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Fetransport, Metrô Rio e Supervia: a bagunça de cada dia

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Re: Fetransport, Metrô Rio e Supervia: a bagunça de cada dia

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Qua 28 Jan 2015, 12:54 pm



Passageiros andam nos trilhos após problema em trem no Engenho de Dentro


Interrupção foi causada por defeito em um equipamento, o que ocasionou a queda de energia em subestação que atende o trecho. Cinco dos seis ramais operam com atrasos 

    Adriano Araújo  
 
 
 Rio - Um trem do ramal Japeri parou no meio do caminho, nas proximidades da Estação Engenho de Dentro, na Zona Norte, na manhã desta quarta-feira. Por conta do problema, que foi causado pela interrupção no fornecimento de energia após um defeito no equipamento que liga a composição e a rede aérea, os passageiros tiveram que desembarcar nos trilhos e andar até a estação. Os intervalos estão irregulares nos ramais Deodoro, Belford Roxo, Santa Cruz, Japeri, Saracuruna e a linha que parte de Gramacho foi suspensa.

No trecho entre as estações Maracanã e Piedade, atendido pela subestação de energia afetada, os trens estão circulando por apenas uma linha e as composições dos ramais afetados precisam aguardar ordem de circulação, causando grandes atrasos.


Passageiros andam nos trilhos após trem parar no meio do caminho no Engenho de Dentro

"Estou na estação de Marechal Hermes há 40 minutos. Não passa uma composição e nenhum funcionário informa o que está acontecendo", disse uma leitora através do WhatsApp do DIA (98762-8248). 

 Após o trem parar, por volta das 8h49, os passageiros desembarcaram na linha férrea e andaram até a estação. Eles reclamaram da falta de auxílio da SuperVia. Um homem se machucou após cair no desembarque e levado a uma unidade de saúde pelo Corpo de Bombeiros. "Caos na SuperVia, na altura do Engenho de Dentro. Pessoa ferida na linha e idosos andando nos trilhos", relatou uma passageira também pelo WhatsApp.


Passageiros, entre eles idosos, desembarcam de trem com problema

Em nota, a concessionária disse que os passageiros forçaram a abertura das portas. Além da ocorrência no Engenho de Dentro, um trem ficou parado em Piedade para vistoria. Técnicos da concessionária realizam reparos na rede aérea. A SuperVia disse que os passageiros estão sendo avisados dos atrasos pelo meio do sistema de áudio dos trens e das estações.

  Agetransp irá investigar
 
 A Agetransp (Agência Reguladora de Serviços Públicos Concedidos de Transportes Aquaviários, Ferroviários e Metroviários e de Rodovias do Estado do Rio de Janeiro) vai investigar o incidente ocorrido no Engenho de Dentro, além de outro problema na Estação Penha.

 Dois procedimentos apuratórios foram abertos para verificar as causas dos incidentes. Além da análise técnica, os fiscais também vão avaliar o atendimento prestados aos passageiros da SuperVia. Os técnicos acompanham os procedimentos que estão sendo adotados para o restabelecimento da operação.

fonte:

http://odia.ig.com.br/odia24horas/2015-01-28/passageiros-andam-nos-trilhos-apos-problema-em-trem-no-engenho-de-dentro.html

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Re: Fetransport, Metrô Rio e Supervia: a bagunça de cada dia

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Ter 10 Fev 2015, 5:11 pm



Trem da SuperVia descarrila próximo à estação Cascadura, no Subúrbio do Rio

Passageiros foram obrigados a desembarcar nos trilhos devido ao acidente. O intervalo no ramal Santa Cruz segue regular

O Dia


Rio - Um novo caso de descarrilamento de um trem da SuperVia aconteceu nesta tarde no ramal Santa Cruz, na altura de Cascadura, Subúrbio do Rio, nesta terça-feira. A concessionária informou que passageiros dos dois últimos carros desembarcaram na via e foram auxiliados por agentes da empresa. Não há informações de feridos atá às 16h.
A SuperVia informou que todos os passageiros conseguiram seguir viagem em outros dois trens que passaram pelo local, mas não foi informado o tempo de espera. Técnicos da concessionária foram encaminhados para o local do acidente e, segundo a concessionária, o intervalo no ramal Santa Cruz seguia regularmente.



fonte:

http://odia.ig.com.br/odia24horas/2015-02-10/trem-da-supervia-descarrila-proximo-a-estacao-cascadura-no-suburbio-do-rio.html

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Re: Fetransport, Metrô Rio e Supervia: a bagunça de cada dia

Mensagem por David de Oliveira em Seg 23 Fev 2015, 7:19 pm



 Jucá: “Conversei ontem com alguns ministros do Supremo (Tribunal), os caras dizem: Ooh! Só tem condições sem ela (Dilma), enquanto ela (Dilma) estiver ali, a Imprensa, os caras querem tirar ela, esse negócio não vai parar nunca entendeu estou conversando com os generais, comandantes militares está tudo tranqüilo, os caras dizem que vão garantir...” .

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Re: Fetransport, Metrô Rio e Supervia: a bagunça de cada dia

Mensagem por Ed em Seg 23 Fev 2015, 7:45 pm

Data desta matéria no Youtube: Publicado em 13 de ago de 2013...

mesmo assim,

ouça aí...



Porque nós não somos, como muitos, falsificadores da palavra de Deus, antes falamos de Cristo com sinceridade, como de Deus na presença de Deus 2Co 2:17

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Re: Fetransport, Metrô Rio e Supervia: a bagunça de cada dia

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Qui 26 Mar 2015, 12:39 pm



CCR ameaça abandonar Barcas por causa de prejuízo milionário

Governo pode ter novamente a concessão do serviço. Além disso, novas barcas chinesas não cabem em estaleiro

Daniel Pereira e Nicola Pamplona

Rio - Uma bomba relógio que desde o início do ano passado repousava discreta nas gavetas do governador Luiz Fernando Pezão e do secretário estadual de Transportes, Carlos Roberto Osório, foi acionada: a CCR Barcas ameaça entregar a concessão, pela qual pagou R$ 72 milhões.

O motivo está no balanço da empresa publicado no dia 25 de fevereiro, que mostra que nos últimos dois anos foram mais de R$ 110 milhões em prejuízos. A crise se agravou com a compra das barcas chinesas, que têm custo operacional 50% maior do que as atuais. Para equilibrar o negócio, o preço das tarifas saltaria dos atuais R$ 5,00 para R$ 7,70, isso somente para a operação do sistema. Consideradas as reformas nas plataformas e a manutenção das embarcações este valor ultrapassaria os R$ 10,00.

Desde que assumiu a concessão, em junho de 2012, a CCR Barcas registra sucessivos prejuízos. Mesmo no primeiro ano, quando as tarifas foram majoradas acima da inflação, a prestação de serviços de transportes aquaviários no Rio teve um prejuízo de R$ 13,617 milhões. O ano poderia ter fechado no lucro, não fosse a grande provisão, de R$ 28 milhões, para possíveis ações judiciais — questionada pelos auditores do balanço, a Deloitte.

Pelo contrato de concessão, há uma revisão tarifária a cada cinco anos para garantir o equilíbrio econômico da operação. A Agetransp informou, em nota, que contratou a Fundação Getúlio Vargas para a realização de estudo sobre esta revisão.

O trabalho foi concluído e a previsão é de que seja apreciado ainda este ano, acrescentou a agência reguladora.

Especialista em Mobilidade Urbana da Uerj, Alexandre Rojas alerta que não existe caridade por parte dos investidores. Enfático, ele sinaliza que o Tribunal de Contas tem que entrar nesta história e explicar porque a CCR assumiu a concessão sabendo que ela dava prejuízo.“O governo está com uma bomba de retardo na mão. Não estou falando só das barcas. A crise inclui os trens e vai chegar ao metrô. Agora, isso tem que ser investigado. É claro que não foi só falta de planejamento”, disse, enfatizando que o caminho seria um novo edital e outra licitação.

O especialista em Mobilidade Urbana da UFF Aurélio Lamare Soares Murta concorda. Mas, para ele, o principal problema é que a Agetransp não regula o serviço. “As regras não são transparentes. Ninguém sabe exatamente como se faz o preço ou como se calcula o reajuste. Até hoje isso funciona como se fosse uma autorização do governo”, acredita.

O secretário estadual de Transporte Carlos Roberto Osório disse que ainda não recebeu nenhum posicionamento oficial da empresa.

O grupo CCR também emitiu nota: “Só poderemos nos posicionar após a apreciação e divulgação por parte do poder concedente. Enquanto isso, a operação da concessionária segue normalmente.”

Embarcação não cabe no estaleiro

A chegada em dezembro da Pão de Açúcar - primeira das nove novas barcas que irão reforçar e renovar a frota em 2015 - é um exemplo da falta de planejamento e de diálogo entre a concessionária e o governo estadual. No negócio da China, as embarcações custaram aos cofres públicos investimentos da ordem de R$ 300 milhões.

A Pão de Açúcar entrou em operação no dia 11 de março, quase três meses depois de aportar no Rio. A explicação? Não tinha plataforma adequada, a tripulação não havia sido treinada e ainda precisava receber a documentação.

O governo esqueceu de combinar com o estaleiro sobre a manutenção da barca. Muito maior do que as antigas antigas embarcações, ela não cabe no pier para manutenção e reforma em Niterói. Isso se deu porque o projeto final ficou diferente do recomendado inicialmente.

Custos cada vez maiores

A concessionária alega que nos dois últimos anos, o prejuízo tem aumentado: R$ 55,4 milhões em 2013 e R$ 55,6 milhões em 2014. Em 2013, houve ainda grande aumento da receita (de 28%, para R$ 164,5 milhões), mas os custos têm crescido em maior velocidade.

A companhia não detalha, nas demonstrações de resultados, a razão para o aumento expressivo de custos (40% só entre 2012 e 2013), mas a principal variação é encontrada no item “custos com construção”, que salta de R$ 619 mil para R$ 25,2 milhões.

O valor tem sido gasto na modernização das estações. No ano passado, com a conclusão das obras no Rio, o custo com construção caiu para R$ 17,7 milhões, mas aumentos de custos com serviços, depreciação e amortização e aluguel e condomínios compensaram a queda, levando a um prejuízo maior.

Em seu balanço de 2014, a CCR Barcas reforçou que as tarifas aquaviárias são exclusivamente definidas pela Agetransp.

fonte:

http://odia.ig.com.br/noticia/rio-de-janeiro/2015-03-26/ccr-ameaca-abandonar-barcas-por-causa-de-prejuizo-milionario.html

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Re: Fetransport, Metrô Rio e Supervia: a bagunça de cada dia

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Sex 27 Mar 2015, 11:37 am



SuperVia alega prejuízo e quer aumento na tarifa
Assim como a CCR, concessionária vem acumulando perdas

DANIEL PEREIRA
Rio - Uma crise de mobilidade se desenha. Como O DIA mostrou nesta quinta-feira, a CCR teve prejuízo de R$ 110 milhões nos últimos dois anos com a operação das barcas e a ameaça devolver a concessão ao estado. O cenário é parecido na SuperVia. Segundo o último balanço divulgado pela companhia, o resultado consolidado do primeiro semestre do ano passado, de 1º de janeiro a 30 de junho, mostra um prejuízo de R$ 1,9 milhão.

Os déficits vêm ocorrendo desde 2012. O balanço de 2013 mostra resultado negativo de R$ 36,5 milhões; e, o de 2012, perdas ainda maiores, de R$ 61,3 milhões.“A empresa está em negociação para a revisão quinquenal e mantém atenção ao cenário econômico atual que apresenta dificuldades com aumento de custos operacionais e de insumos, bem como a preocupação com a política tarifária vigente”, informou a SuperVia em nota.

Em 2011, a empresa registrou lucro de R$ 28,1 milhões. Mas em 2010, quando a Odebrecht Transport comprou 61% da concessionária, foi registrado prejuízo, de R$ 19,7 milhões. Os balanços estão disponíveis no site da SuperVia. Nesta quinta-feira, depois de ser procurada pelo DIA , a empresa chegou a publicar em sua página o resultado consolidado de 2014, mas o arquivo foi retirado do ar subitamente. A companhia foi perguntada para quanto a passagem dos trens deve subir para que haja equilíbrio tarifário, mas preferiu não se posicionar. 

Os prejuízos das concessionárias e a falta de respostas do governo estadual e da agência reguladora (Agetransp) irritaram deputados da base aliada do governador Luiz Fernando Pezão e da oposição. Sobre o caso das barcas, dois niteroienses e usuários do serviço falam em acionar o Ministério Público. Flavio Serafini (Psol) e Comte Bittencourt (PPS) prometeram cobrar explicações da Secretaria estadual de Transportes. “É impensável aprovar um aumento sem transparência nos números”, disse Serafini. Para manter os serviços e os investimentos em infraestrutura, seria necessário tarifas na casa dos R$ 10.

fonte:

http://odia.ig.com.br/noticia/rio-de-janeiro/2015-03-26/supervia-alega-prejuizo-e-quer-aumento-na-tarifa.html

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Re: Fetransport, Metrô Rio e Supervia: a bagunça de cada dia

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Ter 31 Mar 2015, 11:13 am



Trens dos ramais Santa Cruz e Japeri circulam com intervalos irregulares

Problema em trem que não transportava passageiros às 5h causa atraso nos dois ramais na manhã desta segunda-feira

O Dia


Rio - Os trens dos ramais Japeri e Santa Cruz circulam com intervalos irregulares na manhã desta segunda-feira. De acordo com a SuperVia, por volta das 5h, uma composição que não fazia serviço de passageiros apresentou uma ocorrência no sistema de tração, nas proximidades da estação Central do Brasil, e, em função disso, alguns trens precisaram aguardar ordem de circulação.

A concessionária alega que os passageiros dos dois ramais são informados do atraso na circulação, por meio do sistema de áudio dos trens e das estações. Nos demais ramais, a circulação ocorre com os seguintes intervalos:

- Ramal Deodoro: intervalos de 6 minutos.
- Ramal Santa Cruz e Japeri: Intervalos irregulares.
- Ramal : intervalos entre 8 e 15 minutos.
- Ramal Belford Roxo: intervalos de 15 minutos.

Manutenção

Entre 10h e 15h, a SuperVia informa que serão realizados serviços de limpeza na via no trecho entre as estações Cavalcante e Honório Gurgel do ramal Belford Roxo.


fonte:

http://odia.ig.com.br/odia24horas/2015-03-30/trens-dos-ramais-santa-cruz-e-japeri-circulam-com-intervalos-irregulares.html

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Re: Fetransport, Metrô Rio e Supervia: a bagunça de cada dia

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Qui 09 Abr 2015, 10:00 am



Passageiros do BRT enfrentam lotação em ônibus

Problema é reclamação comum entre usuários; ainda no início desta manhã, um tumulto foi causado devido à longa espera

O Dia

Rio - Horas depois de um protesto devido à superlotação na estação Alvorada do BRT, passageiros voltaram a enfrentar coletivos cheios na manhã desta terça-feira. Alguns usuários do sistema chegaram a passar mal e precisaram ser socorridos pela equipe da concessionária. 

A manifestação começou por volta das 6h35, quando os usuários se irritaram com a longa espera e a lotação. Alguns chegaram a provocar um tumulto jogando as grades que separavam as filas na pista. A situação foi controlada pela segurança do terminal. A PM foi chamada, mas a manifestação já tinha acabado. Não houve dano ao patrimônio.


Passageiros do BRT voltaram a enfrentar superlotação na estação Alvorada, na Barra da Tijuca, nesta manhã, horas depois de protesto por conta da longa espera

A assessoria do BRT informou que a confusão foi causada por um passageiro mais exaltado e que não houve atrasos nas partidas dos ônibus, entre 5h e 7h, inclusive no trecho em que teria havido problemas, o Mato Alto - Alvorada (parador).

fonte

http://odia.ig.com.br/odia24horas/2015-04-07/passageiros-do-brt-enfrentam-lotacao-em-onibus.html

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Re: Fetransport, Metrô Rio e Supervia: a bagunça de cada dia

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Qui 09 Abr 2015, 10:01 am



No BRT Transoeste, O DIA flagra superlotação e passageiro desmaiando

Dos cerca de 180 mil passageiros transportados diariamente, 80% viajam nos horários de pico, segundo consórcio

Marcello Victor e Gustavo Ribeiro

Rio - Concebido pela prefeitura como o projeto dos sonhos para garantir conforto e rapidez aos milhares de cariocas que se deslocam nos ônibus da Zona Oeste, o BRT Transoeste tem sido um pesadelo para quem depende dele todos os dias. Segundo o consórcio que opera o serviço, dos cerca de 180 mil passageiros transportados diariamente, 80% viajam nos horários de pico. As estações não dão conta de tanta gente.

A Secretaria Municipal de Transportes admite: os problemas existem e só foram identificados depois que o sistema, contemplado com R$ 1 bilhão em investimentos, ficou pronto. O órgão agora promete corrigir as falhas com um pacote de melhorias, que prevê construção e ampliação de estações e terminais e a aquisição de mais veículos articulados e não articulados (padrons).

Enquanto as medidas, sem custos informados, têm prazos desconhecidos para sair do papel, O DIA acompanhou, por dois dias seguidos, o sufoco dos passageiros que utilizam o Transoeste, de Santa Cruz e Campo Grande, rumo à Barra da Tijuca pela manhã. Nas estações Recreio Shopping, Gláucio Gil e Salvador Allende, a rotina é de empurrões, discussões e até desmaios devido à superlotação. A principal reclamação é o número insuficiente de ônibus para atender à demanda.


Nas primeiras horas da manhã, multidão lota estação no Recreio dos Bandeirantes à espera do embarque no BRT. Superlotação e demora são a s principais queixas dos usuários

Nesta quinta-feira, a doméstica Renata Rodrigues, de 41 anos, chegou às 6h40 na estação Santa Cruz para embarcar em um ônibus direto com destino ao Terminal Alvorada. Só para entrar em um ônibus foram 28 minutos de espera. O primeiro veículo saiu tão cheio que ela não conseguiu embarcar. No segundo, se espremeu e entrou para uma viagem em pé de mais 50 minutos. “Quando dá, a gente se segura nas barras, mas, às vezes, a gente acaba viajando escorada nos outros”, reclamou.


Na manhã da última terça-feira, Antonio Carlos de Oliveira Filho, 21 anos, em um veículo da linha expressa Mato Alto - Alvorada, desmaiou após embarcar na Estação Recreio Shopping. “Estava muito cheio. Comecei a me sentir tonto. Fui me encostar e acabei caindo no chão. Depois me disseram que eu tinha desmaiado”, contou o passageiro, socorrido por bombeiros e levado à UPA da Barra.


O auxiliar de manutenção Jean da Silva Cavalcanti, 36, precisou esperar cinco coletivos lotados passarem para entrar numa linha expressa na estação Gláucio Gil com destino à Alvorada. “Há poucos expressos do Recreio para o Alvorada. Todo dia tem empurra-empurra, discussão, briga” protestou Jean.

LUTA NA MADRUGADA

Para ir ao trabalho, Antonio Carlos chega às 5h30 na estação Curral Falso, em Santa Cruz, onde disputa um BRT até a estação Recreio Shopping, operação que leva uma hora. De lá, luta por um lugar em um veículo da linha expressa até a Barra. “Os intervalos dos ônibus que vêm do Mato Alto para a Alvorada tinham que ser de cinco minutos, mas são irregulares e chegam a até 20 minutos. Assim, fica sempre muito cheio”, explicou.


Em um seminário sobre BRT realizado no Rio para jornalistas segunda-feira, o diretor-presidente da ONG Embarq Brasil, Luis Antonio Lindau, analisou que o Transoeste precisa de mais serviços expressos entre os terminais para resolver parte dos problemas de superlotação. “Se a pessoa tem interesse em se deslocar diretamente de Santa Cruz até Alvorada, uma linha expressa vai ser muito mais útil do que linhas paradoras”, comentou.


Segundo o Consórcio BRT, operador do sistema, “desde o início da operação, em junho de 2012, a frota de ônibus articulados cresceu 50% ao ano, justamente para atender a demanda crescente nos corredores”. Ainda de acordo com a companhia, o tamanho da frota atende as determinações da Secretaria Municipal de Transportes.

Estudo recomenda reformulação dos terminais


Em setembro, o ITDP Brasil (Instituto de Política de Transporte e Desenvolvimento) realizou um estudo sobre o BRT Transoeste e identificou aspectos que contribuem para a superlotação e que poderiam ser melhorados.


Entre as medidas recomendadas à SMTR, constavam a revisão do tamanho da frota reserva de ônibus; garantia e fiscalização dos níveis de serviço, com indicadores amplamente divulgados, determinando para cada serviço do corredor a frequência adequada; reformulações completas do terminal de Santa Cruz e da estação Curral Falso; expansão do Terminal Alvorada e das estações de Mato Alto e Pingo d’Água. Outra sugestão foi a adaptação do novo terminal de Curral Falso para receber os serviços de ligação com Campo Grande.


Com a estação lotada, alguns passageiros esperam a chegada do coletivo na beira da plataforma de embarque, apesar do risco de acidentes

A Secretaria reconheceu, em nota, que “algumas estações apresentam capacidade operacional menor do que a demanda” e informou que os projetos de infraestrutura prometidos já foram encaminhados à Secretaria Municipal de Obras. Para aumentar a frota do Transoeste, anunciou a compra de 18 veículos articulados, com capacidade para 180 e 200 passageiros, para substituir os de 140 lugares, além de 15 não articulados (atualmente rodam 132 articulados e 29 padrons nos períodos de pico).

fonte

http://odia.ig.com.br/noticia/rio-de-janeiro/2015-04-09/no-brt-transoeste-o-dia-flagra-superlotacao-e-passageiro-desmaiando.html

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Re: Fetransport, Metrô Rio e Supervia: a bagunça de cada dia

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Sex 10 Abr 2015, 7:24 pm



Falta de ônibus na Zona Oeste afeta 80 mil passageiros

Cheias de dívidas, duas viações fecham as portas. Dez linhas deixam de circular na região

O DIA
Rio - A baixa capacidade operacional do BRT Transoeste diante da alta demanda nos horários de pico, como O DIA mostrou nesta quinta-feira, não é o único transtorno enfrentado por usuários da Zona Oeste. Dez linhas de ônibus que atendiam à região estão fora de circulação há mais de um mês. Segundo o Sindicato de Motoristas e Cobradores (Sintraturb-Rio), desde que as viações Andorinha e Rio Rotas fecharam as portas, no dia 3 de março, devido a acúmulos de dívidas, cerca de 80 mil passageiros continuam prejudicados.

A Secretaria Municipal de Transportes informou que implementa um plano de contingência para atender a população desde a paralisação das linhas 358, 684, 689, 730, 738, 746, 798, 820, 926 e 937. Além disso, garantiu que, gradativamente, a operação vem sendo retomada por ônibus de outras 17 linhas do consórcio Santa Cruz, o mesmo do qual as duas empresas faziam parte.

Porém, como as linhas destinadas para suprir os serviços seguem rotas diferentes e precisam transportar mais pessoas, os passageiros reclamam do tempo de espera em longas filas. Outros problemas são uma maior quantidade de baldeações, gastos extras e ônibus mais cheios.

Moradora do Bairro Maravilha, a aposentada Ângela Pereira, 64 anos, fazia só uma integração, em Campo Grande, para visitar o filho no Bairro de Fátima, no Centro. Agora, com problemas de coluna, precisa pegar três coletivos para chegar ao seu destino. “Às vezes, prefiro ir de trem até a Central e andar de lá até a casa dele do que perder tempo esperando ônibus cheios, de ponto em ponto”, afirma a idosa.

Além de chegar atrasado às aulas na Faetec por causa da baldeação, o estudante Samuel Donato, 19, passou a ter uma despesa a mais. “Tenho que pegar o 786 até Marechal Hermes e, de lá, tomar outro. Como só tenho direito a uma passagem, agora gasto R$ 3,40 só para ir”, protesta.
O comerciante Cláudio Santos Queiroz, 44, reclama do tempo de espera para conseguir uma condução. “Levo apenas 20 minutos para chegar em Realengo, mas quase uma hora esperando o ônibus na fila, pois agora apenas uma empresa opera o trajeto”, diz.

Segundo a secretaria, o consórcio Santa Cruz foi autuado, através de notificações e multa contratual, quando os funcionários entraram em greve (por falta de pagamento de salários), o que levou à interdição da operação das empresas. De janeiro até ontem, o consórcio recebeu 634 multas, totalizando R$ 547,8 mil, informou o órgão.

Reforço contra a superlotação no BRT

A Secretaria de Transportes informou, após reportagem do sobre a superlotação no BRT Transoeste, que os 18 veículos articulados e os 15 não articulados (padrons) prometidos para o corredor deverão entrar em operação até julho. Já o prazo determinado ao Consórcio BRT para a entrada dos 23 articulados na Transcarioca vai até agosto. “Após as compras, o corredor Transoeste deverá ter 180 veículos articulados e 44 padrons, enquanto a Transcarioca terá 148 articulados”, apontou a secretaria. O órgão explicou que ainda não é possível detalhar nem divulgar prazos dos projetos das reformas e construções de estaçõesdivulgados ontem.

Baldeação é a alternativa

A saída para os usuários da região é utilizar as linhas 391, 737, 738, 784, 790, 746, 786, 801, 803, 811, 812, 814, 819, 846, 847, 848, 926 e fazer integrações com outras quando necessário. O passageiro tem a opção de utilizar o Bilhete Único para não pagar uma nova passagem, no prazo de duas horas e meia.

Para o engenheiro de transportes Alexandre Rojas, a ideia do sistema integrado por baldeações “parece muito boa, mas apenas para o empresário, que otimiza seus custos”. Já para população a situação não é tão confortável. “As pessoas ficaram alheias a todo processo decisório. Esse tipo de sistema funciona muito bem em outros países, onde o transporte é confortável e os horários funcionam. O que não é o caso do Rio. O BRT já está saturado com pouco tempo de uso”, explica.
Segundo o Sindicato das Empresas de Ônibus do Rio de Janeiro (Rio Ônibus), o plano de contingência para suprir as linhas extintas permanece em andamento, até a conclusão de um plano definitivo para a área.

Os 683 funcionários prejudicados de ambas as empresas aguardam acordo judicial para receber as verbas rescisórias, a regularização de todos os direitos trabalhistas e oportunidade em outros empresas da região por parte do consórcio.

Reportagem de Gustavo Ribeiro e Natália Figueiredo



fonte

http://odia.ig.com.br/noticia/rio-de-janeiro/2015-04-10/falta-de-onibus-na-zona-oeste-afeta-80-mil-passageiros.html

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Re: Fetransport, Metrô Rio e Supervia: a bagunça de cada dia

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Ter 14 Abr 2015, 3:01 pm



Supervia suspende circulação de trens no ramal Santa Cruz, entre as estações Vila Militar e Deodoro

Por causa de um problema na rede aérea que fornece energia aos trens, o serviço da Supervia está suspenso entre as estações Vila Militar e Deodoro. Segundo a concessionária, um trem que seguia de Santa Cruz para a Central do Brasil não pôde concluir a viagem e os passageiros precisaram desembarcar na via, com auxílio de agentes, para seguir em outras composições.
Pelo WhatsApp do EXTRA (21 99644-1263 e 21 99809-9952), passageiros relatam confusão em estações da Supervia. Em Deodoro, passageiros que já haviam pago pelo bilhete reivindicaram a devolução do dinheiro, mas receberam apenas um vale-viagem, que permite continuar o trajeto em outros meios de transporte.
Por nota, a Supervia informou que as estações foram fechadas por medida de segurança. Para os passageiros que já haviam embarcado, foi distribuído um bilhete vale-viagem. A concessionária ainda não identificou o que causou a interrupção de fornecimento de energia na rede aérea, mas afirma que acionou os órgãos competentes para investigações e providências necessárias. Ainda não há previsão para o restabelecimento do serviço.

fonte

http://extra.globo.com/noticias/rio/supervia-suspende-circulacao-de-trens-no-ramal-santa-cruz-entre-as-estacoes-vila-militar-deodoro-15861260.html#ixzz3XJ8oC1TY

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Re: Fetransport, Metrô Rio e Supervia: a bagunça de cada dia

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Ter 14 Abr 2015, 3:10 pm



Nova pane na rede aérea da SuperVia faz trem parar na Zona Oeste do Rio
Pouco mais de 12 horas após uma pane na rede aérea causar atrasos e confusões nos trens, as composições do Ramal de Santa Cruz operam com intervalos irregulares, na manhã desta terça-feira. Uma composição que seguia para a Central do Brasil apresentou defeito próximo à Estação Tancredo Neves, na Zona Oeste do Rio. Por orientação do maquinista, os passageiros desembarcaram na via férrea e seguiram a pé até a estação.
Por meio do WhatsApp do EXTRA (21 99644-1263 e 21 99809-9952), o leitor Leandro Medeiros enviou fotos dos passageiros saltando do trem. É possível ver que alguns receberam ajuda, uma vez que que a distância entre a composição e os trilhos é grande, de cerca de um metro. Já Leandro Rodrigues registrou os trens lotados, por causa do atraso entre as saídas.
- Está insuportável. Não dá nem para respirar. Chega a ser desumano. Num dos trens, o passageiro embarcou, mas na luta para conseguir entrar sua carteira com seu dinheiro e documentos caiu na plataforma e ele foi embora sem saber que havia perdido sua carteira - contou Leandro, ainda por meio do WhatsApp.
De acordo com a Supervia, às 6h20m o trem, que seguia de Santa Cruz para a Central do Brasil, apresentou problema na rede aérea. Ainda segundo a concessionária, os passageiros desembarcaram na via, com o auxílio dos agentes, e seguiram até a plataforma da Estação Tancredo Neves, onde embarcaram em outra composição.
Técnicos da SuperVia estão no local para fazer os reparos necessários na rede aérea. Devido ao problema, a circulação do ramal ocorre por uma das linhas no trecho entre as estações Santa Cruz e Inhoaíba, também na Zona Oeste, gerando irregularidade nos intervalos. A Supervia informou que as causas da ocorrência estão sendo “rigorosamente apuradas”.
Problema que se repete
Na tarde desta segunda-feira, um problema na rede aérea entre as estações da Vila Militar e Deodoro, na Zona Norte do Rio, provocou superlotação em estações e revolta entre os passageiros. Estações chegaram a ser fechadas para embarque e desembarque por medida de segurança. Segundo a SuperVia, há suspeita de que o problema tenha sido ocasionado por vandalismo. A concessionária, porém, não informou se registrou em ocorrência em alguma delegacia.
Agestransp apura
Após o problema de segunda, a Agência Reguladora de Serviços Públicos Concedidos de Transportes (Agetransp) informou que abriu boletins de ocorrência para apurar os incidentes no ramal de Santa Cruz. Em nota, o órgão informou que enviou técnicos aos locais "para iniciar a apuração das causas do incidente. O atendimento prestado aos usuários pela concessionária SuperVia também será avaliado, bem como o acionamento e o cumprimento do Plano de Contingência Integrado”.

fonte:

http://extra.globo.com/noticias/rio/nova-pane-na-rede-aerea-da-supervia-faz-trem-parar-na-zona-oeste-do-rio-15865935.html

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Re: Fetransport, Metrô Rio e Supervia: a bagunça de cada dia

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Qua 15 Abr 2015, 10:32 am



Erros em projetos agravam o drama diário nos transportes

Barcas, trens, BRT e até a obra do bonde de Santa Teresa desafiam a mobilidade

CONSTANÇA REZENDE

Rio - Erros de planejamento em praticamente todos os meios de transporte agravam o drama que os usuários enfrentam diariamente no Rio de Janeiro. Nesta terça-feira, reportagem do DIA mostrou que a nova barca da travessia Rio-Niterói tem custo operacional alto e faz o trajeto em 25 minutos, em vez dos 15 prometidos. No início do mês, o jornal revelou que os BRTs foram construídos com capacidade muito abaixo da demanda. Trens e o futuro bonde de Santa Teresa também estão nesta lista. 

Os trens da SuperVia do ramal de Saracuruna, por exemplo, mostram desnível em relação à plataforma em pelo menos três estações: Olaria, Penha e Vila da Penha. Por isso, passageiros idosos e cadeirantes costumam pegar o trem em outras estações. A esteticista Luzinete Rodrigues, 29, diz que “quase ficou sem perna” no vão entre o trem e a estação. O motoboy Leonardo Alcântra, 27, conta que já teve que ajudar idosos: “Uma vez, uma senhora não conseguiu subir. Como o trem estava lotado, ela acabou sendo empurrada e quase caiu no vão.” 

Em Santa Teresa, o desnível é entre os novos trilhos e os paralelepípedos recém-pavimentados. Ele dificulta a frenagem dos novos bondes. “Deveriam ter olhado quando estavam fazendo”, comenta a moradora Sandra de Almeida, 60. 
O professor Paulo Cezar Ribeiro, da Coppe/UFRJ, afirma que os transportes do Rio passam por um inferno astral. Ele cita, como exemplo, o erro de dimensão das barcas. “Não é possível que ninguém tenha previsto isso no projeto”, diz. Para o professor de Administração da UFF e especialista em sistemas de transportes, os problemas derivam da pressa para concluir as obras. “A expansão da mobilidade tem que ser feita com muito planejamento, a longo prazo. Para ver a demanda dos BRTs, por exemplo, se deve fazer uma pesquisa de tráfego nas ruas, perguntando para um batalhão de pessoas as suas origens e destinos”, explica. 
Além da superlotação e da pavimentação inadequada em alguns trechos, para a implantação dos BRTs, houve remanejamento de linhas de ônibus e até a retirada de algumas delas de circulação. A professora da Escola Politécnica da UFRJ, Eva Vider, aponta problemas estruturais nos corredores do BRT. “A pavimentação foi mal feita. Um ônibus pesado não pode passar em uma via cheia de buracos. Isso gasta dinheiro e tempo que não temos”, disse. Segundo o consórcio que opera o BRT, cerca de 11% dos 300 ônibus do sistema estão em manutenção ou quebrados. A Secretaria Municipal de Transportes admitiu que existem problemas e que eles já estão sendo identificados.

Passageiros se arriscam nos trilhos 
Pelo segundo dia seguido, passageiros que utilizam os trens da SuperVia em direção à Central do Brasil foram obrigados a se arriscar sobre os trilhos para chegar às estações, depois que as composições do ramal de Santa Cruz pararam de circular por uma avaria na rede aérea. Segundo a concessionária, a interrupção na circulação dos trens foi provocada por atos de vandalismo. 
De acordo com a concessionária, a pane no serviço foi causada por tiros que arrebentaram parte da rede aérea, junto à estação Tancredo Neves (ramal Santa Cruz). Ainda segundo a empresa, passageiros do ramal Deodoro foram afetados por outro ato, ocorrido na madrugada de terça-feira. A cabine do maquinista de um dos trens, que estava no desvio próximo à estação Intermodal Maracanã, foi arrombada. A composição descarrilou próximo às linhas do ramal Deodoro, retardando os intervalos. A agência reguladora Agetransp abriu boletim de ocorrência para apurar o incidente. Policiais da 18ª DP (Praça da Bandeira) farão perícia no local e já solicitaram imagens de câmeras de segurança para identificar os vândalos. (Colaborou Flora Castro e Maria Luisa Barros)

Governo do estado escolheu a barca gigante

O secretário estadual de Transportes, Carlos Osorio, informou que o estudo técnico que deu base à aquisição das sete novas barcas foi feito pelo governo estadual. De acordo com ele, os equipamentos têm garantia, e a fabricante chinesa pode ser sancionada caso o produto entregue não esteja dentro do que foi combinado. Osorio admitiu saber que a CCR Barcas pediu revisão da tarifa, mas disse ser contra aumentos.

“Quem define isso é a Agetransp, mas se necessário vamos à Justiça”, disse. Ainda de acordo com o secretário, a empresa Engetron prestou consultoria e vai acompanhar a operação até que a última das sete embarcações seja entregue. Porém, ele confirmou que houve termo aditivo no contrato e que o projeto passou por alguns ajustes.

Ainda de acordo com o secretário, a empresa Engetron prestou consultoria e vai acompanhar a operação até que a última das sete embarcações seja entregue. Porém, ele confirmou que houve termo aditivo no contrato e que o projeto passou por alguns ajustes.


“Tínhamos um custo operacional previsto, uma perspectiva em cima do índice de performance, quantidade de passageiros, nível de conforto e características do equipamento”, afirmou. Mas, perguntado sobre os valores desta previsão, preferiu não dar números.

O gestor reconheceu que a barca é grande demais para entrar o estaleiro. “Cabe à CCR fazer as obras.” Porém, de acordo com o aditivo quarto do contrato de concessão, esta atribuição seria do governo estadual. “Isso é uma discussão jurídica”, ponderou.

Especialista em Mobilidade Urbana, o engenheiro Fernando Mac Dowell recebeu com surpresa as informações. “Ué, então quer dizer que primeiro compram para depois saber se ela funciona? No final do ano passado um representante do governo estadual me disse que o modelo escolhido tinha sido um que eu indiquei. Fiquei até feliz, mas quando vi o que compraram… tive que rir. Este projeto é um erro”, sentenciou.

Sobre a justificativa da barca não ter ar condicionado, Mac Dowell diz não entender o motivo para o aparelho não ter sido instalado nos catamarãs sociais. “Ficaria muito mais barato para o consumidor. O governo acha que está fazendo favor, mas na verdade isso é dinheiro público”, contou

Osorio informou ainda que está contratando mais um engenheiro naval para reforçar a equipe técnica da Secretaria.


fonte:

http://odia.ig.com.br/noticia/rio-de-janeiro/2015-04-15/erros-em-projetos-agravam-o-drama-diario-nos-transportes.html

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Re: Fetransport, Metrô Rio e Supervia: a bagunça de cada dia

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Seg 27 Abr 2015, 7:05 pm



Gramacho tem fila até fora da estação com alteração no ramal Saracuruna


Mudança, segundo SuperVia e Secretaria de Transportes, seria positiva, mas passageiros reclamam da transferência

ADRIANO ARAÚJO


Rio - Desde a mudança no ramal Saracuruna, no último dia 20, passageiros têm reclamado da necessidade de quem vem da estação terminal precisar fazer a transferência em Gramacho, o que, segundo eles, tem gerado muitos transtornos por conta da superlotação e demora na viagem. Nesta segunda-feira, uma fila gigantesca se formava fora da estação. Do lado de dentro, muita gente para pouco trem, que saíam lotados em direção à Central do Brasil.


Passageiros enfrentam longa fila do lado de fora da estação Gramacho. Transferência no loca para quem vem de Saracuruna tem causado transtornos

Os feriados que ocorreram após a alteração no ramal amenizaram o transtorno, mas nos dia úteis a reclamação é a mesma: a transferência causa dor de cabeça. "Toda baldeação gera transtornos! Mesmo sem atrasos, os passageiros são obrigados a desembarcar aqui (Gramacho) e esperar outro trem. Seja com chuva ou sol, pois a plataforma não tem cobertura em sua totalidade", reclamou Douglas Mendonça, que utiliza diariamente o ramal Saracuruna. Segundo ele, um trem atrasou nesta manhã.

"Bilheteria com filas enormes na estação Gramacho nos dois lados", relatou um perfil no Twitter. "Caos na @SuperVia_trens Estação Gramacho, abarrotada e com atraso. Essa é a "melhoria" da Supervia!", falou outro internauta que estava no local. "Ainda não me conformei de parar em Gramacho para pegar outro trem, todos os dias", disse outra passageira.


Passageiro reclama que estação Gramacho tem pouca cobertura para a agora enorme quantidade de pessoas que recebe

Questionada, a SuperVia disse que não há atrasos nesta manhã no ramal Saracuruna e que a superlotação tanto dentro quanto fora da estação Gramacho acontece por conta do "horário de pico, com maior movimento e a baldeação". Perguntada se as reclamações não seriam um caso para se pensar em ajustes na mudança, a concessionária informou que "está acompanhando e, se tiver que fazer alteração, a mesma será feita conforme for identificada a necessidade."

Saiba o que mudou 


Com a mudança, o trem que antes partia a cada 30 minutos, em Saracuruna, agora passa a circular com intervalos de 20 minutos, no trecho entre Saracuruna e Gramacho.


Passageiros se espremem na plataforma da estação Gramacho: pouco espaço para muita gente

Em Gramacho, os passageiros são obrigados a trocar de composição, na mesma plataforma, caso queiram seguir viagem até a Central do Brasil. A partir deste trecho, os intervalos são de 10 minutos, segundo a SuperVia.

No primeiro dia da mudança, no último dia 20, muitos passageiros reclamaram dos transtornos causados pela transferência em Gramacho. Morador de Gramacho, em Duque de Caxias, Thiago Menezes relatou, através do WhatsApp do DIA (98762-8248) , que a SuperVia não estava conseguindo cumprir o intervalo prometido e reclamou que as composições estão circulando superlotadas.

"Tem muitas pessoas desinformadas, pelo menos nesse primeiro dia. Eles não estão conseguindo manter o que foi anunciado, que seria trens de 10 em 10 minutos, sem contar que os trens estão saindo absurdamente lotados, demorando muito nas estações. Tem passageiro que não está conseguindo entrar no trem nas outras estações", afirma Thiago, que avalia: "Isso porque essa semana é de feriadão. Imagine como vai ser semana que vem. Piorou muito uma situação que já não era boa".

fonte

http://odia.ig.com.br/odia24horas/2015-04-27/gramacho-tem-fila-ate-fora-da-estacao-com-alteracao-no-ramal-saracuruna.html

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Re: Fetransport, Metrô Rio e Supervia: a bagunça de cada dia

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Ter 19 Maio 2015, 4:29 pm



Secretário de Transportes promete multar SuperVia por acidente na Baixada

Mais de 1,8 mil passageiros foram obrigados a andar entre os trilhos na manhã desta quarta-feira, após descarrilamento

Rio - Mil e oitocentos passageiros desceram do trem da Supervia que descarrilou em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, na manhã desta quarta-feira, sem ajuda dos agentes da concessionária e tiveram que caminhar até a plataforma das estações mais próximas. De acordo com o secretário de estado de Transportes, Carlos Roberto Osório, com o "grave problema" envolvendo o trem "moderno", com ar-condicionado, comprado recentemente na Coréia, "os passageiros forçaram as portas para abrir e desceram na pista". "A maioria retornou à estação de Nova Iguaçu, mas alguns andaram até a estação de Juscelino, em Mesquita, por quase quatro quilômetros e isso acabou atrasando a retomada do sistema", alegou Osório.

Esta também foi a justificativa da SuperVia. A concessionária afirmou que a liberação do tráfego no ramal Japeri só ocorreu após mais de uma hora porque os passageiros "ocuparam" as linhas. "Com a ocupação das linhas, este tempo foi superior ao usual para garantir a segurança dos passageiros que caminhavam na via", disse, em nota, a concessionária. Ainda de acordo com a SuperVia, caso os passageiros não demorassem a liberar a via férrea, "em uma ocorrência como a registrada hoje, a concessionária conseguiria liberar a circulação em um prazo médio de 20 minutos, diminuindo os prejuízos causados aos passageiros".

Segundo o secretário, engenheiros ferroviários do governo do estado, técnicos da SuperVia e da Agetransp, a agência fiscalizadora dos serviços das concessionárias de transporte público, como trens, metrô e barcas, vão determinar as causas do acidente. "A partir da perícia feita aqui hoje, será expedido um lado, que, em no máximo 30 dias, irá orientar uma punição à concessionária. Uma outra questão que estamos avaliando é que o desembarque dos passageiros foi desorganizado. O procedimento correto é que o maquinista informe pelo sistema de som e peça que os passageiros fiquem dentro do trem aguardando a chegada dos agentes para orientar no desembarque", disse o secretário.

Em imagens enviadas para o WhastAppp do DIA (98762-8248) , passageira que estava no interior do trem diz que não foi informada sobre o problema. No vídeo, os passageiros da composição aparecem desembarcando sem a ajuda dos agentes da concessionária, embora a Supervia afirmado, em nota, que prestou auxílio aos mesmos.

Agetransp vai apurar circunstâncias do acidente

A Agetransp (agência fiscalizadora dos serviços das concessionárias de transporte público, como trens, metrô e barcas) disse que abriu um boletim de ocorrência para apurar as circunstâncias do acidente com o trem em Nova Iguaçu.

[url=/away.php?to=https%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fwatch%3Fv%3DNsnlGwHb2ko]https://www.youtube.com/watch?v=NsnlGwHb2ko[/url]

"Técnicos da agência reguladora foram deslocados para o local da ocorrência para iniciar a apuração das causas do incidente. O atendimento prestado aos usuários pela concessionária SuperVia também será avaliado, assim como o acionamento e o cumprimento do Plano de Contingência Integrado", disse, em nota, a agência, que informou também que seus técnicos vão acompanhar o restabelecimento da operação no ramal.

Descarrilamento durante troca de trilho


Osório acredita que o descarrilamento tenha ocorrido durante uma mudança de trilho.

"Provavelmente houve algum problema físico na via férrea nesta passagem, que teria provocado o descarrilamento", afirmou o secretário, que disse: "Também estamos avaliando quantos agentes da SuperVia estavam aqui na hora do incidente. Ou seja, se agiram rápido, se o maquinista anunciou sobre o problema e se houve falha da concessionária no controle desse sistema de embarque".

Ainda de acordo com o secretário, "o certo é que houve falha no equipamento de serviço e operacional". "Se não forem adequados, vai haver uma segunda punição para a Supervia", garante.

Circulação restabelecida após mais de uma hora

"Às 7h34, o primeiro passageiro embarcou em Nova Iguaçu, após a retomada do sistema", disse Osório, que garantiu: "Ninguém ficou ferido". O Corpo de Bombeiros informou que enviou equipes para o local, no entanto, a corporação ainda não divulgou se houve feridos.

Logo após o acidente, às 6h05, segundo o secretário, a Fetranspor foi acionada, para que uma frota de ônibus fosse levada até a estação Nova Iguaçu. "Os passageiros seguiram em coletivos até a Central do Brasil". O secretário não soube informar quantos ônibus foram disponibilizados, mas alegou que a SuperVia também distribuiu o "Siga Viagem", um vale que serve para embarque em qualquer outro transporte. O secretário disse que está verificando se houve falha na distribuição dos bilhetes.

Alguns passageiros aguardaram o restabelecimento do sistema ferroviário. Outros, seguiram em coletivos para o Rio de Janeiro. Reportagem de O DIA na cidade da Baixada Fluminense verificou que os pontos de ônibus, assim como os coletivos, já não estavam superlotados por volta das 10h. Questionado sobre a possibilidade de colocar um ônibus de prontidão em cada estação de trem, Osório foi categórico: "Não tem como colocar um ônibus em cada estação porque são mais de 100 estações no sistema ferroviário e (isso) também não resolveria porque um ônibus leva no máximo 100 pessoas, enquanto um trem leva quase 2 mil", disse.

O descarrilamento do trem em Nova Iguaçu, nesta manhã, afetou a vida de quase duas mil pessoas que estavam na composição. "Quando há um incidente deste, o desconforto é inevitável. o que podemos fazer é minimizá-.lo. Não há contingência que minimize esse desconforto", afirmou o secretário. Segundo ele, alguns passageiros, irritados com o transtorno, depredaram a estação Nova Iguaçu. "Tivemos três guichês quebrados. Tivemos que trocar aquele acrílico que protege o bilheteiro", contou.

Após o restabelecimento da circulação e a reabertura das oito estações, entre Nova Iguaçu e Paracambi, os intervalos seguiram irregulares durante toda a manhã no ramal Japeri. Na estação de Juscelino, conforme observou O DIA , os trens só podiam circular por uma linha, nos dois sentidos, e o intervalo médio às 11h45 variava entre 18 e 20 minutos.

A faxineira Vanderleia Augustinho do Nascimento, de 42 anos, que estava no trem que descarrilou, desistiu de seguir para o trabalho, em Copacabana, após o acidente. "Peguei o trem às 5h30 no Engenheiro Pedreira e por volta das 6h05 ele o trem descarrilou. Tive que descer no trilho e voltar para a estação de Nova Iguaçu andando, pois, além de ser perigoso, Juscelino é muito longe", contou ela indignada.

Eu tinha que estar às 7h no serviço, em Copacabana. Eram 8h30 e eu ainda estava na plataforma de Nova Iguaçu. Perdi o dia, fiquei no prejuízo e levei um susto enorme. Veio em mente aquele último acidente de trem, pensei que era uma batida, uma colisão. O trem balançou muito, quase caiu, foi um susto enorme, vou voltar pra casa", concluiu.

Moradora de Comendador Soares, em Nova Iguaçu, a empregada doméstica, Sueli de Fátima Souza, de 50 anos, tinha que estar às 9h na Tijuca, na Zona Norte, mas às 8h30 ela ainda estava em Nova Iguaçu. "Os trens voltaram a circular, mas com um intervalo muito grande. Não sabia mais o que fazer, se esperava, se pegava um trem. A minha indignação é que a SuperVia não dá explicação nenhuma. Estou há mais de uma hora esperando. Acho que o jeito é ir de metrô, que também está cheio. Também senti muito medo de que algo pior pudesse ter ocorrido", relatou.

Vendedor ambulante, Wallace Feital da Silva, de 28 anos, desistiu de pegar trem assim que ficou sabendo que mais cedo uma composição havia descarrilado. "Era para estar mais cedo no Centro do Rio pra comprar mercadorias, mas optei por descer mais tarde porque estava um caos o sistema ferroviário e o coletivo. Não me arrisquei a ir de trem porque sabia que estaria feia a coisa, então decidi ir de ônibus. Sei que é mais demorado, mas é a unica opção.", disse ele que também afirmou não confiar mais no transporte oferecido pela SuperVia: "É muito perigoso".

Demora em retorno da circulação foi por medida de segurança

Em nota enviada pela SuperVia, a empresa informou que, após o descarrilamento, foi avisado aos passageiros para que permanecessem dentro da composição e esperassem agentes de controle da concessionária para desembarcar nos trilhos e fossem guiados até a plataforma mais próxima.

A concessionária defendeu que não houve demora no atendimento e, logo que constatada a ocorrência, segundo a empresa, sete agentes seguiram imediatamente para o local. Isso levou 10 minutos, segundo a SuperVia.

A justificativa para a demora - uma hora e vinte - no retorno da circulação dos trens foi a necessidade de garantir que medidas de segurança fossem tomadas após a ocupação das linhas até as estações próximas.


fonte:

http://odia.ig.com.br/odia24horas/2015-05-06/secretario-de-transportes-promete-multar-supervia-por-acidente-na-baixada.html

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Re: Fetransport, Metrô Rio e Supervia: a bagunça de cada dia

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Qua 17 Jun 2015, 10:51 am



Linha 2 do Metrô fica com o tráfego interrompido

Circulação dos trens foi paralisada por falta de energia

O DIA

Rio - A Linha 2 do metrô teve sua circulação paralisada por volta de 19h42 desta terça-feira após um problema no fornecimento de energia ser detectado pela concessionária. De acordo com Metrô Rio, técnicos da companhia foram acionados e trabalham no restabelecimento da energia, mas ainda não há previsão para o término da operação.

No entato, por volta das 20h40, a assessoria da Light informou, em nota, que não foi registrado nenhum problema no fornecimento de energia elétrica que abastece a Linha 2 do metrô. Procurada, a assessoria do Metrô Rio não deu mais detalhes sobre o problema, que causou grandes transtornos aos usuários do transporte.

Por volta de 20h20, o Metrô Rio informou que a circulação na Linha 2 só estava sendo feita entre as estações Maria da Graça e Botafogo. Um vídeo enviado ao DIA 24 Horas , mostra aquela estação superlotada.


Circulação da Linha 2 do Metrô está paralisada devido a problemas no fornecimento de energia

Pelas redes sociais, passageiros também reclamam do fato e relataram que muitas pessoas passaram mal dentro dos vagões antes das portas serem abertas. Muitos usuários se queixaram da falta de informação por parte dos funcionários do metrô. Somente na entrada das estações, agentes informam aos passageiros que a circulação dos trens estava paralisada. Alguns passageiros estão reclamando e pedindo o dinheiro de volta e um princípio de confusão foi registrado.



Circulação da Linha 2 do Metrô está paralisada devido a problemas no fornecimento de energia





fonte



http://odia.ig.com.br/odia24horas/2015-06-16/linha-2-do-metro-fica-com-o-trafego-interrompido.html

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Re: Fetransport, Metrô Rio e Supervia: a bagunça de cada dia

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Qua 17 Jun 2015, 10:54 am



Após noite caótica com interrupção do serviço, MetrôRio tem circulação normal

Circulação foi suspensa na noite desta terça-feira em parte da Linha 2. Concessionária diz que houve falha no fornecimento de energia, mas Light nega esta versão

O DIA

Rio - A circulação das composições nas linha 1 e 2 do metrô é normal e os intervalos são regulares, na manhã desta quarta-feira, segundo o MetrôRio. Uma falha no fornecimento de energia suspendeu a circulação em trecho da Linha 2, segundo a concessionária, na noite desta terça-feira. Das 19h42 às 21h44, os trens circularam apenas no trecho entre as estações Engenho da Rainha e Botafogo.

Em nota, a Light informou que não foi registrado nenhum problema no fornecimento de energia elétrica que abastece a Linha 2 do metrô. Procurada, a assessoria do Metrô Rio não deu mais detalhes sobre o problema, que causou grandes transtornos aos usuários do transporte.

Pelas redes sociais, passageiros reclamaram do problema e contaram que muitas pessoas passaram mal dentro dos vagões antes das portas serem abertas. Muitos usuários se queixaram da falta de informação por parte dos funcionários do metrô.


fonte


http://odia.ig.com.br/odia24horas/2015-06-17/apos-noite-caotica-com-interrupcao-do-servico-metrorio-tem-circulacao-normal.html

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Re: Fetransport, Metrô Rio e Supervia: a bagunça de cada dia

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Seg 29 Jun 2015, 1:52 pm



[size=34]Família diz que vão entre trem e plataforma causou acidente de jovem

Jovem teve o pé amputado após prender membro no espaço, que teria tamanho maior que o normal

FRANCISCO EDSON ALVES[/size]
Rio - O espaço inadequado entre a plataforma de embarque e uma composição da SuperVia teria sido a principal causa para que Karine Cavalcante, de 18 anos, tivesse o pé amputado após o acidente, ocorrido na sexta-feira, na Estação de Santa Cruz. É que afirmam os familiares da jovem. A SuperVia admitiu neste domingo que opera com 13 tipos de trens em sua frota, com alturas e larguras diferentes, e que, para evitar acidentes nas plataformas, reduzirá para seis modelos com medidas similares até o ano que vem.

De acordo com testemunhas, a jovem, que está internada em estado estável, ficou presa pelo braço em uma das portas, com o veículo ainda parado, e, em seguida, foi arrastada por mais de dez metros antes de se soltar e cair no vão entre a plataforma e o trem. Passageiros que presenciaram o acidente contaram em redes sociais que os gritos desesperados de Karine e de outras pessoas embarcadas e na estação, não adiantaram para alertar o maquinista.


Há vãos de várias larguras: uns normais (foto), outros grandes
Foto:  João Laet / Agência O Dia



Além disso, eles contam que, sem sinalizar o local onde Karine estava caída ferida, uma outra composição quase atropelou a jovem, bombeiros e voluntários que ajudavam no socorro. Nesta segunda-feira, o Sindicato dos Ferroviários abrirá processo para apurar as denúncias. Desde o início da década, vários incidentes provocados pelo vão entre plataformas e trens já foram registrados. Alguns, fatais, como do jovem Natan Pereira, 23, em janeiro do ano passado, na estação da Praça da Bandeira. 
“Para diminuir o espaço entre o trem e as plataformas, a SuperVia atua em duas frentes: a padronização técnica da frota e a reforma das estações. Atualmente, a frota ativa da concessionária é composta por 13 tipos diferentes de trens, com alturas e larguras diferentes. Com o processo de renovação da frota, já em andamento, a previsão é que em 2016 estejam circulando seis modelos tecnicamente similares, com medidas mais adequadas às plataformas que estão sendo remodeladas gradativamente, à medida em que as obras de melhoria e modernização das estações são realizadas”, informou a concessionária, em nota.
Neste domingo, Rodrigo Cavalcante, irmão de Karine, fez um desabafo pelo Facebook. “Até o momento a SuperVia não se manifestou em nada e muito menos colocou a disposição uma assistente social como está afirmando à imprensa. Arrastaram minha irmã como se nada tivesse acontecido. Sorte ela ter tido reflexo ainda para se livrar do trem”, postou Rodrigo, ressaltando que funcionários não atentaram para o fato de sua irmã ter ficado presa à porta com o trem ainda parado e não emitiram sinais para parar a composição, além de terem isolado a área para o socorro. “O sentimento é de muita revolta”, completou.

Empresa nega demora no auxílio 
Em nota, a SuperVia garante que “agentes de controle prestaram auxílio imediato à passageira, e que bombeiros foram imediatamente acionados para encaminhar a mulher ao Hospital Municipal Pedro II, em Santa Cruz”. Ainda segundo a concessionária, uma equipe de assistência social foi designada para o acompanhamento do caso. A SuperVia ressaltou que desenvolve campanhas de conscientização por meio do áudio das estações, para que passageiros não insistam no embarque ou desembarque após a emissão do aviso sonoro de fechamento de portas. Além disso, a empresa afirma que “adota regras de acessibilidade assistida em todas as estações, com funcionários treinados e capacitados para prestar auxílio imediato”.

fonte:

http://odia.ig.com.br/noticia/rio-de-janeiro/2015-06-28/familia-diz-que-vao-entre-trem-e-plataforma-causou-acidente-de-jovem.html

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Re: Fetransport, Metrô Rio e Supervia: a bagunça de cada dia

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Qui 16 Jul 2015, 12:12 pm



Cadê o ônibus que estava aqui?

Desde o dia 03 de março de 2015, quando as atividades das empresas Andorinha e Rio Rotas foram paralisadas, seis linhas de ônibus que atendem a Zona Oeste do Rio de Janeiro estão fora de circulação. Devido a uma greve provocada pela falta de pagamento de salários e direitos trabalhistas, as linhas deixaram as ruas para ficar na memória.

No próprio dia 03, algumas delas começaram a ser operadas por outras empresas do Consórcio Santa Cruz. Só que a solução não veio para todos. Na parte da cidade que tem mais carência de transportes, ficou o vazio deixado pelas seguintes linhas: 358 - Cosmos / Candelária; 684 - Padre Miguel / Méier; 730 - Bangu / Cascadura; 798 - Jardim Água Branca / Bangu; 820 - Campo Grande / Taquaral e 937 - Campo Grande / Fazenda Botafogo.

Depois de ser contatada via 1746, a Prefeitura respondeu que "existe um plano de ação emergencial para atender as paralisações das empresas" e que "as demais linhas serão atendidas de maneira gradativa". Dá pra compreender que atender tantas linhas de maneira repentina é uma tarefa complicada. Mas, não é possível esquecer que os passageiros dessas linhas já estão esperando há muito tempo para que seus ônibus voltem às ruas.

Além do mais, a História não conta a favor da Prefeitura: em dezembro de 2013, a viação Translitorânea, com operação concentrada na Zona Sul e na Barra da Tijuca, deixou de operar por problemas financeiros. Rapidamente uma operação de emergência foi adotada para garantir que as linhas pudessem voltar a circular e, no dia seguinte, a Prefeitura decidiu cassar sete linhas operadas pela empresa. No caso da Andorinha e da Rio Rotas, nenhuma decisão nesse sentido foi tomada.

Nesse momento, a população da Zona Oeste espera por ônibus que não vem e por providências que parecem estar cada vez mais longe. Nós não podemos deixar que seis linhas de ônibus simplesmente sumam das ruas. Ajude agora a pressionar o secretário municipal de Transportes, Rafael Picciani. Precisamos deixar claro que o plano de ação emergencial ainda não contemplou todas elas.

Os passageiros da Zona Oeste contam com a sua pressão.


fonte


http://paneladepressao.nossascidades.org/campaigns/641

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Re: Fetransport, Metrô Rio e Supervia: a bagunça de cada dia

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Qui 16 Jul 2015, 12:16 pm



[size=34]Problema suspende ramais da SuperVia e passageiros invadem linha férrea

Defeito foi na sinalização, por volta das 7h30, em Gramacho. Três ramais estão suspensos e outros dois tem atrasos

O DIA[/size]
Rio - Quem usa os trens da SuperVia enfrenta transtornos na manhã desta quinta-feira. Um problema na sinalização interrompeu a circulação no Ramal Saracuruna, atingindo outros dois e provocando enormes atrasos. Revoltados, passageiros invadiram os trilhos e tentaram impedir a circulação nas linhas que não foram afetadas. Bombeiros foram acionados para socorrer quatro pessoas — três passaram mal e uma sofreu uma queda.
De acordo com a SuperVia, o problema ocorreu por volta das 7h30 próximo da estação Gramacho e técnicos  trabalham para reparar a sinalização. Segundo a concessionária, uma das linhas foi afetada, mas outras duas continuaram livres. Entretanto, revoltados com os atrasos provocados pelo defeito, muitos passageiros invadiram a via férrea em protesto e bloquearam as linhas por onde ainda circulavam trens. Pedaços de madeira e pedras foram colocados nos trilhos para impedir a circulação.






Em efeito cascata, o problema suspendeu os ramais Saracuruna, um dos mais procurados, Vila Inhomirim e Guapimirim. A Linha Gramacho opera com intervalos irregulares e o Ramal Belford Roxo também tem atrasos.
Por volta das 9h40, os técnicos finalizaram os reparos e a circulação foi liberada em alguns trechos. As estações entre Gramacho e Saracuruna permaneceram fechadas, assim como nos ramais de Vila Inhomirim e Guapimirim. O ramal Gramacho voltou a operar, mas somente a partir da estação Corte 8 até a Central do Brasil. A SuperVia informou que

Técnicos da SuperVia finalizaram os reparos na via e a empresa aguarda a liberação da via por parte das pessoas para circulação normal dos trens. Neste momento estão temporariamente fechadas as estações do trecho Gramacho – Saracuruna e os ramais de Vila Inhomirim e Guapimirim. A circulação do ramal Gramacho está sendo realizada da estação Corte 8 à Central do Brasil. Os passageiros estão sendo avisados da situação pelos canais de comunicação da empresa.



Agetransp apura problema 
Em nota, a  Agetransp, que regula o transporte metroviário, abriu um boletim de ocorrência para apurar as causas do problema na sinalização.  Técnicos da agência acompanharam os transtornos causados pelo defeito.
A Agetransp também vai avaliar o atendimento prestado pela SuperVia aos passageiros após o problema. A concessionária pode ser multada.

fonte

http://odia.ig.com.br/odia24horas/2015-07-16/problema-suspende-ramais-da-supervia-e-passageiros-invadem-linha-ferrea.html

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Re: Fetransport, Metrô Rio e Supervia: a bagunça de cada dia

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Sex 17 Jul 2015, 9:46 am



SuperVia já recebeu 65 multas que somam R$ 8,5 milhões

Só neste ano, foram 15 penalidades, que somam R$ 1,9 milhão

CONSTANÇA REZENDE

Rio - Desde o início da concessão da SuperVia, em 1998, já foram aplicadas 65 multas à SuperVia, que somam R$ 8,5 milhões, de acordo com a agência reguladora, a Agestransp. Só neste ano, foram 15 penalidades, que somam R$ 1,9 milhão. Já o Metrô Rio recebeu 14 penalidades em toda a concessão, que soma R$ 3,2 milhões. Somente neste ano, foram três, totalizando R$ 220 mil. A CCR Barcas acumulou 14 penalidades, em um total de aproximadamente R$ 4,9 milhões. Neste ano, foi aplicada apenas uma multa, no valor de R$ 191 mil. Porém, a Agetransp não soube dizer qual montante das multas já foi pago pelas concessionárias. 

Em nota, a agência explicou que investiga todos os acidentes e incidentes ocorridos nos sistemas de transportes ferroviário, metroviário e aquaviário. Porém, informou que as investigações ainda não têm resultado, pois não são procedimentos simples. “Eles dependem da coleta e análise técnica de uma série de variáveis. Não se conclui um procedimento desses em poucos dias. O choque entre trens ocorrido na Estação de Juscelino, no início de janeiro, por exemplo, foi julgado no fim de março.”

O professor de Engenharia de Transportes da Uerj, Alexandre Rojas, disse que os atuais problemas dos transportes do Rio são reflexo da falta de investimento público durante 50 anos. “O sistema começou a ser atualizado só recentemente, para as Olimpíadas. A falta de uma política pública permanente gerou os problemas de hoje.” 

Nesta quinta-feira pela manhã, o defensor público-geral do estado, André Luís Machado de Castro, e Carlos Osorio se reuniram com representantes da CCR Barcas para discutir como agilizar o pagamento de reparações às 15 vítimas do acidente de quarta-feira.

Defeito em sinalização revolta passageiros da estação de Gramacho e causa paralisação de 4h

A rotina de quem vive na Região Metropolitana para ir e voltar ao trabalho não é nada fácil. Mas, nessa semana, se tornou insuportável. Um dia após os moradores de São Gonçalo e Niterói enfrentarem um calvário para chegar ao Centro do Rio, com problemas na ponte e um acidente na barca, ontem foi a vez da Baixada Fluminense. Um defeito na sinalização interrompeu a circulação de um trem, às 6h40, na Estação Gramacho, onde é feita a baldeação de quem vem das linhas de Saracuruna, Vila Inhomirim e Guapimirim. 

Com a estação já lotada, mais gente chegando, e saídas interrompidas para a Central, os passageiros se revoltaram e invadiram os trilhos, impedindo que a circulação voltasse e provocando a paralisação do ramal de Gramacho por quase quatro horas. Na confusão, duas pessoas passaram mal e Paulo Carvalho da Silva, de 67 anos, caiu da plataforma e quebrou a perna. Segundo o comandante do 15º BPM, João Brusnello, um maquinista e um funcionário da SuperVia foram agredidos por passageiros. 


O secretário estadual de Transportes, Carlos Osorio, declarou que o serviço da SuperVia ainda não atende os passageiros como deveria. “O sistema de trens tem de melhorar muito ainda. Existem falhas operacionais, já que ficou sucateado por mais de 20 anos. Mas não há dúvida nenhuma de que ele tem avançado devido aos investimentos do governo do estado e da SuperVia. Ainda temos um longo caminho para percorrer.”

De acordo com a SuperVia, o problema na sinalização, que parou a circulação no trecho, foi resolvido em 20 minutos e a invasão dos trilhos é que prolongou a interrupção. Entretanto, os passageiros contaram versões diferentes. “Cheguei aqui às 6h30 e as plataformas estavam lotadas. Avisaram que os trens estavam atrasados, mas sairiam em breve. Por volta das 7h30, anunciaram que estava fechado, e começou o tumulto. Os guardas não deram nenhuma informação”, contou Taiana Machado, de 23 anos, técnica de informática, que pega o trem em Gramacho às 6h30 para chegar no trabalho, na Gamboa, às 8h30. 


Na quarta-feira, a embarcação Boa Viagem perdeu o controle e bateu no cais da Praça XV e, pelo menos, 13 ficaram feridos. O secretário considerou o acidente inadmissível e disse que a pasta analisa o contrato da CCR Barcas, considerado por ele como antigo e sem equilíbrio.

Apesar da revolta, ‘bom humor’ nos trilhos

Em meio à confusão que se formou e à demora para o restabelecimento das partidas dos trens, o pedreiro Alexandro Gonçalves Cândido, de 33 anos, que trabalha no Flamengo e mora em Campos Elíseos, em Caxias, resolveu fazer um protesto bem-humorado. Sobre a linha férrea, ele abriu a marmita e a dividiu com outros passageiros. 


“Resolvi comer e o pessoal chegou junto. Vim só com o dinheiro da passagem porque meu patrão me paga a volta depois do trabalho. Perdi R$ 130 hoje por ter faltado. Desde a mudança no ramal (a alteração acabou com a ligação direta entre Saracuruna e Central), esses atrasos são frequentes e o descaso é grande.” 

A interrupção do serviço da SuperVia teve reflexos em outros meios de transporte, como nos ônibus e no metrô, que ficaram ainda mais cheios. O metrô também apresentou uma falha na sinalização na estação Arcoverde e os intervalos na Linha 1 ficaram irregulares por cerca de uma hora e meia.

Colaboraram Adriano Araújo e a estagiária Maria Clara Vieira
 
[size]

fonte

http://odia.ig.com.br/noticia/rio-de-janeiro/2015-07-17/supervia-ja-recebeu-65-multas-que-somam-r-85-milhoes.html[/size]

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Re: Fetransport, Metrô Rio e Supervia: a bagunça de cada dia

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Qua 12 Ago 2015, 10:08 am



[size=34]Passageiros enfrentam estações lotadas no ramal Gramacho[/size]

Problema com sinalização fez plataformas ficarem abarrotadas na manhã desta quarta-feira e usuários dos trens sofreram





Rio - Passageiros enfrentaram estações lotadas, no ramal Gramacho, na manhã desta quarta-feira. Segundo a SuperVia, um problema com a sinalização próximo da estação Gramacho, em Duque de Caxias, causou atraso na circulação dos trens. As composições precisaram aguardar ordem para circular naquele trecho entre 6h20 e 7h30, no sentido Central do Brasil.

Para "desafogar" o sistema, a concessionária disse que foram realizadas viagens extras rumo à Central do Brasil nas estações Penha e Duque de Caxias. Neste momento, a circulação já está normalizada, com intervalo de 10 minutos entre as composições.

Muitos passageiros reclamaram do serviço da SuperVia. "Trem anda meio metro. Quando não fica na estação, fica no sinal. Conforto no Gramacho?", questionou Gabriel Peclat. Usuária do ramal Saracuruna, Meri Paixão reclamou do tempo de espera: "O que adianta a baldeação em Gramacho se a gente fica aqui esperando". Teve passageiro que ficou perdido em meio ao caos na circulação do ramal. "O que aconteceu com o trem que está parado há 15 minutos na estação Corte 8 sentido Gramacho?", interrogou um usuário no Twitter.

Em nota, a SuperVia afirmou que "a todo o momento, os passageiros foram informados da situação pelo sistema de áudio dos trens e das estações e por meio dos canais de comunicação da empresa".


fonte

http://odia.ig.com.br/odia24horas/2015-08-12/passageiros-enfrentam-estacoes-lotadas-no-ramal-gramacho.html

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Re: Fetransport, Metrô Rio e Supervia: a bagunça de cada dia

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Ter 25 Ago 2015, 11:49 am



[size=34]Problema na sinalização atrasa circulação em três ramais da SuperVia[/size]

Intervalos ficaram irregulares no Deodoro, Japeri e Santa Cruz. Problema interrompeu viagem de trem do ramal Belford Roxo

TIAGO FREDERICO

Rio - Passageiros enfrentaram superlotação nos trens e nas plataformas da SuperVia na manhã desta terça-feira. A concessionária registrou às 5h20 um problema no sistema de sinalização no ramal Deodoro, entre as estações Madureira e Oswaldo Cruz, e no ramal Santa Cruz, entre Augusto Vasconcelos e Santíssimo. A ocorrência gerou atrasos na circulação porque os trens precisaram aguardar ordem para circular nestes trechos. O ramal Japeri também foi afetado.

Pelo WhatsApp do DIA (98762-8248) , passageiros contaram ter esperado até 30 minutos por um trem na estação. Depois que a composição chegava e seguia viagem, segundo leitores, ela acabava ficando parada durante outros longos minutos. Muitos reclamaram de falta de informação. "A SuperVia não diz o que está ocorrendo", se queixou um usuário. No entanto, a concessionária nega que a falta de comunicação. "A todo momento, os passageiros foram avisados sobre a situação por meio do sistema de áudio dos trens e das estações e pelos canais de comunicação da empresa", afirmou.

Ainda de acordo com a SuperVia, no ramal Santa Cruz, por volta das 7h30, os técnicos já haviam corrigido o defeito e os trens circulavam sem atrasos. No entanto, nos ramais Deodoro e Japeri, a circulação naquele horário ainda ocorria com intervalos irregulares. Os intervalos só foram regularizados em todo o sistema às 8h30.

fonte:

http://odia.ig.com.br/odia24horas/2015-08-25/problema-de-sinalizacao-atrasa-circulacao-em-tres-ramais-da-supervia.html

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Re: Fetransport, Metrô Rio e Supervia: a bagunça de cada dia

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Ter 25 Ago 2015, 11:50 am



Estouro no motor em Costa Barros


Em Costa Barros, um trem do ramal Belford Roxo que seguia para a Central do Brasil apresentou um problema no sistema elétrico às 5h10. No Twitter, um usuário disse que houve um estouro no motor da composição. "Igual caranguejo só anda pra trás", descreveu. A concessionária afirmou que enviou um trem para fazer o transbordo dos passageiros. Após vistoria no local, a composição seguiu viagem às 5h30. A SuperVia nega que tenham ocorrido atrasos na circulação deste ramal.




fonte


http://odia.ig.com.br/odia24horas/2015-08-25/problema-de-sinalizacao-atrasa-circulacao-em-tres-ramais-da-supervia.html

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Re: Fetransport, Metrô Rio e Supervia: a bagunça de cada dia

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Seg 21 Dez 2015, 11:12 am

Passageiros de trem sofrem com segundo dia de atrasos, depois de incêndio na linha férrea

fonte

http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/videos/t/rjtv-1-edicao/v/passageiros-de-trem-sofrem-com-segundo-dia-de-atrasos-depois-de-incendio-na-linha-ferrea/4539903/

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Re: Fetransport, Metrô Rio e Supervia: a bagunça de cada dia

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