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Heresias Católico-romanas durante 1650 anos

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Re: Heresias Católico-romanas durante 1650 anos

Mensagem por Convidad em Qui 16 Out 2008, 5:36 pm

papista escreveu:
mas não estamos mais no AT de 3500 anos atrás né ? Cristo veio e clamou contra a CONSCIÊNCIA dos que apedrejariam a adúltera , e depois ensinou a dar a outra face , a não pagar o mal com o bem , e que o julgamento de pecados passaria a depender de somente de Deus . a Inquisição é uma fato a ser lamentado , não defendido , sob qualquer ótica , o exemplo classíco do que acontece quando seguimos mais a homens que aos ensinos do sola-scriptura .
Já tenho o que queria. Há 3.500 anos o povo de Deus relaxava os hereges. Esse é o ponto do tema. Ainda bem que sabe.

não , o ponto do tema é porque a Icar continuou matando 'supostos' hereges 1650 anos depois de Cristo ter abolido qualquer pena de sangue . Aliás registre-se , apedrejar é pena de morte , mas a tortura da inquisição nunca teve paralelo com nada parecido na bíblia , os instrumentos da inquisição são algo grotesco sob qualquer ótica .


Última edição por Articulador em Qui 16 Out 2008, 5:53 pm, editado 1 vez(es)

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Re: Heresias Católico-romanas durante 1650 anos

Mensagem por Convidad em Qui 16 Out 2008, 5:38 pm

papista escreveu:
há uma diferença gritante entre ser celibatário por opção , e ser obrigado a ser celibatário para servir a Cristo , e assim que vemos , não qualquer padre , mas APÓSTOLOS na bíblia que não eram celibatários , e nenhum suposto 'pedro' os impediu de pregar , e bem , o evangelho .
O celibato é dos tempos bíblicos. Por volta do ano 60 DC em diante. O restante na cronologia verifique o que foi postado.

nunca houve imposição de celibato aos discipulos de Cristo da igreja primitiva, existem apóstolos que eram casados , e a bíblia , de maneira claríssima , proibe IMPOR o celibato aos fiéis :

(I Timóteo 4:2) - Pela hipocrisia de homens que falam mentiras, tendo cauterizada a sua própria consciência;
(I Timóteo 4:3) - Proibindo o casamento, e ordenando a abstinência dos alimentos que Deus criou para os fiéis, e para os que conhecem a verdade, a fim de usarem deles com ações de graças;


Última edição por Articulador em Qui 16 Out 2008, 5:52 pm, editado 1 vez(es)

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Re: Heresias Católico-romanas durante 1650 anos

Mensagem por Convidad em Qui 16 Out 2008, 5:39 pm

papista escreveu:
como não é repetição ? lógico que é repetição , ao contrário do que Cristo ensinou :
(Mateus 6:7) - E, orando, não useis de vãs repetições, como os gentios, que pensam que por muito falarem serão ouvidos. , assim os padres 'ensinam' que tantas 'aves marias' são garantia de serem ouvidos , novamente contra o ensino escritural .
segundo consta, o rosário teve suas origens na Irlanda, no século IX.

Blz. Continua...

pois é , dentro do tema do tópico 'heresias católicas por 1650 anos' , então esta heresia começou no século IX , mas a doutrina correta está em Mateus 6:7 .

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Re: Heresias Católico-romanas durante 1650 anos

Mensagem por papista em Sex 17 Out 2008, 9:51 am

Pois é não foi tocado sobre imposição de celibato, mas quando foi decretado. O que foi mais uma mentira.

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Re: Heresias Católico-romanas durante 1650 anos

Mensagem por papista em Dom 19 Out 2008, 11:39 am

Venda de Indulgências 1190
2. His­tória. A prática da oração pela remissão dos pecados de vivos e defuntos já vem do AT (ex.: 2Mac 43-45) e aparece viva nos tempos apostólicos, nomeadamente pelo recurso dos penitentes à oração das comunidades e à intercessão dos mártires e confessores da fé. No entanto, uma doutrina sobre as i. só aparece no séc. XI, quando os actos de penitência praticados pelos pecado­res arrependidos puderam ser comutados por certas boas obras (esmolas, peregrinações…). A primeira “indulgência ple­nária” terá sido concedida pelo Papa Urbano II, em 1095, aos que tomassem parte na 1.ª Cru­zada. Tendo-se difundi­do a ideia de actuação automática das i., multipli­caram-se os abusos sobretudo nas pregações que propunham esmolas indulgenciadas (para as cruzadas, para a cons­trução de basílicas…). Tais abusos, que deram pretexto ao cisma protestan­te, foram condenados pelo Conc. de Tren­­to, tendo o Papa S. Pio V (1569) amea­çado de excomunhão quem se desse ao comércio das i. Após o Conc. Vat. II, a doutrina das i. foi reelaborada e encontra-se proposta na Const. Apost. de Paulo VI referida acima. Nela, as i. apa­recem como estímulo forte aos actos de penitência, de piedade e de caridade da parte dos fiéis.
http://www.ecclesia.pt/catolicopedia/

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Re: Heresias Católico-romanas durante 1650 anos

Mensagem por Gustavo em Seg 20 Out 2008, 1:38 pm

papista escreveu:O celibato é dos tempos bíblicos. Por volta do ano 60 DC em diante. O restante na cronologia verifique o que foi postado.
Ué, engraçado... hummm
Quando a igreja resolveu combater o monismo, acabou com o casamento de vários padres, aliás, eles foram muito maltratados, hein... Se o celibato existia desde 60DC, por que ninguém praticava?

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Re: Heresias Católico-romanas durante 1650 anos

Mensagem por Gustavo em Seg 20 Out 2008, 1:40 pm

Senssatus Chiristianus escreveu:Fazer o sinal da cruz 300
Eu não sou católico, e eu mesmo vou questionar esta daqui... Já vi tentando justificar esta através de textos fora de contexto. Portanto, gostaria de saber de onde tiraram esta daqui, por favor...

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Re: Heresias Católico-romanas durante 1650 anos

Mensagem por papista em Seg 20 Out 2008, 7:24 pm

Ué, engraçado... hummm
Quando a igreja resolveu combater o monismo, acabou com o casamento de vários padres, aliás, eles foram muito maltratados, hein... Se o celibato existia desde 60DC, por que ninguém praticava?
Até hoje em igrejas católicas orientais existem padres que eram casados. A questão é que existia o celibato. Não foi referido o celibato obrigatório.

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Re: Heresias Católico-romanas durante 1650 anos

Mensagem por Gustavo em Ter 21 Out 2008, 12:01 pm

Ué, que existia ninguém tem dúvida, pois Paulo era celibatário...
Agora, quando alguém argumenta contra o celibato eclesiástico na igreja católica hoje, argumenta que este celibato não era obrigatório, e não que ele não existia.

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Re: Heresias Católico-romanas durante 1650 anos

Mensagem por Convidad em Ter 21 Out 2008, 2:01 pm

slot escreveu:Ué, que existia ninguém tem dúvida, pois Paulo era celibatário...
Agora, quando alguém argumenta contra o celibato eclesiástico na igreja católica hoje, argumenta que este celibato não era obrigatório, e não que ele não existia.

no início sim , mas depois se demonstra , ou que ele estava casado , ou que defende seu direito de sê-lo , exatamente o contrário do que a tradição católica impinge :
(I Corintios 9:2) - Se eu não sou apóstolo para os outros, ao menos o sou para vós; porque vós sois o selo do meu apostolado no Senhor.
(I Corintios 9:3) - Esta é minha defesa para com os que me condenam.
(I Corintios 9:4) - Não temos nós direito de comer e beber?
(I Corintios 9:5) - Não temos nós direito de levar conosco uma esposa crente, como também os demais apóstolos, e os irmãos do Senhor, e Cefas?

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Re: Heresias Católico-romanas durante 1650 anos

Mensagem por papista em Qua 22 Out 2008, 7:24 pm

Transubstanciação, proclamada pelo Papa Inocêncio III. 1215
CARTA DE SANTO INÁCIO DE ANTIOQUIA AOS ESMIRNIOTAS - CAPS I, 7. 1Eles se afastam da eucaristia e da oração, porque não professam que a eucaristia é a carne do nosso Salvador Jesus Cristo, que sofreu por nossos pecados e que, na sua bondade, o Pai ressuscitouc. Desse modo, aqueles que recusam o dom de Deus, morrem nas suas disputas. (ano 107)

Tertuliano Século II

"...Com grande desejo tenho querido comer a páscoa convosco antes de padecer, ó destruidor da lei que ainda aspirava observar a páscoa, tão seguro de que deleitaria pela carne do cordeiro judeu. Ou será que era Ele, aquele que tendo que ser levado ao sacrifício como uma ovelha e que, como uma ovelha perante o tosquiador, não deveria de abrir sua boca, desejava realizar a figura de seu sangue salvífico? Poderia também ter sido entregue por qualquer estranho para que não dissesse eu que também neste Salmo estava sendo cumprido: 'Aquele que come pão comigo levantará seu pé contra mim'... Porém, isto teria sido próprio de outro Cristo, não daquele que cumpria as profecias... Tendo declarado, pois, que Ele, com grande desejo, teria desejado comer a sua própria páscoa, pois seria indigno que Deus desejasse algo alheio, tendo tomado o pão e distribuído aos discípulos, fê-lo seu corpo, dizendo: 'Este é o meu corpo', isto é, 'figura de meu corpo'. Porém não teria sido figura, mas sim corpo verdadeiro. Ademais, uma coisa vã como é um fantasma não poderia conter a figura. Ou se por isto ao pão fez seu corpo, porque carecia de corpo verdadeiro, logo deveria entregar por nós o pão. Fazia - para o vazio de Marcião - que fosse crucificado o pão e nada mais para o melão que Marcião teve ao invés do coração? Não entendeu que é antiga esta figura do corpo de Cristo, que diz por Jeremias: 'Urgiam tramas contra mim, dizendo: Venham! Lancemos uma lasca em seu pão', isto é, a cruz em seu corpo. Assim portanto, aquele que ilumina as antigas figuras, ao chamar de pão ao seu corpo, declarou suficientemente o que queria significar então o pão. E, assim, na comemoração do cálice, constituindo o testamento selado com o seu sangue, confirmou a substância de seu corpo. Porque o sangue não pode ser de corpo algum que não seja de carne. Porque se alguma propriedade não-carnal do corpo se nos opõe, certamente se não for carnal não terá sangue. Assim a prova da realidade do corpo se confirmará pelo testemunho da carne e a prova da realidade da carne pelo testemunho do sangue. E para que reconheças a antiga figura do sangue no vinho, diz Isaías... Muito mais manifestamente o Gênesis, na bênção de Judá, de cuja tribo deveria provir a origem da carne de Cristo, já então esboçava a Cristo em Judá: 'Lavará - disse - em vinho as suas vestes e em sangue de uvas o seu manto', significando a estola e o manto a carne, e o vinho o sangue. Assim agora consagrou seu sangue no vinho aquele que então fez o vinho figura de seu sangue..." (Contra Marcião 4,40; cf. Kroymann, 559ss; OEHLER, 2,267s, ML 2,460 A-462A).

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Re: Heresias Católico-romanas durante 1650 anos

Mensagem por papista em Qui 23 Out 2008, 10:19 am

Missa ensinada por Pascácio Rodbert. Séc.IX, é aprovada no Concílio de Latrão 1215
Essa realmente não entendi. Pula.

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Re: Heresias Católico-romanas durante 1650 anos

Mensagem por papista em Qui 23 Out 2008, 10:30 am

Adoração da hóstia decretada pelo Papa Honório III. 1220

A origem da Solenidade do Corpo e Sangue de Cristo remonta ao século XII. A Igreja sentiu necessidade de realçar a presença real do "Cristo todo" no pão consagrado. Esta necessidade se aliava ao desejo do homem medieval de "contemplar" as coisas. Surgiu nesta época o costume de elevar a hóstia depois da consagração. Disseminava-se uma controvertida piedade eucarística, chegando ao ponto das pessoas irem à igreja mais "verem" a hóstia do que para participarem efetivamente da eucaristia
A Festa de Corpus Christi foi instituída pelo Papa Urbano IV com a Bula ‘Transiturus’ de 11 de agosto de 1264, para ser celebrada na quinta-feira após a Festa da Santíssima Trindade, que acontece no domingo depois de Pentecostes. O Papa Urbano IV foi o cônego Tiago Pantaleão de Troyes, arcediago do Cabido Diocesano de Liège na Bélgica, que recebeu o segredo das visões da freira agostiniana, Juliana de Mont Cornillon, que exigiam uma festa da Eucaristia no Ano Litúrgico.
Juliana nasceu em Liège em 1192 e participava da paróquia Saint Martin. Com 14 anos, em 1206, entrou para o convento das agostinianas em Mont Cornillon, na periferia de Liège. Com 17 anos, em 1209, começou a ter ‘visões’,
(que retratavam um disco lunar dentro do qual havia uma parte escura. Isto foi interpretado como sendo uma ausência de uma festa eucarística no calendário litúrgico para agradecer o sacramento da Eucaristia). Com 38 anos, em 1230, confidenciou esse segredo ao arcediago de Liège, que 31 anos depois, por três anos, será o Papa Urbano IV (1261-1264), e tornará mundial a Festa de Corpus Christi, pouco antes de morrer.
A ‘Fête Dieu’ começou na paróquia de Saint Martin em Liège, em 1230, com autorização do arcediago para procissão eucarística só dentro da igreja, a fim de proclamar a gratidão a Deus pelo benefício da Eucaristia. Em 1247, aconteceu a 1ª procissão eucarística pelas ruas de Liège, já como festa da diocese. Depois se tornou festa nacional na Bélgica.
A festa mundial de Corpus Christi foi decretada em 1264, 6 anos após a morte de irmã Juliana em 1258, com 66 anos. Santa Juliana de Mont Cornillon foi canonizada em 1599 pelo Papa Clemente VIII.
O decreto de Urbano IV teve pouca repercussão, porque o Papa morreu em seguida. Mas se propagou por algumas igrejas, como na diocese de Colônia na Alemanha, onde Corpus Christi é celebrada antes de 1270.
O ofício divino, seus hinos, a seqüência ‘Lauda Sion Salvatorem’ são de Santo Tomás de Aquino (1223-1274), que estudou em Colônia com Santo Alberto Magno. Corpus Christi tomou seu caráter universal definitivo, 50 anos depois de Urbano IV, a partir do século XIV, quando o Papa Clemente V, em 1313, confirmou a Bula de Urbano IV nas Constituições Clementinas do Corpus Júris, tornando a Festa da Eucaristia um dever canônico mundial. Em 1317, o Papa João XXII publicou esse Corpus Júris com o dever de levar a Eucaristia em procissão pelas vias públicas.
http://www.vivos.com.br/157.htm

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Re: Heresias Católico-romanas durante 1650 anos

Mensagem por papista em Qui 23 Out 2008, 12:14 pm

Proibição da bíblia aos leigos e colocada no índice de livros proibidos pelo Concílio de Valença. 1229
A igreja proibiu o uso da bíblia no vernáculo por causa das falsas traduções.

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Re: Heresias Católico-romanas durante 1650 anos

Mensagem por Convidad em Qui 23 Out 2008, 2:23 pm

papista escreveu:
Proibição da bíblia aos leigos e colocada no índice de livros proibidos pelo Concílio de Valença. 1229
A igreja proibiu o uso da bíblia no vernáculo por causa das falsas traduções.

desculpa esfarrapadissíma da Icar ; 1229 - o Concílio de Tolouse (França), o mesmo que criou a diabólica Inquisição, determinou: "Proibimos os leigos de possuírem o Velho e o Novo Testamento... Proibimos ainda mais severamente que estes livros sejam possuídos no vernáculo popular. As casas, os mais humildes lugares de esconderijo, e mesmo os retiros subterrâneos de homens condenados por possuírem as Escrituras devem ser inteiramente destruídos. Tais homens devem ser perseguidos e caçados nas florestas e cavernas, e qualquer que os abrigar será severamente punido." (Concil. Tolosanum, Papa Gregório IX, Anno Chr. 1229, Canons 14:2). Foi este mesmo Concílio que decretou a Cruzada contra os albigenses. Em "Acts of Inquisition, Philip Van Limborch, History of the Inquisition, cap. 08, temos a seguinte declaração conciliar: "Essa peste (a Bíblia) assumiu tal extensão, que algumas pessoas indicaram sacerdotes por si próprias, e mesmo alguns evangélicos que distorcem e destruíram a verdade do evangelho e fizeram um evangelho para seus próprios propósitos... (elas sabem que) a pregação e explanação da Bíblia é absolutamente proibida aos membros leigos".
1866 - O Papa Pio IX, em sua encíclica "Quanta cura", em 8 de dezembro de 1866, emitiu uma lista de oito erros sob dez diferentes títulos. Sob o título IV ele diz: "Socialismo, comunismo, sociedades clandestinas, sociedades bíblicas... pestes estas devem ser destruídas através de todos os meios possíveis". http://paginas.terra.com.br/educacao/histigreja/toulosemain.htm


aqui a prova de que não tinha nada a ver com as traduções , tanto que foram liberadas anos mais tarde : "..Esta disposição foi retirada pelo Concílio da Tarragona (Espanha) em 1233." http://www.universocatolico.com.br/content/view/368/149


e aqui o real motivo da proibição : Informamos no Capítulo 2, que durante muitos séculos os papas proibiram a tradução da Bíblia para os idiomas dos povos. A Edições Loyola (editora católica), publicou um livro que confessa que de fato isso ocorreu. Veja: “Convém lembrar que foi necessária a Reforma protestante, no século XVI, para que a Igreja católica romana permitisse a ‘popularização’ da Bíblia, tolerando que as Escrituras fossem lidas e estudadas em outras línguas vivas e não somente em latim” (“Preconceito Lingüístico”, de autoria do Doutor Marcos Bagno, 23 edição, abril de 2003, páginas 133-134).http://www.cacp.org.br/catolicismo/artigo.aspx?lng=PT-BR&article=108&menu=2&submenu=10


como se nota , os motivos de proibição eram muito mais abrangentes que os valdenses , e ulterior à reforma , como se percebe na citação de 1866 onde se manda 'destruir por todos os meios ,..... as sociedades bíblicas..' , a proibição não era relativa só às linguagens vertidas , tinha por preocupação os sacerdotes protestantes (diminuição do poder papal) , e visivelmente esta história é para boi-dormir, já que não se identifica nada de errado nas traduções , senão as corretas doutrinas bíblicas (exemplo do não jurar) que permanecem até hoje . Usando a mesma medida papal , teríamos que proibir (e matar, caçando-os onde os encontrar) , quem tivesse uma João ferreira , ou King James , e , pasme-se , até mesmo uma bíblia católica , que trás traduções muito semelhantes ...... Sad

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Re: Heresias Católico-romanas durante 1650 anos

Mensagem por papista em Qui 23 Out 2008, 5:58 pm

A IGREJA PROIBIU A LEITURA DA BÍBLIA?

Por José Augusto



Os protestantes serviram-se de um suposto impedimento da leitura do Texto-Sacro para advogar o Livre-Exame da Bíblia. Mas... alguma vez a Igreja romana proibiu a leitura do Texto Sacro? Abaixo, apresento trechos de um estudo de Dom Estevão Bittencourt nos ilustra profusamente a respeito do tema.

Até o século XVI



Por toda a Antigüidade o Livro Sagrado era recomendado à leitura dos cristãos. São Jerônimo (+420) é um dos mestres que melhor representam esta atitude pastoral, escrevendo a Eustóquio, filha de Santa Paula:



"Lê com freqüência e aprende o melhor que possas. Que o sono te encontre com o livro nas mãos e que a página sagrada acolha o teu rosto vencido pelo sono" (PL 22,404).



Na Idade Média apareceram correntes dualistas e heréticas que se valiam da Bíblia para apoiar suas concepções errôneas. Tal foi, por exemplo, o caso dos cátaros, avessos à matéria como se esta fosse, por si mesma, má. Em conseqüência, o Concílio de Tolosa (França) em 1229 proibiu o uso de traduções vernáculas da Bíblia. Esta disposição foi retirada pelo Concílio de Tarragona (Espanha) em 1233. A mesma proibição aparece num decreto do rei Jaime I da Espanha em 1235: "Ninguém possua em vernáculo os livros do Antigo e do Novo Testamento".



No século anterior, os Valdenses (de Pedro Valdo, Pierre de Vaux) apoiavam-se na Bíblia traduzida para o provençal a fim de negar o purgatório, o culto dos Santos, o serviço militar, o juramento...; só admitiam os sacramentos do Batismo, da Penitência e da Eucaristia. (...)



Eis por que o Concílio de Trento (1543-65) tomou medidas que preservassem os fiéis católicos dos males acarretados pelas proposições dos reformadores; assim:



Declarou autêntica (isenta de erros teológicos) a Vulgata latina, tradução devida a São Jerônimo (+420) e muito difundida entre os cristãos. Assim se dissiparia a confusão existente entre clérigos e leigos, que, em meio a múltiplas traduções, já não sabiam encontrar a pura mensagem bíblica. O Concílio não quis afirmar que a tradução da Vulgata é lingüisticamente perfeita, mas tomou uma providência necessária no século XVI;



Rejeitou o princípio do livre exame da Bíblia. Esta só pode ser entendida se iluminada por instâncias objetivas, especialmente pela Tradição, que o magistério da Igreja formula com a assistência do Espírito Santo;



Proibiu edições da Bíblia sem o nome do autor responsável pela edição. Proibiu também a difusão do texto bíblico sem a autorização do Bispo diocesano;



Estimulou o reflorescimento dos estudos bíblicos nos colégios, conventos e mosteiros.



O Concílio de Trento definiu mais uma vez o Cânon Bíblico incluindo o deuterocanônicos (Tobias, Judite, Sabedoria, Baruc, Eclesiástico, I e II Macabeus), como já o tinham feito os Concílios do século IV. A prova de que o Concílio nada inovou é que o próprio Lutero traduziu os deuterocanônicos para o alemão; com efeito, na sua edição da Bíblia datada de 1534 encontra-se o texto dos sete deuterocanônicos, assim como os fragmentos de Ester 10,4-16,24, de Daniel 3,24-90; 13,1-14,42 e ainda a "Oração de Manasses" (Oração que a Tradição cristã não incluiu no seu cânon). A persistência desses livros nas edições protestantes bem mostra que não foi o Concílio de Trento que os introduziu no catálogo bíblico, mas Lutero e a Tradição protestante os receberam na Tradição cristã medieval e antiga ou mesmo dos judeus de Alexandria. Foi somente no século XIX que as Sociedades Bíblicas protestantes deixaram de incluir nos seus exemplares da Bíblia os livros deuterocanônicos. (...)

No século XX



Em 1920, o Papa Bento XV quis comemorar o 15º centenário da morte de São Jerônimo publicando a encíclica Spiritus Paraclitus, na qual escreveu:



"Pelo que Nos toca, Veneráveis Irmãos, à imitação de São Jerônimo jamais deixaremos de exortar todos os fiéis cristãos a que leiam todos os dias principalmente os Santos Evangelhos de Nosso Senhor, os Atos e as epístolas dos Apóstolos, tratando de convertê-los em seiva do seu espírito e em sangue de suas veias" (Enquirídio Bíblico nº 477).



Quanto às disposições para bem aproveitar a leitura bíblica, o Pontífice as resumia nestes termos:



"Todo aquele que se aproxima da Bíblia com espírito piedoso, fé firme, ânimo humilde e sincero desejo de aproveitar, nela encontrará e poderá degustar o pão que desce dos céus".



A atitude de Bento XV representava algo de novo na Igreja posterior ao Concílio de Trento, mas estava na linha de conduta pastoral do Papa anterior, São Pio X. Pouco mais de dois decênios decorridos, o Papa Pio XII, na sua encíclica Divino Afflante Spiritu, recomendava por sua vez a difusão da Bíblia entre os fiéis:



"Os prelados favoreçam e prestem ajuda às piedosas associações cuja finalidade é difundir entre os fiéis os exemplares das Sagradas Letras, principalmente dos Evangelhos, e procurem que nas famílias cristãs se faça ordenada e santamente a leitura diária das mesmas; recomendem eficazmente a Santa Escritura traduzida para as línguas vernáculas com a aprovação da Igreja"



A orientação dos Pontífices foi assumida pelo Concílio do Vaticano II (1962-65), especialmente em sua Constituição Dei Verbum, c.6, que trata da Sagrada Escritura na vida da Igreja: um forte estímulo aí é dado à frequentação cotidiana da Escritura por parte dos fiéis, como também à difusão do texto sagrado em línguas vernáculas:



"Este Sagrado Concílio exorta com ardor e insistência todos os fiéis, mormente os Religiosos, a que aprendam a eminente ciência de Jesus Cristo (Filipenses 3,8) mediante a leitura freqüente das Divinas Escrituras, porque a ignorância das Escrituras é ignorância de Cristo. Debrucem-se, pois, gostosamente sobre o texto sagrado, quer através da Sagrada Liturgia, rica de palavras divinas, quer pela leitura espiritual, quer por outros meios que se vão espalhando..., com a aprovação e o estímulo dos pastores da Igreja. Lembrem-se, porém, de que a leitura da Sagrada Escritura deve ser acompanhada da oração, para que seja possível o colóquio entre Deus e o homem; com Ele falamos quando rezamos; a Ele ouvimos quando lemos os divinos oráculos.



Compete aos sagrados pastores, depositários da doutrina apostólica, instruir oportunamente os fiéis que lhes foram confiados, no reto uso dos livros divinos, de modo particular do Novo Testamento, e sobretudo nos Evangelhos. E isto por meio de traduções dos textos sagrados, que devem ser acompanhados de notas necessárias e verdadeiramente suficientes para que os filhos da Igreja se familiarizem de modo seguro e útil com a Sagrada Escritura e se embebam do seu Espírito" (nº 25).

Com se vê, não poderia ser mais favorável ao uso da Sagrada Escritura a atitude da Igreja contemporânea. As palavras de São Jerônimo (+420) tornaram-se norma da autoridade eclesiástica. As restrições foram impostas não ao texto latino, mas às traduções vernáculas, em virtude de fatores contingentes; a Igreja, como Mãe e Mestra, sente o dever de zelar pela conservação incólume da fé a Ela entregue por Cristo e ameaçada pelas interpretações pessoais de inovadores da pregação; eis por que lhe pareceu oportuno reservar o uso da Bíblia a pessoas de sólida formação cristã nos séculos em que as heresias pretendiam apoiar no texto sagrado as suas proposições perturbadoras. É, pois, para desejar que os estudiosos entendam os porquês da atitude da Igreja no século XVI-XIX e hoje se sintam convidados a difundir a Sagrada Escritura em comunhão com a Igreja e a Santa Tradição.
http://www.veritatis.com.br/article/288

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Re: Heresias Católico-romanas durante 1650 anos

Mensagem por Convidad em Qui 23 Out 2008, 6:33 pm

"Proibimos os leigos de possuírem o Velho e o Novo Testamento... Proibimos ainda mais severamente que estes livros sejam possuídos no vernáculo popular. As casas, os mais humildes lugares de esconderijo, e mesmo os retiros subterrâneos de homens condenados por possuírem as Escrituras devem ser inteiramente destruídos. Tais homens devem ser perseguidos e caçados nas florestas e cavernas, e qualquer que os abrigar será severamente punido." (Concil. Tolosanum, Papa Gregório IX, Anno Chr. 1229, Canons 14:2)


o próprio texto se desmente papista , primeiramente houve a proibição de TODAS as bíblias , depois com o concílio de 33 , foram liberadas as bíblias , EXCETO as vernáculas (cf seu próprio texto) .

- o motivo REAL não foi nada de heresias pelo vernáculo , basta ver na sua bíblia que Jesus ensina - NÃO JURES ! , portanto as bíblicas vernáculas foram liberadas como estavam , e hoje vocês usam as traduções semelhantes nos quesitos apontados .

- dizer que em alguns períodos a leitura foi incentivada , não elimina os períodos em que deu até morte possuir uma bíblia .

- não foi abordada a confissão da editora loyola , e outra decisão papal para caçar as 'sociedades bíblicas' , centenas de anos depois do concílio de tolouse .

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Re: Heresias Católico-romanas durante 1650 anos

Mensagem por papista em Sex 24 Out 2008, 11:26 am

Como a mentira não pode imperar em qualquer fórum aí vai o que o Papa Inocêncio III:
Primeiro:
Pope Innocent III stated in 1199:

... to be reproved are those who translate into French the Gospels, the letters of Paul, the psalter, etc. They are moved by a certain love of scripture in order to explain them clandestinely and to preach them to one another. The mysteries of the faith are not to explained rashly to anyone. Usually in fact, they cannot be understood by everyone but only by those who are qualified to understand them with informed intelligence. The depth of the divine scriptures is such that not only the illiterate and uninitiated have difficulty understanding them, but also the educated and the gifted (Denzinger-Schönmetzer, Enchiridion Symbolorum 770-771)

Agora o concílio de Tolosa:

We prohibit also that the laity should be permitted to have the books of the Old or New Testament; unless anyone from motive of devotion should wish to have the Psalter or the Breviary for divine offices or the hours of the blessed Virgin; but we most strictly forbid their having [size=24]any translation of these books.

Em suma, é proibido ter os livro do AT ou NT, exceto por devoção aos salmos ou breviário da Virgem, nós proibimos ter alguma tradução desses livros. Logo, é o que está explícito. Os mentirosos omitem as partes com reticências.

A verdade continua...

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Re: Heresias Católico-romanas durante 1650 anos

Mensagem por papista em Sex 24 Out 2008, 5:15 pm

O Escapulário inventado por Simão Stock, um monge inglês. 1251
Isso já foi uma correção de uma bobagem que postaram. A data agora está correta.

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Re: Heresias Católico-romanas durante 1650 anos

Mensagem por papista em Sex 24 Out 2008, 5:49 pm

É proibido ao povo o uso do vinho da comunhão no Concílio de Constança. 1414
Sinceramente, não consegui achar essa proibição nas atas do concílio, se alguém puder ajudar:

http://www.newadvent.org/cathen/04288a.htm

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Re: Heresias Católico-romanas durante 1650 anos

Mensagem por Convidad em Sex 24 Out 2008, 9:43 pm

papista escreveu:Como a mentira não pode imperar em qualquer fórum aí vai o que o Papa Inocêncio III:
Primeiro:
Pope Innocent III stated in 1199:

... to be reproved are those who translate into French the Gospels, the letters of Paul, the psalter, etc. They are moved by a certain love of scripture in order to explain them clandestinely and to preach them to one another. The mysteries of the faith are not to explained rashly to anyone. Usually in fact, they cannot be understood by everyone but only by those who are qualified to understand them with informed intelligence. The depth of the divine scriptures is such that not only the illiterate and uninitiated have difficulty understanding them, but also the educated and the gifted (Denzinger-Schönmetzer, Enchiridion Symbolorum 770-771)

Agora o concílio de Tolosa:

We prohibit also that the laity should be permitted to have the books of the Old or New Testament; unless anyone from motive of devotion should wish to have the Psalter or the Breviary for divine offices or the hours of the blessed Virgin; but we most strictly forbid their having [size=14]any translation of these books.

Em suma, é proibido ter os livro do AT ou NT, exceto por devoção aos salmos ou breviário da Virgem, nós proibimos ter alguma tradução desses livros. Logo, é o que está explícito. Os mentirosos omitem as partes com reticências.

A verdade continua...




papista , se a mentira não pode prosperar , porque você a ajuda a continuar ???
já estava bem claro na declaração conciliar de tolouse , proibiam TODOS , e ESPECIALMENTE (o que significa com mais enfase) os de língua vernácula , e agora você veio só me confirmar , e confirmar o que já estava claramente escrito :

na citação (a) acima , fica patente que :
-o motivo não é a tradução (como eu disse) , e sim a vontade da Icar de não dar bíblia ao povo , tanto que o papa justifica a todo o momento a 'dificuldade de interpretação pela profundidade da bíblia' , em momento algum pondo em dúvida a tradução vernácula . Salvo se você achar um texto complementar , só fez me confirmar .

na citação (b) acima , fica confessado que :
- TODAS as traduções são proibidas (confessado por você , e por sua fonte) , novamente somente confirma o que eu disse , e o que está claramente escrito na fonte do concílio , ou seja a icar simplesmente não queria que o povo aprendesse diretamente da bíblia , não tinha nada a ver com a tradução , que foi mera desculpa , tanto porque proibiram todas as traduções , quanto porque até hoje , como não foi comentado , se usa na bíblia católica , o equivalente a estas traduções .

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Re: Heresias Católico-romanas durante 1650 anos

Mensagem por papista em Sab 25 Out 2008, 1:02 pm

Eu já entendi sua estratégia. Só vou responder por fim a tudo. Basta todos repararem que o que está se criticando, em primeira instância, é a tradução dos textos no vernáculo. O entendimento dos ignorantes não precisa ser necessário esse papa citar, pois o primeiro, Pedro, já afirmara sobre a particular interpretação das escrituras. No final volto para esse ponto.

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Re: Heresias Católico-romanas durante 1650 anos

Mensagem por Convidad em Sab 25 Out 2008, 4:12 pm

não há estratégia , há FATOS !

o fato aqui , ululantemente claro , é que TODAS as traduções foram proibidas , e até hoje a icar usa traduções que são totalmente similares às vernáculas da época nas questões apresentadas , prova cabal de que queriam tão somente eliminar o direito do povo ler a bíblia .

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Re: Heresias Católico-romanas durante 1650 anos

Mensagem por papista em Sab 25 Out 2008, 6:10 pm

Caros foristas, quando digo que esse rapaz não sabe articular as idéias não é devaneio, Ele primeiro dizia que não se tratava de tradução, mas de proibição da bíblia. Eu havia dito:
A igreja proibiu o uso da bíblia no vernáculo por causa das falsas traduções
Tanto que ele citou aquele texto deturpado:

"Proibimos os leigos de possuírem o Velho e o Novo Testamento... Proibimos ainda mais severamente que estes livros sejam possuídos no vernáculo popular.

Vejam a "articulação" feita:

aqui a prova de que não tinha nada a ver com as traduções , tanto que foram liberadas anos mais tarde

e visivelmente esta história é para boi-dormir, já que não se identifica nada de errado nas traduções , senão as corretas doutrinas bíblicas (exemplo do não jurar) que permanecem até hoje .

Insisti no fato da tradução com um texto do site Veritatis. Ele continuou:

primeiramente houve a proibição de TODAS as bíblias , depois com o concílio de 33 , foram liberadas as bíblias , EXCETO as vernáculas (cf seu próprio texto) .
o motivo REAL não foi nada de heresias pelo vernáculo , basta ver na sua bíblia que Jesus ensina - NÃO JURES ! , portanto as bíblicas vernáculas foram liberadas como estavam , e hoje vocês usam as traduções semelhantes nos quesitos apontados .
Agora, depois da citação completa do concílio o texto mudou:
papista , se a mentira não pode prosperar , porque você a ajuda a continuar ???
já estava bem claro na declaração conciliar de tolouse , proibiam TODOS , e ESPECIALMENTE (o que significa com mais enfase) os de língua vernácula

E agora muda radicalmente:
o fato aqui , ululantemente claro , é que TODAS as traduções foram proibidas , e até hoje a icar usa traduções que são totalmente similares às vernáculas da época nas questões apresentadas , prova cabal de que queriam tão somente eliminar o direito do povo ler a bíblia .
Coisa afirmada por mim anteriormente. Não que a igreja proibiu a leitura da bíblia. Proibiu se ter o NT e AT no vernáculo. E sobre as traduções. Amigo, faça-me o favor. A tradução de Lutero deturpou o texto de Romanos acrescentando um "só" na frase: "o justo viverá pela fé" para colaborar as suas heréticas doutrinas. E até hoje a tradução João Ferreira de Almeida ainda é diferente das católicas. Tradução que já foi revista, corrigida, atualizada e você encontra ainda muitas inconsistências e acréscimos.

Tenho dito... (volto ao tema, porque devo continuar mostrando os erros de datação dos mentirosos.)

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Re: Heresias Católico-romanas durante 1650 anos

Mensagem por papista em Sab 25 Out 2008, 6:13 pm

O Purgatório proclamado como um dogma pelo Concílio de Florença. 1439
O purgatório sempre foi doutrina católica e até antes nós encontramos no livro de Macabeus alusão a essa realidade. Ainda o próprio judaísmo admite o purgatório:

Como o judaísmo explica o conceito de Paraíso, Purgatório e Inferno? Que fim terão os pecadores?
R: O ser humano é a única criatura da obra Divina dotada de livre arbítrio. D'us lhe deu a possibilidade de optar entre praticar o bem e o mal. Porém, D'us condicionou sua escolha com a devida conseqüência, como consta na Torá: "Vê que hoje pus diante de ti a vida e o bem, e a morte e o mal..." Ou seja, ao fazer o bem recebemos a vida; ao praticarmos o mal ocorre o contrário.
Nossos sábios explicam que "vida e morte" citadas no versículo não têm apenas o significado literal. Vida significa a recompensa, e morte, o castigo. Qual é a recompensa pelo cumprimento das mitsvot, simbolizada pela vida? No Talmud, nossos sábios afirmam que não existe recompensa suficiente para uma mitsvá neste mundo material, somente no Mundo Vindouro. Mas várias vezes encontramos na Torá referências a recompensas físicas pelo cumprimento de certas mitsvot; há várias interpretações para estas recompensas.
Maimônides, em suas leis sobre teshuvá, retorno, explica que a principal recompensa para as mitsvot é o Paraíso, para onde se dirigem as almas após a morte. Esta é chamada a verdadeira e eterna vida, aludindo ao versículo acima e é a explicação do dito talmúdico que afirma que "os justos, mesmo após a morte, são chamados de vivos".
Com relação à recompensa material, Maimônides explica que esta não é a recompensa definitiva; é apenas um meio para ajudar no cumprimento das mitsvot, como consta na Ética dos Pais: "Todo aquele que cumpre Torá em pobreza, finalmente a cumprirá em riqueza." Isto quer dizer que, ao homem que se dedica ao estudo de Torá e cumprimento das mitsvot, D'us dará condições materiais para que possa cumprir Torá com mais tranqüilidade. Ou seja, as recompensas materiais são apenas uma ajuda para trilhar o caminho do bem.
Já Nachmânides explica, e assim também é a visão da Chassidut, que a recompensa do Paraíso ainda não é o objetivo final. A recompensa definitiva será a Ressurreição dos Mortos, que ocorrerá após a Era Messiânica. O Paraíso, chamado Gan Êden, é onde ficam as almas que esperam o momento da Ressurreição.
O Guehinom, traduzido como Inferno ou [size=24][size=9]Purgatório, é um dos estágios de purificação e expiação para as almas que, ao se despedirem deste mundo, não estão aptas a entrar no Paraíso. O judaísmo, à luz da Chassidut, não considera o castigo como um objetivo por si. É apenas um meio para purificar a alma, preparando-a para um nível superior, a exemplo de um micvê, banho ritual, que purifica um impuro, dando-lhe um estado mais elevado.Porém, tudo isto não pode ser chamado de verdadeira recompensa para as mitsvot, preceitos. O Talmud afirma: "A recompensa da mitsvá é a [própria] mitsvá." Ou seja, nada pode recompensar a mitsvá mais do que seu próprio cumprimento.
A Chassidut explica que a palavra mitsvá vem do radical "tsavtá", que significa união. Isto quer dizer que a maior recompensa da mitsvá é a união com D'us proveniente dela. Este é o verdadeiro contexto de "vida", como aparece em outro versículo da Torá: "E vós que aderis a Hashem, vosso D'us, estais todos vivos hoje." Neste contexto, aquele que transgride as leis da Torá, se afasta de D'us e até fazer teshuvá (arrepender-se do passado), está temporariamente ligado com o contrário da vida.
Entre os chassidim, narra-se que, de vez em quando, em suas ascensões espirituais, o Alter Rebe (Primeiro Rebe de Chabad), costumava exclamar: "D'us, não quero Teu Paraíso, nem Teu Mundo Vindouro. Quero apenas a Ti."

Fonte: site Yom Kipur


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