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A imaginação darwinista na reconstrução de fósseis

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A imaginação darwinista na reconstrução de fósseis

Mensagem por Eduardo em Sex 02 Out 2009, 7:58 pm

A capa da edição especial da Science, ao lado, mostra as partes do fóssil dispostas da forma como se imagina que os ossos se conectavam. A ilustração que abre esta postagem fica por conta da imaginação dos pesquisadores. Isso me lembrou a matéria publicada pela revista Veja da semana passada, sobre o paleoartista Viktor Deak. Ele é o autor de boa parte dos hominídeos expostos na sala Origens Humanas, do Museu Americano de História Natural, em Nova York. Segundo a reportagem, "recriações desse tipo são hipóteses. Dez especialistas diferentes produzirão dez imagens diferentes". Depois é descrito o processo de preparo da imagem em programas de computador, num processo bem parecido com a modelagem de animações usadas em filmes como Homem-Aranha. Homens-macacos... Homens-aranhas... "Qual o sonho de Deak?", pergunta Veja. Resposta: "Construir figuras tão realistas que convençam o observador, ainda que por segundos, de que o ser representado está vivo." Qual o sonho dos darwinistas? Construir um modelo naturalista da nossa origem tão realista que nos convença de que esses primatas realmente foram nossos ancestrais.[MB]

Fonte: VEJA


Última edição por Eduardo em Qui 07 Jan 2010, 7:29 pm, editado 2 vez(es)


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Re: A imaginação darwinista na reconstrução de fósseis

Mensagem por Fabris em Sex 02 Out 2009, 8:34 pm

Eduardo escreveu:A capa da edição especial da Science, ao lado, mostra as partes do fóssil dispostas da forma como se imagina que os ossos se conectavam. A ilustração que abre esta postagem fica por conta da imaginação dos pesquisadores. Isso me lembrou a matéria publicada pela revista Veja da semana passada, sobre o paleoartista Viktor Deak. Ele é o autor de boa parte dos hominídeos expostos na sala Origens Humanas, do Museu Americano de História Natural, em Nova York. Segundo a reportagem, "recriações desse tipo são hipóteses. Dez especialistas diferentes produzirão dez imagens diferentes". Depois é descrito o processo de preparo da imagem em programas de computador, num processo bem parecido com a modelagem de animações usadas em filmes como Homem-Aranha. Homens-macacos... Homens-aranhas... "Qual o sonho de Deak?", pergunta Veja. Resposta: "Construir figuras tão realistas que convençam o observador, ainda que por segundos, de que o ser representado está vivo." Qual o sonho dos darwinistas? Construir um modelo naturalista da nossa origem tão realista que nos convença de que esses primatas realmente foram nossos ancestrais.[MB] Missquotation típica de Michelson Borges.

Leiam todo o artigo e vejam em que tais desenhos são baseados.

Crianças: não cheirem cola!

Fonte: VEJA


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Re: A imaginação darwinista na reconstrução de fósseis

Mensagem por Eduardo em Sab 03 Out 2009, 2:10 pm

Algumas das espécies de hominídeos catalogadas por paleontólogos tiveram seu registro baseado em fósseis deformados, algumas delas foram registradas com base no formato de crânios que sofreram alterações durante o tempo. Diferenças usadas para sustentar teorias de especiação (separação de espécies) foram induzidas por fatores geológicos, após a morte dos indivíduos estudados:

"There are two questions to be asked in considering whether the fossil constitutes evidence of early hominid species diversity. First, are the described morphological differences from the A. anamensis to A. afarensis lineage real, or are they merely artifacts of postmortem fossilization processes? Second, does the putatively new morphology lie outside the expected range of phenotypic variation of this lineage? Fortunately, the history of vertebrate paleontology provides a largely unappreciated but critically important perspective on the first question. Modern primate skeletal collections help to address the second." PALEOANTHROPOLOGY: Early Hominids--Diversity or Distortion? White, Science 28 March 2003: 1994 March 28, 2003.

Parece que o Tim já estava trabalhando com esses 'pedacinhos' de Ardipithecus quando ele fez a afirmação acima (vide, por exemplo Ardipithecus Skeleton May Fill Gap in Human Evolution, 04/13/2006 e especialmente os embates entre os especialistas em Rivals argue over whether the fossilized skull is more ape than human, de Helen Pearson (Nature 10/10/2002) e o artigo de Ann Gibbons, “Paleoanthropology: Oldest Human Femur Wades Into Controversy,” Science, Vol 305, Issue 5692, 1885 , 24 September 2004.

O que se percebe é nada mais do que mudança de nomes de possíveis elos na evolução humana, e as frases retóricas de que o achado 'lança nova luz' ou 'derruba todo o entendimento anterior que tínhamos sobre a evolução humana' y otras cositas mais.

Para quem sabe inglês, vide os artigos de Casey Luskin abaixo:

1. Bones of “Ardi,” New Human Evolution Fossil, “Crushed Nearly to Smithereens”.

2. Artificially Reconstructed “Ardi” Overturns Prevailing Evolutionary Hypotheses of Human Evolution.

E os artigos de John Hawks, antropólogo evolucionista, sobre Ardi:

1. Ardipithecus FAQ

2. Unpersuaded (Sobre cientistas 'céticos' de alguns aspectos da pesquisa.

3. Losers of the day.

4. "Discovering Ardi"

5. Ardi woes.


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Re: A imaginação darwinista na reconstrução de fósseis

Mensagem por Eduardo em Qua 21 Out 2009, 3:15 pm

Bem-vindos ao mundo da Paleofantasia – Bombista evolucionista explode edifício paleoantropológico


Entrada proibida a menores de 18 anos. Desligue os telemóveis e quaisquer aparelhos sonoros. Deixe ficar o seu casaco na entrada e seja bem-vindo ao Mundo da Paleofantasia.

Foi em Fevereiro do ano passado, na reunião anual da Associação Americana para o Avanço da Ciência, que um dos evolucionistas mais honestos que a era pós-Darwin alguma vez conheceu – Richard Lewontin, da universidade de Harvard – admitiu o que criacionistas sempre andaram e andam a dizer. Apertem os cintos. Entrada proibída a evolucionistas sensíveis e inseguros da sua fé.

Título do filme: “Não sabemos nada sobre a evolução da cognição” (Guardian)
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Ele [Richard Lewontin] desconsiderou cada suposição acerca da evolução do pensamento humano, concluindo que os cientistas ainda estão completamente às escuras relativamente à forma como a selecção natural promoveu o aumento maciço do cérebro humano”

O principal problema é o registo fóssil. Apesar de uma mão cheia de fósseis de hominídeos que vão até 4 milhões de anos atrás ou coisa parecida, não podemos ter a certeza de que qualquer um deles seja um ancestral directo nosso. Muitos deles, senão todos, poderiam ter pertencido a ramos secundários.

Pior que isso, os fósseis que temos são difíceis de interpretar. “Eu não tenho a mais pequena ideia do que significa a capacidade cranial de um fóssil de hominídeo“, confessou Lewontin. O que é que nos diz um determinado tamanho de cérebro relativamente às capacidades do animal a quem o mesmo pertence?

Ele até é céptico de que os paleoantropólogos possam assegurar que espécies caminharam de forma erecta e que espécies arrastavam as articulações. Uma postura vertical é crucial para libertar as mãos de maneira a estas fazerem outras coisas úteis.

Resumindo, apesar de milhares de papéis científicos e inúmeras manchetes da National Geographic, não fizemos muitos progressos na compreensão de como o nosso complicado e misterioso órgão surgiu. “Estamos em grandes e sérias dificuldades para tentar reconstruir a evolução da cognição“, disse Lewontin.
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O que acabaram de ver aqui foi uma série de ataques bombistas suicidas no quartel-general dos fiéis de Darwin, incitado por um dos principais padres darwiníacos. Pode a paleoantropologia recuperar depois destas múltiplas bombas? Isto não foi o ignorante Sabino que disse, mas sim o próprio Senhor “Não-Podemos-Permitir-Um-Pé-Divino-Na-Porta”.

Lewontin disparou em todas as direcções. Parecia o Rambo nos seus dias descontrolados do pós-Vietname.

Toda a propaganda evolucionista a respeito dos fósseis de alegados antepassados humanos são pura fantasia e especulação. Mentiras puras travestidas de ciência. E é isto que andam a ensinar aos miúdos como sendo “conhecimento científico”. Estes shamans da religião evolucionista usurpuram o lugar dos verdadeiros académicos, como Newton, Faraday e Pasteur, e substituíram a verdadeira ciência por especulação e fantasia mickeyana. Seria de rir, caso as consequências não fossem eternas.

Lembrem-se de declarações como estas da próxima vez que vos apresentarem um achado paleoantropológico “que prova, de uma vez por todas, a teoria de Darwin”. Lembrem-se de declarações como estas da próxima vez que o PÚBLICO fizer capa com o elo perdido que mostra que um dia éramos mais chimpanzés que seres humanos. Lembrem-se destas declarações da próxima vez que um evolucionista vos mostrar um macaco a fazer truques com bananas ou a atirar pedras.
Depois ainda há evolucionistas com a lata de chamar “História” às especulações nunca registadas por ninguém, sobre os paleolíticos inferiores e superiores (1). Grandes e meticulosos historiadores do passado, como Josefo e Tácito, estariam a dar voltas nos seus túmulos se soubessem o que fizeram à disciplina de História nos dias de hoje.


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Re: A imaginação darwinista na reconstrução de fósseis

Mensagem por Eduardo em Qui 07 Jan 2010, 7:27 pm

Tiktaalik e Panderichtys – 2 coelhos de uma cajadada só

A fértil imaginação evolucionista e a sua rapidez em tirar conclusões precipitadas de ossos encontrados na terra já são características conhecidas de todos nós. A necessidade de encontrar elos perdidos que comprovem a não-existente evolução biológica faz com que os evolucionistas inventem elos transitórios onde eles não existem.

Tiktaalik

Era assim que os evolucionistas desenhavam o Tiktaalik, um peixe que foi anunciado, em 2006, como sendo o elo definitivo entre peixes e anfíbios. Até o pintaram a sair para fora de água, tal como já haviam feito com o celacanto:



Panderichtys

Este foi outro peixe anunciado como elo transitório entre peixes e tetrápodos. Pintado desta maneira:



Agora, paleontólogos anunciaram a descoberta de pegadas de patas dianteiras e traseiras feitas supostamente 18 milhões de anos mais velho do que o Tiktaalik. O que isto significa é que animais tetrápodos já andavam pela Terra muito tempo antes da existência dos alegados elos transitórios mencionados acima. Segundo a Nature:

Elas forçam uma revisão radical do tempo, ecologia, e ambiente da transição peixe-tetrapódo, bem como da perfeição do registo fóssil de corpos“.

Na manhã deste dia, a Physorg trazia uma declaração de Jenny Clark, um paleontólogo de Harvard, a dizer que estas pegadas “explodiam toda a história do “para fora de água“”. Curiosamente, a Physorg tirou a declaração do texto. Compreendo… é uma declaração muito forte que pode colocar dúvidas na cabeça de alguns fiéis da religião evolucionista.

Eis o que o site evolucionista Panda’s Thumb disse na altura a respeito do Tiktaalik:

Once again, science is slowly unraveling the transitions from fish to tetrapod in exquisite detail. Don’t you wish ID had something similar to contribute to our scientific understanding?” (Mais uma vez, a ciência está aos poucos a revelar as transições de peixe para tetrápodo em grande detalhe. Não desejarias que o Design Inteligente tivesse qualquer coisa semelhante para contribuir para o nosso conhecimento científico?)

Mas que grande treta…

Também me pergunto como se estará a sentir o meu amigo do Ceticismo, ele que escreveu a respeito do Panderichtys:

Panderichthys é largamente reconhecido como a forma transicional da evolução dos tetrápodes (sabe como é, né… aqueles fósseis transicionais que os criaBURRIcionistas alegam que não existe)“.

Como ele próprio diria: “BANG! Tiro no pé!”

CONCLUSÃO

A falsa ciência da evolução acabou de levar outro golpe. Mais uma vez, as fantasias dos evolucionistas foram expostas. O evolucionismo é uma vergonha para o bom nome da Ciência. É uma vergonha estes evolucionistas receberem dinheiros públicos para inventarem este tipo de coisas!

Os criacionistas interpretaram estes fósseis como sendo “criaturas-mosaico”, isto é, criaturas que possuem características encontradas em vários tipos de animais, mas que em si mesmos não são transicionais como, por exemplo, o ornitorrinco e o Archaeopteryx. Esta nova descoberta vem dar razão aos criacionistas e detonar os delírios evolucionistas.

O criacionista sabe que é só uma questão de tempo até que as fantasias evolucionistas sejam derrubadas.

PS: Vejam também o comentário que o Creation Safaris fez desta descoberta. Os evolucionistas acreditam em fantasmas… eheh. Hilariante!


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Re: A imaginação darwinista na reconstrução de fósseis

Mensagem por Eduardo em Sex 29 Jan 2010, 10:21 pm

À primeira, todos podem cair. À décima, só cai quem é burro

O debate entre Evolucionismo e Criacionismo não é um debate entre Ciência e Religião, mas sim entre duas cosmovisões do mundo: a naturalista e a bíblica. Quem pensa que o debate apenas se centra no aspecto científico ou no aspecto religioso é porque não está por dentro da discussão. É inocente ou ingénuo.
As nossas pré-concepções determinam a forma como olhamos para o mundo que nos rodeia e a forma como interpretamos as observações científicas. Elas serão sempre interpretadas dentro do paradigma adoptado por cada um.

Se um paleontólogo adopta uma cosmovisão naturalista, é normal ele esperar ver no terreno de actuação, por exemplo, fósseis transitórios que revelem os passos evolutivos graduais entre as grandes transições das formas de vida. As conclusões de um paleontólogo evolucionista estão limitadas ao paradigma adoptado pelo mesmo. Se ele acredita que os seres vivos evoluíram e se foi isso que lhe foi ensinado, é obrigatório ele ter de encontrar fósseis transitórios.
Paradigma falso = Conclusões falsas
Se o nosso paradigma for falso, ele vai produzir conclusões falsas. Isto é por demais óbvio. Já pensaram por que é que os evolucionistas passam por tantas humilhações a respeito dos alegados fósseis transitórios?
Ainda na primeira metade do século XX, o celacanto foi proclamado como o fóssil transitório entre peixes e animais de terra. Anos mais tarde, as especulações evolucionistas foram desmascaradas. Era, assim, necessário encontrar outros fósseis que preenchessem o lugar deixado vazio.

Em 2005 foi apresentado o Panderichthys, o novo elo entre peixes e tetrápodes. Em 2006 foi apresentado mais um elo de transição – o Tiktaalik. 4 Anos mais tarde, em Janeiro de 2010, as especulações evolucionistas foram desmascaradas. É, assim, necessário encontrar outros fósseis que preencham o lugar deixado vazio.
Ao longo das últimas décadas, muitos outros alegados fósseis transitórios foram desmascarados.
Por que devo confiar nas especulações evolucionistas a respeito dos supostos fósseis transitórios?
Alguém me pode dizer? Por que devo acreditar quando um evolucionista me diz, com toda a segurança, que o fóssil X ou Y são realmente elos transitórios, se a mesma confiança e certeza já me foi transmitida em relação a outros alegados fósseis transitórios agora descartados?
Atenção, se os ateus de plantão estiverem a pensar responder a esta pergunta, sejam objectivos e não mudem o tema de discussão. Não comecem a dizer que devemos acreditar na ciência porque ela funciona e já melhorou a nossa qualidade de vida. Eu não estou a perguntar por que devo confiar na ciência! Estou a perguntar por que devo confiar nas especulações evolucionista a respeito dos fósseis. Se estiverem a pensar responder, não respondam a uma acusação-espantalho.
CONCLUSÃO
Costuma-se dizer: à 1ª todos caem, à 2ª cai quem quer, à 3ª só cai quem é burro. Quantos falsos fósseis transitórios serão necessários para os evolucionistas se aperceberem que algo vai mal nas suas especulações?
Os fósseis transitórios servem como evidência circunstancial. São úteis para naquele momento se mostrar aos criacionistas que a teoria da evolução tem evidências incontestáveis. Isso até serem descartados à luz de outras descobertas. Aí deixam de ser as evidências inconstestáveis de outrora.
Cada alegado fóssil transitório que nos é apresentado na altura é um barrete que apenas está à espera de ser substituído por outro barrete… até vir outro barrete substituir esse barrete que já tinha substituído o barrete anterior. Uma grande colecção de barretes.
O evolucionista costuma dizer coisas como “este é o preço da ciência, bla bla… em ciência não há certezas, bla bla…“. Estranho, porém, nunca ouvirmos esse discurso de reserva aquando da apresentação dos putativos fósseis transitórios ao público. Nessas alturas o evolucionista esquece-se de que “em ciência não há certezas“. Como dizia o outro,… só cai quem é burro!


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Re: A imaginação darwinista na reconstrução de fósseis

Mensagem por lordakner em Sab 30 Jan 2010, 10:05 am

Claro.
O mais lógico é acreditar que deus fez o homem, os animais e o universo em uma semana, a 6.000 anos atrás.
O homem foi feito de barro cuspido e a mulher de uma costela tirada dele
Os dinossauros e os não existiram e quem acredita nisso só pode ser um cara com muito tempo, para ficar inventando essas bobagens.

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Re: A imaginação darwinista na reconstrução de fósseis

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