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O mundo pós-milenista

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Re: O mundo pós-milenista

Mensagem por famado em Qua 11 Ago 2010, 9:52 pm


Respeito sua posição..no entanto,mantenho a minha ...

Sei lá... pra mim, só falta Jesus voltar, mais nada.

famado
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Re: O mundo pós-milenista

Mensagem por eleito_17 em Qua 11 Ago 2010, 9:59 pm

Diego,



O passado já foi tenebroso, o presente é tenebroso, não há o porque o futuro não o ser.

Yeshua disse em alto e bom som, que antes de seu retorno triunfal haveria um periodo tão pior que todos.

Aguardemos Yeshua para o fim dessas coisas.


A expressão utilizada por Jesus no Sermão profético remete-nos para a grande tribulação.E ,mais uma vez digo,a expressao "estas coisas",mateus 24,3,e "esta geração" e "todas estas coisas",vers 34,situam a grande tribulação naqueles dias e era local e não global,abatendo-se sobre Jerusalem e Israel apostata.A destruição de Jerusalém em 70 d.C. parece ser o evento profetizado e Jesus "vindo nas nuvens"é uma figura utilizada no AT que indica julgamento sobre uma determinada nação.Leia meus posts anteriores,se tiver dúvidas sobre alguma coisa relacionada.

na paz de Cristo

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Re: O mundo pós-milenista

Mensagem por eleito_17 em Qua 11 Ago 2010, 10:13 pm

famado,

De certa forma,é verdade..apenas falta o cumprimento das profecias relativas ao Reino de Cristo e a soltura de satanás no final do milênio..mas ambos serão acontecimentos que devem ser entendidos espiritualmente (avanço do evangelho e pequeno periodo ou tentativa de apostasia no final do milênio).Agora em termos de "acontecimentos palpáveis",digamos assim,creio que estamos falados..falta só a vinda corporea do Senhor.No entanto,não devemos ser negligentes nesta espera,por mais tempo que demore mat 24.45-51.Este argumento também pode ser usado contra o famoso argumento do relógio de Deus..porque Cristo,sempre que se referia à sua vinda corporea através de parabolas,nos remete para um longo periodo de tempo (mateus 24.48,por exemplo)..não parece contradizer o "venho sem demora?Tudo isto é explicado sob a óptica preterista..logo,presente,vinda em juízo sobre jerusalem...longo tempo,futuro,vinda corporea,na consumaçao dos seculos..Bem retomando, vc viu o video?o que achou?

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Re: O mundo pós-milenista

Mensagem por famado em Qua 11 Ago 2010, 10:45 pm

Eu não vi.

famado
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Re: O mundo pós-milenista

Mensagem por Diego Yo'ets em Qui 12 Ago 2010, 9:02 am

eleito_17 escreveu:Diego,



O passado já foi tenebroso, o presente é tenebroso, não há o porque o futuro não o ser.

Yeshua disse em alto e bom som, que antes de seu retorno triunfal haveria um periodo tão pior que todos.

Aguardemos Yeshua para o fim dessas coisas.


A expressão utilizada por Jesus no Sermão profético remete-nos para a grande tribulação.E ,mais uma vez digo,a expressao "estas coisas",mateus 24,3,e "esta geração" e "todas estas coisas",vers 34,situam a grande tribulação naqueles dias e era local e não global,abatendo-se sobre Jerusalem e Israel apostata.A destruição de Jerusalém em 70 d.C. parece ser o evento profetizado e Jesus "vindo nas nuvens"é uma figura utilizada no AT que indica julgamento sobre uma determinada nação.Leia meus posts anteriores,se tiver dúvidas sobre alguma coisa relacionada.

na paz de Cristo

Eu li seus posts e vc tem parte de razão, aquela profecia era sim local, mas tbm global. Se vc analizar as profecias geralmente elas ocorrem em dois momentos, primeiramente ela se cumpre no campo imediato e logo por seguinte serve para o futuro. Exemplo: A visão de Nabucodonozor sobre a estátua, ela serviu para aquele rei e posteriormente num momento escatológico e outras mais, inclusive o sermão profético.

Analisando o sermão profético fica claro que as profecias estavam vinculadas a vinda messiânica e a proximidade de tal, e olhando para a história vemos parte daquelas profecias já cumprida e partes a se cumprirem, portanto aquela geração começou a contemplar tais profecias, que hoje estão já próximas a totalidade, findando com a nobre promessa de descanso aos justos.


Eu tbm não sou dispensacionalista, mas tbm não sou preterista rsrs.

Fique em Paz...


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Re: O mundo pós-milenista

Mensagem por eleito_17 em Qui 12 Ago 2010, 10:17 am

Eu li seus posts e vc tem parte de razão, aquela profecia era sim local, mas tbm global. Se vc analizar as profecias geralmente elas ocorrem em dois momentos, primeiramente ela se cumpre no campo imediato e logo por seguinte serve para o futuro. Exemplo: A visão de Nabucodonozor sobre a estátua, ela serviu para aquele rei e posteriormente num momento escatológico e outras mais, inclusive o sermão profético.

o preterismo divide mateus 24 até ao verso 35,falando da grande tribulaçao,local e proxima e a segunda vinda, a partir do verso 36,global e distante no tempo.A grande tribulação abateu-se sobre Israel,este texto é pequeno e esclarecedor: http://www.monergismo.com/textos/preterismo/grande-tribulacao-local_DeMar.pdf

Sim,existem crentes que veem a tribulaçao de 70 DC como um micro-exemplo do que vai acontecer nos tempos.Pessoalmente,e como bom pós-milenista,não partilho desta visão.

Eu tbm não sou dispensacionalista, mas tbm não sou preterista rsrs

Pois meu problema não está contra o dispensacionalismo em si..está no sensacionalismo que se faz á sua volta e como existe gente que usa a Biblia fora de contexto até para vender e fazer marketing com a Biblia Sagrada a esposa! ..sinceramente,vc ja viu a quantidade de "anti--cristos"e pseudo-profecias que teem aparecido nos últimos anos??Isso é o que me assusta no meio evangélico

Vc pediu-me para comentar sobre o homem da iniquidade de 2 Ts, certo?

Com tanto post acabei esquecendo..

Essa passagem é talvez a mais dificil de interpretar de todo o NT..para falar sobre isso terei de postar um texto de outro autor.Não tenho base suficiente ainda.No entanto,de referir que esta foi também uma profecia com cumprimento no 1º século.

http://www.monergismo.com/textos/preterismo/posmilenismo-homem-iniquidade_keith-mathison.pdf

Se ficar ainda com dúvidas,diga qualquer coisa..Wink

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Re: O mundo pós-milenista

Mensagem por eleito_17 em Sex 20 Ago 2010, 5:44 pm

Evidências históricas do pós-milenismo

“Cada período principal de crise e declínio foi seguido por outro de avanço”, escreveu Kenneth Scott Latourette, o conhecido historiador de missões.

A História da expansão da igreja cristã pode ser vista como uma série de nove pulsações ou épocas principais, cinco das quais foram tempos de avanço e quatro das quais foram tempos de retrocesso.

O “grão de mostarda” do reino de Deus, de fato, cresceu de uma forma dramática, desde seu humilde e insignifi cante começo há dezenove séculos.

“Um dos fatos mais impressionantes e signifi cantes da História”, observa Latourette, “é que dentro de cinco séculos do seu nascimento, o Cristianismo ganhou a lealdade professa da maioria sobrepujante da população do Império Romano e mesmo o apoio do Estado romano.”

Por volta de 306 d.C., o Cristianismo ainda era uma religião minoritária na Grécia. No Egito, e ao redor de Cartago, ele fi cou muito forte no fi nal do segundo século.

O Cristianismo pode ter chegado à Índia antes do fi nal do terceiro século a partir de Alexandria e mercadores do Oriente.

Os escritos dos pais da igreja indicam que dentro de três séculos o Cristianismo tinha penetrado quase todo nível da sociedade. A igreja era atrativa para os pobres e desprovidos, mas apelava a outras classes também.

De acordo com Adolf Harnack, metade da população na Ásia Menor, Trácia e Armênia eram cristãos professos por volta de 325 d.C.. Na Síria, Egito, Grécia, Macedônia, África do Norte central, Espanha, Roma e sul da Itália, o Cristianismo estava se tornando a religião predominante.

Na Idade Média:

A História da disseminação do Cristianismo durante a Idade Média apresenta uma fi gura mista; houve avanços e declínios significantes. Do lado negativo, o crescimento explosivo do Islamismo no sétimo século e posteriores signifi cou perdas territoriais para o Cristianismo no Oriente Médio e na África do Norte, que tinham que ser reconquistados ainda. Após apenas três séculos, o Islamismo era quase tão geograficamente difundido quanto a fé cristã.

As ondas sucessivas de invasões pelos bárbaros e vikings criaram revoltas sociais no moribundo Império Romano, e, por volta de 950 d.C., as conquistas culturais do Cristianismo eram provavelmente menores do que aquelas no quarto e quinto séculos. Por causa das diferenças culturais, políticas e teológicas, os ramos da igreja cristã no Oriente e Ocidente estavam também se afastando durante esse período.

Por outro lado, sinais signifi cantes de criatividade missionária e cultural não estavam ausentes durante esse período.

Com a mundaneidade crescente na igreja após a conversão de Constantino, houve também o crescimento do movimento monástico, que tentou manter o rigor e espiritualidade da visão cristã primitiva. Foi, na verdade, os monastérios que forneceram a liderança para os esforços missionários da igreja durante esses séculos subsequentes ao declínio do antigo Estado.

Missões Católicas Romanas:

Ordens católicas tais como os dominicanos, os franciscanos e os agostinianos fi zeram um trabalho missionário notável durante esse período. A recém-formada ordem jesuíta, sob a liderança de Francisco Xavier († 1552), levou a fé cristã à Índia, Malásia e Japão.

O declínio da Espanha e Portugal e o surgimento dos poderes europeus protestantes trouxeram esse período de expansão Católica Romana ao fim.

Por causa das condições políticas na Europa e o clima religioso, o século dezoito viu pouco vigor nas atividades missionárias.

Missões Protestantes:

As igrejas protestantes demonstraram pouco interesse em missões durante a Reforma, estando preocupadas com
reformas internas e as lutas com o Catolicismo Romano. A redescoberta do cerne da mensagem do evangelho, a ênfase sobre o chamado de todos os crentes para servir a Cristo, o novo interesse na Bíblia, e a preocupação por uma laicidade alfabetizada, contudo, lançaram fundamentos importantes para os futuros esforços missionários protestantes.

O século dezessete também testemunhou grande atividade pelos capelães da Companhia das Índias Orientais Holandesas.
Em meados do século seguinte, havia mais de trezentos mil protestantes no Sri-Lanka (Ceilão) como resultado desses esforços.

Os morávios, sob a liderança do Conde Nikolaus von Zinzendorf, foram importantes pioneiros no movimento missionário
moderno. A despeito do pequeno tamanho do grupo, ele enviou centenas dos seus missionários e inspirou muitos outros. Por volta de 1740, os missionários morávios tinham alcançado as Ilhas Virgens, Groelândia, Suriname, a Costa do Ouro, a América do Norte e a África do Sul.

Os despertamentos evangélicos do século dezoito, estimulados pelos labores de John e Charles Wesley, George Whitefi eld, Jonathan Edwards e outros, tiveram ímpeto tremendo sobre o desenvolvimento do movimento missionário. A Sociedade Batista Missionária foi fundada por William Carey, em 1792; a Sociedade Missionária de Londres, em 1795; e a Sociedade Missionária da Igreja, em 1799.

O livro de W. Carey, de 1792, An Enquiry into the Obligation of Christians to Use Means for the Conversion of the Heathen
[Uma Investigação sobre a Obrigação dos Cristãos Usarem os Meios para a Conversão dos Pagãos], é um marco na História das missões protestantes. Carey despertou as igrejas para suas responsabilidades missionárias, argumentando que a Grande Comissão ainda se aplicava a todos os crentes, não apenas à primeira geração de apóstolos.Contra uma forma de hiper-Calvinismo que argumentava, na prática, que “Se Deus quer salvar os eleitos, ele pode fazê-lo sem nossa ajuda”, Carey apontou que Deus realiza seus fi ns soberanos por meio do uso de meios humanos responsáveis, isto é, seus missionários.
Carey também é lembrado por seu famoso slogan: “Espere grandes coisas de Deus; tente grandes coisas para Deus”

Latourette chamou o século dezenove de o “grande século” das missões cristãs. O período de 1815 a 1914 testemunhou
a maior expansão numérica e geográfi ca do empreendimento missionário de qualquer época até os nossos dias. Uma grande explosão de atividade por agências missionárias, sociedades bíblicas, e denominações fez do Cristianismo uma fé verdadeiramente mundial.

A fundação da Missão para o Interior da China em 1865 por J. Hudson Taylor marcou a primeira de muitas “missões de fé”, independente de controle denominacional e fi nanciada inteiramente por contribuições voluntárias.

Durante o curso do século dezenove, quase toda denominação protestante tornou-se ativamente envolvida na tarefa de missões estrangeiras. Por volta de 1910, havia aproximadamente 420 agências de envio direto.

Seculo 20:

A tradução da Bíblia fez tremendo progresso no século vinte, com a Escritura disponível em mais de setecentos idiomas, cobrindo 97 % da população do mundo.

Por outro lado, a membresia nas igrejas da Europa, América do Norte e nações comunistas declinou consideravelmente no século vinte, fazendo contraste impressionante com o crescimento no Terceiro Mundo.Muito desse declínio ocorreu entre aderentes meramente nominais do Cristianismo, mas a invasão feita pelo secularismo e materialismo é perturbador, de qualquer forma.

**********

Embora eu discorde de alguns pontos sobre esse panorama, é perceptível que há no mínimo uma pavimentação cristã no desenrolar da história.

Raniere Menezes

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Re: O mundo pós-milenista

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