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Sacerdócio universal de cada crente, o quê é?

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Sacerdócio universal de cada crente, o quê é?

Mensagem por David de Oliveira em Ter 24 Nov 2009, 8:30 pm

Sacerdócio universal (batista!!!???)
Sacerdócio universal é um binômio razoavelmente conhecido em nossas
igrejas e pouco compreendido - arrisco a afirmar - pela maioria dos irmãos. Se pedisse a definição de sacerdócio universal a dez pessoas da igreja, numa ligeira pesquisa por amostragem, quantos seriam aqueles que apresentariam, basicamente, um conceito consistente ou coerente com a verdade? Já que falamos em pesquisa, permitam-me fazer algumas perguntas, para nos ajudar a refletir acerca desta importante questão:
1) Será que não se fala nem se ensina clara, correta e com certa insistência acerca deste tema em nossas igrejas por medo de que, de fato, as pessoas se apropriem do conceito e passem a pautar sua postura por ele?
2) Não enfocamos mais sobre sacerdócio universal porque queremos ampliar a visibilidade e a supremacia do ministério pastoral sobre a comunidade?
3) Minimizamos as reflexões em torno da idéia de sacerdócio universal para não radicalizar a democracia no contexto da igreja?
Sacerdócio universal é um dos grandes postulados doutrinários da Reforma Protestante do século XVI e significa que toda pessoa é um sacerdote, portanto, tem acesso direto a Deus, sem precisar da mediação de quem quer que seja, senão e unicamente a do próprio Senhor Jesus Cristo. Os grupos da chamada Reforma Radical, entre os quais estão os ascendentes dos Batistas, enfatizaram ainda com mais ardor e na prática este princípio. No item 3.3, dos Princípios Batistas, encontramos esta
fundamentação, com o título de "O sacerdócio de cada crente", que
assim se expressa: "Cada homem pode ir diretamente a Deus em busca do
perdão, através do arrependimento e da fé. Ele não necessita para isso de
nenhum indivíduo, nem mesmo da igreja. Há um só mediador entre Deus e os homens, Jesus. Depois de tornar-se crente, a pessoa tem acesso direto a Deus, através de Jesus Cristo. Ela entra no sacerdócio real que lhe outorga o privilégio de servir a humanidade em nome de Cristo. Deverá partilhar com os homens a fé que acalenta e servi-los em nome e no espírito de Cristo. O sacerdócio do crente, portanto, significa que todos os cristãos são iguais perante Deus e na fraternidade da igreja local."

E este tópico finaliza com um resumo:
"Cada cristão, tendo acesso direto a Deus através de Jesus Cristo, é o seu
sacerdote e tem a obrigação de servir de sacerdote de Jesus Cristo em benefício de outras pessoas".
O tema deste ano da Convenção Batista Brasileira evoca a importância dos Princípios Batistas, especialmente quanto ao sacerdócio de
cada cristão, ao enfatizar a capacitação de cada servo de Deus para servir
fielmente ao seu Reino. Cremos que o tema vem num momento oportuno quando de
fato, precisamos valorizar o sacerdócio de cada crente, num tempo em que
pastores e igrejas (batistas!), vêm adotando, sorrateiramente, princípios
eclesiológicos estranhos à nossa boa, saudável e, acreditamos, bíblica
tradição.


Clemir Fernandes.
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Re: Sacerdócio universal de cada crente, o quê é?

Mensagem por David de Oliveira em Ter 24 Nov 2009, 9:06 pm

CONSEQÜÊNCIAS DO OFÍCIO SACERDOTAL DE JESUS
Colaboração para o Portal Escola Dominical: Prof. Dr. Caramuru Afonso Francisco.
- O ofício sacerdotal de Jesus traz-nos algumas conseqüências importantes, a saber.
- A primeira conseqüência do reconhecimento de Jesus como o sumo sacerdote, é que Jesus é o único mediador entre Deus e os homens, não sendo, pois, possível qualquer mediação entre Deus e os crentes, a não ser pelo Senhor Jesus.
- Se Jesus é o sumo sacerdote segundo a ordem de Melquisedeque, que é a ordem superior de sacerdócio, e se é sacerdote eterno, não há como pensarmos em outro ser que possa mediar entre Deus e os homens. Só há um mediador entre Deus e os homens e este é Jesus Cristo homem (I Tm.2:5).
- O “sacerdotalismo” foi uma nítida inserção de paganismo no meio da Cristandade, dentro do processo que fez surgir o chamado “cristianismo apóstata”, que tem sua principal configuração na Igreja Romana, embora esteja, também, presente em outros segmentos como a Igreja Ortodoxa (que, aliás, fez grande aproximação com a Igreja Romana, ao reconhecer o “primado” do Papado, em declaração de 2007) e a Igreja Anglicana, que também compartilha do “sacerdotalismo”.
- Mas, e isto é incrível, há, também, muitos segmentos religiosos entre os chamados “protestantes” ou “evangélicos”, que surgiram da Reforma que tinha, entre seus pilares, precisamente a defesa do “sacerdócio universal” da Igreja, “inovadores” que têm contaminado a ortodoxia doutrinária com pensamentos que nada mais é que formas disfarçadas de “sacerdotalismo”, negando, assim, o ofício sacerdotal de Jesus.
- Assim, por exemplo, alguns ensinamentos, sem qualquer fundamento, que têm sido adotados e repetidos por muitos servos de Deus, inadvertidamente e por desconhecerem o significado do ofício sacerdotal de Jesus, tais como:
a) “cobertura apostólica” – a idéia de que os salvos devem estar sob o amparo e a proteção de seus líderes, a chamada “cobertura apostólica”, sem o que não terão acesso às bênçãos de Deus, o que nada mais é que criar mediadores entre a Igreja e Jesus, negando, assim, que Jesus seja o sumo sacerdote eterno segundo a ordem de Melquisedeque.
c) consideração do ministro como “ungido do Senhor” – também não são poucos os que acham que só o ministro é “ungido do Senhor”, que ele é “sacerdote”, o que é completamente refutado pelas Escrituras. Todo salvo é “ungido do Senhor”, todo salvo é “sacerdote”. Não há mediação entre Jesus e cada crente através do ministério, trata-se de um “fermento de sacerdotalismo” que tem invadido as igrejas locais.
d) recurso a “profetas” e a “irmãos abençoados” – também não são poucos os crentes que recorrem a “profetas” e a “irmãos abençoados” para obter bênçãos ou revelações de Deus, como se Jesus não estivesse intercedendo por nós à direita do Pai. Não precisamos de intermediários. Neste particular, aliás, referidos crentes em nada diferem dos que recorrem a “santos”, “beatos”, “guias” e “espíritos iluminados”, a não ser na circunstância de que estão atrás de pessoas vivas.
- A segunda conseqüência de Jesus ser o sumo sacerdote é que o Seu sacrifício é o único que removeu o pecado do mundo e, por isso, não se pode mais crer em qualquer sacrifício para perdão dos pecados, mesmo um suposto sacrifício que repita de modo incruento o sacrifício do Calvário.
- A quinta e última conseqüência de Jesus ser o sumo sacerdote é de que todos os crentes são sacerdotes, não havendo, pois, diferença entre “leigos” e “sacerdotes” no seio da Igreja. Já vimos supra que a ignorância a respeito do “sacerdócio universal” dos crentes tem gerado muitas distorções doutrinárias, que precisamos repelir, impedindo assim a prevalência de idéias enganadoras e que contribuem para a enfermidade espiritual das igrejas locais.
- Jesus é sacerdote, faz parte do Seu ministério crístico sê-lo e, como vimos, não se trata de uma filigrana teológica, mas de uma verdade bíblica essencial para que cada salvo prossiga sua caminhada rumo ao céu.
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Re: Sacerdócio universal de cada crente, o quê é?

Mensagem por David de Oliveira em Qua 25 Nov 2009, 10:17 am

O sacerdócio universal de cada crente se tornou "O sacerdócio unilateral de cada clero".
Outro dia fui a uma igreja e ouvi (calado, claro!) por quarenta minutos uma pregação. Notei vários erros de interpretação bíblica e quase todo o tempo, foi empregado a mensagens de auto-ajuda e motivação. houve perda de tempo para todo o mundo. O "pastor-orador motivacional" perdeu a chance de ouvir os seus erros e o "laicado", não recebeu o que procurava realmente, o alimento espiritual. Eu? Saí mais uma vez com aquela mesma pergunta interior: O que é que eu estou fazendo aqui?
David
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Re: Sacerdócio universal de cada crente, o quê é?

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