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Um terço das espécies de dinossauros nunca existiu, diz teoria

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Um terço das espécies de dinossauros nunca existiu, diz teoria

Mensagem por Eduardo em Qui 29 Out 2009, 4:05 pm

Um terço das espécies de dinossauros nunca existiu, diz teoria

Muitos dinossauros estão enfrentando a possibilidade de um novo tipo de extinção - uma controvertida teoria sugere que até um terço das espécies conhecidas de dinossauros talvez nem mesmo tenham existido. Isso acontece porque os jovens dinossauros não se assemelham a versões miniaturizadas de seus pais, de acordo com novas análises conduzidas pelos paleontologistas Mark Goodwin, da Universidade da Califórnia em Berkeley, e Jack Horner, da Universidade Estadual de Montana.
Em lugar disso, como os pássaros e alguns outros animais ainda existentes, os exemplares jovens passavam por mudanças físicas dramáticas ao se tornarem adultos. Isso significa que muitos fósseis de dinossauros jovens, entre os quais espécimes aparentados ao tiranossauro rex, podem ter sido identificados erroneamente como exemplares de outras espécies, argumentam os pesquisadores.
Como o tiranossauro rex se tornava um terror
Um dos exemplos fortes que eles oferecem é o do Nanotyrannus. O animal, classificado como um parente de menor porte do tiranossauro rex, agora é visto por muitos especialistas como um exemplo de identificação incorreta, e representaria na verdade um tiranossauro juvenil classificado indevidamente.
Os fósseis que supostamente pertencem à espécie Nanotyrannus têm aparência semelhante à que um tiranossauro rex deveria ter em sua adolescência, apontou Horner em um novo estudo. Isso se deve ao fato de a estrutura craniana de um tiranossauro rex se alterar dramaticamente à medida que o animal crescia, segundo o pesquisador.
O crânio se alterava, de uma forma original alongada para o focinho e mandíbula curtos que nos são mais conhecidos; a mudança acontecia para quer o animal pudesse consumir maior quantidade de alimento. Mas a prova decisiva, de acordo com Horner, foi a descoberta de um dinossauro que tinha tamanho intermediário entre o de um tiranossauro rex adulto e o de um Nanotyrannus.
O Nanotyrannus - na opinião de Horner, efetivamente um jovem tiranossauro- contava com 17 dentes na mandíbula inferior, ante os 12 encontrados nas mandíbulas de tiranossauros adultos. Já o dinossauro de porte intermediário entre ambos contava com 14 dentes em sua mandíbula inferior, o que sugere que o esqueleto tenha pertencido a um tiranossauro rex jovem, que estava em meio à transição de seus dentes iniciais, menores e em formato de lâmina, para o número inferior de dentes molares que a espécie ostentava em seu estágio adulto.
A transformação do triceratope
Os paleontologistas também conseguiram amealhar uma coleção considerável de fósseis de triceratopes, representando animais que morreram em diversos estágios da vida, em um sítio do período cretáceo tardio (145,5 milhões a 65,5 milhões de anos atrás) [nota: datações feitas com base no princípio uniformitarista, se tornando questionáveis, quanto à confiabilidade], em Hell Creek, no leste do Estado de Montana.


Os crânios dos dinossauros, cujas dimensões variavam entre as de um prato e as de um crânio humano, provinham de diversos animais. Quando os paleontologistas estudaram os crânios, constataram que os pequenos chifres retos dos animais mais jovens se transformavam, à medida que os animais envelheciam. Os chifres dos animais jovens tinham as pontas para trás, enquanto os dos adultos apontavam para frente.
O folho característico do pescoço do animal também passava por alterações: os ossos triangulares que formavam uma crista em torno do folho nos animais jovens se alongavam e achatavam, formando um escudo em forma de leque, nos exemplares mais velhos.
"Neste projeto de 10 anos, pudemos recolher uma série muito boa sobre o crescimento dos dinossauros, algo que ninguém havia visto antes, e assim acompanhamos essa transformação à medida que ocorria", disse Goodwin. "Nós fomos capazes de documentar as mudanças extremas que ocorriam ao longo do crescimento, como por exemplo aquela que se refere à orientação dos chifres", afirmou.
Os pássaros como paralelo

Provas quanto aos motivos dessas mudanças físicas dramáticas nos dinossauros podem ser obtidas em seus mais próximos parentes vivos, dizem os especialistas. Os búceros, por exemplo, não ostentam sua característica estrutura de penas em forma de capacete até que tenham atingido três quartos do tamanho que terão como adultos.
Da mesma maneira que os chifres em um cervo, essas penas ajudam os demais animais a discernir entre os adultos maduros e os jovens. Da mesma forma, as mudanças na aparência dos dinossauros poderiam servir para promover a comunicação visual.
Por exemplo, os chifres ou calombos de cabeça, possivelmente acoplados a variações de cores, podem ter criado identificações visuais inconfundíveis que garantiam que membros de uma espécie se reconhecessem entre eles.
Também podem ter identificado dinossauros como machos ou fêmeas, ou os marcado como animais adultos em busca de reprodução ou jovens que necessitavam de proteção.
Conclusão exagerada?
Hans-Dieter Sues, paleontologista do Museu Nacional de História Natural dos Estados Unidos, em Washington, diz que os cientistas descobriram nos anos 70 que algumas espécies de dinossauros dotados de bicos na verdade representavam formas diferentes de animais em estágios de maturidade distintos, e que portanto o número de espécies identificadas era menor que o originalmente calculado.
Sues, que não participou da nova pesquisa, concorda em que algumas espécies de dinossauros do cretáceo tardio podem na verdade ser exemplares juvenis de outras espécies. "Muitos dinossauros - da mesma forma que muitos vertebrados atuais - mudavam muito de aparência ao crescer", ele disse.
Mas "algumas dessas conclusões são controversas", ele acautelou, acrescentando que a ideia de que até um terço das espécies precise de reclassificação representa um exagero. Ele acredita que uma segunda extinção "científica- de dinossauros seja improvável" a não ser que os caçadores de fósseis descubram novos exemplares que provem a teoria. "Testar hipóteses como essa é difícil", disse, porque "isso requer mais material fóssil do que dispomos atualmente".
Tradução: Paulo Migliacci ME
Fonte: The New York Times, por meio do Site Terra
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Nota: Não é difícil acreditar nessa teoria, visto que é só descobrir um novo fóssil por aí, mesmo que apenas fragmentos deles, e entra em ação a imaginação de muitos cientistas e, posteriormente, desenhistas, para tentar recriar o aspecto (algumas vezes equivocadamente, como sugere a teoria de Mark Goodwin, por se basearem em um paradigma, e não nos fatos) daquela criatura extinta. Muitas espécies de dinossauros que conhecemos hoje, por meio dos estudos de fósseis, realmente podem ser invenção e má interpretação do material descoberto.Já que é assim, acreditar na confiabilidade da interpretação "idônea" de tais cientistas e desenhistas, prefiro acreditar, também e principalmente pela fé, na Palavra de Deus, que diz que os animais foram criados por Ele (e não pelo acaso) e muitos deles foram extintos no Dilúvio.

Assim, tenho a vantagem de acreditar na palavra de quem nunca teve que voltar atrás em Suas palavras, pois Suas palavras são a verdade. "Santificai-vos na verdade; a tua palavra é a verdade" (João 17:17)


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Re: Um terço das espécies de dinossauros nunca existiu, diz teoria

Mensagem por dedo-duro em Qui 29 Out 2009, 8:00 pm

.
Sem dúvida um estudo que coloca em suspeita a NOMENKLATURA CIENTÍFICA. Já que há um erro no evolucionismo necessitam os ateus desprovarem que deus existe, não cabendo nenhum encargo a nós, cristãos. Deus existe por que assim diz a Palavra. E a Palavra é confiável porque assim diz Deus.

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Re: Um terço das espécies de dinossauros nunca existiu, diz teoria

Mensagem por Eduardo em Sab 31 Out 2009, 8:27 pm

Novas análises de crescimento de dinossauros podem eliminar um terço das espécies


New Analyses Of Dinosaur Growth May Wipe Out One-third Of Species

ScienceDaily (Oct. 31, 2009) — Paleontologists from the University of California, Berkeley, and the Museum of the Rockies have wiped out two species of dome-headed dinosaur, one of them named three years ago -- with great fanfare -- after Hogwarts, the school attended by Harry Potter.

Their demise comes after a three-horned dinosaur, Torosaurus, was assigned to the dustbin of history last month at the Society of Vertebrate Paleontology meeting in the United Kingdom, the loss in recent years of quite a few duck-billed hadrosaurs and the probable disappearance of Nanotyrannus, a supposedly miniature Tyrannosaurus rex.


Dracorex (upper left) and Stygimoloch (upper right) are not distinct dome-headed dinosaurs, but young and nearly sexually mature, respectively, members of the species Pachycephalosaurus wyomingensis, according to a new study by paleontologists from UC Berkeley and the Museum of the Rockies. (Credit: Holly Woodward/Montana State University)

These dinosaurs were not separate species, as some paleontologists claim, but different growth stages of previously named dinosaurs, according to a new study. The confusion is traced to their bizarre head ornaments, ranging from shields and domes to horns and spikes, which changed dramatically with age and sexual maturity, making the heads of youngsters look very different from those of adults.

"Juveniles and adults of these dinosaurs look very, very different from adults, and literally may resemble a different species," said dinosaur expert Mark B. Goodwin, assistant director of UC Berkeley's Museum of Paleontology. "But some scientists are confusing morphological differences at different growth stages with characteristics that are taxonomically important. The result is an inflated number of dinosaurs in the late Cretaceous."

Goodwin and John "Jack" Horner of the Museum of the Rockies at Montana State University in Bozeman, are the authors of a new paper analyzing North American dome-headed dinosaurs that appeared this week in the public access online journal PLoS One.

Unlike the original dinosaur die-off at the end of the Cretaceous period 65 million years ago, this loss of species is the result of a sustained effort by paleontologists to collect a full range of dinosaur fossils -- not just the big ones. Their work has provided dinosaur specimens of various ages, allowing computed tomography (CT) scans and tissue study of the growth stages of dinosaurs.

In fact, Horner suggests that one-third of all named dinosaur species may never have existed, but are merely different stages in the growth of other known dinosaurs.

"What we are seeing in the Hell Creek Formation in Montana suggests that we may be overextended by a third," Horner said, a "wild guess" that may hold true for the various horned dinosaurs recently discovered in Asia from the Cretaceous. "A lot of the dinosaurs that have been named recently fall into that category."

The new paper, published online Oct. 27, contains a thorough analysis of three of the four named dome-headed dinosaurs from North America, including Pachycephalosaurus wyomingensis, the first "thick-headed" dinosaur discovered. After that dinosaur's description in 1943, many speculated that male pachycephalosaurs used their bowling ball-like domes to head-butt one another like big-horn sheep, though Goodwin and Horner disproved that notion in 2004 after a thorough study of the tissue structure of the dome.
...

Read more here/Leia mais aqui.

+++++

Journal reference:

John R. Horner, Mark B. Goodwin. Extreme Cranial Ontogeny in the Upper Cretaceous Dinosaur Pachycephalosaurus. PLoS ONE, 2009; DOI: 10.1371/journal.pone.0007626
Adapted from materials provided by University of California - Berkeley.

+++++

Extreme Cranial Ontogeny in the Upper Cretaceous Dinosaur Pachycephalosaurus

John R. Horner1*, Mark B. Goodwin2

1 Museum of the Rockies, Montana State University, Bozeman, Montana, United States of America, 2 Museum of Paleontology, University of California, Berkeley, California, United States of America

Abstract Top

Background

Extended neoteny and late stage allometric growth increase morphological disparity between growth stages in at least some dinosaurs. Coupled with relatively low dinosaur density in the Upper Cretaceous of North America, ontogenetic transformational representatives are often difficult to distinguish. For example, many hadrosaurids previously reported to represent relatively small lambeosaurine species were demonstrated to be juveniles of the larger taxa. Marginocephalians (pachycephalosaurids + ceratopsids) undergo comparable and extreme cranial morphological change during ontogeny.

Methodology/Principal Findings

Cranial histology, morphology and computer tomography reveal patterns of internal skull development that show the purported diagnostic characters for the pachycephalosaurids Dracorex hogwartsia and Stygimoloch spinifer are ontogenetically derived features. Coronal histological sections of the frontoparietal dome of an adult Pachycephalosaurus wyomingensis reveal a dense structure composed of metaplastic bone with a variety of extremely fibrous and acellular tissue. Coronal histological sections and computer tomography of a skull and frontoparietal dome of Stygimoloch spinifer reveal an open intrafrontal suture indicative of a subadult stage of development. These dinosaurs employed metaplasia to rapidly grow and change the size and shape of their horns, cranial ornaments and frontoparietal domes, resulting in extreme cranial alterations during late stages of growth. We propose that Dracorex hogwartsia, Stygimoloch spinifer and Pachycephalosaurus wyomingensis are the same taxon and represent an ontogenetic series united by shared morphology and increasing skull length.

Conclusions/Significance

Dracorex hogwartsia (juvenile) and Stygimoloch spinifer (subadult) are reinterpreted as younger growth stages of Pachycephalosaurus wyomingensis (adult). This synonymy reduces the number of pachycephalosaurid taxa from the Upper Cretaceous of North America and demonstrates the importance of cranial ontogeny in evaluating dinosaur diversity and taxonomy. These growth stages reflect a continuum rather than specific developmental steps defined by “known” terminal morphologies.

Citation: Horner JR, Goodwin MB (2009) Extreme Cranial Ontogeny in the Upper Cretaceous Dinosaur Pachycephalosaurus. PLoS ONE 4(10): e7626. doi:10.1371/journal.pone.0007626

Editor: Paul Sereno, University of Chicago, United States of America

Received: May 28, 2009; Accepted: September 8, 2009; Published: October 27, 2009

Copyright: © 2009 Horner, Goodwin. This is an open-access article distributed under the terms of the Creative Commons Attribution License, which permits unrestricted use, distribution, and reproduction in any medium, provided the original author and source are credited.

Funding: University of California Museum of Paleontology provided funding to MBG. The funders had no role in study design, data collection and analysis, decision to publish, or preparation of the manuscript.

Competing interests: The authors have declared that no competing interests exist.

* E-mail: jhorner@montana.edu

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Re: Um terço das espécies de dinossauros nunca existiu, diz teoria

Mensagem por dedo-duro em Dom 01 Nov 2009, 5:58 pm

Como podem essas pessoas serem chamadas de cientistas, se admitem seus erros. Certa é bíblia, imutável. Há uma só perceção da realidade e ela se chama Deus. Não necssitamos da ciência mundana, que aprende com seus erros e correções, uma vez que, em Deus, todos nós, cristãos, estamos SEMPRE corretos.

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Re: Um terço das espécies de dinossauros nunca existiu, diz teoria

Mensagem por Eduardo em Dom 01 Nov 2009, 7:20 pm



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Re: Um terço das espécies de dinossauros nunca existiu, diz teoria

Mensagem por dedo-duro em Dom 01 Nov 2009, 9:34 pm

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Não durma. A bíblia diz vigiai e orai. Estai atento, portanto, pois a conspiração comuno-atéia-evolucionista pretende acabar com nossa civilização judaico-cristã.

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Re: Um terço das espécies de dinossauros nunca existiu, diz teoria

Mensagem por Tupac em Seg 02 Nov 2009, 9:30 am

Hhuahuahauhah... Aí por ter uma explicação do fato sido feita de forma equivocada, os crentes imaginam que o fato não existe. Como se os fosseis desaparecessem toda vez que se encontrasse um equivoco na explicação do mesmo... Alias, diga-se que essas descobertas não sairam de nenhuma igreja, nenhuma instituição criacionista, e de nenhuma linha de um livrinho ai que eles dizem ser sagrado... mas enfim... enjoy the ignorance...


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Re: Um terço das espécies de dinossauros nunca existiu, diz teoria

Mensagem por Eduardo em Seg 02 Nov 2009, 10:15 am

Tupac escreveu:Aí por ter uma explicação do fato sido feita de forma equivocada, os crentes imaginam que o fato não existe. Como se os fosseis desaparecessem toda vez que se encontrasse um equivoco na explicação do mesmo.
Onde eu afirmei isso ?


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Re: Um terço das espécies de dinossauros nunca existiu, diz teoria

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