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A comunidade científica finalmente reconhece: "DARWIN ERROU!"

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A comunidade científica finalmente reconhece: "DARWIN ERROU!"

Mensagem por Eduardo em Sab 24 Jan 2009, 9:22 pm

A comunidade científica finalmente reconhece: Darwin estava errado

http://pos-darwinista.blogspot.com/2009/01/nomenklatura-cientfica-finalmente.html


Última edição por Eduardo em Dom 03 Jan 2010, 11:10 pm, editado 3 vez(es)


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Re: A comunidade científica finalmente reconhece: "DARWIN ERROU!"

Mensagem por Luís em Sab 24 Jan 2009, 10:59 pm

.
"A Comunidade Científica enfim reconhece: Foi o oni-tudo invisível quem veio à Terra criar o lindo limo verde temporal que a recobre, junto com os micróbios de todos os tamanhos (uns bípedes) que por ele circulam, se matando uns aos outro continuamente. Depois, para encerrar seu experimento, ele mata tudo e esteriliza o planeta de novo."

Lindinho! :)


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A comunidade científica finalmente reconhece: "DARWIN WAS WRONG"

Mensagem por Eduardo em Dom 06 Set 2009, 6:11 pm

A comunidade científica finalmente reconhece: "DARWIN WAS WRONG"

http://www.newscientist.com/article/mg20126921.600-why-darwin-was-wrong-about-the-tree-of-life.html


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Re: A comunidade científica finalmente reconhece: "DARWIN ERROU!"

Mensagem por Luís em Dom 06 Set 2009, 6:32 pm

.
Aqueles que leem bem inglês, podem apanhar a revista (New Scientist jan 24 2009) com o artigo inteiro (Uprooting Darwin's Tree - Arrancando a Árvore de Darwin) AQUI.

Havendo interesse posso traduzir o artigo inteiro (sem muito acuro, o artigo é grande). Por enquanto deixo um comentário sobre o artigo da New Scientist.

DARWIN ESTAVA ERRADO? Por Larry Moran

Costumo acreditar que a ciência da biologia evolutiva mudou desde 1859, e costumo ser proponente de processos evolutivos que Darwin nada sabia sobre. Sem embargo, a proclamação de que "Darwin esteve errado" é uma outra história. Isto é um exemplo odioso de falatório jornalístico e é inaceitável numa revista como a New Scientist.

O artigo principal é Por Que Darwin esteve errado sobre a árvore da vida. O autor é o jornalista de ciência Graham Lawton. A essência da história é que a primeira teoria da evolução está caracterizada provavelmente mais por uma 'rede da vida' do que por uma 'árvore' da teoria tradicional. A metáfora da "rede" se deve à muitos exemplos da transferência genética lateral.

Depois de Darwin a 'árvore' foi o princípio de unificação para entender a história da vida na Terra. Sua base é LUCA, o Antepassado Comum Universal Último de todas as coisas vivas, e partindo de LUCA é erigido um tronco, que se parte muitas vezes para criar uma árvore vasta, que se bifurca. Cada ramo representa uma espécie única; os pontos se bifurcam são onde uma espécie se duplica. A maior parte dos ramos conseqüentemente acabam a medida que as espécies vão sendo extintas, mas muitos vão direto para o topo - estes são as espécies vivas. A árvore é assim um registro de como cada espécie que alguma vez viveu está relacionada a todo o ramo de outros atrás da origem da vida.

Durante a maior parte de 150 anos passados, a biologia ocupou-se basicamente com preencher os detalhes da árvore. "Durante um longo tempo o 'Gral sagrado' teve de construir uma árvore da vida," diz Eric Bapteste, um biólogo evolutivo na Universidade de Marie Curie e Pierre em Paris, a França. Há alguns anos pareceu como se o Gral estivesse ao alcance. Mas hoje o projeto está em farrapos, despedaçados por um ataque violento de evidência negativa.

Muitos biólogos agora argumentam que o conceito de árvore é obsoleto e tem de ser descartado. "Não temos nenhuma evidência de que a árvore da vida é uma realidade" diz Bapteste. Aquela granada explosiva até persuadiu alguém que a nossa visão fundamental da biologia tem de modificar-se.

Como acontece, estive numa atividade na noite passada com Jan Sapp da Universidade de York (Toronto, Canadá). Os leitores de Loyal Sandwalk poderiam revocar uma série de artigos das Três Hipóteses de Domínio. Os artigos foram baseados num livro editado apor Jan Sapp. Sapp sustenta, como eu, o esquema defendido por Ford Doolittle.

Esta rede, ou teia da vida são características das primeiras etapas da evolução quando todos os organismos foram células únicas e a distinção entre Eukariotas e Procariontes foi abertamente discernível. Uma vez que os grupos principais subiram fora da Teia, eles desenvolveram-se bastante bem como se espera que aconteça pelos eventos da especiação binária Isto dá origem à um modelo parecido com uma árvore tradicional.

Como Jan e eu discutimos, durante três bilhões de anos passados da evolução a árvore da vida somos uma metáfora muito boa da evolução. Darwin esteve correto em sua maior parte sobre isto. Por outro lado, o artigo da New Scientist discute alguns problemas com a árvore da vida que se estendem além da primeira história. Há vários pontos válidos que devem fazer os céticos de argumentos sobre a evolução ter conclusões que são demasiado simples: A árvore não é perfeita.

O pano de fundo é que é injusto dizer que Darwin esteve errado. É tão injusto quanto dizer que Newton esteve errado por causa de Einstein. Temos de reconhecer que a biologia evolutiva moderna é uma melhora sobre visão inial do fundador vitoriano da Teoria, mas uma cobertura que afirma que Darwin esteve errado transmite a mensagem incorreta. Ele sugere que até recentemente ientistas acreditasse que Darwin esteve correto sobre tudo.

Um título mais correto seria: "Mais evidências de que Charles Darwin não sabia tudo que deve ser conhecido sobre a evolução quando publicou seu livro em 1859."


ATUALIZAÇÃO: Num desfecho surpreendente, Idiotas do Descendente Incomum (IDiots at Uncommon Descent) se aproveitaram desses recentes desenvolvimentos (sic) da teoria evolutiva. Paul Nelson, um jovem filósofo criacionista escreveu: “A árvore da vida está sendo polidamente enterrada”.

FONTE


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Cientista diz que modelo da árvore de Darwin é equivocado

Mensagem por Eduardo em Dom 06 Set 2009, 6:34 pm

Cientista diz que modelo da árvore de Darwin é equivocado



http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI3465425-EI238,00.html


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Re: A comunidade científica finalmente reconhece: "DARWIN ERROU!"

Mensagem por Eduardo em Dom 06 Set 2009, 6:40 pm

"Árvore da Vida" de Darwin sofre ataque na base




A "árvore da vida" de Darwin está sofrendo outro golpe. A raiz da vida multicelular deveria ser o mais simples, o mais primitivo animal. Agora, os cientistas estão considerando seriamente que a "mãe de todos os animais" foi um animal complexo com intestino, tecidos, sistema nervoso e um surpreendente display luminoso: uma água-viva, da família dos ctenóforos. PhysOrg preparou o anúncio como se fosse maximizar a surpresa: "E o primeiro animal sobre a Terra foi..." Se o suspense está matando você, considere o impacto sobre os cientistas que, com recursos para pesquisa da National Science Foundation, concluíram que foi uma água-viva. Casey Dunn exclamou: "Isso foi totalmente um choque. Tão chocante que pensamos inicialmente que algo tinha dado errado."

As águas-vivas são mais complexas do que as esponjas, há muito tempo consideradas como os animais mais primitivos porque não dispõem de tecidos e órgãos. Colocar uma água-viva na base da árvore de Darwin leva o mistério da evolução dos tecidos complexos para um passado inobservável.

Dunn disse que as antigas águas-vivas provavelmente pareciam diferentes das atuais, mas um fóssil de água-viva encontrado ano passado nas rochas fossilíferas do período Cambriano na China parecia essencialmente moderno. Ele foi datado como do início do período Cambriano — supostamente com 540 milhões de anos.

Science Daily começou seu relato com um sumário do impacto: "Uma nova pesquisa mapeando a história evolucionária dos animais indica que o primeiro animal da Terra — uma criatura misteriosa cujas características somente podem ser inferidas de fósseis e de pesquisas com animais vivos — foi provavelmente mais significantemente mais complexo do que previamente crido." Um título secundário foi "Sacudindo a árvore da vida".

Ironia do destino: essa notícia foi capa da revista Nature de 10 de abril deste ano, com o título "Relações ampliadas".

Na ilustração abaixo está a tal "árvore da vida" (interessante essa tentativa de paráfrase de outra árvore da vida registrada em Gênesis...), que constava, ilustrada de forma bem mais simples, do livro A Origem das Espécies. Cada vez mais, parece que a tal "árvore" de Darwin está mais para "gramado".

Obs.: Gostaria que os comentários para esta postagem somente fossem feitos após a leitura dos textos originais linkados.



Marcadores: darwinismo


Última edição por Eduardo em Dom 06 Set 2009, 6:41 pm, editado 1 vez(es)


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Re: A comunidade científica finalmente reconhece: "DARWIN ERROU!"

Mensagem por Eduardo em Dom 06 Set 2009, 6:40 pm

EXTRA! EXTRA! A 'Arvore da Vida' de Darwin vai ser 'extinta' dos livros didáticos de Biologia!


Nada como um dia atrás do outro neste grande empreendimento chamado ciência. O bom da ciência é que ela não é dogmática, é um processo de autocorreção e o abandono de erros que já foram considerados verdade um dia.

Bem, com tudo isso em mente, e mais o espírito civil de nossa Academia em considerar livremente e civilmente todas as idéias, que tal abordar um ponto 'dogmático' encontrado em nossos melhores livros-texto de Biologia do ensino médio e universitário – a hipótese da Árvore da Vida – a descendência com modificação de um ancestral comum?



A árvore da vida de Darwin – a única figura do seu livro Origem das Espécies.

Atenção Grande Mídia Tupiniquim – que tal suas editorias de ciência [especialmente a da Folha de São Paulo] abordar temas de grande relevância científica como este? O artigo aqui é do ano passado, e este blogger não viu ser discutido em lugar nenhum. Filtro censor???
Diktadura orwelliana!

Atenção autores de livros didáticos – o conteúdo dos seus livros-texto já está desatualizado com o atual conhecimento científico. Doolittle et al detonaram a Árvore da Vida de Darwin...

Atenção editoras – sejam boazinhas, esqueçam um pouco esta fome voraz por lucros e contribuam para o avanço da ciência no Brasil publicando anualmente novas edições mais atualizadas e mais cientificamente objetivas dos seus livros didáticos de Biologia.

Atenção alunos do ensino médio e superior – perguntem aos seus professores se eles já tomaram conhecimento disso. Caso não tenham, favor levar um pouco de conhecimento atualizado para eles.

Vamos ao texto, oops, Abstract:

BMC Evol Biol 2005 May 24;5(1):33.

As filogenias de genes ortólogos apóiam realmente a elaboração de árvore?

Bapteste E, Susko E, Leigh J, MacLeod D, Charlebois RL, Doolittle WF.

GenomeAtlantic, 1721 Lower Water Street, Suite 401, Halifax, NS, B3J 1S5, Canada. eric.bapteste@dal.ca

BACKGROUND: Desde o livro de Darwin Origem das Espécies, reconstruir a Árvore da Vida tem sido um objetivo do evolucionistas, e a elaboração de árvore se tornou um conceito principal da biologia evolutiva. Praticamente, construir a Árvore da Vida provou ser uma coisa enfadonha. Muito poucos caracteres morfológicos são úteis para conduzir análises filogenéticas conclusivas no mais alto nível taxonômico. Conseqüentemente, as seqüências moleculares (genes, proteínas, e genomas) provavelmente constituem os únicos caracteres úteis para construir uma filogenia de toda a vida. Por esta razão, os especialistas na elaboração de árvore esperam bastante de comparações de gene. O estudo simultâneo do maior número possível de marcadores moleculares é algumas vezes considerado ser uma das melhores soluções na reconstrução da genealogia de organismos. Esta conclusão é uma conseqüência direta da elaboração de árvore: se a herança de gene se conforma a um modelo de evolução tipo árvore, experimentar mais essas moléculas irá fornecer bastante sinal filogenético para construir a Árvore da Vida. A seleção de marcadores congruente é então um passo fundamental na análise simultânea de muitos genes. RESULTADOS: As análises de 'Heat map' foram utilizadas para investigar a congruência de ortólogos em quatro séries de dados (archaeal, bacterial, eucariótico e alfaproteobacterial). Nós concluímos que nós simplesmente não podemos determinar seuma grande quantidade de genes tem uma história [evolutiva] comum. Além disso, nenhuma dessas séries de dados pode ser considerada livre de transferência lateral de gene. CONCLUSÃO: As nossas análises filogenéticas não apóiam a elaboração de árvore. Esses resultados têm implicações conceituais e práticas importantes. Nós argumentamos que outras representações que não a de árvore devam ser investigadas neste caso porque a concatenação não crítica de marcadores pode ser altamente enganadora.


PMID: 15913459 [PubMed - indexed for MEDLINE]

+++++

Depois deste serviço de utilidade pública para o avanço da ciência na Taba Tupiniquim, este blogger vai aproveitar o fim de semana que cientista não é de ferro. Alô MEC/SEMTEC, eu sei que vocês lêem o meu blog – não se esqueçam de avisar o seu grupo de especialistas (depois de tanto bater à porta do MEC/SEMTEC reclamando do conteúdo distorcido das evidências nos livros-texto, eles criaram esse grupo tarefa) que examinam o conteúdos dos livros didáticos de Biologia, que eles vão ter que cobrar esta atualização de conhecimento científico dos autores.

Meninos da galera ultradrawinista, sejam menos fundamentalistas, dancem e riam, pois ciência que não dança e nem ri, não vale a pena perseguir (parafraseando a Nietzsche).

O texto integral pode ser baixado gratuitamente neste link.



A Grande Árvore da Vida de Darwin, quem diria, agora está mais parecendo um emaranhado de arbustos. É mais um ícone evolutivo que a scientia qua scientia 'poda'!

+++++

BMC Evol Biol 2005 May 24;5(1):33.

Do orthologous gene phylogenies really support tree-thinking?

Bapteste E, Susko E, Leigh J, MacLeod D, Charlebois RL, Doolittle WF.

GenomeAtlantic, 1721 Lower Water Street, Suite 401, Halifax, NS, B3J 1S5, Canada. eric.bapteste@dal.ca

BACKGROUND: Since Darwin's Origin of Species, reconstructing the Tree of Life has been a goal of evolutionists, and tree-thinking has become a major concept of evolutionary biology. Practically, building the Tree of Life has proven to be tedious. Too few morphological characters are useful for conducting conclusive phylogenetic analyses at the highest taxonomic level. Consequently, molecular sequences (genes, proteins, and genomes) likely constitute the only useful characters for constructing a phylogeny of all life. For this reason, tree-makers expect a lot from gene comparisons. The simultaneous study of the largest number of molecular markers possible is sometimes considered to be one of the best solutions in reconstructing the genealogy of organisms. This conclusion is a direct consequence of tree-thinking: if gene inheritance conforms to a tree-like model of evolution, sampling more of these molecules will provide enough phylogenetic signal to build the Tree of Life. The selection of congruent markers is thus a fundamental step in simultaneous analysis of many genes. RESULTS: Heat map analyses were used to investigate the congruence of orthologues in four datasets (archaeal, bacterial, eukaryotic and alpha-proteobacterial). We conclude that we simply cannot determine if a large portion of the genes have a common history. In addition, none of these datasets can be considered free of lateral gene transfer. CONCLUSION: Our phylogenetic analyses do not support tree-thinking. These results have important conceptual and practical implications. We argue that representations other than a tree should be investigated in this case because a non-critical concatenation of markers could be highly misleading.

PMID: 15913459 [PubMed - indexed for MEDLINE]

http://pos-darwinista.blogspot.com/2006/09/extra-extra-arvore-da-vida-de-darwin.html


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Re: A comunidade científica finalmente reconhece: "DARWIN ERROU!"

Mensagem por dedo-duro em Seg 07 Set 2009, 10:28 am

.
A impresão que o título do tópico dá é: Pronto! acharam deus! rsrs

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Re: A comunidade científica finalmente reconhece: "DARWIN ERROU!"

Mensagem por Luís em Seg 07 Set 2009, 6:42 pm

.
Para a rigidez dogmática, ou está 100% certo ou está 100% errado. Falta entender que a Verdade complexa se atinge por sucessivas aproximações e que não há outro método possível.


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Re: A comunidade científica finalmente reconhece: "DARWIN ERROU!"

Mensagem por Fabris em Ter 29 Set 2009, 11:18 am

Na realidade, o que interessa aos criacionistas aqui é apenas a frase solta.
Como não entendem nada de ciência, criacionistas são incapazes de entender o aspecto cumulativo do método científico.
O que eles querem passar é a idéia de que "se estava errado neste aspecto, pode estar errado no todo".

Novamente: crianças: não cheirem cola!


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Re: A comunidade científica finalmente reconhece: "DARWIN ERROU!"

Mensagem por Fabris em Sex 02 Out 2009, 11:11 am

O Enézio deveria estar fora de suas faculdades quando escreveu semelhante besteira.
A pesquisa mencionada não apenas reforça o conceito de ancestral comum como passa a incorporar algo que é uma cacetada nos rins dos criacionistas: a análise filogenética.
A única coisa que a pesquisa reforça é a transmissão horizontal de genes, o que modifica, sim a "árvore da vida", mas abre uma enorme janela para uma evolução até mais rápida do que Darwin pensava.
Essa transmissão horizontal fará com que alguns galhos da árvore se entrelacem, se interrelacionem e abram possibilidades de reposicionamento de algumas espécies.
Isso é ciência! Seus conceitos se modificam, à medida que novos fatos ocorrem, o que não descaracteriza a pesquisa de base.
Só para lembrar: a análise filogenética não existia no tempo de Darwin.
A religião, diferente da ciência, não se curva a novos fatos. Dessa forma, é inadmissível que cristãos não coloquem fogo nas praticantes de Wicca, como manda a bíblia.

Lembrando: crianças, não cheirem cola!


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Re: A comunidade científica finalmente reconhece: "DARWIN ERROU!"

Mensagem por Eduardo em Dom 04 Out 2009, 12:06 am

Pesquisas e trabalhos que ‘podaram’ de vez a Árvore da Vida de Darwin podem ser acessados por professores, pesquisadores e alunos de universidades pública ou privadas no site CAPES/Periódicos. Cito aqui apenas três artigos:

PATTERSON, C. et al., “Congruence Between Molecular and Morphological Phylogenies”, Annual Review of Ecology and Systematics, Vol. 24: 153-188 (1993). Neste artigo PATTERSON et al compararam as árvores filogenéticas baseadas na morfologia com as baseadas em moléculas, e descobriram que há muito pouca congruência entre os dois tipos de árvores, dando a entender que a evolução darwiniana tem feito predições frágeis a respeito de confirmações esperadas de ancestralidade comum a partir da biologia molecular.

Eles expressaram desapontamento com suas descobertas: “As morphologists with high hopes of molecular systematics, we end this survey with our hopes dampened. Congruence between molecular phylogenies is as elusive as it is in morphology and as it is between molecules and morphology.”

DOOLITTLE, W. F., “Phylogenetic Classification and the Universal Tree”, Science, Vol. 284:2124-2128 (June 25, 1999). DOOLITTLE explica neste artigo que a base da “Árvore da Vida” é impossível de se transformar numa árvore porque a distribuição dos genes entre os principais grupos de vida não se encaixa num padrão nítido de ancestralidade comum. DOOLITTLE afirmou: “Molecular phylogenists will have failed to find the ‘true tree,’ not because their methods are inadequate or because they have chosen the wrong genes, but because the history of life cannot properly be represented as a tree.”

LOPEZ, P.; BAPTESTE, E., “Molecular phylogeny: reconstructing the forest”, Comptes Rendus Biologies, doi:10.1016/j.crvi.2008.07.003 (2008). LOPEZ e BAPTESTE abandonaram a caracterização da vida como uma “árvore” darwiniana. Os autores preferem uma metáfora de “floresta”. Eles afirmam no artigo: “instead of focusing on an elusive universal tree, biologists are now considering the whole forest corresponding to the multiple processes of inheritance, both vertical and horizontal. This constitutes the major challenge of evolutionary biology for the years to come.” Assim, parece que as noções tradicionais de uma árvore da vida darwiniana estão sendo abandonadas.


Última edição por Eduardo em Dom 04 Out 2009, 9:52 am, editado 1 vez(es)


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Re: A comunidade científica finalmente reconhece: "DARWIN ERROU!"

Mensagem por Luís em Dom 04 Out 2009, 12:42 am

.
O Eduardo pula de contente cada vez que acham uma falha na ciência Darwiniana. Pensa que um dia vão provar que foi o tal de "Deus" quem criou a vida, num passe de mágica, no finalzinho dos seis dias de "criação", antes de descansar no sabath.

É no que dá ler livro de historinhas da carrocinha judias...


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Re: A comunidade científica finalmente reconhece: "DARWIN ERROU!"

Mensagem por Super Toaster em Dom 04 Out 2009, 9:24 am

Luís escreveu:.
O Eduardo pula de contente cada vez que acham uma falha na ciência Darwiniana. Pensa que um dia vão provar que foi o tal de "Deus" quem criou a vida, num passe de mágica, no finalzinho dos seis dias de "criação", antes de descansar no sabath.

É no que dá ler livro de historinhas da carrocinha judias...

Bla, bla, bla. Muita ladainha, nenhum argumento.
Ta fugindo do tema do tópico pq, Luís?

O Edu ta feliz, e você parece furioso.



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Re: A comunidade científica finalmente reconhece: "DARWIN ERROU!"

Mensagem por Eduardo em Dom 01 Nov 2009, 10:54 am

Teoria geral da evolução à beira da extinção epistêmica?


Evolution: A Theory Headed for Extinction?
Friday, October 30, 2009
By Guy Berthault

Why in this year of the anniversary of Darwin’s birth and the publication of his Origin of Species is Darwinism coming to an end? Of course, it should have come to an end over a century ago when its flaws were first being brought to the attention of the scientific community. But too many philosophical interests were at play.


Charles Darwin

Give a natural reason for the origin of life, as did Darwin and others that followed him, and the constraints of morality fall. One of his many followers was humanist Julian Huxley, secretary of the Zoological Society of London (1935-42), first director of UNESCO, the United Nations Educational Scientific and Cultural Organization.

He expressed his feelings on evolution and those of his contemporaries and successors in writing, “The sense of spiritual relief which comes from rejecting the idea of God as a superhuman being is enormous.” (Essays of a Humanist, 1966, p. 223).

Each time an objection was made to the theory of evolution on scientific grounds a modification was introduced. Normally, any standard scientific theory would have been abandoned after two or three legitimate objections had been raised. This was not, however, the case with evolution. The continuing series of ‘ad hoc’ modifications made since the theory was launched in 1859 to this day distinguishes it from any theory claiming to be scientific.

Too many vested ideological interests of scientists and philosophers alike looking for a natural explanation of origins have interfered with a balanced objective scientific approach to Darwinism. As a simple change in wind direction at the battle of Lepanto in 1571 brought victory to Christianity over the Ottoman Empire, so new winds of change in scientific data are about to bring defeat to the errors of Darwinism.

Although the volume of scientific evidence against evolution theory has been accumulating ever since Darwin’s theory was introduced, the certainty about its downfall arises from recent discoveries in stratigraphy. Whereas in the past, every time a valid criticism was levelled against the theory a new ‘ad hoc’ modification however weak was made to counter it, this time there is no possible way round.
...

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Re: A comunidade científica finalmente reconhece: "DARWIN ERROU!"

Mensagem por dedo-duro em Dom 01 Nov 2009, 6:08 pm

Selação natural = sobrevivência do mais apto. Nada mais mentiroso.
Todos sabemos que Deus escolheu as coisas vis, despreziveis e que nada são como seus eleitos. Assim é falho dizer que o mais saudável e apto deixa mais descentes vivos. Antes os adoentados, fracos, feios e humildes possuem mais mulheres e deixam mais filhos, simplesmente por que a bíblia informa.

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Re: A comunidade científica finalmente reconhece: "DARWIN ERROU!"

Mensagem por Eduardo em Dom 01 Nov 2009, 7:19 pm



Evolution: A Theory Headed for Extinction?

http://www.cnsnews.com/news/article/56427


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Re: A comunidade científica finalmente reconhece: "DARWIN ERROU!"

Mensagem por dedo-duro em Dom 01 Nov 2009, 9:32 pm

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O que escrevi não condiz com o artigo?

dedo-duro
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Re: A comunidade científica finalmente reconhece: "DARWIN ERROU!"

Mensagem por Eduardo em Sex 20 Nov 2009, 1:31 pm

Koonin ‘falou e disse’: a Síntese Evolutiva Moderna [neodarwinismo] já era


Por David Tyler

“Deixemos de rodeios – a síntese [evolutiva] moderna já era”
No começo deste ano, Eugene Koonin publicou uma análise magistral do impacto da genômica sobre o pensamento evolucionário. Isto se mostrou por demais substancial para um blog conciso, e o meu rascunho inicia foi abandonado. Felizmente, um resumo mais abreviado foi publicado, e isto resume os pontos salientes do artigo da pesquisa. Koonin destaca que o centenário do Origem das Espécies em 1959 foi “marcado pela consolidação da síntese moderna”, mas os anos subseqüentes testemunharam grandes mudanças que solaparam sua credibilidade.

“O edifício da síntese moderna desmoronou, aparentemente, sem condições de reparo."


Está na hora de uma mudança paradigmática — mas, os neodarwinistas estão imobilizados porque eles têm muita bagagem filosófica que os puxa para baixo.

(Figura de Shaun Curry/AFP/Getty Images, Fonte aqui)

Koonin usa a metáfora da “paisagem da biologia evolucionária”. Há três revoluções distintas que ocorreram ao longo dos últimos 50 anos: a revolução molecular, a revolução microbiológica e a revolução genômica.

“Este ano [2009] é o tempo perfeito para se fazer algumas perguntas cruciais: como a biologia evolucionária mudou nos 50 anos desde o endurecimento da síntese moderna? Ela ainda é um quadro conceitual viável para o pensamento evolucionário e pesquisa?”

A revolução molecular culminou, disse Koonin, na teoria neutra, o que significa dizer que a seleção purificadora é mais comum do que a seleção positiva. A revolução microbiológica trouxe o mundo dos procariotes ao domínio da biologia evolucionária, mas depois se tornou aparente que os conceitos do darwinismo e da síntese moderna “aplicam-se somente aos organismos multicelulares”. A revolução genômica revelou que o mundo vivo era “completamente diferente do quadro simples e bem ordenado imaginado por Darwin e os criadores da síntese moderna”. Em particular, agora este quadro é interpretado como “um mundo extremamente onde a transferência lateral de gene (TLG) não é uma raridade, mas o modo regular de existência, e os elementos genéticos móveis que são os veículos da TLG são ubíquos”.

“A descoberta da presença difundida de TLG e a dinâmica total do universo genético destroi, não somente a árvore da vida como nós a conhecemos, mas também outra doutrina central da síntese moderna herdada de Darwin, isto é, o gradualismo. Em um mundo dominado pela TLG, duplicação de gene, perda de gene e tais eventos momentâneos como a endosimbiose, a ideia da evolução ser dirigida principalmente pelas mudanças hereditárias infinitesimais na tradição darwiniana se tornou insustentável."

Koonin fala sério que todos os conceitos da síntese moderna estão precisando de uma revisão fundamental.

“Além disso, com a morte do pan-adaptacionismo, do mesmo modo é a noção de progresso evolucionário que é, indubitavelmente, central ao pensamento evolucionista tradicional, mesmo se isso nem sempre seja feito explícito.

O sumário de como está a situação nos 150 anos do Origem é algo chocante. Na era pós-genômica, todas as principais características da síntese moderna foram, se não completamente derrubadas, substituídas por uma visão nova e incomparavelmente mais complexa de aspectos chaves da evolução. Assim, sem rodeios, a síntese moderna já era.”

Koonin tentativamente identifica duas candidatas para preencher o vazio deixado pela descartada síntese moderna. A primeira das duas parece enfatizar o papel do acaso; a segunda parece enfatizar a lei [natural].

“A primeira é a teoria da evolução de população genética da arquitetura genômica, Segundo a qual a evolução da complexidade é um efeito colateral de processos evolucionários não-adaptivos ocorrendo em pequenas populações onde as limitações da seleção purificadora são fracas. A segunda área com um potencial de uma grande unificação pode ser o estudo de padrões universais de evolução tais como a distribuição das taxas evolucionárias de gene ortólogos, que é quase que a mesma em organismos de bactérias a mamíferos, ou a anticorrelação uniformemente universal entre a taxa de evolução e o nível de expressão de um gene. A existência desses universais sugere que uma teoria simples do tipo usada em física estatística pode explicar alguns aspectos cruciais da evolução.”

Não é difícil predizer que a análise de Koonin não será recebida calmamente pelos líderes vocais da biologia evolucionária. Eles ainda estão entrincheirados no neodarwinismo e não mostram sinais de conceder qualquer chão para qualquer um. Da perspectiva do design inteligente, a análise de Koonin de mudança do cenário da biologia evolutiva acertou o alvo. Suas duas candidatas para avançar o referencial teórico são interessantes — mas não reconhecem o design intencional na natureza. O conceito do filtro explanatório de design de Dembski é relevante aqui: há características no mundo biológico que são melhor entendidos em termos de processos estocásticos; há outras características que são melhor entendidas em termos de lei natural; mas há também características que exigem a perspectiva do design intencional a fim de entende-las. É o ultimo elemento, proeminente no pensamento dos cientistas orientados pelo design, que precisa fazer parte de qualquer discussão aonde a biologia evolucionária estiver indo.

+++++

The Origin at 150: is a new evolutionary synthesis in sight?
Eugene V. Koonin
Trends in Genetics, 25(11), November 2009, 473-475.

Abstract:

The 200th anniversary of Charles Darwin and the 150th jubilee of the On the Origin of Species could prompt a new look at evolutionary biology. The 1959 Origin centennial was marked by the consolidation of the modern synthesis. The edifice of the modern synthesis has crumbled, apparently, beyond repair. The hallmark of the Darwinian discourse of 2009 is the plurality of evolutionary processes and patterns. Nevertheless, glimpses of a new synthesis might be discernible in emerging universals of evolution.

Darwinian evolution in the light of genomics
Eugene V. Koonin
Nucleic Acids Research, 2009, 37(4), 1011-1034 | doi:10.1093/nar/gkp089

ABSTRACT:

Comparative genomics and systems biology offer unprecedented opportunities for testing central tenets of evolutionary biology formulated by Darwin in the Origin of Species in 1859 and expanded in the Modern Synthesis 100 years later. Evolutionary-genomic studies show that natural selection is only one of the forces that shape genome evolution and is not quantitatively dominant, whereas non-adaptive processes are much more prominent than previously suspected. Major contributions of horizontal gene transfer and diverse selfish genetic elements to genome evolution undermine the Tree of Life concept. An adequate depiction of evolution requires the more complex concept of a network or 'forest' of life. There is no consistent tendency of evolution towards increased genomic complexity, and when complexity increases, this appears to be a nonadaptive consequence of evolution under weak purifying selection rather than an adaptation. Several universals of genome evolution were discovered including the invariant distributions of evolutionary rates among orthologous genes from diverse genomes and of paralogous gene family sizes, and the negative correlation between gene expression level and sequence evolution rate. Simple, non-adaptive models of evolution explain some of these universals, suggesting that a new synthesis of evolutionary biology might become feasible in a not so remote future.

FREE PDF GRÁTIS [OPEN ACCESS]

+++++

NOTA DESTE BLOGGER:

Em 2006 eu apresentei uma palestra sobre se a teoria do Design Inteligente era Paley redivivus ou uma teoria cientificamente plausível. Dos poucos que me interpelaram, apenas meu bom amigo Charbel Niño El-Hani me disse: “Enézio, você embarcou numa canoa furada, e seria melhor pular fora o quanto antes.” Respondi: “Charbel, a teoria do Design Inteligente não é uma canoa furada, e eu estou apostando tudo no Design Inteligente.”

Muito antes de Koonin, Stephen Jay Gould disse em 1980 que a Síntese Moderna (neodarwinismo) era uma teoria morta que posava como ortodoxia científica somente nos livros didáticos.

Uma pergunta impertinente deste blogger: Se a Nomenklatura científica já sabia desde 1980 que Darwin não fechava as contas num contexto de justificação teórica, o que significa ter ensinado o fato, Fato, FATO da evolução através de uma teoria que já se reconhecia a fragilidade para explicar a origem e evolução das coisas bióticas?

Eu chamo isso carinhosamente de "171 epistêmico".

E a Nomenklatura científica e a Grande Mídia tupiniquins ainda têm a cara de pau de dizer há muito tempo que não existe nenhuma crise na teoria da evolução, e nenhum sinal de iminente e eminente mudança paradigmática em biologia evolutiva. Vem aí a nova teoria da evolução — a Síntese Evolutiva Ampliada, que não pode ser selecionista pelas razões expostas brilhantemente por Koonin.


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Re: A comunidade científica finalmente reconhece: "DARWIN ERROU!"

Mensagem por Eduardo em Ter 24 Nov 2009, 10:02 pm

A Síntese Evolutiva Moderna (neodarwinismo) “já era”


No começo deste ano, Eugene Koonin publicou uma análise magistral do impacto da genômica sobre o pensamento evolucionário. Isso se mostrou por demais substancial para um blog conciso, e o meu rascunho inicial foi abandonado. Felizmente, um resumo mais abreviado foi publicado, e isso resume os pontos salientes do artigo da pesquisa. Koonin destaca que o centenário do A Origem das Espécies em 1959 foi “marcado pela consolidação da síntese moderna”, mas os anos subsequentes testemunharam grandes mudanças que solaparam sua credibilidade. “O edifício da síntese moderna desmoronou, aparentemente, sem condições de reparo.” Está na hora de uma mudança paradigmática – mas os neodarwinistas estão imobilizados porque eles têm muita bagagem filosófica que os puxa para baixo.

Koonin usa a metáfora da “paisagem da biologia evolucionária”. Há três revoluções distintas que ocorreram ao longo dos últimos 50 anos: a revolução molecular, a revolução microbiológica e a revolução genômica.

“Este ano [2009] é o tempo perfeito para se fazer algumas perguntas cruciais: como a biologia evolucionária mudou nos 50 anos desde o endurecimento da síntese moderna? Ela ainda é um quadro conceitual viável para o pensamento evolucionário e pesquisa?”

A revolução molecular culminou, disse Koonin, na teoria neutra, o que significa dizer que a seleção purificadora é mais comum do que a seleção positiva. A revolução microbiológica trouxe o mundo dos procariotas ao domínio da biologia evolucionária, mas depois se tornou aparente que os conceitos do darwinismo e da síntese moderna “aplicam-se somente aos organismos multicelulares”. A revolução genômica revelou que o mundo vivo era “completamente diferente do quadro simples e bem ordenado imaginado por Darwin e os criadores da síntese moderna”. Em particular, agora esse quadro é interpretado como “um mundo extremamente onde a transferência lateral de gene (TLG) não é uma raridade, mas o modo regular de existência, e os elementos genéticos móveis que são os veículos da TLG são ubíquos”.

“A descoberta da presença difundida de TLG e a dinâmica total do universo genético destroi, não somente a árvore da vida como nós a conhecemos, mas também outra doutrina central da síntese moderna herdada de Darwin, isto é, o gradualismo. Em um mundo dominado pela TLG, duplicação de gene, perda de gene e tais eventos momentâneos como a endosimbiose, a ideia da evolução ser dirigida principalmente pelas mudanças hereditárias infinitesimais na tradição darwiniana se tornou insustentável.”

Koonin fala sério que todos os conceitos da síntese moderna estão precisando de uma revisão fundamental. “Além disso, com a morte do pan-adaptacionismo, do mesmo modo é a noção de progresso evolucionário que é, indubitavelmente, central ao pensamento evolucionista tradicional, mesmo se isso nem sempre seja feito explícito.”

O sumário de como está a situação nos 150 anos de A Origem das Espécies é algo chocante. Na era pós-genômica, todas as principais características da síntese moderna foram, se não completamente derrubadas, substituídas por uma visão nova e incomparavelmente mais complexa de aspectos-chaves da evolução. Assim, sem rodeios, “a síntese moderna já era.”

Koonin tentativamente identifica duas candidatas para preencher o vazio deixado pela descartada síntese moderna. A primeira das duas parece enfatizar o papel do acaso; a segunda parece enfatizar a lei [natural].

“A primeira é a teoria da evolução de população genética da arquitetura genômica, segundo a qual a evolução da complexidade é um efeito colateral de processos evolucionários não adaptativos ocorrendo em pequenas populações em que as limitações da seleção purificadora são fracas. A segunda área com um potencial de grande unificação pode ser o estudo de padrões universais de evolução tais como a distribuição das taxas evolucionárias de gene ortólogos, que é quase que a mesma em organismos de bactérias a mamíferos, ou a anticorrelação uniformemente universal entre a taxa de evolução e o nível de expressão de um gene. A existência desses universais sugere que uma teoria simples do tipo usada em física estatística pode explicar alguns aspectos cruciais da evolução.”

Não é difícil predizer que a análise de Koonin não será recebida calmamente pelos líderes vocais da biologia evolucionária. Eles ainda estão entrincheirados no neodarwinismo e não mostram sinais de conceder qualquer chão para qualquer um. Da perspectiva do design inteligente, a análise de Koonin de mudança do cenário da biologia evolutiva acertou o alvo. Suas duas candidatas para avançar o referencial teórico são interessantes – mas não reconhecem o design intencional na natureza. O conceito do filtro explanatório de design de Dembski é relevante aqui: há características no mundo biológico que são melhor entendidas em termos de processos estocásticos; há outras características que são melhor entendidas em termos de lei natural; mas há também características que exigem a perspectiva do design intencional a fim de se entendê-las. É o ultimo elemento, proeminente no pensamento dos cientistas orientados pelo design, que precisa fazer parte de qualquer discussão na qual a biologia evolucionária estiver indo.

(David Tyler, The Origin at 150: is a new evolutionary synthesis in sight? Eugene V. Koonin, Trends in Genetics, 25[11], November 2009, 473-475. PDF grátis aqui)

Nota do blog Desafiando a Nomenklatura Científica: “Em 2006, eu [Enézio de Almeida Filho] apresentei uma palestra sobre se a teoria do Design Inteligente era Paley redivivus ou uma teoria cientificamente plausível. Dos poucos que me interpelaram, apenas meu bom amigo Charbel Niño El-Hani me disse: ‘Enézio, você embarcou numa canoa furada, e seria melhor pular fora o quanto antes.’ Respondi: ‘Charbel, a teoria do Design Inteligente não é uma canoa furada, e estou apostando tudo no Design Inteligente.’ Muito antes de Koonin, Stephen Jay Gould disse em 1980 que a Síntese Moderna (neodarwinismo) era uma teoria morta que posava como ortodoxia científica somente nos livros didáticos. Uma pergunta impertinente: Se a Nomenklatura científica já sabia desde 1980 que Darwin não fechava as contas num contexto de justificação teórica, o que significa ter ensinado o fato, Fato, FATO da evolução através de uma teoria da qual já se reconhecia a fragilidade para explicar a origem e evolução das coisas bióticas? Eu chamo isso carinhosamente de ‘171 epistêmico’. E a Nomenklatura científica e a Grande Mídia tupiniquins ainda têm a cara de pau de dizer há muito tempo que não existe nenhuma crise na teoria da evolução, e nenhum sinal de iminente e eminente mudança paradigmática em biologia evolutiva. Vem aí a nova teoria da evolução – a Síntese Evolutiva Ampliada, que não pode ser selecionista pelas razões expostas brilhantemente por Koonin.”


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Re: A comunidade científica finalmente reconhece: "DARWIN ERROU!"

Mensagem por Eduardo em Dom 06 Dez 2009, 10:49 pm

Mais erros de Darwin:

http://www.geosociety.org/gsatoday/archive/19/12/pdf/i1052-5173-19-12-4.pdf

http://designinteligente.blogspot.com/2009/12/origem-dos-boulders-de-darwin-tierra.html

http://designinteligente.blogspot.com/2009/12/o-erro-de-darwin-na-geologia.html


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Re: A comunidade científica finalmente reconhece: "DARWIN ERROU!"

Mensagem por Fabris em Dom 06 Dez 2009, 11:42 pm

Eduardo escreveu:Mais erros de Darwin:

http://www.geosociety.org/gsatoday/archive/19/12/pdf/i1052-5173-19-12-4.pdf

http://designinteligente.blogspot.com/2009/12/origem-dos-boulders-de-darwin-tierra.html

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http://designinteligente.blogspot.com/2009/12/o-erro-de-darwin-na-geologia.html[/quote[/url]] Mais choradeira de derrotados!


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Re: A comunidade científica finalmente reconhece: "DARWIN ERROU!"

Mensagem por Eduardo em Qui 10 Dez 2009, 12:33 pm

Darwin errado de novo: a sobrevivência é do mais gentil...


Social Scientists Build Case for 'Survival of the Kindest'

ScienceDaily (Dec. 9, 2009) — Researchers at the University of California, Berkeley, are challenging long-held beliefs that human beings are wired to be selfish. In a wide range of studies, social scientists are amassing a growing body of evidence to show we are evolving to become more compassionate and collaborative in our quest to survive and thrive.

In contrast to "every man for himself" interpretations of Charles Darwin's theory of evolution by natural selection, Dacher Keltner, a UC Berkeley psychologist and author of "Born to be Good: The Science of a Meaningful Life," and his fellow social scientists are building the case that humans are successful as a species precisely because of our nurturing, altruistic and compassionate traits.
They call it "survival of the kindest."


Social scientists are amassing a growing body of evidence to show we are evolving to become more compassionate and collaborative in our quest to survive and thrive. (Credit: iStockphoto/Valentin Casarsa)

"Because of our very vulnerable offspring, the fundamental task for human survival and gene replication is to take care of others," said Keltner, co-director of UC Berkeley's Greater Good Science Center. "Human beings have survived as a species because we have evolved the capacities to care for those in need and to cooperate. As Darwin long ago surmised, sympathy is our strongest instinct."

Empathy in our genes

Keltner's team is looking into how the human capacity to care and cooperate is wired into particular regions of the brain and nervous system. One recent study found compelling evidence that many of us are genetically predisposed to be empathetic.
The study, led by UC Berkeley graduate student Laura Saslow and Sarina Rodrigues of Oregon State University, found that people with a particular variation of the oxytocin gene receptor are more adept at reading the emotional state of others, and get less stressed out under tense circumstances.

Informally known as the "cuddle hormone," oxytocin is secreted into the bloodstream and the brain, where it promotes social interaction, nurturing and romantic love, among other functions.

"The tendency to be more empathetic may be influenced by a single gene," Rodrigues said.
...

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Re: A comunidade científica finalmente reconhece: "DARWIN ERROU!"

Mensagem por Eduardo em Dom 03 Jan 2010, 11:11 pm

Darwin errou feio e a Nomenkatura científica vai ter que ser honesta em admitir isso



What Darwin Got Wrong (Hardcover)
Jerry Fodor (Author), Massimo Piattelli-Palmarini (Author)

Editorial Reviews
Review
Praise for What Darwin Got Wrong

“A challenging, intriguing argument that poses important scientific and philosophical questions about evolution . . . Fodor and Piattelli-Palmarini take a brave stance that will likely draw reaction . . . from across the scientific and theological spectrum. A dense, scholarly, engaging testament to modern scientific thinking and its ability to adapt and evolve.” —Kirkus Reviews

“From the shocking title onward, Fodor and Piattelli-Palmarini have set the cat among Darwin’s pigeons. In arguing why the operation of natural selection says nothing about the causal mechanisms underlying the evolution of coextensive traits in an organism, they take us to the conceptual fault line at the heart of Darwin’s theory. My prediction is that Fodor and Piattelli-Palmarini’s book will raise hackles galore wherever the theory of natural selection is all too glibly misused, not only in studies of the ontogeny and phylogeny of biology, but also in those great overlapping disciplines of philosophy, psychology, linguistics, and behavior—in short, human nature. This book will set the agenda for years to come. It cannot be ignored if the study of evolution is to be honest with itself.” —Gabriel Dover, Professor of Evolutionary Genetics, Universities of Leicester and Cambridge, and author of Dear Mr. Darwin: Letters on the Evolution of Life and Human Nature

Evolution needs a persuasive theory if the struggle for public acceptance is to be won. Jerry Fodor and Massimo Piattelli-Palmarini’s bold treatise, What Darwin Got Wrong, convincingly shows that natural selection is not that theory. Drawing on scientific literature spanning the molecular, behavioral, and cognitive scales, with sophisticated excursions into evolutionary-developmental biology and the physics of complex systems, the authors perform a philosophical dismantling of the standard model of evolutionary change that is likely irreversible. Their unambiguous grounding in the factuality of evolution renders this work a service to science and a setback for its opponents.” —Stuart Newman, Professor of Cell Biology and Anatomy, New York Medical College

In this provocative, enlightening, and very entertaining book, Fodor and Piattelli-Palmarini argue that natural selection (NS) cannot explain how evolution occurs. The argument is largely conceptual and proceeds in two steps: (1) that theories of NS are conceptually parallel to Skinnerian theories of learning and so share most of the same debilitating problems, and (2) that NS is actually in worse conceptual shape when its central explanatory notion, ‘selecting for,’ is properly unpacked. This argument will annoy a lot of important people, both for its conclusion and for the evident delight the authors display in getting to it. The ensuing fireworks should be delightful, and (possibly) enlightening.” —Norbert Hornstein, Professor of Linguistics, University of Maryland

“This highly informative and carefully argued study develops two central theses. First, there are alternatives to classical neo-Darwinian adaptationist theories that are plausible, and very possibly capture principles that are the rule rather than the exception even if the basic adaptationist account is accepted. Second, that account cannot be accepted. The two theses are sufficiently independent so that they can be evaluated separately. Whatever the outcome of intellectual engagement with this stimulating work, it is sure to be a most rewarding experience.” —Noam Chomsky

Product Description

This is not a book about God, or about intelligent design. Rather, here is a remarkable book, one that dares to challenge natural selection—not in the name of religion but in the name of good science. Most scientists are so terrified of religious attacks on the theory of evolution that it is never examined critically.

But there are major scientific and philosophical problems with the theory of natural selection. Darwin claimed the factors that determine the course of evolution are very largely environmental. This is a thesis that empirical results in biology are increasingly calling into question. The authors show that Darwinism is committed to inferring, from the premise that a kind of creature with a certain trait was selected, the conclusion that that kind of creature was selected for having that trait. Though such inferences are fallacious, they are nevertheless unavoidable within the Darwinist framework. Ultimately, Jerry Fodor and Massimo Piattelli-Palmarini level a devastating critique against Darwinist orthodoxy and suggest new ways of thinking about evolution.

Fodor first presented his critique in the London Review of Books, in an article that generated heated discussion on both sides of the Atlantic. What Darwin Got Wrong is certain to be as controversial as it is precisely argued.

Source/Fonte: Amazon

+++++

NOTA CAUSTICANTE DESTE BLOGGER:

A teoria geral da evolução de Darwin é aceita a priori como fato entre os cientistas. Aí de quem mijar fora do caco epistêmico de Down: é considerado um herege culpado de blasfêmia contra o homem que teve a maior ideia que toda a humanidade já teve. Um pecado mortal passível de excomunhão da Akademia: uma verdadeira inquisição sem fogueiras. Mas aqui e ali aparecem cientistas corajosos e honestos como Fodor e Piattelli-Palmarini que descem o cacete em Darwin sem dó nem piedade. Admiro a coragem deles, mas acho que em 2010 a tropa de choque da Nomenklatura científica vai dar o tratamento devido a esta dupla de malfeitores que não sabe o que é ciência, y otras cositas mais.

Quem viver, verá. Darwin morreu, Kaput, já era! Viva Darwin!!! Mas no Brasil falta 'cojones' para fazer isso na Akademia e na Grande Mídia...


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Re: A comunidade científica finalmente reconhece: "DARWIN ERROU!"

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