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CONSTRUÇAO DO 3. TEMPLO DO REI SALOMAO - EZEQUIEL 40

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Re: CONSTRUÇAO DO 3. TEMPLO DO REI SALOMAO - EZEQUIEL 40

Mensagem por Khwey em Qua 28 Abr 2010, 9:43 am

joel harel escreveu:
, Jacob lutou com o Anjo de Deus, e foi ferido no quadril, tanto que o
Judeu não come essa parte dos animais. Mas Deus não lutou com Jacob, é
força de expressão, quem lutou com ele foi um anjo. Naquela época éra
comum anjos de Deus falarem com os homens.
Ora, mas Deus se apresentou a Abraão, recebeu adoração, comeu com ele, e a bíblia diz que foi Deus.

Não sei porque o mesmo não poderia se suceder com Jacó.


joel harel escreveu:Se vir um Anjo de Deus, todo iluminado, com poder e força, vamos achar que é Deus, não verdade não deixa de ser parte dEle.
Êxodo 33:20E disse mais: Não poderás ver a minha face, porquanto homem nenhum verá a minha face, e viverá
Isto significa que ele não pode ser visto de perto. Moisés viu ao longe com uma certa proteção tal como quando olhamos para o sol.

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Re: CONSTRUÇAO DO 3. TEMPLO DO REI SALOMAO - EZEQUIEL 40

Mensagem por SPY em Dom 02 Maio 2010, 11:51 pm

O ALINHAMENTO FINAL PARA O CUMPRIMENTO DE EZEQUIEL 38 E 39



Estamos decididamente caminhando para os dias finais da humanidade, tal como a conhecemos. Aproxima-se o capítulo final da História humana! Inspirados por Deus, os profetas bíblicos do passado deixaram-nos um legado de informações e dicas que "os sábios entenderão" (leia-se Daniel 12:10).

Uma das mais impressionantes profecias bíblicas está contida no livro do profeta Ezequiel, capítulos 38 e 39, e descreve com grande pormenor a grande invasão que "no fim dos anos" virá "do extremo Norte" contra Israel, num tempo em que Israel "habitará seguro" no seu território, após o milagroso ressurgimento da nação e o regresso à sua Terra, conforme Ezequiel explicita na sua visão dos "ossos secos", relata no capítulo 37 e 38:8. Portanto, a grande "invasão do Norte" só poderia ter lugar quando Israel habitasse na sua própria terra, e essa é obviamente a realidade actual, ao fim de quase 2 mil anos de Dispersão (Diaspora).
O quadro das nações que invadirão Israel descritas em Ezequiel 38 é não só claro, como alinha perfeitamente com aqueles que nos dias actuais não só odeiam como planeiam atacar a nação de Israel, tão logo o consigam fazer.
À cabeça desta comandita está a Rússia (Rosh), da terra de Magogue (antecedentes dos russos), que comanda Meseque e Tubal (Ezequiel 38:1-3). Esta associação da Rússia com Meseque e Tubal é a peça que faltava para completar a tábua de xadrez para estes acontecimentos finais.


AS NAÇÕES DE EZEQUIEL 38


GOGUE E MAGOGUE - são claramente uma referência a uma entidade maligna (Gog) e a um povo (Magogue) ancestral do moderno povo russo.
MESEQUE e TUBAL - um povo que habitava na região da actual Turquia asiática (Capadócia).
PÉRSIA - obviamente o actual Irão.
ETIÓPIA - provavelmente não a actual Etiópia mas o SUDÃO, a sul do Egipto.
PUTE - claramente identificada com a Líbia actual.
GOMER - supõe-se que seja a Europa de leste islâmica, ao sul da Rússia.
TOGARMA - a Turquia de hoje.


A "PEÇA" QUE FALTAVA - A TURQUIA


Vê-se claramente que estas nações todas alinham pelo mesmo lado, ou seja: contra Israel. Desde o Irão ao Sudão, das nações islâmicas na Europa ao "amigo" dos árabes, a nação russa. Faltava apenas a Turquia, com a qual Israel tem feito acordos de amizade e de trocas comerciais, especialmente água por armas (veja-se a ironia), e até exercícios militares conjuntos. Contudo, esse "namoro" acabou abruptamente, por causa da aproximação a que se assiste actualmente entre a Turquia e a Síria, numa ligação estreita ao próprio Irão, a quem o presidente turco prometeu recentemente que prestaria apoio no caso de um ataque de Israel.
A Turquia tem recentemente realizado manobras militares conjuntas com a Síria, após ter negado a utilização do seu espaço aéreo para exercícios das forças aéreas de Israel.
Israel tem estado a negar o fornecimento de certo tipo de equipamento à Turquia, temendo que o mesmo venha a ser copiado pelos "amigos iranianos". Trata-se do avançadíssimo interceptor de mísseis Barak 8, um projecto comum de Israel e da Índia, e que consegue uma cobertura de 360º aos ataques aéreos ou com mísseis.
A amizade e cooperação entre a Turquia, o Líbano, a Síria e o Irão estreita-se a cada dia que passa, prevendo-se que a mesma inclua também uma aliança militar que terá em Israel o seu inimigo comum.
Sendo assim, não restam muitas dúvidas de que a "peça" final do quadro de nações revelado em Ezequiel 38 está no seu lugar, faltando apenas o toque da ordem para avançar, ou o "puxar dos anzóis" referido por Ezequiel 38:4 para que esta coligação avance para sul, ou seja, para Israel.
Estes são claramente os dias finais. A Palavra de Deus avisa-nos que "quem tiver ouvidos para ouvir que ouça". Esta é a nossa compreensão. Este é também o nosso aviso. Estejamos preparados, tendo os nossos corações e nossas vidas em ordem diante de Deus.
Shalom!

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Re: CONSTRUÇAO DO 3. TEMPLO DO REI SALOMAO - EZEQUIEL 40

Mensagem por SPY em Ter 11 Maio 2010, 11:16 pm

"A PAZ NÃO SE FAZ À DISTÂNCIA"



Comentando esta manhã sobre as declarações prestadas por Erekat, chefe dos negociadores da "paz" com Israel, anunciando "o início oficial das conversações de proximidade", o primeiro-ministro de Israel afirmou que não só "a paz não se faz à distância, pois que à medida que o tempo passa, não podemos chegar a conclusões e a acordos sobre questões sérias como a segurança e os nossos interesses e os deles sem que nos sentemos na mesma sala." Além disso, Netanyahu insistiu que "as conversações serão realizadas sem condições prévias, tal como temos insistido neste passado ano, mas terão de conduzir a conversações directas o mais rapidamente possível".
A declaração do início das conversações foi feita após reuniões havidas com o enviados norte-americano Mitchell e o presidente da Autoridade Palestiniana Abbas. Este reinício põe fim a 17 meses de congelamento nas conversações, período marcado por muitas tensões e provocações feitas pelos palestinianos. Segundo Erekat, as conversações recomeçarão no ponto onde foram interrompidas durante o governo de Ehud Olmert, há 17 meses atrás.
E aí começa mais uma tentativa para conseguir o impossível. Estamos para ver em breve um falso acordo de paz, mas, tal como nos avisa a Palavra profética, "quando disserem há paz e segurança, eis que lhes sobrevirá repentina destruição".
Shalom, Israel!

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Re: CONSTRUÇAO DO 3. TEMPLO DO REI SALOMAO - EZEQUIEL 40

Mensagem por SPY em Sex 14 Maio 2010, 11:17 pm

RÚSSIA VAI FORNECER AVIÕES DE GUERRA E SISTEMAS DE DEFESA ANTI-MÍSSIL À SÍRIA



Segundo fontes credíveis, Moscovo irá fornecer à Síria - inveterado inimigo de Israel - aviões de guerra MIG-29, mísseis terra-ar de curto alcance disparados a partir de camiões e sistemas de artilharia anti-míssil.
Este contrato anunciado hoje é extremamente preocupante para Israel e para o seu aliado, os EUA, que querem impôr sanções sobre a Síria pelo seu apoio a grupos terroristas e pela corrupção.
No início desta semana o presidente russo Dmitry Medvedev visitou a Síria, constituindo a primeira visita de um dirigente russo a Damasco desde a revolução bolchevique de 1917, tendo supervisionado conversações sobre a possível assistência russa na construção de uma planta de energia nuclear na Síria. Durante a sua visita à Síria, o presidente russo deixou ainda Israel num estado de nervos ao visitar Khaled Mashaal, o líder exilado do Hamas.
Israel ficou bastante decepcionado com o presidente russo, uma vez que ele reconheceu o líder de um grupo terrorista, enquanto que Israel sempre se colocou ao lado da Rússia na sua luta contra o terrorismo interno.
O presidente norte-americano, finalmente "assustado" com a perigosa evolução das ameaças no Médio Oriente, vai agora pedir ao congresso permissão para poder liberar 205 milhões de dólares para ajudar Israel no sistema anti-míssil que o protegerá dos mísseis do Hezbollah e da Faixa de Gaza.
Avolumam-se as nuvens escuras sobre Israel. A revista "Time" fala de uma próxima guerra com o Líbano, para a qual Israel diz estar preparado.
Oremos por Israel! Génesis 12:3.
Shalom, Israel!

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Re: CONSTRUÇAO DO 3. TEMPLO DO REI SALOMAO - EZEQUIEL 40

Mensagem por Jarbas em Sab 15 Maio 2010, 12:53 am

...

Isso é a panela que está a ferver com a face virada para o norte... "E veio a mim a palavra do SENHOR segunda vez, dizendo: Que é que vês? E eu disse: Vejo uma panela a ferver, cuja face está para o lado do norte." (Jeremias 1 : 13)



"Vigiai, pois, em todo o tempo, orando, para que sejais havidos por dignos de evitar todas estas coisas que hão de acontecer, e de estar em pé diante do Filho do homem."  (Lucas 21 : 36)

"Assim, sabe o Senhor livrar da tentação os piedosos, e reservar os injustos para o dia do juízo, para serem castigados;"  (II Pedro 2 : 9)


"PERECE o justo, e não há quem considere isso em seu coração, e os homens compassivos são recolhidos, sem que alguém considere que o justo é levado antes do mal."  (Isaías 57 : 1)


"O temor do SENHOR é odiar o mal; a soberba e a arrogância, o mau caminho e a boca perversa, eu odeio."
  (Provérbios 8 : 13)

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Re: CONSTRUÇAO DO 3. TEMPLO DO REI SALOMAO - EZEQUIEL 40

Mensagem por Clark em Sab 15 Maio 2010, 7:13 am

pelo simples fato de Israel ter voltado à sua terra de origem, já é suficiente para qualquer incrédulo saber que Jesus vai voltar a qualquer momento.

Não sou alarmista, mas não há mais o quie acontecer para anunciar a volta de Jesus. é questão de momento.

Maranata forever!

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Re: CONSTRUÇAO DO 3. TEMPLO DO REI SALOMAO - EZEQUIEL 40

Mensagem por SPY em Ter 01 Jun 2010, 8:53 pm

Terça-feira, Junho 01, 2010


MAIS DOIS BARCOS A CAMINHO DE GAZA


Segundo informações prestadas pelo comandante de operações especiais, o coronel Itzik Turjeman, dois barcos deixaram a flotilha para se dirigirem a Gaza, num claro e contínuo desrespeito pelas ordens dadas por Israel. Segundo o comandante, estes dois barcos serão também impedidos de entrar, supondo-se que eles tentam utilizar meios electrónicos ou outros afins.

alguns dos "brinquedos" encontrados a bordo e utilizados contra os israelitas...

Questionado por que é que o navio Marmara não foi bloqueado e impelido pelos barcos de guerra israelitas, o comandante informou que se tratava de um navio demasiado grande para tal procedimento, pelo que tiveram de optar pelo "assalto" através de helicópteros, apesar do elevado risco que isso representava, não se sabendo da violenta reacção que estava sendo preparada no barco turco.
Os activistas feridos estão neste momento hospitalizados em vários pontos de Israel, devidamente vigiados e proibidos de serem entrevistados pelos mídia. Dezenas de outros activistas estão presos e sendo interrogados um a um, estando entre eles o sheik Ra'ad Salah, o cabeça do braço norte do Movimento Islâmico extremista em Israel. Certamente um grande "pacifista"...Supunha-se inicialmente que esse terrorista estaria ferido a bordo, especulando-se que seria um "mártir" pela causa palestiniana, mas sabe-se agora que está bem e de viva saúde.
Uma parlamentar árabe foi encontrada a bordo e libertada devido à sua impunidade parlamentar, enfurecendo alguns membros do Knesset, que comentaram que seria melhor se ela se juntasse aos seus amigos do Hamas em Gaza.
São os males da democracia israelita, que permite que até os inimigos se sentem no seu parlamento. Só mesmo em Israel...
Merece transcrição a acusação feita hoje por um parlamentar do Likud: "Ela (aparlamentar árabe Zouabi) e os seus amigos do Hamas participaram nesta flotilha na qualidade de shahids (mártires), dizendo que sabiam que poderiam ter de morrer na luta contra os israelitas. Em vez de promover a paz, gravaram-se os apelos de ajuda que Zouabi fez em inglês e hebraico."
Cinco dos soldados que conduziram a operação estão ainda hospitalizados, tendo sido visitados esta manhã pelo chefe das Forças de defesa de Israel, ao qual relataram o perigo de terem dado com uma multidão pronta a linchá-los a bordo do Marmara, com a utilização de facas e barras de ferro, conforme os videos comprovam.
Cinco activistas pró-terroristas foram mortos, dois estão em condição débil, outros treze estão gravemente feridos e outros 25 estão com ferimentos leves.
Um dos fuzileiros envolvidos na operação, com um dos braços partido, testemunhou: "Cada um dos soldados que desceu foi agarrado por três ou quatro homens que o passaram a espancar violentamente. Eles queriam linchar-nos. Eles traziam barras de metal, facas, garrafas de vidro partidas... a uma certa altura ouviram-se também disparos."
"Eu estava entre os últimos a descer e vi que o grupo estava disperso, cada um no seu canto rodeado por três ou quatro homens. Vi um soldado no chão com dois homens a espancá-lo. Corri para os afastar dele, e eles começaram a atacar-me com barras de metal. Foi aí que quebrei o meu braço. Não estava com nenhuma arma, tal como aconteceu com os outros que desceram pelas cordas. A minha espingarda estava nas minhas costas. Consegui derrubá-los, dei dois passos para trás, peguei na minha arma e eles vieram contra mim. Disparei-lhes então para as pernas. Uma das barras metálicas derrubou a minha espingarda, pelo que peguei na minha pistola, que era a única coisa que tinha para me defender. Nessa altura já não sentia o braço."
"Através da abertura no corredor eles estavam continuamente a disparar contra nós com fogo real".
Este militar comprovou depois que houve fogo real da parte dos "pacifistas". "Eles eram uns 30 indivíduos que vieram simplesmente para fazer guerra. Nós viemos para resolver as coisas, para falar com as pessoas a bordo, mas cada um de nós foi logo atacado. Alguns foram atirados para o andar de baixo e a única salvação foi atirarem-se para a água. Não vínhamos preparados nem armados para isto."
Entretanto, o oficial chefe das operações a bordo do Marmara, consegue relembrar o que se passou ontem de manhã, confessando ficar surpreendido pela força da resistência: "Agarrei na minha arma quando vi que um se dirigia a mim com uma faca, pelo que disparei. Foi então que uns 20 vieram contra mim de todas as direcções e atiraram-me para o convés de baixo. Senti que me esfaquearam no estômago, mas logo consegui tirar a faca. Cerca de 75% dos indivíduos a bordo estavam com facas. Saltei com outro colega para a água. Nessa altura já os nossos soldados controlavam a situação no barco."
E chamam a isto uma missão de "solidariedade"... com "brinquedos" destes oferecidos aos soldados de Israel, como é que eles se iriam defender?
É tempo de dizer à ONU, a alguns responsáveis da UE e a muito boa gente, especialmente dos meios de comunicação social que basta de hipocrisia! Vejam os factos tal como eles são!
Israel tem todo o direito de se proteger do terrorismo, venha ele por terra, ar ou mar! E é isso que irá certamente continuar a fazer. Está nesse direito!
Shalom, Israel!

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Re: CONSTRUÇAO DO 3. TEMPLO DO REI SALOMAO - EZEQUIEL 40

Mensagem por SPY em Ter 01 Jun 2010, 8:58 pm

Shalom aos que amam Israel como eu.

Fiquei sabendo que a Síria (ou Líbano) não me lembro, atirou em aviões caça de Israel hoje, por ter (supostamente) invadido o espaço aéreo deste país, Israel, no entanto não falou sobre o ocorrido. O que isso indica, que a qualquer momento uma guerra local poderá começar, sendo o start para uma guerra com o mundo todo.
Oro para que o Senhor Deus de Israel o ajude a prevalecer contra seus inimigos, na verdade está escrito na santa Bíblia que Israel seria odiado por todas as naçoes do mundo, e está acontecendo com maior intensidade neste momento.


Última edição por joel harel em Ter 01 Jun 2010, 8:59 pm, editado 1 vez(es)

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Re: CONSTRUÇAO DO 3. TEMPLO DO REI SALOMAO - EZEQUIEL 40

Mensagem por lordakner em Ter 01 Jun 2010, 8:58 pm

A ONU reprovou.
A OTAN reprovou.
O MUNDO reprovou.
Os crentes aprovam.
Típico. oh my

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Re: CONSTRUÇAO DO 3. TEMPLO DO REI SALOMAO - EZEQUIEL 40

Mensagem por SPY em Ter 01 Jun 2010, 9:10 pm

Vc leu o ocorrido? Israel deixa entrar por terra todo dia caminhões carregados de alimentos e doações para a palestina. Lógico que todos esses caminhões são averiguados, pois o Hamas quer enviar armas para os terroristas destruir Israel.
Eles iriam apenas vistoriar os barcos, mas foram recebidos com espancamentos, é assim que esses terroristas "amigos" dos palestinos são e merecem ser tratados. Bandido têm que ser tratado como bandido.

Não preciso apoiar Israel, o próprio Deus está do lado de Israel , e você verá claramente essa ajuda divina quando Israel estiver sitiado por todos os lados, não tendo como escapar, e ser de fato uma PEDRA PESADA PARA CARREGAR. Pois o Senhor Jeovah, o poderoso na guerra lutara á favor do seu povo ISRAEL.

SHALOM ISRAEL, QUE O SENHOR TE AJUDE A PREVALECER CONTRA OS SEUS INIMIGOS.

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Re: CONSTRUÇAO DO 3. TEMPLO DO REI SALOMAO - EZEQUIEL 40

Mensagem por lordakner em Ter 01 Jun 2010, 9:16 pm

joel harel escreveu:Vc leu o ocorrido? Israel deixa entrar por terra todo dia caminhões carregados de alimentos e doações para a palestina. Lógico que todos esses caminhões são averiguados, pois o Hamas quer enviar armas para os terroristas destruir Israel.
Eles iriam apenas vistoriar os barcos, mas foram recebidos com espancamentos, é assim que esses terroristas "amigos" dos palestinos são e merecem ser tratados. Bandido têm que ser tratado como bandido.

Não preciso apoiar Israel, o próprio Deus está do lado de Israel , e você verá claramente essa ajuda divina quando Israel estiver sitiado por todos os lados, não tendo como escapar, e ser de fato uma PEDRA PESADA PARA CARREGAR. Pois o Senhor Jeovah, o poderoso na guerra lutara á favor do seu povo ISRAEL.

SHALOM ISRAEL, QUE O SENHOR TE AJUDE A PREVALECER CONTRA OS SEUS INIMIGOS.
Você conhece um MÍNIMO DE HISTÓRIA?
A porcaria de Israel está matando Palestinos, dia após dia, de fome, com bomberdeios e atrocidades. - CERCADOS COMO GADO.
Igual quando estavam nos campos de concentração nazistas.
Há reprovação de TODA COMUNIDADE INTERNACIONAL quanto à essa postura.
Só os Sionistas dementes e meia dúzia de outros defendem a postura - CONDENADA PELA ONU -da porcaria de Israel.
te pego

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Re: CONSTRUÇAO DO 3. TEMPLO DO REI SALOMAO - EZEQUIEL 40

Mensagem por lordakner em Ter 01 Jun 2010, 9:18 pm

Nunca mais?
A conivência europeia com Israel no genocídio palestino
por Omar Barghouti [*]

Cartoon de Latuff. A União Europeia, o maior parceiro comercial de Israel em todo o mundo, está a observar como Israel endurece o seu bárbaro sítio em torno de Gaza, punindo colectivamente 1,5 milhão de civis palestinos, condenando-os à devastação e à morte iminente de centenas de pacientes necessitados de diálise ou que sofrem do coração, bebés nascidos prematuramente e todos os outros que dependem da energia eléctrica para a sua sobrevivência.

Ao congelar os fornecimentos de combustível e energia eléctrica a Gaza, Israel, o poder ocupante, está essencialmente a garantir que a água "limpa" – só de nome, pois a água de Gaza é a mais poluída em toda a região, após décadas de roubo e abuso israelense – não será bombeada e distribuída a lares e instituições, que hospitais não poderão funcionar adequadamente, conduzindo à morte eventual de muitos, particularmente os mais vulneráveis, fábricas que ainda estejam a trabalhar apesar do sítio serão agora forçadas a encerrar, empurrando a já extremamente elevada taxa de desemprego para níveis ainda mais altos, o tratamento de esgotos terá de ser interrompido, poluindo mais uma vez o precioso e escasso abastecimento de água de Gaza, instituições académicas e escolas não poderão efectuar o seu trabalho habitual, e as vidas de todos os civis serão severamente afectadas, se não irreversivelmente prejudicadas. E a Europa está apática a observar.

O académico Richard Falk, de Princeton, considerou o sítio de Israel um "prelúdio para o genocídio", mesmo antes deste crime mais recente do corte geral dos abastecimentos de energia. Agora, os crimes de Israel em Gaza podem ser precisamente classificados como actos de genocídio, embora lento. De acordo com o Artigo II da Convenção das Nações Unidas sobre a Prevenção e Punição do Crime de Genocídio, de 1948, o termo é definido como:

"Qualquer dos seguintes actos cometidos com a intenção de destruir, no todo ou em parte, um grupo nacional, étnico, racial ou religioso, tais como:
(a) Matar membros do grupo;
(b) Provocar sérios danos corporais ou mentais a membros do grupo;
(c) Infligir deliberadamente ao grupo condições de vida calculadas para provocar a sua destruição física no todo ou em parte".

Claramente, o sítio hermético de Gaza por Israel, destinado a matar, provocar sérios danos corporais e mentais, e deliberadamente infligir condições de vida calculadas para provocar a parcial e gradual destruição física, qualifica-se como um acto de genocídio, se não genocídio total. E a UE está suspeitosamente silenciosa.

Mas por que acusar a Europa, em particular, de conivência neste crime quando quase toda a comunidade internacional não está a levantar um dedo, e o obsequioso secretário-geral da ONU, que ultrapassou todos os seus antecessores na obediência ao governo dos EUA, está pateticamente a fazer meras declarações verbais? Além disso, por que não o próprio governo dos EUA, o mais generoso patrocinador de Israel que está directamente implicado no actual sítio, especialmente depois de o presidente George Bush, na sua visita recente, ter dado um sinal verdade nada subtil ao primeiro-ministro israelense, Ehud Olmert, para arrasar Gaza? Por que não culpar os tranquilos irmãos árabes, particularmente o Egipto – o único país que pode romper imediatamente o sítio com a reabertura do cruzamento Rafah e fornecimento através do mesmo do combustível, energia eléctrica necessários e do abastecimento de emergência? E finalmente, por que não culpar a Autoridade Palestina baseada no Ramallah, cujo líder subserviente e sem visão jactou-se abertamente numa conferência de imprensa do seu "acordo total" com Bush sobre todas as matérias substantivas?

Após Israel, os EUS são sem dúvida a parte mais culpada no crime actual. Sob a influência de uma ideologia fundamentalista, militarista, neo-conservadora que apossou-se do seu leme e de um omnipotente lobby sionista que não tem paralelo na sua influência, os EUA estão numa categoria por si mesmo. Não é preciso dizer que a AP, a ONU, bem como governos árabes e do mundo que mantêm negócios como de costume com Israel deveriam todos ser considerados responsáveis por aquiescência, seja directa ou indirectamente, com os crimes de Israel contra a humanidade em Gaza. Também é verdade que cada um dos mencionados acima arca com a responsabilidade legal e moral de intervir e aplicar a pressão que venha a ser necessária para travar o crime antes de milhares de pessoas perecerem. Mas a UE detém uma posição única em tudo isto. Ela está não apenas silenciosa e apática; na maior parte dos países europeus Israel e instituições israelenses actualmente são bem vindas e procuradas com entusiasmo sem precedentes, generosidade e deferência em todos os campos – económico, cultural, académico, atlético, etc. Exemplo: Israel foi convidado como hóspede de honra de uma grande feira de livros em Turim, Itália. Filme financiados pelo governo israelense são exibidos em festivais de cinema por todo o continente. Produtos israelenses, desde abacates e laranjas a sistemas de segurança de alta tecnologia, estão a inundar mercados europeus como nunca antes. Instituições académicas israelenses estão a desfrutar um acordo de associação especial, muito lucrativo, com órgãos relevantes na UE. Grupos de dança israelenses, bandas de cantores e orquestras são convidados a tours e festivais europeus como se Israel fosse não só um membro normal como também o mais favorecido do assim chamado mundo "civilizado". O outrora desbotado abraço da Europa a Israel tornou-se um intenso, aberto e enigmático caso de amor.

Se a Europa pensa que pode assim arrepender-se do seu Holocausto contra a sua própria população judia, ela está de facto a facilitar vergonhosamente e conscientemente a validação de actos de genocídio recentes contra o povo da Palestina. Mas os palestinos, parece, não contam muito, pois somos encarados não só por Israel como também pelos seus velhos patrocinadores "brancos" e aliados como humanos inferiores, ou relativos. O continente que inventou o moderno genocídio e foi responsável nos últimos dois séculos por massacrar mais seres humanos, sobretudo "humanos relativos", do que todos os outros continentes juntos está a acobertar crimes que recordam em qualidade, embora certamente não em quantidade, os seus próprios odiosos crimes contra a humanidade.

Em nenhum outro assunto internacional, talvez, pode o establishment europeu ser acusado de ser tão desinteressado e indiferente para com a sua própria opinião pública. Enquanto apelos pelo boicote a Israel como um Estado apartheid estão vagarosa mas firmemente a difundir-se entre organizações e sindicatos da sociedade civil europeia, esboçando paralelos perturbadores com o boicote ao apartheid da África do Sul, os governos europeus estão a considerar difícil distinguir-se da posição abertamente cúmplice dos EUA. Mesmo os clichés europeus de condenação e "exprimindo profunda preocupação" tornaram-se mais raros do que nunca nos dias de hoje. Além disso, a cruel e desafiadora violação de Israel das próprias leis de direitos humanos da Europa são ignoradas sempre que alguém questiona se Israel deveria continuar a beneficiar do seu magnânimo acordo de associação com a UE apesar da sua ocupação militar, colonização e horrendo récord de abuso dos direitos humanos contra as suas vítimas palestinas. Se isto não é cumplicidade, então o que é?

Moralidade posta de parte, afundar Gaza num mar de escuridão, pobreza , morte e desespero não pode augurar nada de bom para a Europa. Ao apoiar activamente um ambiente conducente à ascensão do fanatismo e da violência desesperada próximo às suas fronteiras, a Europa está loucamente a convidar a devastação para a sua entrada. Ao invés de prestar atenção – ou pelo menos considerar seriamente – apelos ao boicote, desinvestimento e sanções contra o Israel do apartheid, adoptado por virtualmente todo o espectro da sociedade civil palestina, pode em breve ter de ajustar contas com forças impossíveis de conter de violência irracional e indiscriminada e o caos resultante.

Parece que as elites europeias estão actualmente determinadas a nunca se oper a Israel, não importa que crimes cometa. É como se o clamado – e cada vez mais hipócritas – slogan sustentado por sobreviventes judeus do genocídio europeu, "Never again!" ("Nunca mais!") , fosse agora endossado pelas elites europeias com uma diferença: o acréscimo de duas letras, 's' e 't', no fim — "Never against" ("Nunca contra").

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Re: CONSTRUÇAO DO 3. TEMPLO DO REI SALOMAO - EZEQUIEL 40

Mensagem por lordakner em Ter 01 Jun 2010, 9:19 pm

quarta-feira, 12 de maio de 2010
Documentário sobre o genocídio palestino

To shoot an Elephant - Atirar num Elefante (2009)


Para baixar: Documentário de Verdade

Não deixem de ver esse documentário, em imagens chocantes, vemos até aonde vai a brutalidade do regime nazi-sionista de Israel. Imagens realmente fortes, de cortar o coração.


(Espanha, 2009, 113min - Direção: Alberto Arce e Mohammad Rujailah)

Os ataques israelenses não poupam ninguém, crianças, mulheres, ambulâncias e tudo o que se mova pode ser alvo da covardia e brutalidade de um dos exércitos mais truculentos do mundo. Se para você isso é novidade, não deixe de assistir a esse documentário

"Em 18 de janeiro de 2010 findou-se o primeiro aniversário do fim do bombardeio de Israel sobre Gaza - ataque que durou de 27 de dezembro de 2008 até 18 de janeiro de 2009 e que terminou com a vida de 1.412 palestinos.
O documentário To Shoot An Elephant (TSAE) narra, do interior da Faixa de Gaza, os acontecimentos durante aqueles dias. Convertido em narração direta e privilegiada dos bombardeios, quer ser ferramenta para fazer frente à propaganda israelense e ao silêncio internacional.
http://blogdocappacete.blogspot.com/2010/05/documentario-sobre-o-genocidio.html

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Re: CONSTRUÇAO DO 3. TEMPLO DO REI SALOMAO - EZEQUIEL 40

Mensagem por lordakner em Ter 01 Jun 2010, 9:19 pm

Genocídio na Palestina e desesperança com Obama
A cada novo tom mais belicista e mais genocida das declarações das autoridades israelenses, mais o atual sistema de nações se mostra inválido e indecente. O assassínio tramado contra o povo palestino, a pretexto da exterminação do grupo Hamas, revela que os dirigentes do Estado de Israel passaram à fase de experimentação a terceiros das técnicas empregadas pelos nazistas na segunda guerra mundial: confinamento, isolamento, humilhação, campos de concentração e mortes de forma cruel e covarde.

O mapa do mundo contemporâneo é o mapa das guerras e de conflitos bélicos em todos os continentes. Na Ásia [Tibete, Índia e Paquistão, Afeganistão], na África [Congo, Zimbábue, Nigéria], na Europa [Bálcãs, Chechênia, Georgia], Oriente Médio [Iraque, Israel, Palestina, Irã] e na América Latina [Colômbia, México], espocam conflitos graves que não são solucionados porque as maiores potências e suas mega-empresas estão diretamente envolvidas e têm interesses econômicos e geopolíticos diretos. É da natureza mesma do capitalismo experimentar as transformações de longo prazo em contextos de crises, guerras e desordens.

No caso do Oriente Médio, não haverá solução enquanto os Estados Unidos e o conjunto das principais nações do globo não intervierem diretamente no conflito. Intervenção para retomar as resoluções da ONU consensualmente aprovadas e nunca cumpridas por Israel desde 1967 e para estabelecer as condições fundamentais de coexistência dos dois Estados, duas Nações e dois Povos com soberania e sem agressão.

Esta realidade, porém, parece estar muito distante. O silêncio de Barak Obama a respeito das agressões dos últimos dias, supera o protocolo e a formalidade de quem não é ainda o presidente em exercício dos EUA e assume a forma de uma cumplicidade desapontadora das expectativas mundiais que se ergueram com sua eleição.

Um dos melhores jornalistas do mundo e melhor e mais experimentado de todos os correspondentes de guerra, Robert Fisk, do jornal britânico The Independent, tem argumentos sólidos para crer-se que as decepções do dia seguinte com Obama poderão ser equivalentes às enormes ilusões alimentadas na véspera.

Em artigo publicado no Página12 da argentina, Robert Fisk escreve o artigo “Con Obama no esperen progresos: “Si documentar es, como sospecho, dejar constancia de las irresponsabilidades de la humanidad, los últimos días de 2008 constatan mi visión. Empecemos con el hombre que no va a cambiar Medio Oriente, Barack Obama, quien como era predecible fue la “persona del año” de la revista Time. Ahí, oculta en una larga y tediosa entrevista, está la única frase que Obama le dedica al conflicto árabe-israelí: “Veremos si podemos construir sobre el progreso que ya se logró, aunque sea a nivel de conversaciones, en torno del asunto israelo-palestino; ésa será una prioridad”.
¿De qué habla este hombre? ¿Construir sobre el progreso? ¿Cuál progreso? Con otra guerra civil a punto de estallar entre Hamas y la Autoridad Palestina (AP), con Benjamin Netanyahu como contendiente para ser el próximo primer ministro, con el monstruoso muro israelí en Cisjordania y los israelíes construyendo cada vez más nuevas colonias en tierras árabes, mientras los palestinos siguen disparando cohetes sobre Sderot, ¿Obama cree que hay "progreso" sobre el cual construir?”

Não haverá paz no mundo enquanto não houver uma solução digna envolvendo o povo palestino e pacificando o Oriente Médio. Infelizmente 2009 começou mais cedo, prenunciando os tempos tenebrosos que seguirão e vencerão a sensatez.

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Re: CONSTRUÇAO DO 3. TEMPLO DO REI SALOMAO - EZEQUIEL 40

Mensagem por lordakner em Ter 01 Jun 2010, 9:20 pm

Por trás do novo massacre de Gaza
Submitted by layla on ter, 03/25/2008 - 06:02

Por que Israel atacou Gaza com tamanha brutalidade? Será que o governo israelense pensou, por um minuto apenas, que seus ataques indiscriminados poderiam parar, ao contrário de aumentar, a freqüência de ataques contra suas terras ocupadas? São perguntas a serem respondidas, mas que a mídia ocidental evita considerar. As teorias apologistas a Israel são muitas, mas, ao que tudo indica, a realidade é única e simples.
Ao tentar compreender o que aconteceu, o jornalista israelense Gideon Levy e o palestino Abd al-Bari Atwan, este editor-chefe do diário Al-Quds Al-Arabi, chegaram a duas conclusões diferentes – nenhuma delas apresentadas pela mídia ocidental, que simplesmente insiste no fraco discurso da “auto-defesa de Israel”.
Para o israelense, o ministro da Defesa de Israel, Ehud Barak, queria demonstrar ao insatisfeito público israelense que ele estava “fazendo alguma coisa” quanto ao lançamento de foguetes palestinos. Para o palestino, o massacre de Gaza representou um novo passo do “genocídio” e da “limpeza étnica” conduzidos diariamente por Israel na Palestina. Ambos concordaram que a matança de mais de 120 civis palestinos em poucos dias foi um massacre, mas discordaram no uso da terminologia que o classifica.
O uso de termos como “genocídio” e “limpeza étnica” normalmente gera debates entre defensores de Israel e do povo palestino. Isso se deve, na maioria dos casos, à sensibilidade do Ocidente em associar Israel a tais termos. Mas o novo massacre de Gaza pode trazer alguma mudança nesse campo. De acordo com o vice-ministro da Defesa de Israel, Matan Vilnai, em mensagem aos palestinos de Gaza em uma entrevista a uma rádio israelense na
véspera do massacre, “esperem um Holocausto maior”. A mensagem do governo israelense foi clara e simples, sem margem para debates. Mas colocando a guerra da terminologia de lado, devemos mesmo acreditar que os ssassinatos de Gaza – uma clara violação da Lei Internacional e dos direitos humanos – se destinavam a mudar a opinião pública israelense, ou simplesmente dar continuação ao genocídio palestino?
Historicamente, qualquer decisão tomada por Israel é motivada politicamente, sem deixar de considerar todos os fatores regionais. Segundo a lógica militar de Israel, causar guerras e tensões na Palestina e no Líbano poderia desestabilizar seus maiores inimigos, a Síria e o Irã, o que favoreceria Israel. De forma alguma os Estados Unidos, aliado incondicional do “lar nacional judaico”, ficaria de fora de tal conflito (considerando seus interesses regionais, sua aliança com Israel e sua presença no Iraque). A campanha de George W. Bush em organizar e provocar uma guerra civil entre os palestinos após a histórica vitória do Hamas nas eleições palestinas de 2006, e seu empenho em armar e proteger Israel durante os intensos bombardeios aos civis libaneses no mesmo ano, mostra o quão longe o governo estadunidense está disposto a ir para defender
seus interesses conjuntos com Israel no Oriente Médio.
Voltando a Gideon Levy e Abd al-Bari Atwan, dois conceituados jornalistas de lados opostos, que certamente não foram comprados pela mídia corporativa ocidental, é preciso dizer que, mais simples do que uma mensagem ao público israelense ou uma expansão do genocídio palestino – apesar de serem duas possibilidades muito realistas – se trata da campanha regional de Israel e dos Estados Unidos. De fato, de acordo com a mais recente pesquisa realizada pela Universidade de Tel Aviv, a maioria do público israelense preferiria que seu governo negociasse a paz com o Hamas ao invés de bombardear áreas civis indiscriminadamente como tem sido
feito.
Os fatos públicos, como demonstrados pelo papel em conjunto de Estados Unidos e de Israel na última guerra contra o Líbano, na contínua campanha para amedrontar o Irã e pela função de Israel em provocar e bombardear a Síria, indicam que se tratam de planos regionais, com Gaza sendo um campo de treinamento e o alvo mais fácil para isolar e brutalizar. Fazendo papel de campo de concentração massivo com uma população faminta, Gaza deu a
Israel a oportunidade perfeita para enviar duras mensagens a seus inimigos no Oriente Médio.

Fonte: www.orientemediovivo.com.br

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Re: CONSTRUÇAO DO 3. TEMPLO DO REI SALOMAO - EZEQUIEL 40

Mensagem por lordakner em Ter 01 Jun 2010, 9:21 pm

Pronunciamento Pelo Fim do Genocídio em Gaza e contra o Tratado de Livre Comércio Mercosul-Israel

Quero, desta tribuna, destacar a mobilização da comunidade árabe de São Paulo que prepara para domingo, dia 30 de março, um ato público pelo fim do cerco a Gaza. O Ato está marcado para a Praça Osvaldo Cruz, início da Avenida Paulista, às 10 horas.

Várias entidades ligadas à causa palestina e outras vinculadas aos movimentos sociais de trabalhadores e estudantes produziram dois manifestos que considero de fundamental importância e os dou como lido desta tribuna. Um trata da questão da assinatura pelo governo brasileiro do Tratado de Livre Comércio Mercosul-Israel. Em 18 de dezembro o TLC foi assinado por todos os governos que compõem o Mercosul. Consideramos um erro político do governo brasileiro e do Mercosul, enquanto persistir o genocídio ao povo palestino não podemos manter relações comerciais privilegiadas com o Estado de Israel. O outro manifesto conclama a mobilização do povo brasileiro contra o genocídio em Gaza, os ataques israelenses estão deixando um saldo de mais de cem mortos toda a semana. Recentemente o vice-ministro de Defesa de Israel, Matan Vilnaï, ameaçou os palestinos com uma “shoah”, o termo israelense para um massacre absoluto, comparável ao que recaiu sobre os judeus da Europa durante a II Guerra Mundial. Repudiamos este tipo de declaração. Os acontecimentos na Palestina atestam para a necessidade do Brasil ter um posicionamento claro, condenar os massacres e não ratificar o acordo de livre comércio com Israel. Quero destacar que sou um dos signatários de ambos manifestos por entender que é fundamental um posicionamento claro de solidariedade e de participação ativa na luta pelos direitos do povo palestino à paz e à construção de um Estado livre e soberano.

Câmara dos Deputados, 27 de março de 2008

Manifesto contra o Tratado de Livre Comércio Mercosul-Israel

Em junho de 2006, quando Israel atacou o Líbano e a Faixa de Gaza, assassinando mais de 1000 pessoas e forçando um quarto da população libanesa ao exílio, formou-se o Comitê de Solidariedade aos Povos Árabes. Constituído por diversas entidades da sociedade civil, incluía-se entre as reivindicações básicas:

• A não assinatura do TLC (Tratado de Livre Comércio Mercosul-Israel).

Constrangido pela conjuntura, e pressionado pelas exigências da sociedade civil brasileira, o governo do Brasil declarou que não assinaria o TLC naquele momento. Passado um ano e meio, em 18 de dezembro de 2007, o TLC foi assinado por todos os países membros do Mercosul, incluindo o Brasil.
No entanto, nada mudou desde julho de 2006 que tornasse a assinatura do TLC moralmente aceitável. Não obstante a derrota do exército israelense no sul do Líbano, a população palestina continua sendo dizimada dia após dia. Em Gaza, a situação é calamitosa. O bombardeio iniciado quarta-feira (28/02) assassinou mais de cem pessoas em uma semana, das quais pelo menos metade é civil, incluindo 17 crianças mortas e 200 feridas gravemente, muitas delas mutiladas para o resto da vida, sofrendo traumas psicológicos incuráveis, como relatam as organizações internacionais de direitos humanos que operam na região (dados de 2/03). Há vários meses, Israel cortou 80% do fornecimento de luz e combustíveis a Gaza, causando o colapso do já precário sistema de saúde, o fechamento de escolas, a elevação brutal do desemprego, o colapso da economia, enfim a maior punição coletiva já vista desde o início da ocupação ilegal de Gaza, Cisjordânia (incluindo Jerusalém Leste) e Colinas do Golã, em 1967. A população de Gaza (1,4 milhão de pessoas vivendo na maior “prisão a céu aberto do planeta”) está sendo exterminada, sob os olhos do mundo. O Estado de Israel continua violando mais de 100 resoluções da ONU, particularmente aquelas que determinam a devolução dos territórios ocupados em 1967 (res. 242) e o direito de retorno dos refugiados palestinos (res. 194); continua violando as Convenções de Genebra relativas à transferência de população, trocas territoriais , e o compromisso com a saúde e bem estar de uma população sob ocupação; não acatou a decisão da Corte Internacional de Justiça (julho de 2004) relativa à derrubada do Muro do Apartheid; enfim, não acata as normas da lei internacional e do direito internacional humanitário. Ou seja, o Mercosul assinou o Tratado de Livre Comércio com Israel, no momento em que Israel destrói o comércio, a infra-estrutura e as vidas humanas em Gaza e Cisjordânia.

Finalmente, o TLC prevê o ingresso no Mercosul, sem a cobrança de impostos ou com impostos reduzidos, de mercadorias produzidas nas “zonas exclusivas israelenses”. Tais “zonas” incluem claramente os assentamentos ilegais israelenses em territórios palestinos ocupados. Implementando o TLC, o Mercosul estará não apenas apoiando de fato a opressão e o massacre do povo palestino, como contribuindo para legitimar em nível internacional, a ocupação ilegal dos Territórios Palestinos.

Fim da ocupação dos territórios palestinos!
Fim do apartheid no mundo!
Fim do cerco a Gaza!
Não ao apoio internacional à opressão e morte do povo palestino!
Não-ratificação do TLC Mercosul-Israel!

Manifesto pelo Fim do Genocídio em Gaza

É consenso entre as organizações internacionais de defesa dos direitos humanos: estamos presenciando o genocídio da população palestina da Faixa de Gaza. Gaza está cercada, Israel controla seu espaço aéreo, marítimo, e mantém fechadas as suas fronteiras. Desde 2007, cortou 80% do abastecimento de energia, combustíveis e água. Não há mais víveres, nem medicamentos básicos, pano para mortalhas, ou cimento para as sepulturas.

Os ataques israelenses estão deixando um saldo de mais de cem mortos toda semana. O alvo é a população civil, e quase metade dos atingidos, mortos, e mutilados que carregarão traumas psicológico incuráveis para o resto de suas vidas, são meras crianças. Desde 2000, em torno de
4000 palestinos foram assassinados pelas forças israelenses (metade eram crianças) e mais de 20.000 foram feridos. Em 2006, as forças israelenses assassinaram 660 cidadãos palestinos, triplicando o número em relação ao ano precedente. Na realidade, os ataques israelenses não
cessaram desde que Israel invadiu o Líbano e a Faixa de Gaza, em julho de 2006, assassinando mais de 1000 libaneses em menos de um mês. Assim mesmo, teme-se que a invasão de julho de 2006 não tenha passado de um ensaio geral do que está por vir, como informa o jornal israelense de
grande circulação, Haaretz, de 2 de março de 2008.

Quando vemos o próprio vice-ministro da Defesa israelense, Matan Vilnaï, ameaçar os palestinos com uma “shoah”, usando o termo israelense para um massacre absoluto, sem distinção entre combatente e criança, mulher ou idoso, comparável ao que recaiu sobre os judeus da Europa durante a II Guerra Mundial, então não podemos mais dizer que “não sabíamos o que estava acontecendo”. Esse crime não é só do Estado
de Israel. Ele pesará sobre a consciência do mundo, porque sabemos o que está acontecendo e não fazemos nada.

Pior do que isso, o Mercosul acaba de assinar um Tratado de Livre Comércio com Israel, no momento em que Israel destrói o comércio, a infra-estrutura e as vidas humanas em Gaza e Cisjordânia. Tratado este que configura inclusive uma violação da lei internacional e da resolução, de julho de 2004, da Corte Internacional de Justiça, recomendando que todos os países signatários das Convenções de Genebra
retirem o seu apoio ao regime ilegal de ocupação israelense dos Territórios Palestinos.

A população de Gaza não está passiva, ela luta pela sobrevivência. Os poucos e, em grande medida, inofensivos ataques dos foguetes Qassam de fabricação caseira, devem ser vistos pelo que de fato são: uma conseqüência inevitável da ocupação. A resistência palestina pode ser comparada à luta contra o nazismo ou contra o apartheid na África do
Sul. Em 23 de janeiro, cerca de meio milhão de palestinos derrubaram a muralha do posto de fronteira de Rafah e entraram no Egito, em busca de mantimentos e bens de necessidade básica.

Tampouco a população israelense é toda ela conivente com o genocídio palestino. Em fevereiro, israelenses e palestinos mobilizaram-se dos dois lados da passagem de Erez (entre Israel e a Faixa da Gaza), exigindo, não um “cessar-fogo” -como se se tratasse de uma exigência “aos dois lados de um conflito”- mas o fim imediato do bloqueio israelense, demonstrando assim sua defesa incondicional do direito à
resistência palestina contra a ocupação e o genocídio perpetrado pelo Estado de Israel.

Fim imediato do cerco a Gaza!
Não ratificação do Tratado de Livre Comércio Mercosul-Israel!
Fim imediato do Genocídio do Povo Árabe-Palestino!

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Re: CONSTRUÇAO DO 3. TEMPLO DO REI SALOMAO - EZEQUIEL 40

Mensagem por lordakner em Ter 01 Jun 2010, 9:22 pm

Artigo: Reflexões sobre o genocídio em Gaza
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Este texto é uma resposta à pensata de Sérgio Malbergier

TÁLIB MOYSÉS MOUSSALLEM
especial para Folha Online

O mundo volta os olhos, estarrecido, ao que ocorre no território hoje chamado Israel. Choca a brutalidade do exército de Israel contra civis desarmados, agências de ajuda humanitária e, quem diria, até a própria ONU (Organização das Nações Unidas).

Justifica-se tais ataques como sendo forma de proteção e "direito à autodefesa". Esta justificativa não cabe mais numa sociedade globalizada e com acesso direto às mais diversas fontes de informação. Nem o mais inocente acreditaria em tal denominação para uma resposta agressiva e desproporcional, que visa extermínio em massa e disseminação de pânico e terror.

Se por um lado os palestinos são chamados de terroristas, por outro Israel também não deixa barato, com seu terrorismo de Estado, muito bem aprendido por Tzipi Livni [ministra de Relações Exteriores de Israel] com os seus antepassados dos grupos Irgun e Stern, precursores do terrorismo atual.

Lamentavelmente, nem sempre nas nossas escolas a história é passada a limpo. Pergunte a qualquer cidadão do Oriente Médio o que é Deir Yassin. Uma breve pesquisa na Internet dará a resposta ao leitor, para que o mesmo conheça os primórdios do que hoje é Israel. E olha que este foi simplesmente o início do que o povo palestino vem sofrendo há 60 anos.

Para a violência não há justificativa. Somo a minha voz às daqueles palestinos renomados, como Edward Said e Hannan Ashrawi, que condenam os ataques palestinos. Os ataques com os foguetes Qassam devem cessar imediatamente. É preciso que o povo palestino não aceite esta forma de se pressionar alguém para ir à mesa de negociações.

Ataques com homens-bomba, com foguetes, ou qualquer outra forma violenta só pioram a imagem dos palestinos e os colocam em pé de igualdade moral com aqueles que hoje aniquilam seu povo, aumentando a espiral de violência, num jogo de vingança ridícula e sem fim.

Mas, é hora de se perguntar por que não se chega a um acordo de paz na região. Do ponto de vista dos críticos renomados, como Noam Chomsky, ainda não se sabe o que quer dizer "processo de paz" ou "comunidade internacional", termos tão usados na imprensa.

Processo de paz nos dá a sensação de que é um processo cujo único objetivo é postergar a paz. Há quantos anos o leitor ouve falar de "processo de paz"? Toda vez que se vota uma resolução da ONU, Israel viola e fica por isso mesmo. Ao contrário de outras nações que violaram resoluções, como o Iraque e de pronto foi atacado (em 1991) e, mesmo sem resolução ou propósito claro foi atacado em 2003. Hoje em dia, nem mais resoluções da ONU se tem, pois os Estados Unidos vetam todas e quaisquer onde Israel tenha que ceder um mínimo.

Será que a "comunidade internacional" que permite a invasão do Iraque por uma força esmagadora --como o Exército dos EUA- é a mesma que permite que um banho de sangue pavoroso como o atual ocorra, sem qualquer punição ou intervenção?

Afinal de contas: quem é a "comunidade internacional"? Impressiona que lemos e ouvimos que ela não pode aceitar fanáticos como iranianos desenvolvendo energia atômica, mas a mesma comunidade aceita que fanáticos de Israel tenham bomba atômica --Mordechai Vanunu que o diga e pagou anos a fio na prisão por denunciar a usina de Dimona.

Se ontem o mundo chorou (e ainda chora muito) os horrores do holocausto nazista, hoje chora o genocídio palestino perpetrado pelo poderoso Exército israelense. Não se pode justificar os crimes hediondos de hoje pelos atos sofridos no passado. Imagine se todos outros povos que sofreram genocídios resolvessem se vingar em outro povo do que sofreu no passado. O mundo estaria tomado por guerras e mais guerras.

Se hoje a desesperança de paz reina, há que se ouvir vozes a favor da paz. Acredito que as únicas forças capazes de mudar esse cenário são os moderados de um lado e do outro. Se do lado palestino há Mahmoud Abbas com sua ala de moderados, também em Israel há muito mais do que os atuais representantes sanguinários.

Felizmente, em Israel --que tem nas suas mãos a chance da paz por ser a força mais poderosa da região-- há grupos que não se calam. B'tselem, Neturei Karta, Yesh Gvul, Peace Now, Courage to Refuse são alguns representantes daqueles que realmente querem a paz.

Acompanhe seus trabalhos pela Internet e verá que a sociedade israelense tem muitas pessoas de coragem que não se calam frente ao que hoje assistem.

A paz "justa e duradoura" que tanto o presidente (?) [George W.] Bush falou e só atuou contra, só virá com um acordo onde os dois povos vivam lado a lado em dois Estados independentes sem interferência de um no outro, como queria fazer Ehud Barak nos vergonhosos acordos de Camp David, muito bem rejeitados por Arafat.

É preciso se voltar às fronteiras de 1967 e se decidir o que fazer com os refugiados e com o futuro de Jerusalém.

Se eu tivesse em minhas mãos o poder de decidir o que seria feito pela paz, não pensaria duas vezes: traria ao Brasil representantes de Israel e da Palestina para que pudessem passar aqui um tempo, testemunhar e aprender com as comunidades judaica e árabe brasileiras vivendo em paz e harmonia, como irmãos.

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Re: CONSTRUÇAO DO 3. TEMPLO DO REI SALOMAO - EZEQUIEL 40

Mensagem por lordakner em Ter 01 Jun 2010, 9:23 pm

DIGITE "GENOCÍDIO PALESTINO" NO GOOGLE.
Depois fique com essa bobagem de "Shalon Israel". te pego

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Re: CONSTRUÇAO DO 3. TEMPLO DO REI SALOMAO - EZEQUIEL 40

Mensagem por SPY em Ter 01 Jun 2010, 9:41 pm

Akner, você não leu a Bíblia toda, você deve ter lido em partes, isso não funciona comigo. Se le-la toda verá claramente que essa raça de palestinos atormenta Israel desde os primórdios da sua geração. E o Senhor Deus sempre teve que intervir POIS senão Israel não existiria, já teria se extinguido. Os palestinos de hoje são os mesmos filisteus, pois em árabe a palavra palestina vêm de philistini, de onde se originaram os filisteus. Mas Israel sempre lutou com philisteus, amorreus, heteus, fereseus, saduceus, egípcios, com todas as nações até chegar em Canaã prometida por Deus. Para sair do Egito e chegar aonde Israel está localizada hoje deu muita guerra, muita morte e muito tempo. Eu não tenho um pingo de dó desse povo invejoso arabe/palestino, vivem sugando Israel, pois é abençoado por Deus, é próspero, rico, tudo que faz prospera e esse povo palestino só pensa em aproveitar das bênçãos que Israel têm.
Até os turistas que visitam Israel são obrigados entrar em Bélem (que Israel cedeu para os palestinos) se não fosse esse lugar Belém, a palestina não existiria, pois os turistas que visitam Israel quando ficam sabendo que para visitar Belém têm que passar para o lado palestino dá até frio na espinha, voce entra lá vivo mas não tem certeza que vai sair vivo, aquele povo para demonio em cima de você. (ja fui la 3 vzes).
Se você fizer uma pergunta para um palestino: qual o seu desejo? ele vai falar : matar um israelense por dia.

E você e nem ninguém vai entender essa briga nunca, pois são mistérios que serão revelados somente no final dos tempos.

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Re: CONSTRUÇAO DO 3. TEMPLO DO REI SALOMAO - EZEQUIEL 40

Mensagem por lordakner em Ter 01 Jun 2010, 9:45 pm

Nem eu, nem a ONU, nem a COMUNIDADE INTERNACIONAL, nem ninguém CIVILIZADO.
Só os Sionistas Genocidas e os Crentes Fanáticos. oh my
PS:
E o Deus dos dois grupos é o MESMO!
Durma-se com um barulho destes.
oh my oh my oh my oh my oh my oh my oh my oh my oh my oh my oh my oh my oh my oh my oh my oh my oh my

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Re: CONSTRUÇAO DO 3. TEMPLO DO REI SALOMAO - EZEQUIEL 40

Mensagem por lordakner em Ter 01 Jun 2010, 9:54 pm

Citação de: http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,imprensa-israelense-critica-governo-apos-ataque-a-frota-humanitaria,559854,0.htm

Imprensa israelense critica governo após ataque a frota humanitária
Editoriais desta terça-feira chegaram a pedir a renúncia do ministro da Defesa
01 de junho de 2010 | 8h 11


EFE

JERUSALÉM - O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, foi alvo de uma incomum onda de críticas por parte da imprensa de seu país, que chegou a pedir a renúncia do ministro da Defesa, Ehud Barak, pelas trágicas consequências do ataque a uma frota de ajuda humanitária na segunda-feira.

Pelo menos nove pessoas morreram e quase 40 ficaram feridas no ataque aos seis navios que formavam a "Frota da Liberdade", que levava ajuda humanitária a Gaza e foi abordada pelo Exército israelense em águas internacionais.

"Onde estavam com a cabeça?", "Punho de força", "Os desaforos como método de ação", "Completa estupidez", "Liderança de tolos", "O preço de uma política deficiente" e "Fiasco em alto-mar", são alguns dos títulos de artigos de opinião e editoriais dos principais jornais de Israel nesta terça.

É a primeira vez que Netanyahu, que chegou ao poder em março de 2009 após a formação de uma coalizão de direita, enfrenta uma onda de críticas desta magnitude da opinião pública de seu país, após uma de menor intensidade em março após a pior crise diplomática com os EUA em décadas.

"Quase tudo o que fazemos nos últimos anos é afetado por alguma deficiência, por falta de inteligência... para incorrer na negligência", escreve a colunista Sima Kadmon em seu artigo diário no "Yedioth Ahronoth", o jornal de maior tiragem.

Por sua parte, com algum cinismo, seu colega de redação Amnon Abramovich lembra que "cada vez que há algo relacionado com o Exército e a segurança, o primeiro-ministro tem azar, sofre mal olhado ou é vítima de algum mau agouro".

O jornalista Eitan Haver, ex-chefe de gabinete do assassinado primeiro-ministro Yitzhak Rabin, assegura que o problema que representava a frota para Israel "podia ser resolvido de forma pacífica", mas novamente o Exército se deixou levar pela crença de que "na força está a solução".

Ben Dror Yamini, do jornal "Maariv", cita em seu artigo "Uma liderança de tolos". Para ele, é normal que líderes cometam erros, mas "é preciso saber diferenciar erros cometidos ingenuamente e erros cometidos quando o resultado é previsível de antemão".

"Se esta é a liderança israelense nos dias atuais, não acho que nenhum israelense pode dormir tranquilo frente à ameaça maior que enfrentamos (em alusão ao programa nuclear Irã)", afirma.

O escritor David Grossman argumenta no jornal "Ha'aretz" que "nenhuma explicação pode justificar o crime que foi cometido, nem há desculpa para a estupidez com que o Governo e o Exército atuaram".

Grande parte da responsabilidade, para os comentaristas, recai sobre o ministro da Defesa, o trabalhista Ehud Barak, a quem outro influente colunista, Sver Ploztker, do jornal "Yedioth", exige sua renúncia.

"Não importa como foi tomada a decisão de cair na armadilha, na provocação do Hamas, e não importa que outras alternativas havia. A única coisa que importa é que Barak fracassou e deve renunciar", escreveu.

No mesmo sentido, Nahum Barnea, outro dos pilares da imprensa israelense, lembra que o titular da Defesa costuma dizer aos quatro ventos que seu lema de vida é "o resultado é a única prova da eficácia" e que "se este é o resultado, o ataque à frota... Abre muitas dúvidas".

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Re: CONSTRUÇAO DO 3. TEMPLO DO REI SALOMAO - EZEQUIEL 40

Mensagem por SPY em Qui 03 Jun 2010, 9:02 pm

Vc fala que o Deus dos Israelenses é o mesmo Deus dos árabes, essa comparação eu faço com o mesmo para os crentes e para os católicos, o Deus que se invoca pode ser o mesmo, mas ha uma diferença enorme de como se cultua esse "mesmo Deus". O católico não tem nada a ver com crente, assim é o mesmo com arabes e judeus.

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Re: CONSTRUÇAO DO 3. TEMPLO DO REI SALOMAO - EZEQUIEL 40

Mensagem por lordakner em Qui 03 Jun 2010, 9:24 pm

joel harel escreveu:Vc fala que o Deus dos Israelenses é o mesmo Deus dos árabes, essa comparação eu faço com o mesmo para os crentes e para os católicos, o Deus que se invoca pode ser o mesmo, mas ha uma diferença enorme de como se cultua esse "mesmo Deus". O católico não tem nada a ver com crente, assim é o mesmo com arabes e judeus.
"Certamente" os Crentes estão certos e o resto está errado e irá queimar no fogo do Inferno e ranger os dentes por toda a eternidade. oh my
Acertei? oh my

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Re: CONSTRUÇAO DO 3. TEMPLO DO REI SALOMAO - EZEQUIEL 40

Mensagem por SPY em Sab 05 Jun 2010, 12:20 am

lordakner escreveu:
joel harel escreveu:Vc fala que o Deus dos Israelenses é o mesmo Deus dos árabes, essa comparação eu faço com o mesmo para os crentes e para os católicos, o Deus que se invoca pode ser o mesmo, mas ha uma diferença enorme de como se cultua esse "mesmo Deus". O católico não tem nada a ver com crente, assim é o mesmo com arabes e judeus.
"Certamente" os Crentes estão certos e o resto está errado e irá queimar no fogo do Inferno e ranger os dentes por toda a eternidade. oh my
Acertei? oh my

Nobre e Insistente akner, esse julgamento deixo para Yaveh.
abraço.

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Re: CONSTRUÇAO DO 3. TEMPLO DO REI SALOMAO - EZEQUIEL 40

Mensagem por lordakner em Sab 05 Jun 2010, 12:25 am

joel harel escreveu:
lordakner escreveu:
joel harel escreveu:Vc fala que o Deus dos Israelenses é o mesmo Deus dos árabes, essa comparação eu faço com o mesmo para os crentes e para os católicos, o Deus que se invoca pode ser o mesmo, mas ha uma diferença enorme de como se cultua esse "mesmo Deus". O católico não tem nada a ver com crente, assim é o mesmo com arabes e judeus.
"Certamente" os Crentes estão certos e o resto está errado e irá queimar no fogo do Inferno e ranger os dentes por toda a eternidade. oh my
Acertei? oh my

Nobre e Insistente akner, esse julgamento deixo para Yaveh.
abraço.
Você não tem certeza de estar "do lado" certo? oh my

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Re: CONSTRUÇAO DO 3. TEMPLO DO REI SALOMAO - EZEQUIEL 40

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