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A falibilidade dos periódicos científicos

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Re: A falibilidade dos periódicos científicos

Mensagem por dedo-duro em Qua Nov 11, 2009 8:48 pm

darkshi escreveu:
dedo-duro escreveu:.
Explosoões de Supernovas não são obras de um projetista inteligente. Se ja´ve existe (hahaha) ele fez as coisas pelo jeito difícil.

Porque não?

Somo dois e dois para você.

É como construir um carro, tomando como primeira medida a explosão do posto de gasolina.

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Re: A falibilidade dos periódicos científicos

Mensagem por Tupac em Qui Nov 12, 2009 7:40 am

What about an example please?
Criacionismo
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Re: A falibilidade dos periódicos científicos

Mensagem por Fabris em Qui Nov 12, 2009 8:20 am

Eduardo escreveu:Revistas científicas e sua falibilidade


Publicar artigo científico numa conceituada revista com revisão por pares (peer review) é a glória para qualquer cientista, afinal, como diz a máxima: "Publish or perish" (publique ou pereça). Mas o que quase não se comenta é que é relativamente comum publicações desse naipe receberem e publicarem imagens manipuladas no Photoshop, conforme matéria publicada na Nature. Além disso, reportagem publicada ontem na mesma revista dá conta de que resultados científicos do passado, que sofreram a famosa revisão por pares, estão sendo agora questionados. Lamentavelmente, essas mesmas revistas rejeitam artigos que "cheirem" a criacionismo ou design inteligente pelo simples fato de não se encaixarem na ótica do naturalismo filosófico.

Leia também: "Sociólogo banca o físico e ilude cientistas"
Mais cheiração de cola do Enézio.

Convenientemente ele esquece de mencionar que é a ciência (e não a filosofia, a sociedade, religiões, pseudocientistas e outros que tais) que localiza e corrige esses erros, justamente utilizando o processo de revisão por pares.
Se um cientista publicar qualquer besteira, toda a sociedade não científica engole bonitinho as mentiras, até que outro cientista as desminta.

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Re: A falibilidade dos periódicos científicos

Mensagem por Convidad em Qui Nov 12, 2009 11:43 am

Fabris escreveu:
Eduardo escreveu:Revistas científicas e sua falibilidade


Publicar artigo científico numa conceituada revista com revisão por pares (peer review) é a glória para qualquer cientista, afinal, como diz a máxima: "Publish or perish" (publique ou pereça). Mas o que quase não se comenta é que é relativamente comum publicações desse naipe receberem e publicarem imagens manipuladas no Photoshop, conforme matéria publicada na Nature. Além disso, reportagem publicada ontem na mesma revista dá conta de que resultados científicos do passado, que sofreram a famosa revisão por pares, estão sendo agora questionados. Lamentavelmente, essas mesmas revistas rejeitam artigos que "cheirem" a criacionismo ou design inteligente pelo simples fato de não se encaixarem na ótica do naturalismo filosófico.

Leia também: "Sociólogo banca o físico e ilude cientistas"
Mais cheiração de cola do Enézio.

Convenientemente ele esquece de mencionar que é a ciência (e não a filosofia, a sociedade, religiões, pseudocientistas e outros que tais) que localiza e corrige esses erros, justamente utilizando o processo de revisão por pares.
Se um cientista publicar qualquer besteira, toda a sociedade não científica engole bonitinho as mentiras, até que outro cientista as desminta.

Crianças: não cheirem cola!


vc só se fez de cego ao argumento do Enézio : Além disso, reportagem publicada ontem na mesma revista dá conta de que resultados científicos do passado, que sofreram a famosa revisão por pares, estão sendo agora questionados

ideologia cega , durante muitos anos Einstein proselitou uma fórmula , para justificar determinado aspecto cosmológico , que depois admitiu errada , as vozes eram quase unânimes em bajular ele , naquilo que ele errou (como ser-humano que sujeito ao erro) . Endeusar a ciência é coisa de ateu fanático , mas que não condiz com a realidade , de que a ciência é sujeita às vaidades humanas também , e portanto à má interpretação , métodos falhos , convencimentos , políticas , principalmente ranço ditatorial quando começa a se estabelecer determinada teoria . Um dia corrige-se ? lógico , tem que ver quanto anos , décadas ou centenários , de enganados mal-informados e formados , até que chegue-se este dia , as 'lucys' estão por aí também .

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Re: A falibilidade dos periódicos científicos

Mensagem por Fabris em Qui Nov 12, 2009 1:32 pm

Articulador escreveu:vc só se fez de cego ao argumento do Enézio : Além disso, reportagem publicada ontem na mesma revista dá conta de que resultados científicos do passado, que sofreram a famosa revisão por pares, estão sendo agora questionados
Pura cheiração de cola e não argumento. Além disso, o Enézio não sabe o que venha a ser revisão por pares (assim que terminar de responder algumas pérolas suas vou abrir um tópico explicando qual é o mecanismo). Resultados científicos são questionados todos os dias, por cientistas. Aliás é para isso mesmo que se publicam artigos em revistas indexadas.

Articulador escreveu:ideologia cega , durante muitos anos Einstein proselitou uma fórmula , para justificar determinado aspecto cosmológico , que depois admitiu errada , as vozes eram quase unânimes em bajular ele , naquilo que ele errou (como ser-humano que sujeito ao erro) .
Poste suas fontes.

Articulador escreveu:Endeusar a ciência é coisa de ateu fanático , mas que não condiz com a realidade , de que a ciência é sujeita às vaidades humanas também , e portanto à má interpretação , métodos falhos , convencimentos , políticas , principalmente ranço ditatorial quando começa a se estabelecer determinada teoria .
Aqui você tem razão em parte. Cientistas são falíveis e limitados pelos métodos disponíveis. Entretanto há uma pequena coisinha que você, maliciosamente omite: quem corrige a ciência é a própria ciência e não a apologética de baixo nível.

Articulador escreveu:Um dia corrige-se ? lógico , tem que ver quanto anos , décadas ou centenários , de enganados mal-informados e formados , até que chegue-se este dia , as 'lucys' estão por aí também .
Por favor, poste suas fontes. Eu sou cientista e sei que, atualmente, erros em ciência são corrigidos com rapidez cada vez maior. Ao que eu saiba, Lucy continua sendo um espécime perfeitamente válido de Australopithecus afarensis.


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Re: A falibilidade dos periódicos científicos

Mensagem por lordakner em Qui Nov 12, 2009 2:16 pm

Articulador escreveu:
lordakner escreveu:
dedo-duro escreveu:.
Explosoões de Supernovas não são obras de um projetista inteligente. Se ja´ve existe (hahaha) ele fez as coisas pelo jeito difícil.

Mais provas de um projetista "inteligente":

Esta é uma lista de doenças, organizada de acordo com o tipo do agente patogênico:

vc nao tem algum argumento razoavel não ? PROJETO é o que se faz de início , MANUTENÇÃO é outra coisa , doenças genéticas são DEGENERATIVAS , ninguém diria que elas estavam no homem primevo
Então haveria um projetista BURRO?
Que não previu as doenças?
Alguém tão BURRO assim teria criado o UNIVERSO?

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Re: A falibilidade dos periódicos científicos

Mensagem por lordakner em Qui Nov 12, 2009 2:20 pm

darkshi escreveu:
Articulador escreveu:
lordakner escreveu:
dedo-duro escreveu:.
Explosoões de Supernovas não são obras de um projetista inteligente. Se ja´ve existe (hahaha) ele fez as coisas pelo jeito difícil.

Mais provas de um projetista "inteligente":

Esta é uma lista de doenças, organizada de acordo com o tipo do agente patogênico:

vc nao tem algum argumento razoavel não ? PROJETO é o que se faz de início , MANUTENÇÃO é outra coisa , doenças genéticas são DEGENERATIVAS , ninguém diria que elas estavam no homem primevo

Não apenas isso.
Cabe provar que isso não fazia parte do projeto do projetista.

O "projetista" te "projetou" para ter doenças?


Estamos diante de um paradoxo:

a) Ou o "projetista do universo" é um cavalo e o projeto é uma porcaria.
b) Ou é um sádico.


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Re: A falibilidade dos periódicos científicos

Mensagem por Convidad em Qui Nov 12, 2009 2:24 pm

Fabris escreveu:
Articulador escreveu:vc só se fez de cego ao argumento do Enézio : Além disso, reportagem publicada ontem na mesma revista dá conta de que resultados científicos do passado, que sofreram a famosa revisão por pares, estão sendo agora questionados
Pura cheiração de cola e não argumento. Além disso, o Enézio não sabe o que venha a ser revisão por pares (assim que terminar de responder algumas pérolas suas vou abrir um tópico explicando qual é o mecanismo). Resultados científicos são questionados todos os dias, por cientistas. Aliás é para isso mesmo que se publicam artigos em revistas indexadas.


falou vento ... ninguém pediu que vc nos lembrasse o que é revisão por pares , e sim que vc se fez de cego à alegação dele que que A REPORTAGEM PUBLICADA ONTEM (NOTE não é ele o 'cheirador' segundo vc, e sim a REPORTAGEM) dá conta que trabalhos que foram sujeitos à revisão por partes , hoje estão questionados . Responder as minhas pérolas vc pode , refutar é que vejo que está impossível para vc .

Articulador escreveu:ideologia cega , durante muitos anos Einstein proselitou uma fórmula , para justificar determinado aspecto cosmológico , que depois admitiu errada , as vozes eram quase unânimes em bajular ele , naquilo que ele errou (como ser-humano que sujeito ao erro) .
Poste suas fontes.

quer dizer que não sabe nem sobre isto ? ué , não ia nos ensinar sobre ciência ...rs ?! qualquer cientista mirim tem obrigação de saber sobre o que eu estou falando . Vou te dar mais uma chance .

Articulador escreveu:Endeusar a ciência é coisa de ateu fanático , mas que não condiz com a realidade , de que a ciência é sujeita às vaidades humanas também , e portanto à má interpretação , métodos falhos , convencimentos , políticas , principalmente ranço ditatorial quando começa a se estabelecer determinada teoria .
Aqui você tem razão em parte. Cientistas são falíveis e limitados pelos métodos disponíveis. Entretanto há uma pequena coisinha que você, maliciosamente omite: quem corrige a ciência é a própria ciência e não a apologética de baixo nível.

nada há que eu omita , a ciência se corrige porque é função dela , e não da apologética seja que nível for, assim como é ateismo de baixo nível inventar que ciência denegri ou limita religião , agora vontando ao ferro frio = NEM SEMPRE a ciência se corrige , e quando o faz , pode ser após , a exemplo , milhares de bebês com deformações severas , por suas genitoras tomarem remédios altamente periculosos , que um dia foram considerados 'seguros' .

Articulador escreveu:Um dia corrige-se ? lógico , tem que ver quanto anos , décadas ou centenários , de enganados mal-informados e formados , até que chegue-se este dia , as 'lucys' estão por aí também .
Por favor, poste suas fontes. Eu sou cientista e sei que, atualmente, erros em ciência são corrigidos com rapidez cada vez maior. Ao que eu saiba, Lucy continua sendo um espécime perfeitamente válido de Australopithecus afarensis.

sério ? vc quer erros da ciências ? me espanta vc se dizer cientista e me pedir isto , então comece pela remédios e até vacinas ministrados à gestantes que geraram milhares de fetos deformados , por quanto tempo se demorou para saber os males do abesto , por quanto tempo se ensinou que o átomo era a menor partícula da matéria , as meia dúzia vezes que a idade do universo já foi reavaliada , a terra chata , por quanto tempo os médicos achavam que sangrias curavam , se precisar de uma lista mais extensa , me avise, já que vc parece meio desentendido no tema .

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Re: A falibilidade dos periódicos científicos

Mensagem por Convidad em Qui Nov 12, 2009 2:38 pm

lordakner escreveu:
Articulador escreveu:
lordakner escreveu:
dedo-duro escreveu:.
Explosoões de Supernovas não são obras de um projetista inteligente. Se ja´ve existe (hahaha) ele fez as coisas pelo jeito difícil.

Mais provas de um projetista "inteligente":

Esta é uma lista de doenças, organizada de acordo com o tipo do agente patogênico:

vc nao tem algum argumento razoavel não ? PROJETO é o que se faz de início , MANUTENÇÃO é outra coisa , doenças genéticas são DEGENERATIVAS , ninguém diria que elas estavam no homem primevo
Então haveria um projetista BURRO?
Que não previu as doenças?
Alguém tão BURRO assim teria criado o UNIVERSO?


oh , certamente previu , e previu que não ia livrar ateus de doenças, já que previu tb que os mesmos iam zombar dele , ARQUE agora com as consequências de tua opção de se achar 'deus' .

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Re: A falibilidade dos periódicos científicos

Mensagem por lordakner em Qui Nov 12, 2009 4:29 pm

Articulador escreveu:
lordakner escreveu:
Articulador escreveu:
lordakner escreveu:
dedo-duro escreveu:.
Explosoões de Supernovas não são obras de um projetista inteligente. Se ja´ve existe (hahaha) ele fez as coisas pelo jeito difícil.

Mais provas de um projetista "inteligente":

Esta é uma lista de doenças, organizada de acordo com o tipo do agente patogênico:

vc nao tem algum argumento razoavel não ? PROJETO é o que se faz de início , MANUTENÇÃO é outra coisa , doenças genéticas são DEGENERATIVAS , ninguém diria que elas estavam no homem primevo
Então haveria um projetista BURRO?
Que não previu as doenças?
Alguém tão BURRO assim teria criado o UNIVERSO?


oh , certamente previu , e previu que não ia livrar ateus de doenças, já que previu tb que os mesmos iam zombar dele , ARQUE agora com as consequências de tua opção de se achar 'deus' .
Era para ficar com medinho?
Não funcionou...

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Re: A falibilidade dos periódicos científicos

Mensagem por Convidad em Qui Nov 12, 2009 5:46 pm

não , era para esclarecer quem são os culpados e a quem vc deveria dirigir a crítica .

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Re: A falibilidade dos periódicos científicos

Mensagem por Tupac em Qui Nov 12, 2009 6:19 pm

hauhauhauhauhaah...


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Re: A falibilidade dos periódicos científicos

Mensagem por Adriane Cunha em Sex Nov 13, 2009 6:31 am

Tupac escreveu:hauhauhauhauhaah...
O silêncio é uma virtude... Cristo...


cafezinho "Sempre fica um pouco de perfume nas mãos que oferecem flores."

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Re: A falibilidade dos periódicos científicos

Mensagem por Eduardo em Dom Nov 29, 2009 10:17 am

A Megan 'falou e disse': ausência de publicações deve ser considerada cum grano salis


A Nomenklatura científica preza muito o processo de pesquisas e artigos passarem por revisão por pares. Isso é bom e é ruim para a ciência conforme já destacamos neste blog. Mas há um tipo de atitude perversa em relação aos críticos e dissidentes de paradigma: os revisores por pares deixam a sua função original e boa para servirem d guardas-cancelas para proteger o paradigma de quaisquer críticas.

Ao impedirem os céticos e dissidentes de publicarem seus artigos em revistas e publicações científicas, a Nomenklatura científica usa o argumento de ausência de publicações com revisão por pares como sendo uma prova definitiva do caráter pseudocientífico das novas ideias propostas.

Bem, com o escândalo do Climagate, Marcelo Leite, da Folha d São Paulo, trouxe esta pérola que servirá de munição apologética deste blogger:

"De todo modo, é bom seguir o conselho da economista Megan McArdle em seu blog no sítio da revista "The Atlantic": tomar com um grão a mais de sal, de ora em diante, o argumento "ausência de publicações". in Climagate [Requer assinatura da FSP ou do UOL]

Detestei o neologismo criado por Leite. Por uma simples razão: Watergate não foi traduzido por Águagate!!!

Abaixo o texto da Megan:

Scientists are human beings. They react to pressure to "clean up" their graphs and data for publication, and they gang up on other people who they dislike. Sometimes they're right--there's a "conspiracy" to keep people who believe in N-rays from publishing in physics journals, but that's a good thing. But sometimes they're wrong, and a powerful figure or group of people can block progress in science.

I'd say that the charge that climate skeptics "are not published in peer reviewed journals" just lost most of its power as an argument against the skeptics.

Climategate

Foto da Megan McArdle


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Re: A falibilidade dos periódicos científicos

Mensagem por Eduardo em Dom Nov 29, 2009 10:32 am

Revisão por pares é bom, pero no mucho!!!


Cooking the books on climate

By MARK STEYN
2009-11-27 09:58:25

My favorite moment in the Climategate/Climaquiddick scandal currently roiling the "climate change" racket was Stuart Varney's interview on Fox News with the actor Ed Begley Jr., star of the 1980s medical drama "St Elsewhere" but latterly better known, as is the fashion with members of the thespian community, as an "activist." He's currently in a competition with Bill Nye ("the Science Guy") to see who can have the lowest "carbon footprint." Pistols at dawn would seem the quickest way of resolving that one, but presumably you couldn't get a reality series out of it. Anyway, Ed was relaxed about the mountain of documents recently leaked from Britain's Climate Research Unit, in which the world's leading climate-change warm-mongers e-mail each other back and forth on how to "hide the decline" and other interesting matters.

Nothing to worry about, folks. "We'll go down the path and see what happens in peer-reviewed studies," said Ed airily. "Those are the key words here, Stuart. 'Peer-reviewed studies.'"

Hang on. Could you say that again more slowly so I can write it down? Not to worry. Ed said it every 12 seconds, as if it were the magic charm that could make all the bad publicity go away. He wore an open-necked shirt, and, although I don't have a 76-inch HDTV, I wouldn't have been surprised to find a talismanic peer-reviewed amulet nestling in his chest hair for additional protection. "If these scientists have done something wrong, it will be found out and their peers will determine it," insisted Ed. "Don't get your information from me, folks, or any newscaster. Get it from people with Ph.D. after their names. 'Peer-reviewed studies' is the key words. And if it comes out in peer-reviewed studies."

Got it: Pier-reviewed studies. You stand on the pier, and you notice the tide seems to be coming in a little higher than it used to and you wonder if it's something to do with incandescent light bulbs killing the polar bears? Is that how it works?

No, no, peer-reviewed studies. "Peer-reviewed studies. Go to Science magazine, folks. Go to Nature," babbled Ed. "Read peer-reviewed studies. That's all you need to do. Don't get it from you or me."

Look for the peer-reviewed label! And then just believe whatever it is they tell you!

The trouble with outsourcing your marbles to the peer-reviewed set is that, if you take away one single thing from the leaked documents, it's that the global warm-mongers have wholly corrupted the "peer-review" process. When it comes to promoting the impending ecopalypse, the Climate Research Unit is the nerve-center of the operation. The "science" of the CRU dominates the "science" behind the United Nations IPCC, which dominates the "science" behind the Congressional cap-and-trade boondoggle, the upcoming Copenhagen shakindownen of the developed world, and the now-routine phenomenon of leaders of advanced, prosperous societies talking like gibbering madmen escaped from the padded cell, whether it's President Barack Obama promising to end the rise of the oceans or the Prince of Wales saying we only have 96 months left to save the planet.

But don't worry, it's all "peer-reviewed."

Here's what Phil Jones of the CRU and his colleague Michael Mann of Penn State mean by "peer review". When Climate Research published a paper dissenting from the Jones-Mann "consensus," Jones demanded that the journal "rid itself of this troublesome editor," and Mann advised that "we have to stop considering Climate Research as a legitimate peer-reviewed journal. Perhaps we should encourage our colleagues in the climate research community to no longer submit to, or cite papers."

So much for Climate Research. When Geophysical Research Letters also showed signs of wandering off the "consensus" reservation, Dr. Tom Wigley ("one of the world's foremost experts on climate change") suggested they get the goods on its editor, Jim Saiers, and go to his bosses at the American Geophysical Union to "get him ousted." When another pair of troublesome dissenters emerge, Dr. Jones assured Dr. Mann, "I can't see either of these papers being in the next IPCC report. Kevin and I will keep them out somehow – even if we have to redefine what the peer-review literature is!"

Which, in essence, is what they did. The more frantically they talked up "peer review" as the only legitimate basis for criticism, the more assiduously they turned the process into what James Lewis calls the Chicago machine politics of international science. The headline in the Wall Street Journal Europe is unimproveable: "How To Forge A Consensus." Pressuring publishers, firing editors, blacklisting scientists: That's "peer review," climate-style. The more their echo chamber shriveled, the more Mann and Jones insisted that they and only they represent the "peer-reviewed" "consensus." And gullible types like Ed Begley Jr. and Andrew Revkin of the New York Times fell for it hook, line and tree-ring.

The e-mails of "Andy" (as his CRU chums fondly know him) are especially pitiful. Confronted by serious questions from Stephen McIntyre, the dogged Ontario retiree whose "Climate Audit" Web site exposed the fraud of Dr. Mann's global-warming "hockey stick" graph, "Andy" writes to Dr. Mann to say not to worry, he's going to "cover" the story from a more oblique angle:

"I'm going to blog on this as it relates to the value of the peer review process and not on the merits of the mcintyre et al attacks.

"peer review, for all its imperfections, is where the herky-jerky process of knowledge building happens, would you agree?"

And, amazingly, Dr. Mann does!

"Re, your point at the end – you've taken the words out of my mouth."

And that's what Andrew Revkin did, week in, week out: He took the words out of Michael Mann's mouth and served them up to impressionable readers of the New York Times and opportunist politicians around the world champing at the bit to inaugurate a vast global regulatory body to confiscate trillions of dollars of your hard-earned wealth in the cause of "saving the planet" from an imaginary crisis concocted by a few dozen thuggish ideologues. If you fall for this after the revelations of the past week, you're as big a dupe as Begley or Revkin.

"Quis custodiet ipsos custodes?" wondered Juvenal: Who watches the watchmen? But the beauty of the climate-change tree-ring circus is that you never need to ask "Who peer-reviews the peer-reviewers?" Mann peer-reviewed Jones, and Jones peer-reviewed Mann, and anyone who questioned their theories got exiled to the unwarmed wastes of Siberia. The "consensus" warm-mongers could have declared it only counts as "peer-reviewed" if it's published in Peer-Reviewed Studies published by Mann & Jones Publishing Inc. (Peermate of the Month: Al Gore, reclining naked, draped in dead polar bear fur, on a melting ice floe), and Ed Begley Jr. and "Andy" Revkin would still have wandered out, glassy-eyed, into the streets droning "Peer-reviewed studies. Cannot question. Peer-reviewed studies. The science is settled ... ."

Looking forward to Copenhagen, Herman Van Rumpoy, the new president of the European Union and an eager proponent of the ecopalypse, says 2009 is "the first year of global governance." Global government, huh? I wonder where you go to vote them out of office.

Hey, but don't worry, it'll all be "peer-reviewed."

+++++

Source/Fonte

+++++

Esta reação que Mark Steyn teve em relação ao Climategate já foi feita, em termos mais gerais por Frank Tipler no artigo Refereed Journals: Do They Insure Quality or Enforce Orthodoxy?. Tipler é Professor de Matemática Física na Tulane University New Orleans, LA 70118 USA. PDF grátis aqui.


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Re: A falibilidade dos periódicos científicos

Mensagem por Eduardo em Dom Nov 29, 2009 10:42 am

O mais interessante nesta história toda é sabermos que a ciência não é um "conto de fadas" como os cientificistas acham que ela é. Justamente porque a ciência é feita também de subjetividade humana. Podemos perceber na história do aquecimento global provocado pelo homem muitas tramóias, onde ciência e política se misturam, onde cientistas e revistas científicas de peso se corrompem, onde o mundo inteiro vira palco para objetivos de uma minoria detentora do poder, onde a mídia omite, deturpa, distorce informações que são do interesse de toda a população mundial. Percebemos com isso que a maioria das opiniões, informações, hipóteses aceitas, mesmo se forem aceitas pela maior parte dos cientistas, não quer dizer que as mesmas sejam verdadeiras. Percebemos que mesmo no "seio" da ciência existe disputa arrasadora por publicações e que existe sim, todo um processo que pode se corromper por detrás dessas disputas que visam o "ganha pão" de muitos cientistas.

Muitas pessoas acham que se a maioria dos cientistas fala "x", então "x" está certo e se uma minoria questiona esse "x", mesmo se essa minoria for formada também por cientistas, ela não deve ser levada em consideração, e essa minoria com as suas hipóteses são automaticamente atirados para o rol do que chamam de "pseudociência" e "pseudocientistas". Na maioria das vezes, o termo "pseudociência" vem associado com uma hipótese científica que não é aceita pela maioria dos cientistas, MESMO SENDO CIÊNCIA. Apesar de ser ciência, por não ser da maioria, são hipóteses marginalizadas como se fossem ridículas, inacreditáveis, anti-científicas e afins. Fica aí, na história da ciência, mais uma bordoada na cabeça dos cientificistas e na cabeça daqueles que acham que consenso científico é sinônimo de verdade.


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Re: A falibilidade dos periódicos científicos

Mensagem por Eduardo em Dom Nov 29, 2009 1:48 pm

Mais um artigo sobre o aquecimento global:
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ciencia/fe2911200905.htm
De Marcelo Leite, hoje, na folha: “Climagate”. Abaixo, trechos:
Outras mensagens indicam que os adversários dos céticos se organizavam para fechar-lhes as portas dos periódicos científicos, ao mesmo tempo em que acusavam o inimigo de não conseguir publicar artigos nas revistas reconhecidas. Feio, não é?
...
De todo modo, é bom seguir o conselho da economista Megan McArdle em seu blog no sítio da revista “The Atlantic”: tomar com um grão a mais de sal, de ora em diante, o argumento “ausência de publicações”. Bem mais grave é outra suposta mensagem de Jones pedindo a Mann que apagasse e-mails objeto de um pedido formal de divulgação dos céticos, por meio da legislação britânica de acesso a informação. Não está claro ainda se as mensagens foram de fato deletadas, o que seria crime.

FONTE
Bem, com o escândalo do Climagate, Marcelo Leite, da Folha d São Paulo, trouxe esta pérola que servirá de munição apologética.


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Re: A falibilidade dos periódicos científicos

Mensagem por Eduardo em Qua Dez 09, 2009 4:52 pm

Onde está o peer-review quando precisamos dele?

Muita gente tem a ideia de que o peer-review é um método infalível. Pensam que o facto de determinado trabalho ser analisado por outros cientistas da área vai impedir que falsa informação ou erros sejam publicados. Pois bem, o peer-review não é um método sagrado. Os cientistas que analisam o trabalho dos outros são tão humanos como os cientistas que submeteram o paper original. Eles não estão livres de deixar passar erros nem de colocar os seus interesses pessoais à frente da verdade científica.

A minha tese de mestrado foi sobre jornalismo científico. Num dos capítulos, documentei vários casos onde o peer-review não impediu erro nem fraude.

O peer-review não garante, necessariamente, qualidade e veracidade

Em 2003, a investigação levada a cabo pela equipa de Tom Jefferson, do Cochrane Collaboration Methods Group, concluiu que “se o peer-review fosse um novo tipo de medicina, nunca obteria uma licença“. Jefferson acrescentou: “A nossa investigação focou-se na área das ciências biomédicas mas não há razão para assumir que a ineficiência do sistema não esteja presente nas outras áreas científicas“.

Em 2006, um antigo editor do British Medical Journal afirmava que investigação fraudulenta aparecia em mais de 30.000 jornais científicos por todo o mundo. Richard Smith dizia ainda que mesmo quando os jornais descobriam que tinham publicado trabalhos falsos, raramente anunciavam, nas edições posteriores, que o tinham feito.

A PLoS Medicine também elaborou um paper intitulado “Why most published research findings are wrong“, que aborda este assunto. O título da notícia relatada pelo G1 dizia: “Cientistas admitem omissão em artigos, diz estudo“. Até 34% dos cientistas inquiridos admitia ter realizado práticas questionáveis, como omitir novos resultados que colocariam em xeque trabalhos anteriores ou descartar certas informações obtidas em investigações.

O peer-review não previne fraude…

… e todos sabemos isso, não é verdade? Desde o célebre Homem de Piltdown, que demorou 41 anos até cair, até ao Ramapithecus, que demorou outros 50. Há ainda o caso do cientista coreano que falsificou os resultados das experiências com células estaminais (o trabalho original tinha sido publicado na Science). Temos, também, o caso do fóssil de um Icthyosaurus que esteve exposto num museu durante 116 anos. O fóssil era uma combinação de fósseis de animais diferentes. A fraude só foi descoberta porque alguém se lembrou de restaurar o fóssil.

Já este ano (2009), foi reportado que uma anestesiologista falsificou dados em artigos científicos durante mais de uma década. Temos também o caso onde uma falsa revista foi financiada por um laboratório farmacêutico. Em Junho deste ano, um editor de uma publicação científica abandonou a mesma após descobrir que um artigo falso tinha passado pela revisão de pares. Como se lê na notícia:

O Open Information Science Journal não conseguiu descortinar que o incompreensível artigo gerado por um computador era falso“.


Um em sete cientistas afirmava que os colegas falsificavam dados. O peer-review não impede que resultados erróneos ou plagiados sejam publicados nem a inclusão de imagens manipuladas em programas como o photoshop.

Não está em discussão se o peer-review lá acaba por resultar ou não, mas sim o quão eficiente ele é.

O peer-review não é imparcial ou neutro

A imparcialidade e neutralidade do peer-review deve ser um dos mitos mais espalhados. A maior parte das pessoas pensa que o peer-review está livre das inclinações ou tendências dos cientistas. Richard Horton, editor do The Lancet, escrevia no The Medical Journal of Australia [meu destacado]:

Editors and scientists alike insist on the pivotal importance of peer review. We portray peer review to the public as a quasi-sacred process that helps to make science our most objective truth teller. But we know that the system of peer review is biased, unjust, unaccountable, incomplete, easily fixed, often insulting, usually ignorant, occasionally foolish, and frequently wrong.

O que o senhor Horton está a dizer é que os peer-reviewers colocam as suas preferências à frente. O processo não é de todo imparcial. Ideias que fujam ao convencional dificilmente aparecerão em jornais científicos. Por essa razão é que muito dificilmente veremos papers sobre criacionismo ou design inteligente publicados nestes jornais (a não ser que seja para criticar). Os editores que deixam um artigo desta categoria passar na censura revisão são dispensados do seu trabalho.

As regras do jogo foram elaboradas e ideias como o criacionismo ou design inteligente já foram deixadas da parte de fora do campo, mesmo antes do jogo começar.

E isto não acontece só com o criacionismo ou o design inteligente. No campo da Física, muitos cientistas questionam as teorias mais aceites pela comunidade científica, no entanto, torna-se difícil o debate académico uma vez que os seus trabalhos são rejeitados pelo sistema de peer-review, por fugir àquilo que é mais aceite.
Um artigo na Nature dizia que “os editores podem influenciar a selecção de árbitros (peer-reviewers)“, assim como os árbitros podem não ser “suficientemente justos“.

Se o Newton fosse vivo, seria impedido de publicar a sua investigação em jornais científicos (=naturalistas), caso fosse contra as teorias naturalistas convencionais.

CONCLUSÃO

Creio que não é preciso uma conclusão muito longa. Já tudo foi dito.
O peer-review está longe de ser um sistema justo e infalível. Aliás, não podia ser diferente, na medida em que é um sistema praticado por seres falíveis.


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Re: A falibilidade dos periódicos científicos

Mensagem por Eduardo em Qua Jan 06, 2010 7:34 am

Lynn Margulis: revisão por pares ou ciclo de submissão


NOTA INTRODUTÓRIA CAUSTICANTE DESTE BLOGGER:

De vez em quando neste blog eu menciono a questão da revisão por pares [peer-review é mais chique!] como sendo uma coisa boa para a ciência, mas que ultimamente os revisores têm se tornado verdadeiros guardas-cancelas defendo com unhas e dentes o paradigma, e impedindo a discussão e a publicação de novas ideias e teorias científicas. Lynn Margulis corrobora esta minha denúncia. Mais uma vez este blogger é vindicado por um(a) evolucionista.

Leia o artigo de Mazur e confira a prática abominável da tropa de choque da KGB da Nomenklatura científica.

+++++

Margulis: Peer Review Or "Cycle Of Submission"?

Tuesday, 05 January 2010, 10:03 am
Column: Suzan Mazur
Margulis: Peer Review Or "Cycle Of Submission"?

By Suzan Mazur


LYNN MARGULIS

"Grants are awarded by your colleagues who sit in Research Councils and Foundations. Most of us, in any establishment, tend to be conservative and to follow what is called the paradigm. This creates a cycle of submission. . . . The disregard for science’s ethical principles is widespread." – Antonio Lima-de-Faria, Professor of Molecular Cytogenetics, Emeritus, Lund University

Does a science peer review system based on secret submission policies benefit the American public who fund science? A review by this author of correspondence between the prestigious Proceedings of the National Academy of Sciences of the United States of America – the print weekly and online daily research journal (paid subscription) of the National Academy of Sciences – and the authors of several recent scientific papers, most eventually published by PNAS, reveals a nasty back story about submission procedures that in some cases work against the best interests of the public as well as sound science.

The uproar had to do with three papers submitted to PNAS several months ago by NAS member Lynn Margulis, a recipient of the US Presidential Medal for Science. One of them, "Destruction of spirochete Borrelia burgdorferi round-body propagules (RBs) by the antibiotic Tigecycline", the authors say involves an excellent candidate antibiotic for possible cure of the tick-borne chronic spirochete infection Lyme Disease in the US, recognized as "erythema migrans" in Europe and elsewhere. However, the paper was held up because PNAS said it had issues about the way Margulis chose her reviewers on the first (unrelated) paper she presented, that is, Donald Williamson’s "Caterpillars evolved from onychophorans by hybridogenesis". As a result, all three papers were stuck. The last of the three, also on spirochetes, which Margulis says was properly and favorably reviewed, has not yet been approved for publication as this story goes to press.

Margulis is one of 2,100 US members of the NAS. She does not receive government funding and has further distinguished herself by refusing to take DARPA (Defense Advanced Research Project Agency) money. Margulis admits she is viewed by some within the NAS as "contentious" but says she "only wants to see that real science, open to those who want to participate, is well done, discussed critically without secrecy and properly communicated".

NAS promotes itself as a private, non-profit organization of distinguished scientists that serves the "general welfare", although it was actually incorporated in1863 by Congress during the Lincoln presidency with a mandate to further the investigation of and report on science and art whenever called upon by any department of government. And in 1884, it was authorized "to receive and hold trust funds for the promotion of science, and for other purposes" (emphasis added). NAS is joined at the hip to the National Research Council, National Academy of Engineering and Institute of Medicine – collectively called, the National Academies.

When a reporter for Times Higher Education in London asked PNAS why the Margulis-introduced papers were on hold, she was told: "The submission process is confidential and we cannot comment on any papers currently under consideration." In reality, a paper on advice to the editor by anonymous expert reviewers can be pulled at any point on its way to PNAS publication.

One of the reviewers Margulis selected for the Williamson paper reported receiving an intimidating call from an editor at Nature magazine and commented, "It sounded like he was trying to discredit the work and that I might have been a weak link."
...

Read more here/Leia mais aqui.

Suzan Mazur is the author of Altenberg 16: An Exposé of the Evolution Industry. Her interest in evolution began with a flight from Nairobi into Olduvai Gorge to interview the late paleoanthropologist Mary Leakey. Because of ideological struggles, the Kenyan-Tanzanian border was closed, and Leakey was the only reason authorities in Dar es Salaam agreed to give landing clearance. The meeting followed discovery by Leakey and her team of the 3.6 million-year-old hominid footprints at Laetoli. Suzan Mazur's reports have since appeared in the Financial Times, The Economist, Forbes, Newsday, Philadelphia Inquirer, Archaeology, Connoisseur, Omni and others, as well as on PBS, CBC and MBC. She has been a guest on McLaughlin, Charlie Rose and various Fox Television News programs. Email: sznmzr @ aol.com


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Re: A falibilidade dos periódicos científicos

Mensagem por Eduardo em Sab Jan 23, 2010 1:26 pm

Nature defende a desonestidade dos cientistas defensores do aquecimento global antropogenicamente provocado


Published online 20 January 2010 | Nature 463, 284-287 (2010) | doi:10.1038/463284a

The real holes in climate science

Like any other field, research on climate change has some fundamental gaps, although not the ones typically claimed by sceptics. Quirin Schiermeier takes a hard look at some of the biggest problem areas.

Quirin Schiermeier

The e-mails leaked from the University of East Anglia's Climatic Research Unit (CRU) in November presented an early Christmas present to climate-change denialists. Amid the more than 1,000 messages were several controversial comments that — taken out of context — seemingly indicate that climate scientists have been hiding a mound of dirty laundry from the public.

A fuller reading of the e-mails from CRU in Norwich, UK, does show a sobering amount of rude behaviour and verbal faux pas, but nothing that challenges the scientific consensus of climate change. Still, the incident provides a good opportunity to point out that — as in any active field of inquiry — there are some major gaps in the understanding of climate science. In its most recent report in 2007, the Intergovernmental Panel on Climate Change (IPCC) highlighted 54 'key uncertainties' that complicate climate science.

Such a declaration of unresolved problems could hardly be called 'hidden'. And some of these — such as uncertainties in measurements of past temperatures — have received considerable discussion in the media. But other gaps in the science are less well known beyond the field's circle of specialists. Such holes do not undermine the fundamental conclusion that humans are warming the climate, which is based on the extreme rate of the twentieth-century temperature changes and the inability of climate models to simulate such warming without including the role of greenhouse-gas pollution. The uncertainties do, however, hamper efforts to plan for the future. And unlike the myths regularly trotted out by climate-change denialists (see 'Enduring climate myths'), some of the outstanding problems may mean that future changes could be worse than currently projected.
...
Read more here/Leia mais aqui.

+++++

NOTA CAUSTICANTE DESTE BLOGGER:

Quem te viu, quem te vê, Nature! Quando uma publicação científica do seu porte defende atitudes anti-éticas de cientistas, alguma coisa de ruim sinaliza: há algo de podre por detrás dos bastidores da Nomenklatura científica na defesa de posições ideológicas e políticas como se fossem a própria ciência, e o rei está nu, oops, e os atuais paradigmas demandam revisão ou simples descarte.


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Re: A falibilidade dos periódicos científicos

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