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ONU Quer Moeda Global no Lugar do Dólar

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ONU Quer Moeda Global no Lugar do Dólar

Mensagem por Eduardo em Qua 09 Set 2009, 8:53 pm

Já vimos falando há anos sobre esta questão [“Uma Nova Ordem Mundial: O Governo da Nova Era”, Casa Publicadora Brasileira, 1999] e, logo após a primeira Crise Global, a idéia de uma moeda única e um Banco Central Mundial começam a configurar-se. Para todos aqueles que conhecem bem as profecias bíblicas – notadamente as de Apocalipse, capítulos 13 e 16 – essas articulações mundiais, agora apoiadas pela própria ONU, não constituem surpresas. Para aqueles que não conhecem devidamente, tudo isso funciona como um poderoso convite e incentivo a fim que venham a investigar a Palavra de Deus – ficando, assim, cientes daquilo que o Senhor sinalizou como sendo os acontecimentos finais da História que precedem a Volta de Jesus. Para ambos, vale aqui a nossa sugestão para que se inteirem mais sobre estes importantes temas lendo os seguintes artigos:

“A Crise Global e Apocalipse 13:16-17”
http://www.iasdemfoco.net/mat/temalivre/abrejanela.asp?Id=181
“Crise dos EUA: Em Que Isso me Afeta?”
http://www.iasdemfoco.net/mat/temalivre/abrejanela.asp?Id=163
“É a Economia, Estúpido!”
http://www.iasdemfoco.net/mat/temalivre/abrejanela.asp?Id=162


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Re: ONU Quer Moeda Global no Lugar do Dólar

Mensagem por noli30 em Qua 09 Set 2009, 9:50 pm

eita o negócio tá indo rápido

noli30
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Re: ONU Quer Moeda Global no Lugar do Dólar

Mensagem por JEDU em Qua 09 Set 2009, 11:01 pm

A coisa esta começando a desdenhar, falta tão pouco para nosso REI JESUS vir nos arrebatar.

deu na folha de s.paulo


ONU quer moeda global no lugar do dólar


Unctad avalia que sistema atual de reserva internacional é um dos culpados pela crise econômica e pede reforma abrangente
Estudo do órgão também mostra que, em proporção do PIB, Brasil gastou mais que os EUA e os demais países ricos em estímulo à economia
A ONU defendeu a criação de uma nova moeda global para proteger os mercados emergentes do "jogo de confiança" da especulação financeira, em mais um dos golpes recentes contra o papel do dólar como divisa de reserva internacional.
Para a Unctad (o braço das Nações Unidas para o comércio e o desenvolvimento), uma das hipóteses é a criação de uma espécie de banco central global (que também poderia ser o FMI, reformado), que emitiria uma moeda de reserva "artificial" -como o bancor, proposto por John Keynes, em Bretton Woods, em 1944.
O bancor seria uma moeda internacional destinada a ajustar os desequilíbrios nos balanços de pagamento dos países (que, no entanto, continuariam com suas próprias divisas).
"Uma possibilidade é que os países concordem em trocar suas próprias moedas por uma nova, de modo que a moeda global seria lastreada por uma cesta de divisas de todos os membros", diz relatório da entidade, que considera o atual sistema de moeda de reserva (em que predomina o dólar) como um dos culpados da atual crise.
Pela proposta, serão necessárias regras que determinem que os BCs mundiais intervenham no mercado de câmbio (para que suas moedas se valorizem ou fiquem mais baratas), dependendo do comportamento da economia global.
A Unctad afirma ainda que, ao contrário de hoje, tanto países que têm grande deficit (como os Estados Unidos) como os que possuem enormes superavit (caso da China) terão que ajustar as suas contas, não ficando mais a responsabilidade apenas com os primeiros.
Segundo a entidade, o modelo atual tem um viés deflacionário, já que os países deficitários são obrigados a reduzir as suas compras no exterior quando não conseguem mais financiamento, enquanto os superavitários não têm o dever de aumentar as suas importações. A demanda menor, portanto, reduz o preço dos produtos. Assinante do jornal leia mais em: ONU quer moeda global no lugar do dólar

http://oglobo.globo.com/pais/noblat/post.asp?t=onu-quer-moeda-global-no-lugar-do-dolar&cod_Post=220956&a=111

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Re: ONU Quer Moeda Global no Lugar do Dólar

Mensagem por Eduardo em Qua 09 Set 2009, 11:17 pm

O fim da democracia norte-americana:
A imprensa leva a culpa
Ruben Dargã Holdorf *

Resumo: O artigo pretende mostrar que a mídia norte-americana mudou seus valores e que as práticas vigentes enfraquecem cada vez mais o perfil histórico dos Estados Unidos como nação defensora das liberdades de imprensa, expressão e consciência. Além disso, ele avalia prováveis conseqüências do mau desempenho midiático nos contextos social e político. Considerando-se a liberdade de imprensa como base para as demais liberdades e pelo fato de os Estados Unidos servirem de parâmetro para a condução de outras democracias, o tema recebe um grau de importância. Daí a necessidade de se preservar a liberdade de imprensa contra qualquer modo de cerceamento, cabendo-lhe apenas seu aperfeiçoamento de acordo com as tendências modernas e jamais possibilitando o regresso de situações inibidoras. Palavras-chave: Democracia, Estados Unidos, imprensa, mídia, política, religião. The end of the north american democracy: the press is guilty - Abstract: The article intends to show that the north american media has changed its values and that the present practices weakens more and more the historical profile of the United States as a nation that defends the liberty of the press, freedom of conscience and freedom of speech. Besides, the article evaluates possible consequences of the media bad performance in the social and political contexts. Taking the liberty of the press as a base for the other freedoms and for the fact that the United States serve as a parameter for other democracies, the theme deserves attention. Keywords: Democracy, United States, press, media, politics, religion.
INTRODUÇÃO
Nos últimos quatorze anos, diversos autores alertam as autoridades públicas norte-americanas e os próprios cidadãos para os indicadores e riscos da decadência social dos Estados Unidos. A partir de meados da década passada, surgiram novos críticos indicando a imprensa como culpada pelos desarranjos sociais e políticos do país.

A mais recente pesquisa a respeito do comportamento da imprensa norte-americana, realizada em conjunto pelo Pew Research Center e o Project for Excellence in Journalism e divulgada pelo Observatório da Imprensa,
1 revela o distanciamento cada vez maior entre os profissionais de imprensa e a população nos campos sociais e políticos. Outro dado relevante mostra que 90% dos jornalistas com menos de 35 anos não acreditam que a falta de credibilidade interfira no desempenho da mídia, dando a impressão de que eles pouco se importam com o pensamento da população a respeito deles.

Os Estados Unidos começam a sofrer reveses internos, abalando suas estruturas mais sólidas: a democracia e a república. Os principais intelectuais norte-americanos enumeram os abusos provocados pela mídia deste país, fatos que provocam aversão pública. Fundamentando-se em análises e críticas à imprensa, tanto de autores estadunidenses como de estrangeiros, pode-se considerar a mídia norte-americana culpada pela decadência e possível derrocada da democracia mais longeva da história contemporânea.


1. IMPRENSA EM DESCRÉDITO

Muitos pesquisadores e críticos da mídia norte-americana analisam de vários ângulos os efeitos da imprensa dos Estados Unidos sobre a sociedade, as instituições e seus fundamentos ideológicos. As práticas vigentes no atual jornalismo norte-americano abalaram a credibilidade da imprensa diante da população. Fallows (p. 12) defende a teoria de que esta situação afeta o destino de cada cidadão. Ele detectou que os americanos consideram os jornalistas arrogantes, escandalosos, cínicos e destrutivos (ibid., 9).

Kovach e Rosenstiel (p. 48) explicam a desilusão pública na mídia porque o jornalismo se detém em demasia nos assuntos de interesse da elite. Apesar de Moore (p. 88) não ser um pesquisador da área acadêmica, ele conseguiu interpretar determinadas situações vividas em seu país. Segundo ele, um dos problemas do jornalismo diz respeito à repetição das notícias, cujo conteúdo se viciou em apresentar os mesmos estereótipos. A imprensa é acusada por ele de contínua sonolência na direção dos destinos da nação (ibid., 212). O editor do Washington Monthly, Charles Peters, declara a gravidade do problema dos jornalistas preferirem se identificar com os ricos a com os pobres (Fallows, p. 102). O presidente George Walker Bush também qualifica a imprensa como “elitista”, pois a origem social da maioria esmagadora dos jornalistas se encontra nos mais elevados estamentos (Carvalho, 2004).


Por outro lado, ao invés de a mídia aproveitar essas críticas e tentar recuperar o espaço perdido, ela acentua a crise imputando a culpa pela decadência moral, social, econômica e política no próprio eleitor e cidadão norte-americano.
2 Diante desse quadro, avoluma-se o número de pessoas que boicotam a mídia. A cada ano diminui a quantidade de leitores de jornais e de indivíduos que assistem aos telejornais (Fallows, p. 9).

Alienado das mudanças e tendências nacionais e até mesmo mundiais, o povo americano se torna marionete nas mãos de interesses políticos e econômicos sob a égide dos meios de comunicação de massa. Kovach e Rosenstiel (pp. 83-84) definem esse ceticismo e, até mesmo, indignação do público como uma má interpretação do termo independência jornalística, confundido com distanciamento das massas.


Outra crítica formulada por Kovach e Rosenstiel (p. 186) se refere ao superdimensionamento dado pela mídia a fatos triviais, transformando-os em pura diversão, em detrimento das exigências e necessidades do público. Bernstein (p. 72) denomina essa vulgarização das notícias como lixo direcionado à histeria. Fallows (pp. 14 e 44) chama isso de “espetáculo deprimente”, cuja impressão repassada ao público é de que o jornalismo virou diversão.


Despencando nas pesquisas de audiência e sendo massacrado pelos programas de entretenimento, o jornalismo norte-americano achou que a simples alteração no formato mais sério dos telejornais captaria novamente a atenção do público. Essa é uma competição desigual e quase impossível de se vencer (ibid., 15). Outro problema relacionado por Fallows (p. 13) atribui ao estrelato diante das telas como um elemento que impele os profissionais a fazer concessões. E ele adverte que quanto maior o sucesso, “menos um repórter” o jornalista “pode ser” (ibid., 75).


Desde o início da década de 1980, o desprezo pelos jornalistas retratados nos filmes da indústria cinematográfica supera o rancor contra advogados, políticos e empresários, mesmo que estes sejam os vilões dos enredos (ibidem, 58). Numa pesquisa veiculada em 1995, 66% das pessoas consultadas não tinham nada de positivo a declarar sobre os jornalistas, enquanto que estes, apesar do clima de oposição, se consideravam os cães de guarda da nação (ibidem, 60).


O Projeto para Excelência em Jornalismo salienta que a classe jornalística vive uma crise de baixa-estima profissional (Perfil, 2004). Fallows (p. 24) joga pesado ao mencionar o apresentador Mike Wallace, do “60 Minutes” da CBS, como um ícone do que os norte-americanos odeiam. Referindo-se à cultura inútil causadora dos males sociais, Moore (pp. 118 e 242) ironiza a programação da MTV e não deixa de citar Chris Matthews, jornalista acusado de corrupção ao aceitar propina da Enron, empresa de energia falida em 2001.


A maior reclamação do público contra os repórteres se dirige à tentativa de imposição de opiniões (Fallows, p. 63). O anonimato na apuração das notícias também presta um desserviço ao público. E ele tem outra fonte também. O próprio Congresso americano orienta seus funcionários a permanecerem como “fontes anônimas” (Kovach; Rosenstiel, p. 186). Sem revelar as notícias por inteiro, protegendo fontes e ocultando fatos, a mídia desestrutura a base crítica do público (ibid., 175).


De acordo com Kovach e Rosenstiel (p. 43), apenas 47% das pessoas lêem algum jornal nos Estados Unidos, deixando a maior parcela da população às escuras na vida social e política. Moore (p. 114) deixa esse quadro estatístico mais trágico ainda, oferecendo mais detalhes. Um americano médio investe somente 99 horas anuais na leitura de livros, enquanto torra 1.460 horas em frente a um televisor; e ridículos 11% são os leitores de jornal diário, cujos quadrinhos e classificados de carros usados se demonstram os prediletos. Em 1930, o editor Earle Martin, do Cleveland News, já acreditava que menos de 10% dos leitores liam algo a mais além dos títulos nos jornais (Zanotti, p. 46).

Jack Fuller, presidente da Tribune Publishing Company, diz que um jornal não pode alcançar o almejado sucesso se ele deixar de refletir os anseios da comunidade (Kovach; Rosenstiel, p. 218). A obrigação dos jornalistas com sua consciência se estende aos demais profissionais ao possibilitar as diversas e crescentes perspectivas e as necessidades da sociedade (ibid., 274). O jornalismo existe para tentar responder os questionamentos do público e não para dificultar a vida comunitária (Fallows, p. 158). Kovach e Rosenstiel (p. 31) compartilham desse pensamento ao afirmar que a principal finalidade do jornalismo visa fornecer aos cidadãos informações para eles se autogovernarem. Analisando o ensino de jornalismo nos Estados Unidos, Traquina (2004) distingue a formação de jornalistas para a participação pública acima do contexto da prática profissional.

2. AMEAÇA À PRIMEIRA EMENDA
A Primeira Emenda da Constituição dos Estados Unidos garante que “o Congresso não fará nenhuma lei... que restrinja a liberdade de expressão ou de imprensa”.3 O professor de Jornalismo, Phil Meyer, da Universidade da Carolina do Norte, defende que o jornalismo e a ciência têm suas origens no iluminismo, a mesma filosofia que inspirou a criação da Primeira Emenda (Kovach; Rosenstiel, p. 121). Entretanto, alguns críticos como Fallows (p. 64) já não vêem essa situação na atual conjuntura política dos Estados Unidos. Ele ressalta que esse “liberalismo” está bem mais limitado do que no passado. Portanto, algo de anormal ocorre nos bastidores da mídia norte-americana, a ponto de enfraquecer um sólido fundamento de mais de duzentos anos.

Durante estes dois séculos a Primeira Emenda protegeu a atuação da imprensa na exposição dos atos dos poderes públicos. O juiz Hugo Black, da Suprema Corte, reforça que somente a liberdade de imprensa protege a exposição das fraudes do governo (Kovach; Rosenstiel, p. 173). Por isso a revista New Yorker denunciou em 19/01/2004 como a Casa Branca controla a imprensa e a considera irrelevante, detalhando o estremecimento das relações com os jornalistas. Na reportagem, o presidente Bush confessa não assistir aos telejornais e sequer ler jornais (Carvalho, 2004). Na verdade, o atual governo não deposita qualquer confiança na imprensa (Singer; Barbosa, 2004). Se o presidente da nação mais desenvolvida do planeta despreza a mídia e transmite esse procedimento-modelo ao povo, torna-se difícil uma ação mais efetiva da imprensa no cumprimento de seu papel na sociedade.


A rivalidade entre eles se iniciou logo após os atentados de 11/09/2001 quando a conselheira nacional de Segurança, Condoleezza Rice, solicitou à imprensa nacional evitar qualquer notícia prejudicial à ordem no país. Os chefes de redação, Ron Gutting e Dan Guthrie, dos jornais City Sun e Daily Courier, respectivamente, ousaram cumprir a Primeira Emenda e criticar o presidente. Amargaram a demissão. Configurava-se aí o princípio da derrocada da Primeira Emenda e o primeiro abalo contra a democracia. O professor Edward Herman, da Universidade da Pensilvânia, rotulou as medidas do governo como escandalosas (Meyssan, p. 83). Ao mesmo tempo, o Departamento de Estado obrigou seus aliados a tomarem resoluções semelhantes, limitando o exercício de uma imprensa livre (ibid., 86).


Em entrevista à revista Veja, Robert Meeropol declarou que as atitudes censoras do governo Bush expuseram a fragilidade da individualidade dos cidadãos (Zakabi, p. 15). Ao contrário do pensamento vigente, o filósofo John Dewey, da Universidade Columbia, vê na democracia um modo de se aperfeiçoar as interações humanas e não uma arma a serviço dos interesses governamentais (Kovach; Rosenstiel, p. 45).


Na opinião de Kovach e Rosenstiel (pp. 31-32), não há como separar o conceito de jornalismo da criação de democracia, assim como não se destrói a liberdade das pessoas sem evaporar a imprensa da comunidade. Não foi à toa que o filósofo alemão J. Habermas, em Mudança Estrutural da Esfera Pública, trata a liberdade da opinião pública como “ficção” e culpa os meios de comunicação por desfigurarem a soberania do público (Bucci, pp. 171-172).


Quanto mais fraco o governo, mais forte deve ser a mídia, a fim de evitar o fracasso da democracia. Moore (Prefácio, XIII) defende uma “mídia independente, forte e crítica” como garantia de sobrevida à liberdade de expressão. Todavia, os interesses econômicos modernos conjugados às transformações tecnológicas dos meios de comunicação de massa desafiam a finalidade do jornalismo. Kovach e Rosenstiel (p. 32) se assustam ao perceber pela primeira vez na história dos Estados Unidos uma evidente e clara ameaça à Primeira Emenda, independente do poder público. O filósofo austríaco Karl Popper, em Televisão: um perigo para a democracia, alerta que qualquer poder sem controle se opõe aos princípios democráticos (Bucci, p. 162).


3. QUESTÃO RELIGIOSA

Outro agravante da diversidade de pensamento é o monopólio da informação. Quando as comunicações se aglutinam sob o comando e orientação de poucos ou somente uma empresa jornalística, ocorre o risco da manipulação. Os Estados Unidos têm hoje apenas seis grandes empresas de comunicação. E já foram cerca de mil. O número de cidades norte-americanas com pelo menos dois jornais concorrentes é de reduzidos 34 locais (Moore, pp. 14, 133 e 225). O governo afrouxou os limites de controle dos meios de comunicação nos Estados Unidos, ferindo o princípio democrático de proteger o regime de livre concorrência (Bucci, pp. 164-165).

Meyssan (pp. 57-68) vaticina a morte da democracia na América a partir do momento em que os Estados Unidos justificaram ataques militares e invasões a países suspeitos de terrorismo. Após destronarem a democracia, surgiu um Estado fascista e teocrático (ibid., 89). Analisando e compreendendo o sentimento de economistas, historiadores e cientistas políticos, Kennedy deu um sinal de alerta, lembrando que “caiu Roma, caiu Babilônia, chegou a vez de Nova York”
4(Kennedy, p. 33). Em um título de artigo,5 McLaughlin perguntou se “A América vai por água abaixo?” (McLaughlin, p. 22).

Tentando desvendar as principais causas da antipatia do público pela imprensa, Fallows (p. 64) toca numa característica marcante da cultura norte-americana: a religião. Segundo ele, os repórteres são menos religiosos e apóiam temas considerados tabus pelas igrejas, como o homossexualismo, por exemplo. Os americanos também não entendem muito da política interna. A maioria sequer participa como eleitor por ocasião dos pleitos. E essa crescente apatia abre as portas para as ações da Nova Direita, maior movimento religioso dos Estados Unidos, simpatizante do Partido Republicano e que defende a união do Estado à Igreja (Kennedy, pp. 67-68).


Se a condição laica de Estado ruir, com certeza a liberdade de imprensa será a próxima vítima desse poder autoritário. James Madison entendeu o princípio da liberdade religiosa, vinculando-o à condição de o governo se abster de promover e proibir as atividades religiosas (Goldstein, p. 102).


A primeira conseqüência da valorização do entretenimento acima da notícia devidamente apurada é o achatamento do pensamento quando o jornalismo se difunde como espetáculo (Bucci, p. 144). Os jornalistas não imaginam os danos e a extensão causados por esses ao negligenciar o poder que têm em suas mãos. Se em curto prazo a credibilidade se torna um desafio aos jornalistas, num prazo mais longo transformam em problemas ainda mais graves para a democracia. Se a corrupção e a troca de afagos continuarem se perpetrando entre o poder político e a mídia norte-americana, em breve esta se arrependerá por não sanar o problema enquanto teve oportunidade (Fallows, pp. 16, 60 e 104).


Moore (p. 30) adverte que esse modelo de relação entre a mídia e o governo não deve ser seguido por outros países, pois o fim das liberdades civis será cobrado daqueles que trilharem o mesmo caminho. O preço não deverá ser debitado apenas da conta dos jornalistas, mas também dos cidadãos, caso eles continuem indiferentes ao caos que recebe contornos de maior proporção (Fallows, p. 155).


CONSIDERAÇÕES FINAIS

Não se trata de previsão catastrofista, tampouco de ufanismo da mídia. Sem uma imprensa livre e atuante, os espaços para a manifestação das forças cerceadoras do pensamento humano passam a ocupar o poder e dominar a sociedade.

Caso essa configuração continue tomando forma, a previsão quanto aos destinos do planeta nas próximas décadas não é nem um pouco otimista. Ao contrário do que se projeta, a ruína da imprensa vai desencadear uma série de fatos que podem conduzir as principais democracias do Ocidente a sua derrocada e ao retrocesso a uma nova “Idade Média”.

_______
NOTAS:

1 www.observatoriodaimprensa.com.br, 1.º/06/2004.
2 O Projeto para Excelência em Jornalismo, parceria com a Universidade Columbia, apurou que 69% dos jornalistas do país não confiam nos eleitores e se julgam superiores aos leitores e telespectadores.
3 Emenda 1, Bill of Rights, Constituição dos Estados Unidos da América, 1791.
4 Atlantic Monthly, agosto de 1987.
5 National Review, julho de 1987.
_____________________________
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

BERNSTEIN, Carl. A cultura idiota. In: GOLDSTEIN, Clifford. O dia do dragão. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, 1997. p. 72.
BUCCI, Eugênio. Sobre ética e imprensa. São Paulo: Cia. das Letras, 2000.
CARVALHO, Marinilda. O desdém da Casa Branca pela imprensa. Observatório da Imprensa, São Paulo, 3 fev. 2004. Disponível em: .
FALLOWS, James. Detonando a notícia: como a mídia corrói a democracia americana. Rio: Civilização Brasileira, 1997.
GOLDSTEIN, Clifford. O dia do dragão. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, 1997.
KENNEDY, Paul. O (relativo) declínio da América. In: Lira LIRA, Elizeu Corrêa. Uma nova ordem mundial: o governo da nova era. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, 1999. p. 33.
KOVACH, Bill; ROSENSTIEL, Tom. Os elementos do jornalismo: o que os jornalistas devem saber e o público exigir. São Paulo: Geração Editorial, 2003.
MCLAUGHLIN, John. A América vai por água abaixo? In: Lira LIRA, Elizeu Corrêa. Uma nova ordem mundial: o governo da nova era. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, 1999. p. 22.
MEYSSAN, Thierry. 11 de setembro de 2001: uma terrível farsa. São Paulo: Usina do Livro, 2003.
MOORE, Michael. Stupid white men: uma nação de idiotas. São Paulo: Francis, 2003.
PERFIL do jornalista americano se distancia do público. Observatório da Imprensa, São Paulo, 1.º jun. 2004. Disponível em: .
SINGER, Beatriz e BARBOSA, Dennis. Bush & mídia – quatro anos de controvérsia. Observatório da Imprensa, São Paulo, 20 jan. 2004. Disponível em: .
TRAQUINA, Nelson. O ensino de jornalismo perante os desafios da transição tecnológica. In: VII FÓRUM NACIONAL DE PROFESSORES DE JORNALISMO, 4, 2004, Florianópolis: UFSC. Disponível em: .
ZAKABI, Rosana. Entrevista com Robert Meeropol (Rosenberg). Veja, p. 15, 11 fev. 2004.
ZANOTTI, Carlos Alberto. Títulos no jornalismo diário, ou a difícil arte de dizer apenas o essencial. Revista de Estudos do Curso de Jornalismo-Puccamp, Campinas, edição especial, 2001, pp. 45-58.


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Re: ONU Quer Moeda Global no Lugar do Dólar

Mensagem por Jarbas em Qui 10 Set 2009, 2:48 am

noli30 escreveu:eita o negócio tá indo rápido

Quanto mais se aproxima aquele dia, mais rápido vai indo...




Maranata.



"Vigiai, pois, em todo o tempo, orando, para que sejais havidos por dignos de evitar todas estas coisas que hão de acontecer, e de estar em pé diante do Filho do homem."  (Lucas 21 : 36)

"Assim, sabe o Senhor livrar da tentação os piedosos, e reservar os injustos para o dia do juízo, para serem castigados;"  (II Pedro 2 : 9)


"PERECE o justo, e não há quem considere isso em seu coração, e os homens compassivos são recolhidos, sem que alguém considere que o justo é levado antes do mal."  (Isaías 57 : 1)


"O temor do SENHOR é odiar o mal; a soberba e a arrogância, o mau caminho e a boca perversa, eu odeio."
  (Provérbios 8 : 13)

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Re: ONU Quer Moeda Global no Lugar do Dólar

Mensagem por Chen em Qui 10 Set 2009, 6:01 am

A moeda do mundo será a moeda chinesa! positivinho


Mar 13:7 - E, quando ouvirdes de guerras e de rumores de guerras, não vos perturbeis; porque assim deve acontecer; mas ainda não será o fim.

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A Morte do Dólar...

Mensagem por Jarbas em Dom 11 Out 2009, 1:00 am

A Morte do Dólar
De: Jeremias R D P dos Santos (jeremias@espada.eti.br)
Enviada: domingo, 11 de outubro de 2009 2:35:30

Caro amigo:

Alguns dias atrás, li um artigo de jornal que chamou minha atenção; fiquei perplexo com as implicações econômicas adversas para a economia americana, especialmente se a inflação interna causada para criação das centenas de bilhões de dólares para socorrer os bancos e as grandes empresas em dificuldades não puder ser exportada para o resto do mundo. Acredito que você já tenha lido o artigo recente "O Mecanismo Mandrake" (área restrita) e também "A Criatura da Ilha Jekyll" ( http://www.espada.eti.br/fed.asp), que explicam bem esse processo inflacionário causado pela criação de dinheiro fiduciário.

Sabe-se que um dos motivos que levou o governo Bush a invadir o Iraque foi a decisão de Saddan Hussein de substituir o dólar nas transações envolvendo o petróleo iraquiano. Essa tendência teve de ser parada na origem imediatamente, pois teria consequências terríveis se fosse adotada em larga escala por outros países. Mas agora, o Irã está ameaçando fazer exatamente isso, e também já ouvi comentários na imprensa que a Venezuela e até o Brasil querem substituir o dólar no comércio internacional por outras moedas. O novo governo japonês também já sinalizou que apoia essa substituição do dólar, de modo que parece que a tendência está tomando corpo e será inevitável daqui para a frente.

Hoje, ao ler o boletim semanal da Cutting Edge, vi que eles publicaram uma análise desse artigo do jornal inglês; como achei os comentários interesantes, decidi traduzir e distribuir. Sinta-se livre para encaminhar para seus contatos.

Resumo da Notícia: "A Morte do Dólar", The Independent (Londres), em http://www.independent.co.uk/news/business/news/the-demise-of-the-dollar-1798175.html , 6/10/2009.

"Na mais profunda transformação financeira na história recente do Oriente Médio, os países árabes do Golfo estão planejando - juntos com China, Rússia, Japão e França - encerrar as transações de petróleo com o dólar, passando a usar uma cesta de moedas, incluindo o yene japonês, o yuan chinês, o euro, ouro, e uma nova e unificada moeda planejada para as nações que fazem parte do Conselho de Cooperação do Golfo, incluindo Arábia Saudita, Abu Dhabi, Kuwait e Catar. Encontros secretos têm sido realizados entre os ministros das finanças e diretores dos bancos centrais da Rússia, China, Japão e Brasil para prepararem o esquema, o que significa que o preço do petróleo não será mais fixado em dólares."

Os banqueiros centrais estão bem cientes das implicações da transição do dólar americano para outras moedas. Veja:

"O declínio do poder econômico americano vinculado à atual recessão global foi implicitamente reconhecida pelo presidente do Banco Mundial, Robert Zoellick. 'Um dos legados desta crise poderá ser o reconhecimento de mudanças nas relações do poder econômico', ele disse em Istanbul, antes do encontro nesta semana do FMI e do Banco Mundial."

A maioria das pessoas verá essa notícia com medo que possa perder suas poupanças e ficar na miséria. Mas, isso não ocorrerá. Por quê?

Porque toda essa transição para uma nova moeda a ser usada no comércio internacional está sendo planejada há muito tempo. O objetivo real é substituir gradualmente o dólar declinante por uma nova moeda regional para a União da América do Norte - o Amero.

Os banqueiros centrais estão seguindo de perto o Plano para produzir uma economia global e não farão o mercado entrar em colapso total. Em vez disso, eles estão manipulando as moedas e os eventos para que possam criar uma União da América do Norte política e a moeda Amero, que a acompanhará.

Esse artigo referido diz claramente que o declínio do dólar americano está ocorrendo há nove anos! Isto significa que o declínio começou durante os últimos dias do governo Clinton, foi cuidadosamente controlado durante o governo Bush, e provavelmente será concluído pelo governo Obama!

Os líderes mundiais estão cooperando, como a profecia predisse quase 2.000 anos atrás! Leia e releia Apocalipse 17:12-17, especialmente o verso 17:

"Porque Deus tem posto em seus corações, que cumpram o seu intento, e tenham uma mesma idéia, e que dêem à besta o seu reino, até que se cumpram as palavras de Deus."

Em outubro de 2001, quando o presidente Bush ordenou a invasão do Afeganistão, observamos que inimgos de longa data, os EUA e a Rússia, estavam subitamente cooperando (atuando em harmonia) em uma profundidade que era chocante, dada a história de 45 anos de Guerra Fria. Incentivamos você a ler o seguinte artigo antigo, que demonstra como a profecia bíblica está sendo cumprida nas notícias diárias, diante de nossos olhos!

N1548, "A Cooperação na Guerra ao Terror Une Até os Velhos Inimigos EUA e Rússia", disponível em http://www.espada.eti.br/n1548.asp

Os líderes dos principais países estão secretamente cooperando entre si, apesar da retórica pública estar muitas vezes repleta de ódio e antagonismo. Nossa pesquisa indica que todos os principais líderes mundiais estão cooperando um com o outro, seguindo o roteiro entregue a eles para que a Nova Ordem Mundial possa ser estabelecida e o Cristo maçônico ser produzido!

A parte mais importante do Plano neste momento é a formação das dez supernações do mundo (leia o artigo N2363 na área restrita). Obviamente, cada uma dessas supernações precisará ter sua própria moeda regional. O dólar americano está sendo sistematicamente desvalorizado para que possa ser substituído pelo Amero.

É minha compreensão que, quando as pessoas receberem a oportunidade de trocar seus dólares pelo amero, elas farão isso sem perder uma porção significativa de seu patrimônio. Lembre-se: os Illuminati querem uma economia mundial controlada, não uma economia arruinada.

Além disso, a profecia bíblica precisa ser cumprida, quando diz que a economia no tempo do Anticristo e do Falso Profeta terá abrangência global e não usará o papel-moeda:

"E faz que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos, lhes seja posto um sinal na sua mão direita, ou nas suas testas, para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome." [Apocalipse 13-17].

Não entre em pânico quando ouvir relatos pessimistas de uma depressão iminente, pois esse não é o Plano dos Illuminati e nem da profecia bíblica para este período de tempo que precede o aparecimento do Anticristo. Você pode enfrentar os problemas econômicos com tranquilidade no espírito porque conhece o plano e o poder de Jesus Cristo das Escrituras e de Suas profecias.

Quando você vir alguém alardeando mensagens econômicas ruins, confira seu site na Internet para ver se está lucrando com a propagação do pânico. Eles estão vendendo sementes de sobrevivência, equipamentos e estão prometendo que você somente conseguirá sobreviver à vindoura calamidade se comprar este e aquele produto?

Agora, após o início da Terceira Guerra Mundial, a economia entrará em total colapso, mas não antes.
Observe a morte controlada do dólar americano e prepare-se para o novo Amero.


Maranata.



"Vigiai, pois, em todo o tempo, orando, para que sejais havidos por dignos de evitar todas estas coisas que hão de acontecer, e de estar em pé diante do Filho do homem."  (Lucas 21 : 36)

"Assim, sabe o Senhor livrar da tentação os piedosos, e reservar os injustos para o dia do juízo, para serem castigados;"  (II Pedro 2 : 9)


"PERECE o justo, e não há quem considere isso em seu coração, e os homens compassivos são recolhidos, sem que alguém considere que o justo é levado antes do mal."  (Isaías 57 : 1)


"O temor do SENHOR é odiar o mal; a soberba e a arrogância, o mau caminho e a boca perversa, eu odeio."
  (Provérbios 8 : 13)

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Re: ONU Quer Moeda Global no Lugar do Dólar

Mensagem por Jarbas em Sab 17 Out 2009, 2:56 pm

...

17/10/2009
-
13h41

Irã reitera que vai retirar o dólar de suas reservas de divisas



O Irã desenvolve um plano para eliminar de forma definitiva o dólar das
receitas e das reservas de divisas do país, informou a Organização para
a Promoção do Comércio iraniano.


Um dos últimos passos foi pedir ao Japão para que substitua a moeda
americana pelo iene
em todas as transações relacionadas com o petróleo
entre ambos os países, disse hoje a emissora de televisão estatal
iraniana.


A mesma proposta foi feita aos Emirados Árabes Unidos, país que
recebeu o pedido para usar o dirham. O governo iraniano também pediu a
outros países para que substituíssem o dólar pelo euro.



Segundo as autoridades iranianas, desde 2007, o país recebe 85% de seus lucros em divisas diferentes da moeda americana.

http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u639443.shtml


Maranata.



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Re: ONU Quer Moeda Global no Lugar do Dólar

Mensagem por Eduardo em Sab 17 Out 2009, 5:24 pm

O cenário final está se formando:

http://otempofinal.blogspot.com/2009/04/nova-ordem-mundial-financeira-em.html

http://apocalipsetotal.wordpress.com/2009/08/05/google-bloqueia-o-site-da-moeda-unica/

Google bloqueia o site da moeda única

Após o presidente Russo Medvedev ter anunciado o projeto da moeda única que favorece a Comissão Trilateral de David Rockefeller e a soberania dos EUA sobre todas as nações (Ap 17:1), misteriosamente a página está inacessível.




A justificativa do google:

O que aconteceu quando o Google visitou este site?
Das 8 páginas testadas no site nos últimos 90 dias, 1 páginas resultaram no download e na instalação de software suspeito sem o consentimento do usuário. O Google visitou este site pela última vez em 2009-08-04 e conteúdo suspeito foi encontrado neste site pela última vez em 2009-08-04.
Malicious software includes 2 scripting exploit(s), 2 trojan(s), 2 exploit(s).
O software suspeito está hospedado em 3 domínios, incluindo game158.info/, a0v.org/, wowyesgo.info/.

Atrás desse protecionismo está nascendo uma ditadura digital, onde o google pode decidir quem ou o que poderá ser visto na internet de acordo com a vontade do governo mundial; seja por vírus ou trojans fabricados ou inventados para esse fim.


Visite-me no Fórum Adventista:

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Re: ONU Quer Moeda Global no Lugar do Dólar

Mensagem por Jarbas em Sab 17 Out 2009, 6:46 pm

...

É isso aí Eduardo, a coisa agora está andando rápido...



Maranata.



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Re: ONU Quer Moeda Global no Lugar do Dólar

Mensagem por Jarbas em Sab 17 Out 2009, 10:10 pm

...


Países da Alba criam nova moeda para comércio no bloco


Mecanismo batizado de Sucre deve substituir o dólar nas transações entre os países-membros.


A sétima reunião de cúpula da Alba (Aliança Bolivariana para as Américas) terminou neste sábado em Cochabamba, na Bolívia, com a aprovação pelos nove países membros da criação de uma nova moeda para substituir o dólar no intercâmbio comercial entre as nações do bloco.

http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,paises-da-alba-criam-nova-moeda-para-comercio-no-bloco,452243,0.htm


Maranata.



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Re: ONU Quer Moeda Global no Lugar do Dólar

Mensagem por noli30 em Sab 17 Out 2009, 10:57 pm

qual vai ser a moeda unica o Amero? mas dá para pesquisar em outros sites sobre ela, este site bloqueado deve ser o oficial..mas não entendi o que isto tem a ver com coletar informaçoes pessoais nossa..

noli30
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Re: ONU Quer Moeda Global no Lugar do Dólar

Mensagem por Jarbas em Sab 17 Out 2009, 11:00 pm

noli30 escreveu:qual vai ser a moeda unica o Amero? mas dá para pesquisar em outros sites sobre ela, este site bloqueado deve ser o oficial..mas não entendi o que isto tem a ver com coletar informaçoes pessoais nossa..

Na verdade acredito que não coleta nenhuma informação, eu acho que estão usando essa desculpa para restringirem as informações sobre o assunto.


Maranata.



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Re: ONU Quer Moeda Global no Lugar do Dólar

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