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Ex: fé - Ex: Gn 1:1-10

Deus ainda não morreu

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Deus ainda não morreu

Mensagem por Eduardo em Sex 02 Out 2009, 10:52 pm

Deus ainda não morreu


Em pleno século 21, filósofos encontram novos argumentos para defender a existência do Todo-poderoso


http://cristianismohoje.com.br/ch/deus-ainda-nao-morreu/


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Re: Deus ainda não morreu

Mensagem por dedo-duro em Sex 02 Out 2009, 11:04 pm

.
São uns crentes quaisquer. Na falta de um termo respeitável para os defensores da religião, arrogam um termo vago, filósofo.

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Re: Deus ainda não morreu

Mensagem por Fabris em Sab 03 Out 2009, 10:12 am

O argumento cronológico, por exemplo, defende que tudo o que existe tem uma explicação para sua existência, seja na necessidade de sua natureza ou em uma causa externa.
Por que? Qual a explicação para a existência de Deus? Se tudo precisa de uma causa externa, Deus também precisa.

E, se há uma explicação para a existência do universo, essa é a existência de Deus.
Por que? Este é o petitio principii iniciado por Aristóteles e desenvolvido por Tomás de Aquino, devidamente refutado por Kant, Locke, Humme e outros. Na verdade, o argumento é desenhado apenas para justificar um Deus pré-concebido.

Trata-se de um argumento com validade lógica, já que uma causa externa para o universo tem de estar além do espaço e do tempo; portanto, não pode ser física nem material. O argumento cronológico é defendido por estudiosos como Alexander Pruss, Timothy O’Connor, Stephen Davis, Robert Knoos e Richard Swinburne, entre outros
Mais bobagem! A causa pode ser qualquer coisa e pode, em tese, ser física e material. Esta bobagem choca, inclusive, com a visão bíblica do cristianismo. Deus, necessariamente, é físico e material, ou então não nos fez à sua imagem e semelhança, o que joga o texto bíblico na mentira já em seus primeiros versos.

Já o argumento cosmológico considera que tudo que começa a existir tem uma causa; portanto, se o universo passou à existência, também ele tem uma causa. Stuart Hackett, David Oderberg, Mark Nowacki e eu, particularmente, o defendemos. A premissa básica com certeza parece mais plausível do que sua negativa – afinal, acreditar que as coisas simplesmente comecem a existir sem uma causa é pior do que acreditar em mágica. Ainda assim, é surpreendente o número de ateus que evitam tal explicação.
O argumento é risível, desconsidera forças físicas e químicas e remete a outro problema: acreditar que um ser superior surgiu do nada e criou, num repente, tudo o que existe seria o que?

Tradicionalmente, os ateus defendem a eternidade do universo. Há, porém, muitos motivos, tanto filosóficos quanto científicos, para duvidar dessa eternidade. Para a filosofia, por exemplo, a idéia de passado infinito é absurda; se o universo nunca teve início, então o número de eventos históricos é infinito. Essa idéia é muito paradoxal, e, além disso, levanta um problema: como o evento presente poderia acontecer se houvesse um número infinito de eventos para acontecer antes?
O brilhante autor desta pérola não explica porque a idéia é absurda e, como filósofo, deveria conhecer um pouco de matemática, em particular o paradoxo de Zeno e saber que ele só se aplica a conceitos matemáticos.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Paradoxos_de_Zeno

Em 2003, os cosmólogos Arvind Borde, Alan Guth e Alexander Vilenkin conseguiram provar que qualquer universo que exista, em estado de expansão como o nosso, não pode ter passado eterno; mas teve, necessariamente, um início absoluto. “Os cosmólogos não podem mais se esconder atrás da possibilidade de um universo com passado eterno”, diz Vilenkin
Duas bobagens, aqui: o universo, segundo a teoria do Big Bang, teve origem em uma singularidade, que deu origem à expansão e ao conceito de tempo. Esse conceito não pode existir se não houver movimento e, portanto, é idiotice tentar saber como era o "tempo" anterior ao Big Bang. Como todos os que não entendem o conceito, o autor simplesmente desconhece que infinito é processo e não número ou ponto de chegada.

“Assinatura de Deus” – Resta o argumento teológico. Este permanece firme como sempre, defendido, em várias formas, por gente como Robin Collins, John Leslie, Paul Davies, William Dembski e Michael Denton. Ultimamente, com o movimento denominado Projeto Inteligente, boa parte destes pesquisadores prosseguem na tradição de encontrar exemplos da “assinatura de Deus” nos sistemas biológicos. Todavia, o ponto sensível da discussão enfoca a recente descoberta da sintonia do cosmos com a vida. Essa sintonia assume dois aspectos – primeiro, porque quando as leis da natureza são expressas em equações matemáticas, como a da gravidade, apresentam certas constantes. Logo, não determinam esses valores. Segundo, há certas variantes arbitrárias que fazem parte das condições iniciais do universo – a quantidade de entropia, por exemplo. Essas constantes e quantidades se encaixam em um alcance extraordinariamente pequeno de valores que permitem a existência de vida.
Um filósofo ressaltando uma "teoria" morta? Seria bom ele se atualizar.

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Re: Deus ainda não morreu

Mensagem por Luís em Sab 03 Out 2009, 2:39 pm

.
A questão é: Porque as pessoas precisam tanto de um grande 'papai-do-céu' olhando para elas com seu bondoso e justo olhar; ao ponto de se agarrarem à 'histórias da carrocinha' como esta? Certamente porque foram educadas para não serem adultas e independentes. Cresceram, mas não são 'adultos de fato'; são crianças emocionais em corpos crescidos e velhos.


Última edição por Luís em Sab 03 Out 2009, 2:57 pm, editado 1 vez(es)


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Re: Deus ainda não morreu

Mensagem por Eduardo em Sab 03 Out 2009, 2:53 pm

Teísmo, Ateísmo e Racionalidade - Alvin Plantinga

http://www.gpfr.unb.br/arquivos/plantinga_e_o_naturalismo.pdf

http://www.apologia.com.br/?cat=23

Alvin Plantinga
(1932- )



Alvin Plantinga nasceu em 15 de novembro de 1932 em Ann Arbor, Michigan. Entrou para o Calvin College em 1951, onde recebeu profunda influência do filósofo cristão William Harry Jellema. Estudou depois na Universidade de Michigan (1954-1955), onde teve como colegas William Alston e William Frankena. Doutorou-se pela Universidade de Yale (1955-1958). Foi professor por breve tempo na Universidade Estadual Wayne, e depois passou quase 20 anos ensinando em sua alma mater, o Calvin College. Atualmente ocupa a cadeira John A. O'Brien de filosofia na Universidade de Notre Dame, onde se encontra um dos maiores departamentos de filosofia dos EUA, e sede do Center for Philosophy of Religion, o mais importante da América do Norte. Foi vice-presidente da American Philosophical Association, Central Division, entre 1980-81, e presidente da Society of Christian Philosophers, de l983 a 1986.
Seus trabalhos mais importantes giram em torno da epistemologia em geral e epistemologia da religião cristã. Sua trilogia em epistemologia ("Warrant: the Current Debate", "Warrant and Proper Function" e "Warranted Christian Belief") publicada pela Oxford University Press tornou-se um clássico imediatamente. Nela ele propõe uma forma externalista de justificação epistêmica baseada no conceito de "proper function" - um conceito próximo do confiabilismo, mas que pressupõe a noção de que o "aparelho" humano de formação de crenças é basicamente adequado. Plantinga apresenta uma crítica detalhada do fundacionalismo clássico, das diversas formas de coerentismo e de confiabilismo, e fornece uma defesa impressionante da racionalidade do teísmo cristão, incluindo não somente a crença em Deus como também as doutrinas clássicas do cristianismo. Além disso apresenta uma refutação importante do naturalismo filosófico, procurando mostrar que a crença no Darwinismo pressupõe uma confiança epistemológica coerente com a visão teísta do homem e dos processos cognitivos (embora o Darwinismo seja considerado contrário ao teísmo), mas incoerente com as suas pressuposições naturalistas. Isso o projetou como o principal filósofo cristão evangélico no mundo contemporâneo.

Bibliografia Representativa (Wikipedia)

  • "Bibliograpy of Alvin Plantinga" in James E. Tomberlin and Peter Van Inwagen (eds) Alvin Plantinga, Profiles Volume 5, D. Reidel Publishing Company, Dordrecht, Boston & Lancaster, 1985, pp. 399-410.


  • (ed) Faith and Philosophy, William B. Eerdmans, Grand Rapids, 1964.
  • (ed) The Ontological Argument, Doubleday, Garden City, New York, 1965.
  • God and Other Minds, Cornell University Press, Ithaca, New York & London, 1967.
  • The Nature of Necessity, Clarendon Press, Oxford, 1974.
  • God, Freedom, and Evil, William B. Eerdmans, Grand Rapids, 1974.
  • Does God Have A Nature? Marquette University Press, Wisconsin, 1980.
  • and Nicholas Wolterstorff (eds) Faith and Rationality: Reason and Belief in God, University of Notre Dame Press, Notre dame, Indiana & London, 1983.
  • God and Other Minds: A Study of the Rational Justification of Belief in God, revised edition, Cornell University Press, Ithaca, New York & London, 1990.
  • "A Christian Life Partly Lived," in Philosophers Who Believe: The Spiritual Journeys of Eleven Leading Thinkers, edited by Kelly James Clark, InterVarsity Press, Downers Grove, 1993, pp. 45-82.
  • Warrant: the Current Debate, Oxford University Press, New York & Oxford, 1993.
  • Warrant and Proper Function, Oxford University Press, New York & Oxford, 1993.
  • Warranted Christian Belief, Oxford University Press, New York & Oxford, 2000.
  • The Analytic Theist: An Alvin Plantinga Reader, James F. Sennett (editor), William. B. Eerdmans, Grand Rapids, 1998.

Outros Links
Página de Plantinga na Notre Dame
Curriculum Vitae of Alvin Plantinga
Alvin Plantinga: The Analytic Theist. A Website Devoted to the Philosophy of Alvin Plantinga


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Re: Deus ainda não morreu

Mensagem por Luís em Sab 03 Out 2009, 3:02 pm

.
Poor Plantinga! Isn't even good to polish my boots! ai, caramba!
...................................

Recomendo a leitura de: Knowledge and Reality - Essays in Honor of Alvin Plantinga

Aqui um trecho:

"Chapter 13
SPLIT BRAINS AND THE GODHEAD*

Suppose one were to argue as follows: ‘This thing is the Father; this thing
is the Son; therefore, the Son is the Father.’ It seems as good an inference
as possible. And no other precisely analogous counterexample can be
found in all the world.

1.
I believe in the Holy Trinity. So I believe that there are three divine
persons—Father, Son, and Holy Spirit—and one God. Now the mere claim
that there are three of one thing and one of another is logically unproblematic.
After all, there is no problem with the claim that, for example, there are three
musketeers and one Eiffel Tower. But the Doctrine of the Trinity says more
than just that there are three divine persons and one God. It seems to say that
each of these three persons is this one God. And so it seems to imply that each
person is the same God—the one and only God—as each of the others. Thus
the Athanasian Creed:

...there is one Person of the Father, another of the Son, and another of the
Holy Spirit...the Father is God; the Son is God; the Holy Spirit is God.
And yet there are not three Gods, but one God.

So the Doctrine of the Trinity involves something like the following:
(1) The Father is a person, the Son is a person, and the Spirit is a person.
(2) The Father is not the same person as the Son.
(3) The Son is not the same person as the Spirit."

(4) The Spirit is not the same person as the Father.
(5) The Father is the same God as the Son.
(6) The Son is the same God as the Spirit.
(7) The Spirit is the same God as the Father.

There is more to the Doctrine of the Trinity than through . (For
example, through are silent on Who proceeds from Whom.) Nevertheless, I shall use ‘the Doctrine of the Trinity’—or just ‘the Doctrine’— to refer to the conjunction of through. For my only aim is to defend the Doctrine from the charge that it entails a contradiction. And that charge is inspir


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Re: Deus ainda não morreu

Mensagem por Convidad em Sab 03 Out 2009, 5:22 pm

Fabris escreveu:
O argumento cronológico, por exemplo, defende que tudo o que existe tem uma explicação para sua existência, seja na necessidade de sua natureza ou em uma causa externa.
Por que? Qual a explicação para a existência de Deus? Se tudo precisa de uma causa externa, Deus também precisa.

comparando valores ontológicos diferentes , baseados em princípios diferentes .
Não somos nós que definimos Deus como ciência , temos que sua existência é inexplicável para nós , já são VOCÊS (ateus dogmáticos) , que querem expurgar a hipótese divina , cabe-lhes tanto o ônus da prova , como a demonstração da CIENTIFICIDADE desta tentativa de expurgo .

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Re: Deus ainda não morreu

Mensagem por Luís em Dom 04 Out 2009, 10:20 am

.
A evidente doença mental do Sr. Plantinga pode ser vista neste comentário do livro feito para comentar uma de suas "obras" (no sentido de 'obrar' mesmo):

"Plantinga defende a tese de que, fora de brincadeira, existem quaisquer mundos e objetos possíveis porém invisíveis e discute dois assuntos da filosofia da religião - a Defesa do Livre Arbítrio para o Problema do Mal e argumentos ontológicos para a existência de Deus - com ênfase nos seus aspcetos modais 'da coisa sm si' (de re)". (livre tradução minha).
..........................

"Plantinga defends the thesis that there in no sense are any possible objects and worlds that do not exist and discusses two subjects from the philosophy of religion — the Free Will Defense to the Problem of Evil, and ontological arguments for the existence of God — with emphasis on their de re modal aspects." (Robert Merrihew Adams about - The Nature of Necessity - A. Plantinga)


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Re: Deus ainda não morreu

Mensagem por Fabris em Seg 05 Out 2009, 4:50 pm

Articulador escreveu:
Fabris escreveu:
O argumento cronológico, por exemplo, defende que tudo o que existe tem uma explicação para sua existência, seja na necessidade de sua natureza ou em uma causa externa.
Por que? Qual a explicação para a existência de Deus? Se tudo precisa de uma causa externa, Deus também precisa.

comparando valores ontológicos diferentes , baseados em princípios diferentes .
Não somos nós que definimos Deus como ciência , temos que sua existência é inexplicável para nós , já são VOCÊS (ateus dogmáticos) , que querem expurgar a hipótese divina , cabe-lhes tanto o ônus da prova , como a demonstração da CIENTIFICIDADE desta tentativa de expurgo .
Eu fiquei rindo um bocado antes de responder isso aqui, já que achava ser impossível se escrever tanta incoerência em um parágrafo tão pequeno. Vejamos:

Articulador escreveu:comparando valores ontológicos diferentes , baseados em princípios diferentes
Se os princípios são diferentes (ciência x fé), o mesmo não poderia, portanto, ser aplicados em domínios específicos, em que uma epistemologia não se aplica. Portanto, Deus não pode ser invocado para explicar a realidade.

Articulador escreveu:Não somos nós que definimos Deus como ciência , temos que sua existência é inexplicável para nós...
Não mesmo? Quem é que insiste em misturar Deus com ciência? Quem tenta impedir os progressos humanos invocando um livro escrito e plagiado há 4 mil anos? Outra coisa: se a existência de um suposto deus é inexplicável, isso já o tiraria, se existisse, do domínio da ciência e o remeteria ao pensamento mágico. Entretanto, tenha calma! Você vai se contradizer no párágrafo seguinte.

Articulador escreveu:...já são VOCÊS (ateus dogmáticos) , que querem expurgar a hipótese divina...
Hipótese, meu caro e pio cristão, é feita para ser testada, analisada e, eventualmente, refutada. Você está disposto a fazer isso com a divindade que cultua? Além disso, para que Deus se tornasse uma hipótese científica, suas ações devem ser provadas e previsíveis, caso conmtrário, cai-se no pensamento mágico.

Articulador escreveu:...cabe-lhes tanto o ônus da prova , como a demonstração da CIENTIFICIDADE desta tentativa de expurgo .
É fácil, caro e pio cristão! Para que algo, em ciência, seja tomado como premissa, precisa, antes ser demonstrado cientificamente. Precisa passar por testes, fornecer sempre o mesmo resultado e permitir fazer previsões sobre fatos específicosn e substantivos (e não previsões dependentes de interpretação). ´

Ônus da prova, meu caro e pio cristão, cabe a quem afirma algo e não a quem nega!


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Re: Deus ainda não morreu

Mensagem por Convidad em Seg 05 Out 2009, 9:17 pm

Articulador escreveu:
Fabris escreveu:
O argumento
cronológico, por exemplo, defende que tudo o que existe tem uma
explicação para sua existência, seja na necessidade de sua natureza ou
em uma causa externa.
Por que? Qual a explicação para a
existência de Deus? Se tudo precisa de uma causa externa, Deus também
precisa.

comparando valores ontológicos diferentes , baseados em princípios diferentes .
Não somos nós que definimos Deus como ciência , temos que
sua existência é inexplicável para nós , já são VOCÊS (ateus
dogmáticos) , que querem expurgar a hipótese divina , cabe-lhes tanto o
ônus da prova , como a demonstração da CIENTIFICIDADE desta
tentativa de expurgo .
Eu fiquei rindo um bocado antes de
responder isso aqui, já que achava ser impossível se escrever tanta
incoerência em um parágrafo tão pequeno. Vejamos:

só se for rindo olhando-se no espelho ... além de não refutar me pequeno
parágrafo , provou que não consegue fazer uma tréplica sem recorrer à
palha , eu sei o motivo : vc é novato no fórum é
precisa ser avisado que ATEISMO É APENAS DOGMA DE FÉ .

Articulador escreveu:comparando
valores ontológicos diferentes , baseados em princípios diferentes
Se os princípios são diferentes (ciência x fé), o mesmo não
poderia, portanto, ser aplicados em domínios específicos, em que uma
epistemologia não se aplica. Portanto, Deus não pode ser invocado para
explicar a realidade.

APRENDA : princípios
diferentes NÃO significa conflitantes , e acientificidade (hipótese
divina) é diferente de anti-cientificidade (que vcs urra para provar ,
e nunca conseguem) .
APRENDA : Deus (princípio de fé) pode
sim ser invocado para explicar a realidade , pois TODA matéria de fé
envolve uma mudança na nossa realidade (Não confunda proselitar a fé ,
com querer prová-la cientifica , o que não tenho pretensão)
APRENDA :
se você NÃO TEM explicacão para o princípio do universo (que vemos
existir) ... é ULULANTE que eu não ter explicação para o princípio de
Deus em NADA elimina sua hipótese de existir .
Articulador escreveu:Não somos nós que definimos Deus como
ciência , temos que sua existência é inexplicável para
nós...
Não mesmo? Quem é que insiste em misturar Deus com
ciência? Quem tenta impedir os progressos humanos invocando um livro
escrito e plagiado há 4 mil anos? Outra coisa: se a existência de um
suposto deus é inexplicável, isso já o tiraria, se existisse, do
domínio da ciência e o remeteria ao pensamento mágico. Entretanto,
tenha calma! Você vai se contradizer no párágrafo seguinte.

a) Diversionismo : não estamos falando da bíblia agora , e sim a HIPÓTESE
DIVINA, não se 'esqueça' doravante . b) ERRADO , coloque as teorias
sobre 'multi-versos' , 'sub-partículas' , e inicio(s) do universo na
mesma categoria de 'mágica' , pois IGUALZINHO , não conhecemos o
princípios destes supostos fenômenos . Seguindo teu suposto ,
deveríamos mandar todos os cosmólogos para casa , afinal eles teorizam
sobre o inexplicável , 'pensando mágica'.. (e , exatamente o que diria
um CÉTICO babilônico ,ao ver um 'homenzinho falante' , em um caixinho
de TV)

Articulador escreveu:...já são VOCÊS (ateus dogmáticos) , que querem expurgar a hipótese divina...
Hipótese, meu caro e pio cristão, é feita para ser testada, analisada e, eventualmente, refutada. Você está disposto a
fazer isso com a divindade que cultua? Além disso, para que Deus se
tornasse uma hipótese científica, suas ações devem ser provadas e
previsíveis, caso conmtrário, cai-se no pensamento mágico.

vejo que enferrujou na 'popperização', nenhuma hipótese precisa ,
necessariamente , ser testada , somente as que desejem ser CIENTÍFICAS . E
leia com mais ATENÇÃO , eu não estou tentando fazer Deus uma hipótese
científica (apenas não anti-científica), agora isto não desencumbe o ônus dos que querem 'limá-lo' como hipótese científica . , justamente porque é o DOMÍNIO (ciência) que exige meios probatórios .

Articulador escreveu:...cabe-lhes tanto o ônus da prova , como a demonstração da CIENTIFICIDADE
desta tentativa de expurgo .
É fácil, caro e pio cristão! Para
que algo, em ciência, seja tomado como premissa, precisa, antes ser
demonstrado cientificamente. Precisa passar por testes, fornecer sempre
o mesmo resultado e permitir fazer previsões sobre fatos específicosn e
substantivos (e não previsões dependentes de interpretação). ´

lógico , portanto tua TEORIA (ateísta) de que Deus é anti-ciência precisa ser : DEMONSTRADA CIENTIFICAMENTE , simples !

Ônus da prova, meu caro e pio cristão, cabe a quem afirma algo e não a quem nega!

só na invenção ateista , ÔNUS PROBANDI é obrigação do ALEGANTE que
tem interesse em provar algo , quer afirmativamente , quer
negativamente . Dentro desta lenga de vocês não existiriam, por exemplo
, a prova negativa de paternidade , ou de obrigação ... , ou de inexistência de débito , ou , ou , ou ... Aliás , é filosoficamente , desonesta esta tentativa de impingir meios desiguais de ônus , sobre corolários iguais , uma retranca que os 'filósofos' do ateismo deveriam ter vergonha de usar, para esconder sua fraqueza argumentativa .... Resumão : AINDA aguardo vc me mostrar a anti-cientifidade de Deus Criador , como é teu ÔNUS !

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Re: Deus ainda não morreu

Mensagem por Luís em Ter 06 Out 2009, 12:13 pm

.

A anticientificidade do "Deus Criador"(sic) está no fato de que "ele"(sic) é uma projeção antropomórfica que não pode ser "ofendida"(sic).


Como para bons entendedores meias-palavras bastam, não vou estender-me.


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Re: Deus ainda não morreu

Mensagem por Adriane Cunha em Qua 07 Out 2009, 7:28 pm

Luís escreveu:ao ponto de se agarrarem à 'histórias da carrocinha' como esta?
O que você desejou implicitar com o post acima amado?


cafezinho "Sempre fica um pouco de perfume nas mãos que oferecem flores."

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Re: Deus ainda não morreu

Mensagem por darkshi em Qua 07 Out 2009, 9:44 pm

Luís escreveu:.

A anticientificidade do "Deus Criador"(sic) está no fato de que "ele"(sic) é uma projeção antropomórfica que não pode ser "ofendida"(sic).


Como para bons entendedores meias-palavras bastam, não vou estender-me.

Prove.


"Teleology is like a mistress to a biologist: he cannot live without her but he's unwilling to be seen with her in public." J. B. S. Haldane

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Re: Deus ainda não morreu

Mensagem por Eduardo em Qua 07 Out 2009, 10:06 pm



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Re: Deus ainda não morreu

Mensagem por darkshi em Qua 07 Out 2009, 10:26 pm

Fabris escreveu:Por que? Qual a explicação para a existência de Deus? Se tudo precisa de uma causa externa, Deus também precisa.

Erro básico de conceito sobre "Deus". O próprio conceito criado por Platão é Deus é justamente ele ser a causa das coisas e não ser causado. A chamada primeira causa.

Por que? Este é o petitio principii iniciado por Aristóteles e desenvolvido por Tomás de Aquino, devidamente refutado por Kant, Locke, Humme e outros. Na verdade, o argumento é desenhado apenas para justificar um Deus pré-concebido.

Kant?????
Acho que vc não andou lendo kant.

Mais bobagem! A causa pode ser qualquer coisa e pode, em tese, ser física e material. Esta bobagem choca, inclusive, com a visão bíblica do cristianismo. Deus, necessariamente, é físico e material, ou então não nos fez à sua imagem e semelhança, o que joga o texto bíblico na mentira já em seus primeiros versos.

Prove então como algo físico e material pode ser uma causa não causada.

O argumento é risível, desconsidera forças físicas e químicas e remete a outro problema: acreditar que um ser superior surgiu do nada e criou, num repente, tudo o que existe seria o que?

Como falar sobre forças físicas e químicas se elas nem existir existem? Antes do Big Bang, nem o próprio tempo e o espaço existiam, quiça forças primordiais.

O brilhante autor desta pérola não explica porque a idéia é absurda e, como filósofo, deveria conhecer um pouco de matemática, em particular o paradoxo de Zeno e saber que ele só se aplica a conceitos matemáticos.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Paradoxos_de_Zeno

Claro que ele não precisa. Da mesma maneira que nenhum paper no mundo tem a necessidade de provar algo que vai alem de seus escopo, sendo que essas provas estão nos artigos citados. Um mero artigo de jornal não tem obrigação nenhuma de provar nada. Quer provas? Leia os livros dele.
Pode até não concordar com ele. Mas com certeza vc pararia de ver-los como "brilhantes autores de ideias absurdas"


Duas bobagens, aqui: o universo, segundo a teoria do Big Bang, teve origem em uma singularidade, que deu origem à expansão e ao conceito de tempo. Esse conceito não pode existir se não houver movimento e, portanto, é idiotice tentar saber como era o "tempo" anterior ao Big Bang. Como todos os que não entendem o conceito, o autor simplesmente desconhece que infinito é processo e não número ou ponto de chegada.

Sei não. Mas quem não entendeu patavinas foi você. Porque ele justamente diz com bases na teoria do Big Bang, que existe um ponto zero no tempo.

Um filósofo ressaltando uma "teoria" morta? Seria bom ele se atualizar.

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Claro! Que tal ler filósofos do seculo XX!
Uma das coisas que o Craig vive lembrando aos seus colegas de debate quando eles partem para falacia da autoridade. Lembra que após os anos 60 existe um movimento conhecido como "Renascimento filosófico cristão". E hoje o meio academico anglo-saxão tem uma grande parcela de filósofos com linha cristã.

Edit: O seu comentário foi tão sem sentido que nem tinha percebido que era justamente o artigo dele sobre o renascimento da filosofia cristã.
Realmente nem tem muito o que dizer. Um artigo que fala justamente do tal "renascimento" e vc acha que ele tem que se atualizar?? Acho que é você que tem que se atualizar.

Não entendi a sua resposta ao artigo de Craig. Basicamente vc disse "Ele é bobo e não concordo". Tah, todo mundo sabe que você é ateu e não concorda com nada cristão. Mais é ai. Para ter algo alem de mera demonstração de opinião tem que se basear em bons argumentos. Não vi nenhum.


Última edição por darkshi em Qua 07 Out 2009, 11:23 pm, editado 1 vez(es)


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Re: Deus ainda não morreu

Mensagem por Luís em Qua 07 Out 2009, 10:42 pm

darkshi escreveu:
Luís escreveu:.

A anticientificidade do "Deus Criador"(sic) está no fato de que "ele"(sic) é uma projeção antropomórfica que não pode ser "ofendida"(sic).


Como para bons entendedores meias-palavras bastam, não vou estender-me.

Prove.

Provo! Nenhum "crente" neste mundo sabe no que "crê"! Crê naquilo que ouviu falar, no que disseram etc. Pura b..ta!


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Re: Deus ainda não morreu

Mensagem por Adriane Cunha em Qua 07 Out 2009, 10:54 pm

Luís escreveu:Pura b..ta!

Qual o significado da palavra acima? Cristo...


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Re: Deus ainda não morreu

Mensagem por darkshi em Qua 07 Out 2009, 11:01 pm

Fabris escreveu:Se os princípios são diferentes (ciência x fé), o mesmo não poderia, portanto, ser aplicados em domínios específicos, em que uma epistemologia não se aplica. Portanto, Deus não pode ser invocado para explicar a realidade.

Que lambança sobre conceitos!!! Não sabe nem o que é ciência e nem sabe o que é fé.
Fé é uma propriedade humana conhecida como confiança. Ter fé em algo é confiar em algo. Ciência é metodóloga de estudo. Fé é caracteristica da psique humana. Ciência é método.
No mais, confunde ciência com materialismo e fé com cristianismo.


Não mesmo? Quem é que insiste em misturar Deus com ciência? Quem tenta impedir os progressos humanos invocando um livro escrito e plagiado há 4 mil anos? Outra coisa: se a existência de um suposto deus é inexplicável, isso já o tiraria, se existisse, do domínio da ciência e o remeteria ao pensamento mágico. Entretanto, tenha calma! Você vai se contradizer no párágrafo seguinte.

Quem em me pergunto? Será que foram os monges católicos ao preservarem os textos filosóficos do mundo antigo depois da queda de roma? Será que foi a igreja católica ao fundar as universidades modernas? Ou os protestantes ao trabalharem pelo estado laico?
Quem eu me pergunto? Quem?

Hipótese, meu caro e pio cristão, é feita para ser testada, analisada e, eventualmente, refutada. Você está disposto a fazer isso com a divindade que cultua? Além disso, para que Deus se tornasse uma hipótese científica, suas ações devem ser provadas e previsíveis, caso conmtrário, cai-se no pensamento mágico.

Caro amigo positivista. Existe vida alem do laboratório.

Continuo vendo uma confusão grave sobre o próprio conceito do que é Deus.
Deus não é um fenômeno físico para ser modelável, reproduzível e previsível. Deus como principio das coisas entra como premissa ao próprio estudo cientifico, tentar prova-lo é petição de principio.

É fácil, caro e pio cristão! Para que algo, em ciência, seja tomado como premissa, precisa, antes ser demonstrado cientificamente. Precisa passar por testes, fornecer sempre o mesmo resultado e permitir fazer previsões sobre fatos específicosn e substantivos (e não previsões dependentes de interpretação). ´

Ônus da prova, meu caro e pio cristão, cabe a quem afirma algo e não a quem nega!

Não se prova cientificamente premissas. Isso é petição de principio.

ps: E o ônus recai a qualquer afirmação. Seja positiva ou negativa.
No caso, a afirmação "Deus existe" não é uma afirmação vazia. É uma afirmação que carrega inúmeros argumentos para tal. E com isso, o negador não pode apenas se defender falando que o "ônus" não é dele. Sendo ele obrigado a tando apontar os erros do argumento a favor quando argumentar porque sua negação é correta.


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Re: Deus ainda não morreu

Mensagem por darkshi em Qua 07 Out 2009, 11:06 pm

Luís escreveu:
darkshi escreveu:
Luís escreveu:.

A anticientificidade do "Deus Criador"(sic) está no fato de que "ele"(sic) é uma projeção antropomórfica que não pode ser "ofendida"(sic).


Como para bons entendedores meias-palavras bastam, não vou estender-me.

Prove.

Provo! Nenhum "crente" neste mundo sabe no que "crê"! Crê naquilo que ouviu falar, no que disseram etc. Pura b..ta!

Por acaso você sabe o que se passa na minha mente?
Eu já te mostrei que sei no que creio. E que está muito distante do que seus "santos" pregram.
Se você simplesmente ignorou, não é problema meu. Se tem medo de crescer e abandonar seus "santos" Feuerbach, Freud e Marx não é problema meu.


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Re: Deus ainda não morreu

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