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Erodindo as eras

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Erodindo as eras

Mensagem por Eduardo em Sex 02 Out 2009, 7:46 pm

Olá galera, após 700 hm de avião e 1000 km de carro estou de volta.



Erodindo as eras



Este artigo demonstra como James Hutton, o geólogo considerado pai do uniformitarianismo e “avô” do evolucionismo, ou o “João Batista” de Darwin, baseou-se em mera presunção para criar seu modelo de gênese das estruturas geológicas. Mesmo assim, ele está para a Geologia moderna como Newton está para a Física (nota do tradutor).

Foi James Hutton, o médico escocês que virou geólogo, que em 1785 sugeriu ser a Terra extremamente velha. Sua famosa afirmação de que não havia “nenhum vestígio de um começo, nenhuma perspectiva de um fim” preparou o caminho para a teoria da evolução de Darwin.[1] A maioria dos geólogos modernos considera sensata a perspectiva de Hutton. Os cientistas evolucionistas geralmente concordam que os continentes se formaram há pelo menos 2,5 bilhões de anos.[2] A idade divulgada para algumas partes da Austrália é de mais de 3 bilhões de anos. Grande parte do resto do continente é datada como tendo entre 0,6 e 3 bilhões de anos de idade.[3] História semelhante é contada para outros continentes: a idade de seus embasamentos cristalinos (rochas metamórficas e ígneas) está na escala de bilhões de anos.

Essas ideias se revelam totalmente inconvincentes se submetidas a uma análise mais atenta. É patente que há muitos processos geológicos que indicam que os continentes não são tão velhos quanto dizem os evolucionistas.[4] Um dos problemas para essa idade tão grande é a erosão. Os continentes não podem ter bilhões de anos, pois eles já deviam ter sido erodido há muito tempo. Não sobraria nada.

Mensurando erosões

A água é a principal culpada pela dissolução dos sais minerais, do solos friáveis e das rochas do terreno, e os transporta para o oceano. Dia após dia, ano após ano, como uma procissão interminável de trens de cargas, os rios de todo o mundo carreiam toneladas de rocha decomposta em todos os continentes e os despejam no oceano. Se compararmos, o material retirado pelos ventos, pelas geleiras e pelas ondas litorâneas é mínimo.

Sempre que chove, a água pode começar a erodir. Ela coleta esse material em regiões chamadas bacias de drenagem, áreas facilmente identificadas em um mapa topográfico. Por amostragem, na foz do rio, podemos medir o volume de água proveniente da bacia e a quantidade de sedimentos que ela carrega. É difícil ser exato, porque alguns sedimentos são arrastados ou empurrados ao longo do fundo do rio. O “material de leito”, como é chamado, não é facilmente observável. Às vezes, variáveis arbitrárias são incluídas nos cálculos por causa disso.

Outro problema é como lidar com eventos catastróficos raros. Embora possam ser responsáveis pelo transporte de grandes quantidades de sedimentos em um tempo muito curto, eles são quase impossíveis de se medir. Tanto o material de leito quanto as catástrofes transportam mais sedimentos do que pode ser mensurado diretamente.

No entanto, sedimentologistas têm pesquisado muitos rios de todo o mundo e calcularam o quão rápido a terra está desaparecendo. As medições mostram que alguns rios estão escavando suas bacias de drenagem numa taxa de um metro de altitude a cada mil anos, enquanto outros escavam apenas um milímetro a cada mil anos. A redução da altitude média para todos os continentes do mundo é de cerca de 60 mm a cada mil anos, o que equivale a cerca de 24 bilhões de toneladas de sedimento por ano.[5] É muita adubação de cobertura!

Continentes que desaparecem

Na escala de um período de vida humana, essas taxas de erosão são baixas. Mas para aqueles que dizem que os continentes têm bilhões de anos de idade, as taxas são excessivas. Um total de 150 quilômetros teria sido corroído dos continentes em 2,5 bilhões de anos. Isso desafia o senso comum. Se a erosão vinha acontecendo há bilhões de anos, os continentes sequer permaneceriam na Terra.

Esse problema tem sido destacado por vários geólogos que calcularam que a América do Norte deveria ter sido nivelada em 10 milhões de anos se a média de erosão fosse a mesma.[6] Esse é um tempo extremamente curto em comparação com os supostos 2,5 bilhões de anos dos continentes. Para piorar a situação, muitos rios corroem o cume das suas bacias hidrográficas muito mais rápido do que a média. Mesmo com menor taxa de 1 mm de redução de altitude a cada mil anos, os continentes com uma altitude média de 623 metros (2 mil pés) deveriam ter desaparecido há muito tempo.

Essas taxas não só minam a ideia de continentes com milhares de anos de idade, mas também dão cabo ao conceito de montanhas muito antigas. Em geral, as regiões montanhosas com as suas encostas íngremes e vales profundos têm erosão mais rápida. Taxas de erosão de 1.000 mm por mil anos são comuns nas regiões alpinas da Papua-Nova Guiné, México e Himalaia.[7] Uma das mais rápidas reduções regionais de altitude registradas é de 19 metros a cada mil anos em um vulcão em Papua-Nova Guiné.[8] O rio Amarelo, na China, pode achatar uma montanha tão elevada como o Everest em 10 milhões anos.[9] As cadeias de montanhas, como a Caledônias, na Europa ocidental, e os Apalaches, no leste da América do Norte, não são facilmente explicadas porque não são tão elevadas como o Everest, mas se supõe que tenham várias centenas de milhões de anos. Se a erosão tem ocorrido há tanto tempo, essas montanhas não deveriam mais existir.[10]

A erosão é também um problema para os terrenos planos que são classificados como muito antigos. Essas superfícies se estendem por grandes áreas e ainda assim mostram pequeno ou nenhum sinal de erosão. Além disso, as superfícies não têm evidência alguma de terem sido cobertas por outras camadas sobre elas. Um exemplo é a Ilha Kangaroo (Austrália meridional), que tem cerca de 140 km de comprimento e 60 km de largura. É afirmado que sua superfície tem pelo menos 160 milhões de anos, com base nos fósseis e na datação radioativa. No entanto, a maior parte de sua área é extremamente plana.[11] O terreno é praticamente o mesmo de quando ela foi soerguida – a erosão quase não tocou na superfície exposta. Como ele pôde ficar tão plano sem ser corroído por 160 milhões de anos de chuva?

Procurando uma saída

Por que, então, os continentes e montanhas ainda subsistem se estão sendo erodidos tão rapidamente? Por que tantos acidentes geográficos considerados velhos não mostram sinais de erosão? A resposta é simples: eles não são tão antigos quanto se alega, mas são “jovens”, como está na Bíblia. Porém, isso não é filosoficamente aceitável para os geólogos evolucionistas, logo, outras explicações são feitas inutilmente.

Por exemplo, sugere-se que as montanhas continuem a existir porque abaixo delas há um constante soerguimento tomando seu lugar.[12] Consequentemente, as montanhas deveriam ter sido totalmente erodidas e soerguidas muitas vezes em 2,5 bilhões de anos. No entanto, apesar de o soerguimento estar ocorrendo em áreas montanhosas, tais processos de soerguimento e erosão não poderiam continuar por muito tempo sem que todas as camadas de sedimentos fossem removidas. Logo, não poderíamos ter a esperança de encontrar qualquer sedimento antigo em áreas montanhosas se por diversas vezes tivessem sido erodidas e soerguidas. Entretanto, admiravelmente, há sedimentos de todas as idades nas regiões montanhosas, desde os mais jovens aos mais velhos (por métodos de “datação evolutiva”) são preservados. A ideia de renovação contínua por soerguimento não resolve o problema.

Outra ideia sugerida para se resolver o problema é que as atuais taxas de erosão que estão sendo medidas são deveras altas.[13] Segundo este argumento, a erosão era muito menor no passado, antes que seres humanos pudessem interferir. Presume-se que as atividades humanas, tais como o desmatamento e a agricultura, são as razões pelas quais estamos medindo as modernas taxas de erosão tão altas. No entanto, as mensurações quantitativas sobre os efeitos da atividade humana descobriram que as taxas de erosão foram aumentadas em apenas 2 a 2,5 vezes.[14] Para que a explicação resolvesse o problema, o acréscimo teria que ser várias centenas de vezes maior. Mais uma vez, a explicação não funciona.

Também foi proposto que o clima no passado teria sido bem mais seco (porque menos água significa menor erosão).[15] Porém, essa ideia vai contra as provas. Na verdade, o clima era mais úmido, como pode se deduzir pela abundância de vegetação nos registros fósseis.

Os continentes são jovens

A história “lenta e gradual”, proposta pelo médico escocês há duzentos anos, não faz sentido. A alegação dos defensores da Terra velha é a de que os continentes têm mais de 2,5 bilhões de anos de idade, mas, usando seus próprios pressupostos, os continentes deveriam ter sido erodidos em apenas 10 milhões de anos. Observe que os 10 milhões de anos não são a idade estimada dos continentes.[16] Pelo contrário, ela destaca a falência das ideias uniformitarianistas. Os geólogos que creem na Bíblia consideram que as montanhas e os continentes que temos hoje foram formados como consequência da inundação dos dias de Noé. Quando os continentes foram elevados no fim do dilúvio, a incrível energia das enchentes recuando esculpiu na paisagem. Não aconteceu muita coisa, geologicamente falando, nos 4.500 anos seguintes.

(Tas Walker; tradução de Rafael Resende Stival)

1. Hutton, J., “Theory of the Earth with Proof and Illustrations, discussed by Press, F. and Siever, R.”, In: Earth 4th ed., W.H. Freeman and Company, NY, USA, p. 33, 37, 40, 1986.
2. Roth, Ariel, Origins: Linking Science and Scripture, Review and Herald Publishing, Hagerstown, 1998. É citada uma série de referências sobre o crescimento e preservação da crosta continental. (Adquira este livro em português aqui.)
3. Parkinson, G., (ed.), Atlas of Australian Resources: Geology and Minerals. Auslig, Canberra, Australia, 1988.
4. Morris, J., The Young Earth, Creation-Life Publishers, Colorado Springs, USA, 1994. Explica uma série de processos geológicos que evidenciam a visão de que a Terra é jovem.
5. Ref. 2, p. 264, agrupa várias taxas de erosão a partir de certo número de fontes.
6. For example, Ref. 2, p. 271, quotes Dott & Batten, Evolution of the Earth, McGraw-Hill, NY, USA, p. 155, 1988, e vários outros.
7. Ref. 2, p. 266.
8. Ollier, C.D. and Brown, M.J.F., “Erosion of a young volcano in New Guinea”, Zeitschrift für Geomorphologie 15:12–28, 1971, cited by Roth, Ref. 2, p. 272.
9. Sparks, B.W., “Geographies for advanced study”, In: Geomorphology 3rd ed., Beaver, S.H. (ed.), Longman Group, London and New York, p. 510, 1986, cited by Roth, Ref. 2, p. 272.
10. Ref. 2, p. 264.
11. Ref. 2, p. 266.
12. For example, Blatt, H., Middleton G. and Murray, R., Origin of Sedimentary Rocks, 2nd ed., Englewood Cliffs, Prentice Hall, p. 18, 1980, cited by Roth, Ref. 2, p. 266.
13. Ref. 2, p. 266.
14. Judson, S., “Erosion of the land – or what’s happening to our continents?” American Scientist 56:356–374, 1968.
15. Ref. 2, p. 266.
16. É o limite máximo de idade; a idade real não poderia ser menor, por exemplo, que a idade bíblica de cerca de 6.000 anos.
17. Adaptado de Roth, ref. 2, p. 264.


Última edição por Eduardo em Dom 29 Nov 2009, 1:21 pm, editado 1 vez(es)


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Re: Erodindo as eras

Mensagem por Fabris em Sex 02 Out 2009, 8:16 pm

Um dos grandes problemas de se cheirar cola é que o hábito acaba toldando de vez a já pequena capacidade intelectual de alguns.

O erro básico desta pérola é achar que a ação da água é uniforme em todo o continente.
Por outro lado, o brilhante Tas Walker simplesmente ignora - e não deveria, já que, como engnheiro elétrico que é deve ter estudado fundamentos de geologia -todos os processos geomorfológicos que dão origem ao relevo. Ou será que ele pensa que montanhas não se formam?

Novamente: crianças: não cheirem cola!


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Re: Erodindo as eras

Mensagem por Eduardo em Sab 24 Out 2009, 11:29 pm

Relativamente à geologia, o que os dados e as observações científicas mostram é que os métodos de “datação”, o procedimento usado por geólogos para adivinhar calcular a idade das rochas e da Terra: 1) são um fiasco, 2) dependem de pressupostos impossíveis de verificação e 3) são interpretados de acordo com as concepções do geólogo.

O registo fóssil está cheio de seres vivos que se esqueceram de evoluir, isto é, seres vivos que, apesar de os evolucionistas dizerem que têm milhões de anos, permaneceram estáticos ao longo de todo esse alegado tempo (Ver, por exemplo, o caso dos insectos, plantas, peixes, medusas e osgas). Por outro lado, os chamados “fósseis intermédios” são uma ilusão, já que os mesmos são inexistentes na classe dos invertebrados, que constituem a grande fatia do registo fóssil – 95%.


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Re: Erodindo as eras

Mensagem por Eduardo em Ter 24 Nov 2009, 10:31 pm

Âmbar mostra fragilidades da coluna geológica evolucionista

Os cientistas que se debruçam sobre o estudo do âmbar, a resina fossilizada proveniente da casca das árvores, dividem-no em duas categorias, consoante a sua composição química. Um tipo de âmbar é formado por resina das gimnoespérmicas (plantas com sementes e que não produzem flores), o outro por resina das angiospérmicas (plantas com sementes e que produzem flores) (1).

No entanto, âmbar descoberto num depósito de carvão em Illinois, nos Estados Unidos da América, vem novamente revelar a inconsistência da coluna geológica. A composição química ao âmbar descoberto é semelhante ao âmbar formado pela resina das angioespérmicas mas data 200 milhões de anos antes do aparecimento destas plantas, segundo os métodos de datação convencionais.

Ken Anderson, um dos cientistas envolvidos na descoberta, disse que quando descobriram o âmbar eles assumiram que este tinha de estar associado às gimnoespérmicas, uma vez que as angioespérmicas não existiam naquele tempo ainda. “Mas acabou por ser muito como o âmbar que encontramos nas modernas angioespérmicas e isso foi uma grande surpresa“, disse.

Os cientistas dizem que esta descoberta mostra que as plantas evoluíram resinas mais cedo do que se pensava. “Em última análise, queremos saber que tipo de plantas produziu este âmbar“, concluiu o cientista.

Publicado na Science.
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Acabaram de assisir a mais um exemplo que falsifica a coluna geológica evolucionista (outros exemplos reportados nos últimos 9 meses: Pegadas humanas de 1,5 milhões revelam a humanidade do Homo erectus, Primo do T-rex evoluiu 60 milhões de anos demasiado cedo e Uma nova certidão de óbito para os dinossauros).

Supostamente, este âmbar apareceu 200 milhões de anos mais cedo do que as flores que lhe deram origem.

E reparem como o evolucionista tenta a todo o custo salvar o seu paradigma, inventando cenários ad hoc. A composição do âmbar descoberto é completamente semelhante ao âmbar formado pela resina das angioespérmicas. No entanto, como os evolucionistas são escravos dos métodos de datação, e como não podem admitir que a coluna geológica é inconsistente, têm de avançar com um hipotético cenário, para o qual não existem evidências, de que um outro tipo de planta foi responsável pelo âmbar encontrado.

É a isto que se chama não conseguir pensar para além das palas evolucionistas.

Por sua vez, este dado não incomoda os criacionistas, uma vez que estes afirmam que os estratos geológicos representam não a História da Terra mas sim a ordem segundo a qual os organismos foram depositados aquando do dilúvio bíblico.
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(PS: Está o âmbar a querer tornar-se um dos melhores amigos dos criacionistas? Já aqui a investigação científica mostrou que o dilúvio bíblico é consistente com aquilo que se conhece sobre o aprisionamento de seres vivos marinhos em âmbar.)


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Re: Erodindo as eras

Mensagem por Eduardo em Sex 04 Dez 2009, 9:06 pm

Darwin, o 'geólogo', errou feio em Geologia


GSA TODAY
Volume 19 Issue 12 (December 2009)
Article, pp. 4-10

Enigmatic boulder trains, supraglacial rock avalanches, and the origin of “Darwin's boulders,” Tierra del Fuego

Edward B. Evenson1, Patrick A. Burkhart2,*, John C. Gosse3, Gregory S. Baker4, Dan Jackofsky5, Andres Meglioli6, Ian Dalziel7, Stefan Kraus8, Richard B. Alley9, Claudio Berti10

1 Dept. of Earth and Environmental Sciences, Lehigh University, Bethlehem, Pennsylvania 18015, USA

2 Dept. of Geography, Geology, and the Environment, Slippery Rock University, Slippery Rock, Pennsylvania 16057, USA

3 Dept. of Earth Sciences, Dalhousie University, Halifax, Nova Scotia B3H 4J1, Canada

4 Dept. of Earth and Planetary Sciences, University of Tennessee, Knoxville, Tennessee 37996, USA

5 Esso Australia, Victoria 3006, Australia;

6 Environmental Resources Management, 6455 South Yosemite Street, Suite 900, Greenwood Village, Colorado 80111, USA;

7 Institute for Geophysics, Jackson School of Geosciences, University of Texas, Austin, Texas 78713, USA;

8 Instituto Antarctico Chileno, Punta Arenas, Chile;

9 Dept. of Geosciences, Pennsylvania State University, University Park, Pennsylvania 16802, USA;

10 Dept. of Earth and Environmental Sciences, Lehigh University, Bethlehem, Pennsylvania 18015, USA

Charles Darwin considered himself to be a geologist and published extensively on many geologic phenomena. He was intrigued with the distribution of erratic boulders and speculated upon their origins. In his accounts of the voyage of the HMS Beagle,Darwin described crystalline boulders of notable size and abundance near Bahía San Sebastian, south of the Strait of Magellan, Tierra del Fuego. Influenced by Charles Lyell’s reflections upon slow, vertical movements of crust, submergence, and ice rafting to explain drift, Darwin proposed that the boulders of Bahía San Sebastian were ice-rafted. Benefiting from 170 years of subsequent study of the glacial history of Tierra del Fuego, petrography, and terrestrial cosmogenic nuclide measurements, we revisit the origin of “Darwin’s Boulders” at Bahía San Sebastian. We suggest that they, as well as another train of boulders to the west, at Bahía Inútil, represent rock falls of Beagle-type granite from the Cordillera Darwin onto glacial ice flowing into the Bahía Inútil–Bahía San Sebastian lobe. These supraglacial rock avalanche deposits were subsequently elongated into boulder trains by glacial strain during transport and then deposited upon moraines. The cosmogenic nuclide exposure dates support the correlation of Andean glaciations with the marine oxygen isotope record and the glacial chronologies recently proposed for Tierra del Fuego.

Received 9 August 2009; accepted 9 September 2009.
doi: 10.1130/GSATG72A.1
*E-mail: patrick.burkhart@sru.edu

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Re: Erodindo as eras

Mensagem por Eduardo em Qui 07 Jan 2010, 1:28 pm

Agência FAPESP - Um grupo de cientistas concluiu que pegadas foram feitas 18 milhões de anos antes do que se estimava ter sido a origem dos tetrápodes:
De acordo com os autores do novo estudo, a descoberta sugere que os exemplares de elpistostege encontrados não eram as formas de transição entre peixes e tetrápodes como se imaginava. Segundo eles, isso mostra o pouco que ainda se sabe sobre a história primordial dos vertebrados terrestres.
http://designinteligente.blogspot.com/2010/01/o-falhanco-evolucionista-do-tiktaalik.html#mais

http://www.agencia.fapesp.br/materia/11593/divulgacao-cientifica/primeiros-passos.htm


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Re: Erodindo as eras

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