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Métodos de datação

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Métodos de datação

Mensagem por Eduardo em Qua 09 Set 2009, 11:15 am

Um Exame Crítico da Datação Radiotiva das Rochas

Considera-se neste artigo a aplicação dos métodos de datação radioativa às rochas sedimentares. Mostra-se não ter fundamento a hipótese básica de que a desintegração radioativa se inicia quando os minerais passam a fazer parte das rochas hospedeiras. Pesquisas recentes sobre rochas jovens indicam que a desintegração já se encontra nelas num estágio avançado. Saiba mais...

Métodos de datação – Seguidores, e não líderes

Uma das ideias muito aceites pelo público leigo é que os métodos de datação são a última palavra no que toca à “idade” de determinada rocha ou fóssil. A ideia que passa para fora é que os geólogos aceitam qualquer que seja a “idade” dada por determinado método de datação e que eles não estão envoltos em controvérsia. Na prática, não é isso que acontece.

Como funciona na prática

Em 1964, trabalhadores municipais descobriram, por acaso, algumas pegadas numa praia. As pegadas ficaram conhecidas como as pegadas de Nahoon. O carbono-14 deu-lhes a “idade” de 30 mil anos (30.000).

Em 1995, o geólogo Dave Roberts descobriu as pegadas de Langebaan, as mais antigas que se conheciam de humanos anatomicamente modernos. “Datavam” de 130 mil anos (130.000). Por achar que as pegadas de Nahoon se tinham formado num ambiente costeiro semelhante às de Langebaan, e por saber que o carbono-14 não funciona em material com mais de 40 mil anos (40.000), Roberts quis fazer uma nova datação às pegadas de Nahoon.

A datação através do método da termoluminescência deu uma “idade” de 200 mil anos (200.000) às pegadas. Como esta nova “idade”, segundo o geólogo, corresponde com a evidência geológica do local onde as pegadas foram descobertas, foi aceite como sendo a verdadeira idade.

Já o arqueólogo Hilary Deacon avisou que era necessária alguma precaução com a “idade” dada pelo método da termoluminescência, uma vez que ainda estava em fase experimental. Na sua óptica, os artefactos presentes no local indicam que as pegadas deviam ter uns 90 mil anos (90.000).

CONCLUSÃO

Reparem na quantidade de idades sugeridas para as pegadas. Reparem também como o geólogo da nossa história já sabia que as pegadas tinham de ter mais de 40 mil anos e, como tal, a “idade” sugerida pelo carbono-14 não poderia ser aceite. Estes e muitos outros exemplos mostram que os métodos de datação não têm a palavra final no que concerne à idade das rochas ou fósseis. Eles limitam-se a seguir as ideias pré-concebidas dos cientistas. Se a “idade” produzida pelo método corresponder às ideias pré-estabelecidas do geólogo, ela é aceite. Caso contrário, o geólogo tratará de justificar o sucedido e procurará refugiar-se na “idade” produzida por outro método.

A melhor maneira de termos a certeza da idade de alguma coisa é através de testemunhas oculares. Nisso, os criacionistas estão em vantagem pois têm a Palavra daquele que estava lá quando os fósseis e as rochas se formaram.
______________________________________________________________________
Posts relacionados:
- Se os métodos de datação fossem aquilo que os evolucionistas gostariam que eles fossem…
- O que toda a gente devia saber sobre a datação radiométrica
- As pegadas que mostram a pessegada que é a teoria da Evolução


Última edição por Eduardo em Dom 29 Nov 2009, 1:19 pm, editado 3 vez(es)


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Re: Métodos de datação

Mensagem por dedo-duro em Qua 09 Set 2009, 7:53 pm

.
Tudo que os criacionistas têm é papel pintado. (texto não tem referência senão o próprio texto).

as datações podem errar em algumas dezenas de milhares de anos. Mas o importante é: Com toda certeza a peça possui CENTENAS de milhares de anos, independentemente de qualquer aproximação. Erros periféricos não eliminam o essencial: a Terra e o universo são muito mais antigos que pregava a teologia.

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Re: Métodos de datação

Mensagem por Luís em Qua 09 Set 2009, 8:00 pm

.
CONCLUSÃO:

A ciência é um embuste só. Não vale nada, vive para enganar o povo e contrariara as sagradas verdades judaicas.

Imagine, chegam a errar a enormidade de um milhão de anos em "apenas" um bilhão de anos.

DECISÃO: Queimar as universidades, suas bibliotecas e mandar todo mundo, de bíblia na mão, para os templos pentecostais.
Mas antes, para ser coerente, tirar os para-raios dos templos e desligar a luz. pisca


"A razão de eu jamais haver visto teu deus é que ele está na tua imaginação."

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Re: Métodos de datação

Mensagem por dedo-duro em Qua 09 Set 2009, 8:01 pm

.
kkkkkkkkkkk. japinha

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Re: Métodos de datação

Mensagem por Adriane Cunha em Qua 09 Set 2009, 8:31 pm

dedo-duro escreveu:kkkkkkkkkkk.
Eu não consigo deixar de rir! Rs... Valha-me Deus! Eu não rasgo meu diploma e muito menos minha bíblia! Rs...


cafezinho "Sempre fica um pouco de perfume nas mãos que oferecem flores."

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Re: Métodos de datação

Mensagem por Eduardo em Qua 09 Set 2009, 8:35 pm

Adriane Cunha escreveu:
dedo-duro escreveu:kkkkkkkkkkk.
Eu não consigo deixar de rir! Rs... Valha-me Deus! Eu não rasgo meu diploma e muito menos minha bíblia! Rs...
Nem eu.


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Re: Métodos de datação

Mensagem por Eduardo em Sab 19 Set 2009, 11:23 pm

Tempo e fósseis de baleias



Nas vasas diatomáceas e arenitos da Formação Pisco, no Sul do Peru foram descobertos milhares de cetáceos fósseis em camadas sedimentares jacentes numa antiga enseada marinha de baixa profundidade, localizada a cerca de 30 quilômetros do litoral. Esses fósseis estão sendo estudados por uma equipe multidisciplinar de geólogos e paleontólogos dos EUA, da Espanha, Peru e Itália, que descobriu múltiplas camadas de bem preservados fósseis de barbatanas de baleias, golfinhos, leões marinhos, tartarugas, pinguins e outras criaturas. Porém, antes de entrarmos em detalhes sobre esses fósseis, precisamos dizer algumas palavras sobre os processos que as baleias de hoje sofrem após a morte.

As baleias são mamíferos marinhos que respiram e nadam ativamente, e possuem alto conteúdo de gordura. Quando uma baleia morre, seu corpo pode afundar imediatamente (no caso de espécies detentoras de menor teor gorduroso) ou flutuar durante certo tempo (espécies com alto teor gorduroso), submergindo depois até o solo oceânico. Logo após sua morte, inicia-se a decomposição bacteriana e a ação dos necrófagos na carcaça, removendo a carne e a gordura até que os ossos fiquem expostos. Esses processos podem prolongar-se por vários meses, dependendo do tamanho da baleia e de seu volume de gordura. Uma característica particular de muitas baleias é que os seus ossos são ricos em gordura (o que ajuda na flutuabilidade do cetáceo), e que essa gordura (também chamada de graxa) ainda permanece como fonte alimentar por muito tempo após a carne ter sido removida dos ossos. Observações atuais de esqueletos de baleias existentes no solo oceânico mostram que eles são colonizados por abundante e diversificada comunidade de invertebrados incrustados, como mariscos, caramujos, vermes, crustáceos, que se fixam sobre os ossos e também no solo oceânico adjacente. Eles escavam os sedimentos do solo em busca de nutrientes que vazaram da carcaça degradada, e perfuram os ossos para se alimentarem da gordura. Acredita-se que esses esqueletos submersos podem abrigar durante muitos anos grande comunidade de pequenos invertebrados marinhos. Os ossos dessas baleias usualmente encontram-se corroídos, desarticulados e, às vezes, deslocados pela ação de correntes marinhas ou de necrófagos. Se o esqueleto for arrastado para a praia, é provável que os ossos sejam bastante dispersos pela ação das ondas e das tempestades.

Em comparação com os exemplos atuais, o que vemos nas baleias fósseis da Formação Pisco é um quadro totalmente diferente, embora com algumas similaridades. Alguns esqueletos aparecem parcial ou totalmente desarticulados, como acontece com os modernos espécimes, mas os ossos se apresentam associados e agrupados, indicando ter ocorrido pequena perturbação no arcabouço ósseo após o soterramento. Os esqueletos, em grande número, encontram-se inteiramente articulados, com os ossos na posição que tinham quando em vida. Essa característica indica claramente um rápido sepultamento. Caso os sedimentos tivessem sido depositados no solo oceânico de águas rasas (profundidades menores que 100 metros) durante muitos anos, moluscos, crustáceos e vermes em quantidade teriam perfurado os ossos na tentativa de se alimentarem da gordura interna. As correntes marítimas também poderiam ter movido alguns ossos. Em vez disso, a preservação dos ossos é excelente, sem quaisquer evidências de danos causados por correntes marinhas, perfuração ou necrofagia por invertebrados. Além do mais, não existem evidências de quaisquer invertebrados sepultados junto com os ossos das baleias. Parece não ter havido tempo para que os invertebrados colonizassem os ossos frescos e deixassem neles suas marcas.

Ainda mais impressionante é a preservação das barbatanas (o dispositivo de filtragem) e, em alguns casos, a mineralização da medula espinhal, pois ambas são tecidos moles que tendem a se destacar e degradar muito mais rapidamente que os ossos. As barbatanas são constituídas de queratina (o mesmo tipo de proteína insolúvel que compõe o cabelo humano e suas unhas), e não se enraízam nas mandíbulas da baleia, estando apenas aderidas a elas através da gengiva. Sabe-se mediante as observações atuais que as barbatanas se destacam da mandíbula superior em questão de poucas horas ou dias após a morte, tornando extremamente improvável a preservação do esqueleto juntamente com o dispositivo de filtragem, a não ser que ocorra sedimentação muito rápida. Surpreendentemente, numerosas baleias fósseis foram encontradas na Formação Pisco, com suas barbatanas preservadas e muitas delas conservando o dispositivo de filtragem na posição que tinham em vida. Essas características das baleias fósseis sugerem sepultamento e fossilização rápidos.

Várias outras linhas de evidências sugerem que as taxas de sedimentação na Formação Pisco foram muito maiores do que as observadas em qualquer local nos tempos atuais, e consideravelmente maiores do que as inferidas a partir da datação radiométrica disponível para aquele local. As datações radiométricas obtidas com isótopos K-Ar indicam um intervalo entre 10 e 12 milhões de anos para a sedimentação dos depósitos que contêm baleias, as quais apresentam espessura de até 1.000 metros.[5] Calculando-se 10 milhões de anos para a deposição de uma sequência total de 500 metros de espessura, seriam necessários 20.000 anos para acumular um metro de espessura de sedimentos sobre o piso oceânico local. Estudos efetuados em vários ambientes oceânicos indicam que as atuais taxas de deposição de sedimentos similares aos da Formação Pisco se situam no intervalo entre 2 a 260 centímetros para cada 1.000 anos (com médias entre 15 a 50cm/1.000 anos, e 2 a 16 cm/1.000 anos para a plataforma marinha peruana), que estão acima da ordem de grandeza apurada pelas medições mediante radiometria.

Portanto, mesmo com uma taxa média anual de sedimentação de 40cm/1.000 anos, levaria um milênio para soterrar completamente um compacto esqueleto de baleia com 40 cm de altura, e evitar qualquer desarticulação ou deterioração óssea originada da ação de correntes marinhas, necrófagos ou reações químicas. Não parece razoável pensar que um grande esqueleto pudesse repousar num piso oceânico de águas rasas durante tantos séculos, sem ter sido perturbado por agentes físicos e biológicos causadores de desarticulação, perfuração e remoção dos ossos. Mesmo que os ossos e a barbatana tivessem sofrido mineralização rápida após a morte do animal, é improvável que sua carcaça durasse tanto tempo sem qualquer deterioração, e a barbatana se conservasse na posição que tinha quando o animal vivia.

A implicação dos valores das taxas de deposição de sedimentos finos sobre o leito oceânico é dupla. Por um lado, a excelente preservação das baleias fósseis indica que, na Bacia Pisco, os sedimentos acumularam-se muito mais rapidamente no passado do que no presente, sob características geológicas semelhantes (como as águas rasas oceânicas ao longo da costa peruana, que é um bom exemplo dessa espécie de ambiente sedimentar). Certamente os sedimentos contendo fósseis de baleias devem ter sido depositados muito rapidamente. Quanto mais esse tipo de evidência se acumula, maior o questionamento da datação radiométrica, pois não existe suficiente atividade sedimentar para preencher um período de tempo tão extenso.

Por outro lado, a existência desses fósseis bem preservados traz à luz as sérias deficiências da hipótese comumente aceita pelos geólogos evolucionistas, de que “o presente é a chave para o passado”. Se, como vimos com as baleias atuais, a taxa com que ocorrem os processos hoje (isto é, a sedimentação e o sepultamento em oceanos e lagos) não explica satisfatoriamente a fato dos fósseis excelentemente preservados, temos de concluir que, de algum modo, o passado deve ter sido muito diferente.

Mais pesquisas e estudos são necessários para averiguar por que os métodos de datação radiométrica indicam idades muito antigas, em oposição às rápidas mudanças catastróficas inferidas das muitas características paleontológicas. A geologia evolucionista atual explica o registro fóssil como resultado de processos e mudanças lentas ocorrendo ao longo de extensos períodos de tempo. Entretanto, um crescente número de formações rochosas e ocorrências de fósseis anteriormente explicadas em conformidade com essa estrutura conceitual evolucionista deve ser reinterpretada como resultado de processos rápidos e até catastróficos, operantes numa escala de tempo diferente.

(Raúl Esperante, Ph.D. pela Loma Linda University, é paleontólogo do Geoscience Research Institute, em Loma Linda, Califórnia, EUA)


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Re: Métodos de datação

Mensagem por dedo-duro em Dom 20 Set 2009, 5:24 pm

.

Está dentro da margem de erro.

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Re: Métodos de datação

Mensagem por Fabris em Ter 29 Set 2009, 8:42 am

Mais lixo criacionista, este da pior qualidade.
O primeiro artigo é da SCB e não é artigo científico, como eles querem fazer parecer. Trata-se de pura arenga.

O segundo é de um blog português, também criacionista e é pleno de estultices.
Nenhum cientista, em sã consciência pensaria em datar pegadas com carbono 14. Esse método é utilizado apenas para datar materiais até cerca de 10.000 anos, de origem orgânica, que não é o caso de pegadas.
Para datar rochas existem métodos muito mais precisos e que apontam na mesma direção: uma Terra com 4 bilhões de anos (estou postando um link em português para não desgostar alguns):
http://www.ufrgs.br/geociencias/cporcher/Atividades%20Didaticas_arquivos/Geo02001/Tempo%20Geologico.htm

O artigo do iluminado de Loma Linda (uma universidade conhecida por sua baixa qualidade em produção de ciência e por seu poder na propaganda) é ainda pior. É uma ofensa a qualquer cientista sério.
Nenhum cientista de posse de suas faculdades mentais deixaria de datar uma baleia com C14.
Pior é a "brilhante" defesa da taxa de deposição. O autor "convenientemente" se esquece que o Sul do Peru é uma área´particularmente suscetível a terremotos e maremotos, que ampliam enormemente as tasxas de sedimentação.

Em suma: lixo puro


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Re: Métodos de datação

Mensagem por Eduardo em Qui 26 Nov 2009, 11:14 pm

Que tal o periódicos científico Science Daily, também não é relevante ?

Notícia quente, Nov. 15, 2009:

ADN de Penguim levanta dúvidas em relação aos métodos de datação genética
Penguins que [supostamente] morreram a 44,000 anos atrás na Antártica oferecem uma quantidade extraordinária de amostras de ADN. Estas amostras não só colocam em causa o rigor das tradicionais formas de medição de envelhecimento genético, mas sugerem também que as idades foram subestimadas entre 200% a 600%.
Dee Denver, um biólogo evolutivo do Centro de Pesquisa do Genoma e Bioinformática no Oregon State University afirmou:
"Nós acreditamos que as tradicionais técnicas de datação via DNA são fundamentalmente falhas."
Mas será que há algum método de datação/adivinhação darwinista que tenha algum valor cientifico? O que fazer com um método de datação que pode ter uma margem de erro na ordem dos 600%?

FONTE: Science Daily


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Re: Métodos de datação

Mensagem por Eduardo em Seg 18 Jan 2010, 2:48 pm

Linhagem Evolutiva Sofre Alteração (Outra Vez)


Os leitores mais assíduos de blogs e sites criacionistas provavelmente já nem se admiram com as constantes reviravoltas que os métodos de datação darwinistas sofrem, mas convém manter esta questão bem viva na mente de cristãos e ateus.
Não só é importante os ateus estarem bem cientes que toda a sua religião evolutiva é baseada em algo que nós sabemos empiricamente que é falso (nomeadamente, a não-científica "escala geológica evolutiva"), como também é fundamental os cristãos aperceberem-se que os métodos de datação darwinistas não funcionam.



Todas estas descobertas e reviravoltas são um excelente indicativo de que algo se passa com os métodos de datação convencionais. Isto é ainda mais importante se levarmos em conta que toda a teoria da evolução assenta no gradualismo geológico. Se os processos geológicos imaginados pelos ateus são falsos, então a evolução peixe-para-pescador é fortemente fragilizada.

A última descoberta que vem abanar o já de si frágil edifício ateu é a descoberta de "várias trilhas e pegadas fossilizadas em pedra que contrariam o cenário mais aceito hoje para o surgimento dos vertebrados terrestres".
Os primeiros passos da linhagem evolutiva de animais que desembocou no homem e em todos os outros vertebrados terrestres acabam de sofrer uma reviravolta.
........outra vez.


De reviravolta em reviravolta o ateísmo biológico (teoria da evolução) continua a tentar resistir aos ataques que a ciência lhe faz.
Pegadas encontradas no sudeste da Polônia indicam que os peixes "criaram" pernas e conquistaram a terra quase 18 milhões de anos antes do que se acreditava.
Sim, os peixes "criaram" as suas próprias pernas.
Ou seja, há 395 milhões de anos, os tetrápodes --vertebrados com quatro patas-- já caminhavam por aí. E com dedos, pés e mãos articulados.
Não nos é dito o mecanismo que gerou esses dedos e mãos, mas isso já é pedir demais.



Os vestígios encontrados, porém, são aproximadamente 18 milhões de anos mais velhos que os primeiros registros dessa transição.
Mantenham este pensamento bem vivo: os métodos de datação evolucionistas produziram um erro de 18 milhões de anos. Isto pode não parecer muito quando se compara com a idade que os evolucionistas pensam que o universo tem, mas é suficientemente importante para levar os evolucionistas a dizer que este achado '"força uma revisão radical" de teorias sobre a transição'. Por outras palavras, aquilo que se ensinava acerca deste assunto tem que ser fortemente revisto devido a mais uma descoberta científica.
Jennifer Clack, paleontóloga da Universidade de Cambridge que não participou do estudo, disse à Folha que ele "muda as ideias sobre quando, como e sob quais circunstâncias os tetrápodes evoluíram".
Traduzido: "Nós, evolucionistas, pensávamos uma coisa, mas as evidências mostram outra".


Conclusão:

Sem dúvida que os crentes ateus vão dizer aqui a mesma coisa que disseram no blog do Sabino: "ah, mas isso é a ciência a refinar-se!"

Os ateus não querem aceitar que coisas como esta são altamente reveladoras em relação à sua interpretação do passado geológico.

Se hoje podemos descobrir que eles estavam errados em 18 milhões de anos em algo tão fundamental, qual é o "facto" por eles anunciado hoje em dia que mais tarde vai ser descartado?

Alguns ateus tem por hábito dizer que a Bíblia não é um Livro de ciência, como se isso fosse um argumento contra a Bíblia. Tendo em conta o quão frequentemente os "factos científicos" mudam, provavelmente é uma coisa boa a Bíblia não ser um livro de ciência.

Enquanto que na ciência o que hoje é verdade, amanhã pode ser falso. a Bíblia mantém-se factual e de acordo com as observações. Isto não é de admirar uma vez que o Criador disse:
Marcos 13:31
Passará o céu e a terra, mas as Minhas Palavras não passarão.
As imaginações dos homens passarão, mas aquilo que Deus disse no passado vai-se cumprir.


Estás pronto para te encontrares com o Criador?


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Re: Métodos de datação

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