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The selfish gene/O gene egoísta: a metáfora evolutiva dogmática de Dawkins foi pra lata do lixo da história da ciência

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The selfish gene/O gene egoísta: a metáfora evolutiva dogmática de Dawkins foi pra lata do lixo da história da ciência

Mensagem por Eduardo em Qui 30 Jul 2009, 3:32 pm

O gene egoísta: a metáfora evolutiva dogmática de Dawkins foi pra lata do lixo da história da ciência


Comment: The Dawkins dogma

19 July 2009 by Fern Elsdon-Baker

Magazine Issue 2717

THE notion of the "selfish gene" is the most successful scientific metaphor of the past 30 years, followed not far behind by "the extended phenotype". Both were coined by Richard Dawkins and are, as it happens, the titles of his first popular science books.

The Selfish Gene's message was that evolution is about the natural selection of genes, and genes alone. Dawkins sees them as the best candidates to be evolution's units of replication. As such, the genes that are passed on are those whose consequences serve their own interests at gene level - that is, to continue being replicated - and do not necessarily serve the interests of the organism at a larger level, or at the level of groups of organisms. It is "as if" these genes are being selfish, not that they are really selfish.

The Extended Phenotype develops this idea, arguing that in their drive for survival and replication, genes extend their influence beyond the appearance, or phenotype, of an individual and into the world where it also affects their chance of survival. Think of the beaver's dam or spider's web.

For reasons to do with how science is communicated, a human love of simple narratives, and Dawkins's energetic advocacy of these metaphors, the public has been left with a view of evolution and Darwinism which does not truly reflect thinking among evolutionary biologists. This view also perpetuates the existence of "opposing camps" when there is no need. Worse, it skews popular notions of Darwinism. This is why these metaphors are so important: metaphors stretch to the heart of "what science is for" and to the kind of answers it can provide.

Take heredity. If you only read Dawkins, you might think that the case has long been closed on how it works. In fact, there are competing perspectives stretching back over 150 years. Darwin himself was a pluralist and proposed a theory of heredity that allowed not only for the inheritance of latent characteristics but also for the environment to play a role in it. According to Darwin and many who followed, the environment could even have an impact on the germ cells: in other words, the gene line is not necessarily "immortal".

Research reflecting this plurality survived outside the mainstream throughout the 20th century. Today, building on the legacy of work by researchers such as Conrad Waddington or Barbara McClintock, increasing numbers of biologists find it hard to doubt the environment has a powerful impact on gene expression during an organism's lifetime.

The public's largely Dawkinsian view will be further challenged by research now emerging that may point to this kind of environmental influence being passed on to offspring epigenetically. Researchers have known for some time about transgenerational epigenetic effects in plants and fungi, and it is becoming clear that they might occur in animals too.

...

Read more here/Leia mais aqui.

Fern Elsdon-Baker is head of the British Council's Darwin Now project and author of The Selfish Genius, published this month.


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Re: The selfish gene/O gene egoísta: a metáfora evolutiva dogmática de Dawkins foi pra lata do lixo da história da ciência

Mensagem por Eduardo em Sab 09 Jan 2010, 8:54 pm

Denis Noble ridiculariza com facilidade o “Gene Egoísta”



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O biólogo Denis Noble é um verdadeiro cientista.
Sua extensa carreira envolve uma enorme quantidade de publicações científicas.
Em 2006, ele lançou o livro “The Music Of Life” (o qual já encomendei na Amazon, após ler o capítulo da demolição de Dawkins), em que faz diversas críticas em relação ao determinismo genético e reducionismo genético.
De suas críticas, a mais inteligente e relevante é como ele desmonta fácil a ilusão do Gene Egoísta.
A forma como ele faz isso é muito inteligente, e tem dá uma nova dimensão às críticas que fiz logo no início deste blog, com o texto “O Gene Peão”. Mas, é claro, Noble tem muito mais envergadura para tratar do assunto do que eu, pois seu conhecimento em biologia é profundo.
Vejamos como Noble foi perspicaz: inicialmente ele cita a alegação de Dawkins em seu livro “O Gene Egoísta”, de 1976:

“[Os genes] apinham-se em colônias imensas, em segurança dentro de robôs desajeitados gigantescos, murados do mundo exterior, comunicando-se com ele por meio de vias indiretas e tortuosas, manipulando-o por controle remoto. Eles estão em mim e em você. Eles nos criaram, corpo e mente. E sua preservação é a razão última de nossa existência”.
Uma declaração que foi feita por Dawkins e inserida, por lavagem cerebral, em grande parte de seus leitores. Eles não largam dessa idéia por nada neste mundo, mesmo que ela seja totalmente incoerente.
Agora vejam como Noble reescreve tudo isso que Dawkins fez, muito mais alinhado com a visão que conhecemos:

“[Os genes] estão presos em imensas colônias, trancados dentro de seres altamente inteligentes, modelados pelo mundo exterior, comunicando-se com ele por meio de processos complexos, através dos quais aparecem funções, cegamente, como num passe de mágica. Eles estão em você e em mim: somos o sistema que permite que o código deles seja lido, e sua preservação é totalmente dependente da alegria que experimentamos ao nos reproduzir. Somos a razão última para a existência deles”.
Caso notem com cuidado, a afirmação de Noble é OPOSTA à de Dawkins.
As duas não podem estar corretas ao mesmo tempo. Se Noble está correto, Dawkins com certeza está errado. Se Dawkins está correto, Noble definitivamente está errado. E não há como escapar disso.
E como Noble ganha a parada até de forma fácil? Simples: ao lado de Noble, estão as evidências empíricas. E tudo que conhecemos a respeito da teoria da evolução e genética.
E Dawkins, experimentalmente, não tem nada a favor deles.
Existem muitos leitores de Dawkins que dizem algo como: “vocês só criticam Dawkins após ele ter escrito Deus, Um Delírio, mas antes ele escrevia livros belíssimos de ciência, como O Gene Egoísta”.
Na boa, de ciência O Gene Egoísta não tem nada.
É metafísica barata disfarçada de ciência.
Tanto que os cientistas que compraram a idéia já estavam comprometidos com os paradigmas ateístas de Dawkins.
Se uma teoria REQUER a princípio que você assuma uma ideologia além do escopo da ciência (como ateísmo, teísmo, comunismo ou capitalismo, etc.) para assumi-la como válida, é sinal de que estamos diante de algo muito suspeito.
Eu sempre alimentei uma altíssima quantidade de suspeitas em cima dessa teoria de Dawkins.
Agora essas suspeitas se confirmaram em uma certeza: o Gene Egoísta é uma ilusão.


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Re: The selfish gene/O gene egoísta: a metáfora evolutiva dogmática de Dawkins foi pra lata do lixo da história da ciência

Mensagem por Eduardo em Sab 09 Jan 2010, 8:56 pm

O Gene Peão


Quem gosta de auditoria, e, principalmente, de auditoria suportada por aparatos estatísticos, sabe que a busca do viés é uma forma de se encontrar erros sistemáticos causados por tendenciosidade nas organizações. É pela análise do viés que, por exemplo, suspeita-se de um gerente financeiro que não impõe mecanismos de controle para dividir as transações em vários níveis de aprovação. Qualquer auditor com o mínimo de experiência saberia que há viés nesta situação, com grande chance de ocorrência de fraudes.
De maneira surpreendente, pouco se utiliza desse tipo de análise na observação de textos científicos, ou supostamente científicos. Quer dizer, se algum cientista pretende ganhar dinheiro com doações para o seu instituto de pesquisa sobre alienígenas, e publicar um livro defendendo a existência de alienígenas, raros leitores das chamadas ‘revistas de divulgação científica’ fariam a análise de viés. Não raro acabariam engolindo qualquer alegação do cientista sem o mínimo crivo cético. Isso explica o motivo pelo qual o pessoal do projeto SETI conseguiu enganar tantos durante décadas – hoje não enganam mais (quase) ninguém e nem sequer recebem mais dinheiro do governo americano.
Da mesma maneira, raros dos leitores de Richard Dawkins (estou sendo bonzinho, pois pelo que sei o mais justo seria dizer nenhum) investigaram os interesses pessoais do autor ao lançar duas de suas teorias: Gene Egoísta e Memética [N.A. - Esse texto focará no Gene Egoísta, ao passo que a refutação à Memética ficará para um futuro post]. E já que a maioria dos leitores de Dawkins não perceberam o logro, direi onde está. E não é preciso pensar muito para descobrir.
Richard Dawkins é um ateísta. Além disso, ele é um neo-ateísta. Um neo-ateísta é uma pessoa incapaz de conviver em sociedade com religiosos, uma pessoa que odeia os religiosos, e que é obcecado pelos religiosos, sendo capaz de dedicar grande parte de sua carreira só para falar (mal) dos religiosos. Na China, o governo é oficialmente ateu, mas na verdade é neo-ateísta. Isso explica os constantes assassinatos de religiosos pelo governo.
E qualquer um sabe que um dos grandes pilares da religião é dar ao ser humano um status de animal ’superior’ aos demais, feitos à ‘imagem e semelhança’ de Deus. Não entrarei nesse mérito, pois este blog não é feito para validar um Deus literal ou mesmo a religião. Mas é um fato que, em comparação com os outros animais, o ser humano se distancia deles. Todos os outros animais, por exemplo, são regidos pela seleção natural. Nós não. Somos regidos somente em parte pela seleção natural, mas principalmente regemos o meio ambiente através de nossa seleção artificial. Se somos uma espécie capaz de colocar a seleção artificial a nosso favor, não podemos ser colocados no mesmo patamar que as outras espécies, que são nada mais que escravas da seleção natural.
Os religiosos usam essa superioridade óbvia do ser humano e isso lhes serve de argumento a favor do aspecto divino do ser humano. Dawkins poderia muito bem aceitar a óbvia superioridade, mas rejeitar a hipótese disso ser um atributo divino. Podia, por exemplo, dizer que foi um ‘acidente’ evolutivo que permitiu que uma espécie se distanciasse das demais.
Só que Dawkins comete o erro de rejeitar essa característica humana, e, assim como os religiosos definem o homem como ‘divino’, ele quis dar uma resposta totalmente oposta: dizer que o homem não passa de ‘máquina para carregar genes’ (e depois também chamou de ‘máquina de carregar memes’).
É aí que aparece, nitidamente, o viés de Dawkins. O autor inglês não se importou em desenvolver teorias científicas, mas sim em dar uma resposta a religiosos que chamavam o homem de criação de Deus, e deu uma resposta tão carregada de mitologia quanto. Para Dawkins, o homem é um animal igual aos outros, todos escravos de genes e memes. O homem, assim como qualquer animal vivente na Terra, vive somente por interesse dos genes egoístas.
O problema é que é preciso de uma ingenuidade sem limites para acreditar nessa lorota infantil. O primeiro grande erro de Dawkins é usar o termo amontoado de genes para se referir aos seres vivos.
Chega a surpreender alguém com formação de doutorado em Oxford cometer um erro tão grotesco. Para definir os seres vivos como um amontoado de genes é preciso de um completo desconhecimento de Biologia. Como não acredito que Dawkins desconheça Biologia, é melhor chamá-lo de mal intencionado. Com certeza, a célula (unidade que forma os seres vivos) não é um amontoado de genes. Pelo contrário, a composição celular inclui água, proteínas, DNA, RNA, lipídios e diversos compostos orgânicos e inorgânicos. Os principais componentes são a água (85%) e as proteínas (10%). O DNA, vejam só,é correspondente a apenas 0,4% da célula. E o que é o gene? O gene é apenas uma região do DNA que possui as instruções que definem as características hereditárias específicas.
Se Dawkins realmente estivesse interessado em falar de ciência, para início de conversa não deveria ter criado uma teoria pseudo-científica que se baseia em definir os seres vivos como ‘amontoado de genes’, já que se fosse para definir os seres vivos como ‘amontoado de qualquer coisa’, eles estão mais para ‘amontoado de água’ ou ‘amontoado de proteínas’ do que amontoado de genes.
O erro de Dawkins fica ainda mais evidente com a citação abaixo, retirada de seu livro ‘O Gene Egoísta’, publicado em 1976:

Para uma máquina de sobrevivência, outra máquina de sobrevivência (que não seja o seu próprio filho ou outro parente próximo) é parte do seu meio ambiente, tal como uma rocha, um rio ou um bocado de alimento. É qualquer coisa que se mete no caminho e atrapalha, ou que pode ser explorada. Só difere de uma rocha ou de um rio num único aspecto importante: tem tendência a contra-atacar. Isto porque também ele é uma máquina que guarda os seus genes imortais para o futuro e que também não se deterá diante de nada para os preservar. A seleção natural favorece os genes que controlam as suas máquinas de sobrevivência, de forma a fazerem o melhor uso do seu meio ambiente. Isto inclui fazer o melhor uso de outras máquinas de sobrevivência, tanto da mesma espécie como de espécies diferentes.
Ora, a fraude é fácil de encontrar. O viés de Dawkins fica evidente ao definir os seres vivos como ‘máquinas de sobrevivência’, o que confirma o seu interesse de fornecer uma alternativa à visão de religiosos literais (lembrem-se: para os religiosos, o homem seria ‘divino’). Mas os erros do autor são claros, pois, para defender sua idéia tola ele constrói uma colcha de retalhos que pode ser tudo, menos ciência. De início ele define o ser vivo como uma máquina que guarda os seus genes ‘imortais’ para o futuro. Ora, pelo que eu aprendi, imortal é algo que não morre, o que não se coaduna de forma alguma com a teoria darwinista, que fala de organismos vivos (não imortais). Dawkins entra em contradição ao dizer que a seleção natural ‘favorece os genes que controlam as suas máquinas de sobrevivência’. Mas, pelo darwinismo, o favorecimento é para as espécies, de acordo com busca pela sobrevivência da espécie. As espécies não são imortais. Só isso já mostra o terreno pantanoso em que Dawkins se enfiou. Fica evidente que o gene não pode ser explicado pela teoria darwinista, que tem o seu escopo reduzido aos organismos… vivos.
Na verdade, toda a argumentação de Dawkins é mais furada que um queijo suíço. A única forma razoável de se referir ao gene é como um mero componente. Dizer que o ser humano serve para ‘transmitir genes’ é tão nonsense quando dizer que os edifícios e construções servem para ‘transmitir tijolos’. Errado, tanto gene (para os seres vivos) como o tijolo (para as construções), são meros componentes, utilizados de acordo com a conveniência. Aliás, com o desenvolvimento da engenharia genética, a tendência é que o ser humano molde os genes conforme quiser.
Para tentar esconder a sua história mal contada, Dawkins tenta apelar à teoria dos jogos:

Talvez pareça um bom plano matar, ou pelo menos combater, de uma maneira discriminada, certos rivais particulares. Se B for um leão-marinho detentor de um grande harém cheio de fêmeas e se eu, outro leão-marinho, me puder apoderar do seu harém, matando-o, poderá ser uma boa ideia tentar fazê-Io. Mas há custos e riscos, mesmo na belicosidade selectiva. É vantajoso para B contra-atacar para defender a sua preciosa propriedade. Se eu começar uma luta, tenho a mesma probabilidade que ele de acabar morto. Ou talvez tenha, até, uma probabilidade maior. Ele detém um recurso valioso e é por isso que quero lutar com ele. Mas por que é que ele o tem? Talvez porque o conquistou em combate. Provavelmente, venceu outros desafiantes antes de mim. É, assim, provável que seja um bom lutador. Mesmo que eu vença e conquiste o harém, poderei ficar tão ferido no processo que não me seja possível desfrutar os benefícios. Além disso, a luta consome tempo e energia. Talvez seja melhor conservá-los por enquanto. Se eu me concentrar em alimentar-me e evitar sarilhos durante algum tempo, crescerei, ficarei maior e mais forte. Acabarei por lutar com ele pelo harém, mas terei então mais hipóteses de, eventualmente, ganhar o combate.
Em relação ao parágrafo acima, dá para notar que Dawkins deu um tiro no próprio pé. O uso da teoria dos jogos é para situações complexas, principalmente em cenários por competição de recursos – guerras, estudos organizacionais, etc. A teoria dos jogos mais esmaga do que ajuda a teoria do gene egoísta, pois, como já dito, os genes não precisam disputar território. Os genes, como unidade de informação, não precisam sobreviver e nem conquistar espaço. Assim como os bits (0 e 1) de um computador não precisam lutar para sua sobrevivência. Bits, para o computador, são apenas uma unidade de informação, a menor unidade que o computador armazena ou processa . Os genes não possuem mais ‘controle’ do que um bit para o computador. Ou seja, pode-se aplicar a teoria dos jogos para muita coisa. Menos para estudar a ‘vida’ dos bits e dos genes…
Outro erro grosseiro de Dawkins é tentar atribuir ação aos genes. De novo, para tentar enfiar isso goela abaixo dos seus leitores, é preciso que eles se esqueçam de que a unidade mínima de um organismo capaz de atuar de maneira autônoma é a célula. Ou seja, se nem a água e nem as proteínas (que são apenas componentes da célula) possuem ação, qual o motivo para os genes possuírem ação? Isso é mais uma evidência de que Dawkins, que se proclama como divulgador de ciência, pelo menos na idéia do Gene Egoísta dá um exemplo de como NÃO se fazer ciência. Na Biologia de verdade, sabemos que os componentes da célula não passam de elementos em cima dos quais a célula faz pleno e absoluto uso.
Em suma, a teoria do Gene Egoísta é pura pseudo-ciência, pois trabalha com conceitos falsos a respeito do que significam célula, DNA e gene. Também se baseia em tautologias, como atribuir ação à um gene. Para continuar com sua pregação de Gene Egoísta, Dawkins precisa lavar o cérebro de seus leitores para que estes acreditem em um ‘controle dos genes’ sobre os seres vivos. Claro que ele não explica como fica o jogo de poder na luta com a água e as proteínas (que dominam 95% das células) para assumir o poder. Como um tiro de misericórdia na crença do gene egoísta, fica a constatação de que a teoria não é falseável, o que já a desqualifica de antemão como teoria científica.
E o mais engraçado é que muitos leitores de Dawkins acham que a teoria é brilhante, e saem dizendo que os seres humanos são todos ‘programados’. Mas se você quiser se divertir, basta exigir que eles demonstrem qual é o ‘programa’ e que definam a especificação do programa para que posteriormente seja feito um teste. É só questionar, com ceticismo, que você verá que a maioria dos seguidores de Dawkins reagirão com fúria, típica dos talibãs.
É compreensível, pois eles precisam defender a fé cega de Dawkins. Sem essa fé cega, fica claro que não existem genes que sejam egoístas, controladores ou que programam qualquer coisa. O gene é apenas um peão em um tabuleiro de xadrez.


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Re: The selfish gene/O gene egoísta: a metáfora evolutiva dogmática de Dawkins foi pra lata do lixo da história da ciência

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