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Nazismo e religião: visão de um pastor

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Nazismo e religião: visão de um pastor

Mensagem por Fabris em Qui 12 Nov 2009, 11:39 am

Hitler e Cristo
Publicado em 28/07/05 às 13:58
Por Nilton Santa Clara

Hoje fui ao cinema para ver o filme sobre as últimas horas de Adolfo Hitler. Fique impressionado com o que vi. Não tive nenhuma simpatia pelo personagem principal. Mas o que mais me chamou a atenção foi a devoção das pessoas que o cercavam.

Os generais tinham uma devoção a personalidade de Hitler fora do comum. Fiquei pensando como pessoas podem levar um líder tão a sério a ponto de tirar a própria vida.

Hitler ordenou ao seus subordinados que não se redessem e que a rendição seria uma traição. Pensei que a fidelidade a Hitler era mediante a ameaça de fuzilamento.

Mas, quando Hitler tirou a própria vida, os oficiais executaram sua ordem póstuma. Muitos tomaram veneno e outros atiraram em suas cabeças.

Fiquei minutos depois do filme tentando entender porque alemães que tinham, talvez, a melhor “educação” do mundo civilizado poderia praticar tal barbárie.

Pois a Alemanha é a pátria madre da filosofia e da teologia moderna. Lá é o lugar de Hegel que é o grande cérebro da filosofia de todos os tempos.
É a pátria Lutero um dos maiores pensadores da história.

Como o povo “supra sumo” da modernidade e toda civilização poderia erigir um altar de cinqüenta milhões de pessoas assassinadas? Cinqüenta é um numero que pode indicar uma estatística. Foram cinqüenta milhões de seres humanos com nome, endereço, família, religião, sentimentos, sonhos, idéias!

Como o homem pode chegar ao mal absoluto? Onde estava Deus? Na minha alma nascia por segundos uma sensação do nada. Asco! A falta de sentido me assaltou. Num instante me senti suspenso no ar num abismo sem fundo. Tal barbárie é inominável. Logo minha alma foi assaltada por imagens de um outro filme.

Lembrei do filme Cruzada que é outra barbárie. Em nome de “Deus” milhões foram mortos em nome de um pedaço de chão. Parei e pensei. Perguntei para mim mesmo o que tinha a ver o filme cruzada com Hitler.

De repente tudo se encaixou: religião! Esse era o elo. Tanto as Cruzadas como a Segunda Grande Guerra foram feitas em nome de “Deus”.

Hitler tinha apoio dos protestantes e católicos alemães. É claro que muitos, a exemplo de Paul Tillich, se rebelaram e denunciaram o regime de Hitler como um ídolo.

Mas, o fato é que Hitler tinha apoio da religião cristã. “Deus” foi invocado tanto pelos aliados, quangto pelos nazistas e fascistas. E quem vencesse teria a benção de “Deus”. Pois parece que o "Deus da cristandade" sempre está do lado de quem vence.

Em nome de “Deus” os povos ibéricos exterminaram quase que completamente os povos autóctones da América Latina.

Em nome de “Deus” protestantes dizimaram os índios norte-americanos por acharem que receberam uma revelação divina que dizia que aquela terra era a "terra da promessa" e, consequentemente, os nativos ocupantes da terra eram os filisteus, os inimigos de “Deus”.

Em nome de “Deus” o presidente dos Estados Unidos joga bomba na cabeça de milhares de inocentes. Em nome de “Deus” dizem que mais essa guerra é legítima. Simplesmente porque os E.U.A é protetor dos “queridinhos de Deus”, os judeus.

E o presidente dos EUA, se deixa fotografar orando em seu gabinete. Meu sentimento é de reprovação destas atitudes e não de um antiamericanismo.

Se tudo continuar como está a cristandade tornar-se-á instrumento do anticristo. È claro que estou falando da cristandade institucional que nasceu com Constantino e que se tornou uma religião de poder.

A Igreja de Cristo é imaculada e Santa, e não está dentro da minha concepção de cristandade. Penso que a cristandade é uma religião que se adequou ao poder desde mundo.

Jesus falou que o Seu Reino não é desde mundo. A verdadeira religião é vivência e transparência do Cristo ressureto em nossas vidas. Sua lei suprema é o amor. Não há inimigos no Reino de Deus e conseqüentemente não há legitimação de nenhuma guerra. O inimigo é objeto do amor de Deus e de Sua igreja.

Foi em meio a esse sentimento "nadificante", quase que ateu, que tive uma revelação. Nasceu a esperança! Há uma passagem na Bíblia que eu não entendia: “Porque muitos virão em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo; e enganarão a muitos.” (Mt 24.5).

Eu ficava pensando como isso poderia acontecer? Afinal, como pessoas que temem a Deus podem ser enganadas? O texto diz que os falsos cristos agiriam em nome do Cristo. Eis a resposta! Tanto Hitler como as Cruzadas tiveram um caráter messiânico. Prometeram o reino aqui na Terra. Eram sistemas totalitários, absolutos. Apresentavam-se como realidade última, como a única voz de “Deus”.

Não é de graça que depois da Segunda Guerra mundial o pessimismo tomou conta de tudo. O ateísmo proliferou! Sartre foi seu maior representante. Nietzche acertou em cheio a sua profecia: “Deus está morto”, pois, o homem o matou.

Por isso que acho o ateísmo compreensível. Seus adeptos sabem que Deus, para existir, de fato, como realidade última, não pode ser o Deus da cristandade.

Esse Deus tem que realmente morrer e qualquer tentativa de ressurreição deve ser rechaçada. No filme Cruzada, os cruzados saíam da Europa e iam para a terra santa em busca de perdão de pecados.

Quando chegavam lá descobriam que, de fato, o Deus da cristandade morreu. Eram abandonados por “Deus” e pelos suseranos da época. Pobre Nietzche! Não foi o primeiro a constatar a morte de “Deus”. Realmente esse “Deus” que legitima a morte de milhões é um ídolo e,como tal, tem que ser derrubado.

Agora tenho que falar da revelação que recebi. Sou membro de uma igreja histórica reformada e evangélico de nascimento. Dói no meu coração ver o caminho que o mundo evangélico está tomando.

Há um texto na Bíblia que fala que o Cristo não está onde falam que Ele está. Grandes elocubrações teológicas destes dias dizem que Cristo está na Casa Branca, nas catedrais e nos grandes templos.

Ora, desconfiemos de todos que dizem falam "em nome Deus". Não há nada mais letal para a vida da Igreja do que a ação demoníaca de homens que se reúnem - em nome de Deus - e Lhe atribuem palavras que Ele jamais proferiu. Não passam de pessoas que se reúnem em interesse próprio. Gente que deseja o reino deste mundo. Ainda bem, que o Cristo disse que Seu Reino não é deste mundo.

Desta perspectiva, Conselhos e Assembléias de membros podem ser muito perigosos. Corre-se sempre o risco de achar que tudo o que é ali decidido é pura vontade de Deus.

Acho engraçado alguns sistemas de governo da Igreja afirmarem que a fidelidade ao sistema é correlato à fidelidade a Cristo.

Somente os frutos do Espírito podem testificar aqueles que realmente falam as palavras do Espírito Santo (Ef 5.22).

Eu confesso minha fidelidade a Cristo. Ele é meu Deus e Senhor. A partir de hoje não sigo mais o "Deus-ídolo" da cristandade. Esse ídolo tem que ser derrubado. Estou mais crente do Deus revelado em Jesus. Ele não está nas “casas brancas” e nas grandes catedrais. Ele está no deserto com o Seu povo. Está defendendo as pessoas da ira da cristandade. Está tocando nos leprosos, em cada vila, em cada beco. Pode ser visto no sorriso de cada criança.

Cristo é Deus face-a-face. É Deus que padece junto aos seus. É Deus que, encarnado, sofreu morte horrenda porque os hitleres de Sua época - ironicamente "em nome de Deus”, não suportaram a maior arma jamais inventada: o Seu amor.

http://www.lideranca.org/cgi-bin/index.cgi?action=viewnews&id=179


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Re: Nazismo e religião: visão de um pastor

Mensagem por Eduardo em Qui 12 Nov 2009, 8:33 pm

Fabris escreveu:
Hitler e Cristo
Publicado em 28/07/05 às 13:58
Por Nilton Santa Clara

Hoje fui ao cinema para ver o filme sobre as últimas horas de Adolfo Hitler. Fique impressionado com o que vi. Não tive nenhuma simpatia pelo personagem principal. Mas o que mais me chamou a atenção foi a devoção das pessoas que o cercavam.

Os generais tinham uma devoção a personalidade de Hitler fora do comum. Fiquei pensando como pessoas podem levar um líder tão a sério a ponto de tirar a própria vida.

Hitler ordenou ao seus subordinados que não se redessem e que a rendição seria uma traição. Pensei que a fidelidade a Hitler era mediante a ameaça de fuzilamento.

Mas, quando Hitler tirou a própria vida, os oficiais executaram sua ordem póstuma. Muitos tomaram veneno e outros atiraram em suas cabeças.

Fiquei minutos depois do filme tentando entender porque alemães que tinham, talvez, a melhor “educação” do mundo civilizado poderia praticar tal barbárie.

Pois a Alemanha é a pátria madre da filosofia e da teologia moderna. Lá é o lugar de Hegel que é o grande cérebro da filosofia de todos os tempos.
É a pátria Lutero um dos maiores pensadores da história.

Como o povo “supra sumo” da modernidade e toda civilização poderia erigir um altar de cinqüenta milhões de pessoas assassinadas? Cinqüenta é um numero que pode indicar uma estatística. Foram cinqüenta milhões de seres humanos com nome, endereço, família, religião, sentimentos, sonhos, idéias!

Como o homem pode chegar ao mal absoluto? Onde estava Deus? Na minha alma nascia por segundos uma sensação do nada. Asco! A falta de sentido me assaltou. Num instante me senti suspenso no ar num abismo sem fundo. Tal barbárie é inominável. Logo minha alma foi assaltada por imagens de um outro filme.

Lembrei do filme Cruzada que é outra barbárie. Em nome de “Deus” milhões foram mortos em nome de um pedaço de chão. Parei e pensei. Perguntei para mim mesmo o que tinha a ver o filme cruzada com Hitler.

De repente tudo se encaixou: religião! Esse era o elo. Tanto as Cruzadas como a Segunda Grande Guerra foram feitas em nome de “Deus”.

Hitler tinha apoio dos protestantes e católicos alemães. É claro que muitos, a exemplo de Paul Tillich, se rebelaram e denunciaram o regime de Hitler como um ídolo.

Mas, o fato é que Hitler tinha apoio da religião cristã. “Deus” foi invocado tanto pelos aliados, quangto pelos nazistas e fascistas. E quem vencesse teria a benção de “Deus”. Pois parece que o "Deus da cristandade" sempre está do lado de quem vence.

Em nome de “Deus” os povos ibéricos exterminaram quase que completamente os povos autóctones da América Latina.

Em nome de “Deus” protestantes dizimaram os índios norte-americanos por acharem que receberam uma revelação divina que dizia que aquela terra era a "terra da promessa" e, consequentemente, os nativos ocupantes da terra eram os filisteus, os inimigos de “Deus”.

Em nome de “Deus” o presidente dos Estados Unidos joga bomba na cabeça de milhares de inocentes. Em nome de “Deus” dizem que mais essa guerra é legítima. Simplesmente porque os E.U.A é protetor dos “queridinhos de Deus”, os judeus.

E o presidente dos EUA, se deixa fotografar orando em seu gabinete. Meu sentimento é de reprovação destas atitudes e não de um antiamericanismo.

Se tudo continuar como está a cristandade tornar-se-á instrumento do anticristo. È claro que estou falando da cristandade institucional que nasceu com Constantino e que se tornou uma religião de poder.

A Igreja de Cristo é imaculada e Santa, e não está dentro da minha concepção de cristandade. Penso que a cristandade é uma religião que se adequou ao poder desde mundo.

Jesus falou que o Seu Reino não é desde mundo. A verdadeira religião é vivência e transparência do Cristo ressureto em nossas vidas. Sua lei suprema é o amor. Não há inimigos no Reino de Deus e conseqüentemente não há legitimação de nenhuma guerra. O inimigo é objeto do amor de Deus e de Sua igreja.

Foi em meio a esse sentimento "nadificante", quase que ateu, que tive uma revelação. Nasceu a esperança! Há uma passagem na Bíblia que eu não entendia: “Porque muitos virão em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo; e enganarão a muitos.” (Mt 24.5).

Eu ficava pensando como isso poderia acontecer? Afinal, como pessoas que temem a Deus podem ser enganadas? O texto diz que os falsos cristos agiriam em nome do Cristo. Eis a resposta! Tanto Hitler como as Cruzadas tiveram um caráter messiânico. Prometeram o reino aqui na Terra. Eram sistemas totalitários, absolutos. Apresentavam-se como realidade última, como a única voz de “Deus”.

Não é de graça que depois da Segunda Guerra mundial o pessimismo tomou conta de tudo. O ateísmo proliferou! Sartre foi seu maior representante. Nietzche acertou em cheio a sua profecia: “Deus está morto”, pois, o homem o matou.

Por isso que acho o ateísmo compreensível. Seus adeptos sabem que Deus, para existir, de fato, como realidade última, não pode ser o Deus da cristandade.

Esse Deus tem que realmente morrer e qualquer tentativa de ressurreição deve ser rechaçada. No filme Cruzada, os cruzados saíam da Europa e iam para a terra santa em busca de perdão de pecados.

Quando chegavam lá descobriam que, de fato, o Deus da cristandade morreu. Eram abandonados por “Deus” e pelos suseranos da época. Pobre Nietzche! Não foi o primeiro a constatar a morte de “Deus”. Realmente esse “Deus” que legitima a morte de milhões é um ídolo e,como tal, tem que ser derrubado.

Agora tenho que falar da revelação que recebi. Sou membro de uma igreja histórica reformada e evangélico de nascimento. Dói no meu coração ver o caminho que o mundo evangélico está tomando.

Há um texto na Bíblia que fala que o Cristo não está onde falam que Ele está. Grandes elocubrações teológicas destes dias dizem que Cristo está na Casa Branca, nas catedrais e nos grandes templos.

Ora, desconfiemos de todos que dizem falam "em nome Deus". Não há nada mais letal para a vida da Igreja do que a ação demoníaca de homens que se reúnem - em nome de Deus - e Lhe atribuem palavras que Ele jamais proferiu. Não passam de pessoas que se reúnem em interesse próprio. Gente que deseja o reino deste mundo. Ainda bem, que o Cristo disse que Seu Reino não é deste mundo.

Desta perspectiva, Conselhos e Assembléias de membros podem ser muito perigosos. Corre-se sempre o risco de achar que tudo o que é ali decidido é pura vontade de Deus.

Acho engraçado alguns sistemas de governo da Igreja afirmarem que a fidelidade ao sistema é correlato à fidelidade a Cristo.

Somente os frutos do Espírito podem testificar aqueles que realmente falam as palavras do Espírito Santo (Ef 5.22).

Eu confesso minha fidelidade a Cristo. Ele é meu Deus e Senhor. A partir de hoje não sigo mais o "Deus-ídolo" da cristandade. Esse ídolo tem que ser derrubado. Estou mais crente do Deus revelado em Jesus. Ele não está nas “casas brancas” e nas grandes catedrais. Ele está no deserto com o Seu povo. Está defendendo as pessoas da ira da cristandade. Está tocando nos leprosos, em cada vila, em cada beco. Pode ser visto no sorriso de cada criança.

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Re: Nazismo e religião: visão de um pastor

Mensagem por Convidad em Qui 12 Nov 2009, 8:44 pm

será que o Fabris entendeu o próprio post dele ?
e que ao invés de nos recriminar , diz o que todos deveriam reconhecer , que há diferença entre o que se diz cristão , e o que age como cristão ?

Se tudo continuar como está a cristandade tornar-se-á instrumento do
anticristo. È claro que estou falando da cristandade institucional que
nasceu com Constantino e que se tornou uma religião de poder.

A
Igreja de Cristo é imaculada e Santa, e não está dentro da minha
concepção de cristandade. Penso que a cristandade é uma religião que se
adequou ao poder desde mundo.

se entendeu , está melhorando bem ,
mas estou a achar que ele mesmo não entendeu o que postou ...

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Re: Nazismo e religião: visão de um pastor

Mensagem por Eduardo em Qui 12 Nov 2009, 8:47 pm

Art, acho que ele não entendeu nadica de nada.



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Re: Nazismo e religião: visão de um pastor

Mensagem por Fabris em Qui 12 Nov 2009, 9:17 pm

Articulador escreveu:será que o Fabris entendeu o próprio post dele ?
e que ao invés de nos recriminar , diz o que todos deveriam reconhecer , que há diferença entre o que se diz cristão , e o que age como cristão ?
Não me tome por idiota, Articulador, nem você nem o Ronaldo. Eu conheço esse argumento já há muito tempo e caso você ainda não tenha percebido, eu não ataco a fé de ninguém. Se alguém quiser rezar até inflamar as amígdalas, o problema é dele. O que eu ataco são as religiões, o literalismo bíblico, a tentativa de se introduzir religião na ciência, a tentativa dos que, em sua opinião, "agem como cristãos" de defender as posições hipócritas de sua igreja, a tentativa de se usar um livro escrito há 2.700 anos para guiar ações no século XXI, o estelionato contumaz praticado na maioria das igrejas, padres pedófilos ou amorais, a tentativa das religiões em discriminar pessoas, a tentativa de algumas igrejas em tentar colocar na lei para todos posições que são especificamente delas, a pregação da discriminação contra ateus e agnósticos, o fundamentalismo religioso, o berreiro nos templos, as declarações de vitória, a música gospel em geral, as fraudes das religiões, etc. etc.

duas frases no texto que me chamaram a atenção:

Mas, o fato é que Hitler tinha apoio da religião cristã. “Deus” foi invocado tanto pelos aliados, quangto pelos nazistas e fascistas. E quem vencesse teria a benção de “Deus”. Pois parece que o "Deus da cristandade" sempre está do lado de quem vence.

Por isso que acho o ateísmo compreensível. Seus adeptos sabem que Deus, para existir, de fato, como realidade última, não pode ser o Deus da cristandade.
Esse Deus tem que realmente morrer e qualquer tentativa de ressurreição deve ser rechaçada. No filme Cruzada, os cruzados saíam da Europa e iam para a terra santa em busca de perdão de pecados.

Posso até dar um desconto a você, Articulador, que me conhece pouco.
Por outro lado, o Ronaldo já me conhece há pelo menos 5 anos e sabe muito bem o que é que eu defendo.

Articulador escreveu:se entendeu , está melhorando bem ,
mas estou a achar que ele mesmo não entendeu o que postou ...
Não! Quem não entendeu o que eu postei em vários tópicos foi você, basicamente pelo seu profundo ódio a ateus. Aliás: ódio é um sentimento aceitável em um "bom cristão"?


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Re: Nazismo e religião: visão de um pastor

Mensagem por Convidad em Qui 12 Nov 2009, 9:48 pm

Fabris escreveu:
Articulador escreveu:será que o Fabris entendeu o próprio post dele ?
e que ao invés de nos recriminar , diz o que todos deveriam reconhecer , que há diferença entre o que se diz cristão , e o que age como cristão ?
Não me tome por idiota, Articulador, nem você nem o Ronaldo. Eu conheço esse argumento já há muito tempo e caso você ainda não tenha percebido, eu não ataco a fé de ninguém. Se alguém quiser rezar até inflamar as amígdalas, o problema é dele. O que eu ataco são as religiões, o literalismo bíblico, a tentativa de se introduzir religião na ciência, a tentativa dos que, em sua opinião, "agem como cristãos" de defender as posições hipócritas de sua igreja, a tentativa de se usar um livro escrito há 2.700 anos para guiar ações no século XXI, o estelionato contumaz praticado na maioria das igrejas, padres pedófilos ou amorais, a tentativa das religiões em discriminar pessoas, a tentativa de algumas igrejas em tentar colocar na lei para todos posições que são especificamente delas, a pregação da discriminação contra ateus e agnósticos, o fundamentalismo religioso, o berreiro nos templos, as declarações de vitória, a música gospel em geral, as fraudes das religiões, etc. etc.

ou seja, atacou a fé DE TODO MUNDO ,
vc devia ser mais FRANCO contigo mesmo e com tua ideologia .
aliás mostrou uma rancorosidade que NUNCA ví em outros ateus , não salvou-se música , oração , nada

duas frases no texto que me chamaram a atenção:

Mas, o fato é que Hitler tinha apoio da religião cristã. “Deus” foi invocado tanto pelos aliados, quangto pelos nazistas e fascistas. E quem vencesse teria a benção de “Deus”. Pois parece que o "Deus da cristandade" sempre está do lado de quem vence.

Por isso que acho o ateísmo compreensível. Seus adeptos sabem que Deus, para existir, de fato, como realidade última, não pode ser o Deus da cristandade.
Esse Deus tem que realmente morrer e qualquer tentativa de ressurreição deve ser rechaçada. No filme Cruzada, os cruzados saíam da Europa e iam para a terra santa em busca de perdão de pecados.

Posso até dar um desconto a você, Articulador, que me conhece pouco.
Por outro lado, o Ronaldo já me conhece há pelo menos 5 anos e sabe muito bem o que é que eu defendo.

que provam que vc NÃO ENTENDEU MESMO o que postou , porque o que ele chama de 'cristandade' é o que ele define como o catolicismo inquisidor (e semelhantes) , MAS que ele faz profunda distinção do cristianismo BÍBLICO (É , aquele negócio que vc quer acusar por escoces de verdade , ele fala A MESMA COISA , que temos um padrão à seguir) . Vc tem suas rusgas com o Ronaldo , mas não deveria aspergir para todos , se é que não é a intenção .

Articulador escreveu:se entendeu , está melhorando bem ,
mas estou a achar que ele mesmo não entendeu o que postou ...
Não! Quem não entendeu o que eu postei em vários tópicos foi você, basicamente pelo seu profundo ódio a ateus. Aliás: ódio é um sentimento aceitável em um "bom cristão"?

nem ódio , nem mentira para qualquer homem , ateus incluso , já que vc não é vidente para saber como eu sinto em relação à ateus , sua acusação é que mostrou ódio e vontade de denegrir quem lhe contexta . Agora se vc não sabe distinguir boa refutação , de ódio , a falha é tua , a mim cabe apenas mostrar que vc está sendo movido por passionalismo (como ficou claro logo no primeiro quote acima) , para vc se vc se emenda , porque vivem tentando me convencer que ateísmo é uma opção 'objetiva' , mas sempre mostram os dentes no fim das contas ....

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Re: Nazismo e religião: visão de um pastor

Mensagem por Fabris em Qui 12 Nov 2009, 10:13 pm

Articulador escreveu:ou seja, atacou a fé DE TODO MUNDO...
Por que? Para sua fé os pastores estelionatários são importantes? Para sua fé é importante misturar religião com ciência? É importante discriminar pessoas por suas posições religiosas ou não religiosas? Para sua fé é importante tentar defender uma igreja fraudulenta e hipócrita? se for isso, estou, sim, atacando sua fé.

Articulador escreveu:vc devia ser mais FRANCO contigo mesmo e com tua ideologia .
Quer mais franqueza que isso?

Articulador escreveu:aliás mostrou uma rancorosidade que NUNCA ví em outros ateus , não salvou-se música , oração , nada
Esses mesmos pontos que eu mencionei são também atacados por outros pastores, como o Gondim e o Caio Fábio, por exemplo.

Articulador escreveu:que provam que vc NÃO ENTENDEU MESMO o que postou , porque o que ele chama de 'cristandade' é o que ele define como o catolicismo inquisidor (e semelhantes) , MAS que ele faz profunda distinção do cristianismo BÍBLICO (É , aquele negócio que vc quer acusar por escoces de verdade , ele fala A MESMA COISA , que temos um padrão à seguir) . Vc tem suas rusgas com o Ronaldo , mas não deveria aspergir para todos , se é que não é a intenção .
Não! A grande diferença é que para você só existem duas posições possíveis: ou o cara é um bom cristão ou é um ateu e você imputa ao ateísmo todos os males do mundo. Seria muito interessante ver você classificar certas pessoas nessa sua esdrúxula classificação. Que tal tentar classificar essa pessoa aqui?




Articulador escreveu:nem ódio , nem mentira para qualquer homem , ateus incluso , já que vc não é vidente para saber como eu sinto em relação à ateus , sua acusação é que mostrou ódio e vontade de denegrir quem lhe contexta . Agora se vc não sabe distinguir boa refutação , de ódio , a falha é tua , a mim cabe apenas mostrar que vc está sendo movido por passionalismo (como ficou claro logo no primeiro quote acima) , para vc se vc se emenda , porque vivem tentando me convencer que ateísmo é uma opção 'objetiva' , mas sempre mostram os dentes no fim das contas ....
Você não consegue argumentar coisa nenhuma e fica batendo em uma única tecla. Você sequer lê as respostas que lhe são encaminhadas e não faz a menor idéia do que seja o ateísmo.

Em tempo: em outro post você acusou os ateus de serem os responsáveis pela morte de 200 milhões de pessoas. Eu afirmo que isso é uma baita mentira sua (a menos que esteja incluindo, aqui, cristãos que pecam). Por favor, poste suas fontes para análise.


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Re: Nazismo e religião: visão de um pastor

Mensagem por darkshi em Sex 13 Nov 2009, 12:48 am

Fabris escreveu:Por que? Para sua fé os pastores estelionatários são importantes? Para sua fé é importante misturar religião com ciência? É importante discriminar pessoas por suas posições religiosas ou não religiosas? Para sua fé é importante tentar defender uma igreja fraudulenta e hipócrita? se for isso, estou, sim, atacando sua fé.

Começo comprovando com FATOS essa sua afirmação.


o estelionato contumaz praticado na maioria das igrejas


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Re: Nazismo e religião: visão de um pastor

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