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A Origem da Bíblia

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A Origem da Bíblia

Mensagem por Ed em Seg 02 Mar 2009, 6:54 am

Para muitos, a origem da Bíblia pode ser assim resumida: “Uma simples tradução da interpretação de uma tradição oral... Portanto, um livro de lendas, que não merece credibilidade alguma com respeito aos textos originais”. Infelizmente, esta declaração é feita por pessoas incrédulas e até mesmo por muitos que se autodenominam cristãos.

Traduções bíblicas como a Versão Autorizada de 1611 da Bíblia King James procedem de cópias de manuscritos antigos, tais como o Texto Massorético (Velho Testamento) e oTextus Receptus (Novo Testamento), os quais não são “traduções de textos traduzidos de outras interpretações. Algumas das diferenças principais entre as traduções hodiernas da Bíblia relacionam-se ao modo pelo qual os tradutores interpretam uma palavra, ou uma sentença da língua original da fonte textual. (Hebraico, Aramaico e Grego).

A confiabilidade dos manuscritos antigos- Outro desafio à origem da Bíblia é o da confiabilidade dos manuscritos antigos, dos quais as várias versões têm sido traduzidas. Existe uma ampla evidência da confiabilidade dos manuscritos [supracitados]. Existem mais de 14.000 manuscritos e fragmentos do Velho Testamento, que foram copiados nas regiões do Oriente Médio, do Mediterrâneo e da Europa, os quais concordam perfeitamente uns com os outros. Os Pergaminhos do Mar Morto, descobertos em Israel nos anos 1940 e 1950, provêem também uma fenomenal evidência à confiabilidade da antiga transmissão das Escrituras judaicas (VT), antes do nascimento de Jesus Cristo. Os escribas judeus que copiavam as Escrituras dedicaram suas vidas à preservação da exatidão dos livros sagrados. Estes escribas iam a extremos, no sentido de garantir a confiabilidade dos manuscritos. Eles eram altamente treinados e meticulosamente observados, devendo comparar cada letra, palavra e parágrafo manuscritos com o pergaminho que estava sendo copiado. Bastava um simples erro para que todo o texto fosse destruído e o trabalho recomeçado. [N.T.: Nesse tempo não havia a possibilidade de um “delete”, a fim de apagar o erro e voltar a escrever corretamente].

A evidência do manuscrito para a composição do Novo Testamento é enorme, com um grande número de cópias e fragmentos conhecidos, os quais chegam a mais de 5.300 do original grego, dos quais, cerca de 800 foram copiados nos séculos II e III, às vezes com um lapso de tempo decorrido entre os autógrafos originais e as primeiras cópias de apenas 60 anos. Esta evidência dos manuscritos subrepuja em muito a confiabilidade de outros escritos seculares antigos, os quais são considerados autênticos em nossos dias. Vejamos alguns deles:

The Gallic Wars, de Júlio César, com apenas 20 manuscritos existentes, com o mais antigo, datando de 1.000 anos, após o autógrafo original.

Younger’s History, de Plínio, com 7 manuscritos, datando de 750 anos, após o manuscrito original.

“History”, de Trucídides, com 8 manuscritos, datando de 1.300 anos.

“History”, de Heródoto, com 8 manuscritos, datando de 1.300 anos.

Sófocles, 193 manuscritos, datando de 1.400 anos.

Eurípedes, com 9 manuscritos, datando de 1.500 anos.

Aristóteles, com 49 manuscritos, datando de 1.400 anos.

A Ilíada de Homero, o mais famoso livro da Grécia antiga, tem 643 cópias de manuscritos como apoio. Nessas cópias, existem 764 linhas disputáveis, enquanto em todos os manuscritos do Novo Testamento, existem apenas 40 linhas (Norman Geisler & William E. Nix, “A General Introduction of the Bible”, Moody, Chicago, revisado e ampliado em 1986, p. 367). De fato, muitas pessoas desconhecem o fato de que cada uma das 37 peças teatrais de William Shakespeare (escritas nos anos 1.600) possui lacunas nos manuscritos sobreviventes, tendo forçado os eruditos a “preenchê-las”. Isto é NADA, comparado com as mais de 5.300 cópias de fragmentos do Novo Testamento, as quais, quando reunidas, dão a garantia absoluta de que nada foi perdido. A verdade é que o Novo Testamento, exceto por 11 versos, pode ser reconstruído a partir (dos escritos/citações) dos antigos pais da igreja, nos séculos II e III (Ibid, p. 24).

O Poder da Profecia no sentido de mostrar a confiabilidade da Bíblia -A origem da Bíblia é divina. Ela é um livro histórico, totalmente apoiado pela Arqueologia e também um livro profético, cujas profecias têm-se cumprido à risca, até os dias de hoje. A Bíblia é a carta de Deus para a humanidade, com os seus 66 livros escritos por 40 autores divinamente inspirados, durante 1.600 anos. A afirmação da inspiração divina pode parecer ilusória [N.T.: nada realista para os incrédulos, alguns dos quais posando de líderes cristãos]; porém, um estudo cuidadoso e honesto das Escrituras pode comprovar esta verdade. A Bíblia tem comprovado sua autoridade divina através de centenas de profecias cumpridas. Espantosamente, nenhuma delas comprovou falsidade alguma. A verdade é que Deus usou a profecia como uma comprovação da autoria divina da Bíblia, o que pode ser visto num estudo criterioso da mesma. Os cépticos deveriam indagar a si mesmos: “Será que a indústria do jogo iria existir, se as pessoas pudessem prever o futuro?” Ora, nenhum outro livro sequer se aproxima da Bíblia na quantidade de evidências no sentido de prever o futuro, o que apóia a sua credibilidade, autenticidade e autoria divina.

As contradições encontradas na Bíblia- As supostas contradições (e erros) encontrados nas edições modernas da Bíblia têm sido a principal barreira intelectual para muitos cépticos. É impressionante como tantos críticos se referem à “lista” de contradições, ao mesmo tempo em que rejeitam a Bíblia, mesmo sem jamais terem lido, criteriosamente, uma versão confiável da mesma. Claro que, se a Bíblia contém erros, isto deveria mostrar que essas partes da Escritura não poderiam ter provindo da inspiração divina. Contudo, é mais fácil acusar o LIVRO de erros e contradições, do que se aprofundar no estudo do mesmo, a fim de descobrir como é difícil comprovar erros na Palavra de Deus.

Uma questão de definição e análise - As “contradições” da Bíblia precisam ser analisadas sob as regras tradicionais da lógica e da razão. À primeira vista, uma determinada escritura pode parecer contraditória em relação à outra. Contudo, uma investigação adicional pode revelar algo diferente. Antes de tudo, os cépticos sinceros deveriam concordar com a definição da palavra “contradição” e com a “Lei da Não Contradição”. A “Lei da Não Contradição”, que é a base de toda a racionalização lógica, determina que algo não pode ser “a” e “não a”, ao mesmo tempo e no mesmo lugar. Por exemplo, não pode ser dia e noite, ao mesmo tempo e no mesmo lugar. Ora, se uma escritura bíblica viola esta lei, então uma contradição terá sido estabelecida. Contudo, baseando-se na mesma lei, duas declarações podem diferir, sem que se tornem contraditórias. Vejamos a seguir:

Uma testemunha arrolada num tribunal do júri pode testemunhar que viu duas pessoas na cena de um crime, digamos João e José. Outra testemunha pode afirmar que viu apenas José. Estas duas declarações não chegam a ser contraditórias e até podem ser complementares. Pois esta é a natureza de algumas das supostas contradições na Bíblia. Em Mateus 9:27, lemos que Jesus curou dois cegos. Já, em Marcos 8:22-26 e Lucas 18:35-43, lemos sobre apenas um homem cego encontrando Jesus. Em Mateus e Marcos, lemos que Jesus foi orar sozinho, três vezes, no Getsêmane; enquanto em Lucas, lemos que Jesus foi orar “numa ocasião”. Sob as regras da evidência da “Lei da Não Contradição”, estas escrituras não são contraditórias e, mesmo assim, elas fazem parte da infamante lista dos cépticos.

Uma questão de tradução e de contexto - Algumas “contradições” bíblicas assim aparecem apenas em razão de algumas passagens intricadas da tradução bíblica. Uma análise das línguas originais da Bíblia (Hebraico para o VT e Grego para o NT) pode resolver muitos itens aparentemente contraditórios. Isto não difere de qualquer revisão textual de outro material de tradução. Todas as línguas (inclusive o Hebraico e o Grego) possuem limitações especiais e nuances que dificultam a tradução. O contexto histórico da tradução também pode causar algum erro na compreensão. Vamos ver um exemplo:

No Livro de Atos, temos duas narrativas sobre a conversão de Paulo, na estrada de Damasco. Em Atos 9:7, lemos: “E os homens, que iam com ele, pararam espantados, ouvindo a voz, mas não vendo ninguém”. Já em Atos 22:9, lemos: “E os que estavam comigo viram, em verdade, a luz, e se atemorizaram muito, mas não ouviram a voz daquele que falava comigo”. À primeira vista, estas duas narrativas parecem contraditórias. Uma diz que os companheiros de Paulo ouviram a voz, enquanto a outra diz que eles não a ouviram. A construção do verbo “ouvir” (akouo) não é a mesma nas duas narrativas. Em Atos 9:7, o verbo é usado no genitivo; em Atos 22:9, ele é usado no acusativo. A construção no genitivo expressa simplesmente que algo está sendo ouvido, ou que um determinado som alcança o ouvido, não indicando que a pessoa entenda ou não o que ouviu. Já, a construção no acusativo descreve uma compreensão mental no ato de ouvir a mensagem falada. A partir daí, torna-se evidente que as duas passagens não são contraditórias. (W. F. Arnt, “Does the Bible Contradicts Itself?” , pp. 13 e 14).

Neste caso, Atos 22:9 não está negando que os companheiros de Paulo tenham ouvido a voz, mas apenas que não entenderam os sons que lhes chegavam aos ouvidos.

Que o leitor investigue criteriosamente, por si mesmo, as narrativas da Bíblia. É tremendamente absurdo como algumas pessoas rejeitam a Palavra de Deus, focalizando uma “lista” de supostas contradições bíblicas. Contudo, quando apresentadas à evidência do milagre de como a Bíblia tem sobrevivido a todos os ataques, durante tantos séculos; de sua integridade e veracidade histórica, da evidência arqueológica, dos registros científicos, dos registros seculares corroborando a sua autenticidade e das centenas de profecias cumpridas, depressa, essas pessoas desviam os olhos...

Quando a Bíblia é comparada, amplamente, com outros escritos históricos, as pessoas, obviamente, costumam usar dois pesos e duas medidas em matéria de crítica. Devemos nos lembrar que “Deus não é Deus de confusão” (1 Coríntios 14:33). Deste modo, quando alguém chegar perto de você, amigo cristão, mostrando uma suposta contradição na Bíblia, procure investigar o assunto, de boa vontade, sob a luz do Espírito Santo, a fim de não cair nas mentiras insufladas pelo “deus deste século”.

Traduzido de http://www.allabouttruth.org/origin-of-the-bible.htm


Porque nós não somos, como muitos, falsificadores da palavra de Deus, antes falamos de Cristo com sinceridade, como de Deus na presença de Deus 2Co 2:17

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