas e só porque alguns "médicos" disseram que a homosexualidade era "normal".

João 8:10: O ladrão não vem senão a roubar, a matar e a destruir: Eu (O Senhor Jesus Cristo) vim para que tenham vida, e a tenham com abundância.
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O artigo seguinte encontra-se aqui: http://www.christianitytoday.com/ct/2005/april/20.94.html

Entrevistado por Douglas Leblanc

Robert L. Spitzer testemunhou em 1973 que a homosexualidade não é uma disordem clínica, e o seu contributo foi importante para que a "American Psychiatric Association" chegasse à mesma conclusão.

Trinta anos depois Spitzer causou outra comoção ao afirmar que homosexuais que queiram mudar a sua orientação sexual podem fazê-lo. (Archives of Sexual Behavior, October 2003).

O Dr Spitzer é professor de Psiquiatria na Columbia University, e chefe do "New York State Psychiatric Institute's Biometrics Research Department". Ele identifica-se a si mesmo como um judeu ateu.

A seguinte entrevista foi feita via telefone por Douglas LeBlanc.
Douglas Leblanc [DL]: O que é que o motivou a fazer o estudo sobre a terapia reparativa para os homosexuais?
Robert Spitzer [RS]: Eu estava num encontro anual da APA (American Psychiatric Association) onde falei com alguns ex-homosexuais que estavam às portas do encontro. Eles explicaram-me como eles tinham mudado. Isto interessou-me. Seguidamente tentei organizar um debate àcerca deste tópico, mas enquanto eu organizava o debate, tornou-se claro que as pessoas que eu gostaria que fizessem parte do debate afirmavam que não havia estudos suficientemente bons, e que tudo mais não seria que uma troca de opiniões.
[DL]: Houve alguma coisa que o tivesse surpreendido durante as entrevistas?
[RS]: Provavelmente o que me surpreendeu foi o quão convincentes os testemunhos eram. Joseph Nicolosi [National Association for Research and Therapy of Homosexuality] concordou em referenciar-me, penso eu, 10 ou 20 pacientes. No entanto ele insistiu em obter um resumo dos resultados antes de avançar. Provavelmente ele não queria ser enganado. Mas começando pela primeira pessoa com quem falei, eu tive sempre a sensação de que eu estava a lidar com algo genuíno.
[DL]: O que é que o fêz vêr que os pacientes estavam a ser genuínos?
[RS]: Quando falamos com as pessoas, ficámos com a sensação se elas estão a ser cândidas ou não. Eu tive a impressão que estavam a ser genuínas. Para além disso, havia consistência nos seus testemunhos uma vez que a mudança foi descrita como lenta e não imediata.
[DL]: Alguns dos seus críticos dizem que apenas os fundamentalistas [cristãos] poderiam pensar em terapia reparativa.
[RS]: O panorama mudou muito durante os últimos 20 ou 30 anos. Quando eu comecei a práctica clínica em 1961, era normal receber-se pacientes masculinos com intenções de mudar a sua orientação sexual. Hoje em dia eles já não vão a psiquiatras porque a notícia espalhou-se de que os profissionais da saúde mental já não consideram a homosexualidade um problema.

[DL]: De que modo é que o seu estudo afectou a sua relação com os seus colegas?
[RS]: Muitos dos meus colegas ficaram furiosos. Lembro-me que, quando apareci nos orgãos de comunicação pela primeira vez, recebi uma carta do deão de admissões na Universidade Columbia. Ele escreveu-me a dizer que era uma desgraça que um professor da Columbia fizesse tal coisa. Dentro da comunidade homosexual houve, inicialmente, uma raiva tremenda e um sentimento de traição. Julgo no entanto que esses sentimentos já se dissiparam. Mas convém dizer que eu estou num ponto da minha carreira onde eu já não me importo com essas coisas.
[DL]: Chegou a considerar um estudo-continuação?
[RS]: Não. Sinto-me um pouco fatigado. Alem disso não sei sobre o que é que o estudo seria. Algumas pessoas disseram: "Segue o progresso destas pessoas. Entrevista-as daqui a 5 anos. Hás-de vêr quantas é que voltaram para a homosexualidade". É sabido que muitas pessoas que tentam abandonar a vida homosexual voltam a cair nela.
Mas imagina que 5 ou 10% voltaram a cair na homosexualidade. E depois? Provavelmente haverias de encontrar estatísticas semelhantes entre pessoas que tentam abandonar o consumo de drogas. Algumas vão voltar a cair nas malhas da droga.
O estudo que deveria ser feito deveria ser um estudo controlado onde as pessoas entram na terapia, e depois são inicialmente avaliadas. Mais tarde voltas a avaliar e vês quantos é que realmente conseguiram mudar. Tal estudo, infelizmente, não vai ser feito.
[DL]: Isso deve-se à falta de interesse ou a falta de investimento?
[RS]: As razões são, primeiro, terapeutas reparativos não são cientistas - eles não fazem estudos. A segunda razão é que, se alguém propusesse ao National Institute of Mental Health que fizesse tal estudo, certamente que os homosexuais do estudo haveriam de dizer que é uma perda de tempo. Eles diriam: "Nós já sabemos que é uma fantochada. Para quê fazê-lo"?
[DL]: Você afirmou claramente que ninguém deve ser coagido a entrar numa terapia reparativa.
[RS]: Julgo que o termo politicamente correcto é "terapia de reorientação". Reparativa já implica que alguma coisa está "por reparar". Terapeutas reparativos, obviamente, acreditam nisto, mas chamar a este procedimento de "reparativo" mais ou menos enerva os homosexuais.
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Interroga??o Re: Existem Homo-Sexuais?

Mensagem por Luís em Dom 14 Fev 2010, 8:23 pm

Eduardo,

Praticamente tudo tem remédio, mas as vezes, estes remédios são dispendiosos, tanto em recursos como em tempo...

Abraço,


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Interroga??o Re: Existem Homo-Sexuais?

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