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Custo de uma Universidade Federal. Qual o retorno à Sociedade?

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Mensagem por dedo-duro em Qua 30 Set 2009, 4:28 pm

Crítica à Universidade Gratuita
Postado por Andre Gomes da Silva


A "Universidade de qualidade, gratuita e para todos" (slogan comum de movimentos "estudantis"), seria o ideal. Mas isto não cabe.

Primeiro que uma universidade de qualidade depende de aspectos diversos, que serão discutidos aqui, mas que não são praticados atualmente. Segundo que o fato dela ser gratuita não implica em algo benéfico à priori; esta afirmativa de cunho comunista não tem embasamento forte para prevalecer, e dicutirei isto também. Em terceiro lugar "para todos" significa exatamente o que? Todos devem fazer faculdade?

Bem, vamos começar pelo começo: Uma universidade de qualidade só faz sentido se, além de formar profissionais altamente qualificados, formar também cidadãos altamente qualificados.
Como o objetivo deste blog é QUANTIFICAR sempre que possível, partirei para as vias financeiras e econômicas, observando as consequências sociais. Esta é a melhor forma de se avaliar as afirmações que farei.

O dinheiro do contribuinte é utilizado nas universidades públicas. para simplificar e tentar ser mais correto (é só o que eu conheço) limitar-me-ei às universidades estaduais do Estado de São Paulo.
Estas universidades recebem dinheiro do ICMS.

ICMS: http://www.fazenda.sp.gov.br/oquee/oq_icms.asp

Em São Paulo este montante representa 9,57% do ICMS total.
A arrecadação do ICMS do Estado de São Paulo em 2007 foi de R$63.188.439.189,12
Fote: http://www.fazenda.sp.gov.br/CGE2/DICMS.ASP

Deste montante a Universidade de São Paulo utilizou R$2.015.185.198
Fonte: http://www.usp.br/codage/Tabela%20A.pdf (arquivo PDF do site: http://www.usp.br/codage/Orcamento%202008.htm )
DOS QUAIS 86,4% foram gastos em FOLHA DE PAGAMENTO de funcinários (vide PDF anterior)!!!
Isto mesmo, 86,4% do ICMS destinado à USP vai para o bolso dos funcionários!

Bem, como não bastasse a maioria dos funcionários da USP são concursados. Isto significa que eles não podem ser demitidos. Qual a implicação disto? Bem... uma crise econômica está chegando aí, e é provável que a arrecadação do ICMS, baseada no consumo, diminua bastante. Com esta diminuição teremos também uma diminuição da arrecadação das universidades estaduais, e por consequência haverá necessidades de cortes.
Bem, de onde cortar? O "Sr. Porteiro" que prestou concurso há 20 anos e está no mesmo cargo desde aquele tempo hoje está recebendo o teto do salário da função dele, o que faz com que ele mantenha uma vida estável e confortável. Como não há concorrência por cargos, ele fica lá, e tudo bem. Ora, a crise está chegando, maso Sr. Porteiro não está tão preocupado: o salário dele não vai baixar e ele não pode ser demitido!
Bem, se não vamos tirar dinheiro dos "Srs. Porteiros", tiraremos de onde? Da pesquisa, da infra-estrutura, dos equipamentos, etc...
JUSTO? Claro que não...

Então temos uma porcentagem absurda de dinheiro sendo mal gasto nas universidades estaduais paulistas (as outras seguem a mesma linha, ou estão caminhando rapidamente para isto), e teremos cortes em setores que não poderiam parar, tudo para que o Sr. Porteiro fique feliz. Grande luta dos sindicatos, não?!
E o sindicato continua atuando:

"PRÊMIO...finalmente as respostas!

A Comissão de Negociação da Pauta Específica do Sintusp em reunião com a Reitoria no dia 25 de novembro (3ª feira), antes de entrar na pauta da reunião afirmou ser um absurdo que até então não tenha sido definido o valor e a data de pagamento das 2 parcelas do “prêmio excelência acadêmica institucional USP” aprovado pelo CO (Conselho Universitário). Somente após horas de discussão sobre este e os outros itens da pauta, arrancamos a definição do valor: R$ 1.000,00, sendo a 1ª parcela de R$ 500,00 paga até a 1ª semana de dezembro e a 2ª também de R$ 500,00 no 1º semestre de 2009 (sem data definida). Esta definição foi confirmada pela Sra. Luiza Esperença Barbosa, da Divisão Financeira da USP."

Vejam.. este prêmio foi dado porque a USP se auto-declarou uma "Instituição Excelente". Que lindo, não? Mais narcisístico impossível (que nojo disto).

Mas eles não estão satisfeitos. Para saber mais deste circo leia na íntegra (e vejam as outras pérolas) na Fonte: http://www.sintusp.org.br/

Como uma universidade pode ser "de qualidade" se a base financeira está distorcida?!

Além disso os alunos que entram na USP são, em geral, de poder aquisitivo alto: 58,6% ganha mais do que R$3000 de renda familiar mensal, e 21,5% ganha mais do que R$7000!



Fote: http://www.fuvest.br/scr/qasen.asp?anofuv=2007&fase=3&carr=0000000TOT&quest=17&tipo=3&grupo=1

Bem, não obstante isto tudo a prática (desculpem-me, desta vez não será quantitativo) me mostra que os alunos da USP (em especial, mas suponho que nas outras seja a mesma coisa) são formados profissionais, mas não cidadãos completos. Eles saem da universidade tendo alta carga de conhecimento (ou pelo menos deveriam), porém sem conhecimento dos problemas socio-econômicos gerais da sociedade. Como poderiam ajudar, então?

Bem, agora vamos pensar: A maior parte do ICMS das universidades vai para funcionário, e o que sobra vai para os alunos que, por estarem nestas universidades, são, em geral, muito ricos.

De onde sai o ICMS mesmo? A, sim... consumo. Bem, nós sabemos que um rico que ganhe R$7000 de renda familiar e compra arroz pagará o mesmo ICMS que o pobre que ganha R$500 (1,8% das pessoas que entraram na USP em 2007. Vide fonte acima). Sendo assim, quem mais sofre bancando o ICMS para pagar funcionários e, com o que sobrar, tentar fazer a universidade andar, é o pobre.

É isto mesmo. O pobre paga mais ICMS (sente mais no bolso) para que ricos estudem em uma universidade de qualidade (?).

Sendo que as pessoas que se formam nestas universidades geralmente tem como único benefício social a ocupação de um cargo de alto nível em uma empresa privada ou estatal (o que não deixa de ser um retorno para a sociedade, mas só isto já basta?),eu receio que isto não esteja valendo a pena. Sequer um retorno social evidente de tanto dinheiro empregado por pessoas pobres para os ricos é obtido.

Qual seria a solução? Na minha opinião o universitário deveria retornar para a sociedade o investimento, ou então não onerá-la! Para não onerá-la a medida é simples: Universidade gratuíta NADA! Quero é UNIVERSIDADE PAGA! Assim a sociedade não teria de despender grande parte do seu esforço de trabalho para formar ricos que sequer trarão grande benefício social, senão para eles mesmos.

Mas e as pessoas pobres que entram na universidade? Bem, para elas haveria duas possibilidades imediatas: Ou o governo daria subsídio, isentando-as da mensalidade (ou diminuindo-a), ou estas pessoas deveriam prestar serviços por um tempo determinado para o estado após se formarem (ou enquanto fizerem faculdade, ou ambos). Os gastos para isto não seriam muitos. De tudo que foi arrecadado pela USP apenas R$77.829.658 foi a estimativa de investimento em "permanência estudantil" para 2008, e foi o suficiente.

Fonte: http://www.usp.br/codage/Orcamento%202008.htmTabela I

Agora, "universidade para todos"? Quando eu entender o que isto significa eu discutirei com prazer.

Sejamos racionais e quantitativos.

http://stoa.usp.br/scientist/weblog/40885.html

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t? escrito... Re: Custo de uma Universidade Federal. Qual o retorno à Sociedade?

Mensagem por Fabris em Qua 30 Set 2009, 10:29 pm

dedo-duro escreveu:A "Universidade de qualidade, gratuita e para todos" (slogan comum de movimentos "estudantis"), seria o ideal. Mas isto não cabe.
Cabe sim! Praticamente todos os países tem faculdades públicas. Talvez a única exceção são os EUA, onde o sistema é todo privado e com mecanismos próprios de sustentação.

dedo-duro escreveu:Primeiro que uma universidade de qualidade depende de aspectos diversos, que serão discutidos aqui, mas que não são praticados atualmente. Segundo que o fato dela ser gratuita não implica em algo benéfico à priori; esta afirmativa de cunho comunista não tem embasamento forte para prevalecer, e dicutirei isto também. Em terceiro lugar "para todos" significa exatamente o que? Todos devem fazer faculdade?
Apenas para responder o terceitro ponto: Sim! Todos deveriam ter curso superior.

dedo-duro escreveu:Bem, vamos começar pelo começo: Uma universidade de qualidade só faz sentido se, além de formar profissionais altamente qualificados, formar também cidadãos altamente qualificados.
Isto é uma baita balela e uma frase vazia. O que seria um "cidadão altamente qualificado"?

dedo-duro escreveu:Como o objetivo deste blog é QUANTIFICAR sempre que possível, partirei para as vias financeiras e econômicas, observando as consequências sociais. Esta é a melhor forma de se avaliar as afirmações que farei.
O dinheiro do contribuinte é utilizado nas universidades públicas. para simplificar e tentar ser mais correto (é só o que eu conheço) limitar-me-ei às universidades estaduais do Estado de São Paulo.
Estas universidades recebem dinheiro do ICMS.
ICMS: http://www.fazenda.sp.gov.br/oquee/oq_icms.asp
Em São Paulo este montante representa 9,57% do ICMS total.
A arrecadação do ICMS do Estado de São Paulo em 2007 foi de R$63.188.439.189,12
Fote: http://www.fazenda.sp.gov.br/CGE2/DICMS.ASP
Deste montante a Universidade de São Paulo utilizou R$2.015.185.198
Fonte: http://www.usp.br/codage/Tabela%20A.pdf (arquivo PDF do site: http://www.usp.br/codage/Orcamento%202008.htm )
DOS QUAIS 86,4% foram gastos em FOLHA DE PAGAMENTO de funcinários (vide PDF anterior)!!!
Isto mesmo, 86,4% do ICMS destinado à USP vai para o bolso dos funcionários!
Isso só evidencia a falta de investimento na geração de conhecimento. A situação já foi muito pior. Nos anos 1980, a USP era altamente deficitária e tudo o que se dispunha em dinheiro era gasto em custeio.

dedo-duro escreveu:Bem, como não bastasse a maioria dos funcionários da USP são concursados. Isto significa que eles não podem ser demitidos.
Isso ocorre em observância à lei. Nenhum funcionário concursado (e, teoricamente, todos os funcionários do governo deveriam ser concursados) pode ser demitido e uma universidade só pode, em tese, contratar por concurso.

dedo-duro escreveu:Qual a implicação disto? Bem... uma crise econômica está chegando aí, e é provável que a arrecadação do ICMS, baseada no consumo, diminua bastante. Com esta diminuição teremos também uma diminuição da arrecadação das universidades estaduais, e por consequência haverá necessidades de cortes.
Bem, de onde cortar? O "Sr. Porteiro" que prestou concurso há 20 anos e está no mesmo cargo desde aquele tempo hoje está recebendo o teto do salário da função dele, o que faz com que ele mantenha uma vida estável e confortável. Como não há concorrência por cargos, ele fica lá, e tudo bem. Ora, a crise está chegando, maso Sr. Porteiro não está tão preocupado: o salário dele não vai baixar e ele não pode ser demitido!
Isso não é problema da universidade, mas do estatuto do Funcionalismo. Quero ver qual é o governo macho para tentar acabar com ele.

dedo-duro escreveu:Bem, se não vamos tirar dinheiro dos "Srs. Porteiros", tiraremos de onde? Da pesquisa, da infra-estrutura, dos equipamentos, etc...
JUSTO? Claro que não...
Bastaria ampliar e destinar as verbas para pesquisa e equipamento. Isso poderia ser feito com parcerias público-privadas.

dedo-duro escreveu:Então temos uma porcentagem absurda de dinheiro sendo mal gasto nas universidades estaduais paulistas (as outras seguem a mesma linha, ou estão caminhando rapidamente para isto), e teremos cortes em setores que não poderiam parar, tudo para que o Sr. Porteiro fique feliz.
Novamente, isso não é problema da universidade.

dedo-duro escreveu:Grande luta dos sindicatos, não?!
E o sindicato continua atuando:
"PRÊMIO...finalmente as respostas!

A Comissão de Negociação da Pauta Específica do Sintusp em reunião com a Reitoria no dia 25 de novembro (3ª feira), antes de entrar na pauta da reunião afirmou ser um absurdo que até então não tenha sido definido o valor e a data de pagamento das 2 parcelas do “prêmio excelência acadêmica institucional USP” aprovado pelo CO (Conselho Universitário). Somente após horas de discussão sobre este e os outros itens da pauta, arrancamos a definição do valor: R$ 1.000,00, sendo a 1ª parcela de R$ 500,00 paga até a 1ª semana de dezembro e a 2ª também de R$ 500,00 no 1º semestre de 2009 (sem data definida). Esta definição foi confirmada pela Sra. Luiza Esperença Barbosa, da Divisão Financeira da USP."

Vejam.. este prêmio foi dado porque a USP se auto-declarou uma "Instituição Excelente". Que lindo, não? Mais narcisístico impossível (que nojo disto).
O autor aqui teve um pequeno problema de entendimento. O que o conselho aprovou foi o pagamento do bônus (que é uma política traçada pelo governo de São Paulo para os professores e funcionários). A medida, ao que eu saiba, foi o Webometrics Ranking of World Universities, que colocou a USP em 38o. lugar entre todas as universidades do mundo, sendo a mais bem posicionada da América Latina.

dedo-duro escreveu:Mas eles não estão satisfeitos. Para saber mais deste circo leia na íntegra (e vejam as outras pérolas) na Fonte: http://www.sintusp.org.br/
Como uma universidade pode ser "de qualidade" se a base financeira está distorcida?!
O MIT, segunda melhor universidade do mundo, foi deficitária por mais de 50 anos. Uma coisa não implica em outra.

dedo-duro escreveu:Além disso os alunos que entram na USP são, em geral, de poder aquisitivo alto: 58,6% ganha mais do que R$3000 de renda familiar mensal, e 21,5% ganha mais do que R$7000!



Fote: http://www.fuvest.br/scr/qasen.asp?anofuv=2007&fase=3&carr=0000000TOT&quest=17&tipo=3&grupo=1
Aqui eu concordo com o autor. É por isso que eu defendo quotas para alunos oriundos da rede pública.

Bem, não obstante isto tudo a prática (desculpem-me, desta vez não será quantitativo) me mostra que os alunos da USP (em especial, mas suponho que nas outras seja a mesma coisa) são formados profissionais, mas não cidadãos completos. Eles saem da universidade tendo alta carga de conhecimento (ou pelo menos deveriam), porém sem conhecimento dos problemas socio-econômicos gerais da sociedade. Como poderiam ajudar, então?[/quote]Isso é um baita pastiche. Ninguém precisa ser favelado para conhecer e entender os problemas socio-econômicos.

dedo-duro escreveu:Bem, agora vamos pensar: A maior parte do ICMS das universidades vai para funcionário, e o que sobra vai para os alunos que, por estarem nestas universidades, são, em geral, muito ricos.
De onde sai o ICMS mesmo? A, sim... consumo. Bem, nós sabemos que um rico que ganhe R$7000 de renda familiar e compra arroz pagará o mesmo ICMS que o pobre que ganha R$500 (1,8% das pessoas que entraram na USP em 2007. Vide fonte acima). Sendo assim, quem mais sofre bancando o ICMS para pagar funcionários e, com o que sobrar, tentar fazer a universidade andar, é o pobre.
É isto mesmo. O pobre paga mais ICMS (sente mais no bolso) para que ricos estudem em uma universidade de qualidade (?).
Por isso o sistema de quotas é o mais justo. Não pode existir meritocracia em um país que tem a 8a. concentração de renda do mundo.

dedo-duro escreveu:Sendo que as pessoas que se formam nestas universidades geralmente tem como único benefício social a ocupação de um cargo de alto nível em uma empresa privada ou estatal (o que não deixa de ser um retorno para a sociedade, mas só isto já basta?),eu receio que isto não esteja valendo a pena. Sequer um retorno social evidente de tanto dinheiro empregado por pessoas pobres para os ricos é obtido.
O simples fato das empresas poderem se abastecer de mão-de-obra especializada já sustenta uma série de empregos de pessoal de qualificação técnica mais restrita.

dedo-duro escreveu:Qual seria a solução? Na minha opinião o universitário deveria retornar para a sociedade o investimento, ou então não onerá-la! Para não onerá-la a medida é simples: Universidade gratuíta NADA! Quero é UNIVERSIDADE PAGA! Assim a sociedade não teria de despender grande parte do seu esforço de trabalho para formar ricos que sequer trarão grande benefício social, senão para eles mesmos.
Ou seja, se eu não posso apagar um incêncio, jogo gasolina.

dedo-duro escreveu:Mas e as pessoas pobres que entram na universidade? Bem, para elas haveria duas possibilidades imediatas: Ou o governo daria subsídio, isentando-as da mensalidade (ou diminuindo-a), ou estas pessoas deveriam prestar serviços por um tempo determinado para o estado após se formarem (ou enquanto fizerem faculdade, ou ambos). Os gastos para isto não seriam muitos. De tudo que foi arrecadado pela USP apenas R$77.829.658 foi a estimativa de investimento em "permanência estudantil" para 2008, e foi o suficiente.

Fonte: http://www.usp.br/codage/Orcamento%202008.htmTabela I
Caso o autor não saiba, esse sistema já existe e não funciona.

dedo-duro escreveu:Agora, "universidade para todos"? Quando eu entender o que isto significa eu discutirei com prazer.

Sejamos racionais e quantitativos.

[url=http://stoa.usp.br/scientist/weblog/40885.html
]http://stoa.usp.br/scientist/weblog/40885.html [/url] [/quote] Universidade para todos significari um país com enorme produção de conhecimento e com alto grau de competitividade internacional.


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t? escrito... Re: Custo de uma Universidade Federal. Qual o retorno à Sociedade?

Mensagem por dedo-duro em Qui 01 Out 2009, 12:07 pm

Não é bem assim. Mesmo nos Estados Unidos, a maioria das faculdades são públicas. Em todo o mundo isso ocorre. Mas, quase no mundo todo, as Universidades são Públicas E Pagas. A anuidade do MIT, por exemplo, é uma pequena fortuna. Talvez a única exceção seja o Brasil, onde a Universidade é gratuita para uns poucos.

Querer Universidade para todos, no presente momento, é um utopismo dos mais exagerados. A realidade, como você mesmo gosta de apregoá-la, é que contamos com recursos escassos. Num país em que sequer temos saneamento básico para todos, a universalização do ensino superior seria/deveria ser das prioridades mais baixas. As verbas gastas em ensino superior, deveriam, na minha humilde opinião, ser direcionadas aos cursos básicos, aqueles que formam o cidadão. Esse foi o legado da Córeia do Sul, que se transformou em economia desenvolvida em menos de 25 anos.

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t? escrito... Re: Custo de uma Universidade Federal. Qual o retorno à Sociedade?

Mensagem por Jan Mozol em Qui 01 Out 2009, 12:30 pm

A verdade é que a universidade pública é para os ricos.
uma ínfima parcela é de estudantes que realmente necessitam.
Mais..com alei racial(?) que vai fatalmente ser aprovada aí sim vai ser para ricos e par outras raças...
Um aluno branco que estudou em escola pública que não tenha rendimentos fatalmente vai ser excluído.
os mais ricos tem condições de pagar cursinhos,deixar o filho apenas estudar sem precisar trabalhar e vão ocupar mais de 60% das vagas.
Os negros ,por força de lei (não vou discutir se boa ou não,mas para mim criar uma lei com raça no meio depois de mais de 100 anos de república é temeroso) vão ocupar 20% ou 40 % dependendo como a lei for aprovada.
O pobre que estiver entre os 40% retante por que trabalha e estuda,porque a escola pública é uma caca,vãi ter que pagar pela faculdade.
Estou com o dedo ,tem que universalizar o estudo superior.
Vão chiar , mas hoje se vc vai na usp,a maioria é filhinho de papai,os professores são PeTralhas de carteirinha,a doutrinação é o mote, e os poucos alunos que precisam tem que disputar com africanos djambeiros,com a esquadrilha da fumaça etc.
Tá tudo errado.
Tinha que aos poucos contratar por clt,reservar para alunos pobres,80% das vagas,exigir produção tecnológica para que a faculdade recebesse verbas do governo e COBRAR de todos os alunos pelo menos um pouco.


"Pois eu digo: Jesus Cristo virá nos arrebatar em 2010...
Maranata.
"Eis que venho sem demora; guarda o que tens, para que ninguém tome a tua coroa." (Apocalipse 3 : 11)"

Néééé!
O certo é isso:
“Que não vos movais facilmente do vosso entendimento, nem vos perturbeis, quer por espírito, quer por palavra, quer por epístola, como de nós, como se o dia de Cristo estivesse já perto. Ninguém de maneira alguma vos engane; porque não será assim sem que antes venha a apostasia, e se manifeste o homem do pecado, o filho da perdição, O qual se opõe, e se levanta contra tudo o que se chama Deus, ou se adora; de sorte que se assentará, como Deus, no templo de Deus, querendo parecer Deus” (2Ts 2.2-4)ACF

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t? escrito... Re: Custo de uma Universidade Federal. Qual o retorno à Sociedade?

Mensagem por Fabris em Qui 01 Out 2009, 9:16 pm

Ao que eu saiba, o projeto de lei que estipula que 50% das vagas nas universidades públicas sejam destinadas a alunos que cursaram integralmente a escola pública já foi aprovado no senado e na câmara.

Não é preciso muito esforço para mostrar que a educação, como temos hoje, é a maior geradora de exclusão social e que não há o menor interesse das classes mais abastadas em mudar essa situação.


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t? escrito... Re: Custo de uma Universidade Federal. Qual o retorno à Sociedade?

Mensagem por Jan Mozol em Qui 01 Out 2009, 10:01 pm

Foi aprovado??quando,fontes?


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t? escrito... Re: Custo de uma Universidade Federal. Qual o retorno à Sociedade?

Mensagem por dedo-duro em Sex 02 Out 2009, 10:06 pm

Fabris escreveu:Ao que eu saiba, o projeto de lei que estipula que 50% das vagas nas universidades públicas sejam destinadas a alunos que cursaram integralmente a escola pública já foi aprovado no senado e na câmara.

Não é preciso muito esforço para mostrar que a educação, como temos hoje, é a maior geradora de exclusão social e que não há o menor interesse das classes mais abastadas em mudar essa situação.

A idéia é puro paliativo, que nem de longe resolve o cerne do problema: privilégios. Os primeiros privilegiados são os professores, que possuem estabilidade. Mesmo sendo inteligentes, coisa que ninguém duvida, a estabilidade proporciona a possibilidade de o professor não dar todo seu empenho, uma vez que operando na excelência ou dando aulas "meia-boca", seu salário será o mesmo.

Os privilegiados, em segundo lugar, continuam sendo os alunos de escolas particulares. Se eles podem pagar R$1.000,00 num colegial, papai e mamãe podem muito bem bancar uma "facul" de "dois pau".

em terceiro lugar, ficam os privilegiados com o ensino médio de escolas técnicas públicas, militares e federais. Como todos devem saber, para entrar nessas escolas é feito um "vestibulinho", sendo seus estudantes, em sua maioria, oriundos de ginásios particulares. Além disso, o investimento nessas escolas públicas de ensino médio técnico federal ou militar é muito desproporcional em relação às demais.

Resultado: O garoto(a) que estudou em escolas públicas a vida inteira, que trabalha desde cedo, é obrigado a ver o dinheiro de seus impostos direcionados para o deleite cultural de pequeno grupo. (com direito a greves, baseados e tudo mais) Se "ousar" disputar, vai ter pela frente os privilegiados das escolas particulares tomando metade das vagas e os "geniozinhos" das escolas técnicas tomando grandíssima parte das outras. Para piorar, o aluno pobre, mal formado e trabalhador, tem de suportar em sala de aula os dogmas esquerdistas. Os funcionários públicos, é claro, vão defender uma saída estatizante para o ensino, com promessas irrealizáveis, como o ensino universitário universal gratuito (!). Só falta falar que papai Noel vai deixar um presente na meia no Natal.

A solução mais justa é que cada um pague pelos seus estudos. Se o aluno for inteligente, ele vai achar algum meio de ganhar dinheiro também.

Aí perguntam: mas Alexandre, você não tem medo de perder algum gênio? Não. No sistema brasileiro nunca saiu sequer um prêmio Nobel. Nossos "hermanos" argentinos já tem três, sendo sua população pouco maior que um quinto da nossa. Além disso, pessoas geniais como José Saramago, sequer puseram os pés na faculdade, tendo talhado sua sua sabedoria no trabalho árduo. Fiquem tranquilos, dificilmente estaremos perdendo algum gênio. Pior. Dificilmente o nosso sistema de ensino, da maneira como está, revelará algum. Está calcado no privilégio, algo nada genial. Baixo, até.

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t? escrito... Re: Custo de uma Universidade Federal. Qual o retorno à Sociedade?

Mensagem por Jan Mozol em Sab 03 Out 2009, 9:33 pm

è por aí mesmo.
e tem que universalizar o estudo mesmo.
discordo quando o dedo fala que é impossivel,outros paises fizeram,como coreia, e hoje a china tamebm está deste jeito,fazendo todos estudarem.


"Pois eu digo: Jesus Cristo virá nos arrebatar em 2010...
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Néééé!
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t? escrito... Re: Custo de uma Universidade Federal. Qual o retorno à Sociedade?

Mensagem por dedo-duro em Sab 03 Out 2009, 9:49 pm

Mozol,

Nada contra ao ensino universal.

Sou apenas realista. A taxa de alunos graduados mais alta do mundo é no Canadá, onde 41% da população possui nível superior. Mesmo assim, todos pagam por educação naquele país.

No Brasil, meros 8% da população conseguem uma graduação universitária. Prometer que, de uma hora para outra, o ensino universitário será universalizado, é utopia.

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t? escrito... Re: Custo de uma Universidade Federal. Qual o retorno à Sociedade?

Mensagem por Jan Mozol em Sab 03 Out 2009, 10:27 pm

Sim,eu concordo,mas o caminho é por aí,mesmo que esteja longe.
Já que o governo torra tanta grana,ele devia exigir dos seus esmolantes que pelo menos tenham as crianças na escola.
Imagino que o governo deveria dar mesmo incentivo a faculdades privadas que aceitassem bolsas para alunos da classe baixa e média.
o sistema de bolsas para universidades pagas é o caminho...junto com a desestatização de faculdades públicas,e exigencia de que os professores tenham que comprovar que estão produzindo.
minha mãe foi professora por mais de 30 anos,eu sei que naquela epoca ela tinha um bom salário,hoje alem do salario ser ruim ,o professor é desprezado..apenas uns poucos professores de universidades ainda ganham muito bem para produzirem quase nada.


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Maranata.
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O certo é isso:
“Que não vos movais facilmente do vosso entendimento, nem vos perturbeis, quer por espírito, quer por palavra, quer por epístola, como de nós, como se o dia de Cristo estivesse já perto. Ninguém de maneira alguma vos engane; porque não será assim sem que antes venha a apostasia, e se manifeste o homem do pecado, o filho da perdição, O qual se opõe, e se levanta contra tudo o que se chama Deus, ou se adora; de sorte que se assentará, como Deus, no templo de Deus, querendo parecer Deus” (2Ts 2.2-4)ACF

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t? escrito... Re: Custo de uma Universidade Federal. Qual o retorno à Sociedade?

Mensagem por Adriane Cunha em Qua 07 Out 2009, 9:42 pm

Amados! Sou aluna de escolas públicas. Quando tomei conhecimento de que escolas técnicas federais existiam, no tempo das inscrições, corri para me inscrever. Fui aprovada para Química. Dalí consegui ser aprovada para a Escola de Medicina e Cirurgia do RJ (UNI-RIO), onde passei anos (juntamente com apenas três amigos), desprezada pelos "filhinhos de papai". O que fiz? Estudava para obter no mínimo 9,0 nas provas. Quanto aos demais... Estavam "estudando nas baladas"... Daí suas notas baixas ou na média ao fim de cada semestre.


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Mensagem por Eduardo em Qua 07 Out 2009, 10:08 pm

Mana, eu também fiz química numa escola técnica federal, depois fiz química na faculdade e agora sou bancário. rsrsrs


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t? escrito... Re: Custo de uma Universidade Federal. Qual o retorno à Sociedade?

Mensagem por Adriane Cunha em Qua 07 Out 2009, 10:48 pm

Irmão Eduardo! Rs... O povão que ficou somente como técnico em Química tá ganhando mais do que eu! Rs... E você amigo? Não perde em nada ao trabalhar no banco (sendo este estável, seguro)! Quanto a mim... Fico com o HPV e pessoas que nem jornal lêem, não entendendo que este vírus está mataaaando! Afff...


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t? escrito... Re: Custo de uma Universidade Federal. Qual o retorno à Sociedade?

Mensagem por dedo-duro em Qui 08 Out 2009, 8:13 pm

.
Fico ainda mais desgostoso. Além de bancar cursos caros, via imposto, para alguns privilegiados, me é revelado formaram criacionistas. Negativo

Fica a frase: se o sujeito é esperto o suficiente para passar numa federal, ele também é esperto o suficiente para ganhar o próprio dinheiro e pagar os próprios estudos.


Última edição por dedo-duro em Qui 08 Out 2009, 11:50 pm, editado 1 vez(es)

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t? escrito... Re: Custo de uma Universidade Federal. Qual o retorno à Sociedade?

Mensagem por dedo-duro em Qui 08 Out 2009, 11:48 pm

USP sai do ranking das 200 melhores do mundo

Nesta quinta-feira, o jornal britânico The Times publicou a versão 2009 do seu ranking das 200 Melhores Universidades do Mundo, chamado Times Higher Education 2009-QS World University Rankings. A Universidade de São Paulo (USP), que no ano passado aparecia em 196º lugar, e era a única representante brasileira, este ano não está na lista.

Os Estados Unidos mantém a primeira posição entre os países com 54 instituições de ensino no ranking, entre elas a primeira colocada, a Universidades de Harvard. O Reino Unido, em segundo lugar, tem 29 instituições na lista, e o sugundo lugar com a Universidade de Cambridge.

As universidades asiáticas se destacaram por uma significativa melhora no ranking. Japão e Coréia do Sul tiveram aumento no número de instituições no ranking, de 10 para 11 e de 3 para 4 respectivamente.

A América Latina, que no ano passado entrou com com apenas três universidades - além da USP, a Universidade Nacional Autónoma do México, na 150ª posição, e a Universidade de Buenos Aires, na Argentina, em 197ª - este ano manteve somente uma posição entre as melhores. A Universidade Nacional Autónoma do México, ficou com o 190º lugar.

No ranking do ano 2007, a USP ocupava o 175ª lugar, caindo 21 posições no ano de 2008.

Confira o ranking completo em http://tinyurl.com/ydat2l4.

http://noticias.terra.com.br/educacao/noticias/0,,OI4028711-EI8266,00-USP+sai+do+ranking+das+melhores+do+mundo.html

Pois é. 11% por cento do ICMS paulistano para financiar esse elefante branco.

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