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Entrevista Com Don Richardson, Missionário Entre Canibais

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Entrevista Com Don Richardson, Missionário Entre Canibais

Mensagem por Azenilto_Brito em Sab 03 Jan 2009, 12:11 am

Entrevista com Don Richardson:

LEVANDO O EVANGELHO PARA OS CANIBAIS

Na introdução de Child Peace [em português O Totem da Paz] o autor Don Richardson, missionário entre os sawis, uma tribo que praticava o canibalismo na Nova Guiné Holandesa, conta que em muitas lendas narradas por aquele povo aos seus filhos ao redor de fogueiras, os heróis são homens que faziam amizades com o expresso propósito de mais tarde trair os amigos para os matar e comer. A expressão sawi para essa prática é “engordar com amizade para a matança”.

Quando chegou ao ponto de narrar-lhes a história da paixão de Cristo, Richardson observou, para sua grande surpresa, que ao mencionar o beijo de Judas, eles confundiram as coisas e consideraram o ato de Judas como a expressão máxima da traição. Assim, o Iscariotes surgiu perante eles como o ápice da virilidade, um homem venerável que conseguira trair o próprio Filho de Deus!

Mais tarde Richardson descobriu uma “analogia redentora” em seus costumes para transmitir-lhes a mensagem do Evangelho, como o costume nativo da designação do “filho da paz”. Esta foi a chave que usou para apresentar-lhes o Redentor e conduzir muitos deles à salvação e a vidas transformadas.

Além de estabelecer trabalho missionário entre os sawis e outros povos ao redor, Richardson escreveu outros livros, como
Lords of the Earth [Senhores da Terra] e Eternity in their Hearts [em português, O Fator Melquisedeque]. O seu O Totem da Paz foi condensado na “Seção de Livros” da revista internacional Readers' Digest, conhecida no Brasil como Seleções.

Ele também produziu uma tradução de parte da Bíblia na língua sawi.
Enquanto se dedica a pesquisa e estudo de melhores estratégias missionárias, Richardson é também reconhecido por seu trabalho antropológico e lingüístico entre aqueles povos de Irian Jaya (nome da região ocidental de Nova Guiné, atualmente sob o domínio da Indonésia). Conferencista popular nos Estados Unidos e outros países, ele veio ao Brasil em 1986 quando obtivemos esta entrevista em seu quarto no Hotel Real Park, de Belo Horizonte.


REVISTA MISSÕES – Alguns antropólogos, como a falecida Margareth Mead, fazem restrições aos esforços dos missionários em alcançar povos primitivos nas selvas. Para eles, a atividade missionária interfere nos valores, cultura e costumes desses nativos, levando-os a perderem sua identidade. Como um missionário cristão reage a tais objeções?

Richardson: Essas objeções presumem que se os missionários não forem ninguém mais irá. Mas Margareth Mead e todos os demais não podiam e não podem garantir que ninguém mais irá. Se o missionário não chegar lá primeiro, é uma mera questão de tempo até que um caçador de crocodilos, um madeireiro, um invasor de terras, um especulador imobiliário, um funcionário do governo incumbido de abrir um novo posto, um movimento guerrilheiro ou um professor ali chegarão e modificarão a cultura de qualquer maneira. Sem tomar tempo para aprender a língua do povo, introduzirão enfermidades para as quais os nativos têm pouca ou nenhuma imunidade e não levarão medicamentos para ajudá-los. Alguns certamente explorarão o povo, tomarão suas riquezas sem pagar o valor devido, os usarão como trabalhadores escravizados, ou por baixíssimo preço, interferirão em seus costumes de modo que a cultura e o próprio povo acabem destruídos.

Ao longo da história os missionários têm cometido muitos erros na maneira de abordarem certas culturas, mas, regra geral, os missionários têm sido centenas de vezes mais sensíveis, mais cuidadosos para com o nativo do que os que se lhes aproximam com motivação comercial ou política. Os guerrilheiros, por exemplo, forçam os índios a se juntarem às suas forças e os enviam para serem mortos nas frentes, de modo que o militante mesmo viva mais tempo.

Eles os obrigarão, por exemplo, a levar-lhes comida todo dia, e tudo isso causa estragos na cultura indígena. Se o missionário ali estiver, o movimento guerrilheiro mais provavelmente tratará de buscar outro lugar. A questão deve ser substituída por uma pergunta mais pragmática: chegará lá primeiro o agente de mudança cultural mais sensível? Geralmente, se o missionário não for o primeiro a ir, os interesses comerciais e políticos é que o farão. Raramente, na verdade, é o missionário o primeiro a chegar. Quando um missionário chega primeiro, tem oportunidade de preparar o povo para uma transição bem sucedida para o mundo moderno.

Eu, às vezes, dizia que, se pudesse, erigiria um muro ao redor do território dos sawis, um muro bem elevado—o que realmente seria um projeto bem dispendioso—com uma placa no lado externo dizendo: “Madeireiros, exploradores de petróleo e todos os demais, mantenham-se à distância! Esta é uma reserva étnica do povo sawi e sua cultura”.

Se eu o tivesse feito, duas coisas poderiam ter acontecido: a) O governo indonésio teria cancelado meu visto por eu ousar dizer-lhes onde podiam ir ou não em seu próprio território; b) os sawis teriam derrubado o muro a partir de dentro, devido à sua imensa curiosidade quanto ao mundo exterior, e determinados a saber o que havia do lado de fora.

Quanta curiosidade não se manifestaria se uma nave espacial do planeta Marte descesse sobre a Terra! Quão profundamente curiosos não ficaríamos para descobrir o que podemos aprender com essas criaturas de Marte! Poderiam nos mostrar como vencer o câncer? Poderiam nos mostrar como superar outras enfermidades? Poderiam nos mostrar como controlar o clima? Poderiam nos ensinar como viajar para outros planetas? Assim, manter aqueles nativos totalmente sem contato é algo ingênuo de se pensar.

Se um missionário prestar atenção a um desses antropólogos e pensar: “Bem, estava planejando ir e fazer o meu melhor por aquele povo, mas penso que é melhor não ir, seria uma coisa ruim”; enquanto ele fica em casa, algum outro indivíduo, que é assassino, traiçoeiro, sem interesse algum pelo bem-estar do povo, vai. Se os nativos tivessem que escolher, eles prefeririam que o missionário fosse.

R. M. – Como o mundo exterior pode ser levado a apreciar melhor a cultura e costume desses povos aborígenes, e respeitá-los mediante um trabalho missionário?

Richardson: O missionário ensina aos nativos os valores do mundo interior e interpreta os valores do mundo exterior para os nativos, de modo que possam melhor compreender as mudanças colossais que subitamente estão se intrometendo em seu mundo. O missionário pode também articular a interpretação desses povos aborígenes minoritários para o mundo exterior de modo que o mundo exterior tenha-lhes algum respeito e seja reduzida a possibilidade de que o mundo exterior os explore e desumanize.

Quando funcionários do governo indonésio vieram estabelecer um posto entre os sawis, fiz questão de convidá-los para jantarem comigo e mostrar-me amigável. Conversávamos por horas sobre a língua, cultura e valores dos sawis. Isso desfez a impressão que tinham de que aqueles indivíduos eram quase semelhantes a animais, sem cultura, sem inteligência. Assim, quando começaram a administrar aquela área, dirigiam-se aos nativos com maior respeito e até se gabavam a outros funcionários de que as pessoas com as quais trabalhavam eram muito inteligentes.

R. M. – Uma vez que nativos entrem em contato com os “civilizados”, como pode um missionário ajudá-los a evitar as armadilhas do materialismo, o anseio por terem novas coisas e os perigos de se tornarem escravos do consumismo que domina nosso mundo ocidental?

Richardson: Toda vez que dava a um homem sawi um machado de aço, o que representaria quase o mesmo que um automóvel representa para nós, era muito fácil que ele transformasse aquilo num ídolo. E quando eu entregava um machado para um homem da tribo, sentava-me para conversar com ele e então dizia: “Veja, este machado pode ser uma coisa maravilhosa para você, e é um instrumento maravilhoso! Enquanto precisa de centenas de golpes para derrubar uma árvore com seu machado de pedra, você pode derrubar uma árvore com apenas seis golpes com seu machado de aço, mas é ainda uma ferramenta. Algum dia ele vai ficar cego, ou cobrir-se de ferrugem, ou cair de sua canoa para dentro do rio e perder-se para sempre. Você não deve depositar sua esperança nisso. Pense neste machado como um presente de Deus, mas não o ponha acima de Deus”. Assim, eu procurava situar o machado em sua devida posição na vida deles. Conversas como essa ajudam a evitar o materialismo.

[Conclui no próximo quadro]


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Re: Entrevista Com Don Richardson, Missionário Entre Canibais

Mensagem por Azenilto_Brito em Sab 03 Jan 2009, 12:13 am


[Conclusão do quadro anterior]

R. M. – Como deve um missionário lidar com certos costumes incompatíveis com os ideais cristãos, como a poligamia, por exemplo?

Richardson: Estudei a poligamia do povo sawi. Alguns homens tinham até cinco esposas e outros homens não tinham nenhuma. Descobri que há muita violência e muita intriga diretamente relacionada com o costume da poligamia.

Ora, um antropólogo pode dizer numa sala de aula ou num livro de estudo, que todos os valores são relativos, e que se uma cultura prefere a poligamia, e se a poligamia se ajusta bem para eles, como a monogamia para nós, então que assim seja.

Eu discordo. A poligamia tem problemas intrínsecos que não ocorrem na monogamia. Entre os sawis os homens que estão casados há vários anos com duas, três, quatro, cinco esposas, têm muitas filhas crescendo em casa e utilizam essas filhas como respaldo para obterem mais esposas para si. Formam assim uma espécie de clube de troca de filhas. Um homem casado diz para outro homem casado: “Eu lhe darei esta minha filha para ser a sua quarta esposa se me der uma de suas filhas para ser minha quinta esposa”. Esse “clube de troca de filhas” tem como membros apenas homens casados que têm filhas para tais intercâmbios. Que dizer, então, de todos aqueles homens solteiros na tribo, que desejam fortemente uma companheira para si? Como podem obter uma esposa, se não contam com filhas para dar em troca? Assim, ficam excluídos do “clube”. E o que fazem é tentarem roubar ou atrair uma jovem mulher que já está prometida a algum homem mais velho, ou que já esteja casada com um homem mais velho, para segui-lo até outra aldeia e ali iniciar vida nova.

E que dizer das mulheres novas? Elas não desejam ser a esposa mais nova num harém de um homem velho. Prefeririam muito mais ser a primeira esposa de um homem atraente. Se um certo homem tem cinco esposas, a primeira delas tem talvez seus 50 anos e a mais jovem pode ser uma adolescente, enquanto as demais ficariam entre os dois extremos de idade.

Quando um marido leva uma adolescente para ser sua esposa, ele naturalmente passa a maior parte do tempo com ela e a favorece. Ela é a que dorme mais perto dele à noite, enquanto as outras esposas, que lhe fizeram milhares de refeições e enfrentaram as dores de parto de seus filhos, ficam negligenciadas. Toda a sua atenção é focalizada nessa bela garota. Aquelas esposas ficam enciumadas da esposa mais jovem e tornam-lhe a vida miserável. Colocam-na a realizar todo o trabalho duro e sujo. Maltratam-na, insultam-na e ela, diante de tanto trabalho a realizar, perde sua beleza, como é a meta das demais esposas para que não mais seja a privilegiada. Portanto, a vida se lhe torna miserável no harém, e esta não é uma situação feliz.

Daí, quando a jovem mulher percebe que um jovem lhe está fazendo sinais, convidando-a a fugir, ela não hesita em fazê-lo. Os homens mais velhos estão sempre em guarda, tentando perceber se algum homem mais jovem está tentando seduzir suas esposas mais jovens. Ante a menor suspeita, apanham suas armas, chamam os seus parentes e uma grande disputa tem lugar. Pessoas saem feridas e algumas até são mortas. Os frutos da poligamia podem ser bem amargos.

Agora, como eu me opunha à poligamia? Não o fazia de forma autoritária. Eu não dizia: “Agora, pessoal, vocês devem parar de tomar várias esposas ou Deus lhes punirá com o inferno. Serão queimados com fogo e enxofre”. De modo nenhum.

Tudo quanto fazia era mostrar-lhes o que causara aquela batalha, o que levara Fulano e Siclano a se ferirem, o que provocara a morte de Beltrano—“Sabem o que foi?—ódio, ciúmes devido à poligamia, e isso tem sido uma maldição sobre vocês por milhares de anos. Têm vivido sob essa maldição que surgiu no meio de vocês por causa do egoísmo. Vejam o que a Bíblia diz: O plano original de Deus era um homem, uma esposa, e foi a teimosia do homem que o fez abandonar os caminhos de Deus para seguir os seus próprios caminhos. Voltem para os caminhos de Deus e suas bênçãos serão parte de seus matrimônios e repousarão sobre os filhos de vocês”. E o povo começou vagarosamente a aceitar a monogamia como o ideal para a tribo sawi por si mesma, e a poligamia foi entrando em declínio.

R. M. – E a língua? Os povos primitivos têm uma estrutura gramatical lingüística e vocabulário mais simples, como seria de se esperar de uma perspectiva evolucionista? Como sentiu isso ao traduzir a Bíblia para a língua sawi?

Richardson: A idéia de povos primitivos terem uma estrutura lingüística primitiva não é absolutamente real. Eles têm um vocabulário menor. Eu estudei indonésio, que é a quinta língua mais falada no mundo em número de pessoas nativas, e estudei também sawi, uma língua falada por apenas três mil indivíduos, e posso dizer que a sua gramática é muito mais complexa do que a gramática inglesa ou a indonésia. Você pode estudar indonésio e estar falando indonésio em sete ou oito meses, se for um estudante aplicado. Quanto ao sawi, você tem que estudar duro dois anos, três anos, e mesmo ao final desse tempo poderá não estar empregando corretamente as terminações de verbos. Todo verbo sawi pode mudar gramaticalmente 40 mil vezes.

Há um sistema para isso, que não é muito difícil como possa parecer. É preciso que se compreenda o sistema, e uma vez o tenha dominado, então é mais fácil. Assim, o idioma de sociedades simples pode ser mais complexo, o que é algo que muitas vezes confunde os evolucionistas.

R. M. – Recentemente um pesquisador afirmou que o canibalismo jamais existiu. Segundo ele, não há evidência clara no passado ou no presente que mostre ser isto um fato, e a idéia de que povos primitivos comeriam seres humanos não passa de um mito. Na sua própria experiência, como fica essa questão?

Richardson: Na África, exploradores viajavam por dias procurando uma tribo que praticasse canibalismo para que pudessem estudar o assunto, tirar fotos, etc. E quando chegavam a uma tribo e perguntavam: “É verdade que vocês comem gente?”, eles respondiam:
-- Claro que não. Quem lhes disse tal coisa?
-- Ah, foi o povo que mora ali atrás daquela montanha.
-- Sim, é claro que eles diriam tudo de mal sobre nós, porque têm raiva de nós. Mas não somos animais. Agora, se realmente desejam encontrar canibais, vão até a próxima tribo. . .

Assim, na África a coisa tende sempre a ser da próxima tribo, conquanto eu tenha ouvido falar que há algumas tribos, na Nigéria, por exemplo, onde as pessoas dizem que realmente acontecia canibalismo.

Agora, nas ilhas da Nova Guiné, nem todas as tribos eram canibais, mas eu calcularia que provavelmente de 10 a 15 por cento das milhares de tribos nessa parte do mundo realmente praticam o canibalismo, não porque queiram matar a fome, mas devido ao costume. E se alguém abordá-los e perguntar se praticam o canibalismo, eles o confirmarão e até indicarão alguns que mataram e comeram. Esse é realmente um aspecto de sua cultura. Alguns antropólogos visitaram esses lugares.

Saiu um artigo na Natural History Magazine [Revista de História Natural] em que os antropólogos que visitaram o povo yali da Nova Guiné têm fotos mostrando os yalis numa batalha real e os corpos estendidos sobre pedras crivados de setas. O artigo descreve como eles os cortavam e comiam. Isso não é tão comum quanto as pessoas imaginam, mas decididamente não se trata de mito.

R. M. – Como pensa que os cristãos cumprirão Mateus 24:14 a fim de que Cristo possa voltar? Não temos nos dedicado à pregação do Evangelho por tantos séculos e contudo ainda restam tantas barreiras políticas, além da explosão populacional e outros impedimentos que parecem estar ganhando a corrida?

Richardson: Mateus 24:14 [“E este evangelho do reino será pregado em todo o mundo, em testemunho de todas as nações; então virá o fim”] refere-se à pregação do Evangelho a todo ethnos [nação, no texto grego original], o que é muito mais fácil do que alcançar cada pessoa, porque você pode alcançar algumas dessas milhões de pessoas na Índia, por exemplo, e estabelecer uma igreja para aqueles poucos que se tornam cristãos, e pode ensiná-las para que possam compartilhar o Evangelho por todo o seu ethnos.

Assim, já alcançamos cerca de oito ou nove mil idiomas em todo o mundo. Somente três ou quatro mil não foram alcançados. Temos mais cristãos agora do que no passado, mais cristãos firmados na Palavra do que todos os cristãos de todas as gerações antes de 1900. Mais pessoas vieram a Cristo neste século, até agora, do que nos 19 séculos anteriores juntos. Graças ao rádio, à televisão, à literatura e a meios mais rápidos de transporte, a melhores técnicas lingüísticas, é possível para os 350 milhões de cristãos agora existentes no mundo, alcançarem aqueles outros três ou quatro mil grupos lingüísticos facilmente, de modo que Mateus 24:14 possa em breve ser cumprido e Jesus venha.

R. M. – Agora, que Evangelho dará cumprimento a Mateus 24:14? O evangelho presbiteriano, o evangelho batista, o evangelho adventista. . .?

Richardson: Tem de ser o Evangelho da justificação pela fé, porque se recorrermos às Escrituras, leremos em Gênesis 15:6 que Abraão foi justificado pela fé. Paulo cita este verso em Gálatas 3:6 e diz que assim como Abraão foi justificado pela fé, as Escrituras predizem que o Senhor justificaria os gentios pela fé. Este é o Evangelho e é assim que as pessoas de todas as nações serão abençoadas nele. Portanto, é a mensagem que diz que o homem não pode ser justificado pelas obras, mas pela fé, que dará cumprimento a Mateus 24:14. Há presbiterianos que ensinam isto, bem como batistas, metodistas, e assim por diante. Quem não ensinar isto estará excluído.
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Entrevista concedida a Azenilto G. Brito, publicada em MISSÕES, publicação [já extinta] da entidade assistencial interconfessional Visão Mundial cuja sede no Brasil fica atualmente em Recife, PE.

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