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Finanças no lar - como nao ficar endividado

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Finanças no lar - como nao ficar endividado

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Dom 18 Jan 2009, 5:40 pm

Galera vou postar aqui algumas reportagens que eu tenho aqui na minha maquina. Quem sabe nao ajuda vc a nao ficar endividado e aprenda a economizar...

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Re: Finanças no lar - como nao ficar endividado

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Dom 18 Jan 2009, 5:43 pm



Natal com o bolso cheio

Em época de crise, especialistas dão dicas de como economizar para pagar as contas de 2009

Rachel Vita

Rio - Ainda faltam quase 50 dias para o Natal, mas quem se programa antes das festas pode economizar. Com as incertezas na economia mundial, muitos comerciantes tentam segurar novos aumentos até meados deste mês, quando desembarcam mercadorias importadas no País. Especialistas consultados pelo ‘De Olho no Seu Bolso’ apostam em um Natal com produtos nacionais — mais em conta que os importados — e sugerem cortes nos gastos para encarar as contas de 2009, ano em que a crise pode se alastrar pela economia real.

Estrela do Natal passado, pelo preço perto dos R$ 10, em dias de promoção, o bacalhau já está mais salgado. Começa a ser vendido por pelo menos R$ 15 (o Saithe), um reajuste de 50%. E pode subir ainda mais — cerca de 30%, dependendo do dólar na entrega da mercadoria no Brasil. Os computadores e games, com influência do câmbio, também começaram a subir no mês passado.

Muitos supermercados, como o Prezunic, aumentaram os estoques de produtos nacionais de olho nos consumidores que se afastaram dos importados. Mais peru, chester e lombinho e menos bacalhau. Peru e chester, aliás, ainda contam com o preço antigo em muitas prateleiras, mas vão subir em breve. Reforço também nos espumantes e vinhos nacionais.

Até a Lidador, lojas de bebidas e comidas finas, adequou as compras à crise. “No ano passado, 18% dos nossos produtos eram nacionais. Com a crise, aumentou para 28%”, conta o gerente Luiz Garcia, da loja no Shopping Tijuca. Segundo ele, a empresa manteve 60% dos produtos sem aumento, reduzindo à margem de lucro: “Negociamos com fornecedores e diminuímos a margem de lucro. O movimento aumentou e fidelizamos os clientes. Crise é hora de crescer”.

O consumidor também pode fazer o mesmo. Comprar em lojas mais em conta e aumentar as reservas para se preparar para o próximo ano. “O 13º deve ser usado para pagar dívidas e separado para uma reserva. Não é hora de compras de longo prazo. Como a economia tende a desaquecer, os empregos podem ser atingidos”, avisa o economista da Fundação Getulio Vargas (FGV), André Braz, do Índice de Preços ao Consumidor (IPC).

ENTREVISTA: ‘ACIONE CIRCUIT BREAKER E PARE DE COMPRAR’

ENTREVISTA COM VERA RITA MELO, DOUTORA EM PSICOLOGIA ECONÔMICA

A doutora em Psicologia Econômica Vera Rita de Melo lembra que muitas pessoas têm dificuldade em deixar de consumir, ainda mais em época de apelo comercial. Para alguns pacientes, que procuram o divã para mudar o comportamento em relação ao dinheiro, ela usa a frase de uma aluna. “Ao ir às compras, acione o seu circuit breaker. Quando acabar o dinheiro, pare de comprar”, diz em referência ao termo da Bolsa de Valores para suspender o pregão quando atinge um limite de perdas.

— Com essa crise financeira, o melhor agora é aproveitar o 13º para realizar os desejos ou poupar?
—A gente sabe que poupar dinheiro neste momento pode aumentar a crise. O dinheiro deveria rolar para lubrificar o mercado, evitar a retração. Mas cada indivíduo deve pesar suas dívidas, suas necessidades e perspectivas. Com a crise, o emprego não está garantido e, sem o emprego, o dinheiro deixa de existir. As pessoas devem lembrar disso antes de gastar.

— Então é hora de aproveitar o 13º para pagar as contas futuras?
—As pessoas, em um primeiro momento, usam o lado sensato. É só analisar as pesquisas. Antes do Natal, falam que vão reservar para pagar IPTU, IPVA... São todos anjos. Mas no início do ano, uma nova pesquisa revela que houve empolgação nas compras e o dinheiro foi embora. Uma dica antes de comprar é lembrar o que aconteceu no ano passado, os apertos no início do ano e segurar a onda.

—Mas como segurar a onda em uma fase de tanto apelo no consumo?
—Na Psicologia Econômica, tem um termo que se aplica a isso: contas mentais. Há o desejo e se acredita que o dinheiro é infinito. Mas não é. Não deixe para mudar de idéia na boca do caixa. Muitos têm vergonha de devolver e depois se culpam. Não adianta. Quem tem dificuldade de auto-controle deve tomar atitude radical. Faz a lista do que tem que comprar. E deixe em casa o cartão de crédito e o cheque. Leve só o dinheiro que vai gastar. É como eu faço. Quando o dinheiro acabar, volta para casa.

—A lista ajuda a segurar os gastos...
—Ajuda e muito. Mas não pode deixar o papel na bolsa. Tem que executar. E não se deixar levar pela confiança excessiva de que está tudo sob controle, que no fim tudo se resolve. Sem se planejar, pode ficar inadimplente.

—Como o consumidor pode usar essas contas mentais a seu favor?
—Abre uma conta (pode ser uma com aplicação financeira), deposita o 13º e esquece dele. Fala para si mesmo como se fala para criança: ‘Não pode mexer nisso, não pode!’. (ri) E use o dinheiro para pagar de fato as contas de 2009. Faça as compras de Natal com o seu orçamento. A idéia é sair do piloto automático, do perigo de gastar tudo e cair em ciladas.


Fonte: http://odia.terra.com.br/economia/htm/natal_com_o_bolso_cheio_211717.asp

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Re: Finanças no lar - como nao ficar endividado

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Dom 18 Jan 2009, 5:55 pm


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Re: Finanças no lar - como nao ficar endividado

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Dom 18 Jan 2009, 6:01 pm



Cortar pequenos gastos ajuda a equilibrar contas


Rachel Vita



Rio - As pequenas quantias evaporam mais rapidamente do bolso, mas podem fazer toda a diferença no fim do mês. A professora Maria Aparecida Bruyn descobriu que os R$ 5 por dia para o filho mais velho almoçar fora (apesar de no colégio ter refeição) e o lanche dele na escola totalizavam uma despesa mensal de R$ 200. Ela cortou tudo e, com a sobra, poupou: uma parte vai pagar o IPTU este mês e ainda deu para comprar o móvel dos sonhos para a sala de casa.

“Para pagar o IPTU à vista e com desconto, era preciso guardar só R$ 36. Cada mês, reservava um pouco mais ou um pouco menos. Mas sempre compensava no final”, conta. O economista da Fundação Getulio Vargas (FGV), André Braz, que, a pedido da coluna De Olho no Seu Bolso ajudou a organizar o orçamento de Aparecida, deu parabéns para os Bruyn, apesar de fazer algumas (poucas) ressalvas no comportamento financeiro da família (confira no gráfico abaixo).

“Ela mal ou bem fez uma reserva mensal. Provou que é capaz de poupar e pode usar essa rotina para outros fins”, lembra Braz. Este mês, Aparecida precisou resgatar R$ 150 para uma despesa emergencial. “Ela não deve se punir por isso. A poupança serve para essas despesas inesperadas. Se ela não tivesse essa reserva, teria que pegar um empréstimo com juros altos e ganharia um outro gasto mensal”, explica o economista da FGV.

Limite para moradia

O mais importante para o economista é ter a consciência do que é possível fazer com a renda familiar, ainda mais quando é variável, como a de Fernando, marido da professora: “Quem não poupa anda mais devagar, tem mais dificuldade de conseguir as coisas do que outras pessoas que reservam. Limitar o orçamento à renda familiar deu chance a Aparecida de pagar compromissos financeiros sem contrair novas dívidas”.

O consultor da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) para programas educacionais, José Alberto Netto Filho,lembra que, entre as despesas, não se deve comprometer mais de 30% da renda líquida com moradia. “Precisa de muita disciplina para chegar lá. As pessoas acham que podem tudo. E não é assim”, alerta José Alberto.

Para equilibrar o orçamento, não precisa abrir mão de todos os prazeres da vida. Especialistas lembram que os gastos programados com antecedência rendem mais economia. A passagem aérea, por exemplo, pode custar até 200% mais se comprada em cima da viagem.


Fonte:

http://odia.terra.com.br/economia/htm/cortar_pequenos_gastos_ajuda_a_equilibrar_contas_224206.asp

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Re: Finanças no lar - como nao ficar endividado

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Dom 18 Jan 2009, 6:04 pm



Drible na crise doméstica

Família segue orientações de consultor financeiro, economiza e começa 2009 com contas no azul


Rachel Vita



Rio - Em fevereiro do ano passado, a professora da rede estadual Maria Aparecida Bruyn, 49 anos, abriu as contas da família para o ‘De Olho no Seu Bolso’. O economista André Braz, da Fundação Getulio Vargas, analisou o orçamento doméstico e deu dicas para equilibrar os gastos do casal e dos dois filhos, a fim de sobrar dinheiro para as despesas previsíveis, como o IPTU, e outras economias.

A família Bruyn fez o dever de casa: além de pagar o empréstimo consignado, o imposto municipal será quitado à vista, com o dinheiro poupado, e com desconto. “Não foi fácil. Mas valeu a pena ter o controle dos gastos para planejar melhor o orçamento da casa”, conta a professora. Como Aparecida, qualquer pessoa pode sair do vermelho (confira as dicas no gráfico da página 22) e ainda aumentar seus rendimentos por meio de aplicações financeiras.

Em tempo de crise econômica mundial, alertam os especialistas, ter as contas em dia ajuda a enfrentar com mais tranqüilidade momentos de turbulência. No entanto, não basta apenas colocar as despesas no papel: é preciso eleger prioridades, ter disciplina e se planejar. Somente com novos hábitos ao administrar as finanças — de forma mais consciente — é possível ter mais dinheiro no bolso.


Fonte: http://odia.terra.com.br/economia/htm/drible_na_crise_domestica_224223.asp

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Re: Finanças no lar - como nao ficar endividado

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Dom 18 Jan 2009, 6:08 pm


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Re: Finanças no lar - como nao ficar endividado

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