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Porque Recusar os Manuscrito Alexandrino

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farol Porque Recusar os Manuscrito Alexandrino

Mensagem por Homini em Ter 02 Maio 2017, 7:21 am

Durante a vida dos apóstolos, pelo lado dos apóstatas (terríveis lobos disfarçados em pele de cordeiro) estava havendo as maiores tentativas de corromper a Palavra de Deus, e, por outro lado, Deus estava maravilhosamente preservando de forma absolutamente perfeita a Sua Palavra, usando crentes fiéis e prevenidos e firmes:
 
...como também o nosso amado irmão Paulo vos escreveu, segundo a sabedoria que lhe foi dada; Falando disto, como em todas as suas epístolas, entre as quais há pontos difíceis de entender, que os indoutos e inconstantes TORCEM, e igualmente AS OUTRAS ESCRITURAS, para sua própria perdição. (2 Pd 3:15-16)
 
Nestes versos, Pedro claramente diz que as palavras de Paulo eram igualadas às das 'outras Escrituras'. Ele cria que as palavras de Paulo eram a inspirada Palavra de Deus, e escreveu isto em um tempo quando havia aqueles que 'torcem' as Escrituras. ... [note o tempo presente em 'os indoutos e inconstantes TORCEM, e igualmente as outras Escrituras, para sua própria perdição']. Isto claramente mostra que as igrejas primitivas [já] estavam vigilantes contra aqueles que perverteriam suas Escrituras. Estas igrejas estavam atentas a este problema e tomavam grandes cuidados para evitar que suas Escrituras fossem torcidas por falsos mestres.

O primeiro e grande quartel dos falsificadores da Palavra de Deus foi Alexandria, o mais elevado centro da cultura e da filosofia naqueles séculos. Veja uma amostra da extrema periculosidade dos lobos alexandrinos daqueles dias;

Basilides, que escreveu entre cerca de 120-140 d.C. Gnóstico, ensinou que Cristo não morreu na cruz, mas sim Simão Cireneu, que foi obrigado a carregar a cruz para ele, tomou a aparência dEle (E Ele a de Simão), foi crucificado em lugar de Jesus, o qual voltou para Seu Pai, presumivelmente rindo de toda esta farsa.

Valentinus, que escreveu entre cerca de 135-160 d.C. Educado em Alexandria, estabeleceu-se em Roma, ensinou o mais extremado Gnostismo, via a realidade final como uma procissão dos aeons, 33 ao todo.

Marcion, o herético, escreveu que viveu em cerca de 160 d.C. - Antigo inimigo da igreja, conhecido para seus repetidos ataques verbais às escrituras do Novo Testamento.

Pantaenus, que escreveu em cerca 190 d.C., foi o primeiro diretor supostamente cristão da Escola Catequética de Teologia e Filosofia de Alexandria, e referiu-se a Clemente como "o mais profundo gnóstico."

Clemente de Alexandria, que viveu entre cerca de150-215 d.C. Sucessor de Pantaenus como diretor da Escola Catequética de Teologia e Filosofia de Alexandria, ensinava que os escritos de Platão são inspiradas e que as estrelas devem ser adoradas. Orígenes sucedeu-o em 202.

Orígenes, que viveu entre cerca de 185-254 d.C., foi diretor da Escola Catequética de Teologia e Filosofia de Alexandria. Louvado como sendo o primeiro crítico textual da igreja, este apóstata negou muitas a crenças cristãs e acreditou que as estrelas eram criaturas vivas que possuíam almas e pelas quais Cristo morreu. Após seu excomunhão de Alexandria por ter se castrado a si mesmo, Orígenes tomou seus manuscritos mutilados e migrou para Caesaréia, onde estabeleceu uma outra escola. Na altura de sua morte em 254 d.C, deu sua biblioteca a sua pupilo favorito, Pamphilus. Pamphilus, por ocasião de sua própria morte em 309, passou as leituras corrompidas de Orígenes a Eusebius, um amigo próximo de Constantino.


Assim, em Alexandria (particularmente naquela Escola que é o modelo-padrão para todos os seminários corruptores de hoje) dos anos 50 a 350 d.C., havia homens completamente perdidos, velozes e furiosos agentes de Satanás, mas com a mais elevada fama do mais espiritual cristianismo, bem reputados como suprasumos da filosofia e da erudição e da santidade, que corromperam as Escrituras de forma mais profunda e extensa que jamais foi feito, nelas incorporando suas filosofias pagãs, sem terem a menor vergonha de mudarem qualquer coisa em qualquer grau.

Por isso, devemos recusar todos os manuscritos classificados como da família alexandrina. Eles são pouquíssimos (cerca de 45), menos que 1% dos mais de 5400 manuscritos que sobreviveram aos tempos e chegaram às nossas mãos. São extremamente discordantes entre si e, muitas, vezes, cada um deles discordante de si mesmo. Os pricipais manuscritos alexandrinos são Codex Vaticanus (B, cerca do ano 350 d.C.), Codex Sinaiticus (Aleph, cerca do ano 350 d.C.), P66 (fragmentos) e P75 (fragmentos). Na realidade, toda a horrenda crítica textual moderna e descrente, e todas as horrendas bíblias alexandrinas, baseiam-se em apenas 2 (dois) manuscritos alexandrinos, Sinaiticus e Vaticanus, que, além de procederem de tão medonha fossa teológica, são provavelmente os dois documentos mais rasurados e reescritos (por cima) de toda a História, cada manuscrito com letras de pelo menos 10 escritores diferentes!!!

Orígenes foi o pai do moderno criticismo textual descrente. Por exemplo, a um certo ponto ele disse que um verso era espúrio (portanto devia ser lançado fora)  simplesmente porque ele, Orígenes, não o podia o aceitar com seu intelecto (isto é, a mente de Orígenes não concordava com o erso). Orígenes raciocinou que Jesus não poderia ter concluído sua lista de mandamentos de Deus com, de “... e amarás o teu próximo como a ti mesmo.” em Mateus 19:19 porque o jovem homem tinha dito, no verso 20, "... Tudo isso tenho guardado desde a minha mocidade". Uma vez que Jesus aceitou isto como verdadeiro, Orígenes raciocinou que, uma vez que Paulo declarou que a lei inteira estava resumida neste mandamento, o jovem homem já seria perfeito. Conseqüentemente, Orígenes concluiu que a passagem era espúria, e não existia nos originais. (Fonte: Berlin, Origenes Werke, Vol. 20, pp. 385-388. Citado por vários escritores).

Por tão infecto ambiente, temos que recusar TODOS os manuscritos da família alexandrina. Se fizermos isto, logo de partida 99,95% dos problemas do texto grego desaparecem.




Motivos para não aceitar o Espírito Alexandrino



O espírito que caracterizava Alexandria era o mesmo dos modernos professores (refiro-me só àqueles que são descrentes) de seminários, sumo eruditos (refiro-me só àqueles que são descrentes), sumo-tradutores revisores de tudo (refiro-me só àqueles que são descrentes), que na realidade ADORAM o eruditismo em si mesmo.


CREDO DA SEITA ALEXANDRINA (Texto de Peter Ruckman)


1. Não há nenhuma autoridade absoluta e final, a não ser Deus.

2. Uma vez que Deus é um Espírito, não há nenhuma autoridade absoluta e final que possa ser vista, lida, ouvida, sentida, ou manejada.

3. Uma vez que todos os livros são matéria palpável, não há nenhum livro sobre esta terra que seja a autoridade absoluta e final sobre o que é certo e o que é errado; o que constitui verdade e o que constitui erro.

4. Há muito tempo atrás, EXISTIU uma série de escritos tais que, SE todos eles, imediatamente depois que foram escritos a primeira vez, tivessem sido dispostos formando um LIVRO, PODERIAM ter se constituído numa autoridade final e infalível para se julgar verdade e erro.

5. No entanto, esta série de escritos foi perdida e o Deus que os inspirou não foi capaz de preservar seus conteúdos através dos cristãos realmente crentes na Bíblia, habitantes de Antioquia (Síria), entre os quais encontramos os primeiros mestres da Bíblia (Atos 13:1), onde o primeiro missionário foi chamado e comissionado (Atos 16:1-6), e onde a palavra "cristão" se originou (Atos 11:26).

6. Assim, Deus escolheu QUASE preservar Sua Palavra através dos gnósticos e filósofos de Alexandria (Egito), embora Deus tenha chamado Seu Filho para FORA do Egito (Mat 2), Jacó para FORA do Egito (Gen 49), Israel para FORA do Egito (Exo 15), e os ossos de José para FORA do Egito (Exo 13).

7. Portanto, há dois rios por onde fluíram e nos chegaram as Bíblias: o rio mais exato -- embora, naturalmente, não exista nenhuma autoridade absoluta e final para determinar verdade e erro, isto é meramente uma questão de "preferência" -- é constituído pelas derivações das traduções Egípcias feitas em Alexandria (no Egito), que são "quase" os "originais", embora não absolutamente.

8. As traduções mais incorretas são aquelas que ocasionaram a [maravilhosa] Reforma Germânica (através de Lutero, Zwingli, Boehler, Zinzendorf, Spener, etc.) e o [maravilhoso] movimento missionário mundial através dos povos de língua inglesa: a Bíblia que Sunday, Torrey, Moody, Finney, Whitefield, Wesley e Chapman usaram.

9. Mas nós podemos "tolerar" essas Bíblias se aquelas pessoas que nelas crêem também tolerarem as NOSSAS. Afinal das contas, uma vez que não há NENHUMA AUTORIDADE FINAL E ABSOLUTA que alguma pessoa possa ler, ensinar, pregar, ou manejar, tudo é somente uma questão de "PREFERÊNCIA". Você pode preferir o que prefere, e nós podemos preferir o que preferimos. Deixe-nos viver em paz; e, se nós não podemos concordar seja em alguma coisa, seja em coisa alguma, vamos todos concordar em uma coisa: NÃO EXISTE, EM CANTO ALGUM DO MUNDO, NENHUM ESCRITO QUE SEJA [cada palavra e letra, de capa a capa, 100%] A AUTORIDADE ABSOLUTA E FINAL, DE DEUS!
____________________________________________________________________

Nota1 do Tradutor: Peter Ruckman se refere àqueles que seguem as idéias do falsamente chamado "eruditismo" de Westcott e Hort, desprezando as abençoadas traduções adotadas por todos os crentes de todas as nações e línguas, desde a Reforma até o início do presente século, todas elas baseadas no texto tradicional, para adotarem os textos Vaticanus e Sinaiticus, corrompidos via Alexandria.

- Em Português, devemos adotar as versões baseadas na tradução de João Ferreira de Almeida (1681 e 1753): Elas são as Almeida "Corrigida e Revisada, Fiel" (da Sociedade Bíblica Trinitariana) e Almeida "Revista e Corrigida", da IBB. Ambas se baseiam no Texto Tradicional, que é a pura Palavra de Deus, perfeita e infalivelmente preservada, til por til, iota por iota, mesmo que as melhores traduções possam ser eventualmente melhoradas quanto à gramática, estilo, ou quanto à precisão da tradução (sempre baseada exclusivamente no T.R.).

- Não devemos adotar as versões que começaram a ser publicadas pelos "protestantes" de língua portuguesa somente depois de 1958. Na ordem de crescente infidelidade, elas são: (a) Só mau texto grego: "Contemporânea", "Revista e Atualizada", "Revisada de acordo com os melhores textos em Grego e Hebraico". (b) Mau grego + livros apócrifos + veneno católico e ecumênico: Jerusalém, TEV - Tradução Ecumênica. (c) Mau grego + mau método de tradução (equivalência dinâmica): NVI - Nova Versão Internacional. (d) Mau grego + afrontosas falsificações por paráfrase (estas não são traduções, são paráfrases!!!): "Bíblia Viva", "A Bíblia na Linguagem de Hoje", "O Mais Importante é o Amor", etc.

Nota2 do Tradutor: "About the 'New' King James Bible", Pensacola Bible Baptist Bookstore, 1983, páginas 38-39.


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farol Re: Porque Recusar os Manuscrito Alexandrino

Mensagem por Well em Qua 03 Maio 2017, 2:57 pm

Pelo que pude perceber nas traduções bíblicas que citam outros textos além do receptus, até agora, não vi nada de herético. Pelo que pude apurar é que o Texto Receptus (TR) é mais moderno que o Texto Crítico e na época de João Ferreira de Almeida só havia o TR, portanto, ele só poderia mesmo utilizar o TR, é óbvio.

Vou te dar uns exemplos do que tenho analisado:

1 - I Tim. 3.16 diz que Deus se manifestou na carne na ACF e nas outras diz "Aquele" que se manifestou na carne. Entretanto, as versões do Texto Crítico (TC) dá a entender claramente que "Aquele" é Jesus. João 1.14 nas próprias versões do TC confirmam isso e o próprio contexto de I Tim. 3 também;

2 - Luc. 2.33 na ACF diz "José" e nas versões do TC diz "pai", mas todas as versões dizem que Jesus foi gerado pelo ES; e

3 - Col. 1.14 nas versões que utilizaram o TC não fala do sangue, mas, essas mesmas versões falam exatamente do sangue em Ef. 1.7.

Agora veja que interessante, como bem citou em outro tópico, o forista Gusto:

Tiago 1:2 na versão ACF diz: "Meus irmãos, tende grande gozo quando caírdes em várias tentações". (grifo meu)

A tradução ACF, neste versículo está equivocada, pois o certo é: Meus irmãos, tende grande gozo quando passardes POR VÁRIAS PROVAÇÕES. (tribulações), (ARA).

Não contrariando a oração que o Senhor ensinou, rogando ao Pai, por não deixar-nos cair em tentações.



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farol Re: Porque Recusar os Manuscrito Alexandrino

Mensagem por Ed em Qua 03 Maio 2017, 8:33 pm

Pequenas sutilezas dão um significado adverso ao original...


Porque nós não somos, como muitos, falsificadores da palavra de Deus, antes falamos de Cristo com sinceridade, como de Deus na presença de Deus 2Co 2:17

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farol Re: Porque Recusar os Manuscrito Alexandrino

Mensagem por thynno em Qua 28 Jun 2017, 3:38 pm

O problema é que existem maiores intensões na troca de palavras, pois mesmo que repitam as leis, amanhã poderão contestá-la, mesmo sem ter havido sua modificação, bastando trocar palavras do texto histórico ou poético. À exemplo: Se amanhã trocarem o termo sodomita por pessoas de Sodoma, estão escondendo o ato pelo qual as pessoas de Sodoma eram identificados. Ou seja a prática da sodomia (proibida) estará sendo ocultada do texto, isso aos poucos. Amanhã jã não falariam a palavra Sodoma. E Depois de amanha, o trecho perderia o sentido, e os sodomitas diriam que não haveria proibição bíblica. De qualquer modo estariam atingindo a Lei, pois camuflariam as proibições por meio de ocultações.

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