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Professor de arqueologia surpreende Jô! - Me prova fora da bíblia que Jesus esteve entre nós!!!!

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Re: Professor de arqueologia surpreende Jô! - Me prova fora da bíblia que Jesus esteve entre nós!!!!

Mensagem por Eterna em Dom 30 Jul 2017, 9:45 pm

rbarros escreveu:
Eterna escreveu:
rbarros escreveu:
Eterna escreveu:
rbarros escreveu:Gosto muito do Espiritismo de Kardec, trago ambos em meu coração de forma enraizada - e dificilmente vão ser extirpados dali - mas gosto ainda mais de conhecer a Verdade. "E conhecereis a Verdade, e a Verdade vos libertará.” (João 8:32)"

'Ambos' significa que tem outro! Qual é o outro espiritismo que você conhece e nós permanecemos na ignorância???
O próprio Kardec disse que se um dia a ciência provar que o espiritismo está errado devemos ficar com a ciência!


Ambos, o Espiritismo e Kardec...

oh my

O Espiritismo de Kardec virou o Espiritismo e Kardec! Não sei se choro ou se dou risada!

Acho bom chorar, hehehe...

O Espiritismo é dos Espíritos Superiores, liderados pelo Espírito de Verdade, que o ditaram a Kardec.

Kardec, segundo ele mesmo, apenas o codificou.

Admiro Kardec pela sua coragem e inteligência e pela sua missão muito bem cumprida entre os homens.

Admiro o Espiritismo pelas verdades que traz em si, e pela sua filosofia.

Wink


Vou chorar pela encarnação perdida concedida a você que encarnou no meio de pessoas civilizadas e continua cultuando os selvagens torcendo para que continuem no mesmo estágio. Mas você ainda tem a opção de se desfazer de tudo e adentrar as matas buscando alguma aldeia que possa te aceitar. Vai lá - esqueça tudo quanto aprendeu por aqui ... afinal ... eles não podem ser contaminados pelo nosso desenvolvimento que a seu ver é nocivo!


Estude Kardec para viver Jesus.
Nascer, viver, morrer, renascer ainda e progredir sempre, tal é a lei.
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Re: Professor de arqueologia surpreende Jô! - Me prova fora da bíblia que Jesus esteve entre nós!!!!

Mensagem por Lit San Ares em Dom 30 Jul 2017, 10:42 pm


Eu defendo o direito dos grupos indígenas viverem conforme as suas próprias regras, assim como defendo o direito do índio às suas terras.
Ainda que inaceitável em nossa sociedade, o assassinato de bebês indesejados é algo tão antigo quanto a própria Humanidade. Até mesmo expoentes do pensamento grego, como Aristóteles e Platão, eram capazes de frases que, sem o devido crédito, poderiam facilmente ser atribuídas aos mais ensandecidos e vis déspotas. No entanto, as ideias de tais pensadores encontraram eco na Antiga Roma, que apoiava moral e legalmente o infanticídio, caso se constatassem deficiências físicas ou psíquicas!
Em outras palavras, você defende  o “direito” que os indígenas tem de assassinar crianças que apresentarem defeitos físicos. Sustenta sua posição, apelando também para a canalhice romana.
 
 Não podem ser imputados de criminosos se esta prática faz parte das regras de sua sociedade, aceitas pelo grupo.
Acaso podemos criminalizar o índio por andarem nus, ou por terem total liberdade sexual? Por fumarem ervas ou beberem alucinógenos?
Não seriam estas ações apenas consideradas criminosas dentro do contexto de nossa sociedade?
Podemos e devemos mudar determinadas regras.
Você é um relativista moral e dessa maneira, fica desamparado quando topa com uma monstruosidade que é aceita por um grupo populacional.  Você se vê forçado à aceitar, em nome de uma versão distorcida de direito social de determinado grupo, coisas como o assassínio de crianças (e não negue que você está defendendo, rbarros). Dessa maneira, você também deve ver com muita tolerância coisas como a mutilação genital feminina (comum em determinadas sociedades) ou o preconceito brutal que os intocáveis sofrem na Índia (mesmo que agora seja contra a lei). Se um grupo social defender que (por exemplo) homossexuais devem ser  queimados vivos, só posso crer que você defenderá o uso das fogueiras.
 
Sobre andar pelado e usar narcóticos. Citar essas miudezas é uma grande bobagem. Não estamos falando de um sujeito qualquer mostrar a *traseiro* ou se embebedar com o que quer que seja. Estamos falando do assassinato torpe de um inocente.
Não são apenas questões econômicas que estão envolvidas aqui, mas sim todo o contexto de uma sociedade, toda uma estrutura!
Uma estrutura podre, se não estiver disposta à mudar  essa prática sórdida.
 
E tem mais: a visão de morte para esta sociedade sem dúvida é muito diferente da nossa visão catastrófica de morte.
Ah... você quer dizer que o indiozinho morre numa boa, talvez até mesmo gostando da experiência de ser afogado, ou talvez estrangulado, ou quem sabe tendo a cabeça espatifada contra um tronco.
Eu posso garantir que não. Tudo nesse coitadinho será espanto e terror. Se o pai/mãe que comete o assassinato faz isso sem ver a monstruosidade que está cometendo, eu o classifico como um monstro.
Você considera tal pessoa como normal? Indo mais longe, você confiaria um filho seu à tal pessoa?
 
Segundo a corrente antropológica, Bem e o Mal são relativos em cada cultura. O "Bem" coincide com o que é "socialmente aprovado". "A questão do infanticídio é muito complexa e não pode ser analisada separadamente da cultura e da cosmologia de cada povo. É perigoso tratar desse assunto como se fosse um fenômeno único, pois o que o Ocidente chama de infanticídio tem significado muito diferente em outras culturas", explica Stephen Grant Baines, antropólogo e professor da Universidade de Brasília (UnB).
A melhor coisa  que pode acontecer com uma cultura que classifica a morte gratuita (gratuita sim!) de uma criança como algo normal, é desaparecer.
 
    
Mas não seria esta a morte da infância? Matar a sua infância não é o mesmo que matar a criança?  
Claro que não. Que tolice! Ao contrário do que os vagabundos acham, trabalhar não é uma desgraça. Meus pais trabalharam desde crianças (assim como meus tios, tias, avós, muitos de meus primos) na lavoura e garanto que não foram destruídos por isso. A vida tinha suas dificuldades? Óbvio que tinha, mas ir trabalhar com os pais numa roça era/é muito melhor do que ser levado pelos progenitores  para um lugar afastado e ter a cabeça esmigalhada por uma pedra. Assassinado justamente por aqueles que deveriam velar por eles.
      Lit San Ares escreveu:
Ou seja, a sociedade que você tanto admira, lhe embrulha o estômago. A sociedade “perfeita” mantêm o equilíbrio através do assassinato. Você completa a argumentação comparando os podres dos “dois grupos”.
Acabou a discussão rbarros. Você deu um tiro no pé.
Rbarros - Se é assim que você quer enxergar, paciência...   
Isso não é uma forma de enxergar. É dedução básica, que você não tem como refutar.
  Mas Lit! Se são estas mesmas ferramentas que escravizam o homem-civilizado, de que valem?  
Valem  muito quando  usadas da maneira certa. Um homem da idade da pedra (e é esse homem que você admira) sem ferramentas está irremediavelmente preso à sua ignorância e ao meio. Um homem que vive numa sociedade contemporânea pode mudar o rumo de sua existência. Basta usar as ferramentas da maneira certa.
  Quisera eu ser escravo da Natureza apenas! Seria o escravo mais feliz do mundo...    
Fosse você escravo da natureza apenas, você não seria um escravo feliz por muito tempo. Ao primeiro sinal de fraqueza, você seria um escravo morto.
A tal mãe natureza não é mãe, é madrasta. Folgue com ela, e ela te mata.
Não há roubo entre os índios, todos têm o seu tacape, rsrs...
Há roubos sim. Índios roubam tratores, Xbox, cargas de ar condicionado, alimentos...
E os pilantras silvícolas chegam a confrontar as forças policiais.
Não há visão romântica que resista.
 
         As guerras, como já vimos, fazem parte da cultura do guerreiro. Sem guerras, sem prestígio.        
E o prestígio está ligado à morte do oponente, ao banquete canibalesco, na  redução de cabeças (no caso dos Shuar) e outras práticas.
Uma sociedade “perfeita” onde um homem tem(!) que ser um guerreiro. Ele tem liberdade para não ser?
A grande dificuldade para a sobrevivência não permite esta prática. A vida do índio não é um oásis no meio do deserto.
Eles apenas desfrutam de uma liberdade que homem branco nenhum jamais conheceu.  
A vida do índio não é um oásis no meio do deserto, realmente. É normalmente uma mamata num dos ambientes mais benignos em termo de possibilidades de caça e pesca. Você mesmo disse que ele trabalha pouco. E quanto ele menos puder trabalhar, melhor, deixando à índia, a maioria do trabalho pesado. E ai do pirralho defeituoso que, com seu nascimento, mudar isso.
Só que o ambiente benigno pode mudar.
Sim, há tabus, mas não como nós os conhecemos.
Refiro-me aos tabus do sexo.
E você acha isso bom? Por exemplo, festas regadas à cauim, onde ocorre (ou ocorria) de tudo, inclusive incesto?
Pois é...
Não, eu uso as palavras de Jesus para mostrar que para ser livre de verdade, não pode ter posses, nem propriedades.
Nem território de caça? Os índios ririam de você.
Nem roupas, nem ferramentas, nem abrigo?
Você quer  a liberdade de morrer à míngua. Livrar-se  de tudo, é abraçar a morte.
Não confunda o desprendimento que Jesus tinha quanto a bens materiais, com não precisar de qualquer um que seja.
 
Portanto, a sociedade indígena está mais próxima de Jesus que a civilização do homem-branco.
A sociedade guerreira indígena? Com sexo livre e eventualmente incestuoso? Faz favor, né.
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Re: Professor de arqueologia surpreende Jô! - Me prova fora da bíblia que Jesus esteve entre nós!!!!

Mensagem por thynno em Seg 31 Jul 2017, 8:30 am

Eterna escreveu:
thynno escreveu:Professor de arqueologia surpreende Jô! - Me prova fora da bíblia que Jesus esteve entre nós!!!!



Porque fora?

Porque naquela época não dava pra aparecer na webcan nem fazer uma selfie!

Sua preocupação é tirar uma self com Jesus?  :ft:

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Re: Professor de arqueologia surpreende Jô! - Me prova fora da bíblia que Jesus esteve entre nós!!!!

Mensagem por rbarros em Seg 31 Jul 2017, 9:35 am

Eterna escreveu:Vou chorar pela encarnação perdida concedida a você que encarnou no meio de pessoas civilizadas e continua cultuando os selvagens torcendo para que continuem no mesmo estágio. Mas você ainda tem a opção de se desfazer de tudo e adentrar as matas buscando alguma aldeia que possa te aceitar. Vai lá - esqueça tudo quanto aprendeu por aqui ... afinal ... eles não podem ser contaminados pelo nosso desenvolvimento que a seu ver é nocivo!

A vossa civilidade termina quando apagam-se as luzes!

A vossa civilidade depende do controle rígido da polícia!

Os vossos presídios estão abarrotados de pessoas "civilizadas"!

A vossa política está repleta de gente corrupta "civilizada"!

Os vossos morros e  comunidades estão cheios de civilizados traficando civilidades!

As vossas organizações religiosas são lideradas por civilizados traficando indulgências!

As elites civilizadas escravizam um povo civilizado porém simplório,  que acredita que a civilização é o que tem de melhor para se viver!

Os vossos hospitais estão fartos de civilizados morrendo à mingua, esperando por um pouco de civilidade!

Vizinhos ignoram vizinhos, irmãos desconhecem irmãos em sua brilhante civilização.

Na vossa civilização, um aparelho celular vale mais do que uma vida.

Preciso continuar? A lista é longa...


Que o espírito dos selvagens permaneça um espírito selvagem! (Pierre Clastres - antropólogo, etnólogo e filósofo francês)
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Re: Professor de arqueologia surpreende Jô! - Me prova fora da bíblia que Jesus esteve entre nós!!!!

Mensagem por thynno em Seg 31 Jul 2017, 11:55 am

quequieh rindo

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Re: Professor de arqueologia surpreende Jô! - Me prova fora da bíblia que Jesus esteve entre nós!!!!

Mensagem por rbarros em Seg 31 Jul 2017, 6:11 pm

Mano, como você é chato...

cabeçada

Lit San Ares escreveu:Em outras palavras, você defende  o “direito” que os indígenas tem de assassinar crianças que apresentarem defeitos físicos. Sustenta sua posição, apelando também para a canalhice romana.
 
Nada aqui a acrescentar do que já foi dito.

Lit San Ares escreveu:Podemos e devemos mudar determinadas regras.

Não, não podemos! Isto seria um estupro à cultura do índio! Devemos sim, observá-los e aprender com eles!

Lit San Ares escreveu:Você é um relativista moral e dessa maneira, fica desamparado quando topa com uma monstruosidade que é aceita por um grupo populacional.  Você se vê forçado à aceitar, em nome de uma versão distorcida de direito social de determinado grupo, coisas como o assassínio de crianças (e não negue que você está defendendo, rbarros). Dessa maneira, você também deve ver com muita tolerância coisas como a mutilação genital feminina (comum em determinadas sociedades) ou o preconceito brutal que os intocáveis sofrem na Índia (mesmo que agora seja contra a lei). Se um grupo social defender que (por exemplo) homossexuais devem ser  queimados vivos, só posso crer que você defenderá o uso das fogueiras.
 
Nada a ser dito aqui que já não tenha dito.

Lit San Ares escreveu:Sobre andar pelado e usar narcóticos. Citar essas miudezas é uma grande bobagem. Não estamos falando de um sujeito qualquer mostrar a *traseiro* ou se embebedar com o que quer que seja. Estamos falando do assassinato torpe de um inocente.

Nada a acrescentar ao que já disse antes.

Lit San Ares escreveu:
Não são apenas questões econômicas que estão envolvidas aqui, mas sim todo o contexto de uma sociedade, toda uma estrutura!
Uma estrutura podre, se não estiver disposta à mudar  essa prática sórdida.
 
É sórdida sob o seu ponto de vista, não no deles. Para eles é uma necessidade.

Lit San Ares escreveu:Ah... você quer dizer que o indiozinho morre numa boa, talvez até mesmo gostando da experiência de ser afogado, ou talvez estrangulado, ou quem sabe tendo a cabeça espatifada contra um tronco.
Eu posso garantir que não. Tudo nesse coitadinho será espanto e terror. Se o pai/mãe que comete o assassinato faz isso sem ver a monstruosidade que está cometendo, eu o classifico como um monstro.

Quando isso ocorre, a criança ainda não tem sequer consciência de si mesma, e garanto que a mãe sofre bem mais por esta prática indesejável porém necessária.

Lit San Ares escreveu:Você considera tal pessoa como normal? Indo mais longe, você confiaria um filho seu à tal pessoa?
 
Uma coisa não tem nada a ver com outra. Mas, se o seu raciocínio é esse, você confiaria um filho seu a um traficante?

Lit San Ares escreveu:A melhor coisa  que pode acontecer com uma cultura que classifica a morte gratuita (gratuita sim!) de uma criança como algo normal, é desaparecer.
 
Está desaparecendo sim, por falta de habitat, destruído e envenenado pelas mãos do soberano homem-branco.

Lit San Ares escreveu:
Mas não seria esta a morte da infância? Matar a sua infância não é o mesmo que matar a criança?  
Claro que não. Que tolice! Ao contrário do que os vagabundos acham, trabalhar não é uma desgraça. Meus pais trabalharam desde crianças (assim como meus tios, tias, avós, muitos de meus primos) na lavoura e garanto que não foram destruídos por isso. A vida tinha suas dificuldades? Óbvio que tinha, mas ir trabalhar com os pais numa roça era/é muito melhor do que ser levado pelos progenitores  para um lugar afastado e ter a cabeça esmigalhada por uma pedra. Assassinado justamente por aqueles que deveriam velar por eles.

Mas você nasceu deficiente? Se tivesse nascido, conseguiria trabalhar para ajudar na lavoura ou seria apenas um peso para os que precisavam trabalhar?

Lit San Ares escreveu:
  Mas Lit! Se são estas mesmas ferramentas que escravizam o homem-civilizado, de que valem?  
Valem  muito quando  usadas da maneira certa. Um homem da idade da pedra (e é esse homem que você admira) sem ferramentas está irremediavelmente preso à sua ignorância e ao meio. Um homem que vive numa sociedade contemporânea pode mudar o rumo de sua existência. Basta usar as ferramentas da maneira certa.

E qual é o preço a pagar por isso?

Grades nas janelas, portões e muros altos, trabalho feito escravo dos 18 aos 78 - se tiver emprego! - tráfico de drogas, corrupção, crimes, roubos, acidentes de carro, navio e avião, vizinhos que ignoram vizinhos, irmãos que desconhecem irmãos, pobreza e miséria para uns muitos, riqueza para outros poucos, etc.

Ó, admirável mundo novo!

aleluia!

Lit San Ares escreveu:
  Quisera eu ser escravo da Natureza apenas! Seria o escravo mais feliz do mundo...    
Fosse você escravo da natureza apenas, você não seria um escravo feliz por muito tempo. Ao primeiro sinal de fraqueza, você seria um escravo morto.
A tal mãe natureza não é mãe, é madrasta. Folgue com ela, e ela te mata.

E quem disse que o índio é fraco?

Nãozinho

Lit San Ares escreveu:
Não há roubo entre os índios, todos têm o seu tacape, rsrs...
Há roubos sim. Índios roubam tratores, Xbox, cargas de ar condicionado, alimentos...
E os pilantras silvícolas chegam a confrontar as forças policiais.
Não há visão romântica que resista.
 
Estes índios já não são mais índios, pois foram corrompidos e contagiados pela decadente civilização do homem-branco.

ladrãozinho

Lit San Ares escreveu:
         As guerras, como já vimos, fazem parte da cultura do guerreiro. Sem guerras, sem prestígio.        
E o prestígio está ligado à morte do oponente, ao banquete canibalesco, na  redução de cabeças (no caso dos Shuar) e outras práticas.
Uma sociedade “perfeita” onde um homem tem(!) que ser um guerreiro. Ele tem liberdade para não ser?

É a cultura deles, desde os tempos primordiais.

Nas tribos todos almejam ser guerreiros, mas nem todos conseguem. Mas isto não significa que não terão outras funções no grupo.

Lit San Ares escreveu:A vida do índio não é um oásis no meio do deserto, realmente. É normalmente uma mamata num dos ambientes mais benignos em termo de possibilidades de caça e pesca. Você mesmo disse que ele trabalha pouco. E quanto ele menos puder trabalhar, melhor, deixando à índia, a maioria do trabalho pesado. E ai do pirralho defeituoso que, com seu nascimento, mudar isso.
Só que o ambiente benigno pode mudar.

Mamata? Não acho que seja mamata viver na floresta. E não é que trabalhem pouco, apenas trabalham o suficiente para a sobrevivência do grupo. Na taba, tudo é de todos e não há acúmulo.

Já na civilização do homem-branco, temos farmácias repletas de remédios e gente morrendo por falta de medicamentos; temos livrarias cheias de livros, e gente que ainda vive na escuridão do analfabetismo; temos super e hipermercados abarrotados de mercadorias e alimentos, e gente morrendo de fome.

Qual é mesmo a sociedade mais perfeita?

Lit San Ares escreveu:E você acha isso bom? Por exemplo, festas regadas à cauim, onde ocorre (ou ocorria) de tudo, inclusive incesto?
Pois é...

"Incesto" é uma visão da cultura do homem-branco, não pertence à cultura do índio!

Lit San Ares escreveu:
Não, eu uso as palavras de Jesus para mostrar que para ser livre de verdade, não pode ter posses, nem propriedades.
Nem território de caça? Os índios ririam de você.
Nem roupas, nem ferramentas, nem abrigo?
Você quer  a liberdade de morrer à míngua. Livrar-se  de tudo, é abraçar a morte.
Não confunda o desprendimento que Jesus tinha quanto a bens materiais, com não precisar de qualquer um que seja.
 
O sentimento de propriedade é criação do homem-branco, o pele-vermelha não tem esse sentimento egoísta.

"Quem outorgou ao Homem o direito à propriedade?"

hummmm...

Lit San Ares escreveu:
Portanto, a sociedade indígena está mais próxima de Jesus que a civilização do homem-branco.
A sociedade guerreira indígena? Com sexo livre e eventualmente incestuoso? Faz favor, né.

Repara como grandes nomes da Humanidade abandonaram todos os seus pertences para viver uma vida nova, livres como... os índios:

Buda, na India;
Sócrates, na Grécia;
Jesus, na Palestina;
São Francisco, o de Assis;
Ghandi, também na India;
Chico Xavier poderia ter sido podre de rico, mas doou tudo à caridade.

Wink


Que o espírito dos selvagens permaneça um espírito selvagem! (Pierre Clastres - antropólogo, etnólogo e filósofo francês)
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Re: Professor de arqueologia surpreende Jô! - Me prova fora da bíblia que Jesus esteve entre nós!!!!

Mensagem por rbarros em Seg 31 Jul 2017, 6:12 pm

Mano, como você é chato...

cabeçada

Lit San Ares escreveu:Em outras palavras, você defende  o “direito” que os indígenas tem de assassinar crianças que apresentarem defeitos físicos. Sustenta sua posição, apelando também para a canalhice romana.
 
Nada aqui a acrescentar do que já foi dito.

Lit San Ares escreveu:Podemos e devemos mudar determinadas regras.

Não, não podemos! Isto seria um estupro à cultura do índio! Devemos sim, observá-los e aprender com eles!

Lit San Ares escreveu:Você é um relativista moral e dessa maneira, fica desamparado quando topa com uma monstruosidade que é aceita por um grupo populacional.  Você se vê forçado à aceitar, em nome de uma versão distorcida de direito social de determinado grupo, coisas como o assassínio de crianças (e não negue que você está defendendo, rbarros). Dessa maneira, você também deve ver com muita tolerância coisas como a mutilação genital feminina (comum em determinadas sociedades) ou o preconceito brutal que os intocáveis sofrem na Índia (mesmo que agora seja contra a lei). Se um grupo social defender que (por exemplo) homossexuais devem ser  queimados vivos, só posso crer que você defenderá o uso das fogueiras.
 
Nada a ser dito aqui que já não tenha dito.

Lit San Ares escreveu:Sobre andar pelado e usar narcóticos. Citar essas miudezas é uma grande bobagem. Não estamos falando de um sujeito qualquer mostrar a *traseiro* ou se embebedar com o que quer que seja. Estamos falando do assassinato torpe de um inocente.

Nada a acrescentar ao que já disse antes.

Lit San Ares escreveu:
Não são apenas questões econômicas que estão envolvidas aqui, mas sim todo o contexto de uma sociedade, toda uma estrutura!
Uma estrutura podre, se não estiver disposta à mudar  essa prática sórdida.
 
É sórdida sob o seu ponto de vista, não no deles. Para eles é uma necessidade.

Lit San Ares escreveu:Ah... você quer dizer que o indiozinho morre numa boa, talvez até mesmo gostando da experiência de ser afogado, ou talvez estrangulado, ou quem sabe tendo a cabeça espatifada contra um tronco.
Eu posso garantir que não. Tudo nesse coitadinho será espanto e terror. Se o pai/mãe que comete o assassinato faz isso sem ver a monstruosidade que está cometendo, eu o classifico como um monstro.

Quando isso ocorre, a criança ainda não tem sequer consciência de si mesma, e garanto que a mãe sofre bem mais por esta prática indesejável porém necessária.

Lit San Ares escreveu:Você considera tal pessoa como normal? Indo mais longe, você confiaria um filho seu à tal pessoa?
 
Uma coisa não tem nada a ver com outra. Mas, se o seu raciocínio é esse, você confiaria um filho seu a um traficante?

Lit San Ares escreveu:A melhor coisa  que pode acontecer com uma cultura que classifica a morte gratuita (gratuita sim!) de uma criança como algo normal, é desaparecer.
 
Está desaparecendo sim, por falta de habitat, destruído e envenenado pelas mãos do soberano homem-branco.

Lit San Ares escreveu:
Mas não seria esta a morte da infância? Matar a sua infância não é o mesmo que matar a criança?  
Claro que não. Que tolice! Ao contrário do que os vagabundos acham, trabalhar não é uma desgraça. Meus pais trabalharam desde crianças (assim como meus tios, tias, avós, muitos de meus primos) na lavoura e garanto que não foram destruídos por isso. A vida tinha suas dificuldades? Óbvio que tinha, mas ir trabalhar com os pais numa roça era/é muito melhor do que ser levado pelos progenitores  para um lugar afastado e ter a cabeça esmigalhada por uma pedra. Assassinado justamente por aqueles que deveriam velar por eles.

Mas você nasceu deficiente? Se tivesse nascido, conseguiria trabalhar para ajudar na lavoura ou seria apenas um peso para os que precisavam trabalhar?

Lit San Ares escreveu:
  Mas Lit! Se são estas mesmas ferramentas que escravizam o homem-civilizado, de que valem?  
Valem  muito quando  usadas da maneira certa. Um homem da idade da pedra (e é esse homem que você admira) sem ferramentas está irremediavelmente preso à sua ignorância e ao meio. Um homem que vive numa sociedade contemporânea pode mudar o rumo de sua existência. Basta usar as ferramentas da maneira certa.

E qual é o preço a pagar por isso?

Grades nas janelas, portões e muros altos, trabalho feito escravo dos 18 aos 78 - se tiver emprego! - tráfico de drogas, corrupção, crimes, roubos, acidentes de carro, navio e avião, vizinhos que ignoram vizinhos, irmãos que desconhecem irmãos, pobreza e miséria para uns muitos, riqueza para outros poucos, etc.

Ó, admirável mundo novo!

aleluia!

Lit San Ares escreveu:
  Quisera eu ser escravo da Natureza apenas! Seria o escravo mais feliz do mundo...    
Fosse você escravo da natureza apenas, você não seria um escravo feliz por muito tempo. Ao primeiro sinal de fraqueza, você seria um escravo morto.
A tal mãe natureza não é mãe, é madrasta. Folgue com ela, e ela te mata.

E quem disse que o índio é fraco?

Nãozinho

Lit San Ares escreveu:
Não há roubo entre os índios, todos têm o seu tacape, rsrs...
Há roubos sim. Índios roubam tratores, Xbox, cargas de ar condicionado, alimentos...
E os pilantras silvícolas chegam a confrontar as forças policiais.
Não há visão romântica que resista.
 
Estes índios já não são mais índios, pois foram corrompidos e contagiados pela decadente civilização do homem-branco.

ladrãozinho

Lit San Ares escreveu:
         As guerras, como já vimos, fazem parte da cultura do guerreiro. Sem guerras, sem prestígio.        
E o prestígio está ligado à morte do oponente, ao banquete canibalesco, na  redução de cabeças (no caso dos Shuar) e outras práticas.
Uma sociedade “perfeita” onde um homem tem(!) que ser um guerreiro. Ele tem liberdade para não ser?

É a cultura deles, desde os tempos primordiais.

Nas tribos todos almejam ser guerreiros, mas nem todos conseguem. Mas isto não significa que não terão outras funções no grupo.

Lit San Ares escreveu:A vida do índio não é um oásis no meio do deserto, realmente. É normalmente uma mamata num dos ambientes mais benignos em termo de possibilidades de caça e pesca. Você mesmo disse que ele trabalha pouco. E quanto ele menos puder trabalhar, melhor, deixando à índia, a maioria do trabalho pesado. E ai do pirralho defeituoso que, com seu nascimento, mudar isso.
Só que o ambiente benigno pode mudar.

Mamata? Não acho que seja mamata viver na floresta. E não é que trabalhem pouco, apenas trabalham o suficiente para a sobrevivência do grupo. Na taba, tudo é de todos e não há acúmulo.

Já na civilização do homem-branco, temos farmácias repletas de remédios e gente morrendo por falta de medicamentos; temos livrarias cheias de livros, e gente que ainda vive na escuridão do analfabetismo; temos super e hipermercados abarrotados de mercadorias e alimentos, e gente morrendo de fome.

Qual é mesmo a sociedade mais perfeita?

Lit San Ares escreveu:E você acha isso bom? Por exemplo, festas regadas à cauim, onde ocorre (ou ocorria) de tudo, inclusive incesto?
Pois é...

"Incesto" é uma visão da cultura do homem-branco, não pertence à cultura do índio!

Lit San Ares escreveu:
Não, eu uso as palavras de Jesus para mostrar que para ser livre de verdade, não pode ter posses, nem propriedades.
Nem território de caça? Os índios ririam de você.
Nem roupas, nem ferramentas, nem abrigo?
Você quer  a liberdade de morrer à míngua. Livrar-se  de tudo, é abraçar a morte.
Não confunda o desprendimento que Jesus tinha quanto a bens materiais, com não precisar de qualquer um que seja.
 
O sentimento de propriedade é criação do homem-branco, o pele-vermelha não tem esse sentimento egoísta.

"Quem outorgou ao Homem o direito à propriedade?"

hummmm...

Lit San Ares escreveu:
Portanto, a sociedade indígena está mais próxima de Jesus que a civilização do homem-branco.
A sociedade guerreira indígena? Com sexo livre e eventualmente incestuoso? Faz favor, né.

Repara como grandes nomes da Humanidade abandonaram todos os seus pertences para viver uma vida nova, livres como... os índios:

Buda, na India;
Sócrates, na Grécia;
Jesus, na Palestina;
São Francisco, o de Assis;
Ghandi, também na India;
Chico Xavier poderia ter sido podre de rico, mas doou tudo à caridade.

Wink


Que o espírito dos selvagens permaneça um espírito selvagem! (Pierre Clastres - antropólogo, etnólogo e filósofo francês)
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Re: Professor de arqueologia surpreende Jô! - Me prova fora da bíblia que Jesus esteve entre nós!!!!

Mensagem por rbarros em Seg 31 Jul 2017, 6:13 pm

Mano, como você é chato...

cabeçada

Lit San Ares escreveu:Em outras palavras, você defende  o “direito” que os indígenas tem de assassinar crianças que apresentarem defeitos físicos. Sustenta sua posição, apelando também para a canalhice romana.
 
Nada aqui a acrescentar do que já foi dito.

Lit San Ares escreveu:Podemos e devemos mudar determinadas regras.

Não, não podemos! Isto seria um estupro à cultura do índio! Devemos sim, observá-los e aprender com eles!

Lit San Ares escreveu:Você é um relativista moral e dessa maneira, fica desamparado quando topa com uma monstruosidade que é aceita por um grupo populacional.  Você se vê forçado à aceitar, em nome de uma versão distorcida de direito social de determinado grupo, coisas como o assassínio de crianças (e não negue que você está defendendo, rbarros). Dessa maneira, você também deve ver com muita tolerância coisas como a mutilação genital feminina (comum em determinadas sociedades) ou o preconceito brutal que os intocáveis sofrem na Índia (mesmo que agora seja contra a lei). Se um grupo social defender que (por exemplo) homossexuais devem ser  queimados vivos, só posso crer que você defenderá o uso das fogueiras.
 
Nada a ser dito aqui que já não tenha dito.

Lit San Ares escreveu:Sobre andar pelado e usar narcóticos. Citar essas miudezas é uma grande bobagem. Não estamos falando de um sujeito qualquer mostrar a *traseiro* ou se embebedar com o que quer que seja. Estamos falando do assassinato torpe de um inocente.

Nada a acrescentar ao que já disse antes.

Lit San Ares escreveu:
Não são apenas questões econômicas que estão envolvidas aqui, mas sim todo o contexto de uma sociedade, toda uma estrutura!
Uma estrutura podre, se não estiver disposta à mudar  essa prática sórdida.
 
É sórdida sob o seu ponto de vista, não no deles. Para eles é uma necessidade.

Lit San Ares escreveu:Ah... você quer dizer que o indiozinho morre numa boa, talvez até mesmo gostando da experiência de ser afogado, ou talvez estrangulado, ou quem sabe tendo a cabeça espatifada contra um tronco.
Eu posso garantir que não. Tudo nesse coitadinho será espanto e terror. Se o pai/mãe que comete o assassinato faz isso sem ver a monstruosidade que está cometendo, eu o classifico como um monstro.

Quando isso ocorre, a criança ainda não tem sequer consciência de si mesma, e garanto que a mãe sofre bem mais por esta prática indesejável porém necessária.

Lit San Ares escreveu:Você considera tal pessoa como normal? Indo mais longe, você confiaria um filho seu à tal pessoa?
 
Uma coisa não tem nada a ver com outra. Mas, se o seu raciocínio é esse, você confiaria um filho seu a um traficante?

Lit San Ares escreveu:A melhor coisa  que pode acontecer com uma cultura que classifica a morte gratuita (gratuita sim!) de uma criança como algo normal, é desaparecer.
 
Está desaparecendo sim, por falta de habitat, destruído e envenenado pelas mãos do soberano homem-branco.

Lit San Ares escreveu:
Mas não seria esta a morte da infância? Matar a sua infância não é o mesmo que matar a criança?  
Claro que não. Que tolice! Ao contrário do que os vagabundos acham, trabalhar não é uma desgraça. Meus pais trabalharam desde crianças (assim como meus tios, tias, avós, muitos de meus primos) na lavoura e garanto que não foram destruídos por isso. A vida tinha suas dificuldades? Óbvio que tinha, mas ir trabalhar com os pais numa roça era/é muito melhor do que ser levado pelos progenitores  para um lugar afastado e ter a cabeça esmigalhada por uma pedra. Assassinado justamente por aqueles que deveriam velar por eles.

Mas você nasceu deficiente? Se tivesse nascido, conseguiria trabalhar para ajudar na lavoura ou seria apenas um peso para os que precisavam trabalhar?

Lit San Ares escreveu:
  Mas Lit! Se são estas mesmas ferramentas que escravizam o homem-civilizado, de que valem?  
Valem  muito quando  usadas da maneira certa. Um homem da idade da pedra (e é esse homem que você admira) sem ferramentas está irremediavelmente preso à sua ignorância e ao meio. Um homem que vive numa sociedade contemporânea pode mudar o rumo de sua existência. Basta usar as ferramentas da maneira certa.

E qual é o preço a pagar por isso?

Grades nas janelas, portões e muros altos, trabalho feito escravo dos 18 aos 78 - se tiver emprego! - tráfico de drogas, corrupção, crimes, roubos, acidentes de carro, navio e avião, vizinhos que ignoram vizinhos, irmãos que desconhecem irmãos, pobreza e miséria para uns muitos, riqueza para outros poucos, etc.

Ó, admirável mundo novo!

aleluia!

Lit San Ares escreveu:
  Quisera eu ser escravo da Natureza apenas! Seria o escravo mais feliz do mundo...    
Fosse você escravo da natureza apenas, você não seria um escravo feliz por muito tempo. Ao primeiro sinal de fraqueza, você seria um escravo morto.
A tal mãe natureza não é mãe, é madrasta. Folgue com ela, e ela te mata.

E quem disse que o índio é fraco?

Nãozinho

Lit San Ares escreveu:
Não há roubo entre os índios, todos têm o seu tacape, rsrs...
Há roubos sim. Índios roubam tratores, Xbox, cargas de ar condicionado, alimentos...
E os pilantras silvícolas chegam a confrontar as forças policiais.
Não há visão romântica que resista.
 
Estes índios já não são mais índios, pois foram corrompidos e contagiados pela decadente civilização do homem-branco.

ladrãozinho

Lit San Ares escreveu:
         As guerras, como já vimos, fazem parte da cultura do guerreiro. Sem guerras, sem prestígio.        
E o prestígio está ligado à morte do oponente, ao banquete canibalesco, na  redução de cabeças (no caso dos Shuar) e outras práticas.
Uma sociedade “perfeita” onde um homem tem(!) que ser um guerreiro. Ele tem liberdade para não ser?

É a cultura deles, desde os tempos primordiais.

Nas tribos todos almejam ser guerreiros, mas nem todos conseguem. Mas isto não significa que não terão outras funções no grupo.

Lit San Ares escreveu:A vida do índio não é um oásis no meio do deserto, realmente. É normalmente uma mamata num dos ambientes mais benignos em termo de possibilidades de caça e pesca. Você mesmo disse que ele trabalha pouco. E quanto ele menos puder trabalhar, melhor, deixando à índia, a maioria do trabalho pesado. E ai do pirralho defeituoso que, com seu nascimento, mudar isso.
Só que o ambiente benigno pode mudar.

Mamata? Não acho que seja mamata viver na floresta. E não é que trabalhem pouco, apenas trabalham o suficiente para a sobrevivência do grupo. Na taba, tudo é de todos e não há acúmulo.

Já na civilização do homem-branco, temos farmácias repletas de remédios e gente morrendo por falta de medicamentos; temos livrarias cheias de livros, e gente que ainda vive na escuridão do analfabetismo; temos super e hipermercados abarrotados de mercadorias e alimentos, e gente morrendo de fome.

Qual é mesmo a sociedade mais perfeita?

Lit San Ares escreveu:E você acha isso bom? Por exemplo, festas regadas à cauim, onde ocorre (ou ocorria) de tudo, inclusive incesto?
Pois é...

"Incesto" é uma visão da cultura do homem-branco, não pertence à cultura do índio!

Lit San Ares escreveu:
Não, eu uso as palavras de Jesus para mostrar que para ser livre de verdade, não pode ter posses, nem propriedades.
Nem território de caça? Os índios ririam de você.
Nem roupas, nem ferramentas, nem abrigo?
Você quer  a liberdade de morrer à míngua. Livrar-se  de tudo, é abraçar a morte.
Não confunda o desprendimento que Jesus tinha quanto a bens materiais, com não precisar de qualquer um que seja.
 
O sentimento de propriedade é criação do homem-branco, o pele-vermelha não tem esse sentimento egoísta.

"Quem outorgou ao Homem o direito à propriedade?"

hummmm...

Lit San Ares escreveu:
Portanto, a sociedade indígena está mais próxima de Jesus que a civilização do homem-branco.
A sociedade guerreira indígena? Com sexo livre e eventualmente incestuoso? Faz favor, né.

Repara como grandes nomes da Humanidade abandonaram todos os seus pertences para viver uma vida nova, livres como... os índios:

Buda, na India;
Sócrates, na Grécia;
Jesus, na Palestina;
São Francisco, o de Assis;
Ghandi, também na India;
Chico Xavier poderia ter sido podre de rico, mas doou tudo à caridade.

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Re: Professor de arqueologia surpreende Jô! - Me prova fora da bíblia que Jesus esteve entre nós!!!!

Mensagem por rbarros em Seg 31 Jul 2017, 6:14 pm

Mano, como você é chato...

cabeçada

Lit San Ares escreveu:Em outras palavras, você defende  o “direito” que os indígenas tem de assassinar crianças que apresentarem defeitos físicos. Sustenta sua posição, apelando também para a canalhice romana.
 
Nada aqui a acrescentar do que já foi dito.

Lit San Ares escreveu:Podemos e devemos mudar determinadas regras.

Não, não podemos! Isto seria um estupro à cultura do índio! Devemos sim, observá-los e aprender com eles!

Lit San Ares escreveu:Você é um relativista moral e dessa maneira, fica desamparado quando topa com uma monstruosidade que é aceita por um grupo populacional.  Você se vê forçado à aceitar, em nome de uma versão distorcida de direito social de determinado grupo, coisas como o assassínio de crianças (e não negue que você está defendendo, rbarros). Dessa maneira, você também deve ver com muita tolerância coisas como a mutilação genital feminina (comum em determinadas sociedades) ou o preconceito brutal que os intocáveis sofrem na Índia (mesmo que agora seja contra a lei). Se um grupo social defender que (por exemplo) homossexuais devem ser  queimados vivos, só posso crer que você defenderá o uso das fogueiras.
 
Nada a ser dito aqui que já não tenha dito.

Lit San Ares escreveu:Sobre andar pelado e usar narcóticos. Citar essas miudezas é uma grande bobagem. Não estamos falando de um sujeito qualquer mostrar a *traseiro* ou se embebedar com o que quer que seja. Estamos falando do assassinato torpe de um inocente.

Nada a acrescentar ao que já disse antes.

Lit San Ares escreveu:
Não são apenas questões econômicas que estão envolvidas aqui, mas sim todo o contexto de uma sociedade, toda uma estrutura!
Uma estrutura podre, se não estiver disposta à mudar  essa prática sórdida.
 
É sórdida sob o seu ponto de vista, não no deles. Para eles é uma necessidade.

Lit San Ares escreveu:Ah... você quer dizer que o indiozinho morre numa boa, talvez até mesmo gostando da experiência de ser afogado, ou talvez estrangulado, ou quem sabe tendo a cabeça espatifada contra um tronco.
Eu posso garantir que não. Tudo nesse coitadinho será espanto e terror. Se o pai/mãe que comete o assassinato faz isso sem ver a monstruosidade que está cometendo, eu o classifico como um monstro.

Quando isso ocorre, a criança ainda não tem sequer consciência de si mesma, e garanto que a mãe sofre bem mais por esta prática indesejável porém necessária.

Lit San Ares escreveu:Você considera tal pessoa como normal? Indo mais longe, você confiaria um filho seu à tal pessoa?
 
Uma coisa não tem nada a ver com outra. Mas, se o seu raciocínio é esse, você confiaria um filho seu a um traficante?

Lit San Ares escreveu:A melhor coisa  que pode acontecer com uma cultura que classifica a morte gratuita (gratuita sim!) de uma criança como algo normal, é desaparecer.
 
Está desaparecendo sim, por falta de habitat, destruído e envenenado pelas mãos do soberano homem-branco.

Lit San Ares escreveu:
Mas não seria esta a morte da infância? Matar a sua infância não é o mesmo que matar a criança?  
Claro que não. Que tolice! Ao contrário do que os vagabundos acham, trabalhar não é uma desgraça. Meus pais trabalharam desde crianças (assim como meus tios, tias, avós, muitos de meus primos) na lavoura e garanto que não foram destruídos por isso. A vida tinha suas dificuldades? Óbvio que tinha, mas ir trabalhar com os pais numa roça era/é muito melhor do que ser levado pelos progenitores  para um lugar afastado e ter a cabeça esmigalhada por uma pedra. Assassinado justamente por aqueles que deveriam velar por eles.

Mas você nasceu deficiente? Se tivesse nascido, conseguiria trabalhar para ajudar na lavoura ou seria apenas um peso para os que precisavam trabalhar?

Lit San Ares escreveu:
  Mas Lit! Se são estas mesmas ferramentas que escravizam o homem-civilizado, de que valem?  
Valem  muito quando  usadas da maneira certa. Um homem da idade da pedra (e é esse homem que você admira) sem ferramentas está irremediavelmente preso à sua ignorância e ao meio. Um homem que vive numa sociedade contemporânea pode mudar o rumo de sua existência. Basta usar as ferramentas da maneira certa.

E qual é o preço a pagar por isso?

Grades nas janelas, portões e muros altos, trabalho feito escravo dos 18 aos 78 - se tiver emprego! - tráfico de drogas, corrupção, crimes, roubos, acidentes de carro, navio e avião, vizinhos que ignoram vizinhos, irmãos que desconhecem irmãos, pobreza e miséria para uns muitos, riqueza para outros poucos, etc.

Ó, admirável mundo novo!

aleluia!

Lit San Ares escreveu:
  Quisera eu ser escravo da Natureza apenas! Seria o escravo mais feliz do mundo...    
Fosse você escravo da natureza apenas, você não seria um escravo feliz por muito tempo. Ao primeiro sinal de fraqueza, você seria um escravo morto.
A tal mãe natureza não é mãe, é madrasta. Folgue com ela, e ela te mata.

E quem disse que o índio é fraco?

Nãozinho

Lit San Ares escreveu:
Não há roubo entre os índios, todos têm o seu tacape, rsrs...
Há roubos sim. Índios roubam tratores, Xbox, cargas de ar condicionado, alimentos...
E os pilantras silvícolas chegam a confrontar as forças policiais.
Não há visão romântica que resista.
 
Estes índios já não são mais índios, pois foram corrompidos e contagiados pela decadente civilização do homem-branco.

ladrãozinho

Lit San Ares escreveu:
         As guerras, como já vimos, fazem parte da cultura do guerreiro. Sem guerras, sem prestígio.        
E o prestígio está ligado à morte do oponente, ao banquete canibalesco, na  redução de cabeças (no caso dos Shuar) e outras práticas.
Uma sociedade “perfeita” onde um homem tem(!) que ser um guerreiro. Ele tem liberdade para não ser?

É a cultura deles, desde os tempos primordiais.

Nas tribos todos almejam ser guerreiros, mas nem todos conseguem. Mas isto não significa que não terão outras funções no grupo.

Lit San Ares escreveu:A vida do índio não é um oásis no meio do deserto, realmente. É normalmente uma mamata num dos ambientes mais benignos em termo de possibilidades de caça e pesca. Você mesmo disse que ele trabalha pouco. E quanto ele menos puder trabalhar, melhor, deixando à índia, a maioria do trabalho pesado. E ai do pirralho defeituoso que, com seu nascimento, mudar isso.
Só que o ambiente benigno pode mudar.

Mamata? Não acho que seja mamata viver na floresta. E não é que trabalhem pouco, apenas trabalham o suficiente para a sobrevivência do grupo. Na taba, tudo é de todos e não há acúmulo.

Já na civilização do homem-branco, temos farmácias repletas de remédios e gente morrendo por falta de medicamentos; temos livrarias cheias de livros, e gente que ainda vive na escuridão do analfabetismo; temos super e hipermercados abarrotados de mercadorias e alimentos, e gente morrendo de fome.

Qual é mesmo a sociedade mais perfeita?

Lit San Ares escreveu:E você acha isso bom? Por exemplo, festas regadas à cauim, onde ocorre (ou ocorria) de tudo, inclusive incesto?
Pois é...

"Incesto" é uma visão da cultura do homem-branco, não pertence à cultura do índio!

Lit San Ares escreveu:
Não, eu uso as palavras de Jesus para mostrar que para ser livre de verdade, não pode ter posses, nem propriedades.
Nem território de caça? Os índios ririam de você.
Nem roupas, nem ferramentas, nem abrigo?
Você quer  a liberdade de morrer à míngua. Livrar-se  de tudo, é abraçar a morte.
Não confunda o desprendimento que Jesus tinha quanto a bens materiais, com não precisar de qualquer um que seja.
 
O sentimento de propriedade é criação do homem-branco, o pele-vermelha não tem esse sentimento egoísta.

"Quem outorgou ao Homem o direito à propriedade?"

hummmm...

Lit San Ares escreveu:
Portanto, a sociedade indígena está mais próxima de Jesus que a civilização do homem-branco.
A sociedade guerreira indígena? Com sexo livre e eventualmente incestuoso? Faz favor, né.

Repara como grandes nomes da Humanidade abandonaram todos os seus pertences para viver uma vida nova, livres como... os índios:

Buda, na India;
Sócrates, na Grécia;
Jesus, na Palestina;
São Francisco, o de Assis;
Ghandi, também na India;
Chico Xavier poderia ter sido podre de rico, mas doou tudo à caridade.

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Re: Professor de arqueologia surpreende Jô! - Me prova fora da bíblia que Jesus esteve entre nós!!!!

Mensagem por Lit San Ares em Ter 01 Ago 2017, 12:39 am

Mano, como você é chato...
Obstinado. O que tem de gente fazendo o jogo do politicamente correto e com isso defendendo o errado, o absurdo, o grotesco e o criminoso, não é brincadeira.No seu caso temos o agravante da paixonite por um grupo que é visto de maneira romântica que não condiz com a realidade. Antes da chegada dos portugas, “nossos” indígenas eram belicosos, violentos, canibais, assassinos, praticantes eventuais do escravagismo.

Realidade crua, não romântica.
Se você quer encerrar  a discussão, basta não replicar.
Lit San Ares escreveu:
Em outras palavras, você defende  o “direito” que os indígenas tem de assassinar crianças que apresentarem defeitos físicos. Sustenta sua posição, apelando também para a canalhice romana.
 Rbarros - Nada aqui a acrescentar do que já foi dito.
Essa sua declaração confirma a minha.
Não, não podemos! Isto seria um estupro à cultura do índio! Devemos sim, observá-los e aprender com eles!
Ou seja, devemos começar a matar nossas crianças com problemas físicos, pois é isso o que os infanticidas tem a ensinar.
Quando isso ocorre, a criança ainda não tem sequer consciência de si mesma, e garanto que a mãe sofre bem mais por esta prática indesejável porém necessária. 
Mentira! Não é necessária coisa nenhuma. A sociedade indígena teria  condições de cuidar de seus deficientes, mas o preconceito e o “braço curto” dão a palavra final. E essa mulher  sofre coisa nenhuma. Se ela fosse realmente uma mãe que merece o título, lutaria, fugiria, mataria ou morreria para defender seu filho.
Agora... a criança não tem consciência de si mesma? Isso impede  ela de sentir dor? Ela sofre a agonia atroz de ser assassinada.
 Lit San Ares  - Você considera tal pessoa como normal? Indo mais longe, você confiaria um filho seu à tal pessoa?
 Rbarros - Uma coisa não tem nada a ver com outra. Mas, se o seu raciocínio é esse, você confiaria um filho seu a um traficante?
Nem a um traficante nem a um índio.
Rbarros, você não percebeu que seu comentário levou à uma comparação entre um indígena  infanticida e um traficante?
Mas você nasceu deficiente? Se tivesse nascido, conseguiria trabalhar para ajudar na lavoura ou seria apenas um peso para os que precisavam trabalhar?
Seria um peso para meu pai e minha mãe que por amor a mim, suportariam o peso, porque eles são pai e mãe, e não assassinos. Aliás, devido à minha precária saúde durante a infância, eles de fato, suportaram um peso que não foi dos menores.
Você assassinaria um filho deficiente, rbarros, por ele ser um peso?
Pouco acima você declarou que temos que aprender com os indígenas, que devemos observá-los e aprender com eles.
Pois é...
E qual é o preço a pagar por isso?
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Ó, admirável mundo novo!
E a sua sociedade  pré-histórica favorita  é preferível?
Sem medicina, sem escrita, guerreira, infanticida, estagnada, com roubos, homicídios, canibalismo?
Como é horrível o mundo moderno. Só que você declara isso, rbarros,  usando um computador, com luz elétrica, comida na geladeira e o traseiro pousado numa confortável poltrona. TV, rádio, automóvel, celular.
Você é prisioneiro disso? Estranha prisão, cheia de coisas que fazem você viajar mais, se comunicar mais, ouvir mais, ver mais.
Mas não. O certo é o indígena que mata seu filho, porque ele não nasceu perfeito.
E quem disse que o índio é fraco?
Mas eu não disse que o índio é fraco (embora seu sistema imunológico deixe a desejar). Eu disse que você é fraco. Entrando 100% num esquema natural, você não duraria uma semana.
Estes índios já não são mais índios, pois foram corrompidos e contagiados pela decadente civilização do homem-branco.
Falácia do escocês de verdade. Toda vez que um índio canalha aprontar uma, é porque não é mais índio e foi corrompido.
O amor é cego.
É a cultura deles, desde os tempos primordiais.
Já passou da hora de mudar. Parar de querer matar o vizinho para provar que é machão.
 
Nas tribos todos almejam ser guerreiros, mas nem todos conseguem. Mas isto não significa que não terão outras funções no grupo.
Opa. Se tem espaço para não guerreiros, tem espaço para deficientes físicos que terão outras funções no grupo.
Mas não... é mais fácil assassinar o deficiente.
Mamata? Não acho que seja mamata viver na floresta.
Não?  Você disse que a vida deles é muito menos desgastante do que a nossa. A sociedade perfeita. Ou não?
 
E não é que trabalhem pouco, apenas trabalham o suficiente para a sobrevivência do grupo.
O resto do tempo passam coçado aquele lugar  (o que é particularmente fácil quando se anda pelado)
Na taba, tudo é de todos e não há acúmulo.
Tudo é de todos que não são assassinados por não cumprirem os requisitos mínimos de perfeição física.
 
Já na civilização do homem-branco, temos farmácias repletas de remédios e gente morrendo por falta de medicamentos; temos livrarias cheias de livros, e gente que ainda vive na escuridão do analfabetismo; temos super e hipermercados abarrotados de mercadorias e alimentos, e gente morrendo de fome.
Ao meu ver, os que precisariam de medicamentes nas sociedades indígenas, foram mortos quando crianças ou procuraram a medicina do homem branco. Se a civilização tem analfabetos, a sociedade indígena só tem analfabetos. E a fome entre os indígenas é razoavelmente rara, pois se faltar caça ele podem comer algum vizinho.

Qual é mesmo a sociedade mais perfeita? 
Aquela que assassina crianças com problemas físicos, de acordo com você. E quem está defendendo que a civilização ocidental é perfeita?
Alguém está defendendo que indígenas vivendo na idade da pedra são o top. Você.
 
"Incesto" é uma visão da cultura do homem-branco, não pertence à cultura do índio!  
Pertence a falta de vergonha na cara de determinados indígenas.
O sentimento de propriedade é criação do homem-branco, o pele-vermelha não tem esse sentimento egoísta.
Tolice. Até animais tem a sentimento de propriedade. Se assim não fosse, não teriam áreas territoriais, ninhos, tocas e assim por diante, que são defendidas com unhas, bicos, dentes.
"Quem outorgou ao Homem o direito à propriedade?"
Uma coisa chamada necessidade.
Repara como grandes nomes da Humanidade abandonaram todos os seus pertences para viver uma vida nova, livres como... os índios:
Buda, na India;
Sócrates, na Grécia;
Jesus, na Palestina;
São Francisco, o de Assis;
Ghandi, também na India;
Chico Xavier poderia ter sido podre de rico, mas doou tudo à caridade.
Só que nenhum deles era assassino de crianças, ou um guerreiro macho man. Eram a grosso modo, pacifistas.
Achar um ponto de similaridade (uma suposta independência de bens materiais) é muito pouco para comparar esses líderes religiosos/filosóficos, com um silvícola cuja conduta tem muito pouco a ver com eles. Na verdade, ela é oposta.
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Re: Professor de arqueologia surpreende Jô! - Me prova fora da bíblia que Jesus esteve entre nós!!!!

Mensagem por Benedito Bernal em Ter 01 Ago 2017, 9:52 am

@rbarros


Eu também concordo com o Lit ! É um exagero você querer APROVAR em 100% a conduta indígena como sendo modelo para os dias atuais !
Tenho empatia pelo espiritismo, acho PLAUSÍVEL a reencarnação, só não me desce bem a ideia do Karma !


E crendo na reencarnação, digo que estamos evoluindo em todos os aspectos (moral e tecnologicamente), se bem que no físico parece que estamos involuindo com as mutações ! Veja os veganos, no futuro, estaremos BEM MAIS distantes de sermos animais sacrificando outros para a sobrevivência. Já fomos, MUITO MAIS como os animais selvagens, estamos nos distanciando disto com avançar das eras !
Acredite, pela internet você percebe movimentos de inconformismo que forçará uma mudança drástica na sociedade e economia !


Lembra-se do que você citou sobre o modo de trabalhar dos indios ? Pois existe um movimento que vem colocando a tona UMA OUTRA maneira de vivermos em sociedade e principalmente na economia, claro, há quem diga ser utópico mas, discutir isto neste tópico não é o propósito ! Veja o video abaixo:



Sobre Deus e suas coisas o homem está na ignorância !
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Re: Professor de arqueologia surpreende Jô! - Me prova fora da bíblia que Jesus esteve entre nós!!!!

Mensagem por thynno em Ter 01 Ago 2017, 3:08 pm

Pitonismo

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Re: Professor de arqueologia surpreende Jô! - Me prova fora da bíblia que Jesus esteve entre nós!!!!

Mensagem por rbarros em Ter 01 Ago 2017, 5:47 pm

Benedito Bernal escreveu:Eu também concordo com o Lit ! É um exagero você querer APROVAR em 100% a conduta indígena como sendo modelo para os dias atuais !

Mas eu não disse que aprovo 100% a conduta indígena, disse que a sociedade deles está mais próxima da perfeição do que a nossa. Basta assistir ao noticiário do dia a dia para comprovar isto.

Benedito Bernal escreveu:Tenho empatia pelo espiritismo, acho PLAUSÍVEL a reencarnação, só não me desce bem a ideia do Karma !

A ideia de Karma não pertence ao Espiritismo, mas sim ao Hinduísmo. Karma e Darma.

Uma má ação vai gerar um mal retorno no futuro (karma); uma boa ação também vai gerar um retorno, porém será um bom retorno (darma).

Kardec e os Bons Espíritos jamais falaram em karma ou darma, mas sim, na Lei de Retorno. Toda ação gera uma reação, assim sendo, toda boa ou má ação vai gerar um bom ou mal retorno. Se não nesta vida, em vidas futuras. E isto está de acordo com o que disse Jesus: "pois todos os que lançam mão da espada pela espada morrerão!" (Mt 26:52)

Benedito Bernal escreveu:E crendo na reencarnação, digo que estamos evoluindo em todos os aspectos (moral e tecnologicamente), se bem que no físico parece que estamos involuindo com as mutações ! Veja os veganos, no futuro, estaremos BEM MAIS distantes de sermos animais sacrificando outros para a sobrevivência. Já fomos, MUITO MAIS como os animais selvagens, estamos nos distanciando disto com avançar das eras !

Conforme os Espíritos vão evoluindo, são encaminhados para outros mundos, ou outros planos, mais avançados moralmente do que o nosso.

A maioria dos que estão encarnados hoje no planeta Terra é formada por Espíritos de pouca evolução, muito mais próximos do início do que do final do ciclo encarnatório aqui neste mundo, daí o avanço da violência, do egoísmo, da vaidade e do orgulho. Isto é típico de planeta que está prestes a mudar de fase evolutiva. Nosso querido planeta passará, em breve, para uma nova fase, mais evoluída e mais equilibrada. Passaremos de mundo de expiação e provas para mundo de regeneração - onde haverá muito menos sofrimento e ranger de dentes.

É como a criança que, antes de passar para a fase adulta, sofre os tormentos da adolescência...

Benedito Bernal escreveu:Acredite, pela internet você percebe movimentos de inconformismo que forçará uma mudança drástica na sociedade e economia !

Sim, a grande mudança chegou, mas ainda estamos na fase da adolescência, com todos os seus dramas psíquicos e mudanças físicas.

Benedito Bernal escreveu:Lembra-se do que você citou sobre o modo de trabalhar dos indios ? Pois existe um movimento que vem colocando a tona UMA OUTRA maneira de vivermos em sociedade e principalmente na economia, claro, há quem diga ser utópico mas, discutir isto neste tópico não é o propósito ! Veja o video abaixo:

Assisti, já tinha ouvido falar, e fico feliz que algumas almas verdadeiramente cristãs estão trabalhando para que ocorra uma mudança radical em nossa sociedade, quem sabe assim um dia poderemos usufruir da mesma liberdade que usufruiu um dia o índio.

Obrigado por compartilhar!

muito bom!


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Re: Professor de arqueologia surpreende Jô! - Me prova fora da bíblia que Jesus esteve entre nós!!!!

Mensagem por rbarros em Ter 01 Ago 2017, 6:54 pm

Lit San Ares escreveu:Obstinado. O que tem de gente fazendo o jogo do politicamente correto e com isso defendendo o errado, o absurdo, o grotesco e o criminoso, não é brincadeira. No seu caso temos o agravante da paixonite por um grupo que é visto de maneira romântica que não condiz com a realidade.


Sua obstinação poderá cegá-lo para coisas importantes, é preciso olhar acima da multidão para melhor enxergar.

Lit San Ares escreveu:Antes da chegada dos portugas, “nossos” indígenas eram belicosos, violentos, canibais, assassinos, praticantes eventuais do escravagismo.

Realidade crua, não romântica.

Leia Villa-Lobos, leia Pierre Clastres, leia Darcy Ribeiro, leia Claude Levy-Strauss, Alfred Métreaux, e você vai se admirar!

Lit San Ares escreveu:Se você quer encerrar  a discussão, basta não replicar.

Eu não quero encerrar a discussão, só não quero ficar repetindo diversas vezes o que já escrevi antes.

Lit San Ares escreveu: Rbarros - Nada aqui a acrescentar do que já foi dito.
Essa sua declaração confirma a minha.

Não! É que você está sendo repetitivo, como se não estivesse lendo o que escrevo.

Lit San Ares escreveu:Ou seja, devemos começar a matar nossas crianças com problemas físicos, pois é isso o que os infanticidas tem a ensinar.

Em todas as condutas sociais dos indígenas, você só consegue enxergar esta?

Não vê a união do grupo, a solidariedade, a ausência do horrível sentimento de posse, o grande respeito à Natureza, a ausência de submissão e de dominação entre os membros do mesmo grupo, a ausência de "pecado" e de tabus sexuais? Nada, nada?

Se enumerarmos as más condutas de nossa sociedade avançada e desenvolvida, você vai enxergar melhor as qualidades das sociedades "primitivas"?

Lit San Ares escreveu:Mentira! Não é necessária coisa nenhuma. A sociedade indígena teria  condições de cuidar de seus deficientes, mas o preconceito e o “braço curto” dão a palavra final. E essa mulher  sofre coisa nenhuma. Se ela fosse realmente uma mãe que merece o título, lutaria, fugiria, mataria ou morreria para defender seu filho.

Se não fosse necessária, não haveria porquê existir, você não acha?

E que mãe não sofreria ao ter que entregar seu rebento ao sacrifício, se até os animais têm compaixão por seus filhotes?

Lit San Ares escreveu:Agora... a criança não tem consciência de si mesma? Isso impede  ela de sentir dor? Ela sofre a agonia atroz de ser assassinada.

Isto é mesmo lamentável, quisera os índios pudessem abolir tal prática.

Lit San Ares escreveu:Nem a um traficante nem a um índio.
Rbarros, você não percebeu que seu comentário levou à uma comparação entre um indígena  infanticida e um traficante?

Sim, e foi de propósito, para te mostrar que se o ato do índio é condenável frente à nossa civilidade, também os nossos homens brancos "civilizados" cometem atrocidades com as crianças - ou você pensa que não?

Lit San Ares escreveu:Seria um peso para meu pai e minha mãe que por amor a mim, suportariam o peso, porque eles são pai e mãe, e não assassinos. Aliás, devido à minha precária saúde durante a infância, eles de fato, suportaram um peso que não foi dos menores.
Você assassinaria um filho deficiente, rbarros, por ele ser um peso?

Não, porque em nossa sociedade isto não é necessário. Todavia, não se pode dizer o mesmo na sociedade dos silvícolas.

E lamento por seus pais, você deve ter sido insuportável, rsrs...

:p

Lit San Ares escreveu:Pouco acima você declarou que temos que aprender com os indígenas, que devemos observá-los e aprender com eles.
Pois é...

Aprender o que há de bom e proveitoso, né, Lit? Se liga...

Lit San Ares escreveu:E a sua sociedade  pré-histórica favorita  é preferível?
Sem medicina, sem escrita, guerreira, infanticida, estagnada, com roubos, homicídios, canibalismo?

Havia a medicina xamã, muito eficiente para o tipo de doenças que possuíam os índios ANTES da chegada da civilização infectada do homem-branco. Lembrando que grande parte da civilização ameríndia foi dizimada pelo simples contato com estas infecções.

Uma sociedade sem escrita não chega a ser um grande problema, uma vez que as tradições sempre foram passadas de geração a geração de forma verbal, sendo os mais velhos encarregados por esta tradição.

Ser uma sociedade guerreira não é um descrédito, uma vez que todas as civilizações de todos os tempos também o eram. A guerra está no sangue do ser humano.

Sobre infanticídio, nem vou comentar.

Estagnada, porém livre. Com uma liberdade que nenhum homem branco jamais sonhou.

Roubos e homicídios, só se forem cometidos por aqueles índios que foram contaminados pela civilização do homem branco, louco por ouro, louco por poder.

E por fim, canibalismo. Que eu saiba, algumas poucas tribos se alimentavam da carne de guerreiros inimigos na intenção de adquirir sua força e coragem. Uma simples questão de cultura.

Lit San Ares escreveu:Como é horrível o mundo moderno. Só que você declara isso, rbarros,  usando um computador, com luz elétrica, comida na geladeira e o traseiro pousado numa confortável poltrona. TV, rádio, automóvel, celular.

No entanto, não gozo da liberdade de um índio que vive no seio da Natureza, isento de tecnologias que só escravizam, embrutecem, individualizam. E cujo preço final é a destruição da própria Natureza.

Lit San Ares escreveu:Você é prisioneiro disso? Estranha prisão, cheia de coisas que fazem você viajar mais, se comunicar mais, ouvir mais, ver mais.
Mas não. O certo é o indígena que mata seu filho, porque ele não nasceu perfeito.

O certo é o indígena que vive uma relação de cumplicidade com a Natureza, que não precisa trabalhar além do necessário para sobreviver, que não é escravo das horas e nem das tecnologias que só trazem ilusão, que não se considera superior a ninguém, e nem se acha inferior tampouco, que não possui as coisas e nem é por elas possuído, que ama livremente e por isso não tem dramas psíquicos, que não constrói cadeias nem manicômios, etc.

eba

Lit San Ares escreveu:Mas eu não disse que o índio é fraco (embora seu sistema imunológico deixe a desejar). Eu disse que você é fraco. Entrando 100% num esquema natural, você não duraria uma semana.

Exatamente por ter sido criado no seio da sociedade do homem civilizado, apartado da Natureza como se ela fosse a inimiga.

Lit San Ares escreveu:Falácia do escocês de verdade. Toda vez que um índio canalha aprontar uma, é porque não é mais índio e foi corrompido.
O amor é cego.

Uma sociedade onde não existe superiores e inferiores, onde não há o senso de propriedade, onde o amor é livre - por que haveria de ter ladrões e assassinos? Não lhe parece um contra-senso?

Lit San Ares escreveu:
É a cultura deles, desde os tempos primordiais.
Já passou da hora de mudar. Parar de querer matar o vizinho para provar que é machão.

japinha

Boa, essa!

Seria bom mesmo, se todos os homens pudessem viver em paz e harmonia...
 
Lit San Ares escreveu:Opa. Se tem espaço para não guerreiros, tem espaço para deficientes físicos que terão outras funções no grupo.
Mas não... é mais fácil assassinar o deficiente.

Aí você vai ter que pesquisar lá nos primórdios da cultura indígena para saber a resposta.

Lit San Ares escreveu:
Mamata? Não acho que seja mamata viver na floresta.
Não?  Você disse que a vida deles é muito menos desgastante do que a nossa. A sociedade perfeita. Ou não?
 
Perfeita, não, porém mais próxima da perfeição do que a nossa. Seriam perfeitos se não precisassem praticar o infanticídio ou as guerras tribais.

sim

Lit San Ares escreveu:
E não é que trabalhem pouco, apenas trabalham o suficiente para a sobrevivência do grupo.
O resto do tempo passam coçado aquele lugar  (o que é particularmente fácil quando se anda pelado)

Não importa o que fazem nas horas vagas, mas sim que EXISTEM horas vagas.

Você já se imaginou trabalhando apenas 4 ou 5 horas por dia, que maravilha não seria?

Lit San Ares escreveu:
Na taba, tudo é de todos e não há acúmulo.
Tudo é de todos que não são assassinados por não cumprirem os requisitos mínimos de perfeição física.
 
Olha o recalque... (rs)

Lit San Ares escreveu:Ao meu ver, os que precisariam de medicamentes nas sociedades indígenas, foram mortos quando crianças ou procuraram a medicina do homem branco. Se a civilização tem analfabetos, a sociedade indígena só tem analfabetos. E a fome entre os indígenas é razoavelmente rara, pois se faltar caça ele podem comer algum vizinho.

ai, caramba!

Que visão estreita, valha-me Deus!

Lit San Ares escreveu:
Qual é mesmo a sociedade mais perfeita? 
Aquela que assassina crianças com problemas físicos, de acordo com você. E quem está defendendo que a civilização ocidental é perfeita?
Alguém está defendendo que indígenas vivendo na idade da pedra são o top. Você.
 
Como já frisei acima, não são perfeitos os índios, mas a sua sociedade, a forma como se organizaram socialmente, é de admirar. Ao meu ver, muito mais inteligente e menos egoísta do que a nossa.

Lit San Ares escreveu:
"Incesto" é uma visão da cultura do homem-branco, não pertence à cultura do índio!  
Pertence a falta de vergonha na cara de determinados indígenas.

Eu sinceramente não sei se existe mesmo esta prática entre os índios, sei apenas que são as próprias mulheres que procuram os homens - principalmente os guerreiros - e estes têm que dar conta do recado, não podem falhar, hehehe...

Lit San Ares escreveu:
O sentimento de propriedade é criação do homem-branco, o pele-vermelha não tem esse sentimento egoísta.
Tolice. Até animais tem a sentimento de propriedade. Se assim não fosse, não teriam áreas territoriais, ninhos, tocas e assim por diante, que são defendidas com unhas, bicos, dentes.

Até mesmo o território pertence ao grupo. Não existem índios proprietários de terras. Nenhum índio vai cercar o seu hipotético terreno, ou vendê-lo, ou alugá-lo, ou comprá-lo. Estas práticas egoísticas pertencem a nós civilizados, e não a eles.

Só por aí já se percebe uma superioridade moral e intelectual do nativo "primitivo".

Primitivos somos nós, egoístas, dominadores, que pretendemos possuir o que não é nosso por direito, mas que - tendo dinheiro o suficiente - podemos comprar.

Lit San Ares escreveu:
"Quem outorgou ao Homem o direito à propriedade?"
Uma coisa chamada necessidade.

Necessidade?!? Necessidade faz as pessoas se unirem e lutarem juntas, não faz com que elas sejam "proprietárias"...

Ponto para a "sociedade primitiva" dos índios.

Lit San Ares escreveu:Só que nenhum deles era assassino de crianças, ou um guerreiro macho man. Eram a grosso modo, pacifistas.

Foram homens que enxergaram acima da multidão, e perceberam como o homem civilizado é egoísta e dominador.

Lit San Ares escreveu:Achar um ponto de similaridade (uma suposta independência de bens materiais) é muito pouco para comparar esses líderes religiosos/filosóficos, com um silvícola cuja conduta tem muito pouco a ver com eles. Na verdade, ela é oposta.

Longe de mim achar que o silvícola está à altura de um pacifista, mas me faz pensar que a sociedade dita primitiva tem muito a ensinar à nossa brilhante civilização tecnológica.

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Re: Professor de arqueologia surpreende Jô! - Me prova fora da bíblia que Jesus esteve entre nós!!!!

Mensagem por Eterna em Dom 06 Ago 2017, 2:54 pm

thynno escreveu:
Eterna escreveu:
thynno escreveu:Professor de arqueologia surpreende Jô! - Me prova fora da bíblia que Jesus esteve entre nós!!!!



Porque fora?

Porque naquela época não dava pra aparecer na webcan nem fazer uma selfie!

Sua preocupação é tirar uma self com Jesus?  :ft:

Se fosse possível - porque não??? Se eu fizer uma self com um mendigo dirão que estou propagandeando o espiritismo. Se eu fizer outra self na praia dirão que estou exibindo meu corpitcho. Se eu fizer na casa de campo dirão que estou exibindo meu poder aquisitivo. Ora ... fazendo self com Cristo poderão dizer que sou unha e cutícula com o filho do homem. E se é pra falar ... falem ... falem ... falem ... mas falem de mim! Wink


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Re: Professor de arqueologia surpreende Jô! - Me prova fora da bíblia que Jesus esteve entre nós!!!!

Mensagem por Eterna em Dom 06 Ago 2017, 3:16 pm

rbarros escreveu:
Eterna escreveu:Vou chorar pela encarnação perdida concedida a você que encarnou no meio de pessoas civilizadas e continua cultuando os selvagens torcendo para que continuem no mesmo estágio. Mas você ainda tem a opção de se desfazer de tudo e adentrar as matas buscando alguma aldeia que possa te aceitar. Vai lá - esqueça tudo quanto aprendeu por aqui ... afinal ... eles não podem ser contaminados pelo nosso desenvolvimento que a seu ver é nocivo!

A vossa civilidade termina quando apagam-se as luzes!

A vossa civilidade depende do controle rígido da polícia!

Os vossos presídios estão abarrotados de pessoas "civilizadas"!

A vossa política está repleta de gente corrupta "civilizada"!

Os vossos morros e  comunidades estão cheios de civilizados traficando civilidades!

As vossas organizações religiosas são lideradas por civilizados traficando indulgências!

As elites civilizadas escravizam um povo civilizado porém simplório,  que acredita que a civilização é o que tem de melhor para se viver!

Os vossos hospitais estão fartos de civilizados morrendo à mingua, esperando por um pouco de civilidade!

Vizinhos ignoram vizinhos, irmãos desconhecem irmãos em sua brilhante civilização.

Na vossa civilização, um aparelho celular vale mais do que uma vida.

Preciso continuar? A lista é longa...
E você faz o que aqui entre nós? Desocupa espaço e vá viver entre os índios! Se todos os que pensam como você fossem viver entre eles haveria mais emprego, iria diminuir a super lotação do SUS, desafogaria um pouco o trânsito e o transporte público não estaria tão lotado. Vai ser feliz!


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Re: Professor de arqueologia surpreende Jô! - Me prova fora da bíblia que Jesus esteve entre nós!!!!

Mensagem por rbarros em Dom 06 Ago 2017, 6:01 pm

Eterna escreveu:Se eu fizer outra self na praia dirão que estou exibindo meu corpitcho.

eba Hmmm, boa ideia! Manda as imagens aê!...  Wink

Eterna escreveu:E você faz o que aqui entre nós? Desocupa espaço e vá viver entre os índios! Se todos os que pensam como você fossem viver entre eles haveria
mais emprego, iria diminuir a super lotação do SUS, desafogaria um pouco o trânsito e o transporte público não estaria tão lotado. Vai ser feliz!

muito bom!

Vou pensar seriamente no assunto...


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Re: Professor de arqueologia surpreende Jô! - Me prova fora da bíblia que Jesus esteve entre nós!!!!

Mensagem por Eterna em Dom 06 Ago 2017, 10:28 pm

rbarros escreveu:
E você faz o que aqui entre nós? Desocupa espaço e vá viver entre os índios! Se todos os que pensam como você fossem viver entre eles haveria
mais empregoser feliz!

muito bom! 
Vou pensar seriamente no assunto...
Como assim ... vai pensar??? Quem acredita na felicidade fora da civilização tem, antes de tudo, que incorporar isto a vida rotineira. Afinal, porque ser infeliz? Vai lá e pense grande. Você pode ser promovido a pajé!


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Re: Professor de arqueologia surpreende Jô! - Me prova fora da bíblia que Jesus esteve entre nós!!!!

Mensagem por rbarros em Seg 07 Ago 2017, 7:52 am

Eterna escreveu:Como assim ... vai pensar??? Quem acredita na felicidade fora da civilização tem, antes de tudo, que incorporar isto a vida rotineira. Afinal, porque ser infeliz? Vai lá e pense grande. Você pode ser promovido a pajé!

Na verdade, já vivi entre os índios, em vida passada, hehehe...

Nesta vida agora, creio que isto não será mais possível, pois já não tenho mais forças e saúde para tal. Se fosse há uns 30 ou 40 anos atrás, eu até arriscava.

E as raízes que criei (filhas, netas) me impedem de tomar decisões tão radicais como esta.

Só me resta torcer para que o "civilizado" homem branco tome vergonha na cara e passe a viver mais em função da liberdade e da dignidade humanas do que do próprio lucro e acúmulo de bens. Que enxergue o seu semelhante, não como um meio de enriquecimento, mas como um semelhante mesmo.

Porém, não devo me preocupar, pois as mudanças estão acontecendo, e "os mansos herdarão a Terra" (Mt 5:5).


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Re: Professor de arqueologia surpreende Jô! - Me prova fora da bíblia que Jesus esteve entre nós!!!!

Mensagem por thynno em Seg 07 Ago 2017, 8:00 am

Eterna escreveu:
thynno escreveu:
Eterna escreveu:
thynno escreveu:Professor de arqueologia surpreende Jô! - Me prova fora da bíblia que Jesus esteve entre nós!!!!



Porque fora?

Porque naquela época não dava pra aparecer na webcan nem fazer uma selfie!

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Re: Professor de arqueologia surpreende Jô! - Me prova fora da bíblia que Jesus esteve entre nós!!!!

Mensagem por Benedito Bernal em Sab 12 Ago 2017, 7:34 pm

@rbarros


Só me resta torcer para que o "civilizado" homem branco tome vergonha na cara e passe a viver mais em função da liberdade e da dignidade humanas do que do próprio lucro e acúmulo de bens. Que enxergue o seu semelhante, não como um meio de enriquecimento, mas como um semelhante mesmo.

Aliás, este é o ensino de Jesus ! Mas, nem mesmo os que se dizem cristãos praticam isto. Veja o Jarbas por exemplo, não entendem o que Jesus quis dizer que seu reino não é deste mundo e por isto perdem tempo defendendo ou combatendo IDEOLOGIAS quer socialistas ou capitalistas ! Não se dão conta de quão amantes de si mesmo são e enganam-se com a falácia de que Deus lhes deu DOM para ser MAIS, TER MAIS, SER MELHOR que seu semelhante !


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Re: Professor de arqueologia surpreende Jô! - Me prova fora da bíblia que Jesus esteve entre nós!!!!

Mensagem por Eterna em Dom 17 Set 2017, 5:51 pm

thynno escreveu:
Eterna escreveu:
thynno escreveu:
Eterna escreveu:
thynno escreveu:Professor de arqueologia surpreende Jô! - Me prova fora da bíblia que Jesus esteve entre nós!!!!



Porque fora?

Porque naquela época não dava pra aparecer na webcan nem fazer uma selfie!

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Re: Professor de arqueologia surpreende Jô! - Me prova fora da bíblia que Jesus esteve entre nós!!!!

Mensagem por Eterna em Dom 17 Set 2017, 6:34 pm

Benedito Bernal escreveu:
Tenho empatia pelo espiritismo, acho PLAUSÍVEL a reencarnação, só não me desce bem a ideia do Karma!
Talvez porque pra você, o Espiritismo não tenha sido bem compreendido. Em nenhuma das obras da codificação espírita essa expressão é utilizada.
Veja você, por exemplo: na pergunta 132 do Livro dos Espíritos, Kardec pergunta sobre qual seria o objetivo da encarnação? A resposta é: - A lei de Deus lhes impõe a encarnação com o objetivo de faze-los chegar à perfeição ...”. Em nenhum momento aparece a palavra sofrimento, dor, ou qualquer outro termo, que signifique “fatalidade”.
É possível que algumas pessoas entendam como karma o fato de que teremos que expiar nossas faltas, mas também deve-se entender que não há faltas imperdoáveis.

Outro exemplo pode ser encontrado na pergunta 851: ” Haverá fatalidade nos acontecimentos da vida, conforme o sentido que se dá a essa palavra, ou seja, todos os acontecimentos são predeterminados? Nesse caso, como fica o livre-arbítrio? – A resposta é:- A fatalidade existe apenas na escolha que o Espírito faz ao encarnar e suportar esta ou aquela prova. E da escolha resulta uma espécie de destino, que é a própria consequência da posição  que ele próprio escolheu e em que se acha. Falo das provas de natureza física, porque,  quanto as de natureza moral e as tentações, o espírito, ao conservar seu livre-arbítrio quanto ao bem e ao mal, é sempre senhor para ceder ou resistir ...”.
Nos exemplos que utilizei, veja você que não há karma, apenas consequências que não poderão ser removidas dos nossos atos seja como encarnados ou desencarnados.


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Re: Professor de arqueologia surpreende Jô! - Me prova fora da bíblia que Jesus esteve entre nós!!!!

Mensagem por thynno em Sex 22 Set 2017, 9:40 am

Tema: Professor de arqueologia surpreende Jô! - Me prova fora da bíblia que Jesus esteve entre nós!!!!

(...) Vou me aproximar de nossa realidade:

Me prova fora dos escritos que Colombo foi o primeiro homem a chegar nas "Américas!"

Nem por isso as "Américas" deixaram de existir.

Me prova fora dos escritos que Cabral e os portugueses foram os primeiros europeus a pisarem no Brasil!

Tem coisas que estão escritas e que o mundo acredita.

Tem coisas que mesmo escritas, ganham inimigos. Aquelas que afetam as conveniência de alguns. E por isso são contestadas. Não pelo fato de serem ou não serem verdades, mas porque esses escritos lhes incomodam.

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Re: Professor de arqueologia surpreende Jô! - Me prova fora da bíblia que Jesus esteve entre nós!!!!

Mensagem por Lit San Ares em Sex 22 Set 2017, 7:48 pm

Desculpe a demora pela resposta, mister R. Eu realmente não estive acompanhando este tópico.
Sua obstinação poderá cegá-lo para coisas importantes, é preciso olhar acima da multidão para melhor enxergar.
Estou olhando, seja uma multidão de civlizados estressados ou silvícolas que pararam na idade da pedra.
Leia Villa-Lobos, leia Pierre Clastres, leia Darcy Ribeiro, leia Claude Levy-Strauss, Alfred Métreaux, e você vai se admirar!
Material válido, no geral, por vezes contaminado por uma visão romântica demais.
Em todas as condutas sociais dos indígenas, você só consegue enxergar esta?
Não. Mas atento para aquela que acredito ser a mais grotesca. Uma atitude grotesca a assassina, que você tenta defender. O amor pode ser uma doença.

união do grupo, a solidariedade, a ausência do horrível sentimento de posse, o grande respeito à Natureza, a ausência de submissão e de dominação entre os membros do mesmo grupo, a ausência de "pecado" e de tabus sexuais? Nada, nada?
Horrível sentimento de posse. Por favor... Se um grupo indígena invadir o território de outro, o que acontecerá?

erarmos as más condutas de nossa sociedade avançada e desenvolvida, você vai enxergar melhor as qualidades das sociedades "primitivas"?
Conheço bem os problemas da civilização ocidental. Não preciso ser ensinado a respeito delas. Mas pelo jeito, você precisa   ser ensinado a respeito dos problemas das sociedade primitivas(!) , e são primitivas mesmo, pois não sobrevivem quando em contato com grupos mais avançados. Se sobrevivem, é porque o tal grupo avançado permitiu a sua sobrevivência.

Se não fosse necessária, não haveria porquê existir, você não acha?
Não, não acho. Grupos que partem para condutas degeneradas, por serem moralmente falhos, existem em muitos lugares da Terra. E eu não defendo atrocidades, sejam de que grupo for. Nisso, somos diferentes.

E que mãe não sofreria ao ter que entregar seu rebento ao sacrifício, se até os animais têm compaixão por seus filhotes?
Pelo jeito a indígena. E se sofre, deve ser aquele tipo de sofrimento bem rasteiro.

Isto é mesmo lamentável, quisera os índios pudessem abolir tal prática.
Só que, pelo jeito, não querem. E tem gente que defende o "direito" deles continuarem com a prática. O que você acha desses defensores dos "direitos" indígenas?
Opa... você é um deles.
Lit San Ares - Nem a um traficante nem a um índio.
Rbarros, você não percebeu que seu comentário levou à uma comparação entre um indígena  infanticida e um traficante?

rbarros - Sim, e foi de propósito, para te mostrar que se o ato do índio é condenável frente à nossa civilidade, também os nossos homens brancos "civilizados" cometem atrocidades com as crianças - ou você pensa que não?
Cometem e são condenáveis. Só que para você, o indígena assassino é puro e representante da sociedade perfeita.
Coloque na cabeça indianista, rbarros... ninguém aqui está defendendo as atrocidades dos civilizados. Mas alguém aqui está defendendo as atrocidades dos indígenas. Você.
Ou não? Os indígenas não cometem atrocidades?
Lit San Ares - Seria um peso para meu pai e minha mãe que por amor a mim, suportariam o peso, porque eles são pai e mãe, e não assassinos. Aliás, devido à minha precária saúde durante a infância, eles de fato, suportaram um peso que não foi dos menores.
Você assassinaria um filho deficiente, rbarros, por ele ser um peso?

rbarros - Não, porque em nossa sociedade isto não é necessário. Todavia, não se pode dizer o mesmo na sociedade dos silvícolas.
Sorte das nossas crianças, então, por nascerem numa sociedade onde não é preciso ser morto. 
Mas essa sua declaração é perigosa. Num caso de extrema necessidade, como você agiria com relação ao seu filho. Numa necessidade extrema, eu morreria pelo meu. Você faria o que? Seguiria o exemplo indígena?

E posso dizer isso da sociedade do silvícola, sim. Especialmente do silvícola brasileiro, com abundância de água, pesca e caça. Eles  não vivem no deserto do Kalahari, não. A atitude do silvícola brasileiro me parece ter nascido do braço curto. Duplica o tempo de trabalho (você apregoou que eles trabalham 4 horas por dia, se bem me lembro), que não será "necessário" matar filho algum.

E lamento por seus pais, você deve ter sido insuportável, rsrs...
Insuportável. Doentio, fraquinho, chorando dia e noite, de acordo com o que minha mãe disse. Uma mãe indígena (tão amorosa) arrebentaria minha cabeça com uma pedra e verteria lágrimas de crocodilo. E você? Faria o que com um filho doente, mirrado e insuportável como eu fui? Eliminaria o pirralho?
Felizmente, meus pais foram pais(!), não assassinos ou simpatizantes de assassinos.
Lit San Ares escreveu:
Pouco acima você declarou que temos que aprender com os indígenas, que devemos observá-los e aprender com eles.
Pois é...

rbarros - Aprender o que há de bom e proveitoso, né, Lit? Se liga...
Tô tão ligado, que me lembro de suas palavras, quando declarei que devemos mudar determinadas regras:

" Não, não podemos! Isto seria um estupro à cultura do índio! Devemos sim, observá-los e aprender com eles!"

Ou seja, para você, os assassinatos devem continuar. Você ama tanto a "cultura" indígena, que impedir que eles matem as crianças, é um estupro. E devemos aprender com eles!
Simplesmente grotesco.
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Lit San Ares
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Re: Professor de arqueologia surpreende Jô! - Me prova fora da bíblia que Jesus esteve entre nós!!!!

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