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Darwin no banco dos réus

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Darwin no banco dos réus

Mensagem por darkshi em Qua 31 Dez 2008, 2:18 pm



Apesar de ter sido publicado em 1993, o
livro de Johnson continua atualíssimo. Pouca coisa surgiu nesse período
que inovou a apologética antievolucionista além do que Johnson tem
feito. O livro causou um grande impacto na comunidade científica por
ocasião do seu lançamento, provocando reações, resenhas e contestações
de grandes nomes do meio científico, como o renomado evolucionista
Stephen Jay Gould. Muitos intelectuais consideraram essa obra como a
primeira ameaça séria ao evolucionismo a aparecer nos últimos 40 anos.
Johnson, graduado em Harvard e na Universidade de Chicago, escreve com
maestria, lógica e domina a retórica.
O livro de Johnson não é o
primeiro a questionar o dogma que a evolução é um fato científico
inconteste. Em 1985 o pesquisador médico Michael Denton, um agnóstico
australiano, agitou o meio científico com o livro Evolution: A Theory
in Crisis [Evolução: Um a Teoria em Crise], cujo ponto era que o
darwinismo estava em dificuldades diante das evidências contraditórias
de campos diversos como paleontologia, biologia do desenvolvimento,
biologia molecular e taxonomia. O livro de Johnson vai no mesmo
caminho, embora partindo de diferentes premissas e usando um método
distinto. A voz de Johnson se junta a muitas outras, em tempos
recentes, que questionam o status de “fato” que o evolucionismo tem
gozado na academia por quase duzentos anos.
Outra coisa interessante
sobre esse livro é que seu autor não é um cientista cristão tentando
mostrar com base na Bíblia e em dados científicos que o sistema
darwinista está totalmente contrário aos primeiros capítulos do livro
de Gênesis. Johnson é advogado e professor emérito de Direito da
Universidade da Califórnia - Berkeley. Sua especialidade é análise
lógica de argumentos e identificação dos pressupostos que estão por
detrás desses argumentos. E é esse o alvo desse livro, trazer Darwin e
o darwinismo, a um tribunal, por assim dizer, e examinar logicamente as
suas a sserções e afirmações para verificar se são verdadeiras, e
identificar os pressupostos filosóficos e os compromissos
epistemológicos que estão subjacentes. Daí o nome do livro. Portanto, o
que encontraremos aqui, nas palavras do próprio Johnson, é um exame
criterioso, lógico, analítico, dos fundamentos teóricos, pressupostos e
principais afirmações do darwinismo.
Mais uma coisa sobre esse
livro. Ele é diferente de muitos outros que fazem parte da apologética
antievolucionista – e é aqui, talvez, que resida em grande medida a sua
eficácia. Muitos autores antievolucionistas empregam abertamente
declarações e princípios fundamentados em suas crenças cristãs como
base da sua argumentação, apresentando uma visão alternativa da
realidade alicerçada na Bíblia. Johnson evita cuidadosamente esse tipo
de abordagem, ainda que seja cristão, como se fosse um cético
desinteressado do evolucionismo e que procura analisar seus argumentos
à distância, para ver se os mesmos são apoiados pelas evidências. Essa
falta de alusão aos argumentos bíblicos geralmente empregados pelos
criacionistas faz com que a obra de Johnson tenha penetração em
círculos universitários e acadêmicos, onde, via de regra, se pretende
deixar o criacionismo fora da academia. Essa abordagem de Johnson é
característica da abordagem do movimento do Design Inteligente, que
permite reunir dentro do movimento inclusive cientistas e filósofos que
não têm convicções cristãs ou religiosas, unidos, todavia, pela
consciência de que o darwinismo, como paradigma científico, já não tem
mais respostas para as questões levantadas por recentes descobertas,
especialmente na área de bioquímica.
A estratégia de Johnson em
Darwin no Banco dos Réus é dupla. Primeiro, ele procura demonstrar que
o evolucionismo está profundamente comprometido com o naturalismo
filosófico-ateísta. Esse ponto está desenvolvido em capítulos como “As
Regras da Ciência,” “A religião darwinista,” “A educação darwinista” e
“Ciência e pseudociência.” Como tal, o evolucionismo se sustenta sobre
pressupostos filosóficos e metafísicos, como o ateísmo e o naturalismo
filosófico, tornando-se assim uma religião do tipo fundamentalista, o
que tinge a análise dos dados e das evidências. Segundo, ele analisa as
evidências que os evolucionistas apresentam como prova científica da
sua teoria. É aqui que o expertise de Johnson mais lhe serve. Com sua
capacidade ímpar de detectar o que está por detrás de argumentos, ele
analisa essas evidências nos capítulos “A seleção natural,” “As
mutações grandes e pequenas,” “O problema do registro fóssil,” “A
seqüência dos vertebrados,” entre outros. O veredito é sempre o mesmo.
O compromisso da ciência evolucionista com a visão ateísta e
naturalista de mundo compromete e vicia seus resultados.

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Re: Darwin no banco dos réus

Mensagem por Luís em Qua 31 Dez 2008, 2:28 pm

.
Donde se deduz que as universidades do mundo são todas lixo gastador do dinheiro público e que a Terra e toda a Vida foram criados "prontinhos", por magia, obra do Javé judaico, há 6.000 anos.

O que não faz o wishfull thinking, mesmo com um homem culto e educado!

Ááááááiiiiiiiiiiiii, meus sais!


Última edição por Luís em Qua 31 Dez 2008, 2:30 pm, editado 1 vez(es)


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Re: Darwin no banco dos réus

Mensagem por darkshi em Qua 31 Dez 2008, 2:29 pm

Nem leu o texto.......


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Re: Darwin no banco dos réus

Mensagem por Luís em Qua 31 Dez 2008, 2:33 pm

darkshi escreveu:Nem leu o texto.......
Li sim. O autor - pobre alma - tenta colocar o pensamento mágico no mesmo patamar da ciência, usando para isto, maliciosa e sub-sub-repticiamente, seu pseudo-conhecimento das matéria que se arroga saber. Quero ver onde ele vai arranjar emprego depois que a renda de seus livros acabe.


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Re: Darwin no banco dos réus

Mensagem por darkshi em Qua 31 Dez 2008, 2:41 pm

Não, não leu.

Se tivesse lido o texto deveria ter percebido que a resenha deixa clara que em nenhum momento ele está colocando crenças cristãs como contra pondo a de darwin.

E sim apenas analisando a relação incestuosa entre a filosofia naturalista e a ciência. Distorcendo essa ultima.

Realmente vc não leu.


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Re: Darwin no banco dos réus

Mensagem por athos em Qua 31 Dez 2008, 2:45 pm

darkshi escreveu:Não, não leu.

Se tivesse lido o texto deveria ter percebido que a resenha deixa clara que em nenhum momento ele está colocando crenças cristãs como contra pondo a de darwin.

E sim apenas analisando a relação incestuosa entre a filosofia naturalista e a ciência. Distorcendo essa ultima.

Realmente vc não leu.
Amém. positivinho


Cal escreveu:A ideia de Deus é irrefutável, pois nada provaria que Ele não existe.

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Re: Darwin no banco dos réus

Mensagem por Luís em Qua 31 Dez 2008, 2:53 pm

Quem sabe que leu sou eu, não?

Mas, como se diz do autor, também leio mais que o dito, sem bem que nem precisa: "Essa abordagem de Johnson é característica da abordagem do movimento do Design Inteligente..."

Mesmo que eu não soubesse que ele é um religioso puxando a brasa para seu assado - coisa que sei, pois sei de suas outras obras no estilo -, é obvio demais que o autor, ao sugerir o "Design Inteligente" (mil sics duplos) esta sugerindo que a "inteligência" por detrás deste "design" é aquela mágico-mística que sabemos e da qual a Igreja não tem NENHUMA EVIDÊNCIA que seja páreo para os milhões que tem a Antropologia, Arqueolgia e Paleontologia.

Mais uma vez: Se a igreja quer manter sua credibilidade, melhor não se imiscuir em assuntos que fogem completamente de sua competência, mesmo tipos como Johnson, traindo seus votos profissionais e misturando alhos com bugalhos.


Última edição por Luís em Qua 31 Dez 2008, 3:08 pm, editado 1 vez(es)


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Re: Darwin no banco dos réus

Mensagem por Eduardo em Qua 31 Dez 2008, 3:07 pm

Luís escreveu:Donde se deduz que as universidades do mundo são todas lixo gastador do dinheiro público ...

A maior parte das despesas das universidades do mundo nao tem relaçao alguma com a pesquisa sobre a TE.


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Re: Darwin no banco dos réus

Mensagem por darkshi em Qua 31 Dez 2008, 3:09 pm

Realmente não leu............

Repetindo. NESSE livro, o autor apenas evidencia a relação entre a filosofia naturalista e a ciência. Distorcendo esta ultima.

Ele não defende DI NESSE livro.

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Re: Darwin no banco dos réus

Mensagem por Luís em Qua 31 Dez 2008, 3:21 pm

"Phillip E. Johnson (born 1940) is a retired UC Berkeley law professor and author. He became a born-again Christian as a tenured professor. He is considered the father of the intelligent design movement, which criticizes the theory of evolution, and promotes intelligent design, as an alternative. Johnson also denies that HIV is the sole cause of AIDS. The scientific community dismisses both notions as pseudoscience.

The most serious specific allegation leveled by a number of critics is that Johnson is often intellectually dishonest in his arguments advancing intelligent design and attacking the scientific community.[33][34] For example, he has been accused of numerous equivocations, particularly involving the term naturalism which can refer either to methodological naturalism or to philosophical naturalism.[35][36]

In fact-checking Johnson's books Darwin on Trial and Defeating Darwinism, one reviewer argued that almost every scientific source Johnson cited had been misused or distorted, from simple misinterpretations and innuendos to outright fabrications. The reviewer, Brian Spitzer, a professor of Biology, described Darwin on Trial as the most deceptive book he had ever read."

Fonte: Wikipedia (Preciso traduzir?)


Última edição por Luís em Qua 31 Dez 2008, 3:26 pm, editado 1 vez(es)


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Re: Darwin no banco dos réus

Mensagem por Luís em Qua 31 Dez 2008, 3:24 pm

O Design inteligente (ou projeto inteligente ou Intelligent Design) é a assertação de que "certas características do universo e dos seres vivos são melhor explicadas por uma causa inteligente, e não por um processo não-direcionado como a seleção natural". Ele é uma forma moderna do tradicional argumento teleológico para a existência de Deus, modificado para evitar especificações sobre a natureza ou identidade do designer.

A idéia foi desenvolvida por um grupo de criacionistas americanos que reformularam o argumento em face à controvérsia da criação vs. evolução para contornar uma decisão judicial americana proibindo o ensino de criacionismo como ciência.[4][5][6] Seus principais defensores, todos eles associados ao Discovery Institute, baseado nos Estados Unidos,[7][8] acreditam que o designer é o Deus do cristianismo. Segundo eles, sua pesquisa é análoga ao de detetivesque diante de uma pessoa morta, buscam sinais de que aquele evento não
foi acidental (ou que isto é muito improvável), indicando que há um
assassino. Os pesquisadores buscam no mundo natural (e principalmente
em estruturas biológicas)sinais de planejamento, funcionalidade e propósito.

Assim como os
detetives podem investigar se há ou não um criminoso sem saber quem ele
é, os pesquisadores alegam que poderiam dizer que há um design sem
saber dados adicionais sobre o designer. A pesquisa se foca nas
evidências biológicas e não nas conseqüências das descobertas.Defensores do design inteligente alegam que o design inteligente seja uma teoria científica, e buscam fundamentalmente redefinir a ciência para que a mesma aceite explicações sobrenaturais.

O consenso inequívoco da comunidade científica é de que o design inteligente não é ciência, mas na verdade pseudociência. A Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos já declarou que o "criacionismo, design inteligente, e outras alegações de intervenção sobrenatural na origem da vida" não são ciências porque elas não podem ser testadas por métodos científicos. A Associação de Professores de Ciências dos Estados Unidos e a Associação Americana para o Avanço da Ciência a classificaram como pseudociência. Outros na comunidade científica concordaram com a classificação, e alguns já a classificaram como ciência-lixo.

...O Juiz Distrital Americano John E. Jones III sentenciou que o design inteligente não é ciência, e que "não pode se desaclopar de seus antecedentes criacionistas,...
(Wikipedia)


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Re: Darwin no banco dos réus

Mensagem por darkshi em Qua 31 Dez 2008, 6:51 pm

Luís escreveu:"Phillip E. Johnson (born 1940) is a retired UC Berkeley law professor and author. He became a born-again Christian as a tenured professor. He is considered the father of the intelligent design movement, which criticizes the theory of evolution, and promotes intelligent design, as an alternative. Johnson also denies that HIV is the sole cause of AIDS. The scientific community dismisses both notions as pseudoscience.

The most serious specific allegation leveled by a number of critics is that Johnson is often intellectually dishonest in his arguments advancing intelligent design and attacking the scientific community.[33][34] For example, he has been accused of numerous equivocations, particularly involving the term naturalism which can refer either to methodological naturalism or to philosophical naturalism.[35][36]

In fact-checking Johnson's books Darwin on Trial and Defeating Darwinism, one reviewer argued that almost every scientific source Johnson cited had been misused or distorted, from simple misinterpretations and innuendos to outright fabrications. The reviewer, Brian Spitzer, a professor of Biology, described Darwin on Trial as the most deceptive book he had ever read."

Fonte: Wikipedia (Preciso traduzir?)

Sabia que isso se chama ad-hominem?

Ele ser defensor da DI não elimina automaticamente suas criticas a TE.

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Re: Darwin no banco dos réus

Mensagem por Luís em Qua 31 Dez 2008, 6:59 pm

.
Tá bom, tudo que eu postar não vale...


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Re: Darwin no banco dos réus

Mensagem por athos em Qua 31 Dez 2008, 7:11 pm

Luís escreveu:.
Tá bom, tudo que eu postar não vale...
Amém. :sim:


Cal escreveu:A ideia de Deus é irrefutável, pois nada provaria que Ele não existe.

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Re: Darwin no banco dos réus

Mensagem por Luís em Qua 31 Dez 2008, 7:15 pm

Bons tempos aqueles em que Roma calava a dissidência pelo fio da espada, não Athos? :)


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Re: Darwin no banco dos réus

Mensagem por Convidad em Qua 31 Dez 2008, 8:46 pm

Outros na comunidade científica concordaram com a classificação, e alguns já a classificaram como ciência-lixo.



Além de ser uma inverdade (tem um rôl ENORME de cientistas que aceitam o design inteligente) , e uma afirmação baseada em apelo à autoridade (uma instituição não diz o que é ou não ciência , a ciência sempre foi um conceito filosófico mais do que instituicional) , O que sobrou aos cientistas ateístas é denegrir o que não conseguem refutar , a 'ciência-lixo' do design inteligente tem uma argumentação irrefutável , que presume que as peças de um relógio JAMAIS formariam um relógio por interações ao acaso (não importam quantas pentalhões delas)

Isto foi provado por uma matemática excruciantemente provada , e por argumentações silogisticas e baseadas em fatos , como a inexistência de qualquer vida na terra gerada pelas trilhões de interações moleculares de nossa atmosfera diariamente .

Mas o ruim desta história se chama PARCIALIDADE , pois dizem que design não é testável , logo pseudo-ciência , mas se ''esquecem'' que a geração do primeiro DNA/célula TAMBÉM não é testável , e abundam por aí teses sobre isto (achologias) .


Impossibilidade da criação da primeira célula ao acaso

“A evolução molecular não se baseia em autoridade científica. Não há publicação na literatura científica - revistas de prestígio, revistas especializadas ou livros - que descreva como a evolução molecular de qualquer sistema bioquímico real, complexo, ocorreu ou poderia ter ocorrido. Há afirmações de que tal evolução ocorreu, mas nenhuma delas com base em experimentos ou cálculos pertinentes”.
Behe, Michael J. (1996)
Darwin's Black Box
A Caixa Preta de Darwin

“Considerando a maneira como a sopa pré-biótica é referida em tantas discussões da origem da vida como uma realidade já estabelecida, vem como certo choque saber que não existe absolutamente nenhuma
evidência positiva para a sua existência”.
Denton, Michael
Evolution: A Theory in Crisis p.261

“A probabilidade da formação da vida da matéria inanimada é de um para um número seguido de 40.000 [QUARENTA MIL] zeros... É grande o suficiente para enterrar Darwin e toda a teoria da Evolução”.
Hoyle, Fred (1981)
“Hoyle on Evolution,” , Nature, Vol. 294, No. 5837, November 12, p
. 148
Sir Fred Hoyle, matemático, astrônomo britânico , formulou a teoria do ‘estado estacionário’ da origem do universo.

“Contudo, a transição de macromolécula para célula é um pulo de fantásticas dimensões, que está além do alcance da hipótese testável. Nesta área, tudo é conjectura. Os fatos disponíveis não fornecem uma base para postular que as células surgiram neste planeta... Nós simplesmente queremos destacar o fato de que não há evidência científica”.
David Green and Robert Goldberger (1967)
Molecular Insights Into the Living Process , New York: Academic Press, pp. 406-407
David Green, bioquímico da Universidade de Wisconsin. Robert Goldberger, bioquímico do NIH - National
Institute of Health [Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos].

“Sob condições ligeiramente redutoras, a ação de Miller-Urey não produz aminoácidos, nem produz as substâncias químicas que possam servir como os predecessores de outros importantes blocos de construção de biopolímeros. Assim, ao desafiar a pressuposição de uma atmosfera redutora, nós desafiamos a própria existência da “sopa pré-biótica”, com a sua riqueza de compostos orgânicos biologicamente importantes. Além disso, até agora, nenhuma evidência geoquímica para a existência da sopa pré-biótica foi publicada. Na verdade, um número de cientistas tem desafiado o conceito da sopa pré-biótica, notando que mesmo
que ela tenha existido, a concentração dos blocos orgânicos construtores teria sido muito pequena para ser significante para a evolução pré-biótica”.
Noam Lahav (1999)
Biogenesis: Theories of Life's Origins
(Oxford University Press, 1999, p138-139)


“Não há concordância sobre o alcance pelo qual o metabolismo poderia se desenvolver independentemente de um material genético. Na minha opinião, não existe base conhecida em química para a crença [sic] de que longas seqüências de reações possam se organizar espontaneamente - e toda razão [sic] para acreditar que elas não podem. O problema de alcançar a especificidade suficiente, seja em solução aquosa ou na superfície de um mineral é tão grave, que a chance de se fechar um ciclo de reações tão complexa quanto o ciclo reverso do ácido cítrico, por exemplo, é insignificante”.
Orgel, Leslie (1998)
“The origin of life
- a review of facts and speculations,”
Trends in Biochemical Sciences, 23 (Dec 1998): 491-495. (pp. 494-495)


Thomas Huxley, crendo que o tempo finito e o acaso pudessem produzir vastas quantidades de informação, afirmou que seis macacos datilografando aleatoriamente por milhões de anos, eventualmente iriam datilografar todos os livros do Museu Britânico. Os que fizeram os cálculos matemáticos sabem o contrário.“Huxley estava completamente errado ao declarar que se fosse permitido um tempo enorme para seis macacos que eles poderiam datilografar aleatoriamente todos os livros do Museu Britânico quando na verdade eles poderiam somente datilografar meia linha de um livro se eles datilografassem pela duração do universo”.
David Foster



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Re: Darwin no banco dos réus

Mensagem por Luís em Qua 31 Dez 2008, 9:15 pm

.
É, diante destes fatos, só posso concordar: A vida na Terra veio toda prontinha, que nem carro novo. Será?


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Re: Darwin no banco dos réus

Mensagem por Convidad em Qua 31 Dez 2008, 10:56 pm

Luís escreveu:.
É, diante destes fatos, só posso concordar: A vida na Terra veio toda prontinha, que nem carro novo. Será?

evolução é diferente de criação da vida .
na geração inicial da vida , o evolucionismo ainda não consegui nos dar mais que hipóteses sem empirismo e testabilidade , contrariando probabilidades imensas , e baseadas em grande quantidade de fé , é o que dizem as fontes acima .

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Re: Darwin no banco dos réus

Mensagem por dedo-duro em Qui 01 Jan 2009, 8:25 pm

O articulador de novo falando do Behe. Será que ele esqueceu da matéria orgânica presente nos cometas que caíram na terra? Já devia ter aceito a abiogênese como verdade... Ou foi Deus quem colocou a matéria orgânica no meteorito? Seriam os restos mortais do pequeno príncipe? ::risadinha:: ::risadinha::

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Re: Darwin no banco dos réus

Mensagem por Convidad em Qui 01 Jan 2009, 8:36 pm

dedo-duro escreveu:O articulador de novo falando do Behe. Será que ele esqueceu da matéria orgânica presente nos cometas que caíram na terra? Já devia ter aceito a abiogênese como verdade... Ou foi Deus quem colocou a matéria orgânica no meteorito? Seriam os restos mortais do pequeno príncipe? ::risadinha:: ::risadinha::

você está confuso dedo , oh my
já demonstrei que o que existia no cometa lagish é matéria chamada orgânica (compostos de carbono , e mesmo assim sob suspeita de contaminação do lago onde ficou por três semanas) , e NÃO prova de que ela veio de vida . Ainda assim , isto não é o discutido acima , é a impossibilidade da vida se originar AO ACASO , aquela antiga FÉ que vocês tem e não conseguem demonstrar ! ::risadinha::

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Re: Darwin no banco dos réus

Mensagem por Luís em Sex 02 Jan 2009, 12:23 am

Art meu velho, já estamos próximos de criar um célula não em milhões e milhões de anos, como a Natureza fez ma Terra primitiva, mas em poucos anos. Há noticia de que isto está para acontecer nos EUA, que já criou aminoácidos, os tijolos básicos da vida. Se isto não servir para convencer-te, não sei o que o fará.

Segundo, há uma diferença fundamental entre fé fundamentada em observação e razão e fé devida à mito e dogma. Não há como comparar a fé da ciência com a fé religiosa. Nunca.


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Re: Darwin no banco dos réus

Mensagem por darkshi em Sex 02 Jan 2009, 1:49 am

dedo-duro escreveu:O articulador de novo falando do Behe. Será que ele esqueceu da matéria orgânica presente nos cometas que caíram na terra? Já devia ter aceito a abiogênese como verdade... Ou foi Deus quem colocou a matéria orgânica no meteorito? Seriam os restos mortais do pequeno príncipe? ::risadinha:: ::risadinha::

Existe um pequeno pulo entre matéria "orgânica" apenas por ser moléculas com Carbono, mas de estrutura relativamente simples, como metano ou sacarose. E uma das grandes questões da síntese de proteínas, que é a interindependência entre o RNA e o Ribossomo.

E qualquer pulo alem do que se pode testado e verificado em laboratório cai na vala comum da especulação. E a partir dai, o que se pode considerar certo ou errado, claro que com as devidas proporções, apenas de caráter filosófico. (ou seja, pura vontade de que seja assim)

O ponto desse livro é justamente esse. Respostas a grandes perguntas estão sendo dadas apenas por base de filosofia naturalista, ou seja, pura opinião de pessoal, mas sendo apresentadas como verdades cientificas comprovadas e replicadas em laboratório.

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Re: Darwin no banco dos réus

Mensagem por Luís em Sex 02 Jan 2009, 10:59 am

Este "pulo" existe, mas de pulo não tem nada. A Natureza não costuma moldar aos pulos, senão pela paciência, exatamente por não ser um processo intencional (inteligente).

Sabe-se que a vida animal surgiu nos oceanos. Teria surgido junto à bocais sub-aquáticos de saida de magma e/ou gás quente, onde calor adequado (como catalizador), água (fundamental à vida) e os nutrientes necessários, em conjunto por dezenas ou centenas de milhões de anos (o "pulo"), propiciaram o aparecimento do primeiro micróbio, ser este que dominou a Terra sozinho por 3 bilhões de anos, até a Explosão Cambriana, há 500 milhões de anos, quando os primeros seres aquáticos complexos surgiram, migrando mais tarde para o solo.


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Re: Darwin no banco dos réus

Mensagem por darkshi em Sex 02 Jan 2009, 11:32 am

E chegamos ao mesmo ponto de sempre.

Até que ponto isso é replicável cientificamente, ou é apenas idéias com base no Naturalismo?


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Re: Darwin no banco dos réus

Mensagem por Luís em Sex 02 Jan 2009, 12:15 pm

darkshi escreveu:E chegamos ao mesmo ponto de sempre.

Até que ponto isso é replicável cientificamente, ou é apenas idéias com base no Naturalismo?
Não sou profissional de paleontologia, biologia ou antropologia. Recomendo-te alguns livro e/ou uma lida AQUI

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Re: Darwin no banco dos réus

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