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O Messias e a Cruz

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O Messias e a Cruz

Mensagem por Ed em Qui 15 Out 2009, 6:36 am

O Messias e a Cruz (Parte 1)

(Mal-entendidos comuns)

A vinda do Messias tem sido a grande esperança do povo judeu, desde o início [de sua história]. A palavra “Messias” significa “Ungido” e o vocábulo equivalente em Grego é “Cristo”. No Velho Testamento, os sacerdotes (Levítico 4:3; 8:12; Salmo 105:15) e os reis (1 Samuel 15:1; 24:7-11; 1 Reis 1:34; Daniel 9:24-26) são apresentados como pessoas “ungidas”. No 1 Reis 19:16, temos a unção para o ofício de profeta. O Messias de Israel deveria incorporar os três ofícios: profeta, sacerdote e rei. Desse modo, ele seria o exclusivo “Ungido”. Embora “Cristo” seja apenas a forma grega para “Messias”, os judeus parecem considerar esta palavra como uma ofensa especial, talvez por terem sofrido tanto ódio e perseguição por muitos que se autodenominam “cristãos”.

Nem Jesus nem os Seus discípulos usaram este termo, o qual era desconhecido no seu tempo. Os judeus podem ficar surpresos, quando souberem que os seguidores de Jesus foram chamados “cristãos”, pela primeira vez, em Antioquia (Atos 11:26) e que este termo continha um rótulo de zombaria e perseguição.

Mais cristãos do que judeus foram assassinados pela Igreja Católica. Esta declaração deve surpreender os judeus. Por que estes cristãos foram mortos pelos católicos? Porque os verdadeiros cristãos [não católicos], devido ao seu amor pelo Messias, sempre recusaram lealdade aos papas, tendo rejeitado as falsas doutrinas da Igreja Católica. Por causa desta recusa, eles foram assassinados aos milhares de milhares, durante séculos, [antes e] depois da Reforma Protestante. Tanto os judeus como os cristãos bíblicos foram vitimados nas inquisições, um horror do qual a ICAR jamais se arrependeu.

Recentemente, antes de sua morte, Ted Kennedy, um devoto católico romano, escreveu uma carta ao papa atual, pedindo oração, a ele se dirigindo como “Santíssimo Padre”. Os verdadeiros cristãos consideram este título uma abominação. Jesus ensinou os Seus discípulos a orar assim: “Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome”. Ele também admoestou os Seus discípulos: “E a ninguém na terra chameis vosso pai, porque um só é o vosso Pai, o qual está nos céus” (Mateus 6:9 e 23:9).

Os papas têm usurpado esta posição e os católicos romanos, ignorando a ordem de Cristo, têm dado, voluntariamente, aos papas, o título de “Pai” e ainda se ajoelham diante deles.

A história registra que muitos papas têm sido contados entre os vilões mais abomináveis que o mundo já viu e, mesmo assim, eles foram honrados como “sucessores do apóstolo Pedro”. Tragicamente, Madre Teresa, seguindo o exemplo dos papas, olhava para a Igreja, e especialmente para Maria, em busca de respostas e de salvação, em vez de olhar somente para Jesus (Hebreus 12:2). O rosário nunca saiu de suas mãos e, mesmo assim, ela temia a hora da morte, achando que não entraria no céu.

Jesus tem sido sempre retratado como um bebê nos braços de Maria e aparece do mesmo modo nas [supostas] proclamadas aparições de Maria, as quais passam a ser honradas nos santuários em muitos países. Somente na França, existem quase mil santuários dedicados a Maria. Por mais que alguém buscasse, por muito tempo, jamais iria encontrar mais que alguns poucos santuários dedicados a Jesus.

Muitos soldados partiram para as primeiras cruzadas, motivados pela promessa feita pelo Papa Urbano II de uma imediata entrada no céu, sem passar pelo purgatório, caso morressem exterminando os judeus em Jerusalém. Em 1096, nem um só dos 1.600 judeus, que viviam em Worms, Alemanha, sobreviveu, quando os cruzados passaram por aquela cidade. Quase metade deles foi caçada dentro de suas próprias casas e nas ruas. Os 800 que fugiram para o palácio do bispo receberam abrigo temporário, sob a condição de se converterem, através do batismo católico. Todos eles se suicidaram, rejeitando a conversão. No processo de libertar Jerusalém, os judeus foram caçados nas sinagogas, as quais eram incendiadas [a portas trancadas] e os que estavam dentro delas eram incinerados.

Infelizmente, existem cristãos que negam que o Messias tivesse vindo para ser o Salvador de todos. Eles parecem ignorar o que João Batista falou em João 1:29: “Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo”. Ignoram também a mensagem dos anjos, no dia do nascimento do Messias: “Não temais, porque eis aqui vos trago novas de grande alegria, que será para todo o povo” (Lucas 2:10).

Jesus pregou as boas novas, conforme o Velho Testamento, aproveitando alguns eventos da história de Israel como ilustrações. Ele apresentou os versos mais amados do Novo Testamento, em João 3:16: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” como uma ilustração de Números 21:8-9: “Faze-te uma serpente ardente, e põe-na sobre uma haste; e será que viverá todo o que, tendo sido picado, olhar para ela. E Moisés fez uma serpente de metal, e pô-la sobre uma haste; e sucedia que, picando alguma serpente a alguém, quando esse olhava para a serpente de metal, vivia”.

Havia acontecido uma insurreição contra Moisés e Arão, entre os filhos de Israel [na travessia do deserto]. Como castigo, Deus mandou “serpentes ardentes” para picá-los. O remédio foi Moisés fabricar uma serpente de bronze idêntica às “serpentes ardentes” e colocá-la sobre uma haste, onde todos pudessem vê-la. Qualquer pessoa que fosse picada pelas “serpentes ardentes” deveria olhar para a serpente de bronze, a fim de ser curada.

As “serpentes ardentes” eram um tipo de pecado e de Satanás, ao mesmo tempo. Cada pessoa humana foi picada por ambos: “Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus” (Romanos 3:23). Mas Cristo foi levantado na cruz e aconteceu o que lemos em Romanos 6:23 “Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus nosso Senhor”. Esta ilustração é dificilmente entendida. Por que Cristo foi levantado na cruz [haste], que representa tanto o pecado como Satanás? A reposta está na 2 Coríntios 5:21: “Àquele que não conheceu pecado, o fez pecado por nós; para que nele fôssemos feitos justiça de Deus”. Sabemos que Jesus era totalmente isento de pecado. Mas Ele Se tornou em pecado por amor de nós.

Como poderia João Batista ter dito: “Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo” (João 1:29), senão através da morte, sepultamento e ressurreição de Jesus, o meio pelo qual Satanás - o dragão, a serpente - seria destruído? Lemos sobre sua derrota final e a derrota dos seus anjos, em Apocalipse 12:7-11: “E houve batalha no céu; Miguel e os seus anjos batalhavam contra o dragão, e batalhavam o dragão e os seus anjos; mas não prevaleceram, nem mais o seu lugar se achou nos céus. E foi precipitado o grande dragão, a antiga serpente, chamada o Diabo, e Satanás, que engana todo o mundo; ele foi precipitado na terra, e os seus anjos foram lançados com ele. E ouvi uma grande voz no céu, que dizia: Agora é chegada a salvação, e a força, e o reino do nosso Deus, e o poder do seu Cristo; porque já o acusador de nossos irmãos é derrubado, o qual diante do nosso Deus os acusava de dia e de noite. E eles o venceram pelo sangue do Cordeiro e pela palavra do seu testemunho; e não amaram as suas vidas até à morte”.

Aquela serpente sobre a haste não significava que Satanás fosse o co-redentor do mundo [N.T.: Conforme erroneamente apregoa a teologia da Palavra da Fé]. ... Satanás não esteve sobre a cruz, mas ele seria destruído pela morte do Messias.

Sobre o Messias, em Isaías 42:2-3 foi profetizado: “Não clamará, não se exaltará, nem fará ouvir a sua voz na praça. A cana trilhada não quebrará, nem apagará o pavio que fumega; com verdade trará justiça”. Jesus citou esta passagem e acrescentou: “E no seu nome os gentios esperarão”. (Mateus 12:21). Jesus não estava proibindo as pregações nas ruas. Eu mesmo já preguei algumas vezes na Wall Street, em Nova York, em vários lugares, onde poderia ser que eu estivesse “deitando pérolas aos porcos” (Mateus 7:6), visto como os transeuntes tinham suas mentes voltadas para tudo, exceto para o Evangelho. Mesmo assim, quem sabe se em algumas daquelas mentes a semente da Palavra de Deus pode ter criado raízes?

Jesus não veio começar uma cruzada. O Evangelho não deve ser forçado a pessoa alguma. Infelizmente, esforços especiais para pregar o Evangelho têm sido, constantemente, chamados de “cruzadas”, inclusive nos dias de hoje. Nenhuma palavra mais pobre poderia ter sido escolhida para a difusão das boas novas do Evangelho de Jesus, o Messias dos judeus, os quais a Escritura declara que têm a prioridade de recebê-lo. Em vez de se usar esta palavra ofensiva - “cruzadas” - nos esforços especiais de pregação do Evangelho, deveriam ser usados termos como “campanhas”, “apresentações”, ou outros, a fim de esclarecer que não estamos seguindo o exemplo dos cruzados católicos enviados pelos papas. Precisamos evitar qualquer mal-entendido sobre um relacionamento que poderia atrapalhar a difusão das boas novas no mundo.

Paulo disse em Gálatas 6:14: “Mas longe esteja de mim gloriar-me, a não ser na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, pela qual o mundo está crucificado para mim e eu para o mundo”. A ênfase de Paulo é colocada claramente sobre Aquele que foi crucificado e não no meio pelo qual Ele foi morto. Como é possível que tantas pessoas enfatizem a cruz (física), em vez dAquele que morreu sobre ela? A ICAR aumenta esta confusão, com o uso do crucifixo, no qual Jesus vive eternamente pendurado. A própria cruz, em vez de se levar em conta o que aconteceu sobre ela, há 20 séculos, tem se tornado, cada vez mais, o foco das atenções. O poder da cruz não repousa em sua exposição, mas na pregação sobre Quem morreu sobre ela. Nossa pregação nada tem a ver com a cruz, mas com o que Paulo nos diz sobre o nosso Salvador morrendo na mesma, na 1 Coríntios 15:1-4: “Também vos notifico, irmãos, o evangelho que já vos tenho anunciado; o qual também recebestes, e no qual também permaneceis. Pelo qual também sois salvos se o retiverdes tal como vo-lo tenho anunciado; se não é que crestes em vão. Porque primeiramente vos entreguei o que também recebi: que Cristo morreu por nossos pecados, segundo as Escrituras, e que foi sepultado, e que ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras”. [N.T.: Sem a ressurreição, a cruz teria sido apenas um instrumento de fracasso e maldição]. É lamentável ver cristãos exibindo uma cruz pendurada no pescoço, ignorando totalmente que ela não foi o instrumento de nossa salvação, mas apenas o meio pelo qual o Salvador morreu, conforme fora predito ao longo do Salmo 22. A cruz nada tem a ver com a nossa redenção. O essencial foi o derramamento do sangue de Cristo e Sua morte, conforme fora profetizado no Velho Testamento. Levítico 17:11 diz “porquanto é o sangue que fará expiação pela alma”... e Hebreus 9:22 diz “sem derramamento de sangue não há remissão”.

Na Última Ceia, Jesus ofereceu pão e vinho aos Seus discípulos, ordenando: “Fazei isto em memória de mim”. (Lucas 22:19-20). Os evangélicos têm usado diversos meios para obedecer este mandamento. Alguns o fazem semanalmente, outros mensalmente, outros cada quatro meses e outros, anualmente. Geralmente, isto é feito depois do sermão, nos cultos de Domingo, com pouco tempo de pregação, para meditação e oração em memória de Jesus. Às vezes, tais atos são feitos, equivocadamente, como se tivessem um valor em si mesmos. Depende da consciência de cada um como isso deve ser feito; porém, é raro encontrar um crente [evangélico] que o faça, a não ser como um memorial.

Nosso tópico é “O Messias e a Cruz”, não “A Cruz e o Messias”. Os açoites, o abuso e a zombaria que Jesus sofreu nas mãos dos malignos soldados romanos que O flagelaram, dificilmente poderiam ser o instrumento de Deus para castigar os pecados do mundo, conforme é retratado no filme “A Paixão de Cristo”. Isaías 53:10 diz: “Todavia, ao SENHOR agradou moê-lo, fazendo-o enfermar...”. Obviamente, o filme não poderia retratar o fato de que não foram os sofrimentos físicos de Jesus que nos deram salvação. O que o homem fez contra o Messias não poderia salvá-lo, mas aumentar a nossa condenação. Desde que Eva acreditou na mentira da serpente [N.T.: que se ela comesse do fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal, seria igual a Deus], seus descendentes se tornaram materialistas. O materialismo tem dominado tudo em que o homem toca. Ele transforma o amor em luxúria. Os seres humanos pensam que a felicidade e as riquezas tornam a vida digna. As vidas de muitos homens e mulheres são consumidas na aquisição de coisas físicas e do dinheiro que as compra. Jesus disse que a vida do homem não consiste dos bens que ele possui, e Paulo disse que o amor ao dinheiro é a raiz de toda espécie de males. O que Ele condenou [através do apóstolo Paulo] foi “o amor ao dinheiro” (Atos 20:35).

O materialismo e as observâncias religiosas têm pervertido o Evangelho. Isto é particularmente verdadeiro com o Catolicismo Romano, grande parte do qual envolve atos e objetos físicos: batismo, relíquias, estatuas, vestes, etc. O pão e o vinho da comunhão, os quais são apenas símbolos do corpo e sangue de Jesus, através da transubstanciação católica, se transformam, supostamente, no corpo e sangue físicos de Jesus.

Para os católicos, o batismo é outro ato físico, o qual “confere” a salvação, embora esta, na verdade, seja conseguida através de um ato do coração, conforme Romanos 10:9: “Se com a tua boca confessares ao Senhor Jesus, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo”. Os católicos “conduzem os convertidos ao céu” pela água do batismo. Também, alguns protestantes pensam que o batismo deve ser feito através da aspersão de água sobre a cabeça e que ele pode ser administrado às crianças. As “Irmãs de Misericórdia” de Madre Teresa tornaram-se conhecidas por colocarem um pano molhado sobre as testas dos pacientes agonizantes, murmurando uma oração, a qual supostamente perdoa os seus pecados, permitindo-lhes, através da morte, uma franca entrada no céu. [N.T.: Muitos pastores evangélicos interpretam erroneamente a passagem de Efésios 5:26, que diz: “Para a santificar, purificando-a com a lavagem da água, pela palavra”. Aqui, Paulo esclarece que a água é a Palavra de Deus, que lava e purifica a nossa mente].

Este “caminho para o céu” [através do batismo] foi forçado a muitas pessoas, sob pena de morte, durante as inquisições. O Catolicismo Romano foi difundido através da América Latina com o uso da espada. Numa acalorada discussão, quando Cortez censurou o chefe Asteca Montezuma, por oferecer sacrifícios humanos, este, com um admirável insight, respondeu: “Pelo menos nós não comemos a carne do nosso deus!”. Os espanhóis dizimaram milhares de astecas, na tentativa de forçá-los a se submeter ao batismo católico.

Nem é preciso ir tanto para o Sul, pois no México já podemos ver os efeitos do Catolicismo Romano em seu contínuo domínio da América Latina. Quando os evangélicos tentam levar o Evangelho à América Latina, continuam encontrando uma drástica oposição da parte dos padres católicos, em cada pequena ou grande cidade.

O senso comum reconhece que forçar alguém a “crer” em alguma coisa é um esforço inútil. Existe um provérbio popular que diz: “Um homem convencido à força continua com a mesma opinião”. Contudo, no Islamismo, a força é o principal meio de “conversão”. Maomé sempre se gloriava de que para se tornar muçulmano ninguém precisava crer.

O Messias dizia simplesmente aos judeus e gentios: “Sigam-me”, um convite que pode ser aceito ou rejeitado. A Bíblia termina com esta graciosa oferta: “Quem quiser, venha” (Apocalipse 22:17). O Messias veio ao mundo através de Israel e não força coisa alguma a quem quer que seja. Qualquer pessoa é livre para escolher entre o céu e o inferno. [O Messias] Jesus pagou a penalidade do pecado de toda a humanidade, mas este pagamento só funciona para quem crê e recebe o Seu sacrifício em favor de si mesmo. Infelizmente, a maioria dos judeus continua recusando a oferta de salvação que Deus lhes faz através do Messias prometido.


TBC, Outubro 2009 - “The Messiah & The Cross” - Part 1.

Dave Hunt/Mary Schultze, 10/10/2009.


Porque nós não somos, como muitos, falsificadores da palavra de Deus, antes falamos de Cristo com sinceridade, como de Deus na presença de Deus 2Co 2:17

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