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Heterosexuais de Fato!

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palmas Heterosexuais de Fato!

Mensagem por Luís em Dom 14 Fev 2010, 7:18 pm

“Observando homossexuaisde ambos os sexos, vê-se que a mesma coisa: pessoas sem uma maturidade mínima para ser classificados como ‘adultos de fato’. Não têm praticamente nenhuma disposição para aquilo que é típico da sexualidade adulta: cuidar de outros seres.

Em geral, não têm animais de estimação, pois isto demanda cuidados, coisa pelo qual têm ojeriza, devido seu alto narcisismo, tipicamente infantil. Como mantém-se eternamente na condição de “carentes de cuidados”; não podem dispensar os cuidados típicos demandados pela parentalidade - resultado esperável da adultez.

Como regra, são “carentes”; de afeto, cuidados, auto-estima e daquela malícia e agressividade sadias típicas do adulto (se são agressivos, o são de forma ‘reativa’, fora de contexto). Não costumam ser responsáveis com relaçãoao trabalho e não raro são deprimidos (costumam acordar-se tarde e faltar ao serviço.)

Talvez nem tão secretamente, sentem-se ‘párias sociais’ e ‘diferentes’; o que nem tanto tem a ver com a sua sexualidade, mas com sua imaturidade. Sentem-se “perdidos” em meio o um mundo de adultos. Como ‘infantes psicológicos’, não têm ‘ferramentas’ eficientes para interagir num mundo assim. Sentem-se desprotegidos e inseguros; paranóides e na defensiva.

São hiper-sensíveis, o que se explica por sua fragilidade própria da ‘pouca idade psíquica” e costumam ter reações exageradas aos estímulos tidos como agressivos dos ‘outros’ – adultos (Como vês, descrevo um quadro tipicamente neurótico). São super-sensíveis às contrariedades e explodem com facilidade (“pavio curto”).

Para que desenvolvessem tal ‘personalidade infantil’ pode dize-se, num resumo, que não foram amados em sua fase de formação; isto explica sua ‘carência’ típica. Como regra, provém de um casal onde a sexualidade era problemática; não se amavam nem se respeitavam.

Estes pais viviam em guerra, não raro um deles mantendo ‘amantes’ fora do casamento. Um deles – ou ambos – ‘não gosta de sexo’ e alimenta muito baixa auto-estima, o que origina as ‘brigas de casal’ (num resumo, tem personalidade infantil).

Proporcionavam ao filho um típico “ambiente edipiano”, onde o pai do sexo oposto, insatisfeito com sua vida sexual e tão imaturo quanto o filho, o seduzia ativamente. O pai do mesmo sexo, agressivo e ciumento, tentava destruir psicologicamente o filho, desqualificando-o, não tocando-o, não prestando-lhe os cuidados típicos da parentalidade.

Neste ambiente, o filho, seduzido, passa a alimentar fantasias inconscientes de “possuir” o pai/mãe do sexo oposto, já que este parece não ter “dono”. Mais tarde, vítima de intensa culpa e temor paranóide internalizados, não poderá “possuir” com liberdade a nenhum adulto do sexo oposto pois, sendo-lhe impossível evitar a transferência projetiva, sempre vê em cada ‘outro’ o pai/mãe.

Percebendo o ciúme e a agressividade do pai do mesmo sexo, a criança desenvolve grande “conflito” neurótico - paranóia típica - e despende grande energia no controle deste conflito. Esta uma razão para não atentar para o mundo exterior e ficar ‘congelado’ numa idade precoce; o que é reforçado por não desenvolver sua afetividade adequada no convívio com ambos (um o seduz, o outro tenta destruí-lo, mas nenhum o ama como pai “de verdade”).

O homossexual masculino, em sua prática, visa duas coisas: Tornar-se objeto de desejo de outro homem - coisa do qual é carente crônico – (não encontra a mesma intensidade ativa numa mulher) e, adicionalmente, ao submeter-se aos desejos de outro homem, aplacar a ira deste, visto sempre como o pai, via mecanismo transferencial-projetivo. O quadro não é muito diferente no homossexual feminino, mesmo experimentando sentir-se objeto de desejo ativo por parte do homem, porque ela experimenta o mesmo temor de possuir alguém do sexo oposto; o que a impede de submeter-se a ESTE desejo, que é-lhe desconfortável.

Ao submeter-se ao desejo de outra mulher e assim 'aplacar ira da mãe', encontra neste substituto o mesmo conforto que o homossexual masculino: 'mata dois coelhos de uma só cajadada', evitando o pânico de uma "posse" heterossexual e aplacando a ira da mãe, via submissão sexual.

Crescendo no contexto familiar citado, o futuro homossexual não pode desenvolver uma personalidade sadia e, portanto, uma sexualidade igualmente adulta. Isto leva a pensar que virtualmente todo homossexual é um imaturo típico, com uma personalidade altamente infantil, vitima de um quadro
psiconeurótico grave;
de base.

Desta forma, concluo que a homossexualidade é, sem dúvida, uma enfermidade psíquica severa; ao contrário do que se afirma nos últimos tempos, inclusive a própria OMS.”

Salvo rara exceção de ordem congênita, não imagino filhos bem cuidados, amados e respeitados (e não inadequadamente seduzidos pelo pai do sexo oposto) que não se desenvolvam heterossexuais, especialmente se tiveram bom exemplo da sexualidade parental.

Parece que a receita para filhos heterossexuais é curta: Pais razoavelmente maduros e em harmonia sexual-afetiva, talvez algo não tão fácil de encontrar-se.

Restaria saber porque, sendo supostamente vítimas dos mesmo exemplos e 'práticas homossexualizantes' como tantos outros (que não reultam), apenas uma parte torna-se homossexual? No meu modo de ver isto se deve a estes indivíduos serem constitucionalmente mais frágeis e por serem vítimas de
atuações mais severas por parte dos pais.
Quantos se conjugam estes dois acontecimentos, resulta um homosexual.

Nem todo imaturo típico é um homossexual, mas penso que é um heterossexual menos funcional, “fraco”. Obviamente, isto não esgota o assunto: por exemplo, observou-se que os últimos filhos de uma mulher de prole numerosa, de maioria masculina, são homossexuais com maior freqüência.

Wilton Alano


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