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Sexo na mídia alimenta promiscuidade entre jovens, diz estudo

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cora??o Sexo na mídia alimenta promiscuidade entre jovens, diz estudo

Mensagem por athos em Seg 19 Jan 2009, 5:05 pm


Músicas, revistas, programas de TV e filmes com uma grande carga sexual levam os jovens a iniciar sua vida sexual mais cedo, agindo talvez como "companheiros" virtuais a lhes dizer que todas as outras pessoas estão fazendo isso, revelou um estudo divulgado na segunda-feira.

"Essa é a primeira vez que mostramos que, o quanto maior a exposição das crianças ao sexo nos meios de comunicação, mais cedo vão praticar sexo", disse Jane Brown, da Universidade da Carolina do Norte (EUA) e principal autora do relatório.

Pesquisas anteriores limitaram-se à TV, disse o estudo que avaliou 1.017 adolescentes entre 12 e 14 anos e, depois uma segunda vez, dois anos mais tarde.

Eles foram observados para medir sua exposição, durante os dois anos, a 264 itens -- filmes, TV, shows, músicas e revistas -- analisados segundo seu conteúdo sexual.

Em geral, o estudo descobriu que quanto maior os níveis de exposição maior o nível de atividade sexual.

O efeito não se mostrou tão pronunciado entre os negros, apontou o relatório, e isso talvez porque os negros presentes no estudo eram mais experientes sexualmente que os brancos, o que diminuiu o poder de influência dos meios de comunicação nos dois anos estudados.

A taxa de adolescentes grávidas nos EUA é de três a dez vezes maior do que a encontrada em outros países desenvolvidos, fazendo desse fenômeno e da exposição a doenças sexualmente transmissíveis uma grande preocupação da área de saúde pública do país, disse o estudo.

Simultaneamente, os pais tendem a não falar com seus filhos sobre sexo de forma sincera e no momento certo, deixando um vácuo no qual os meios de comunicação tornam-se poderosos educadores sexuais, fornecendo "a imagem freqüente de que o sexo é divertido e não representa riscos".

O estudo foi publicado na edição de abril da revista Pediatrics, da Academia Americana de Pediatria. Uma parte dos dados já havia sido divulgada na revista Journal of dolescent Health.

A pesquisa foi realizada em várias escolas da Carolina do Norte. Os autores disseram não ter medido o impacto da exposição de material pornográfico na Internet porque, quando a pesquisa começou, em 2001, poucos adolescentes tinham acesso à rede.

Um estudo adicional deveria incluir a exposição a material divulgado via Internet, sugeriram os pesquisadores.

"Foram necessários vários estudos ao longo dos anos para determinar que a violência nos meios de comunicação intensifica o comportamento agressivo das crianças", afirmou o estudo.

"Em vista das descobertas consistentes relacionadas com a violência nos meios de comunicação, seria prudente não esperarmos durante décadas para chegar à conclusão de que os meios de comunicação também são importantes como fontes de normas sexuais para os jovens", acrescentou.

Por Michael Conlon, CHICAGO, Estados Unidos (Reuters)


Cal escreveu:A ideia de Deus é irrefutável, pois nada provaria que Ele não existe.

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cora??o Re: Sexo na mídia alimenta promiscuidade entre jovens, diz estudo

Mensagem por Iane em Seg 19 Jan 2009, 10:43 pm

nada que uma boa conversa entre pai e filho nao resolva


" Quero ser eu, com minha cara azeda e absurdamente açucarada."

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cora??o Re: Sexo na mídia alimenta promiscuidade entre jovens, diz estudo

Mensagem por Eduardo em Ter 24 Nov 2009, 11:50 pm

Os novos altares e as "pulseiras do sexo"


Embora não seja um assunto diretamente ligado ao escopo deste espaço, apesar de representar um sinal dos tempos em que vivemos, chamou-me a atenção esta questão noticiada em diversos periódicos sobre uma nova moda que campeia entre os jovens, as chamadas "pulseiras do sexo".

Resumidamente, trata-se de um "jogo" (Snap), em que os portadores dos ditos apetrechos se sujeitam desde a troca de atos de carinho até o ato sexual em si considerado com base nas cores das citadas pulseiras. Mais detalhes aqui, aqui e aqui.

Nenhuma novidade e não é de se espantar, face ao padrão do mundo.

Mas nós não somos do mundo (Rm 12:2).

Assim, gostaria de circunscrever estas linhas à realidade dos chamados "born again" ("nascidos de novo"). Faço isso porque recentemente também pude me deparar com duras críticas ao artigo "Altar de Hollywood" publicado no novo blog "Conexão JA".

É interessante como somos rápidos em dizer que não haveria drogas se não houvesse consumidores, que tudo isso é produto do pecado e que nós como renascidos não fazemos parte e não contibuímos para essa realidade. Ao que parece, somos ótimos com obviedades, mas extremamente claudicantes com outras "drogas" modernas, segundo nossas próprias conveniências.

Conectando os temas, sem ainda oferecer respostas prontas, creio que algumas perguntas necessitam serem consideradas pelos sinceros filhos de Deus:

- Os veios seculares (estado, indústria, comércio, centros de formação acadêmicos, televisão, cinema, internet, revistas, jornais, videogames, música, moda, etc) do nosso atual tecido social influenciam as condutas das pessoas?
- Quais destes são imprescindíveis ou inescusáveis para o nosso jordanear neste vale de sombras em que vivemos atualmente?
- Temos opções para boas escolhas nestes contextos?

Certamente interfaceados com esta linha de questionamento, alguns poderiam tender a citar Jesus descontextualizadamente (João 17:14), ou ainda Paulo (I Te 5:21), para argumentar que estamos no mundo e que devemos ter discernimento sobre as coisas. Nada mais sofístico, com base no próprio Paulo (Fl 4:8) e principalmente em Jesus (Mt 6:13), que nos exortam a estabelecer condutas que direcionem o nosso pensamento ao céu e que não contribuam para as tentações, já que devemos pedir a Deus que delas nos livre.

Com base nessas considerações, queiramos ou não, acreditemos ou não, nossas opções estão ligadas à construção de dois tipos de realidades: o "reino do eu", ou o "Reino de Deus", tanto para nós, como para o mundo a quem deveríamos estar oferecendo a salvação na pessoa de Jesus. E por este prisma:

Mt 12:30 - Quem não é comigo é contra mim; e quem comigo não ajunta, espalha.

Assim, mais algumas questões: O que temos "financiado" com nossas opções atuais? Talvez as "pulseiras do sexo"? Alguém ousaria dizer que não?

Escolhamos HOJE, onde ergueremos nosso próximo altar.


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cora??o Re: Sexo na mídia alimenta promiscuidade entre jovens, diz estudo

Mensagem por Eduardo em Qui 26 Nov 2009, 9:43 pm

Desculpas para a licenciosidade


Deu no Gazeta Online: "Os mais atentos já notaram que adolescentes vêm incrementando o visual com mais um item: uma colorida pulseira de plástico. O objeto parece inocente. Mas, na realidade, é um código para experiências sexuais, onde cada cor significa um grau de intimidade, desde um abraço até o sexo propriamente dito. As pulseirinhas de silicone, agora promovidas 'a pulseiras do sexo', geraram o maior burburinho desde que começaram a aparecer. Alguns nem imaginam do que se trata. A moda, iniciada na Inglaterra, se disseminou pelo mundo, principalmente via internet, e é febre também dentro das escolas.

"Quem usa as pulseiras está automaticamente participando de um tipo de jogo (o Snap), que funciona assim: uns tentam arrebentar a pulseira do outro. Aquele que consegue ganha o direito ao 'ato' ao qual a cor da pulseira corresponde. As 'prendas' vão desde um carinho até uma atividade sexual.

"Há pais que já ligaram o sinal de alerta. E muitos ficam chocados quando descobrem que a pulseira usada pelo filho serve para esse tipo de 'brincadeira'." (...)

Esta foi publicada no blog Mulher 7x7: “Teve uma época em que circulou até uma corrente de e-mails alertando para o perigo de ser dopado em uma festa qualquer e acabar em uma banheira cheia de gelo, sem um rim, mas, de maneira geral, nunca pensei muito nesse risco. Talvez porque as medidas para evitar o perigo são simples: comprar pessoalmente a bebida que for consumir, ficar de olho no copo quando ele não estiver na sua mão e não aceitar ofertas de estranhos. Simples, não?

"Mesmo assim, ainda acontece de pessoas, principalmente mulheres, prestarem queixa de que foram vítimas do 'boa noite, Cinderela'. Mas, segundo um estudo publicado recentemente aqui no Reino Unido, a história está mais para conto da Carochinha: os pais devem se preocupar menos com o que pode estar dentro da bebida das filhas e mais com a bebida em si.

"De acordo com um acompanhamento feito pelo hospital Wrexham Maelor durante um ano, nenhuma das 75 pessoas que alegaram terem sido dopadas tinha traços de drogas no sangue. Nada de GHB, de quetamina ou de Rohypnol, substâncias usadas no golpe. O que o resultado apontava era uma quantidade exagerada de álcool no sangue dos pacientes, em sua maioria mulheres.

"A conclusão do estudo, apresentado em uma reportagem do jornal britânico Daily Mail, é que muitas mulheres recorrem ao ‘boa noite, Cinderela’ como uma desculpa por terem bebido demais e perdido o controle sobre si mesmas. Elas preferem acreditar que uma droga colocada por um estranho, e não os drinques que tomaram, seja responsável pelas loucuras que fizeram ou pela amnésia que enfrentam.

"'Sempre há uma suspeita de que as pessoas vão dizer que foram dopadas quando, talvez, elas tenham errado na avaliação da quantidade de álcool que ingeriram', diz Peter Saul, um dos médicos que conduziram a pesquisa. 'Se você for para casa e seus pais estiverem lá, e você chegar num estado terrível, depois de vir vomitando pelo caminho, você vai ganhar a simpatia deles se disser: 'Colocaram droga na minha bebida.' O mesmo não acontecerá se você disser: 'Bebi demais.' (...)

"Ao exagerar na quantidade de drinques, muitas mulheres acabam se colocando, involuntariamente, numa posição vulnerável. Com o poder de julgamento prejudicado e os sentidos amortecidos pelo álcool, elas podem virar presas fáceis para estupradores. E a confusão sobre o que de fato aconteceu pode prejudicar a apuração do crime."

Nota: Não faltam desculpas e subterfúgios para dar vazão aos instintos e ao pecado. Só que as consequências dessa vida desregrada do prazer pelo prazer cobram uma conta alta a curto, médio e longo prazo. As marcas físicas e psicológicas de atitudes impensadas podem ficar para a vida toda. O estilo de vida preconizado na Bíblia (o qual tem que ver com fidelidade, pureza, amor desinteressado, doação, etc.) continua e continuará sendo aquele que satisfaz nossos anseios por felicidade e realização. Experimente![MB]


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