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Genética não é destino

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Genética não é destino

Mensagem por Eduardo em Dom 08 Nov 2009, 2:33 pm

Assassino tem redução de pena por gene

http://info.abril.com.br/noticias/ciencia/assassino-tem-reducao-de-pena-por-gene-06112009-13.shl


Última edição por Eduardo em Dom 29 Nov 2009, 1:55 pm, editado 2 vez(es)


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Re: Genética não é destino

Mensagem por Eduardo em Dom 29 Nov 2009, 1:38 pm

Sequenciamento genético: a frustração

Quando a molécula de DNA foi descoberta, em 7 de março de 1953, pelo estadunidense James Watson e pelo britânico Francis Crick, ficou claro que a ciência se deparava com um dos maiores avanços científicos do século. A partir de então, muitas teorias e especulações foram propostas a respeito do funcionamento da molécula e de suas consequencias para o futuro da humanidade. A ciência chegou a acreditar ser possível traçar, com perfeição, as doenças que uma pessoa teria durante a vida, antes mesmo de ela nascer. Com o anúncio do sequenciamento genético humano, há poucos anos, a ciência parecia tangenciar a ficção científica, em que se afigurava a criação de órgãos para transplantes sem rejeições, medicina preventiva, super-humanos, etc.

No entanto, com o passar dos anos, os cientistas ligados à área tiveram algumas desilusões. Isso tem se mostrado em vários estudos conduzidos sobre a correlação de trechos do DNA e o risco de doenças. Em um artigo publicado recentemente na revista Science, dois pesquisadores (Suíça e Estados Unidos) afirmaram que o homem está muito mais sujeito ao ambiente e seu estilo de vida do que outrora se imaginava, dando ao DNA um papel bem mais humilde do que os anteriores.

Embora a molécula continue sendo uma das mais fantásticas criações conhecidas no Universo, a ciência tem, seguidamente, comprovado que o homem tem cada vez menos apoio para descansar na predestinação e cada vez mais responsabilidades quanto ao seu próprio bem-estar.

"Uma meta factível de saúde pública que merece destaque é identificar, para cada indivíduo, fatores no seu estilo de vida que representem riscos particularmente elevados de doenças crônicas", dizem os pesquisadores.

Essas conclusões já estavam disponíveis há três milênios... E ganharam uma forcinha há 150 anos...

(Em Defesa da Verdade)

Leia também: "Estilo de vida conta mais que herança genética"


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Re: Genética não é destino

Mensagem por Eduardo em Dom 29 Nov 2009, 1:54 pm

Estilo de vida conta mais que herança genética


A revista Veja desta semana traz interessante matéria de capa intitulada “Genética não é destino”, assinada por Gabriela Carelli. Segundo a reportagem, “o tipo de alimentação, o nível de atividade física, o tabagismo, o uso de medicamentos, as experiências emocionais – todos esses fatores agem para ‘ligar’ ou ‘desligar’ determinados genes, ou seja, torná-los ativos ou conservá-los adormecidos. Nos dois casos, ocorrem alterações físicas e psicológicas em seu portador. Essas mudanças podem ser para o bem ou para o mal, atenuando sintomas de doenças ou provocando seu desenvolvimento. Os gatilhos que ativam ou desativam os genes são acionados por trechos do genoma que até pouco tempo atrás os cientistas tinham por inúteis – o chamado DNA lixo. Agora se sabe que eles servem de elemento de ligação entre os fatores ambientais e os genes. Esse ramo da genética que estuda a interação entre o ambiente e o genoma é conhecido como epigenética. O geneticista americano Randy Jirtle, da Universidade Duke, usa uma analogia para explicá-lo. Disse Jirtle a Veja: ‘Imagine o material genético existente no organismo como um computador. O genoma é o hardware. Para que a máquina funcione, é preciso ter softwares. Os mecanismos epigenéticos são os softwares. Eles produzem resultados distintos rodando sobre um mesmo hardware, ou seja, o genoma herdado dos pais.’” [Leia mais]

Leia também: "How To Live To 100", nesse artigo publicado na Forbes, sobre como viver até os 100 anos, a revista cita várias vezes os adventistas, mostrando que eles vivem até dez anos a mais que a média da população norte-americana.


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Re: Genética não é destino

Mensagem por Eduardo em Seg 30 Nov 2009, 9:56 pm

Acreditando que o ser humano é um animal que descende de outros animais e que já passou por um longo percurso evolutivo, o evolucionista afirmava que este tem muito material genético que actualmente não serve para nada. O argumento é que estas porções do genoma, que actualmente não têm função, de facto já tiveram mas foram perdidas à medida que os seres vivos se separavam dos seus ancestrais comuns.

Como aparentemente essas porções do genoma não desempenhavam nenhuma função, o evolucionista alcunhou-as de Junk-RNA (ARN-lixo), usando isso como evidência de evolução.

Investigação científica derruba mito evolucionista

Como já vem sendo habitual, a investigação científica acaba de dar outro golpe nos argumentos evolucionistas. No mês passado, a ScienceDaily reportou que pequenas sequências de ARN, anteriormente consideradas como lixo celular, na realidade são moléculas estáveis que podem desempenhar papéis significativos nos processos celulares, segundo investigação de cientistas da University of Pittsburgh School of Medicine e da University of Pittsburgh Cancer Institute.

A descoberta representa a primeira investigação conduzida em produtos de ARN muito pequenos denominados “ARN’s invulgarmente comuns” (usRNA’sunusually small RNA’s).

Os cientistas afirmam que um melhor conhecimento do funcionamento destes ARN’s pode levar ao desenvolvimento de instrumentos mais precisos para diagnósticos e prognósticos, assim como novos alvos terapêuticos.
Bino John, um dos cientistas envolvidos na investigação, disse [meu destacado]:

Até realizar esta investigação, não nos tínhamos apercebido que ARN’s tão pequenos como 15 nucleótidos, que pensávamos que eram simples lixo celular, são surpreendentemente estáveis e são eficientemente repetidos e reproduzidos ao longo de diferentes tipos de tecido.” [Tradução: o evolucionismo dizia uma coisa mas a ciência mostrou outra]

O cientista acrescentou: “Estas descobertas sugerem que os usARN’s estão envolvidos em processos biológicos e deveríamos investigá-los melhor. Eles podem ser ferramentas valiosas para diagnosticar doenças ou, quem sabe, para desenvolver novos remédios“.

Publicado no Journal of Virology.
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Alguém tem dúvidas de que o evolucionismo é um empecilho ao avanço da ciência?
Reparem que este foi o primeiro estudo realizado neste tipo de ARN’s. Ora, se nunca antes tinha sido conduzido um estudo para avaliar a sua função, como é que um evolucionista pode afirmar, peremptoriamente, que eles não têm função e que, por isso, são ARN-lixo?

E depois o criacionismo é que é anti-ciência? O criacionismo não tem qualquer problema com a ciência. Só tem problemas com as afirmações religiosas evolucionistas, desprovidas de carácter científico. Se se tivesse partido do princípio que este material genético está lá por alguma razão, e não se especulasse que eram resquícios de um suposto passado evolutivo, mais depressa teríamos constatado que eles podem ajudar na área da Medicina. A crença evolucionista estorva o avanço médico e este exemplo prova-o mais uma vez.


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Re: Genética não é destino

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